Luís Alberto Marques Alves

História da Educação
uma introdução

Faculdade de Letras da Universidade do Porto
2012

Luís Alberto Marques Alves, professor associado com agregação do Departamento de
História e Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do
Porto. Diretor do Mestrado de História e Educação da FLUP. Investigador do CITCEMFLUP.
Autor de trabalhos sobre o Ensino Técnico em Portugal, destacando-se "O Porto no arranque do ensino industrial (1851-1910)" (Afrontamento, 2003), "ISEP 150 anos: Memória e
Identidade" (ISEP/Edições Gémeo, 2005) e "Ensino Técnico (1756-1973)" (Lisboa/Ministério da Educação, 2009).
Foi comissário das Exposições "O Passado da Escola, o Futuro do Ensino" (1990), e "A
República lá em casa" (2010.
Avaliador Externo da Inspecção-Geral da Educação, DRN, desde 2008. Membro da Comissão de Acreditação de Entidades para a Certificação de Manuais Escolares, desde 2012.
Principais áreas de investigação e docência: História Contemporânea de Portugal, História da
Educação e Didáctica da História.

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Ficha técnica

Título:

História da Educação ­ uma introdução

Autor:

Luís Alberto Marques Alves

Editor:

Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Biblioteca Digital

Local:

Porto

Data:

Julho de 2012

ISBN:

978-972-8932-97-8

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"O verdadeiro ensinamento pode ser terrivelmente perigoso. O Mestre tem nas mãos o mais
íntimo dos seus alunos, a matéria frágil e incendiária das suas possibilidades ­ toca na alma e
nas raízes do ser, um ato no qual a sedução erótica, por metafórica que seja, é o aspeto de
menor importância. Ensinar sem uma grave apreensão, sem uma reverência perturbada pelos
riscos envolvidos, é uma frivolidade. Fazê-lo sem considerar as possíveis consequências individuais e sociais é cegueira. O grande ensino é aquele que desperta dúvidas, que encoraja a
dissidência, que prepara o aluno para a partida ("Agora deixa-me" ordena Zaratustra). No
final, um verdadeiro Mestre deve estar só." [STEINER, George (2005). As Lições dos Mestres.
Lisboa: Gradiva, p.88]

"O mau ensino é, quase literalmente, criminoso e, metaforicamente, um pecado." [STEINER, George (2005). As Lições dos Mestres. Lisboa: Gradiva, p.25]]

4

ÍNDICE
Prefácio ..............................................................................

8

Introdução ..........................................................................

10

PARTE 1. ASPETOS INSTITUCIONAIS E PEDAGÓGICOS.........

14

1.1.Introdução
1.2.Enquadramento institucional e curricular
1.3.Princípios pedagógicos e didáticos
1.4.Objetivos gerais e específicos e competências a desenvolver
1.5.Estratégias e processo de ensino-aprendizagem
1.6.Avaliação dos alunos e da disciplina (diagnóstico inicial e avaliação final)
1.7.Quadro síntese
PARTE 2. PROGRAMA ........................................................

32

2.1.Aulas Teóricas (13 sessões)
2.1.1.História e História da Educação
2.1.2.Génese do modelo escolar (séculos XVI-XVIII)
2.1.3.Dos ideais pedagógicos do Portugal Setecentista ao sistema estatal de Ensino
2.1.4. Tradição e inovação na ideologia educacional liberal
2.1.5.Espaço da educação nas perspetivas de Regeneração do País (2ª metade do século XIX)
2.1.6.Generosidade, utopia e realidade do projeto republicano
2.1.7.As perspetivas da Inovação Pedagógica nos anos 20 do século XX
2.1.8.A Educação Nacional (1930-1960)
2.1.9.A Reforma do Ensino Técnico (1948) no contexto da mudança interna e externa
2.1.10.A pressão internacional sobre a Educação Portuguesa (1950-1990)
2.1.11.A lenta alfabetização dos Portugueses (séculos XIX-XX)
2.1.12.As mudanças educativas em trinta anos de Liberdade (1974-2004)
2.1.13.Reformas e expetativas, ilusões e desilusões numa perspetiva de longa duração histórica
2.2.Aulas Práticas (13 sessões)

5

2.2.1.História da Educação e Investigação Histórica (as etapas do processo de investigação/produção de conhecimento)
2.2.2.A utilização de fontes secundárias e a produção e utilização de bases de dados (exemplos de existentes e propostas de construção)
2.2.3.As fontes primárias e o espaço dos Arquivos no processo de investigação
2.2.4.A Legislação sobre Educação: do circuito da lei à identificação de conteúdos para investigação I
2.2.5.A Legislação sobre Educação: do circuito da lei à identificação de conteúdos para investigação II
2.2.6.As Estatísticas de Educação ­ interesse e rentabilização
2.2.7.Os manuais escolares como fonte de investigação
2.2.8.Formação de Professores ­ perspetiva histórica
2.2.9.O discurso do poder político: dos debates parlamentares aos discursos de reitores
2.2.10.Espaço investigativo da Imprensa de Educação e Ensino I
2.2.11.Espaço investigativo da Imprensa de Educação e Ensino II
2.2.12.Cultura Material da Escola ­ fontes iconográficas, fílmicas, televisivas e materiais
2.2.13.História Oral e História da Educação
3. DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA ...................................

42

3.1.Itinerário Letivo (síntese das aulas teóricas e práticas)
3.2.Desenvolvimento dos conteúdos programáticos (com sugestões de bibliografia básica)
3.3.Bibliografia Complementar por tema
4. FONTES E BIBLIOGRAFIA ....................................................... 130
I. FONTES
1.1. Diversas
1.2. Imprensa
1.3. Manuais escolares (anteriores a 25 de abril de 1974)
1.4. Plantas
II. TRABALHOS ACADÉMICOS
2.1. Teses de Doutoramento
2.2. Teses de Mestrado

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III. BIBLIOGRAFIA
3.1. Obras de autor
3.2. Obras coletivas/ Artigos de obras coletivas
3.3. Atas/ Artigos de Atas
3.4. Publicações periódicas/ Artigos de publicações periódicas
IV. AUDIOVISUAIS E MULTIMÉDIA

5. CONCLUSÃO ...................................................................

312

7

PREFÁCIO
Era nossa vontade potenciar o investimento realizado ao longo de vários anos de trabalho na
História da Educação com a divulgação das reflexões, sistematizações e dúvidas sobre uma
das áreas que mais tem crescido cientificamente nos últimos anos.
Fruto da necessidade de percebermos o presente eivado de incertezas, indecisões, incompreensões e revolta (interior ou exterior) recorremos normalmente à memória da História para
nos trazer o elixir da pacificação e, sobretudo, da compreensão. Na Educação como em muitas outras vertentes, precisamos que o tempo passado e as suas experiências, nos traga essa
racionalidade que a pressão do presente muitas vezes não nos deixa alcançar.
Na confluência destas vontades, resolvi divulgar o percurso científico e didático percorrido
com alunos da licenciatura, do mestrado e de doutoramento. Evidentemente que um formato único para públicos tão diferentes em termos de preparação, reflexão e produção de conhecimento só será possível se soubermos ler o que aqui divulgamos com a flexibilidade de
uso que foi sempre apanágio de todas as sessões, mesmo aquelas que iam mais preparadas.
Não há formatação única e muitas vezes os nossos interlocutores surpreendem-nos (e ainda
bem) com reflexões, leituras, visões ou perspetivas que vão muito para além do que tínhamos imaginado.
Há diferentes formatos de sessões de trabalho mas não abdicamos da necessidade de fornecer linhas orientadoras, pontos de situação, formas de sistematização e caminhos bibliográficos que nos levem para caminhos divergentes mas complementares. É com esta filosofia que
concebemos e preparamos um conjunto de sessões temáticas que visam fornecer os assuntos
entendidos por nós como principais. Pensamos que é fundamental, desde logo, objetivar os
aspetos de incidência que mais se adequam ao conteúdo do que selecionamos. Não abdicamos de uma parte expositiva que servirá sempre para o docente desde logo apresentar o seu
ponto de vista, evidenciar o grau de conhecimento do tema e esclarecer a bibliografia que
entende mais pertinente para o desenvolvimento/estudo posterior. Mas é evidente que a diferença entre o "magister" e o "mestre" passa sobretudo pela humildade de aceitação dos
diferentes pontos de vista e o fornecimento de fontes (documentais ou bibliográficas) complementares que permitam um voo autónomo para espaços e por caminhos nunca antes percorridos. Essa autonomia do nosso interlocutor marcará a diferença entre o estatismo científico e a dinâmica de conhecimento.

8

Pensamos (ou temos a veleidade de pensar) que essa dinâmica pode começar quando a gaveta dá lugar à divulgação, quando o conhecimento reduzido de um investimento pessoal dá
lugar à partilha, quando de um júri de umas provas passamos para um julgamento mais coletivo, esperando que os nossos interlocutores/leitores possam beneficiar do trabalho de uma
vida dedicada à melhor profissão que podíamos escolher e, sobretudo, rica pela capacidade
que sempre procuramos ter de ouvir os nossos alunos (ou estudantes, segundo Bolonha).
Foram eles que permitiram tornar possível esta síntese e, nessa perspetiva, são coautores deste trabalho que, agora, esperamos possa ser útil para todos os interessados na educação.
É essa a nossa esperança, a que alguns poderão chamar de pretensão. Por nós apelidamos de
partilha.
Porto, fevereiro de 2012

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INTRODUÇÃO
" (...) O real é sempre o objeto de uma ficção, ou seja, de uma construção
do espaço onde se entrelaçam o visível, o dizível e o fazível (...)."1
" (...) O mestre só pode reduzir o afastamento na condição de o recriar
constantemente. Para substituir a ignorância pelo saber, tem de caminhar
sempre um passo mais à frente, reintroduzindo entre ele e o aluno uma
nova ignorância. (...) O mestre não é apenas o indivíduo que detém o saber ignorado pelo ignorante. É também aquele que sabe como fazer da
coisa ignorada um objeto de saber, em que momento e segundo que protocolo (...)."2
Jacques Rancière é um dos autores que nos fascina pela sua capacidade de surpreender, de
instigar um pensamento rebelde, de dizer com aparente simplicidade aquilo que, dito, parece
quase banal. A escolha destas duas entradas recorrendo às suas palavras (melhor dito, às do
seu tradutor) ajudam-nos a pontuar os dois objetivos essenciais desta publicação:
-o primeiro passa por assumir que nunca haverá uma obra definitiva e todo o trabalho publicado passa a ser objeto de uma construção entre o responsável pelo texto inicial,
mas depois também por todos os leitores que irão inscrever nesse texto interpretações, novas ideias, novas perspetivas, em suma, um texto complementar (formal ou informal);
-o segundo desvenda desde já uma postura pedagógica de partilha, uma maneira humilde de construirmos ciência, uma vontade imensa de recriar conhecimento com a colaboração dos nossos alunos (interlocutores), uma aceitação de uma ignorância partilhada que
terá de estabelecer pontes para atingir o desejado objetivo ­ "fazer da coisa ignorada um
objeto de saber".
O protocolo a que se refere Rancière, será o das perspetivas pedagógicas, didáticas e científicas que aparecerão corporizadas nas opções pela divisão de conteúdos, nos tópicos de incidência que elegemos para cada sessão, na linha de desenvolvimento escolhida, nas sugestões
bibliográficas que priorizamos e nas outras que resolvemos incluir de forma mais desenvol1
2

RANCIÈRE, Jacques (2010) ­ O Espectador Emancipado. Lisboa: Orfeu Negro, p. 112.
Idem, p. 16.

10

vida em "Fontes e Bibliografia". Este protocolo assume a sua subjetividade própria mas não
enjeita as responsabilidades das opções tomadas.
Sabemos que a educação, "mais do que uma área ou domínio técnico-científico, (...) é um
complexo plurifacetado e categorial transformativo, escalar, interdisciplinar, com uma geografia variável e, direta ou indiretamente afetado por ideologias"3. Temos consciência também que "o desenvolvimento educativo acompanhou de perto o processo de construção dos
Estados nacionais (...) e o planeamento dos investimentos em educação sempre se orientou
por objetivos e metas de desenvolvimento económico"4. Hoje, sentimos que requisitamos
cada vez mais a Memória da História para tornar compreensível aquilo que nos parece irreal
ou até irracional mas, no dizer de António Nóvoa, "as coisas da educação discutem-se quase
sempre, a partir das mesmas dicotomias, das mesmas oposições, dos mesmos argumentos"5.
Estes pressupostos reivindicam alguns esclarecimentos que cruzam com o conteúdo desta
publicação:
- Não podemos hoje abdicar de uma epistemologia, de uma heurística e de uma hermenêutica próprias da História da Educação. A construção de um conhecimento nesta área,
exige um vocabulário e um quadro conceptual próprios, uma transdisciplinaridade cada vez
mais consistente, uma pesquisa heterogénea que terá de englobar o material, o pessoal, o
simbólico, o local, o institucional,... e uma interpretação dos objetos e dos documentos que
exigem especificidades e capacidades de leituras e interpretações que obrigam a uma formação plural, crítica e, se possível, coletiva.
- Não devemos deixar que as colagens excessivas e as indexações abusivas entre desenvolvimento económico e níveis de escolaridade, transformem a educação ou a sua ausência em responsável direta ou indireta pelo lugar na hierarquia das nações medidas pelo seu
PIB. A colocação das iniciativas educativas nos seus contextos corretos, nos tempos históricos adequados e nas possibilidades ou dificuldades que as tornaram possíveis, devem ajudar
a evitar repetições de argumentos, de medidas menos bem sucedidas, de resultados imediatos
para uma área que exige paciência e tempo.
3

MAGALHÃES, Justino (2010) ­ Da Cadeira ao Banco- Escola e modernização (séculos XVIII-XX). Lisboa: EducaUnidade de I&D de Ciências da Educação, p.19.
4
JUSTINO, David (2010) ­ Difícil é educá-los. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, p. 18.
5
NÓVOA, António (2005) ­ Evidentemente- Histórias da Educação. Porto: Edições ASA, p. 9.

11

- Não podemos esquecer que, na longa duração, nem sempre foi "pedida" à escola o
mesmo tipo de objetivos. Se numa determinada época "a missão da escola já não se circunscrevia a capacitar cidadãos ­ educar para a liberdade e para a responsabilidade cívicas"6 noutras épocas, esbater desigualdades era uma das funções que atribuíram aos diferentes níveis
de ensino, embora começando pelo básico e chegando ao superior. Conhecer os discursos e
as opções políticas ajudam-nos, por exemplo, nesta vertente específica a não ficarmos surpreendidos com muitas das fontes produzidas.
Foi procurando sistematicamente estas pontes, entre o implícito e o explícito, entre o reformado/legislado e o implementado, entre o dito e o negado, entre o material e o simbólico,
entre o saber e a ignorância (ou o saber relativo à ignorância de que escreve Rancière7) que
construímos as nossas aulas (a que preferimos chamar de sessões) teóricas e práticas, primeiro num contexto de uma perceção a anteriori unidade curricular e a posteriori enriquecendo
com algumas inflexões fruto do diálogo com os interlocutores.
Do resultado deste processo elaborativo, encontrarão nas próximas páginas: uma explicação
institucional do produto agora apresentado; as opções pedagógicas que estão subjacentes;
um desenvolvimento do programa nas suas vertentes teórica e prática e uma bibliografia que
assume-se como sugestão de sistematização de diferentes materiais que podem ser utilizados
em contexto formativo ou investigativo. Todas estas partes estão incompletas: porque há
outras formas de pensar os conteúdos de História da educação; porque há outros tópicos de
incidência que são possíveis; porque há outras subdivisões ­ teóricas e práticas ­ que são
igualmente válidas; porque há muitas outras fontes materiais, bibliográficas, multimédia e
audiovisuais que se podiam chamar para o tratamento dos vários temas.
... Mas esquecer e não partilhar os caminhos até agora percorridos por nós e pelos nossos
alunos, era aceitar que a "lógica embrutecedora" da inoperância se sobrepunha à vontade
emancipatória da ignorância. É "o conhecimento da distância exata que separa o saber da
ignorância " que permitirá aproveitar todas as experiências, todos os caminhos, todas as in-

6
7

JUSTINO (2010), p. 35.
RANCIÈRE (2010), p. 17.

12

flexões, mas também todos os investimentos para encurtar as distâncias entre a "prática do
embrutecimento e a prática da emancipação intelectual"8. Assim esperamos.

8

RANCIÈRE (2010), p.18.

13

1.Aspetos Institucionais e Pedagógicos
1.1.Introdução
Um relatório de reflexão tem necessariamente de incorporar, a meu ver, pelo menos duas
vertentes essenciais:
- a capacidade de, retrospetivamente, analisar um percurso, realizado ao longo de um
período determinado de tempo e, prospetivamente, retirar daí ilações que permitam corresponder às expetativas institucionais, discentes e pessoais;
- a possibilidade de extravasar uma perspetiva excessivamente idiossincrática e enquadrar-se tanto numa dimensão institucional/departamental como, no médio prazo, numa
outra que seja capaz de minimamente antever as possibilidades de reivindicação de um espaço curricular no quadro de mudanças que se configurem a nível interno e externo.
Procurando incorporar estas duas vertentes, optou-se por apresentar o Programa da unidade
curricular de História da Educação, incluída no primeiro ciclo do curso de História da Faculdade de Letras do Porto, aprovado pelo MCTES em abril de 2007, no conjunto de disciplinas de opção a que os discentes podem aceder no quadro da construção do seu currículo e
dentro dos ECTS disponíveis, em particular no 2º e 3º anos da licenciatura, aceitando que
não pretendem realizar um minor em Geografia para aceder ao Mestrado em Ensino de História e Geografia. Neste último caso não há margem de opção e o currículo passa a não ter
grandes opções fora dos ECTS necessários para aceder ao respetivo Mestrado em Ensino.
Esta opção consagra a reflexão produzida em torno de uma área científica que tem crescido
no Departamento nos últimos anos, em particular pela procura, numa primeira fase do Curso de Mestrado que implementamos desde 2000, mas também pela necessidade de a incluir
num quadro curricular mais básico (1º ciclo) para permitir o acesso a um conjunto de conhecimentos e de competências que se revelem potenciadoras de um maior sucesso aquando da
frequência de estudos mais avançados (2º ou 3º ciclos). Explicitando um pouco, verificou-se
que o tipo de alunos que têm procurado o Mestrado têm origens científicas muito diversas ­
educadores de infância, professores de primeiro ciclo, docentes de vários grupos disciplinares (Informática, Educação Visual, Línguas e Literaturas, Geografia, Filosofia...) - e a vertente histórica faz-lhes falta para uma efetiva compreensão dos fenómenos educativos. Neste
sentido, não só é possível facultar-lhes um conjunto de materiais disponíveis para os alunos
14

do primeiro ciclo, como podem até frequentar, em regime de frequência livre, a História da
Educação desde que apareça disponível para os alunos da licenciatura. Acresce, na ausência
da abertura do Mestrado em História e Educação, que muitos alunos transitam para o doutoramento com temas nesta área e não dispõem de informação adequada e sistematizada que
lhes permita estruturar a sua investigação e contextualização do seu tema.
Numa vertente mais global, é possível prever a importância da compreensão das questões da
Educação numa perspetiva temporalmente situada no longo prazo, para os docentes dos ensinos básico e secundário garantirem de uma forma mais consistente a sua formação contínua. Explicitando, a nossa experiência ao nível da docência, articulada com a proximidade
das realidades escolares do ensino não superior, permitiu-nos não só avançar com o Mestrado referido como, na sequência da sua lecionação, contactar a crescente vontade dos professores das diferentes especialidades, compreenderem o ponto de chegada da sua disciplina ou
área disciplinar, perceberem a forma como ela se foi articulando com os currículos, entenderem os materiais didáticos e recursos que foram sendo utilizados, situarem a sua profissionalidade num quadro evolutivo de crescente especialização e cientificidade. Neste sentido,
houve apenas que diagnosticar, na nossa prática, algumas das carências que têm dificultado
uma melhor compreensão daqueles temas de investigação e as dificuldades interpretativas de
fontes com que muitos não estão habituados a lidar.
1.2.Enquadramento institucional e curricular
História da Educação tem condições para assumir-se como uma unidade curricular do 1º
ciclo da licenciatura em História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, disponível como opção e, portanto, passível de ser frequentada em qualquer semestre dos três anos
que compõem esse ciclo. Tendo o Departamento a prática, desde 2000, de aconselhamento
aos alunos na altura das inscrições, é natural que ela possa ser recomendada no 2º e 3ºanos,
depois de assegurada a frequência nas disciplinas obrigatórias. Sendo este um pressuposto,
apesar de tudo importante para a conceção do conteúdo e da metodologia da disciplina, não
evita um diagnóstico inicial para melhor aferirmos sobre o tipo de alunos que a frequentam.
Na sua estruturação parte-se, pois, do princípio que os alunos já dispõem de um conjunto de
referências históricas, tanto internacionais como relativas à História de Portugal, tiveram já
contacto com fontes primárias e secundárias no domínio da História, realizaram reflexões de
15

interpretação de textos e documentos e apresentaram, em termos orais e /ou escritos, alguns
trabalhos para avaliação. Estes pressupostos derivam das decisões em termos de ciclo que
apontam para competências transversais que devem ser potenciadas nas várias disciplinas, ao
longo da licenciatura. Neste processo em espiral de uma complexidade crescente, a História
da Educação deve, por um lado, inscrever-se como parte desse processo mais global e, por
outro, aproveitar a especificidade das suas temáticas para desenvolver competências que serão nucleares aquando da conclusão da licenciatura.
Neste sentido, a disciplina procura antes de mais partir de uma inscrição de algumas temáticas educativas e do pensamento pedagógico no quadro mais geral da História, utilizando a
maior diversidade possível de fontes específicas e potenciando a diversidade de interpretações. Mas tem de procurar também romper com uma sequência excessivamente diacrónica,
permitindo não apenas uma visão mais sincrónica e interdisciplinar dos fenómenos educativos mas potenciar comparações intemporais que, salvaguardado o risco de anacronismos,
permita identificar a intemporalidade de alguns problemas educativos.
Por opção, a problemática da disciplina define-se num contexto da realidade portuguesa, não
esquecendo algumas comparações com realidades internacionais, mas aí sobretudo quando
essa perspetiva ajuda a perceber algumas decisões e opções internas. Também no que diz
respeito ao pensamento pedagógico, procurou-se incluí-lo numa perspetiva de receção em
Portugal, fazendo nesses casos pequenas referências ao contexto internacional. Para esta opção aduzimos o sentido de "iniciação" às temáticas, muito mais do que a especialização, que
podemos remeter, seja para um 2º ciclo, seja, mesmo dentro do primeiro ciclo e para os mais
motivados, para trabalhos de desenvolvimento.
Finalmente, e alargando a inserção desta área científica no contexto institucional, o trabalho
desenvolvido visa claramente motivar os frequentadores desta cadeira para prosseguirem
estudos tanto ao nível do 2º ciclo já aprovado de "História e Educação", como para o 3º ciclo igualmente aprovado de doutoramento em História onde pode surgir um Seminário de
História da Educação destinado a enquadrar todos aqueles que desejem desenvolver, com
maior profundidade, investigação nesta área. O papel que tivemos na aprovação destes ciclos
inscreve-se num processo de perceção da vontade de continuidade de muitos dos alunos que
realizaram, ou estão a realizar, investigações individuais ou integradas em equipas científicas.
Neste aspeto, este processo de aprovação de novos ciclos potencia a integração de alunos
que de forma dispersa e solitária realizavam os seus trabalhos, havendo poucos espaços de
16

reflexão conjunta, potenciadora de uma maior profundidade das perspetivas. A sua inserção
agora em unidades de investigação como por exemplo o CITCEM ­ Centro de Investigação
Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória, garantirá um enquadramento para o seu trabalho e as possibilidades de o enriquecerem com contributos nacionais e estrangeiros e, posteriormente, de o divulgarem em edições, seja de revistas, seja de livros.

1.3.Princípios pedagógicos e didáticos
" (...) No ensino universitário, o processo formativo faz-se a partir de pesquisa alargada,
análise crítica, interligação de valores, reflexão crítica e esforço de síntese (...). O ensino universitário deve prestar uma maior atenção às chamadas competências transversais, com o
significado de serem transponíveis para o exercício de funções distintas, como sejam o domínio de conhecimentos básicos essenciais, a aptidão para a procura de saberes avançados, a
capacidade de prática de investigação, a possibilidade de desenvolver qualidades pessoais,
uma postura de autonomia na relação com diversas circunstâncias da vida (...)."9
" (...) Não é possível transformar os modos de pensar e de agir ao nível dos processos, bem
como o respetivo sucesso ou insucesso académicos, sem atender ao envolvimento de uma
maneira mais activa, comprometida, concertada e inovadora. Hoje é uma tese assente e aceite
pela grande maioria dos estudiosos e especialistas que, por mais atenção que seja atribuída
aos alunos, se os docentes não forem igualmente envolvidos e mobilizados, todos os esforços de mudança e transformação, quer ao nível dos conhecimentos, quer ao nível dos processos, das estratégias, dos currículos, das instituições e dos contextos mais alargados, serão
condenados ao insucesso. (...) É preciso, na realidade, envolver, mobilizar e disponibilizar
de um modo articulado todos os fatores que intervêm nos processos de formação: alunos,
professores, currículos, instituições e contextos, para que haja verdadeiro sucesso (...)."10

9

SIMÃO, José Veiga; SANTOS, Sérgio Machado dos; COSTA, António de Almeida (2005). Ambição para a
Excelência ­ a oportunidade de Bolonha. Lisboa: Gradiva, pp. 74-75.
10
TAVARES, José; BRZEZINSKI, Iria; PEREIRA, Anabela; CABRAL, Ana Paula; FERNANDES, Cláudia;
SILVA, Isabel Huet; BESSA, José; CARVALHO, Rita (2004). Docência e Aprendizagem no Ensino Superior. In "Investigar em Educação", Revista da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, nº3, junho, p.34.

