Alerta!

Novas aquisições
2° Semestre 2017

CASTANEDA, Carlos. A
erva do diabo. 37. ed., rev.
Rio de Janeiro: Best Seller,
2016. 319 p. (Essenciais
BestSeller).
Traz os ensinamentos que
o autor, Carlos Castañeda,
recebeu do índio yaqui dom
Juan Matus, quando estava
na fronteira dos Estados
Unidos com o México, fazendo uma pesquisa para
seu mestrado.

EISENSTEIN, Sergei. O
sentido do filme. Rio de Janeiro: Zahar, c2002. 159 p.

MORRIS, Bethan. Fashion
illustrator: manual do ilustrador de moda . 2. ed., rev.
e ampl. São Paulo: Cosac &
Naify, 2009. 240 p.

Combina uma abordagem
prática das técnicas de deFaz um balanço de sua ativisenho com referências visudade até então, examinando
ais que traçam a história da
o passado e projetando-se
ilustração de moda e suas
para o futuro da montagem
vertentes contemporâneas,
cinematográfica.
representadas por trinta e
cinco artistas e ilustradores
atuais.

CHARLES Jencks: extra
edition de Architecture and
Urbanism publicadao n. 1
de 1986. Tokyo: A+U Publishing, 1986. 240 p. (A+u
architecture and urbanism).
Trata-se de uma das primeiras obras que deram destaque à arquitetura pós-moderna, embora este tema
tenha ganhado ainda mais
relevância a partir de obras
posteriores de Jencks.

SAMPAIO, Márcio. Álvaro
Apocalypse. Belo Horizonte: [s. n.], 2011. 343 p.
Conta toda a trajetória do
artista desde sua formação.

HISTÓRIA = History. Barbacena: EdUEMG, 2014.
172 p. (Cadernos de estudos avançados em design
(EdUEMG)

SEMIÓTICA = Semiotics.
Barbacena: EdUEMG, 2016.
175 p. (Cadernos de estudos avançados em design
(EdUEMG);

Reúne a reflexão de estudiosos de universidades
brasileiras e o exterior sobre
temas relacionados aos aspectos de história e design.

Reúne a reflexão dos pesquisadores, convidados de
universidades brasileiras
e estrangeiras, a cerca de
temas relacionados aos
aspectos da semiótica e do
design.

IDENTIDADE = Identity. 2. ed. Belo Horizonte:
EdUEMG, 2016. 223 p. (Cadernos de estudos avançados em Design (EdUEMG)
Diversos autores propõem
refletir sobre o tema Identidade sob vários aspectos:
território, produto, designer,
cadeia de valor entre outros.

SUSTENTABILIDADE II =
Sustentability II. 2. ed. Belo
Horizonte: EdUEMG, 2016.
150 p. (Cadernos de estudos avançados em Design
(EdUEMG); 13).
É o prosseguimento do Volume Design e sustentabilidade I, que apresenta o

reflexo sobre uma importante questão contemporânea:
a complexa relação entre a
sociedade, produção, consumo e ambiente.

CULTURA = Culture. Belo
Horizonte: EdUEMG, 2016.
179 p. (Cadernos de estudos avançados em design
(EdUEMG)
Reflete sobre o percurso do
design em diferentes âmbitos da cultura material na
busca de sua relação com a
cultura artesanal, artística,
tecnológica, industrial, do
consumo comportamental
entre outras, que eleve o
design hoje à condição de
"cultura do design".

TRANSVERSALIDADE:

Transversality. Belo Horizonte: EdUEMG, 2016. 190 p.
(Cadernos de estudos avançados em Design; 12).
Abrange o design atuando
na integração transversal do
conhecimento de diversas
áreas disciplinares, na medição consciente e avançada
entre produção, ambiente e
consumo, como fator central para troca econômica e
cultural e para humanização

CALVINO, Italo. As cidades
invisíveis. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras,
c2002. 150 p.
Conta a história do famoso
viajante Marco Polo, que
descreve para Kublai Khan
as incontáveis cidades do
imenso império do conquistador mongol.

MANZINI, Ezio; VEZZOLI,
Carlo. O desenvolvimento
de produtos sustentaveis:
os requisitos ambientais dos
produtos industriais. 1. ed.
São Paulo: Edusp, 2002.
366 p.
Reflete os trabalhos, as pesquisas e a atividade didática
do Centro Interdipartimentale di Ricerca e Innovazione
per la Sostenibinità Ambientale (CIR.IS) do Politecnico
de Milão.

