UNIDADE UNIVERSITÁRIA

PROGRAMA
DE
ENSINO
DA
GRADUAÇÃO
2012

Faculdade de Ciências e Tecnologia
CURSO DE
Geografia
HABILITAÇÃO
Licenciatura e Bacharelado
OPÇÃO
DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL
Departamento de Geografia - Prof. Dr. RICARDO PIRES DE PAULA
IDENTIFICAÇÃO
CÓDIGO

DISCIPLINA OU ESTÁGIO
HISTÓRIA DO BRASIL

OBRIG./OPT./EST.
OPTATIVA
CRÉDITO
04

SERIAÇÃO IDEAL
3o ANO

PRÉ E CO-REQUISITO
CARGA
HORARIA
TOTAL
060

ANUAL/SEM.
1º Sem.

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA
060

NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA
AULAS TEÓRICAS AULAS PRÁTICAS

PRÁTICA

TEÓRICO/PRATICA

AULAS TEÓRICO/PRÁTICAS

OUTRAS

OUTRAS

OBJETIVOS (ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de:)
Possibilitar ao aluno ampla visão das questões sócio-político-econômicas postas em equação ao longo da História do
Brasil, mas até hoje objeto de estudos, reflexões e práticas políticas para sua solução.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (título e discriminação das Unidades)
1. O Brasil no contexto do Antigo Sistema Colonial.
1.1. O escravismo, a produção de excedente e o mercantilismo.
2. A crise do Antigo Sistema Colonial e a fundação do Estado Nacional brasileiro.
2.1. Centralistas e federalistas: conflito de interesses.
2.2. Poder moderador e escravidão.
3. Oligarquias fundiárias e a direção do Estado.
3.1. Da escravidão à liberdade vigiada.
3.2. Do poder moderador monárquico ao presidencialismo republicano.
4. Vencedores e vencidos na História do Brasil.
4.1. Nacionalismo e silêncio dos vencidos.
4.2. Democracias e Ditaduras.

METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas
- Leituras orientadas
- Seminários
- Interpretação do texto
- Prova escrita

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e oposição no Brasil: 1964-1985. Bauru: EDUSC, 2005.
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem; Teatro de sombras. RJ: Ed. UFRJ, Relume-Dumará, 1996.
CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril. Cortiços e epidemias na corte imperial. SP: Cia das Letras, 1996.
COSTA, Emília Viotti. Da Monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo: Grijalbo, 1977.
DECCA, Edgar Salvadori de. O silêncio dos vencidos. São Paulo: Brasiliense, 1981.
FERRERIA, Jorge & DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano 4 vol. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2003.
FERREIRA, Jorge. O populismo e sua história. Civilização Brasileira: Rio de Janeiro, 2001.
FRAGOSO, João. (et. al.). O Antigo Regime nos trópicos: a dinâmica imperial portuguesa (séc. XVI-XVIII). RJ: civilização
Brasileira, 2010.
GORENDER, Jacob. O escravismo colonial. SP: Ática, 1978.
MOTA, Carlos Guilherme. Brasil em perspectiva. São Paulo: Difel, 1974.
NOVAIS, Fernando A. Estrutura e Dinâmica do Antigo Sistema Colonial. SP: Brasiliense, 1986.
PRADO JR., Caio. Evolução Política do Brasil. São Paulo: Brasiliense.
________. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense.
REIS, João José (org). Liberdade por um fio. SP: Cia. das Letras, 1996.
SCHWARTZ, Stuart. Escravos, roceiros e rebeldes. Bauru: Edusc, 2001.
WEFFORT, Francisco. O populismo na política brasileira. São Paulo: Paz e Terra, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, José Murilo. Os bestializados. São Paulo: Cia das Letras, 1987.
CHAUÍ, Marilena. Brasil: mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Fundação Abramo, 2005.
DOLHNIKOFF, Miriam. O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil. São Paulo: Globo, 2005.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1996.
_____________. A revolução de 1930. São Paulo: Brasiliense, 1986
_____________. Trabalho urbano e conflito social. São Paulo: Difel, 1986.
FENELON, Déa Ribeiro. 50 Textos de História do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1990.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971.
IANNI, Octávio. O colapso do populismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil. 1ª. ed. 1949, São Paulo:
Alfa-Omega, 1976.
MARTINS, José de Souza. O poder do atraso: ensaios de sociologia da história lenta. São Paulo: Hucitec, 1994.
PINHEIRO, Paulo Sérgio. Política e trabalho no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975
RIDENTI, Marcelo. O fantasma da revolução brasileira. São Paulo: Edunesp/Fapesp, 1993.
SCHWARZ, Lilian. Retrato em branco e negro. São Paulo: Cia das Letras, 1987.
STOLCKE, Verena e HALL, Michel. Introdução do trabalho livre nas fazendas de café de São Paulo. Revista Brasileira de
História. São Paulo, 1981, n.6.

CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
O aluno deverá demonstrar progressiva habilidade para leitura crítica da história a partir do manejo de conceitos
básicos.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Provas escritas
- Seminários

EMENTA (Tópicos que caracteriza as unidades dos programas de ensino)
Interpretação da sociedade brasileira através da história das práticas políticas que subjazem ao processo de produção
ideológica do Estado nacional.

MATERIAL INSTRUCIONAL
Livros, periódicos, mapas, artigos de jornal, filmes, além da lousa, transparências e multimídia.

AUTO-AVALIAÇÃO
O desempenho do professor será avaliado através de diálogos constantes com os alunos e reflexões conjuntas sobre os
resultados das avaliações de aproveitamento dos alunos, tais como seminários e provas escritas.

PEQUENOS PROJETOS - TRABALHO DE CAMPO

GRANDES PROJETOS - TRABALHO DE CAMPO

HORARIO DE ATENDIMENTO AO ALUNO:
O professor estará disponível para atendimento aos alunos mediante agendamento por telefone e/ou pelo endereço eletrônico
[email protected]

APROVAÇÃO: DEPARTAMENTO

CONSELHO DE CURSO

CONGREGAÇÃO