17

O ensino superior está a ser marcado por um conjunto de transformações que se, por um
lado, têm muito de formalidade e de perspetiva exógena, terão de ter, mais tarde ou mais cedo, repercussões endógenas na postura e nas atitudes dos diferentes atores. Pensar uma unidade curricular para o ensino superior, não pode deixar de incorporar perspetivas pedagógicas e didáticas que respondam aos atuais desafios (e oportunidades) deste grau de ensino.
A externalidade das reformas obrigou desde logo a que qualquer cadeira fosse dimensionada
em termos de ECTS, "um novo paradigma da organização do ensino centrado no aluno e
nos objetivos de formação"11 onde o conjunto de conhecimentos veiculados deve estar ao
serviço de uma formação global do aluno, tendo em conta as outras unidades curriculares e
as finalidades do curso (e do ciclo) que frequenta. Estas referências têm, na integralidade,
"implicações nas metodologias de aprendizagem, necessariamente ativas, cooperativas e participativas, capazes de facilitar o enfoque na resolução de problemas e de criar o ambiente de
aprendizagem propício ao desenvolvimento de competências específicas (...) mas também
de capacidades e competências horizontais, como sejam o aprender a pensar, o espírito crítico, o aprender a aprender, a capacidade para analisar situações e resolver problemas, as capacidades para a intercomunicação, a liderança, a inovação, a integração em equipa (...)"12.
Nesta perspetiva, os princípios subjacentes têm de englobar o objetivo geral da História, o
conjunto de competências que um aluno licenciado nessa área deve possuir e o contributo
particular que cada unidade curricular que ele frequente deve fornecer.
Quanto ao sentido da História: "(...) On the simplest plane History is the study of the past.
It is widely present in higher education institutions as well as in schools. It constitutes not
only an academic subject or research area, but also an important aspect of general culture.
Above all, a training in History creates flexible individuals with the analytical, critical and
communications skills essential to the emerging knowledge society. In the context of European enlargement and todays rapidly changing world, History faces both particular challenges and remarkable opportunities. As one of the first forms of social consciousness and group
and regional identity it is an important factor of social cohesion. Indeed, History properly

11
12

SIMÃO, José Veiga; SANTOS, Sérgio Machado dos; COSTA, António de Almeida (2005). Ob. Cit., p.102.
Ibidem.

18

understood and utilized can enable us to overcome the aggressive confrontations which have
set nations and groups against one another."13
Nesta perspetiva, a História da Educação pode cumprir um papel importante na medida em
que exemplifica de uma forma clara as preocupações que, na espessura do tempo, diferentes
pedagogos, diferentes políticos, diferentes reformas tiveram, procurando sempre de forma
assertiva convencer contemporâneos para a "bondade das mudanças". Como afirma Nóvoa,
"tudo são evidências nos textos e nos debates, nas políticas e nas reformas educativas. Ninguém tem dúvidas. Todos têm certezas. Definitivas. Evidências do senso comum. Falsas
evidências. Continuamente desmentidas. Continuamente repetidas."14 Mesmo numa perspetiva mais europeia, o aluno pode confrontar-se com diferentes ritmos nas mudanças educativas, diferentes justificações para as mesmas alterações, diferentes pressões consoante o tipo
de regimes e as opções políticas.
A intervenção desta disciplina, tem por outro lado de se enquadrar dentro do perfil de um
licenciado de primeiro ciclo em História e que passa, entre outros aspetos por: compreensão
crítica do presente, sustentada numa informação abrangente do passado; compreensão e respeito pela diversidade (histórica, cultural, civilizacional); consciência crítica que permita um
exercício da cidadania ativa e tolerante; capacidade de pesquisar, analisar, utilizar e comunicar
criticamente a informação produzida pelas comunidades ao longo do tempo; capacidade de
sistematizar informação (simples, complexa, contraditória,...); espírito de organização e fluência na expressão escrita e oral; capacidade de trabalhar em equipa15.
De uma forma mais substantiva e global podíamos também citar o Anexo inserto no "Tuning Educational Strutures in Europe II", ponto de chegada de uma discussão que se alargou
a todo o espaço universitário europeu16
13

GONZALEZ, Júlia; WAGENAAR, Robert [ed.](2005). Tuning Educational Structures in Europe II ­ Contribution
to the Bologna Process. Bilbao: Publicaciones de la Universidad de Deusto, pp. 98-99. Disponível também em
http://europa.eu.int/comm/education/policies/educ/tuning/tuning_en.html.
14
NÓVOA, António (2005). Evidentemente ­ Histórias de Educação. Porto: Edições ASA, p.14.
15
Algumas destas ideias resultaram de encontros com colegas de outras Universidades portuguesas (em particular, Coimbra, Lisboa, Évora e Minho) tendo dado origem a um "paper" que circulou (sobretudo via email) sob
o título "Parecer sobre a reforma de Bolonha nas Ciências Históricas", em 2004.
16
Aí aparece uma "List of subject Specific Skills and Competences for History" que engloba 30 competências
específicas (tradução da minha responsabilidade).
1. Uma consciência crítica da relação entre eventos presentes e processos no passado.
2. Consciência das diferenças nos pontos de vista historiográficos nos vários períodos e contextos.
3. Consciência de e respeito por pontos de vista derivados de outros contextos nacionais e culturais.
4. Consciência da tendência natural de pesquisa histórica e debate.
5. Conhecimento do enquadramento de trabalho diacrónico geral do passado.

19

Estabelecido o enquadramento, quais as opções pedagógicas e didáticas para a unidade
curricular de História da Educação?
Valendo a disciplina 6 ECTS, isso significa, na perspetiva das decisões do Senado da Universidade do Porto, que ela terá de contemplar 162 horas de trabalho na perspetiva do aluno,
sendo obrigatório entre 54 e 65 horas de contato, incluindo a avaliação.
Partindo ainda de uma decisão do Conselho Científico da Faculdade de Letras do Porto que
considera como base do trabalho semestral as 13 semanas, optou-se por realizar 13 sessões,

6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.

Consciência dos aspetos e temas do debate historiográfico corrente.
Conhecimento detalhado de um ou mais períodos específicos do passado humano.
Capacidade de comunicar oralmente na língua materna utilizando a terminologia e técnicas aceites na
profissão historiográfica.
Capacidade de comunicar oralmente em línguas estrangeiras usando a terminologia e técnicas aceites
na profissão historiográfica.
Capacidade de ler textos historiográficos ou documentos originais na língua materna; resumir ou
transcrever e catalogar a informação de forma apropriada.
Capacidade de ler textos historiográficos ou documentos originais noutras línguas; resumir ou transcrever e catalogar a informação de forma apropriada.
Capacidade de escrever na língua materna utilizando corretamente os vários tipos de escrita historiográfica.
Capacidade de escrever noutras línguas utilizando corretamente os vários tipos de escrita historiográfica.
Conhecimento para e capacidade de utilizar ferramentas de sistematização de informação, como repertórios bibliográficos, inventários de arquivos, ciber-referências.
Conhecimento para e capacidade de utilizar as ferramentas específicas necessárias ao estudo de documentos de períodos particulares (p.ex. paleografia , epigrafia).
Capacidade de utilizar recursos e técnicas de computador e internet ao elaborar dados históricos ou
relacionados (utilizando estatística, métodos de cartografia, ou criando bases de dados, etc.).
Conhecimento de línguas antigas.
Conhecimento da história local.
Conhecimento da própria história nacional.
Conhecimento da história Europeia numa perspetiva comparativa.
Conhecimento da história da integração Europeia.
Conhecimento de história mundial.
Consciência de e capacidade de utilizar ferramentas de outras ciências humanas (p. ex. crítica literária,
e história da linguagem, história de arte, arqueologia, antropologia, direito, sociologia, filosofia, etc.).
Consciência dos métodos e aspetos de diferentes ramos da pesquisa histórica (económico, social, político, étnico, etc.).
Capacidade de definir tópicos de pesquisa capazes de contribuir para um conhecimento e um debate
historiográficos.
Capacidade de identificar e utilizar fontes de informação apropriadas (bibliografia, documentos, testemunhos orais, etc.) para projetos de pesquisa.
Capacidade de organizar informação histórica complexa de uma forma coerente.
Capacidade de dar uma forma narrativa aos resultados da pesquisa de acordo com os parâmetros da
disciplina.
Capacidade de comentar, anotar ou editar textos e documentos corretamente de acordo com os parâmetros críticos da disciplina.
Conhecimento de aspetos didáticos da história.

20

predominantemente teóricas, de 2 horas (total 26), 13 sessões mais práticas com 1h cada (total 13), 1 hora de orientação tutorial quinzenal (total 7). Para a avaliação devem reservar-se
10 horas, não só para a apresentação de trabalhos ao longo do semestre, no caso da avaliação
contínua, como para apresentar um trabalho final no caso de optar por uma única avaliação.
Existem ainda 2 horas semanais onde o professor estará, mediante horário previamente afixado, disponível para atendimento, individual ou em pequenos grupos.
Face a esta opção, o relatório da cadeira de História da Educação contemplará a indicação
dos conteúdos das treze sessões mais teóricas, algumas breves referências às treze sessões
mais práticas (já que aí procuram-se sobretudo fornecer perspetivas de investigação a desenvolver posteriormente ou referências a bases de consulta que podem explorar) e um conjunto de pistas de natureza bibliográfica que podem ser rentabilizados nos "caminhos de pesquisa" que, em função dos interesses de cada um, se pretenda rentabilizar. Didaticamente
pareceu-nos adequado intitular cada sessão com um pequeno Sumário temático, um conjunto de "Tópicos de incidência" que funcionam como polos aglutinadores dos conteúdos e
podem fornecer indicações sobre objetivos da aula e uma bibliografia básica onde aparecerá
um conjunto de 5 obras. Destas obras sairá a indicação da mais pertinente para a compreensão do tema desenvolvido, podendo variar em função das caraterísticas da turma e dos interesses manifestados. Em qualquer dos casos, será sempre fornecida uma base de consulta
que tem por referência 4 horas de trabalho individual do aluno tanto para as teóricas como
para as práticas, uma vez que estas, embora tenham menos tempo presencial, implicam disponibilidade para a consulta das fontes sugeridas.
Quanto às orientações tutoriais urge esclarecer o seguinte:
- A turma será dividida em 4 grupos que terão direito a 2 horas por mês de orientação, previamente marcadas;
- O primeiro encontro será individual e visa esclarecer dúvidas suscitadas pelos conteúdos, sugerir e escolher os "produtos de avaliação" para a cadeira, os processos que devem
seguir para a sua consecução e as fontes que podem utilizar na(s) investigação(ções);
- Nos encontros seguintes, pode-se associar mais do que um grupo, desde que não
ponha em causa o caráter individualizado deste contato, para tratar aspetos mais específicos
e onde se verifique uma sintonia de problemas, temáticas, fontes ou metodologias;

21

- Terão de existir, naturalmente sessões onde só pode estar cada grupo de trabalho
para o professor poder aferir muito bem qual o contributo que cada elemento deu para o
"produto final";
- O conteúdo destas sessões terá de ser alvo de uma avaliação permanente por parte
dos envolvidos (professor e alunos) no sentido de se encontrar a melhor forma de as rentabilizar numa perspectiva de sucesso educativo.
Em resumo:
6 ECTS

162 horas

Presenciais:
-13 sessões x 2 horas

26 h

-13 sessões x 1 hora

13h

-7 sessões tutoriais

7h

-Outras (apoio semanal)

2h

-Avaliação

10h

Total

58 horas

Trabalho de campo: investigação, leituras,
preparação de trabalhos para avaliação...

104 horas

Total
1.4.Objetivos gerais e específicos e competências a desenvolver
A disciplina visa enfatizar a Educação como objeto de conhecimento, realçando naturalmente o estatuto epistemológico da História da Educação. Nesse sentido procurar-se-á desde
logo abordar o seu papel inicial na formação de professores até atingir um espaço científico
autónomo e no âmbito das Ciências da Educação.
Pretende proporcionar aos alunos o conhecimento e a compreensão das questões do passado, sempre numa perspetiva situada temporalmente mas também dinâmica, permitindo a
comparação entre épocas, políticas e correntes pedagógicas.
Procura identificar os momentos mais relevantes da história educativa portuguesa, relacionando-os, sempre que possível, com as realidades internacionais, seja através da importação
22

de modelos, seja pela sua influência nos decisores, seja ainda pela pressão que exerceram
através de organismos ou de indicadores que obrigam à mudança ou ao isolamento.
Visa identificar as principais correntes do pensamento pedagógico, os meios de divulgação
utilizados, o quadro conceptual dos discursos veiculados e a sua penetração tanto nas metodologias de ensino, como nas práticas ou nos recursos utilizados. A sua presença nos diferentes graus ou subsistemas deve ser também relevado.
Procura mostrar a complexidade e a diversidade das situações educativas, das experiências
ensaiadas e implementadas (ou não), das inovações e dos constrangimentos, relativizando-as
sempre em função dos contextos históricos.
Na sua lecionação, terá de se criar hábitos de reflexão sobre fontes primárias e secundárias
que permitam conclusões justificadas e críticas sobre situações e políticas educativas.
Essa reflexão passa pelo aprofundamento de temáticas, previamente selecionadas, através de
técnicas de investigação histórico-educativa que permitam, não só uma avaliação da autonomia na aprendizagem, como da capacidade de transmitir de uma forma coerente, fundamentada e conceptualmente rigorosa resultados desse investimento científico.
Os objetivos assentam nesta perspetiva geral e passam pela compreensão da diversidade e
dos conteúdos dos diferentes "tópicos de incidência" referentes a cada sessão.
As competências a desenvolver têm, por um lado, de inscrever-se num paradigma epistemológico próprio do conhecimento (ver Esquema 1) e, por outro, têm de ser vistas como um
contributo para um conjunto de competências gerais inerentes a qualquer licenciado de 1º
ciclo.

23

ESQUEMA 1

PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS DO CONHECIMENTO

SÓCIOCONSTRUTIVISTA

ONTOLÓGICO

CONSTRUTIVISTA

Pedagogia por Objetivos

Pedagogia por Atividades

Pedagogia por Situações

Imposição e transmissão
dos conhecimentos

Predomínio das tarefas
(Professor Ensinante ­
Aluno Aprendente)

Resolução de "problemas"
com sucesso

Coconstrução em contexto
dos conhecimentos e das
competências

Saber Reproduzido
(imediato)

Saber Construído
(compreendido)

Saber Competente
(prospetivo)

" (...) Um paradigma ontológico, impondo a transmissão de saberes codificados e raramente
postos em causa, favorece um regime autoritário. Uma democracia deve exigir que a Escola
se inscreva numa perspetiva socioconstrutivista que garanta a livre escolha do aluno (...)."
(Philippe Jonnaert, 2002)
Paradigmas Epistemológicos do Conhecimento

24

Não excluindo naturalmente a necessidade de muitas vezes, e em função do diagnóstico realizado, podermos recorrer a mais do que um paradigma, temos de assumir que o ponto de
chegada será um "saber competente prospetivo" querendo com isto significar que a disciplina deve fornecer elementos que garantam uma autonomia posterior ao processo de ensino
aprendizagem, em contexto letivo. Se uma competência faz referência a um conjunto de saberes que qualquer um pode mobilizar para resolver ou para encarar situações com sucesso,
então a disciplina deve fornecer conhecimentos, técnicas, metodologias, práticas que permitam encarar qualquer situação educativa numa perspetiva investigativa, e contextualizada.
Identificando algumas das competências que se tornam mais relevantes, podíamos falar em:
- Instrumentais ­ que garantem conhecimentos básicos que permitem uma capacidade de análise e síntese sobre qualquer temática de natureza histórico-educativa; a capacidade
para utilizar diferentes fontes, para saber selecioná-las em função dos temas e das épocas,
para analisar a informação através de uma leitura crítica dos diferentes discursos, incluem-se
também nesta área de competências.
- Sistémicas ­ serão aquelas que, complementarmente a outras disciplinas da licenciatura, garantam capacidade de investigação, capacidade de pesquisa, capacidade de realizar
trabalhos de forma autónoma, capacidade de se expressar de forma oral, escrita, fluente e
com criatividade, ou capacidade de síntese e clareza nas exposições.
- Interpessoais ­ têm a ver com a capacidade de trabalhar em equipa, de se expressar
e intervir em público, de crítica e de autoavaliação, de adequar o seu comportamento em
função dos grupos em que se insere, conseguindo gerar consensos e diluir conflitos.
Este elenco é meramente identificativo do contributo que a disciplina de História da Educação pode dar para a formação geral do aluno, sendo por isso também referências que foram
tidas em conta quando se pensou a pedagogia, a didática e a avaliação da disciplina.
1.5.Estratégias e processo de ensino-aprendizagem
As sessões referidas como teóricas são apresentadas e disponibilizadas posteriormente como
documentos anexos aos Sumários, em suporte informático ­ normalmente no programa
PowerPoint ­ com algumas frases alusivas ao tema e, predominantemente de autores citados
depois na bibliografia básica. O questionamento sobre algumas delas, o pedido de comentá25

rio, a possibilidade de troca de opiniões entre os alunos, vão servindo para o professor verificar o grau de conhecimento do tema (diagnóstico), ir fornecendo informação consistente e
cientificamente fundamentada sobre a temática, verificar o grau de participação dos diferentes alunos, incorporar na lecionação algumas eventuais investigações da parte dos discentes.
Esta última, pode ser possível por duas razões: primeiro porque os alunos sabem previamente as matérias a ser lecionadas, segundo porque a partir das primeiras aulas práticas, a pesquisa aí fomentada pode ser incorporada nestas sessões mais teóricas.
As sessões práticas visam sobretudo fornecer elementos bibliográficos, fontes, sítios de pesquisa informática ou bases de dados que garantam o treino dos alunos com esses meios, no
sentido de crescentemente ganharem autonomia na pesquisa, assegurando que depois da
aprovação na disciplina possam trabalhar, investigar ou simplesmente informar-se sobre os
mais diversos temas de História da Educação. Para que esta competência seja adquirida, importa nessas sessões enfatizar a demonstração sobre a transmissão, exemplificar mais do que
informar simplesmente. Com este objetivo, podem ser fornecidos textos previamente, de
preferência com fontes primárias ­ debates parlamentares, diplomas, notícias,...-, para serem
analisados e discutidos nas sessões. Próximo dos momentos finais de avaliação, não ficará
deslocada a possibilidade de analisarmos algum texto produzido por algum aluno ou grupo.
As sessões de orientação tutorial visam acompanhar o processo de ensino aprendizagem e,
complementarmente, ajudar os alunos, individualmente ou em grupos, na preparação dos
trabalhos que têm de apresentar num processo de avaliação contínua. Este processo implica
que eles sejam subdivididos, não só em termos de "dimensão pedagógica adequada" mas
também em função das afinidades temáticas. As 7 horas previstas para este trabalho, procuram garantir um mínimo de acompanhamento para garantir o sucesso educativo, esclarecimentos que potenciem depois a sua intervenção nas sessões (valorizando assim a sua avaliação) e uma orientação eficaz nos trabalhos a apresentar de forma a adequarem o tempo disponível à dimensão e à quantidade de fontes envolvidas. A realização destas sessões em pequenos grupos, permite também avaliar as competências interpessoais, a capacidade para
trabalhar em grupo e, eventualmente, as potencialidades de liderança.
Paralelamente as duas horas de atendimento semanal, previamente marcado no horário do
professor, procurarão prestar esclarecimentos pontuais, sobretudo a alunos que, não tendo
possibilidades de realizar avaliação contínua face à impossibilidade de cumprimento do critério assiduidade (75% das sessões), necessitem de um acompanhamento que potencie o seu
26

sucesso na unidade curricular. Isto não invalida a disponibilidade, nesse tempo, para todos
aqueles que o solicitem ou simplesmente apareçam,
1.6.Avaliação dos alunos e da disciplina (diagnóstico inicial e avaliação final)
Num regime de primeiro ciclo concebido numa perspetiva de obtenção (ou iniciação) de
múltiplas competências, não parece adequado pensar a avaliação nos moldes tradicionais do
exame final como instrumento exclusivo. Por outro lado, não podemos deixar de criar condições para que aqueles que desejem a frequência desta disciplina não o possam fazer, só
porque não podem cumprir um dos critérios inerentes à avaliação contínua ­ a assiduidade.
Procurando conjugar estes pressupostos entende-se que a avaliação deve contemplar duas
possibilidades:
- Avaliação contínua
- Critérios: assiduidade 75% de presenças registadas em todas as sessões (teóricas, práticas e tutoriais); componentes: participação oral 40%; apresentação de trabalho(s)
em grupo 15%; trabalho escrito individual 25%; apresentação pública (do trabalho individual
e do grupo) 20%.
- Avaliação sumativa
- Critérios: exame escrito presencial 50%; trabalho individual ou em grupo
25%; apresentação oral do trabalho e/ou participação em algumas das sessões (teóricas, práticas ou tutoriais) 25%.
Importa esclarecer alguns pressupostos inerentes à avaliação:
- Se o número de ECTS é igual para todos os alunos, mesmo os que não podem estar presentes em todas as sessões devem compensar essa ausência com "trabalho efetivamente realizado a favor da disciplina".
- Para além dos conteúdos, a unidade curricular é uma das peças do puzzle das competências do primeiro ciclo, pelo que para além do "exame presencial escrito" o aluno que
opte pela avaliação sumativa final, deve também mostrar possuir capacidades para trabalhar
em grupo, produzir um texto escrito sobre um tema previamente escolhido e fazer uma
apresentação oral.

27

- A própria planificação da disciplina, concebida em termos de horas a dispensar pelo
aluno à disciplina, contempla um total de 10 horas para avaliação que, naturalmente não serão esgotadas no exame presencial. Há pois que integrar neste tempo a preparação de outros
elementos que sirvam para o professor o poder avaliar.
- Os trabalhos em grupo terão de ser realizados por um máximo de 3 alunos de forma a que o professor possa efetivamente analisar a participação de cada elemento nas várias
fases do processo.
Todos estes cuidados na prevenção da injustiça visam sobretudo fomentar o interesse pelo
investimento numa avaliação contínua, não só na perspetiva de uma maior consistência do
processo de ensino aprendizagem mas também porque ela possibilita uma menor dependência relativamente a qualquer uma delas. O aluno poderá ser demonstrar pela apresentação de
uma pluralidade de elementos avaliativos o carácter episódico de um ou outro dado fornecido, de forma menos conseguida.
Paralelamente cumpre a qualquer professor criar instrumentos de diagnóstico e de avaliação
final de forma a permitir algumas inflexões na forma como concebeu e estruturou a disciplina e, no médio prazo, introduzir alterações na forma como ela vai ser lecionada em anos seguintes. Na nossa prática, privilegiamos sempre estes dois momentos com a recolha de indicadores que depois se cruzam:
- No diagnóstico: Expetativas em relação aos conteúdos, às estratégias, aos recursos,
à didática e à avaliação;
- Na avaliação final:
- Grau de (In)satisfação com a unidade curricular [escala de 1 a 5] (interesse dos conteúdos, estratégias utilizadas, recursos disponibilizados, trabalho/estudo exigido, rigor científico e critérios de avaliação), para além de dois espaços em aberto para escreverem sobre "o
que mais apreciaste" e "o que modificarias".
- Nível de (In)satisfação com o docente [escala de 1 a 5] (assiduidade e pontualidade,
clareza na lecionação, capacidade para motivar, incentivo à reflexão científica, apoio aos trabalhos de investigação, disponibilidade), para além de um espaço para escreverem o que entenderem sobre "apreciação global".
- Um item final aberto para escreverem sobre: "aspetos mais positivos" e "aspetos
mais negativos".
28

O primeiro momento tem a identificação dos alunos e alguns dados pessoais que facilitem o
contacto com o professor (especialmente o email) e o segundo é, naturalmente, anónimo
para garantir uma melhor fiabilidade da informação recolhida. A taxa de retorno em termos
de respostas (sempre entre os 80 e os 90 %) garante uma credibilidade dos dados que nos
habilita a infletir com segurança na nossa docência.
Por outro lado temos constatado que, a simples disponibilidade do professor para ser avaliado (os alunos são informados desde o início que haverá recolha de informação no final para
cruzar com a ficha diagnóstico inicialmente distribuída), torna o diálogo sobre o que vai
acontecendo muito mais fácil, sendo inclusivamente possível pequenas alterações ao longo
da lecionação.

1.7.Quadro síntese
Planificação Anual
Unidade curricular: História da Educação
Ciclo: 1.º - Licenciatura em História
ECTS: 6 (tempo de trabalho do aluno 162 horas)
Competências a desenvolver:
1. Analisar de forma contextualizada os fenómenos educativos.
2. Utilizar os conhecimentos para interpretar/questionar a informação recolhida.
3. Pesquisar em fontes e suportes diversos.
4. Comunicar, de forma correcta, oralmente e por escrito.
5. Trabalhar em grupo de forma solidária e responsável.
6. Rentabilizar as novas tecnologias nos processos de aquisição e sistematização da informação.