WOOD, Paul. Arte conceitual. São Paulo: Cosac &
Naify, 2004. 80 p. (Movimentos da arte moderna).
Introdução acessível às
motivações que levaram a
vanguarda dos anos 1960 e
1970 a criar uma estética de
bases intelectuais, vista hoje
como um divisor de águas
entre o modernismo histórico e o pós-moderno.

vista o surrealismo, surgido
em torno de 1920, em Paris.
Liderados por André Breton,
um grupo de poetas adota
a "escrita automática" como
procedimento artístico.

SEMPRINI, Andréa. A marca pós-moderna: poder e
fragilidade da marca na sociedade contemporânea. 2.
ed. São Paulo: Estação das
Letras e Cores, 2010. 300 p.
É uma análise lúcida das
escolhas feitas pelo Management que geram a potência ou a fragilidade das
marcas contemporâneas.

MCDONOUGH, William;
BRAUNGART, Michael. Cradle to cradle: criar e reciclar
ilimitadamente. São Paulo:
Gustavo Gili, 2013. 192 p.
Com argumentos claros,
acessíveis e até mesmo
bem-humorados, o célebre
químico Michael Braungart
e o inspirador arquiteto
William McDonough desafiam a noção de que a indústria humana deve prejudicar o mundo.

BRAGA, Mariana Fonseca;
BORGES, Paula Lutiene de
Castro e. Guia de ergonomia aplicada a assentos:
para sala de jantar ou cozinha : uma introdução. Belo
Horizonte: SENAI, 2012. 97
p.
Objetiva apresentar uma
visaõ geral da Ergonomia e
trazer informações úteis, de
fontes confiáveis presentes
na literatura, ao desenvolvimento de conjunto de mesas e cadeiras de jantar de
uso doméstico.

BRADLEY, Fiona. Surrealismo. São Paulo: Cosac &
Naify, 1999. 80 p. (Movimentos da arte moderna).
De modo claro e informativo,
Fiona Bradley, curadora da
Tate Gallery, passa em re-

ESCRITOS de artistas:
Anos 60/70. Rio de Janeiro:
Zahar, 2006. 461 p.
Reúne textos produzidos
nos anos 60 e 70 por artistas e grupos de variadas tendências, áreas de
atuação e nacionalidades,
inclusive inúmeros brasileiros que oferecem diversos
pontos de vista e refletem o
pensamento estético contemporâneo.

BRENNAND, Francisco.
Diário de Francisco Brennand: o nome do livro. Recife: Inquietude, 2016. 4 v.

contemporânea).
Nesta coleção, a escritora
e professora Katia Canton
apresenta temas que emolduram o mundo contempoEm seus escritos Brennand râneo e que são refletidos
reflete sobre história da arte, na arte atual.
pintura, filosofia, cinema,
seu trabalho artístico e seus
amores.

FREIRE, Cristina. Arte
conceitual. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2006. 81 p.

CANTON, Katia. Narrativas
Enviesadas. São Paulo:
WMF Martins Fontes, 2009.
57 p. (Temas da arte contemporânea).

Também narram histórias,
mas de modo não linear. No
Este volume mostra como
lugar do começo-meio-fim
diversas das questões letradicional, elas se comvantadas então ainda hoje
são pertinentes, mobilizando põem a partir de tempos
a crítica da produção, recep- fragmentados, sobreposições, repetições, deslocação e circulação artísticas
mentos. Elas narram, porém
no panorama atual.
não necessariamente resolvem as próprias tramas.

de atividades. Rio de Janeiro: Rio Books, 2010. 95 p.
Busca identificar problemas
ergonômicos decorrentes
de diversas atividades a fim
de contribuir para o design
ergonômico destes postos
de trabalho e com isso minimizar constrangimentos e
riscos ao trabalhador.

SOUZA, Angela Leite de.
Contos de fada: Grimm e a
literatura oral no Brasil. Belo
Horizonte: Lê, 1996. 140 p.
Aborda vários ângulos de
uma riquíssima matéria literária: os contos de fadas.

CANONGIA, Ligia. O legado dos anos 60 e 70. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar,
2005. 94 p. (Arte +.).
CANTON, Katia. Do moderno ao contemporâneo. São
Paulo: WMF Martins Fontes, ERGONOMIA: aspectos do
conforto e constrangimentos
2009. 51 p. (Temas da arte

Avalia a ressonância da
Pop Art da década de 1930
na arte brasileira, assim
como inventaria os aspectos

essenciais do experimentalismo que se firmou na
década seguinte.

despojada ao mesmo tempo, como não abrir mão da
moda enquanto contribui
para a diminuição dos poluentes que as fábricas emitem e dizer não ao trabalho
escravo ou explorador.

tal: arte/vida, proposições e
paradoxos. Rio de Janeiro:
Contra Capa, 2005. 281 p.
A profícua interlocução que
estabeleceu com a arte no
Brasil em mais de quatro
décadas tem favorecido a
difusão mundial da produção dos artistas brasileiros.
Brasil experimental reúne 21
desses artistas.