Sessões Teóricas
INDICADORES DE
APRENDIZAGEM

ATIVIDADES

TEMPO UTILIZADO

AVALIAÇÃO

29

PELO ESTUDANTE
Familiaridade com as
temáticas
Distinção entre o essencial e o acessório
Capacidade de exposição
Consistência das intervenções
Sistematização rigorosa da informação
Capacidade crítica

Ficha diagnóstico inicial
13 Sessões a 2 horas

30 minutos

Participação oral

26 horas

Apresentação de

52 horas

trabalho em gru-

Leitura de bibliografia
básica (TC)
Apresentação de trabalhos individuais
Apresentação de trabalhos em grupo
Auto avaliação final de
todas as sessões

po
30 minutos

Apresentação de
trabalho indivi-

30 minutos
30 minutos

dual
Avaliação diagnóstica e final

Total: 80 horas

Sessões Práticas
TEMPO
INDICADORES DE
APRENDIZAGEM

ATIVIDADES

UTILIZADO
PELO ES-

AVALIAÇÃO

TUDANTE
Utilização de diferentes fontes
Domínio das novas

13 Sessões a 1 hora

13 horas

Participação oral

Leitura de bibliografia

52 horas

Apresentação de

básica, consulta de

trabalho em gru-

tecnologias utilizadas

fontes, sistematização

po

na investigação e sis-

de informação (TC)

tematização de informação

Apresentação de trabalhos individuais

Riqueza interpretativa Apresentação de tradas fontes
Domínio da especifi-

Apresentação de
30 minutos

balhos em grupo

trabalho individual

30 minutos
Total: 75 horas

30

cidade hermenêutica
das fontes

Sessões Tutoriais
INDICADORES DE
APRENDIZAGEM

Distinção entre o
essencial e o acessó-

TEMPO UTIATIVIDADES

LIZADO PELO
ESTUDANTE

Sessões individuais ou

Participação

em grupo

oral

Esclarecimento de

rio
Capacidade de exposição
Capacidade de gerar
consensos
Espírito de liderança

AVALIAÇÃO

dúvidas

Apresentação
7 horas

Novos enfoques para

sa(s) realizadas
Dúvidas susci-

a pesquisa
Sugestão de fontes

tadas pela investigação

complementares/alternativas

da(s) pesqui-

Total: 7 horas

Notas:
1. Avaliação, nas percentagens referidas:


Avaliação contínua: assiduidade 75% de presenças registadas em todas as sessões (teóricas,
práticas e tutoriais); componentes: participação oral 40%; apresentação de trabalho(s)
em grupo 15%; trabalho escrito individual 25%; apresentação pública (do trabalho individual e do grupo) 20%.



Avaliação sumativa: exame escrito presencial 50%; trabalho individual ou em grupo
25%; apresentação oral do trabalho e/ou participação em algumas das sessões (teóricas, práticas ou tutoriais) 25%).



O docente deve ir reunindo informação para, no final, poder avaliar individualmente cada
aluno.

2. As 10 horas que, na perspetiva do aluno, são dedicadas à avaliação foram, neste quadro, englobadas nas destinadas ao Trabalho de Campo (TC) tanto para as sessões teóricas como para as práticas.

31

2.PROGRAMA
2.1.Aulas Teóricas (13 sessões)
1.História e História da Educação
2.Génese do modelo escolar (séculos XVI-XVIII)
3.Dos ideais pedagógicos do Portugal Setecentista ao sistema estatal de Ensino
4. Tradição e inovação na ideologia educacional liberal
5.Espaço da educação nas perspetivas de Regeneração do País (2ª metade do século XIX)
6.Generosidade, utopia e realidade do projeto republicano
7.As perspetivas da Inovação Pedagógica nos anos 20 do século XX
8.A Educação Nacional (1930-1960)
9.A Reforma do Ensino Técnico (1948) no contexto da mudança interna e externa
10.A pressão internacional sobre a Educação Portuguesa (1950-1990)
11.A lenta alfabetização dos Portugueses (séculos XIX-XX)
12.As mudanças educativas em trinta anos de Liberdade (1974-2004)
13.Reformas e expetativas, ilusões e desilusões numa perspetiva de longa duração histórica
2.2.Aulas Práticas (13 sessões)
1.História da Educação e Investigação Histórica (as etapas do processo de investigação/produção de conhecimento)
2.A utilização de fontes secundárias e a produção e utilização de bases de dados (exemplos
de existentes e propostas de construção)
3.As fontes primárias e o espaço dos Arquivos no processo de investigação
4.A Legislação sobre Educação: do circuito da lei à identificação de conteúdos para investigação I
5.A Legislação sobre Educação: do circuito da lei à identificação de conteúdos para investigação II
6.As Estatísticas de Educação ­ interesse e rentabilização
7.Os manuais escolares como fonte de investigação
8.Formação de Professores ­ perspetiva histórica
9.O discurso do poder político: dos debates parlamentares aos discursos de reitores
10.Espaço investigativo da Imprensa de Educação e Ensino I
32

11.Espaço investigativo da Imprensa de Educação e Ensino II
12.Cultura Material da Escola ­ fontes iconográficas, fílmicas, televisivas e materiais
13.História Oral e História da Educação
Quadro-síntese das sessões
Sessão

Sumário / Tema

Tópicos de incidência

AULAS TEÓRICAS
1

História e História da Educação

A. História e História da Educação
B. História da Educação e Ciências da
Educação
C. Caminhos da Investigação em História
da Educação

2

Génese do Modelo Escolar (séculos A. O conceito de Educação na época
XVI-XVIII)

renascentista
B. A ruptura com o papel da família na
Educação
C. O crescente papel do Estado e a
"normalização educativa"

3

Dos ideais pedagógicos do Portugal A. A nova Filosofia Educativa em meaSetecentista ao sistema estatal de Ensino

dos do século XVIII
B. Da teoria racional à prática institucional
C. Etapas das alterações educativas
D. Sentido das alterações do último quartel do século XVIII

33

4

Tradição e inovação na ideologia edu- A. Reação conservadora à política pomcacional liberal

balina
B. A Revolução de 1820 e as propostas
educativas
C. O triunfo liberal (1834) como condição de renovação
D. As propostas de Passos Manuel e de
Costa Cabral

5

Espaço da educação nas perspetivas A. A Escola e o Ensino; o Progresso e a
de Regeneração do País (2.ª metade do
século XIX)

Riqueza
B. Ensino Primário: principais iniciativas
C. Ensino Secundário: da institucionalização dos liceus ao (re)nascimento do
ensino técnico
D. Ensino Profissional: Agrícola, Industrial e Comercial

6

Generosidade, utopia e realidade do A. Propostas da Geração de 70
projeto republicano

B. Programa educativo do Partido Republicano Português
C. A Demopedia Republicana
D. Iniciativas reformadoras na 1.ª República: ensino primário, ensino secundário liceal e técnico, ensino universitário
e formação de professores
E. A triste realidade dos números

34

7

As perspetivas da Inovação Pedagógi- A. A modernidade pedagógica de finais
ca nos anos 20 do século XX

do século XIX
B. A Educação Nova
C. Alguns autores de referência: Faria de
Vasconcelos, Álvaro Viana de Lemos,
António Sérgio, José Augusto Coelho,
Manuel Ferreira-Deusdado, entre outros

8

A Educação Nacional (1930-1970)

A. A difícil substituição de legitimidades
B. A construção nacionalista da educação
C. A pressão interna e externa sobre os
indicadores educativos
D. A impossibilidade de protelarmos mudanças significativas (década de 60,
inícios de 70)

9

A Reforma do Ensino Técnico (1948) A. A crescente necessidade de uma reno contexto da mudança interna e
externa

forma global (década de 30)
B. Passos para a concepção da Reforma
de 1948
C. As grandes opções ­ a novidade do
ciclo preparatório
D. A implementação ­ a crescente adesão
e as dificuldades nas construções
E. O crescente distanciamento da realidade (interna e externa) e as novas
propostas na década de 70

35

10

A pressão internacional sobre a Edu- A. O Plano de Educação Popular
cação Portuguesa (1950-1990)

B. O Projecto Regional do Mediterrâneo
C. O papel da Telescola
D. A expansão quantitativa ­ ensino primário (anos 50), ensino secundário
(anos 60/70) e ensino superior (anos
80/90)

11

A lenta alfabetização dos Portugueses A. Alfabetização e analfabetismo na longa
(séculos XIX-XX)

duração
B. Perspetivas justificativas em termos
internacionais
C. Iniciativas portuguesas: do liberalismo
à atualidade
D. Alfabetização, Literacia e Educação ao
longo da vida

12

As mudanças educativas em trinta A. Principais etapas da mudança educatianos de Liberdade (1974-2004)

va
B. Do crescimento interno à comparação
externa
C. As tensões e os desafios atuais

13

Reformas e expetativas, ilusões e desi- A. Reformar o quê e para quê?
lusões numa perspetiva de longa dura- B. Reformar nunca mudando o essencial
ção histórica

C. Dimensões da mudança da Escola
actual
D. Do mito da Reforma à necessidade de
reforma de um Mito
AULAS PRÁTICAS

36

1

História da Educação e Investigação A evolução do conhecimento historioHistórica (as etapas do processo de

gráfico no século XX

investigação/produção de conheci- A ruptura, a construção e a verificação
mento)
como etapas da produção de conhecimento
Da disciplinaridade à interdisciplinaridade
Espaço da História da Educação no
contexto das Ciências da Educação
História da Educação: Novos sentidos,
velhos problemas
2

A utilização de fontes secundárias e a Exemplificação das potencialidades do
produção e utilização de bases de da-

CD com "Repertório da Imprensa de

dos (exemplos de existentes e propos-

Educação e Ensino", "Catálogo da

tas de construção)

Imprensa de Educação e Ensino",
"Dicionário de Educadores Portugueses" e "Bibliografia Portuguesa de
Educação"
Apresentação da base de dados de
teses de Mestrado e Doutoramento em
História da Educação, disponível em
http://web//letras.up.pt/dh
Indicação de alguns projectos de História da Educação acessíveis em CDROM

37

3

As fontes primárias e o espaço dos Visita ao site da Direcção Geral dos
Arquivos no processo de investigação

Edifícios e Monumentos Nacionais ­
parque escolar ­ para analisar as potencialidades do Arquivo do Forte de
Sacavém ­ www.dgemn.pt
Visita ao site http://sibme.min-edu-pt
para constatar as potencialidades do
Arquivo Histórico do Ministério da
Educação e das bibliotecas que estão
associadas
Visita ao site do Ministério das Obras
Públicas, em particular para observar a
riqueza de materiais para investigação
em História da Educação (por exemplo, Ensino Técnico no século XIX) ­
www.moptc.pt
Apresentação da organização de um
Arquivo (Liceu Sá de Miranda, em
Braga)

4

A Legislação sobre Educação: do cir- Desde o projeto até à aprovação deficuito da lei à identificação de conteú-

nitiva vários são os intervenientes, em

dos para investigação I

particular os agentes do poder legislativo
A importância dos debates parlamentares

5

A Legislação sobre Educação: do cir- O significado dos Relatórios que antecuito da lei à identificação de conteú-

cedem a lei

dos para investigação II

38

6

As Estatísticas de Educação ­ interes- Visita ao site do Instituto Nacional de
se e rentabilização

Estatística
Análise de dados sobre a alfabetização
e o analfabetismo

7

Os manuais escolares como fonte de A importância atribuída por diferentes
investigação

regimes e governos ao manual escolar
O manual como meio privilegiado
para a inculcação de ideias e valores

8

Formação de Professores ­ perspetiva Congressos Pedagógicos da Liga Nahistórica

cional de Instrução ­ Lisboa 19081914. Particular enfoque nos temas
tratados, nos participantes e na "ascensão da razão científica" no meio
escolar

9

O discurso do poder político: dos de- Análise de discursos de deputados ­
bates parlamentares aos discursos de
reitores

poder legislativo
Análise do discurso de um Reitor
Análise de uma intervenção de um
ministro

10

Espaço investigativo da Imprensa de Análise de um período histórico (1910
Educação e Ensino I

a 1926)
Análise de um tema específico ­
Inspeção do Ensino Primário

11

Espaço investigativo da Imprensa de Análise de um subsistema de ensino
Educação e Ensino II

39

12

Cultura Material da Escola ­ fontes Importância destas fontes para a reiconográficas, fílmicas, televisivas e

constituição dos espaços, dos hábitos,

materiais

da cultura material da Escola ao longo
dos tempos

13

História Oral e História da Educação

Origem, objetivos e contextos da História Oral
A Memória enquanto fonte histórica
A entrevista: um relacionamento intersubjetivo
A análise de Vidas Faladas: interpretar
memórias, fazer História Oral

40

41

3. DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Na explanação dos conteúdos programáticos, optou-se por reproduzir o itinerário letivo
com uma pequena síntese das aulas teóricas e práticas (dando naturalmente maior relevo às
primeiras face às novidades de conteúdo, por um lado, e ao cunho essencialmente prático
das segundas) estruturando as sessões tal como são visualizadas inicialmente pelos alunos
que chegam à sala (tema, tópicos de incidência e bibliografia básica). O texto que lhes aparece associado, significa um pequeno desenvolvimento do que será apresentado oralmente ou
donde serão selecionadas algumas ideias para apresentações em suporte informático e análise
na aula. A bibliografia básica terá sempre uma referência com (*) para significar a que privilegiamos, não invalidando a possibilidade de, em função dos alunos e dos seus interesses serem sugeridas alternativas dentro do que é apresentado. Em cada sessão procuramos ainda
fornecer algumas sugestões de temas que podem ser alvo de investigação específica por parte
dos alunos. A bibliografia complementar por tema será sempre alvo de consulta por parte
dos alunos, sobretudo quando os trabalhos que pretenderem realizar para avaliação assim o
exigir.

3.1. AULAS TEÓRICAS
3.1.1.História e História da Educação
Tópicos de incidência
A) História e História da Educação.
B) História da Educação e Ciências da Educação.
C) Caminhos da Investigação em História da Educação.
Bibliografia Básica
1. AAVV (1988). Primeiro Encontro de História da Educação em Portugal. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
2. ESTRELA, Albano (org.) (2007). Investigação em Educação ­ Teorias e Práticas (1960-2005).
Lisboa: Educa/Unidade de I&D de Ciências da Educação.
3. MAGALHÃES, Justino (org.) (1998).Fazer e Ensinar História da Educação em Portugal. Braga:
Instituto de Educação e Psicologia ­ Centro de Estudos em Educação e Psicologia, Universidade do Minho. (*)
4. NÓVOA, António (1993). Perspetivas de renovação da História da Educação em Portugal. In "A
História da Educação em Espanha e Portugal ­ Investigações e Atividades". Porto: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, pp. 11-22. (*)

42

5. PINTASSILGO, Joaquim; ALVES, Luís Alberto; CORREIA, Luís Grosso e FELGUEIRAS, Margarida Louro (org.) (2007). A História da Educação em Portugal ­ Balanço e Perspetivas.
Porto: Edições ASA.
Desenvolvimento sumário
Apresentação da disciplina ao nível do programa ­ tanto na vertente teórica como prática ­ e
em termos do papel destinado à orientação tutorial.
Apresentação de uma Ficha diagnóstico que permita conhecer os interesses dos alunos na
disciplina ­ trata-se de uma disciplina de opção que, por isso mesmo, tem uma forte carga de
motivação individual ­ e enquadrar, se necessário adaptando perspetivas e opções assumidas,
no contexto da lecionação da disciplina.
Esta simbiose de interesses prefigura um verdadeiro contrato formativo entre professor e
alunos no sentido de garantir uma compreensão das regras, dos conteúdos e das expetativas
que o professor relativamente ao seu empenhamento e disponibilidade para a disciplina. Articula-se tudo isto com uma clarificação do significado de ECTS mostrando a necessidade de
dedicarem um conjunto de horas ao trabalho fora do contexto presencial.
Realce para a ligação entre o desenvolvimento do "conhecimento histórico" e a evolução da
construção do saber ligado à História da Educação, identificando sintonias e especificidades.
Relance sobre os diferentes paradigmas (séculos XIX e XX) de investigação com a crescente
necessidade da interdisciplinaridade tanto para o aproveitamento de um mais rico quadro
conceptual como para a incorporação de uma maior riqueza de técnicas e metodologias de
investigação.
Destaque ainda para um aspeto da investigação em História da Educação que, se por um lado condiciona (ou tem condicionado) o seu desenvolvimento, por outro pode servir de incentivo aos estudantes desta cadeira. Referimo-nos ao isolamento e neste sentido importa
confrontá-los com uma frase que despolete alguma discussão em torno de um tema que é
central.
" (...) A investigação histórica em educação tem sido fruto de esforços isolados, encontrando-se muito marcada pela ausência de espaços coletivos de produção e reflexão. É verdade
que se trata de uma realidade extensiva ao conjunto de ciências humanas e sociais, que ganha, no entanto, contornos muito nítidos na História da Educação. Importa, por isso, valorizar o trabalho conjunto, a interação entre investigadores e o debate de ideias. Para tal, é preciso abandonar hábitos antigos de demarcação de territórios e ceder à permeabilidade das
trocas e à ocupação simultânea dos mesmos terrenos, das mesmas zonas de interesse (...)."17
Importa, ainda nesta vertente, enfatizar o "crescimento científico" da História ao longo do
século XX como forma de valorizar a incorporação de uma nova conceptualização e de no17

NÓVOA, António (1993). Perspectivas de renovação da História da Educação em Portugal. In "A História da Educação em Espanha e Portugal ­ Investigações e Actividades". Porto: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, p.14.

43

vas metodologias e técnicas que ajudam a uma melhor contextualização e compreensão dos
fenómenos educativos. Como dizia Bourdieu e Wacquant 18 "uma das funções da minha teoria dos campos é banir a oposição entre reprodução e transformação, estático e dinâmico,
estrutura e história (...) não é possível compreender a dinâmica de um campo sem o recurso
à análise sincrónica da sua estrutura, mas também não é possível compreender esta estrutura
sem uma análise histórica (isto é, genética) da sua constituição e das tensões que existem no
seu interior e nas suas relações com outros campos".
Para complementar esta perspetiva, as duas primeiras aulas práticas procurarão, por um lado
mostrar as etapas do procedimento em termos de investigação19, por outro chamar a atenção
para o grande desenvolvimento das Ciências Humanas e do espaço particular das Ciências da
Educação, e, sobretudo, evidenciar as potencialidades dos projetos coletivos em termos de
investigação mostrando, por exemplo, o CD-ROM que inclui o "Repertório da Imprensa de
Educação e Ensino", o "Dicionário de Educadores Portugueses" e "Bibliografia Portuguesa
de Educação". Serão ensaiadas várias aproximações temáticas em função dos interesses dos
alunos para traçar também caminhos que podem ser percorridos em termos de investigação.

18

BOURDIEU, Pierre & WACQUANT, Loic J.D. (1992). An Invitation to Reflexive Sociology. Chicago: The University of Chicago Press, p.90.
19
QUIVY, Raymond e CAMPENHOUDT, Luc Van (1998 ­ 2ª). Manual de Investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Gradiva, p.27.

44

3.1.2.Génese do Modelo Escolar (séculos XVI-XVIII)
Tópicos de incidência
A) O conceito de Educação na época renascentista.
B) A rutura com o papel da família na Educação.
C) O crescente papel do Estado e a "normalização educativa".
Bibliografia Básica
1. AAVV (1990). Configurações da privatização. In ARIÈS, Philippe ­ e DUBY, Georges (dir.)
"História da Vida Privada ­ Do Renascimento ao século das Luzes" [Volume 3]. Lisboa:
Círculo de Leitores, pp. 163 ­ 209. (*)
2. CHARTIER, Roger (1990). As práticas da Escrita. In ARIÈS, Philippe ­ e DUBY, Georges
(dir.) "História da Vida Privada ­ Do Renascimento ao século das Luzes" [Volume 3]. Lisboa: Círculo de Leitores, pp. 113 ­ 161.
3. FERREIRA, António Gomes (2000). Gerar, Criar, Educar. A criança no Portugal do Antigo
Regime. Coimbra: Quarteto Editora.
4. GOUVEIA, António (1993). Estratégias de interiorização da disciplina. In MATTOSO, José
(dir.). "História de Portugal" [Volume 4]. Lisboa: Círculo de Leitores, pp. 415 ­ 449.
5. NÒVOA, António (1987).Do Mestre Escola ao Professor do Ensino Primário. "Análise Psicológica", V (3), pp.413-439. (*)
Desenvolvimento sumário
Procura-se nesta aula mostrar a diferença entre as características da educação no período
medieval e moderno, por exemplo a partir do modelo educativo associado ao período renascentista e da reforma, realçando sobretudo as alterações das práticas culturais e da ideia de
educação. Partir de Ariès é uma forma de rapidamente situarmos as alterações mais significativas:
"A civilização medieval esqueceu a paideia dos antigos e ignorava ainda a educação dos modernos: não tinha a ideia da educação (...). O grande acontecimento foi, pois, a reaparição da
intenção educativa, que animou um certo número de homens de religião, de lei, de estudos,
raros ainda no século XV, cada vez mais numerosos e influentes nos séculos XVI e XVII, no
momento em que se confundiram com os partidários da reforma religiosa."20
Algumas imagens do artigo da História da Vida Privada sobre "Práticas de civilidade" (por
exemplo as das páginas 176 a 182) permitem desde logo elencar alguns aspetos que reiteram
o novo sentido da educação: o papel da educação doméstica (amplamente defendida por
exemplo por Erasmo); a importância da escrita e da leitura associada à aprendizagem, por
exemplo das novas regras de civilidade; a pedagogia específica consoante o género, aparecendo a designação de "elementar" para caracterizar a destinada "às rapariguinhas"; a aprendizagem das regras implicando exercícios múltiplas vezes repetidos até se atingir a "perfei20

ARIÉS, Philippe (1973). L'éducation et la vie familiale sous l'Ancien Régima. Paris: Seuil, 2ª edição, p.8.

45

ção"; e o papel do professor que se transforma num emissor que deve ser escutado para depois a criança (ou aluno?) poder repetir fielmente o que ele diz.
Torna-se necessário articular estas mudanças com uma nova concepção de criança e da sua
infância que deve merecer por parte das entidades atenção para que o seu desenvolvimento e
a sua inserção seja a mais adequada. A este processo não é também alheio o desenvolvimento do capitalismo, com formas de ocupação que obrigam a alguma distanciamento do lar,
tornando-se necessário a criação de espaços ­ ocupacionais e educativos ­ para a criança, de
forma a prepará-la para esse sentido diferente de socialização. Evidentemente que isto vai
significar a criação dos espaços educativos e o desvio da criança para aí, estabelecendo-lhe
um horário, um conjunto de regras e uma rigorosa hierarquia de dependências. Surge claramente a ideia de modelação associado a este novo sentido da educação e do espaço educativo.
Pode-se aqui incluir um documento de Clenardo que, no seu conteúdo e na sua relação com
Portugal, pode ajudar a estabelecer a ponte com o que se passava na Europa. Um pequeno
excerto desse texto de cerca de 5 páginas:
"Havia em Braga umas trinta pessoas, que se ocupavam de belas-letras, mas achei preferível
não fazer fincapé nessas, porque estava resolvido a estabelecer as novas escolas, começando
pelos primeiros fundamentos. Querendo fazer um ensaio da inteligência das crianças, tentei
ensinar publicamente alguns pequenos de tal modo ignorantes da língua latina, que nem
mesmo tinham ouvido pronunciar dela uma sílaba até então.
Apenas se espalhou esta notícia, começaram logo a concorrer muitas pessoas, trazidas, segundo creio, pela novidade do projeto, aumentando tanto de dia para dia a concorrência, que
por fim já não havia lugar para os ouvintes (...)."21
Pretende-se nesta perspetiva chamar a atenção para o crescente investimento estatal e particular, nomeadamente da Igreja, em termos educativos estendendo-se naturalmente das Universidades aos colégios para, mais tarde, chegar ao ensino das primeiras letras em espaços
próprios.
Para sintetizar as principais mudanças e lançar a temática da aula seguinte podíamos terminar
com o pedido de um comentário sobre um pequeno texto:
"Ao longo dos três séculos da Era Moderna, a forma escolar foi-se impondo aos modos tradicionais de socialização, de aprendizagem e de transmissão cultural. Em meados do século
XVIII, graças ao trabalho dos jesuítas e de outras congregações docentes, o modelo escolar encontra-se já razoavelmente definido: a educação das crianças e dos jovens realiza-se num espaço próprio, separado da família e do trabalho, sendo da responsabilidade de um ou de vários mestres que ensinam um elenco de matérias previamente definidas através de determinados procedimentos didáticos (...)."22

21

CLENARDO, Epístola aos Cristãos. In CEREJEIRA, Manuel Gonçalves (1926)."O Humanismo em Portugal.
Clenardo". Coimbra, p. 395 (esta carta prolonga-se entre as pp. 395 e 400).
22
NÓVOA, António (2005), Ob. cit.,p. 23.

46

Importa ressaltar alguma da nova terminologia/conceptualização associada tanto ao "modelo escolar" como à "estatização do ensino".
Propostas de investigação
- Análise e síntese das ideias dos capítulos 4 - Crepúsculo e Renascimento -, 5 ­ Coménio,
precursor do direito universal a uma educação nova ­ e 6 ­ O direito à educação no Émile de
Rousseau, do livro MONTEIRO, A. Reis (2005). História da Educação ­ Uma perspetiva. Porto:
Porto Editora, pp. 35 a 70.
Este trabalho pode ser realizado individualmente ou em grupo (até um máximo de 3) e resultará na produção de um pequeno texto (máximo 5 páginas)
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

47

3.1.3.Dos Ideais pedagógicos no Portugal Setecentista ao sistema estatal de Ensino
Tópicos de incidência
A) A nova Filosofia Educativa em meados do século XVIII.
B) Da teoria racional à prática institucional.
C) Etapas das alterações educativas.
D) Sentido das alterações do último quartel do século XVIII.
Bibliografia Básica
1. ADÃO, Áurea (1997). Estado Absoluto e Ensino das Primeiras Letras. As Escolas Régias (17721794). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
2. ALVES, Luís Alberto Marques (2007). Escolas e Ensino (1751-1800). In SERRÃO, Joel e
MARQUES, A.H. Oliveira (dir.) "Nova História de Portugal". Lisboa: Presença (volume
VIII -no prelo). (*)
3. ANDRADE, António Alberto Banha de (1981). A reforma pombalina dos estudos secundários
(1759-1771). Contribuição par a história da pedagogia em Portugal. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.
4. FERNANDES, Rogério (1978). O Pensamento Pedagógico em Portugal. Lisboa: Instituto de
Cultura e Língua Portuguesa.
5. MAGALHÃES, Justino (1993). A Instrução Pública em Trás-os-Montes nos finais de setecentos.
Uma projeção do modelo escolar pombalino. In "Revista de Educação", III (2). Lisboa: Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, pp. 83-91. (*)
Desenvolvimento sumário
O primeiro fato a constatar a nível cultural em Portugal no século XVIII é a existência de uma
rutura. Rutura que ocorre a nível superficial, entre um discurso seiscentista, ou para sermos mais
exatos, barroco, e o discurso setecentista, iluminado. A um nível mais profundo, trata-se de uma
rutura entre um sistema ideológico diretamente coordenado pelos Jesuítas que é filosoficamente
aristotélico, literariamente gongórico e artisticamente barroco, e outro sistema que formalmente é
fruto das infiltrações iluministas em Portugal. Esta rutura pode ser apercebida através de um conceito agora introduzido e privilegiado - Razão - que, tratando-se de uma ideia perfeitamente clara,
nem precisa de ser definida mas que funciona como farol para a existência social, desde a filosofia
à educação, da literatura à política.
A Razão introduz-se sob múltiplas formas e através de vários mecanismos. Possui um modelo
cultural a seguir, abandonando-se o modelo espanhol em favor, sobretudo, do francês. Assiste-se
a um declínio da língua espanhola em favor da francesa, com o aparecimento da primeira gramática francesa em 1697 e, paralelamente, incrementa-se e difundem-se as literaturas francesa, inglesa e italiana com importação de livros no original, tradução e representação de peças de teatro.
Na arte o barroco, de influência espanhola, vai sendo substituído por variantes neoclássicas francesas ou italianas.

48

A adoção como modelo das culturas francesa, italiana e até inglesa tem muito a ver com a ação
dos agentes da Razão em Portugal. A sua ação faz-se por duas vias: pela atividade dos chamados
estrangeirados que contactando a diversidade cultural europeia vão poder partilhar esses novos
rumos quando ocuparem lugares importantes nos centros de poder (Luís da Cunha, Alexandre
Gusmão, Ribeiro Sanches, Sebastião José C. e Melo, ...); pela defesa da filosofia moderna que tem
como exemplo mais significativo o conflito entre Oratorianos e Jesuítas.
A Razão portuguesa, que tem um modelo e vias de difusão, tem também um lugar próprio e privilegiado onde se pode exercer e constituir-se como força, formulando-se a si mesma e preparando a difusão em massa - as Academias. O movimento "académico" em Portugal que tem o seu
ponto de partida nas Conferências Discretas e Eruditas realizadas em 1696 em casa do Conde de
Ericeira (Francisco Xavier de Meneses), vai ter na fundação da Academia Real de História em
1720 e, de modo emblemático, na criação na Academia Real das Ciências em 1779 o seu expoente mais significativo. Essas referências são exemplificativas pelo que significam de colaboração
entre a iniciativa particular e régia, mas sobretudo, pelo que representam de reflexão racional sobre a necessidade de mudança, seja na produção científica seja na visão holística que se tem dessas alterações (observe-se os conteúdos das obras historiográficas produzidas ou das Memórias
editadas).
A Razão pode assim elaborar um sistema de noções que a justifique e legitime. Este sistema forma-se em Portugal, como na Europa, no tema filosófico e daí se estende a outros ramos. Em
Portugal, no entanto, o processo não é idêntico à Europa porque em pleno século XVIII reinava
ainda, erigida sobre uma censura feroz, uma repressão cruel materializada na Inquisição e na Escolástica. Eram seus defensores e apologistas os Jesuítas que detinham ainda o monopólio do
ensino.
Só com Verney se irá pôr em causa, simultaneamente, a Escolástica e Descartes, já que os religiosos seguiam sobretudo este filósofo por melhor se coadunar com a ideologia católica. É apenas
com a publicação do Verdadeiro Método de Estudar, nos meados do século, que a Razão constitui o
seu sistema, segundo o modelo lockeano. Aqui Verney demarca-se claramente do pensamento de
Descartes23, e consegue sintetizar o sistema filosófico que a Razão constrói:
- Recusa de qualquer sistema de hipóteses destinadas a explicar a realidade. Esta asserção
não significa que a realidade deixou de ser circular mas o centro agora é ocupado, não pela divindade ou por qualquer ideia inata, mas pela experiência e por quem sobre ela atua - a Razão. Isto
implica a marginalização da Metafísica devido ao abandono das grandes hipóteses valendo por si,
e a sua dissolução na Lógica e na Física.
- As disciplinas centrais da Filosofia passam a ser a Lógica, a Física e a Ética, embora a
primeira tenha de se libertar de todos os artificialismos intelectualistas e limitar-se a regular as
normas do raciocínio, decorrente da análise do entendimento humano sobre o seu próprio comportamento.
- A Física ascende a chave do saber, embora em moldes novos, segundo os modelos científicos desenvolvidos pelo saber moderno: terá de ser anti-aristotélica porque baseada na experiência; terá de conduzir a e basear-se em ideias claras e distintas, perfeitamente inteligíveis; a sua

"Eu certamente não sou cartesiano, porque me persuado que o tal sistema em muitas coisas, é mais engenhoso que verdadeiro; mas confesso a V.P. que não posso falar no tal Filósofo sem grandíssima veneração (...).".
In. VERNEY, Luís António - Verdadeiro Método de Estudar, Lisboa: Sá da Costa, 1949, vol.III, p.199-200.
23

49

sobrevivência e desenvolvimento só poderão ser garantidos pelo estreito relacionamento com a
Matemática, conforme a prática newtoniana.
- A Ética passa a ser o terceiro setor chave do conhecimento, desde que fundada sobre o
direito natural e sem qualquer carga especulativa.
Elaborado o sistema, a Razão pode penetrar os aparelhos do Estado e massificar as suas noções
através do aparelho escolar. A escola, para além de ser um aparelho ideológico que permite canalizar vastas franjas da população para o sistema de noções que a Razão propõe, é também o local
- porque de estudo, de formação, de reflexão - onde melhor se pode impor. Poderemos considerar várias fases neste processo de expansão: a primeira corresponde à teorização dos objetivos
que a educação racional persegue e das formas que reveste, mas teorização que não aponta ainda
para a concretização prática ao nível da população; uma segunda onde já é visível uma teorização
da educação de acordo com as necessidades do País; numa terceira assiste-se à implementação
prática das propostas formuladas. A título exemplificativo e como meras opções referenciais,
corporizaremos essas fases em torno da obra pedagógica de Martinho de Mendonça Pina e Proença - Apontamentos para a educação de um Menino Nobre - de 1734 (e portanto anterior ao Verdadeiro
Método), das Cartas sobre a Educação da Mocidade (1760) de Ribeiro Sanches e da reforma pombalina
que, como teremos oportunidade de explicar se espraia por dois momentos fundamentais (décadas de 50/60 e de 70).
A primeira sistematização racional dos estudos é concretizada na primeira metade do século
XVIII por Pina Proença nos seus Apontamentos para a Educação de um Menino Nobre. Este livro, que
tinha sido antecedido pela obra Nova escola para aprender a ler, escrever e contar redigida por Manuel de
Andrade Figueiredo e publicada em 1718, é precisamente a explanação das formas e dos objetivos que deve atingir a boa educação (educação à luz da Razão) de um personagem determinado,
destinado a ocupar um lugar preponderante na hierarquia social - o menino nobre. É afinal, uma
paráfrase da obra de Locke - Some Thoughts on Education - salvaguardada a devida diferença entre o
gentleman e o nobre, pois aquilo que se tem em vista "é a mais atual das educações para o seu tempo, aquela que tem como objetivo não uma certa casta, mas um tipo humano, perfeito no tríplice
aspecto de vigor físico, moral e intelectual"24.
Todo o sistema proposto assenta no privilegiamento da Razão, considerada como inata, e reduzindo a educação à função de catalisador do seu desenvolvimento: "(...) Basta nesta idade seguir e
ajudar os passos com que a natureza vai descobrindo as luzes da razão. (...) Basta nesta primeira
idade ter cuidado em não deixar raízes de hábitos viciosos e ajudar lentamente as primeiras luzes
da razão (...)."25. A Razão substitui a autoridade e os pais devem privilegiar uma "liberdade racional" em detrimento de "um despótico império"26. Daqui resulta a óbvia abolição dos castigos mas
também das recompensas: "(...) Já se terá percebido que reprovamos o uso de castigos servis, e
que só em caso de extrema necessidade permitiremos os açoites e as palmatoadas (...) e não somente reprovamos o castigo servil mas também as recompensas ou prémios. (...) Este método
que alguns usam, lisonjeia uns apetites por evitar outros, quando o principal fim da educação deve ser arrancá-los todos, ou ao menos moderá-los; além do que prometer por prémio de uma
Prefácio de Salgado Júnior ao Verdadeiro Método de Estudar, ob. cit., vol.IV, p.XLV.
PROENÇA, Pina e - Apontamentos para a Educação de um Menino Nobre, In. GOMES, Joaquim Ferreira, Martinho de Mendonça e a Sua Obra pedagógica, Coimbra: Instituto de Estudos Filosóficos da Universidade de Coimbra,
1964, p.233-234.
26 Idem, ibidem, p.275-276.
24
25

50

ação virtuosa, um bocado gostoso é dar-lhe a entender que esta recompensa é em si boa, e merece que se deseje, quando se lhes deve inspirar por máxima certa que semelhantes coisas não são
boas senão pelo bom uso que delas faz a razão para a comodidade da vida (...)" 27. Pormenorizando o sentido e o ideal da educação adianta: "(...) A verdadeira instrução que deve procurar um
Mestre, não consiste em fazer a memória do seu discípulo, um escuro e confuso armazém de factos, e de vozes, mas sim em lhe ordenar, e aclarar noções que correspondem aos mais vulgares
termos; costumá-lo a distingui-las bem, e a conhecer nela atentamente as proporções, e respeitos
que umas dizem às outras; ensiná-lo a vencer os seus próprios apetites, inspirar-lhe um amor à
razão, e boa ordem, ensinando-lhe os fundamentos da sociedade civil, de que nasce a obrigação
de obedecer ao Soberano e expor a vida, quando convém, à República (...); saber governar a sua
casa, família e servir dignamente a Pátria e o Soberano (...)"28.
Destes pressupostos resultam algumas ilações: a educação e a erudição que ela transmite só existem pela função social para cujo desempenho habilitam, sendo portanto dois investimentos do
corpo social, isto é do Estado, que deve ser recompensado; para a ocupação dos cargos é necessária uma conduta e um saber racionais; tudo o que for ministrado na educação que não habilitar
para o desempenho das funções é supérfluo e, eventualmente, pernicioso; a formação deve ser
predominantemente ético-política e menos erudita; a educação deve ser global e surge com destaque a atenção que deve ser dada também ao corpo, tanto sob o ponto de vista físico como de
higiene.
Restava agora, aos teóricos da pedagogia, alargar o âmbito da educação proposta por Pina e Proença. Começou por concretizá-lo Verney quando, aproveitando o método de Locke, apresenta
um método que já não se destina apenas a um segmento social mas pode ser utilizado na Universidade para "formar homens que sejam úteis para a República e a Religião"29. A partir deste momento a educação passa a ser vista como uma função pública que deve ser impulsionada e controlada pelo Estado, ou seja, e educação é uma das suas atribuições. Vai ser Ribeiro Sanches
quem melhor o explicita - "(...) de tudo o referido se vê claramente que é do Jus da Majestade fomentar e promover a utilidade pública e particular, com decência; e que nenhuma requer maior
atenção no ânimo do soberano, do que a Educação da Mocidade que deve toda empregar-se no conhecimento e na prática das virtudes sociáveis e em todos os conhecimentos necessários para
servir a sua pátria (...) e deve o Estado retirar um proveito proporcionado à despesa que fizer
com este ensino (...)"30.
Daqui deriva a exposição do sistema educacional que, neste caso, Ribeiro Sanches pretende. Como primeira consequência lógica as escolas devem ser orientadas por pessoas da confiança régia
porque a educação é uma atribuição real, daí que se torne necessário retirar à Igreja, e em particular aos Jesuítas, o monopólio do ensino e fixar um certo número de normas a que devem obedecer os encarregados de ministrar a educação proposta. Como segunda consequência apenas devem existir as escolas necessárias ao Reino, seja porque não "devem existir nas aldeias com menos de 200 fogos, para que os filhos dos lavradores, sabendo ler e escrever, não abandonem as

Idem, p. 276-277.
Idem, p. 339.
29 VERNEY, Luís António - Ob. cit., Prefácio de Salgado Júnior, vol. V, p. XXVIII.
30 SANCHES, António Nunes Ribeiro - Obras. I - Método para aprender e estudar Medicina. Cartas sobre a Educação da
Mocidade. Coimbra, 1969, p.222 e 298.
27
28

51

profissões dos pais em busca de trabalho menos penoso"31 seja porque aqueles que vão ocupar
lugares preponderantes nos aparelhos de Estado devem ter uma educação especial, em instituições específicas. Terceira consequência: a formação que a escola ministra deve ser baseada tanto
sobre o saber como sobre a Ética a observar mas esta não se deve reger pelas normas da religião
mas da política, isto é, daquilo que a sociedade civil espera e deseja dessa formação.
Esta teorização da educação vai ser concretizada pela prática política de Pombal, nomeadamente
quando se decide a implementar um conjunto de alterações no sistema de ensino vigente, nomeadamente:
- a criação de uma escola para nobres - o Colégio Real dos Nobres - à qual só tinham
acesso os meninos de idade compreendida entre 7 e 13 anos e que gozassem pelo menos da condição de moço fidalgo;
- o alargamento, até aos limites do desejável e das disponibilidades económicas do Estado,
do ensino das primeiras letras;
- a aplicação dos métodos tidos por racionais a atividades que não constavam do anterior
campo de ensino, mas que parte do pressuposto de que a Razão é universal e a tudo se pode aplicar : no comércio leva à fundação da Aula do Comércio que se destina, através do ensino da
Aritmética, dos Pesos das Medidas e dos Seguros, a formar num período de três anos "negociantes perfeitos";
- a reformulação das matérias e dos métodos nos cursos preparatórios, com a utilização
das obras dos iluminados e a introdução de novas variantes;
- a reforma geral da Universidade, começando-a com um libelo contra o ensino jesuítico o Compêndio Histórico do Estado da Universidade de Coimbra no tempo da invasão dos denominados Jesuítas e
dos Estragos feitos nos Professores e Diretores que a regiam pelas maquinações e publicação dos novos estatutos por
eles fabricados - redigido pela Junta da Providência Literária, e que se concretiza na nova estruturação dada aos cursos - reforma das Faculdades de Teologia, Direito e Medicina e criação das Faculdades de Filosofia e Matemática - mas também na criação de espaços que potenciem a experiência e a observação direta e daí o Museu de História Natural, o Laboratório Químico, o Observatório Astronómico, o Teatro Anatómico, o Hospital Escolar, ...
A Razão pode construir finalmente a sua própria política e não é por acaso que a política que
apoia seja o despotismo (poder) esclarecido (racional). Poder da Razão mas também razão do
poder e daí que os homens que reformam o ensino sejam praticamente os mesmos que materializam o despotismo esclarecido. É o fechar de um círculo onde o Estado no centro procura controlar todos os aparelhos: sistema tributário (órgão de controle o Erário Régio), organização económica (Junta do Comércio), atividade cultural e de ensino (Real Mesa Censória). Ironicamente é
o controlo do Estado sobre a própria Razão não se coibindo de utilizar o meio da censura.
Propostas de investigação
- Estudo das principais reformas na Universidade.
- Recensão de obras de Ribeiro Sanches, Pina Proença ou Luís António Verney (a escolher
pelos alunos).

31

Idem, ibidem, p.286-291.

52

-Análise dos Estatutos e do Alvará da confirmação da Aula do Comércio (19 de abril de
1759)
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

53

3.1.4.Tradição e inovação na ideologia educacional liberal
Tópicos de incidência
A) Reação conservadora à política pombalina.
B) A Revolução de 1820 e as propostas educativas.
C) O triunfo liberal (1834) como condição de renovação.
D) As propostas de Passos Manuel e de Costa Cabral.
Bibliografia Básica
1. ALBUQUERQUE, Luís de (1978). Estudos de História. Coimbra: Imprensa da Universidade.
2. AZEVEDO, Rafael Ávila de (1972). Tradição Educativa e Renovação Pedagógica. Subsídios para
a História da Pedagogia em Portugal ­ século XIX. Porto.
3. TORGAL, Luís Reis e VARGUES, Isabel Nobre (1984).A Revolução de 1820 e a Instrução
Pública. Porto: Paisagem Editora.
4. TORGAL, Luís Reis (1993). A Instrução Pública. In. In MATTOSO, José (dir.). "História
de Portugal" [Volume 5]. Lisboa: Círculo de Leitores, pp. 609-651. (*)
5. VALENTE, Vasco Pulido (1973). O Estado Liberal e o ensino: os liceus portugueses (1834-1930).
Lisboa: Gabinete de Investigações Sociais.
Desenvolvimento sumário
Podemos iniciar a aula pela apresentação de uma frase para comentário e, simultaneamente,
para nos apercebermos do grau de conhecimento sobre algumas das matérias a abordar.
"(...) A burguesia não podia afirmar-se social e politicamente enquanto esses campónios seguissem às cegas o morgado Sr. Joãozinho das Perdizes ou o ,,brasileiro, enquanto sob a férula sacerdotal se opusessem ao progresso - às estradas, ao enterro no cemitério - e se mantivessem na ignorância crassa, presa fácil de pregadores sem escrúpulos. A essa plebe havia
que substituir um verdadeiro povo, e isto no próprio interesse dos meios burgueses. Havia,
em suma, que criar o cidadão acabando de vez com o súbdito que não sabe reclamar o que
lhe é devido, incapaz de afirmar direitos porque o habituaram a ter unicamente deveres, e
que por isso pensa pela cabeça dos caciques, humildemente agradece o que lhe é devido - o
que lhe seria devido numa civilização assente na cidadania - e ele julga sempre ato de caridade, embora em última instância realizado com o seu próprio dinheiro (...)"32
O século XIX apresenta, sob o ponto de vista cultural e educativo, características que nos
ajudam a perceber o papel que a educação teria de desempenhar para se ultrapassarem algumas das limitações que marcaram a intervenção política, a coesão social e a produtividade
económica. Na linha de inventariação de alguns aspetos contextualizadores da intervenção
educativa, importa ressaltar: o trajeto cultural da primeira metade do século XIX; as vias de32

GODINHO, Vitorino Magalhães (1975). Estrutura da Antiga Sociedade Portuguesa. Lisboa: Arcádia, pp.157-158.

54

fendidas pelos intelectuais das diferentes gerações; e a consciência da necessidade de uma
aposta na área educativa.
A primeira metade de oitocentos é marcada pelo trajeto ascensional do jacobino. Desde a sua
perseguição, pautada pela omnipresença da Intendência Geral da Polícia, até ao seu triunfo
definitivo em 1834, vamos observando a sua alteração de postura relativamente aos principais problemas nacionais ­ por exemplo a legislação sobre liberdade de ensino e de imprensa. Numa e noutra destas vertentes vão-se constatando as "(...) sucessivas perdas da ala mais
radical dos liberais, denunciando a sua fraqueza perante o adversário senhorial (...)"33. Esta
posição adia a rutura e vai viabilizando o compromisso, permitindo o desaparecimento dos
elos mais fracos da cadeia - os frades, por exemplo - mas a permanência dos barões que "(...)
são a moléstia deste século (...)"34.
Estes intelectuais que, intermitentemente, vão participando nas estruturas de decisão política,
têm uma formação predominantemente estrangeirada. A emigração política é uma realidade
que está muito presente em diferentes momentos da 1ª metade do século XIX e estas ausências potenciam uma formação que influenciará futuras tomadas de decisão. As correntes que
influenciarão D. Pedro na criação de comissões ou nas iniciativas legislativas refletem uma
postura de favor em detrimento da competência35. Algumas intervenções na área da educação - por exemplo a criação dos Conservatórios de Artes e Ofícios ou as Escolas Politécnicas - demonstram a influência de instituições educativas estrangeiras na mente de muitos
desses políticos liberais.
Por outro lado, falam insistentemente em Progresso, seja numa perspetiva políticoideológica, seja, para aquilo que mais nos interessa neste contexto da disciplina, em termos
educativos. Na boca e nos escritos das gerações de 20, de 50 e de 70, significa essencialmente
duas coisas: "(...) promoção da industrialização, como meta; promoção das qualificações dos
agentes económicos, das competências técnicas e educativas de empresários, de quadros médios, agricultores e operários, como caminho principal (...)"36. Essa perspetiva é defendida
primeiro de armas na mão e depois pela via da sua atividade política, doutrinária e literária
por uma geração liderada pela simbologia de homens como Garrett e Herculano. Depois são
sobretudo técnicos e políticos que apostam nas potencialidades que a Regeneração abre para
reformas económicas e educativas - de Sousa Brandão (1818-1892) a Morais Soares (18111881), de Fradesso da Silveira (1825-1875) a D. António da Costa (1824-1892). Na média
duração podemos prolongar esta perspetiva até à geração de 70 que se propõe realizar uma
intervenção cívica global: "(...) compreendia a agitação cultural, pela denúncia pública do hiato entre o nosso sistema de ensino, a nossa imprensa, o nosso pensamento, a nossa arte, e a
civilização francesa ou inglesa, e pela actualização científica e estética de que se faziam portavozes (...)"37.

SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos (1983). Para uma Sociologia da Cultura Burguesa em Portugal no século XIX.
Lisboa: Presença, p.95.
34 ALMEIDA GARRETT (1963). Viagens na Minha Terra, Porto,pp.63.
35 SANTOS, Maria de Lourdes Lima dos. Ob. cit., p.120.
36 SILVA, Augusto Santos (1997). Palavras para um País: Estudos incompletos sobre o século XIX português, Oeiras:
Celta Editora, pp.3 - 42.
37 Idem, pp.52-53.
33

55

Essa atualização passava essencialmente pela escola, tanto primária como industrial - "(...) a
nação tem sede não só do ler, mas de todos os assuntos educativos e profissionais que hoje
elevam a instrução a uma verdadeira reformação social. A instrução adiantou-se em relação
ao passado, mas ainda não se nacionalizou; o povo não sabe (...)"38. A educação aparece cada
vez mais como uma aposta necessária tanto em termos de funcionalidade económica, como
de qualificação e de afirmação da dignidade. Exigia-se que as instituições políticas implementassem uma via institucional - escolas - que respondesse a estas solicitações e desejos. Exigiase que o exercício da cidadania fosse suficientemente reivindicativa para incomodar e pressionar
o poder.
Neste contexto pode exemplificar-se com algumas das iniciativas liberais, seja no conteúdo
de alguns artigos das constituições (Quadro 1), seja nas reformas encetadas sobretudo a partir da instauração definitiva do Liberalismo em Portugal (1834), em particular com Passos
Manuel e Costa Cabral.
QUADRO 1 - A Educação nos diplomas constitucionais oitocentistas
CONSTITUIÇÃO DE 182239
-"Em todos os lugares do Reino onde
convier, haverá escolas suficientemente
dotadas, em que se ensine a ler, escrever
e contar, e o catecismo das obrigações
religiosas e civis (...)." (Artº 237)
-"Os atuais estabelecimentos de instrução pública serão novamente regulados,
e se criarão outros para o ensino das
ciências e artes." (Artº 238)
-"É livre a todo o cidadão abrir aulas
para o ensino público, contanto que
haja de responder pelo abuso desta liberdade nos casos e pela forma que a lei
determinar." (Artº 239)

CARTA CONSTITUCIONAL
DE 182640
-"A inviolabilidade dos Direitos
Civis e Políticos dos Cidadãos
Portugueses, que tem por base a
liberdade, a segurança individual e
a propriedade, é garantida pela
Constituição do Reino, pela maneira seguinte:
(...) #30º - A Instrução Primária e
gratuita a todos os Cidadãos.
(...) #32º - Colégios e Universidades, onde serão ensinados os Elementos das Ciências, Belas Artes e
Artes (...)." (Artº 145)

CONSTITUIÇÃO DE 183841
-"A Constituição também garante:
I-A instrução primária e gratuita;
II- Estabelecimentos em que se
ensinem as ciências, letras e artes;
(...)." (Artº 28)
-"O ensino público é livre a todos
os cidadãos, contanto que respondam, na conformidade da lei, pelo
abuso deste direito."
(Artº 29)

A referência nos diplomas constitucionais à educação passa essencialmente pela sua ligação
ao exercício da cidadania, ao reconhecimento de que ela constituía um direito civil e político
dos cidadãos e à necessidade de reunir os esforços públicos e privados para que se tornasse
efetiva a democratização no acesso ao ensino.
Esta aula deve ser articulada com a prática sobre "A Legislação sobre Educação: do circuito
da lei à identificação de conteúdos para investigação I" com o fornecimento das reformas de
Passos Manuel de 15 de novembro de 1836 (ensino primário, secundário e superior) e de
Costa Cabral de 20 de setembro de 1844. Serve não apenas para constarmos desde logo a
importância dos relatórios justificativos das iniciativas legais, como para compreendermos a
linguagem (e o quadro conceptual) utilizada pelos liberais e, naturalmente, as principais muCOSTA, D. António da (1871). História da Instrução Popular em Portugal desde a fundação da Monarquia até aos nossos dias, Lisboa: Imprensa Nacional, pp.240-241 e 246-249.
39 MIRANDA, Jorge (1986). As Constituições Portuguesas. Lisboa: Livraria Petrony, pp.75-76
40 Idem, pp.114 - 117.
41 Idem, p.151.
38

56

danças introduzidas. No caso específico da proposta de 1836, permite ainda constatar a importância da Universidade de Coimbra no quadro das decisões nesta área já que é explícita,
que a reforma geral dos estudos é decretada sob proposta do Vice Reitor Doutor José Alexandre de Campos.
Propostas de investigação
- Análise dos debates parlamentares onde se discutiram as questões relativas à educação.
- Análise do Relatório que acompanha o decreto de 7 de setembro de 1835 de Rodrigo da
Fonseca Magalhães sobre "Regulamentação Geral da Instrução Primária".
- Análise e recensão da obra de Almeida Garrett ­ Da Educação.
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

57

3.1.5.Espaço da educação nas perspetivas de Regeneração do País (2ª metade do século XIX)
Tópicos de incidência
A) A Escola e o Ensino; o Progresso e a Riqueza.
B) Ensino Primário: principais iniciativas.
C) Ensino Secundário: da institucionalização dos liceus ao (re)nascimento ao ensino técnico.
D) Ensino Profissional: Agrícola, Industrial e Comercial.
Bibliografia Básica
1. ADÃO, Áurea (1982). A Criação e Instalação dos Primeiros Liceus. Oeiras: Instituto Gulbenkian da Ciência.
2. ALVES, Luís Alberto Marques (2004). O Ensino (1851-1900). In SERRÃO, Joel e MARQUES, A.H. Oliveira (dir.) "Nova História de Portugal". Lisboa: Presença (volume X), pp.
303 ­ 339. (*)
3. ALVES, Luís Alberto Marques (2004). O Porto no arranque do ensino industrial (1851-1910).
Porto: Edições Afrontamento.
4. BARROSO, João, 1995 - Os Liceus: Organização Pedagógica e Administração (1836 - 1960), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian/ J.N.I.C.T..
5. GOMES, Joaquim Ferreira (1980). Estudos para a História da Educação no século XIX. Coimbra: Almedina. (*)
Desenvolvimento sumário
A ESCOLA E O ENSINO; O PROGRESSO E A RIQUEZA
A aula pode começar com um excerto de um dos Relatórios do Conselho Superior de Instrução Pública que sirva para situar as propostas sugeridas em meados do século XIX:
"(...) Reconheceu-se que a instrução primária e elementar há mister de ser ampliada, pela
multiplicação das escolas de um e outro sexo, que estas sejam pagas com exatidão e regularidade, colocadas em edifícios públicos e visitadas pelos comissários dos estudos, ou pelos
seus subdelegados, e que se escolham bons professores habilitados em escolas normais.
A instrução secundária e complementar carece de dilatar a esfera do ensino, na parte relativa
às disciplinas industriais, adiantar os conhecimentos práticos e de aplicação, tão necessários
para o progresso da agricultura e para o desenvolvimento de todas as artes e ofícios. (...)
A instrução superior e profissional precisa de um curso económico-administrativo na Universidade e, tanto neste como nos demais centros científicos, carece-se de instrumentos, má-

58

quinas e utensílios, sem os quais não podem ter andamento as ciências que mais influência
exercem na prosperidade dos povos (...)"42
Era este o ponto da situação expresso nas conclusões do Relatório Anual de 1850-1851 do
Conselho Superior de Instrução Pública. Reflete as dificuldades sentidas, ao longo da primeira metade de oitocentos, na implementação de um conjunto de medidas capazes de aproximar o País dos parâmetros educativos europeus, mas, simultaneamente, expressa de forma
inequívoca as metas que necessitávamos de atingir no mais curto espaço de tempo: mais ensino elementar/primário, ensino secundário mais diversificado e ensino superior mais adequado às necessidades práticas de uma economia que urgia transformar.
Este sentido de mudança era corroborado pelas diferentes gerações de intelectuais que associavam a necessidade de qualificação educativa e profissional da população portuguesa ao
progresso que o País parecia apostado em trilhar, uma vez adquirida a ambicionada estabilidade política em 1851. Multiplicam-se as opiniões na segunda metade de oitocentos que insistem na relação riqueza-instrução. Em 1881, José Maria da Ponte Horta afirma que "(...) só
pela instrução do povo e para o povo as nações logram adquirir com a sua independência, a
riqueza e a liberdade. (...) O verdadeiro progresso da indústria encontra principalmente na
instrução técnica do obreiro o seu cooperador mais poderoso e eficaz. Na complexa trama
do trabalho industrial de um povo as facilidades económicas podem ser muito, mas o saber é
tudo. É porque a instrução vale só por si um progresso virtual em qualquer ordem de empreendimentos (...)" 43. O republicano e economista Rodrigues de Freitas corrobora e explicita a rentabilidade desta ligação entre a escola e o trabalho ­ "(...) Que transformações se não
operariam no trabalho nacional, se as classes laboriosas fossem menos ignorantes(...). Consulte-se a história da Inglaterra e da Áustria e ver-se-á que os progressos industriais foram
admiravelmente rápidos desde que se multiplicaram as escolas de ciências e de arte aplicadas
à indústria. (...). Esclarecer os homens de trabalho manual com as luzes da ciência equivaleria
a aumentar em milhares de contos o rendimento anual da fortuna pública (...)" 44
Exigia-se que as instituições políticas implementassem uma via institucional ­ escolas ­ que
respondesse a estas solicitações e desejos. Exigia-se que o exercício da cidadania fosse suficientemente reivindicativa para incomodar e pressionar o poder.
ENSINO PRIMÁRIO: principais iniciativas
Em meados da década de 50 é possível identificar alguns dos principais problemas deste
subsistema:
- a ausência de "mestres devidamente habilitados";
- a falta de "casas próprias para aulas";
- a "deficiente inspeção do ensino primário pela inexistência de um corpo especial de
inspetores";
42GOMES,

Joaquim Ferreira (1985). Relatórios do Conselho Superior de Instrução Pública (1844-1859). Coimbra: Instituto Nacional de Investigação Científica/Centro de Psicopedagogia da Universidade de Coimbra, p. 142.
43 HORTA, José Maria da Ponte (1881). Estado e Critica do Nosso Ensino Official. Lisboa, pp. 44 - 45.
44 FREITAS, José Joaquim Rodrigues de (1996). Novas Páginas Avulsas. Recolha e introdução de Jorge Fernandes Alves. Porto: Fundação Engº António de Almeida, pp. 142 - 143.

59

- "a impropriedade e pouca correção de muitos dos livros elementares" utilizados nas
escolas;
filhos";

- a ausência de escolas normais em todas as cabeças de distrito";
- "a indiferença e repugnância dos pais, pelo que toca aos meios de instruírem seus
- a falta de "escolas de meninas"45.

Até à década de 70 - altura da reforma de D. António da Costa (1870) e posteriormente de
Rodrigues Sampaio (1878) - viveu-se da aplicação possível da legislação publicada por Costa
Cabral (1844) e de algumas leis avulsas e sem consistência que versaram sobretudo a supervisão do ensino primário, a criação de cadeiras, o apelo às iniciativas das Câmaras e dos particulares e a forma de rentabilizar o legado do conde de Ferreira ("144.000$000 reis para se
construírem 120 edifícios para escolas primárias"46).
A reforma de D. António da Costa representa, pelo realismo do Relatório que a precede e
pelas medidas propostas, uma referência obrigatória no enquadramento legal do ensino primário. O resumo da reforma, por ele apresentado no final do referido relatório, traduz de
forma iniludível o alcance que pretendia para as "medidas radicais" que propunha:
"(...) Temos para nós que ela (a reforma) inicia um grande progresso com a escola assente no
ensino real, desenvolve as faculdades da alma e com o ensino profissional aperfeiçoa o trabalho, e tende a aumentar a riqueza; com o ensino obrigatório tornado verdade, eleva o nível
da instrução geral; com a introdução da ginástica e da educação física avigora a pouco e pouco a saúde das povoações; com as escolas normais habilita professores idóneos e abre-lhes
com o acréscimo dos vencimentos e sobretudo com o acesso, uma carreira cheia de incentivos; com uma boa e retribuída inspeção oficial melhora as condições do ensino, e dispõe na
localidade os meios de criar e aumentar o capital escolar; dá vigoroso impulso à educação do
sexo feminino; estreia por um sistema local a dotação da escola, descentralizando-a e lançando as bases da sua futura emancipação; ensinando ao aluno os seus direitos e deveres políticos e sociais, desenvolve-lhe o sentimento patriótico, fá-lo conhecedor da sua nobre missão,
e finalmente pelo complexo destas providências, firma a liberdade nacional na educação popular (...)."47
A reforma de 1878 apenas vai acentuar o carácter descentralizador da instrução primária - as
escolas públicas são colocadas na dependência das câmaras municipais que suportavam os
encargos do seu funcionamento, incluindo os vencimentos dos professores. A inspeção escolar era feita por inspetores nomeados e remunerados pelo Governo. As medidas legislativas publicadas a partir de 1890, embora não ponham em causa os fundamentos das reformas
de 1870 e 1878, vão abandonar o projeto de descentralização e piorar o estatuto socioprofissional dos professores primários (tanto ao nível da carreira como dos vencimentos). A descrença de uma efetiva mudança no quadro de um regime monárquico começa a crescer, pa-

GOMES, Joaquim Ferreira (1985). Ob. cit. pp.127 ­ 128.
BÁRBARA, A. Madeira (1979) Subsídios para o Estudo da Educação em Portugal - Da reforma pombalina à 1ª República. Lisboa: Assírio e Alvim, p.55.
47VASCONCELOS, José Máximo de Castro Neto Leite e [comp.] (1871). Colecção Official da Legislação Portuguesa:
Anno de 1871. Lisboa: Imprensa Nacional, p. 461.
45

46

60

ralelamente com o aumento da adesão de professores (e não só...) ao ideário republicano,
apesar da tentativa de inverter o rumo dos acontecimentos com uma nova reforma em 1901.
ENSINO SECUNDÁRIO: da institucionalização dos Liceus ao (re)nascimento do ensino
técnico
Apesar de beneficiar das reformas implementadas por Passos Manuel em 1836 e por Costa
Cabral em 1844, o ensino secundário estava em meados do século pressionado pela necessidade de algumas transformações, particularmente as que visavam conferir-lhe um sentido
mais prático capaz de se adaptar às realidades económico-sociais do emergente capitalismo
industrial e financeiro. Institucionalizar o papel dos liceus, alargar-lhe a estrutura curricular e
criar alternativas em escolas mais técnicas pareciam ser as vertentes em que teriam de assentar
as necessárias modificações ao nível do ensino secundário.
O processo de implementação da rede liceal teve no ano letivo de 1853-1854 um marco importante, com a abertura do Liceu de Viana do Castelo48, último dos previstos desde 1844, e
passando todas as capitais de distrito a dispor de um espaço educativo adequado a todos os
que pretendiam alargar a sua escolaridade elementar e, potencialmente, prosseguir estudos a
nível universitário. O processo de instalação dos liceus femininos foi bastante mais lento não
só na sua criação (os primeiros foram regulamentados por José Luciano de Castro em 1888
para Lisboa, Coimbra e Porto), mas sobretudo na sua efetivação que data de 31 de janeiro de
1906 (o Liceu Feminino Maria Pia, em Lisboa).
Apesar de os números serem pouco representativos passou-se de cerca de 2.000 alunos em
meados do século para mais de 8.00049 nas vésperas da implantação da República, não obstante a quebra verificada na década de 80 e até na de 90, aquando da criação das primeiras
escolas industriais.
Quanto à estrutura curricular manteve-se até 1860 a organização de conteúdos regulamentada por Costa Cabral, ainda na primeira metade do século. Em abril de 1860 é publicado o
regulamento do ensino liceal que procura introduzir as alterações sugeridas pelos relatórios
do Conselho Superior de Instrução Pública que visavam uma maior credibilização e autonomia do ensino ministrado nos liceus. Credibilização, globalizando os seus conteúdos e introduzindo algumas cadeiras utilitárias e científicas como as de Língua Francesa, Língua Inglesa,
Desenho Linear e Princípios de Física, Química e Introdução à História Natural dos Três
Reinos. Autonomia, tentando garantir que os alunos não procurassem os liceus apenas como
um meio para atingir o ensino superior, mas como um fim importante à formação intelectual
e social dos cidadãos. Para além das boas intenções, ficou a excessiva carga literária e humanística do currículo, em detrimento das áreas utilitárias e científicas, com o correspondente
desequilíbrio na distribuição dos tempos letivos.
Em setembro de 1872, o Decreto assinado por António Rodrigues Sampaio, procura introduzir alguma ordem na leccionação dos conteúdos, obrigando os alunos ordinários ou interADÃO, Áurea (1982). A Criação e Instalação dos Primeiros Liceus. Oeiras: Instituto Gulbenkian da Ciência, p.
115.
49 VALENTE, Vasco Pulido (1973). Ob. cit., p. 101.
48

61

nos a seguir a ordem do plano de estudos. A possibilidade de os alunos inscritos em escolas
particulares poderem escapar a este regime vai, no entanto, permitir o aumento de frequência
no particular, transformando o liceu onde tinham de ir fazer exame em "liceu-alfândega",
como muito bem o caracterizou Agostinho de Campos50.
Só em finais do século XIX, com Jaime Moniz teremos uma alteração significativa nesta
área. A sua reforma em 1895 representa uma referência no quadro da evolução do ensino
oitocentista, devido por um lado às novidades pedagógicas que procura implementar mas,
sobretudo, pela capacidade de articular globalmente o currículo, a administração e novos
princípios metodológicos. A decisão de maior alcance foi certamente a aposta, agora mais
consistente e fundamentada, no regime de classe que garantia, na sua perspectiva, uma melhor gestão dos espaços liceais, dos tempos letivos e dos saberes disciplinares, para além de
garantir uma mais frutuosa relação pedagógica entre professor e aluno.
A sua reforma despertou nos contemporâneos reações contraditórias: por um lado acusavam-na de copiar o "ginásio alemão" designando-a de germanizante, por outro não punham
em causa a competência do seu autor. Duma ou de outra forma, ela foi responsável por um
avivar da imprensa pedagógica e por um conjunto de medidas que se vão revelar, no futuro,
de grande alcance: o alargamento do calendário escolar, a institucionalização do "diretor de
classe ou ano" e a introdução de sugestões metodológicas precisas. O novo regime de exames, e o grande sucesso dos alunos dos liceus, vai ser responsável pela inversão da importância quantitativa entre o ensino oficial e particular (em 1895 os externos representam cerca
de 75% enquanto em 1900 os internos já significam 62%.
ENSINO PROFISSIONAL: AGRÍCOLA, INDUSTRIAL E COMERCIAL
Apesar de algumas iniciativas dispersas na primeira metade do século XIX - nomeadamente
a criação dos Conservatórios de Artes e Ofícios em 1836/37 por Passos Manuel - só em
1852, Fontes Pereira de Melo, procura acabar com uma das carências mais penalizadoras do
desenvolvimento económico: a ausência de um ensino vocacionado para a formação de técnicos para os setores agrícola, industrial e comercial. Os relatórios justificativos dos decretos
de dezembro de 1852 que procuram dar uma nova dinâmica aos ensinos agrícola, comercial
e industrial, são bem explícitos dos atrasos que teríamos de superar para nos aproximarmos
das nações mais desenvolvidas.
O ensino técnico e profissional assume de forma inequívoca uma importância idêntica à atribuída ao desenvolvimento das vias de comunicação ou ao embaratecimento do crédito, e
potenciará a existência de uma maior riqueza e de um maior poder de compra. No ensino
agrícola procurava-se aproximar os potenciais alunos das realidades, ministrando um primeiro grau de ensino em quintas que, pertencendo a particulares, funcionariam como estabelecimentos de cultura espalhados pelo País (estava prevista uma quinta de ensino por cada
província). Para um outro nível de aprendizagem seriam criadas três escolas regionais - uma
em Lisboa, outra em Viseu (logo em 1853 transferida para Coimbra) e outra em Évora. Junto destas escolas regionais estava prevista uma escola de veterinária e uma coudelaria. O en50CAMPOS,

Agostinho de (1922). Ensaios sobre Educação I: Educação e Ensino. Lisboa, p. 163.

62

sino de 3º grau seria ministrado no Instituto Agrícola de Lisboa que englobaria o ensino de
veterinária.
Ao nível do ensino industrial procurava-se também apresentar um leque de oferta que garantisse uma formação curricularmente adequada às necessidades da indústria e em horário que
permitisse compatibilizá-lo com o exercício de uma profissão: "o ensino industrial será genérico para todas as artes e ofícios", "divide-se em elementar, secundário e complementar" e
"será professado à noite, com exceção do trabalho das oficinas"51. Geograficamente menos
distribuído - apenas em Lisboa e no Porto - procurava fornecer sobretudo uma formação
geral capaz de habilitar pessoas para múltiplas funções: operário habilitado, oficial mecânico,
oficial químico, oficial forjador, oficial fundidor, oficial serralheiro ajustador, oficial torneiro
e modelador, mestre mecânico, mestre químico e diretor mecânico. É visível por um lado a
procura de um leque de disciplinas e de oficinas capazes de abrangerem o máximo de formações profissionais e, por outro, a nomenclatura dos cursos que marca a transição da terminologia das corporações para a de sentido mais industrial.
O ensino comercial, curiosamente fora do âmbito do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, continuou adstrito ao ensino liceal e, por essa via, ao Ministério do Reino.
Apenas em 1866 será criada uma instituição específica para a formação nessa área - a Escola
Comercial de Lisboa - sendo três anos mais tarde incorporado no Instituto Industrial e Comercial de Lisboa, passando então para o âmbito do Ministério que regulava já o ensino industrial e agrícola.
Todas estas iniciativas, surgidas na sequência da pressão dos setores produtivos e das associações empresariais (refira-se que a primeira escola industrial começa a funcionar no Porto
em 1852-1853 e é da iniciativa da Associação Industrial Portuense), não tiveram até ao final
da década de 70 qualquer impacto, nem mereceram grande adesão por parte da população
estudantil portuguesa. A regionalização do ensino técnico passou, face a isto, a assumir-se
como uma das apostas necessárias quando abordamos os anos 80. António Augusto de
Aguiar em 1884, Emídio Júlio Navarro em 1888, João Franco em 1891 e Bernardino Machado em 1893 serão os principais responsáveis pelas alterações verificadas sobretudo no ensino
industrial.
O arranque deu-se em 1884 com a regulamentação de dois Museus Industriais e Comerciais
em Lisboa e no Porto e que se destinavam a "proporcionar instrução prática pela exposição
dos variados produtos da indústria e do comércio"52. Depois procura-se criar um conjunto
de escolas, vocacionadas para o ensino industrial e de desenho industrial, e disseminadas geograficamente - Covilhã, Porto (3), Lisboa (3), Coimbra, Caldas da Rainha, Portalegre, Tomar, Guimarães e Torres Novas - de forma a "servir as indústrias predominantes nas localidades"53. Articuladamente procura-se potenciar as matriculas, procurando que "o horário
dos cursos, (seja) combinado por forma que possa conciliar a frequência dos alunos às escolas de instrução primária"54. Nas duas circunscrições - divisão utilizada para uma gestão e
inspeção mais eficaz - o número de alunos que frequentaram o ensino industrial entre 1884 e
51

Decreto de 30 de dezembro de 1852, Artºs 1, 3, 4, 5, 6 e 7.
Decreto de 6 de maio de 1884. In. VASCONCELOS, 1885: 124-126.
53 Decreto de3 de Janeiro de 1884. In. VASCONCELOS, 1885: 1.
54 Decreto de 6 de maio de 1884. In. VASCONCELOS, 1885: 125.
52

63

1900 rondava os 50.000. Quando no primeiro ano letivo do século XX (1900-1901) observamos as inscrições nos diferentes setores do ensino secundário, verificamos que o ensino
industrial tem 3.407 alunos, o ensino comercial elementar 503, o ensino agrícola 165 e o mais
populoso, o ensino liceal, 5.570 alunos55.
Estes números servem sobretudo para constatarmos o atraso com que se apostou na vertente do ensino industrial, e para confirmarmos a reduzida apetência pelo ensino agrícola e comercial. O ensino liceal, passava a ter em inícios do século um concorrente efetivo mas, sobretudo, uma alternativa mais profissional para aqueles que desejavam entrar, mais cedo e
com outras destrezas e capacidades, no mundo do trabalho.
Propostas de investigação
- Análise da reforma da Instrução Primária de Rodrigues Sampaio: da proposta de 20 de janeiro de 1872 à Lei de 2 de maio de 1878 ­ projeto, alterações pela Comissão de Instrução
Pública, discussão na Câmara dos Deputados e na dos Pares. Confronto entre o Projeto e a
Lei final.
- Análise do "Regulamento Policial para o Liceu Nacional de Évora", Évora, 1874 [Documento fornecido aos alunos].
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

55

Dados obtidos in. PORTUGAL, Annuario Estatistico - 1900, 1907.

64

3.1.6.Generosidade, utopia e realidade do projeto republicano
Tópicos de incidência
A) Propostas da Geração de 70.
B) Programa educativo do Partido Republicano Português.
C) A Demopedia Republicana.
D) Iniciativas reformadoras na 1ª República: ensino primário, ensino secundário liceal e técnico, ensino universitário e formação de professores.
E) A triste realidade dos números.

Bibliografia Básica
1. CANDEIAS, António [coord.] (1987). Educar de Outra Forma ­ A Primeira República. "Análise Psicológica" (número temático), V (3).
2. CATROGA, Fernando (2000). O Republicanismo em Portugal ­ da formação ao 5 de outubro de
1910. Lisboa: Editorial Notícias.
3. GOMES, Joaquim Ferreira (1991). A Universidade de Coimbra durante a 1ª República (19101926). Lisboa, Instituto de Inovação Educacional. (*)
4. NÒVOA, António (1988). A República e a Escola: das intenções generosas ao desengano das realidades. "Revista Portuguesa de Educação", 1 (3), pp. 29-60. (*)
5. QUENTAL, Antero de; SOROMENHO, Augusto; QUEIROZ, Eça de; COELHO,
Adolfo (2005). Os Conferencistas do Casino. Porto: Fronteira do Caos Editores.
Desenvolvimento sumário
Partindo de uma frase de Antero Quental introduziremos a temática desta aula:
"(...)Pareceu que cumpria, enquanto os povos lutam nas revoluções, e antes que nós mesmos tomemos nelas o nosso lugar, estudar serenamente a significação dessas ideias e a legitimidade desses interesses; investigar como a sociedade é, e como ela deve ser; como as nações têm sido, e como as pode fazer hoje a liberdade; e, por serem elas as formadoras do
homem, estudar todas as ideias e todas as correntes do século. Não pode viver e desenvolver-se um povo, isolado das grandes preocupações intelectuais do seu tempo: o que todos os
dias a Humanidade vai trabalhando deve também ser o assunto das nossas constantes meditações (...)." [Antero Quental ­ Prosas]
Num primeiro momento importa equacionar a ligação aos intelectuais que, por vários meios,
procuraram chamar a atenção para o estado de letargia cultural e educativa em que estava o
65

país. Já analisamos a associação que a Geração de 70 fez entre Progresso e desenvolvimento
educativo. Conhecemos as conferências realizadas onde o tema da Educação, seja numa
perspetiva de longa duração ­ Causas da Decadência dos Povos Peninsulares de Antero
Quental ­ seja mais centrada na comparação com outros países ­ A Questão do Ensino de
Adolfo Coelho ­ nos aparece como central para as mudanças políticas, sociais e económicas
que se almejam para Portugal. Importa por isso radicar as propostas que vão surgir nesta
área, em finais do século XIX e inícios do XX, num "Estado Nascente" constituído pelos
intelectuais que constituíram a designada Geração. A leitura de alguns excertos da Conferência de Adolfo Coelho pode, ainda, ajudar a cimentar esta ligação.
Depois importa avançar para as propostas republicanas nomeadamente através da leitura do
Manifesto do Partido Republicano Português de 1891, onde eram já visíveis as preocupações
com a "liberdade de imprensa", com o "ensino elementar secular", com a "educação progressiva da mulher", com a"frequência obrigatória do ensino superior" (claramente um bom
exemplo da utopia republicana) e com a "dignificação do professorado". A seleção destes
aspetos serve sobretudo para acentuar a crença do republicanismo na "virtude emancipatória
e desenvolvimentalista do acesso às luzes do saber, da ciência e da cultura, isto é, do acesso
generalizado à escola, à nova escola republicana (...); esse seria o caminho para despertar
uma nova cidadania, promover o progresso técnico e material da Nação e assegurar o futuro
da República. (...) Não se tratava tanto de moldar autoritariamente as consciências através
da inculcação forçada de valores impostos pelos aparelhos educativos do Estado ,,de fora
para dentro como fará o Estado Novo; mas de semear e depois acompanhar o progressivo
desabrochar e domínio dos saberes e das escolhas. Não era a metáfora do modelador das
almas, mas a da planta e do jardineiro, tão cara aos pedagogos republicanos."56
Como forma de sintetizarmos as principais linhas ideológicas do pensamento educativo republicano, avançamos para o conceito de Demopedia Republicana, excelentemente tratado
na obra de Fernando Catroga que aparece na bibliografia essencial da aula, chamando aqui a
atenção para a parte III (pp. 235-291). Através de alguns "slides" com passagens do autor,
comentaremos algumas das ideias nucleares:
- Em relação à "Escola Laica" identificamos o "princípio da obrigatoriedade", a "gratuitidade" e a "laicidade" como pressupostos para a "completa consumação da cidadania e
da própria essência do homem: a perfectibilidade"57. A secularização da instrução em todos
os graus de ensino é nuclear porque os republicanos têm consciência que "o elemento religioso, especialmente o catolicismo, como por aí se compreende e pratica, dogmática e disciplinarmente se define, tornou-se num elemento moralmente subversivo, socialmente perturbador e retrógrado"58. O ponto de chegada tem de ser um "ensino elementar obrigatório, secular e gratuito" até porque acreditam que "só o derramamento da educação e da instrução daria um fundamento duradouro à modernização da sociedade"59. Acentua-se a crença republi56

ROSAS, Fernando (2004). Portugal século XX (1890-1975): Pensamento e Acção Política. Lisboa: Editorial Notícias, pp. 30-31.
57
CATROGA, Fernando (2000). O Republicanismo em Portugal ­ da formação ao 5 de outubro de 1910. Lisboa: Editorial Notícias, pp. 237-238.
58
Manuel Emídio Garcia, positivista no artigo Instrução Secundária em Portugal (In "Positivismo", II ano, nº6,
agosto-setembro, 1880, p.470), citado por CATROGA, Idem, p. 245.
59
Idem, p. 247.