TAVARES, Braulio. ABC
de Ariano Suassuna. Rio
de Janeiro: José Olympio,
2007. 236 p.
PELLEGRINI FILHO, AmeriApresenta a vida e obra
co. Comunicação popular
- que inclui teatro, prosa,
escrita. São Paulo: EDUSP,
poesia, ensaio, ensino, aula- 2009. 695 p.
-espetáculo, atuação na política cultural pública - deste Apresenta o resultado de
'paraibano de Recife' que é
vinte anos de pesquisa em
um dos grandes pensadores mais de cem países, nos
do Brasil.
quais coletou e classificou
mais de .000 mensagens,
que incluem cartões de boas
festas, escritos em lápides,
frases em sanitários públicos, camisetas, pichações,
entre muitos outros.

Este volume aborda a diversidade da paisagem tipográfica urbana, mais especificamente, os letreiramentos
populares, que resistem ao
tempo como uma forma de
expressão da cultura e da
produção espontânea e informal do design - o Design
vernacular.

LEE, Matilda. Eco chic: o
guia de moda ética para a
consumidora consciente. 1.
ed. São Paulo: Larousse,
2009. 223 p.
Mostra como é fácil ser eco
fashion: como ser chique e

FINIZOLA, Fátima. Tipografia vernacular urbana:
uma análise dos letreiramentos populares. São
Paulo: Blucher, 2010. 110 p.
(Coleção pensando o Design)

BRETT, Guy; MACIEL,
Katia. Brasil experimen-

personalizadas, originais e
vibrantes cheias do espírito
de inovação que caracteriza
a nossa época.

logical footprint method, o
dashboard of sustainability e
o barometer of sustainability,
escolhidas por especialistas
da área como as mais promissoras.

MAFFES OLI, Michel. Notas
sobre a pós-modernidade:
o lugar faz o elo. Rio de Janeiro: Atlântica, 2004. 115 p.
Uma crítica da doxa individualista, importância do
lúdico e da função do arquétipo, necessidade, em
oposição ao racionalismo
dominante, de instaurar uma
"razão sensível" e, last but
not least, o aspecto essencial do espaço, do lugar que
faz o elo.

NAZARETH, Paulo. Paulo
Nazareth: arte contemporânea/LTDA. Rio de Janeiro:
Cobogó, 2012. 1 v.

BONITA Maria do capitão:
centenário de Maria Bonita
Narra as viagens deste artis1991-2011. Salvador: EDUta, desde o sul das Américas
NEB, 2011. 327. p.
até o norte, nos Estados
Unidos.
O livro divide-se em duas
partes: a primeira, biográfica, apresenta textos e
imagens da sertaneja da
Malhada da Caiçara, sertão da Bahia, Maria Gomes
de Oliveira, um estudo de
sua genealogia. A segunda
parte, dividida em temáticas, apresenta obras de
artistas que se apropriaram
da imagem de Maria Bonita
para suas produções, juntamente com textos sobre a
BELMIRO, Arnaldo. Como
BELLEN, Hans Michael
representação dela dentro
pintar camisetas. Rio de
van. Indicadores de susde cada uma das temáticas
Janeiro: Ediouro, c1983. 198 tentabilidade: uma análise
desenvolvidas fotografia, cip.
comparativa. 2. ed. Rio de
nema, xilogravura, literatura,
No Presente trabalho, preJaneiro: FGV, 2006. 253 p.
teatro, música, artesanato,
tendemos fornecer aso
Este livro faz uma análise
moda e artes visuais.
leitores uma série de procomparativa de três ferracessos práticos, capazes de mentas que se propõem a
transformar camisetas comedir a sustentabilidade
muns em peças modernas,
do desenvolvimento: o eco-

WOMEN artists: mulheres
artistas nos séculos XX e
XXI. Koln: Taschen, c2005.
578 p.
Estão representadas mais
de 90 artistas bem cotadas
internacionalmente, nos diversos âmbitos como a pintura, escultura, fotografia...
Eis um justificado tributo às
mulheres artistas.

SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete. Escrever
melhor: guia para passar
os textos a limpo. 2. ed. São
Paulo: Contexto, 2011. 221
p.

MAUDUIT, Jacques A. Quarenta mil anos de arte
moderna. 4. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1964. 271,
[36] p. (Coleção descoberta
O livro se aprofunda em ilus- do mundo ; 10).
trar a história da animação
Destina-se à arte dos ho3D e se move a partir daí
para mostrar como os filmes mens primitivos antigos e
de marionetes Aardman são presentes, relembrando o
que se sabe da vida e de
Feitos
suas vicissitudes durante a
evolução das múltiplas formas que ela engendrou.
LORD, Peter; SIBLEY,
Brian. Cracking animation.
London: Thames & Hudson,
1998. 191 p.

MENDES, Camila Faccioni.
Paisagem urbana: uma mídia redescoberta. São Paulo: Senac São Paulo, 2006.
158 p.
Reúne argumentos e imagens documentais indispensáveis à análise das interferências da mídia no espaço
público.

MELLO, Frederico Pernambucano de. Guerreiros do
sol: violência e banditismo
no Nordeste do Brasil. 3ª ed.
São Paulo: A Girafa, 2004.
458 p.
Um estudo fiel e detalhado
do cangaço no Nordeste
brasileiro. O assunto é apresentado sob vários aspectos, entre eles o condicionamento socioeconômico
gerado pelo ciclo do gado.

HAVERÁ a idade das coisas
leves: design e desenvolvimento sustentável. São
Paulo: Ed. SENAC São
Paulo, 2005. 194
Faz uma reflexão sobre todos os objetos que invadem
nosso cotidiano e pesam
no nosso meio ambiente,
mas que poderiam se tornar
leves e duráveis se fossem
verdadeiros serviços.

STERWOLD, Tilman. Pop
art. Koln: Benedikt Taschen,
c1994. 229 p.
É composto por formidáveis
obras de artes, analisadas,
comentadas e exibidas
numa linguagem extremamente acessível, equilibrada e adequada. Ideal para
quem quer entender e "viajar" neste movimento que
mudou a história mundial da
arte.

profissional, ao salário justo,
à qualificação subsidiada. A
sustentabilidade ambiental
trata da definição dos limites
de uso dos recursos naturais, para evitar sua exaustão e os decorrentes desequilíbrios dos ecossistemas,
bem como tenta banir e / ou
substituir agentes poluidores do meio ambiente, para
reduzir o impacto ambiental
do sistema industrial estabelecido. A sustentabilidade
econômica analisa e mede
a eficiência dos processos
produtivos, considerando
as tendências de maior
geração de benefícios, com
menor uso de recursos.

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que
é, como se faz. 4. ed. São
Paulo: Loyola, 2000. 186 p.
CRAVEIRO, Flávia. Escrituras bordadas. Belo Horizonte: C/Arte, 2009. 71 p.
Um desdobramento do
documentário Vila Mariquinhas: a memória no bordado, nasceu do desejo de
10 mulheres da Vila Mariquinhas, região norte de
Belo Horizonte, que juntas
contam histórias através dos
panos que bordam e que
ficaram conhecidas pelo seu
protagonismo na luta pela
moradia.

MODA, sustentabilidade
e emergências. Caxias do
Sul: Educs, c2012. 288 p.
A sustentabilidade abarca três dimensões: social,
ambiental e econômica.
A sustentabilidade social
refere-se ao respeito pelo
trabalhador, quer no aspecto
legal, quer no incentivo à
empregabilidade, à inserção
no mercado, à capacitação

O professor Marcos Bagno
discorre sobre uma forma de
discriminação muito presente na sociedade brasileira: a
linguística.

GOMES, Leonardo José Ma- as referências dentro das
galhães. A música da cidade: normas da ABNT.
cartografia musical de Belo
Horizonte. 1. ed. Belo Horizonte: Editora Gomes, 2011.
96, [10] p.
O argumento deste é simples, sem deixar de ser
ousado: Belo Horizonte é
uma daquelas cidades que
produzem música com estilo
próprio.

NEGROMONTE, Nydia.
D.U.C.T.O. Belo Horizonte:
Autêntica, 2016. 209 p.

LÍNGUA e linguagem . 1. ed.
Propõe questionamentos
São Paulo: Ática, 2002. 94
acerca dos fluxos da natup. (Saber mais)
reza e da força dos objetos
Apresenta de forma lúdica o enquanto construtores de
memória, tencionando os limundo da língua e da linmites da linguagem artística
guagem.
contemporânea.