66

cana que a Escola e outras práticas educativas têm o poder de "inocular sobre a consciência
dos indivíduos" um conjunto de valores e de princípios que "extirpem todos os preconceitos
e fanatismos" que os podem "impedir de alcançar a cidadania"60.
- Em relação à `"Educação Moral, Cívica e Patriótica" é importante dar ao aluno a
perspetiva de continuidade que radica na Revolução Francesa e que foi assimilada pela nossa
Revolução Liberal. Importa também aqui chamar a atenção para o sonho do liberalismo
monárquico português compatibilizar as mudanças, com o catolicismo, mesmo que algumas
medidas possam, eventualmente, parecer olhar noutra direção (extinção dos conventos e expulsão das ordens religiosas masculinas em 1834). Referir que Passos Manuel, por exemplo,
no decreto de 15 de novembro de 1836, integrou na Instrução Primária a "Civilidade, a Moral e a Doutrina Cristã". Mas à parte estes aspetos históricos, acentuar que agora acredita-se
que a "escola deveria não só transmitir conhecimentos, mas também educar as crianças de
hoje para que elas sejam os republicanos e os patriotas de amanhã"; que "combinando a
educação e a instrução, a pedagogia tinha, em última análise, finalidade cívica"; que "a escola,
nomeadamente através da instrução primária, devia ser uma oficina em que se fabrica o cidadão e o patriota"61.
- Numa última vertente da tríade da demopedia, acentuamos a relação (e a dependência) que se estabelece entre República e Regeneração. Os republicanos assentam o seu
pensamento num reforço do decadentismo nacional, procurando com isso chamar a atenção
para a necessidade de um "homem novo" e, simultaneamente, para a impossibilidade da
"génese de uma Pátria Nova" sem a "sua formação". Daí a importância de práticas, festas,
rituais, comemorações, novos feriados... que acentuassem esse espírito e criassem condições
para o sedimentar62.
Entrando depois nas iniciativas reformadoras na 1ª República, procuramos, através da apresentação de um quadro sinóptico com cinco entradas ­ fatos políticos, ensino primário, ensino secundário liceal, ensino técnico, ensino superior ­ identificar as principais mudanças,
sempre comparando com a grande instabilidade política, tanto interna com externa.
No ensino primário acentuamos a sua articulação com a educação infantil em que os republicanos tanto apostaram, a expansão da rede escolar (o número de escolas primárias passou
de 1 105 em 1910 para 6 657 em 1926) com o consequente aumento dos alunos (95 500 em
1910 e 367 330 em 1926). Faz-se uma referência a algumas das principais medidas legislativas, sobretudo porque concretizam muitos dos princípios defendidos: a extinção do ensino
da doutrina cristã nas escolas primárias (em 22 de outubro de 1910); a reforma do ensino
infantil, primário e normal (em 29 de março de 1911); a criação em 24 de novembro de 1915
do Instituto do Professorado Primário Oficial Português; e a reforma de Leonardo Coimbra
de 10 de maio de 1919 (uma das mais audaciosas pois institui dois ciclos ­ primário geral
com 5 anos e superior com 3).
No ensino secundário liceal chama-se sobretudo a atenção para o clima de grande instabilidade que se viveu, fruto de propostas de reforma que não tiveram recetividade e que provo60

Idem, p.255.
Expressões retiradas de CATROGA, Idem, pp. 257-262.
62
A este propósito podia ser sugerida, para quem se interessasse mais por esta temática a obra de PINTASSILGO, Joaquim (1998). República e Formação de Cidadãos. A Educação Cívica nas Escolas Primárias da Primeira República Portuguesa. Lisboa: Edições Colibri.
61

67

caram grandes movimentações e manifestações contra a sua implementação, sobretudo em
abril de 1917, altura em que os Liceus chegaram a ser encerrados. Aliás "os historiadores são
unânimes em considerar que o ensino secundário foi a área onde a ação republicana se exerceu de forma menos inovadora"63. Realce para algumas mudanças no ensino liceal feminino
(17 de novembro de 1914 e 11 de novembro de 1918) sobretudo ao nível do currículo, e para a única reforma significativa neste subsistema que ocorre em 18 de junho de 1921.
No ensino secundário técnico a remodelação da sua organização logo em 23 de maio de
1911, medida que se revelou precoce já que rapidamente se sentiu a necessidade de nomear
uma Comissão que propusesse uma alteração bastante radical, corporizada em 1 de dezembro de 1918 e conhecida pela "Reforma de Azevedo Neves" ministro à altura. Aliás o Relatório deste decreto que se espraia por mais de 50 páginas, é um bom exemplo da necessidade
de uma análise retrospectiva profunda no sentido de racionalizar convenientemente a rede e
os gastos neste sector. Este documento pode ser utilizado numa das aulas práticas dedicadas
à legislação porque espelha bem as potencialidades de análise destes materiais introdutórios
às leis. Neste sector faz-se ainda uma chamada de atenção para a reformulação nos Institutos
Industriais e Comerciais de Lisboa e Porto que vai dar origem, entre outros, ao aparecimento
do Instituto Superior Técnico de Lisboa (23 de maio de 1911).
No ensino superior o destaque vai naturalmente para a criação das Universidades de Lisboa e
Porto (22 de março de 1911, com o regulamento a ser aprovado logo a 19 de abril), para a
criação das Faculdades de Letras de Lisboa e Coimbra (9 de maio e regulamento a 19 de
agosto), para a criação da Faculdade de Direito de Lisboa em 1913, mas também para o encerramento da Faculdade de Letras de Coimbra a 10 de maio de 1919 com a sua transferência para o Porto, no meio de grandes contestações, embora para apaziguar o Parlamento tenha decidido em 9 de setembro desse mesmo ano, manter as duas abertas.
Para terminar esta sessão que exige um grande controlo de tempo, são apresentados alguns
números relativos à frequência dos diferentes graus de ensino apenas para se perceber o
crescimento de alunos no primário e um crescimento moderado tanto no secundário técnico
como no liceal (entre 10 000 a 12 000 por ano) e o aumento mais significativo no superior,
fruto sobretudo do fim do monopólio de Coimbra.

QUADRO - FREQUÊNCIA DO ENSINO LICEAL E TÉCNICO (1915 - 1930)64
ANOS
LECTIVOS
1915-1916
1916-1917
1917-1918
1918-1919
1919-1920

ENSINO
LICEAL
14 135
14 556
15 274
13 720
13 748

ENSINO
TÉCNICO
8 479
9 452
16 396
17 797
8 820

63

NÓVOA, António (1988). A República e a Escola: das intenções generosas ao desengano das realidades. "Revista Portuguesa de Educação", 1 (3), pp. 25.
64
Idem, pp. 23 e 26

68

1920-1921
1921-1922
1922-1923
1923-1924
1924-1925
1925-1926
1926-1927
1927-1928
1928-1929
1929-1930

13 203
12 930
13 434
14 337
15 105
16 766
18 411
19 011
17 614
17 829

8 892
8 832
9 452
10 078
11 756
13 016
14 446
15 812
16 521
16 391

TOTAIS

230 073

186 140

QUADRO - FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR (1911 - 1926)65
Anos lectivos
1911-1912
1912-1913
1913-1914
1914-1915
1915-1916
1916-1917
1917-1918
1918-1919
1919-1920
1920-1921
1921-1922
1922-1923
1923-1924
1924-1925
1925-1926

LISBOA

COIMBRA

PORTO

TOTAL

211
482
636
745
926
935
888
996
993
1 086
1 408
1 401
1 464
1 599
1 823

468
811
1 037
1 198
1 461
1 277
1 123
1 106
1 158
1 180
1 202
1 089
1 165
1 334
1 294

533
529
612
630
686
531
482
470
596
724
808
865
953
967
1 000

1 212
1 822
2 285
2 373
3 073
2 743
2 493
2 572
2 747
2 990
3 418
3 355
3 582
3 900
4 117

Para uma análise final da obra republicana, terminamos com um pequeno texto para ser comentado:
"(...)Ao não compreenderem a situação real do país e as resistências do povo à sua ,,pedagogia salutar, os republicanos impediram a criação das condições necessárias à implementação
de algumas mudanças estruturais do sistema de ensino, apostando numa estratégia que se
revelou ineficaz. Somos obrigados a reconhecer que a República se mostrou incapaz de alterar a ,,situação caótica que se vivia em Portugal no domínio educativo: a um excelente diag-

65

Idem, p. 28.

69

nóstico, feito nos últimos anos da Monarquia, seguiu-se uma grande incapacidade de desenvolver com coerência dinâmicas inovadoras (...)."66

Propostas de investigação
- Análise de artigos em "A Federação Escolar" para pressentir o mal-estar dos professores.
- Análise crítica / comentada do romance A Escola do Paraíso de José Rodrigues Miguéis.
- Análise da Reforma Camoesas (1923).
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

66

Idem, p.30.

70

3.1.7.As perspetivas da inovação pedagógica (de finais do século XIX aos anos vinte
do século XX)
Tópicos de incidência
A) A modernidade pedagógica de finais do século XIX.
B) A Educação Nova.
C) Alguns autores de referência: Faria de Vasconcelos, Álvaro Viana de Lemos, António
Sérgio, José Augusto Coelho, Manuel Ferreira-Deusdado, entre outros.
Bibliografia Básica
1. CANDEIAS, António (1994). Educar de outra forma ­ A Escola Oficina nº1 de Lisboa (19051930). Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
2. CANDEIAS, António; NÒVOA, António; FIGUEIRA, Manuel Henrique (1995). Sobre a
Educação Nova. Cartas de Adolfo Lima a Álvaro Viana de Lemos (1923-1941). Lisboa: Educa.
3. FERNANDES, Rogério (1979). A pedagogia portuguesa contemporânea. Lisboa: Instituto de
Cultura Portuguesa/Biblioteca Breve.
4. FIGUEIRA, Manuel Henrique (2004). Um Roteiro da Educação Nova em Portugal. Lisboa:
Livros Horizonte. (*)
5. Ó, Jorge Ramos do (2003).O Governo de si mesmo. Modernidade Pedagógica e Encenações Disciplinares do Aluno Liceal (último quartel do século XIX ­ meados do século XX). Lisboa: Educa.
Desenvolvimento sumário
O Movimento normalmente designado como da "Educação Nova" tem as suas raízes mergulhadas na produção científica e pedagógica de finais do século XIX, sobretudo com a
emancipação e consolidação de áreas tão importantes como a Psicologia e a Sociologia. Entrevê-se através de um discurso científico próprio do campo educativo, englobando, entre
outras, preocupações com os conteúdos, os espaços, a organização escolar, o aluno e o papel
do professor.
A Educação Nova foi um movimento que se desenvolveu no espaço europeu ocidental, na
América do Norte e do Sul entre finais do século XIX e meados do século XX. Este movimento atinge, na opinião dos principais especialistas, o apogeu nos anos 20 do século XX e
essa maior importância não pode ser desligada das consequências da Iª Guerra Mundial. Daí
que um dos sentidos passe pela regeneração da forma como é encarada a escola, os seus conteúdos e o papel dos "seus habitantes".
O seu pensamento exprime-se sobretudo por "Práticas Pedagógicas Inovadoras" e, paralelamente, com um corte radical com o passado:
71

"(...) Ainda há pouco uma das mais experimentadas educadoras suíças exclamava, depois de
ter considerado o horizonte do futuro de uma educação nova ao serviço da vida e servida
pela ciência: Devia lançar-se fogo a todas as escolas atuais e mandar embora os professores,
a fim de que melhor se pudesse reedificar sobre um terreno novo! É um exagero, sem dúvida, tal afirmação, mas contém uma grandessíssima verdade. (...) A escola tradicional já deu o
que tinha a dar, já viveu o que tinha a viver." (Ferrière, 1920)
"Só a educação nova é adequada às crianças de hoje. Mas o que é que isto quer dizer? É preciso compreender que a educação dita nova é a mais antiga do mundo. É feita de bom senso,
de sentido prático e de ciência." (Ferrière, 1944)67
Quais são as realidades que contribuem para explicar e justificar este movimento? Na opinião de António Nóvoa são essencialmente três: "o reforço do papel do Estado na área da
educação no quadro do desenvolvimento da escola de massas"; "a afirmação coletiva dos
professores, em termos do seu estatuto socioprofissional, da formação especializada e do
associativismo docente"; "os esforços de cientificidade da pedagogia, paralelos à produção
de um novo discurso nas ciências sociais e humanas".68
Qual é o programa mínimo da Educação Nova? Abdicando das trinta características que circularam nos meios pedagógicos dos inícios do século69 optemos pelas cinco ideias-chave sintetizadas por António Nóvoa:
"1.A escola nova é um laboratório de pedagogia prática, que procura servir de referência para o
sistema público de ensino; funcionando preferencialmente em regime de internato e situada
numa zona rural, a escola nova procura criar uma ambiência saudável e de proximidade com
a natureza (excursões, acampamentos, criação de animais, trabalhos agrícolas, ginástica, etc.).
2.A escola nova pratica o sistema de coeducação dos sexos, estimulando as relações sociais e a
cooperação entre rapazes e raparigas.
3.A escola nova concede uma particular atenção aos trabalhos manuais, encarados não apenas
numa dimensão técnica, mas sobretudo como um poderoso meio de educação intelectual;
todo o ensino deve organizar-se a partir de métodos ativos, que estimulem o gosto pelo trabalho e a criatividade.
4.A escola nova procura desenvolver o espírito crítico, através da aplicação do método científico, baseando o ensino em fatos e experiências, na atividade pessoal da criança e nos seus interesses
espontâneos; é desejável uma conjugação entre atividades de trabalho individual e momentos de
trabalho coletivo.
5.O quotidiano da escola nova alicerça-se no princípio da autonomia dos educandos, isto é, numa
educação moral e intelectual que não se exerce autoritariamente de fora para dentro, mas
antes de dentro para fora, graças à experiência e ao desenvolvimento gradual do sentido crítico e da liberdade; o sistema disciplinar, bem como a educação da consciência moral e da
razão prática, devem fazer-se no quadro desta perspetiva."70
67

O texto original de Ferrière é de 1944 (Maisons d'enfants de l'après-guerre); no entanto, a citação é extraída de
uma obra posterior, que retoma partes deste texto (Breve initiation à l'école nouvelle , 1951). In CANDEIAS, António; NÒVOA, António; FIGUEIRA, Manuel Henrique (1995). Sobre a Educação Nova. Cartas de Adolfo Lima a
Álvaro Viana de Lemos (1923-1941). Lisboa: Educa, p.25.
68
Idem, p.26.
69
Os trinta pontos de uma Escola Nova foram publicados pela primeira vez na obra de Faria de Vasconcelos ­
Une école nouvelle en Belgique, em 1915.
70
Idem, p.32.

72

A genealogia deste movimento em Portugal é apresentada no Congresso de Locarno da Liga
Internacional Pró Educação Nova em 1927 por Álvaro Viana de Lemos que releva algumas iniciativas do final da Monarquia e, sobretudo, da 1ª República. O trabalho das Escolas Normais,
o esforço associativo, a intervenção de alguns pedagogos, tanto na conceção de novas medidas como na sua implementação (por exemplo António Sérgio) e o pioneirismo da Escola
Oficina nº171, são alguns dos exemplos utilizados para mostrar a nossa sintonia com o movimento. É no espaço associativo que melhor se percebe a dinâmica desta postura pedagógica: desde a Liga Nacional de Instrução à Sociedade de Estudos Pedagógicos, passando pelas
Universidades Livres e Populares tão incentivadas ao longo da 1ª República, encontramos aí
espaços de reflexão e de atuação que se articulem com o pensamento defendido.
A fragilidade vamos encontrá-la sobretudo por ter ficado demasiado circunscrita e localizada,
tanto em termos escolares como de personalidades envolvidas. Contrariamente ao que vamos encontrar "na maioria dos países europeus, a Educação Nova portuguesa teve expressão sobretudo nas escolas da rede oficial de ensino, e não em instituições ou colégios privados; adquiriu uma dimensão significativa nas instituições de formação de professores, e não
apenas em círculos pedagógicos restritos; articulou-se de forma relativamente harmoniosa
com o importante movimento associativo dos professores"72.
Na década de 30 assiste-se a uma progressiva diminuição do movimento de inovação pedagógica. O Estado Novo procurará silenciar os mentores e as instituições onde as ideias mais
tinham germinado (por exemplo nas Escolas Normais). O afastamento de Adolfo Lima, o
exílio de António Sérgio, as pressões sobre Faria de Vasconcelos e a prisão de Álvaro Viana
de Lemos desferem golpes irreparáveis sobre o movimento. Ficaram os sentidos de transformação da escola, o programa, as ideias e os projetos articulados em tornos de quatro dimensões: a científico-pedagógica que se traduziu no esforço de construção de uma ciência da
educação; a sócio-educativa que atribui à escola funções que ultrapassam em muito a mera
estatística do analfabetismo; a dimensão sociopolítica que altera significativamente a responsabilidade social dos educadores; e a técnico-pedagógica com a inclusão de novas técnicas e
metodologias escolares que vamos ver perfilhadas ainda durante o Estado Novo nalguns
programas, sobretudo extra curriculares de alguns Liceus.
Propostas de investigação
- Análise das biografias de alguns dos autores referidos no Dicionário dos Educadores Portugueses (Faria de Vasconcelos, Álvaro Viana de Lemos, Adolfo Lima, António Sérgio, entre
outros).
- Análise do artigo da Revista "Educação" de julho (nº 1) e de agosto (nº 2 pp. 20 a 23) de
1932 com os 30 pontos da Educação Nova.

71

Outras instituições são também apresentadas como modelo: a Escola Comercial Raul Dória no Porto, a Casa
Pia de Lisboa (em particular durante a direcção de Aurélio da Costa Ferreira), o Colégio Moderno de Coimbra,
o Instituto Moderno no Porto, o Instituto dos Pupilos do Exército e a Escola Agrícola de Coimbra, para citar
apenas algumas, de diferentes áreas e localidades, mostrando assim um efeito generalizado deste Movimento.
72 Idem, p. 35.

73

- Recensão dos capítulos 7, 8 e 9 (pp. 71 a 128) da obra: MONTEIRO, A. Reis (2005). História da Educação ­ uma perspetiva. Porto: Porto Editora.
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

74

3.1.8.A Educação Nacional (1930-1970)
Tópicos de incidência
A) A difícil substituição de legitimidades.
B) A construção nacionalista da educação.
C) A pressão interna e externa sobre os indicadores educativos.
D) A impossibilidade de protelarmos mudanças significativas (década de 60, inícios de 70).
Bibliografia Básica
1. ALVES, Luís Alberto Marques (2004). Telescola: uma Escola com História ­ parte 1 e 2. V. N.
Gaia: EBM [2 cassetes em VHS ou 1 CDROM].
2. MÒNICA, Maria Filomena (1978). Educação e Sociedade no Portugal de Salazar. Lisboa: Editorial Presença/GIS.
3. NÒVOA, António (1992). A Educação Nacional (1930-1960). In "Portugal e o Estado Novo" (Nova História de Portugal) [Rosas, Fernando, coord.]. Lisboa: Editorial Presença, pp.
455-519. (*)
4. ROSAS, Fernando; BRITO, J. M. Brandão (1996). Dicionário do Estado Novo. Lisboa: Círculo de Leitores [artigos: "Ensino Liceal"; "Ensino Primário"; Ensino Técnico"; "Ensino Superior"] (*)
5. STOER, Stephen (1982). Educação, Estado e Desenvolvimento em Portugal. Lisboa: Livros Horizonte.

Desenvolvimento sumário
Partindo de uma cronologia sincrónica de 6 entradas ­ fatos políticos, ensino primário, ensino secundário liceal, ensino secundário técnico, ensino superior e telescola ­ estabelece-se
um primeiro diálogo inicial sobre a sequência de acontecimentos nos diferentes subsistemas
mas, simultaneamente, a verificação da simultaneidade ou coincidência de algumas mudanças, por exemplo a seguir à segunda guerra mundial. Depois vão-se traçando as principais
ideias que marcaram a educação no período que nos leva até perto da Revolução de abril.
O longo período, habitualmente designado de Estado Novo, englobará, naturalmente, uma
fase de grandes transformações internacionais, com algumas repercussões nacionais, mais
visíveis nos momentos de hesitação interna ou de isolamento externo. Quando o regime
procura preservar uma auréola nacionalista, patriótica ou de autarcia, o distanciamento aumenta, proporcional a esse isolamento. Quando as oportunidades externas surgem, por
exemplo a neutralidade face ao segundo conflito mundial e a possibilidade de abastecermos
75

ambos os lados, as brechas industrialistas permitem visualizar as preocupações com a renovação energética, com a concentração industrial, com a inovação tecnológica e com a planificação do fomento, alterando a relação hierárquica entre o aspeto financeiro e o económico.
Um aspeto transversal, temporalmente, da política educativa do Estado Novo é a sua opção
pelo "ajustamento da educação escolar à estrutura social". Esta prioridade, que sofrerá algumas nuances na média duração, passou pela ideia que o "excesso de instrução conferia aos
seus detentores aspirações sociais anómicas ­ porque a estrutura social não lhes pode dar
resposta "73, mas perigosas para o tipo de Nação e País que se pretendia. Os discursos de
políticos, ou de pessoas conotadas com o regime, são esclarecedores:
- "(...) Oiço muitas vezes dizer aos homens da minha aldeia :Gostava que os pequenos soubessem ler para os tirar da enxada. E eu gostaria bem mais que eles dissessem: Gostaria que
os pequenos soubessem ler, para poderem tirar melhor rendimento da enxada. Precisamos
convencer o povo de que a felicidade não se consegue buscando-a através da vida moderna e
dos seus artifícios, mas procurando a adaptação de cada um às características do ambiente
exterior."74
- "(...)Importa pôr fim a esta superprodução legal de forças intelectuais porque dá origem a
esta multidão de semiproletários, uns saídos da massa operária e que jamais se tornarão burgueses, outros vindos do alto e que nunca se resignarão à sorte de simples trabalhadores, todos profundamente isolados e inclinados à revolta (...). Será indispensável moderar as aspirações desrazoáveis que impregnam o espírito dos pobres e dos humildes, será preciso destruir essa grande ilusão de que a cultura dá infalivelmente riqueza e poder."75
Para que este papel da Escola fosse cumprido, importava moderar, por um lado os investimentos na quantidade e na qualidade de ensino (sobretudo enquanto se entendesse existirem
outras opções mais racionais e necessárias), mas também ideologizar os frequentadores para evitar as reivindicações sociais, profissionais ou económicas que, tendo por base uma maior escolarização, pudessem pôr em risco o equilíbrio do regime.
Tornava-se evidente que esta tensão entre frequência, infraestruturas educativas e reivindicações sociais, não podia sobreviver às alterações económicas, sobretudo do pós 2ª Guerra
Mundial, obrigando as estruturas governativas a conferir um outro espaço à educação, no
quadro das opções estratégicas. Na década de 50 a linguagem utilizada difere claramente da
anteriormente veiculada: "(...) Temos de nos convencer, de uma vez para sempre, que o
rendimento nacional está, em larga medida, dependente do nível cultural do povo. Não se
concebe um plano de fomento económico que não inclua entre as suas finalidades a recuperação cultural dos iletrados, ou não seja precedido ou acompanhado de um plano de educação popular (...)."76

GRÁCIO, Sérgio (1986). Política Educativa como Tecnologia Social ­ As reformas do Ensino Técnico de 1948 e
1983.Lisboa: Livros Horizonte, p. 32.
74 Discurso de Salazar proferido em 12 de maio de 1935, na sede da Liga 28 de maio, in A Escola Primária, ano
IV, nº 64, 20 de maio de 1935.
75 Afirmação do ministro da Instrução, Eusébio Tamagnini, em 1928 e inserta em GRÁCIO, Ob. cit., p. 32-33.
76 A Educação Popular no Progresso Económico do País, Plano de Educação Popular, Lisboa, vol. II, 1953, p.11.
73

76

Concretizando, podemos descortinar na longa duração do Estado Novo, algumas fases que
se caracterizam de formas diferentes:
"O sistema educativo português sofreu uma transformação radical ao longo do século XX.
O número aproximado de alunos e de professores duplicou em intervalos de trinta anos: um
quarto de milhão em 1900; meio milhão em 1930; um milhão em 1960; dois milhões em
1990. (...) A sociedade portuguesa escolarizou-se. (...) O período 1930-1960 ocupa um lugar
charneira neste processo, surgindo balizado por duas medidas que, na sua aparente pequenez, elucidam a íntima solidariedade entre a instituição escolar e as dinâmicas sociais: a redução da escolaridade obrigatória para três anos (1930) e o alargamento da escolaridade obrigatória de ambos os sexos para quatro anos (1960) (...)."77
O processo de escolarização do saber que triunfou no século XIX, confere necessariamente
à escola um papel de interiorização de um modelo de sociedade, que qualquer político conhece e utiliza no sentido de o justificar e preservar. Os projetos educativos não devem ser
entendidos fora deste contexto e, no espaço cronológico longitudinal do Estado Novo, podemos identificar quatro momentos que revelam a continuidade dos objetivos, dentro das
particularidades dos períodos em que surgem.
Entre 1930 e 1936 assiste-se fundamentalmente ao desmantelamento dos projetos republicanos, com particular incidência na área da formação de professores, mas que passa também
pela substituição administrativa, pela mudança de nomes das escolas e dos programas, pela
criação de um corpo de inspetores, pela compartimentação do ensino (separação de sexos),
pela redução e ideologização dos conteúdos programáticos e pela redução da escolaridade
obrigatória.
No período subsequente, sobretudo entre 1936 e o final da Segunda Guerra Mundial, assistese a uma personalização da mudança ­ papel do ministro, do agora Ministério da Educação
Nacional (em vez de Instrução Pública) Carneiro Pacheco ­, a um reforço do papel da Escola na "educação política", a um maior controle ideológico (livro único, culto de virtudes nacionalistas, elogio da vida modesta e rural), à criação de instituições complementares que visam a consolidação do projeto nacionalista (Obra das Mães pela Educação Nacional e Mocidade Portuguesa).
O final da década de 40 e a seguinte, é um período marcado pelo "inevitável acompanhamento das realidades"78 com as necessárias reformas ao nível do ensino liceal e técnico, com
o objetivo de garantirem uma melhor qualificação da mão de obra necessária ao ligeiro surto
industrial e com a entrada da planificação na área educativa, fruto, tanto dos indicadores internacionais que nos relegam para posições vergonhosas, como do papel dos engenheiros ­
como Leite Pinto, por exemplo ­ no Ministério da Educação, mais sensíveis às teses industrialistas e de fomento, que povoavam os Congressos dedicados a temas económicos e a op-

77

NÓVOA, António - "A Educação Nacional". In SERRÃO, Joel; MARQUES, A.H. de Oliveira (dir.) e ROSAS, Fernando (coord.) - Portugal e o Estado Novo (1930-1960), Nova História de Portugal, vol. XII. Lisboa: Editorial Presença, 1992, p. 455.
78Idem, p. 458-459.

77

ções estratégicas. Nesta fase, alarga-se a escolaridade para 4 anos, acentua-se a separação entre liceus e escolas técnicas.
A década de 60 e os inícios dos anos setenta, revelam um crescimento sustentado dos diversos graus de ensino: ensinos secundários liceal e técnico, preparatório direto, telescola, institutos e universidades. A expansão global do sistema de ensino é, no entanto, acompanhada
por alguns desajustamentos e evidências: entre recursos e necessidades; entre oferta e procura; falta de professores profissionalizados; insuficiência da rede escolar; deficiência de instalações e equipamentos; falta de verbas. Num relatório internacional (PRM - Projeto Regional
do Mediterrâneo) datado de 1964, estes problemas portugueses aparecem devidamente
enunciados e ilustrados, numa descrição que retratava o "destino de uma geração escolar"79.
Leite Pinto (1955 a 1961) e Galvão Teles vão procurar trazer para o Ministério o planeamento educativo capaz de permitir a evolução para uma economia moderna. A entrada de Veiga
Simão em 1970, depois de José Hermano Saraiva (1968-1970) ter demonstrado alguma "inabilidade" para lidar com a crise académica de 1969, teve o objetivo de procurar pacificar as
escolas superiores, mas teve ainda tempo e engenho para proceder à reforma global de 1973
onde procurava: o fomento da educação pré-escolar, o prolongamento da escolaridade obrigatória, a reconversão do ensino secundário, a expansão e diversificação do ensino superior.
As palavras de Sérgio Grácio retratam bem este período "ponte" entre o fim do Estado Novo e as suas heranças para o período democrático:
"(...) A procura otimista de ensino terá caracterizado o período de meados de 50 até ao primeiro quartel de 70. Numa segunda fase a procura de ensino tende a desenvolver-se a ritmo superior ao das mudanças que a tinham acelerado. A situação prolonga-se pelos anos 80, quando um certo abrandamento na deformação da estrutura social se combina com o crescimento escolar incessante. A correlativa desvalorização dos diplomas e alguns fatores institucionais justificam a caracterização desta fase como a da procura desencantada de ensino, por contraste com a primeira, à qual de resto sucede em viragem rápida e brutal (...)."80
A revolução de abril de 1974 veio interromper este projeto que, no entanto, continuará como referência e como objeto de discussão e confronto nas múltiplas reformas que se procuraram implementar (ou adiar) até aos nossos dias.
Propostas de investigação
- O processo de criação do livro único (1930-1941): análise de dois documentos legislativos.
- Análise de dados quantitativos sobre os diferentes graus de ensino (1926 a 1974).

"De cada 100 alunos que frequentaram a 4ª classe de instrução primária em 1950/51, 70 passaram o seu
exame, só 18 entram no ensino secundário, 5 terminam o curso secundário e apenas 2 obtêm o grau universitário" - GRÁCIO, Rui (1990) - A Expansão do sistema de ensino e a movimentação estudantil (1958-1974). In "Portugal
Contemporâneo". REIS, António (dir.). Lisboa: Publicações Alfa, vol. V, p. 223.
80
GRÀCIO, ob. cit., p. 159.
79

78

- Análise sobre o Ensino Superior: Universidades, Faculdades, Cursos, alunos e docentes
(em termos quantitativos).
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

79

3.1.9.A Reforma do Ensino Técnico (1948) no contexto da mudança interna e externa
Tópicos de incidência
A) A crescente necessidade de uma reforma global (década de 30).
B) Passos para a conceção da Reforma de 1948.
C) As grandes opções ­ a novidade do ciclo preparatório.
D) A implementação ­ a crescente adesão e as dificuldades nas construções.
D) O crescente distanciamento da realidade (interna e externa) e as novas propostas na década de 70.
Nota: Sendo esta a aula escolhida para desenvolvimento na sessão pública, optou-se por não incorporar neste
Relatório o seu conteúdo exato, fornecendo apenas um desenvolvimento idêntico às outras aulas. Posteriormente, ao ser lecionada poderá incorporar uma perspetiva diferente, mais de acordo com a aula pública e as
sugestões que o Júri venha a sugerir.

Bibliografia Básica
1. ALHO, Albérico Afonso Costa (2001). Sob a urgência da técnica, cerzir as almas em tempos de
mudança. Contributos para o estudo do ensino técnico de 1948. Lisboa: Dissertação de Mestrado /
Universidade Nova de Lisboa.
2. ALVES, Luís Alberto Marques (2005). ISEP ­ Identidade e Atualidade. Porto: Instituto Superior de Engenharia do Porto.
3. ALVES, Luís Alberto Marques (2006). Ensino Técnico: uma filosofia específica para uma dinâmica
diferente. "Estudos do século XX", nº 6, pp. 57-75. (*)
4. CARDIM, José Eduardo de Vasconcelos Casqueiro (2005). Do Ensino Industrial à Formação
Profissional: As políticas públicas de qualificação em Portugal. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
5. GRÀCIO, Sérgio (1986). Política Educativa como Tecnologia Social. Lisboa: Livros Horizonte.
(*)
Desenvolvimento sumário
O ENSINO SECUNDÁRIO TÉCNICO ­ OPÇÃO ESTRATÉGICA OU ESPAÇO
EDUCATIVO MARGINAL?
Apesar de a década de 30 ser marcada por uma centralização que visa, primeiro acabar com
as marcas deixadas pela Escola Republicana, e depois garantir a "construção nacionalista da
educação" , em termos de ensino técnico assiste-se, logo em 1930 e 1931, à publicação de
disposições legais (da autoria do Ministro de Instrução Pública Gustavo Cordeiro Ramos)
que visam reformar o ensino técnico elementar, apesar do reduzido interesse demonstrado
80

por este ramo de ensino pelas comissões de aperfeiçoamento criadas pela reforma de Azevedo Neves (1918) e onde estavam representantes do patronato e de associações profissionais81.
Num claro objetivo de controlo das despesas orçamentais, são suprimidas aulas e encerradas
escolas que apresentavam frequências diminutas e são reclassificadas as escolas em industriais, comerciais e industriais-comerciais, reduzindo a rede a 5 escolas comerciais, 13 industriais, 16 industriais-comerciais, 2 de arte aplicada e uma preparatória. Salienta-se, como justificação para as medidas a implementar: em termos gerais, a preocupação em criar, com o alargamento da instrução, expetativas sociais aos alunos que, não sendo satisfeitas, podiam criar
tensões desnecessárias82; especificamente em relação ao ensino profissional, a insuficiência de
instalações, a ausência de material didático adequado e a falta de regras claras para o recrutamento de professores ou para a sua formação pedagógica.
Aposta-se numa definição nítida dos ofícios, que são devidamente nomeados e clarificados
os seus planos de estudo, enuncia-se o papel complementar do ensino de formação (diurno)
e de aperfeiçoamento (noturno e destinado a operários com profissão), são uniformizadas as
condições de admissão (exigindo-se o exame de segundo grau do ensino primário - 4ª classe)
e procura-se adaptar os cursos aos destinatários e às localidades (admitindo duração diferente
para cursos "destinados à província" ou "cursos para raparigas")83.
Um dos aspetos a relevar do diploma de 4 de junho de 1930 é a criação de uma Comissão
Permanente de Legislação do Ensino Técnico Profissional para "averiguar da aplicação da
legislação existente, recolhendo os elementos que a prática forneça como indicações para
futuras alterações". É com base no trabalho desta Comissão (embora se salvaguarde a audição complementar dos diretores e conselhos escolares) que surge em 21 de outubro de 1931
uma nova reorganização do Ensino Técnico Médio que visa sobretudo: compilar a legislação
dispersa sobre este ramo de ensino; reduzir drasticamente os cursos com 4 anos, a favor dos
de 5; introduzir cursos mais modernos (fundidor, torneiro mecânico, fresador, maquinista,
mecânico de motores de combustão interna, auxiliar de laboratório químico e gravador quíRefira-se pelo seu carácter de exceção a criação, entre 1927 e 1929, de um curso de marcenaria na Escola
Industrial e Comercial de Viana do Castelo sob proposta da escola; na Marquês de Pombal um curso livre de
automobilismo, de 1 ano, para operários e aprendizes do ramo; na Escola Industrial Faria de Guimarães (Porto)
um curso de fiação e tecelagem, a solicitação do patronato.
82 Escrevia em 1928, Virgínia de Castro e Almeida: "(...) sabendo ler e escrever nascem-lhe ambições; querem ir
para as cidades ser marçanos, caixeiros, senhores; (...) largam a enxada, desinteressam-se da terra e só têm uma
ambição - ser empregados públicos." (In MÓNICA, Maria Filomena (1978) -Educação e Sociedade no Portugal de
Salazar. Lisboa: Presença, p. 119)
A questão fulcral que se coloca é a de saber se esta forma de conter a oferta de ensino é compatível com o novo contexto de ascensão das aspirações sociais. Aquela política educativa trazia implícita uma conceção de ordem social onde se esperava a acomodação de cada um à sua condição. Esta forma de conceber a integração
social só pode estar ajustada a uma sociedade onde o ritmo de mudança fosse modesto, tanto nos processos
geradores dessas aspirações como na possibilidade de lhes dar satisfação.
83 Não se exigia o exame de segundo grau para o curso de rendeiras de Vila do Conde e Peniche e outros análogos - cerzideiras da Covilhã, tapeceiras de Oliveira de Azeméis e Évora e tecedeiras de Viana do Castelo e
Bragança. A maioria dos cursos tinham 5 anos mas duravam 4 anos entre eles os cursos para raparigas, se excetuarmos o de lavores femininos (5 anos). Os cursos para a província que tinham uma modalidade mais reduzida, pelo menos nos tempos letivos, eram: serralheiro, ferreiro, carpinteiro, serralheiro ferreiro artístico, entalhador e pintor cerâmico.
81

81

mico, por exemplo) e apostar no ensino de formação para uma população não trabalhadora
(que implicaria, no entanto, um maior investimento em oficinas).
Estas medidas pontuais não podem escamotear três problemas que se colocavam, nesta altura, a este ensino: a contenção de despesas que marca a política financeira portuguesa deste
período implicava um reduzido investimento nas condições de funcionamento das escolas; a
gravidade do problema era tanto mais significativo quanto se assistia a uma constante pressão de alunos que queriam matricular-se nos diferentes cursos84; a necessidade de equacionar
uma reforma mais estrutural que abrangesse tanto o organigrama do sistema educativo em
geral, como a estrutura do ensino técnico em particular.
Procurando responder a estes problemas vão surgir duas comissões que, embora com objetivos diferentes, vão permitir traçar um quadro mais claro da realidade existente e, sobretudo,
apresentar propostas alternativas ao quadro curricular existente. A primeira, presidida pelo
Engº Celestino Germano Rodarte de Almeida, e trabalhando no âmbito da Direção Geral do
Ensino Técnico, vai sobretudo constatar "que não há uma única escola - nem mesmo entre
aquelas que foram dotadas com edifícios novos, ultimamente entregues ou em vias de conclusão - que esteja ou vá ficar, num prazo muito curto, com edifício condigno e correspondendo às necessidades do seu ensino"85. Face à descrição realizada criou-se a Junta de Construções para o Ensino Técnico e Secundário que procurará executar um programa de construção de edifícios que respondessem às necessidades detetadas. A execução, naturalmente,
ficou à mercê de verbas que viessem a ser disponibilizadas mas que a "superior administração financeira" nunca veio a libertar (diga-se que tanto para o ensino técnico como para o
primário ou liceal).
Em contrapartida vão ser tomadas medidas no sentido de se refrear a frequência das escolas:
a matrícula nos cursos diurnos fica reservada aos alunos ordinários, porque os "alunos extraordinários dos cursos diurnos e noturnos eram um fator de perturbação com o contínuo
aumento da frequência escolar86"; quintuplicam-se as propinas de matrícula dos repetentes,
de qualquer ano ou disciplina, por falta de aproveitamento; reduz-se o número de faltas que
implicavam perda de frequência. Apesar destas medidas, não se atingiram os objetivos pretendidos e, tanto no ensino técnico (sobretudo comercial e industrial) como no ensino liceal
tornou-se insuportável a pressão escolar e inevitável o investimento em infraestruturas.

Em 1930/31 já era assinalado um importante número de recusas de matrículas, que em certas escolas de Lisboa chegou a atingir metade dos candidatos. No início do ano escolar de 1934/35, num encontro entre o ministro e os diretores das escolas técnicas, o diretor da Escola Fonseca Benevides falou dos pais de alunos que
lhe pediram de joelhos para matricular os filhos. As novas instalações da Machado de Castro e da Infante D.
Henrique, utilizadas a partir de 1933, são exceções num orçamento que para além de ser exíguo, era sempre
mais generoso para o ensino liceal que para o técnico (em 1934, por exemplo, a despesa orçamentada era de 17
000 contos para os 33 liceus e 11 000 para as 46 escolas e institutos médios). (In GRÁCIO, Sérgio - Ensinos
Técnicos e Política em Portugal 1910/1910. Lisboa: Instituto Piaget, 1998, p. 101-102)
85 Relatório da Comissão encarregada de estudar as condições de instalação das escolas, in Boletim Oficial do Ministério da Instrução Pública, Ano V (Número especial) Lisboa: Imprensa Nacional, 1934, p. 53-64.
86 Logo na caracterização da situação, o Relatório da Comissão de 1941 informa que "há escolas que funcionam
das 8 às 24 horas, aulas a funcionar nas caves, nos lojões, nos sótãos, nos corredores, salas de conselhos escolares e gabinetes de diretores suprimidos, oficinas superlotadas de alunos, degradação de edifícios...". (Boletim
Escolas Técnicas, nº 3-4, 1947, p. 18).
84

82

Quadro ­ Frequência do Ensino (Oficial) Industrial/Comercial e Liceal (1940-1950)87
ANOS
LECTIVOS
1940-1941
1941-1942
1942-1943
1943-1944
1944-1945
1945-1946
1946-1947
1947-1948
1948-1949
1949-1950

ENSINO
COMERCIAL E
INDUSTRIAL
37 748
37 018
36 357
39 266
40 813
43 831
44 187
43 760
41 822
37 321

ENSINO
LICEAL
32 322
33 230
37 657
40 451
42 351
43 638
45 767
45 616
45 313
46 490

Para se encontrar uma proposta que resolvesse globalmente os problemas do ensino técnico
- tanto o das infraestruturas, como a da adequação dos currículos e dos cursos às realidades
da década de 4088, Mário de Figueiredo, logo que assumiu o Ministério da Educação, nomeia
uma outra comissão para proceder à inventariação e à apresentação de propostas que revolucionassem este ramo de ensino. Entre dezembro de 1941 e julho de 1943 a Comissão89 elaborou um extenso Relatório da situação existente, mas também uma proposta de lei que depois de um Parecer da Câmara Corporativa e da discussão na Assembleia Nacional (vencendo várias resistências e ultrapassando múltiplas reservas) viria a dar origem à Lei 2 025 de 19
de julho de 1947 e ao Estatuto do Ensino Profissional Industrial e Comercial promulgado
em 25 de agosto de 1948 (Decreto 37 029).
Estavam criadas as condições, vencidas as resistências, para uma reforma global e inovadora
no âmbito do ensino técnico, em particular, e do sistema educativo português, em geral.
"(...) A Reforma tem por objetivo não só aperfeiçoar o ensino, mas também desenvolvê-lo.
Parece evidente que a estes dois objetivos deverão corresponder, em princípio, duas fases de
realizações: na primeira ter-se-á em vista curar os males do existente; na segunda estender os
benefícios do ensino a localidades por ele até agora não servidas.
As mais instantes necessidades das atuais escolas dizem precisamente respeito aos elementos
cuja obtenção é mais demorada: edifícios próprios e quadros estáveis de pessoal docente. A
Anuário Estatístico de Portugal, anos de 1941 a 1950. Lisboa: Imprensa Nacional.
Existia desde 1935 a Lei de Reconstituição Económica; as leis da Electrificação Nacional e do Fomento e
Reorganização Industrial datam de 1944 e 1945; o planeamento económico apura-se, em 1953, com os Planos
de Fomento.
89 Esta Comissão era composta por: Engenheiro Francisco de Paula Leite Pinto, do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras; Doutor Fernando Vieira Gonçalves da Silva, do ISCEF; Engenheiro João Roma, do Instituto Industrial de Lisboa; Engenheiro Mário do Carmo Pacheco, da Escola Industrial Infante
D.Henrique; Dr. António Gonçalves Matoso, da Escola Comercial e Industrial Domingos Sequeira; Engenheiro Ernesto Campos de Melo e Castro, da Escola Industrial Campos de Melo; Escultor José Fernandes de Sousa
Caldas, da Escola Industrial Faria Guimarães; Pintor Rui de Morais Vaz, da Escola Industrial Afonso Domingues; Engenheiro Agrónomo Cândido Pedro da Silva Duarte, do Instituto Superior de Agronomia. Posteriormente foram designados vogais da comissão: Engenheiro Eduardo Jorge Rodrigues da Silva, do Ensino Técnico Profissional (Direção Geral); Arquiteto Paulino António Pereira Montez, da Escola Industrial Afonso Domingues e Dr. António Pedroso Pimenta, do Instituto Industrial de Lisboa. Colaboraram ainda os metodólogos: Dr. Virgílio Couto, Dr. Fernando Pamplona e Dr. Eduardo Mário Baptista de Oliveira.
87
88

83

falta de capacidade e a impropriedade das instalações são mais patentes nos maiores centros
urbanos, servidos por diversas escolas ou por uma só de grande frequência (...)."90
A legislação de 1948 previa planos de construção de edifícios para o ensino técnico, não só
para resolver as situações degradantes existentes e devidamente inventariadas, mas sobretudo
para responderem à pressão de alunos e à nova filosofia que a reforma pretendia corporizar.
Apesar dos desejos, só a partir de 1950 a dotação orçamental permite garantir a execução do
plano. Em fevereiro de 1950 é inaugurada a primeira escola criada no âmbito da reforma, a
Escola Industrial e Comercial de Beja, mas em edifício cedido pela Câmara Municipal. Em
janeiro de 1951 é inaugurada, com a presença do Presidente da República (Carmona) a primeira escola técnica em edifício construído expressamente para esse fim, a Escola Eugénio
dos Santos em Lisboa. Em 1957 o total de escolas construídas era de 17 e no ano seguinte
ficaram concluídas mais 11, todas beneficiando da aprovação do I Plano de Fomento e dos
200 000 contos aí atribuídos para esse fim. Em 1960 eram já 37 as escolas construídas. A
eclosão da guerra colonial, em 1961, travou o plano de construções previstos que apontava
para a necessidade de se construírem 90 edifícios até ao final da década de 60, ficando-se pelos 64. Apesar desse entrave, em 1970 havia já 120 estabelecimentos oficiais (incluindo as
seções instaladas em localidades diferentes da escola sede) em 101 concelhos, quando em
1945 havia 56 em 38 concelhos, e a sua frequência entre 1945 e 1970 tinha quase triplicado.
Quadro ­ Frequência do Ensino (Oficial) Industrial/Comercial ­ Elementar (1930 1970)91
ANOS
LETIVOS
1930 - 1931
1940 - 1941
1950 - 1951
1960 - 1961
1970 ­ 1971

ENSINO
COMERCIAL E INDUSTRIAL
16 906
37 748
30 049
89 191
118 262

NÚMERO DE ESCOLAS
45
51
63
92
121

Os edifícios eram a parte visível de uma reforma que valeu sobretudo pela introdução de alterações estruturais e inovadoras no desenho curricular do ensino técnico e no quadro geral
do sistema educativo, servindo inclusivamente de laboratório para algumas modificações que
mais tarde se alargarão ao ensino em geral (por exemplo o ciclo preparatório). A reforma
previa tanto para o regime diurno como para o noturno três tipos de cursos: os de formação,
diurnos de 3 ou 4 anos, para os candidatos com o ciclo e um máximo de 16 anos no início
do ano letivo; os complementares de aprendizagem que se deviam frequentar paralelamente
"e em correlação com a iniciação profissional para garantirem a conveniente aptidão" e que
tinham como idade mínima de ingresso 13 anos, completados até ao início do ano escolar; os
cursos de especialização, de 1 ano, que prolongavam os cursos de base substituindo os seus
últimos anos, comuns a várias profissões, e funcionando quer em regime de formação, quer
em regime de aperfeiçoamento; havia ainda os cursos de mestrança destinados a trabalhadores que necessitam de um complemento de instrução geral e técnica para o exercício das fun-

90
91

Decreto Lei 36 409 de 11 de julho de 1947 (In Diário do Governo, 1ª série, nº 158 de 11 de julho de 1947).
Anuário Estatístico de 1931, 1941, 1951, 1961 e 1971. Lisboa: Imprensa Nacional.