MARTINS JUNIOR, Joaquim. Como escrever trabalhos de conclusão de
curso: instruções para planejar e montar, desenvolver,
concluir, redigir e apresentar
trabalhos monográficos e
artigos. 7. ed. Petrópolis:
Vozes, 2013. 248 p.
Constitui um manual de fácil
compreensão, que mostra
passo a passo como planejar o seu trabalho, elaborar
um projeto, desenvolver e
escrever o trabalho, desde a
escolha do tema da pesquisa e da elaboração do título,
de todas as partes essenciais do estudo, dos principais métodos de pesquisa,
dos instrumentos de coleta
dos dados até as formas de
citações e de como escrever

PERROTTA, Claudia. Um
texto para chamar de seu:
preliminares sobre a produção do texto acadêmico.
São Paulo: Martins Fontes,
2004. 155 p. (Ferramentas).

MELIM, Regina. Performance nas artes visuais. Rio de
Janeiro: J. Zahar, 2008. 74
p. (Arte +).

Oferece instrumento auxiliar na elaboração de textos
acadêmicos com um diferencial - o acolhimento às
angústias, dúvidas ou ansiedades vivenciadas pelo autor diante de sua produção
acadêmica.

A história da performance é
analisada aqui a partir das
diferentes formas e denominações que teve durante todo o século XX e nos
diversos meios e circunstâncias em que é realizada até
hoje.

BELTING, Hans. O fim da
história da arte: uma revisão dez anos depois. 1.
ed. São Paulo: Cosacnaify,
2012. 442 p. (CosacNaify
Portátil ; 9).
Traz dois ensaios onde
Hans Belting - um dos maiores pensadores das Artes
Visuais da atualidade - Articula questões centrais para
a reflexão sobre a História
da Arte.

BRETON, André. Manifestos do surrealismo. Rio de
Janeiro: Nau, 2001. 395 p.
(Coleção Fontes da modernidade).
Constitui a primeira edição
completa, no Brasil, dos trabalhos conceituais de André
Breton, além dos textos em
prosa surrealista Peixe solúvel e Carta ás videntes.

HOWARD, Pamela. O que
é cenografia?. São Paulo:
Sesc SP, 2015. 280 p.
Apresenta uma análise
integral da cenografia que
compreende espaço, texto,
pesquisa, arte, artistas, diretores e espectadores para
examinar a natureza mutável da cenografia no século
XXI.

O FLORESCER das cores:
a arte do período EDO.
São Paulo: Agência de Cultura do Japão, 2008. 370 p.
Discursa sobre a exposição
O florescer das cores, a arte
do período Edo. Composta
por 166 peças representativas de cerâmica e porcelana, artefatos de laca e
texteis, entre os quais se
incluem tesouros nacionais
e bens culturais importantes no período Edo (19631867).

MACHADO, Marina Marcondes. O brinquedo-sucata e
a criança: a importância do
brincar - atividades e materiais. São Paulo: Loyola,
c1994. 110 p
Fala de modo bastante
simples sobre a psicanálise
winnicottiana, e dá inúmeras idéias do que fazer com
brinquedos-sucata.

CANTO, Eduardo Leite do.
Plástico: bem supérfluo ou
mal necessário?. São Paulo:
Moderna, 1995. 88 p
Há quem diga que estamos
na Era dos Plásticos. Nos
últimos anos, muito se tem
falado sobre eles, enaltecendo suas qualidades e criticando-os pelos problemas
ambientais que causam.

HORNUNG, Helena. Tecidos estampados. Lisboa:
Presença, Martins Fontes,
Presença, c1976. 31 p. (Artesanato ; 20).

DALLAS, Nick. Como tornar sua empresa ecologicamente responsável: 24
lições para superar desafios
do aquecimento global. Rio
Ensina como estampara
de Janeiro: Sextante, c2009.
tecidos de forma artesanal.
73 p.
Enquanto as questões ambientais se tornam mais
urgentes, industriais, empresários e comerciantes
se esforçam para entender
como a demanda dos consumidores, o acesso mais
restrito aos recursos naturais e os altos custos de
matéria-prima influenciarão
seus negócios.

O MUNDO do artesanato.
Erechim: Edelbra, c1981. 2
v. (Série Prata).
Ensina técnicas de bordado
e outros trabalhos manuais.

JUNQUEIRA, Lígia. Como
utilizar retalhos de tecidos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1980. 154 p.
Sugere aplicações úteis e
bonitas a serem dadas aos
retalhos de sua gaveta.