84

ções de contramestres, mestres e chefes de oficina. Havia ainda nalgumas escolas cursos
preparatórios para os Institutos industriais e comerciais.
A principal inovação da reforma de 1948 consistiu, no entanto, na introdução do ciclo preparatório do ensino técnico, com dois anos de duração e destinado à "educação e pré aprendizagem geral", "com características de orientação profissional" (daí o peso da disciplina de
Trabalhos Manuais com 6 h semanais nos dois anos) mas que visava, sobretudo, dotar o aluno de uma formação geral adequada (englobava, no 1º e 2º anos, Língua e História Pátria,
Ciências Geográfico-Naturais, Matemática, Desenho, Religião e Moral, Educação Física e
Canto Coral). Esta vertente de formação geral visava dotar o aluno da escola técnica de uma
"mais ampla instrução", pois assim seria "capaz de se adaptar a qualquer trabalho compreendido num mais longo setor de atividade". Era claramente uma aposta na consistência formativa, para melhor poder acorrer às mudanças técnicas e suportar a mobilidade horizontal,
em termos profissionais92.
Um outro aspeto que merece destaque é a preocupação desta reforma responder a situações
muito diversificadas, tentando com essa abrangência captar e formar o máximo de operários
especializados: tinha cursos para alunos que acabassem a 4ª classe e pretendiam seguir os
seus estudos de um modo paralelo ao ensino liceal (ciclo preparatório + cursos de formação); outros para alunos com a 4ª classe e com mais de 13 anos, que se encontrassem já a
trabalhar como aprendizes na indústria ou no comércio (cursos complementares de aprendizagem); outros cursos para alunos com a 4ª classe e mais de 15 anos, que desejassem frequentar a escola em regime noturno (ensino de aperfeiçoamento); e cursos de mestrança destinados a proporcionar a operários com habilitação suficiente a aquisição da instrução geral e
técnica necessária ao exercício das funções de contramestres, mestres e chefes de oficina (regime noturno).
Um último aspeto a relevar é a grande aposta em matéria de equipamento e instalações, de
forma a promover o ensino relacionado com as profissões metalomecânicas. Em meados
dos anos 60, os cursos de metalomecânica eram ministrados em 47 das 64 escolas existentes.
O êxito desses cursos, em paralelo com os de eletricidade, está intimamente ligado à expansão das respetivas profissões associadas à industrialização. Nos anos sessenta, juntamente
com os cursos comerciais e de formação feminina, são responsáveis por 85% da frequência
do ensino técnico. Cursos de metalomecânica e de eletricidade representam em 1974, 60%
dos inscritos nos cursos industriais. Em sentido inverso aos cursos de formação, os com-

"A abundância da argumentação a favor do ciclo que acompanha a proposta revela tanto a profunda crença
nas suas vantagens, como a consciência da necessidade de vencer eventuais resistências. Os argumentos oscilam
entre o tom humanista e o tecnocrático - a escola técnica não pode limitar-se a criar o profissional, o homo economicus, se tal fosse o seu programa padeceria do mesmo pecado de abstracção que adulterou a escola demo
liberal, exclusivamente ocupada em educar o eleitor, o homo politicus. O aluno da escola técnica, sobretudo se
tiver frequentado o curso de formação, ao sair com mais ampla instrução será capaz de se adaptar a qualquer
trabalho compreendido num mais largo setor de atividade. (In GRÁCIO, Sérgio - Política Educativa como Tecnologia Social. Lisboa: Presença 1986, p. 74).
Em contrapartida, o parecer apresentado à Comissão pela Associação Industrial Portuguesa afirmava: "Afigurase-nos que o objetivo da escola industrial não é mais do que formar operários hábeis, qualificados, reconhecendo e manejando habilmente o material moderno da sua profissão. Pensamos que o ensino técnico que haja a
ministrar deve ser restrito a esta finalidade, sem dispersão (...). Em resumo, parece-nos que a escola é essencialmente a oficina." (In Boletim Escolas Técnicas, nº 3-4, 1947).
92

85

plementares de aprendizagem representam em 1951, 11% do total de matriculados, 3,5% em
1961 e 1% nos inícios da década de 70.
Em termos quantitativos, a evolução dos matriculados no ensino técnico oficial evidencia
uma preponderância do comercial nos anos 40 e 50, uma tendência para o equilíbrio com o
industrial nos anos 60 e uma retoma da liderança nos anos 70; o aumento do número de raparigas no total de matriculados é responsável por essas posições; em contrapartida houve
sempre uma predominância de rapazes nos cursos industriais. No conjunto do ensino secundário, tanto no início da década de 60 como na de 70, o número de diplomados pelos
cursos industriais não ultrapassa 12% do total, enquanto 72% englobam os que completaram
os cursos gerais e complementares dos liceus e 16% os cursos comerciais.
Em 1970 deu-se a primeira grande transformação no ensino industrial e comercial, depois de
1948, com a publicação de um despacho do Ministro Veiga Simão, que criou os cursos gerais
do ensino secundário técnico, em substituição dos cursos de formação previstos anteriormente. Foram criados 9 cursos gerais técnicos, em lugar dos 35 cursos de formação previstos
em 1948. Estes cursos tinham um tronco de disciplinas comuns com o curso geral dos liceus, criado simultaneamente, e em substituição do antigo segundo ciclo.
A criação destes cursos pretendia "corrigir o início prematuro da formação profissional sem
apoio numa cultura geral mínima e exclusivamente relacionada com trabalhos de rotina oficinal", conforme afirma o Despacho Ministerial de 25 de julho de 1973. Os novos cursos
proporcionavam uma base cultural mais vasta, previam a permeabilidade entre os vários cursos e entre estes e os cursos geral e complementar do ensino liceal e reduziam substancialmente o número de horas semanais atribuídas à prática oficinal. Os cursos perdem as características predominantemente profissionalizantes dos antigos cursos de formação e deixam
de prever a realização de um estágio e de um exame de aptidão profissional.
Esta reforma inseriu-se numa política de "democratização do ensino" e correspondeu a uma
aproximação dos ensinos liceal e técnico (institucionalizada com a criação da Direção Geral
do Ensino Secundário sucedendo às Direções Gerais dos Ensinos Liceal e Técnico), com a
criação das Escolas Secundárias, onde eram ministrados tanto o curso geral dos liceus como
os cursos gerais técnicos, embora estes se limitassem, frequentemente, ao Curso Geral de
Administração e Comércio, devido ao equipamento pouco dispendioso que exigia.
A partir do ano letivo de 1972/73 começaram a funcionar os cursos gerais técnicos em regime noturno, substituindo os antigos cursos de aperfeiçoamento. Seguiam planos de estudo
semelhantes aos dos cursos diurnos, embora fossem distribuídos por 4 anos (em vez de 3),
para aliviar a carga horária letiva. A estes cursos eram admitidos os alunos que possuíam o 2º
ano do ciclo preparatório ou habilitações equivalentes. Em 1973 são criados os cursos complementares do ensino secundário técnico, em número de 20, articulando-se com os cursos
gerais e que visavam não só garantir a preparação para o ingresso na vida ativa como o acesso ao ensino superior. Facultava-se a possibilidade de transferências entre o ensino liceal e o
técnico.
A reformulação do ensino secundário antecedeu a publicação da primeira Lei de Bases do
Sistema Educativo (Lei 5/73 de 25 de julho) que na sua Base VI alterou para 8 anos a duração do ensino básico e da escolaridade obrigatória, embora esta última disposição não tenha
86

sido concretizada. Quanto ao ensino técnico profissional, a Lei de Bases não o contemplava
explicitamente, embora na Base IX afirmasse: "O curso geral compreenderá um núcleo de
disciplinas comuns que facultam aos alunos uma formação geral unificada e algumas disciplinas de opção que favoreçam uma iniciação vocacional, com vista aos estudos subsequentes ou à inserção na vida prática, diretamente ou após adequada formação profissional. (....)
O curso complementar será mais diferenciado que o curso geral, compreendendo algumas
disciplinas de opção e visará em especial a conveniente preparação para os diversos cursos
superiores ou a inserção na vida prática, diretamente ou após adequada formação profissional".
A duração deste regime de estudos para o ensino secundário técnico foi muito curta pois, a
partir de 1975, surge a unificação dos cursos gerais técnico e liceal (circular 1/75 de 19 de
junho), colocando-se praticamente um ponto final no E.T.P.. A sua ressurreição ficou marcada para 1983.

Propostas de investigação
- Acompanhar o debate sobre a Reforma de 1948 na Assembleia Nacional e na Câmara Corporativa (através da consulta do site da Assembleia da República).
- Comparar o organigrama da Reforma de 1948 com a de 1973 analisando as principais diferenças.
- Analisar tomadas de posição dos industriais portugueses na publicação "Indústria Portuguesa" da Associação Industrial Portuguesa (anos de 1930 a 1951) ­ trabalho a ser desenvolvido por vários grupos ou a selecionar uma parte deste período.
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

87

3.1.10. A pressão internacional sobre a Educação Portuguesa (1950-1990)
Tópicos de incidência
A) O Plano de Educação Popular.
B) O Projeto Regional do Mediterrâneo.
C) O papel da Telescola.
D) A expansão quantitativa ­ ensino primário (anos 50), ensino secundário (anos 60/70) e
ensino superior (anos 80/90).

Bibliografia Básica
1. ALVES, Luís Alberto Marques (2004). A Telescola ­ um subsistema de reconhecido mérito pedagógico. Évora. [Comunicação apresentada no V Congresso Luso Brasileiro de História da Educação].
2. AZEVEDO, Joaquim (2000). O Ensino Secundário na Europa. O Neoprofissionalismo e o sistema
educativo mundial. Porto: Edições ASA. (*)
3. CAMPOS, Bártolo Paiva (1989). Questões de Política Educativa. Porto: Edições ASA.
4. GEP (1990). Sistema Educativo Português ­ Situações e Tendências. Lisboa: GEP/ME.
5. INSTITUTO DE ALTA CULTURA (1963). Projeto Regional do Mediterrâneo. I-Análise quantitativa da estrutura escolar portuguesa (1950-1959). II-Evolução da Estrutura Escolar portuguesa (Metrópole). Previsão para 1975. Lisboa.
Desenvolvimento sumário
Procura-se nesta sessão evidenciar alguns aspetos que marcaram a Educação portuguesa a
partir da década de 50 e até cerca de 1990. Desde logo importa ressaltar os dois regimes políticos que estão subjacentes a este período, um de natureza autoritária (com características já
evidenciadas em aulas anteriores, sobretudo no que diz respeito aos investimentos educativos) e um outro que, tomando uma natureza institucional a partir de 25 de abril de 1974, no
que à Educação diz respeito, já vinha trabalhando algumas urgentes transformações, sobretudo a partir dos inícios da década de 70.
Um outro aspeto tem a ver com o contexto, tanto interno como externo, sendo relevante
identificar alguns fatos que vão marcar as decisões na área educativa. Desde logo a aprovação do Plano de Educação Popular (decreto 38 968 de 27 de outubro de 1952) que, articulado com o I Plano de Fomento (1953 a 1958), evidencia algumas ideias e objetivos. As principais ideias apontam para o reforço da obrigatoriedade do ensino primário elementar, para a
reorganização da assistência escolar, para a criação dos cursos de educação de adultos e para
88

a promoção de uma campanha nacional contra o analfabetismo. As metas apontavam para
um reforço da instrução de adolescentes e adultos (sobretudo dos 14 aos 35 anos) que eram
em 1950 cerca de um milhão e para tentar, através deste Plano, reproduzir o interesse prático
em educar os filhos através dos pais. Neste último objetivo inscreve-se naturalmente as
Campanhas do "Zé Analfabeto" que utilizando a figura carismática de Vasco Santana procurava fazer passar esta mensagem, sobretudo junto dos mais adultos. O prazo estabelecido
(1953 a 1956), o balanço realizado em 30 de dezembro de 1956, através do Decreto 40 964 e
as diretrizes aí apontadas para o futuro da educação popular, mostram o "sentimento de vergonha" que passava pelo Regime e que era veiculado na conclusão dos vários "sketches" da
Campanha. Se associarmos a estes documentos, os meios que puseram à disposição dos
objetivos ­ teatro, rádio, bibliotecas e livros específicos, jornal de parede (Campanha em
Marcha), exposições fixas e itinerantes, cartazes de propaganda, visitas de estudo, jornal (A
Campanha), cinema, missões de propaganda e de alfabetização...- evidenciaremos a importância que o Regime atribuiu a este Plano.
Apesar de todos os esforços, o atraso educacional português é evidente (e até vergonhoso no
contexto internacional) por volta de 1960. A situação política, os receios de algumas figuras
ministeriais em relação ao excesso de instrução, as prioridades mais imediatas e com resultados mais visíveis, a vontade de um controle da oferta institucional da educação, são alguns
dos aspetos que vão tornar visíveis um conjunto de contradições nalgumas medidas aparentemente bem intencionadas e prospetivas. A publicação em 1963 e 1964 da análise realizada
sob a responsabilidade da OCDE (para além de Portugal participam neste projeto a Espanha, a Itália, a Jugoslávia, a Grécia e a Turquia) do Projeto Regional do Mediterrâneo, vai
mostrar, interna e externamente o lugar pouco digno que a educação portuguesa ocupava
nos "rankings" internacionais. Os relatórios produzidos ­ Análise quantitativa da estrutura
escolar portuguesa (1950-1959) e Evolução da estrutura escolar portuguesa - previsão para
1975 ­ fazem um diagnóstico rigoroso do país evidenciando algumas das fragilidades: limite
baixo da escolaridade obrigatória (nesta altura 4 anos); queda das taxas de escolaridade; fracas taxas de aproveitamento; dificuldades ao desenvolvimento económico e social do País.
Face ao quadro traçado, houve que implementar mais um conjunto de medidas que, numa
das vertentes, vai conduzir ao aparecimento da Telescola e noutra vai levar à Reforma de
Veiga Simão (1970-1974).
No caminho para a Telescola, vamos encontrar a criação de um curso de apoio ao ensino
ministrado nos Cursos de Educação de Adultos (portaria 21 112 de 17 de fevereiro de 1965),
a criação de um curso, a seguir em postos de receção, formado pelas disciplinas que constituem o Ciclo Preparatório do Ensino Técnico, mais o Francês (portaria 21 113, também de
17 de fevereiro de 1965) e a articulação entre a Rádio Escolar (criada em 1959 na Emissora
Nacional93) e a Telescola passando a primeira a depender da segunda (portaria 21 114 da
mesma data dos anteriores) que funcionou com antecâmara do nascimento do Curso Unificado da Telescola regulamentado pela Portaria 22 113 de 12 de julho de 1966.
A Telescola deve ser ainda inscrita num contexto que passou por algumas fases de desenvolvimento e consolidação. Uma primeira pode ver-se na criação do Centro de Estudos de Pe93

Em 1959, na Emissora Nacional, começaram a ser transmitidos um conjunto de programas ­ o primeiro foi
sobre Nuno Álvares Pereira ­ destinados à população escolar e adulta, complementares da Escola, procurando
chegar a emigrantes numa perspetiva de extensão educativa e, naturalmente, veiculando "valores pátrios".

89

dagogia Audiovisual ­ CEPA - (decreto 45 418 de 9 de dezembro de 1963) com o objetivo
de proceder ao estudo e experimentação dos processos audiovisuais ­ cinema, projeção fixa,
rádio, gravação sonora e televisão ­ nas suas aplicações ao ensino e à educação. Depois foi a
criação do IMAVE (Instituto de Meios Audiovisuais de Ensino) pelo Decreto 46 135 de 31
de dezembro de 1964, para promover a realização de programas de radiodifusão e televisão
escolares, para colaborar com o CEPA e para garantir emissões enquadradas em cursos, de
extensão cultural e de formação de professores. Finalmente, a criação da Telescola em 31 de
dezembro de 1964 (Decreto 46 136) vocacionada para ser uma instituição destinada a servir
de enquadramento aos vários cursos de radiodifusão e televisão escolares, para ministrar os
cursos que viessem a ser criados pelo Ministério da Educação Nacional e para dinamizar e
coordenar a criação de postos de receção.
Depois de uma fase experimental ­ 1967/1968 ­ foi oficializado o Ciclo Preparatório TV:
"A Portaria 21 113, de 17 de fevereiro de 1965, criou o chamado curso unificado da Telescola (...). Foi assim, de certo modo, antecipação experimental do ciclo preparatório do ensino
secundário. O ciclo preparatório do ensino secundário vai entrar em funcionamento no próximo ano letivo. Está naturalmente indicado que a telescola se coloque de pleno ao serviço
dessa nova realidade escolar, transformando o seu curso unificado em verdadeiro ciclo preparatório (...). O ciclo preparatório TV compreenderá as mesmas disciplinas do Ciclo Preparatório em geral e será ministrado segundo os mesmos programas, com as adaptações que as
circunstâncias aconselharem (...)." (Portaria 23 529 de 9 de agosto de 1968).
A aprovação do Estatuto do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário pelo Decreto 48 572
de 9 de setembro de 1968, já inclui o espaço educativo deste subsistema que, enquanto durou, foi responsável pela chegada da educação a muitos espaços recônditos do País e pela
possibilidade de ascensão social e profissional que permitiu aos seus destinatários. Um pequeno "flash" dessa expansão pode ser observado no Quadro seguinte.
QUADRO- Significado estatístico da Telescola ­ Alguns números (1965-2001)94
1965/66
1975/76
1985/86
1995/96
2000/01
POSTOS
81
865
1 131
626
384
ALUNOS
984
35 446
57 146
16 198
6 405
MONITORES/
----(1)
3 197
1 529
802
PROFESSORES
(1) Embora neste ano não se tenham encontrado os registos, no ano letivo seguinte (1976/77), para 897 postos
e 41 821 alunos existiam 2 419 monitores/professores.

A sua extinção pelo Despacho 13 313 de 13 de junho de 2003 é o resultado de algum desinvestimento a partir de 1991/1992, altura em que curiosamente o Ministro da Educação Roberto Carneiro atribui "aos Serviços Responsáveis pelo Ensino Básico Mediatizado a Menção Honrosa no grau de Diploma de Mérito Pedagógico" (despacho 84/ME/91 de 27 de
junho).
Paralelamente a este espaço educativo mediatizado, a evolução do sistema português passou
por três pontos de viragem, sobretudo quantitativa, que importa sistematizar.
94

Dados retirados da informação disponível nos Arquivos do EBM, Vila Nova de Gaia, em 2003.

90

Nos anos 50 foi sobretudo visível a aposta no ensino primário, com o objetivo de qualificar
recursos humanos, sob pressão de algumas associações patronais e industriais, e enquadrada
pelo início dos Planos de Fomento que vêm no aumento da escolaridade um fator essencial
para o desenvolvimento. As ideias que algumas Organizações Internacionais vinham defendendo só ajudou a algumas indecisões internas.
Nos anos 60 o sistema escolar tem de responder a algumas expetativas sociais, a algumas
pressões internacionais, a dificuldades de ordem financeira (face aos desvios para a guerra
colonial) e aí, a introdução de formas expeditas de generalização da educação e até de alargamento da escolaridade, vai provocar uma pressão no ensino secundário e determinar a sua
expansão a partir, sobretudo de finais dos anos sessenta. Naturalmente que as décadas de 70
e sobretudo a de 80, associando este "crescimento secundário" às expetativas criadas pela
Revolução de abril, verão crescer quantitativamente o ensino superior, tanto público como
privado, embora esse crescimento não signifique uma maior facilidade de inserção profissional, face às grandes mudanças que entretanto se verificam ao nível do emprego.
Dois quadros podem ajudar a perceber este aspecto.
QUADRO ­ Ensino Secundário (liceal, técnico, preparatório)95
1950-1951
1960-1961
1970-1971
1973-1974

Liceal
48 485
111 821
137 259
211 772

Técnico
38 644
97 462
127 027
135 975

Preparatório
----------138 564
236 092

Total
87 129
209 283
404 572
592 400

QUADRO ­ Ensino Superior96

1950-1951
1960-1961
1970-1971
1973-1974

Universitário Não Universitário
12 903
3 249
19 552
4 647
43 191
6 270
51 179
7 426

Total
15 152
24 149
49 461
58 605

Estes dados são meramente ilustrativos mas têm também o sentido de despertar os alunos
para a pesquisa nas "Estatísticas da Educação" do INE, com o objetivo de refletirem sobre
os números, nacionais e regionais que vierem a encontrar. Servem ainda como prelúdio da
aula sobre o período de 1974 a 2004.
Propostas de investigação
95

GRÁCIO, Rui (1990). A Expansão do sistema de ensino e a movimentação estudantil. In REIS, António (dir.) "Portugal Contemporâneo". Lisboa: Edições Alfa, vol.5, p. 223.
96
Idem, p. 224.

91

-Analisar o significado das Campanhas do Zé Analfabeto.
-Analisar o balanço do Plano de Educação Popular, realizado em 30 de dezembro de 1956,
através do Decreto 40 964.
-Estudar o significado da Telescola num contexto de alargamento da escolaridade.
-Pesquisar e analisar dados das Estatísticas da Educação sobre este período (nacionais e regionais).
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

92

3.1.11. A lenta alfabetização dos portugueses (séculos XIX e XX)
Tópicos de incidência
A) Alfabetização e analfabetismo na longa duração.
B) Perspetivas justificativas em termos internacionais.
C) Iniciativas portuguesas: do liberalismo à atualidade.
D) Alfabetização, Literacia e Educação ao longo da vida.
Bibliografia Básica
1. CANDEIAS, António (direção e coordenação); PAZ, Ana Luísa e ROCHA, Melânia
(2004). Alfabetização e Escola em Portugal nos séculos XIX e XX. Os Censos e as Estatísticas. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian. [Inclui um CD-ROM com os dados estatísticos]. (*)
2. MAGALHÃES, Justino (2005). Historiografia da alfabetização em Portugal. In CANDEIAS,
António (coord.) "Modernidade, Educação e Estatísticas na Ibero-América nos séculos XIX
e XX: estudos sobre Portugal, Brasil e Galiza". Lisboa: Educa, pp. 207-218. (*)
3. MAGALHÃES, Justino (1994). Ler e Escrever no mundo rural do Antigo Regime: um contributo
para a história da alfabetização em Portugal. Braga: Universidade do Minho. Instituto de Educação.
4. RAMOS, Rui (1988). Culturas da alfabetização e culturas de analfabetismo em Portugal. In "Análise Social", XXIV (103-104), pp. 1067-1145.
5. REIS, Jaime (1993). O analfabetismo em Portugal no século XIX: uma interpretação. "Colóquio
Educação e Sociedade". Lisboa: 2, pp. 13-40.

Desenvolvimento sumário
Esta é uma aula preparada fundamentalmente para romper a estrutura diacrónica e situada
das anteriores e mostrar a possibilidade de, transversalmente em termos temporais, podermos avançar com uma análise de História da Educação no tempo longo. Serve também para,
exemplificando com este tema, os alunos sintam motivação para identificar um conjunto de
outros temas (formação de professores, ensino superior, inspeção educativa, quotidiano escolar, (in)disciplina...) que possam constituir propostas de trabalho individual ou em grupo
para avaliação da unidade curricular. Também por isto, esta aula não terá forçosamente de
surgir nesta sequência que agora á proposta, mas pode surgir quando o professor sentir necessidade de a lecionar.

93

A sessão pode começar com a análise de uma frase de Francisco Ribeiro da Silva, um dos
primeiros investigadores a contribuir de uma forma consistente para a História da Alfabetização em Portugal:
"Há cerca de cem anos (1890), 76% da população portuguesa maior de 7 anos não sabia ler e
escrever97. Os dados apurados pelo Censo de 1991 indicam a percentagem de 12,7% para o
analfabetismo em Portugal. No período de um século os progressos foram notáveis. Mas o
nosso entusiasmo desvanecer-se-á depressa se nos dermos conta de que na vizinha Espanha
a barreira dos 14% fora ultrapassada em 1950.
A lentidão do processo de alfabetização no nosso País mostra-se-nos mais evidente e, à primeira vista algo estranha, se concordarmos com a afirmação de Oliveira Marques e Rui Grácio de que a longínqua lei de 1772 (6 de novembro) constitui uma das primeiras tentativas no
mundo de organização de um ensino primário oficial (...)."98
Se, por um lado a frase confronta-nos, desde logo, com o lento processo de alfabetização em
Portugal, por outro questiona-nos também sobre as razões de um acordar tão tardio para
este problema, a ponto de, como vimos em aulas anteriores, termos sido confrontados do
exterior com números e indicadores que vão obrigar o Estado Novo, por exemplo a implementar um conjunto de mediadas tendentes a inverter a situação. Na longa duração podemos chamar a atenção para o quadro apresentado aquando dos projetos liberais (sobre a
Educação nas Constituições vintistas) e para os números que resultam do Projeto Regional
do Mediterrâneo.
Mas se esta é a explicação quantitativa, importa equacionar também as razões que levaram a
uma situação deste tipo. Nesta perspetiva, e aproveitando estudos de outros países onde esta
temática já há muito está investigada (referimo-nos por exemplo aos países nórdicos, à Alemanha, à Escócia, à Holanda, à Suiça; à França, à Bélgica, à Áustria, à Espanha, à Itália, entre
outros) importa inventariar algumas das conclusões transversais que esse estudos permitem.
Assim verifica-se que:
- "(...)as sociedades com uma influência forte do protestantismo são, em geral, nos
fins do século XIX, mais alfabetizados do que aquelas em que as religiões católica ou ortodoxa predominam;
- as sociedades mais dinâmicas do ponto de vista económico, com processos fortes
de industrialização, ou situadas em orlas próximas de tais processos, são também elas, em
meados e finais do século XIX, mais alfabetizadas do que aquelas em que as estruturas do
Antigo Regime se encontram mais solidamente ancoradas;
- do ponto de vista geográfico, o núcleo duro da alfabetização europeia, encontra-se
no Norte e Centro-Norte da Europa, sendo o Sul e os extremos Leste e Oeste, menos alfabetizados;
- parece existir uma tendência que sobrepõe fatores religiosos, económicos e geográficos com alfabetização, o que, apesar de todos os cuidados a ter com generalizações, sugere
97

GRÁCIO, Rui (1971). Ensino Primário e Analfabetismo. In "Dicionário de História de Portugal" (dir. Joel Serrão). Lisboa: Editorial Figueirinhas, vol.II, p.51.
98
SILVA, Francisco Ribeiro da (1993). História da Alfabetização em Portugal: Fontes, Métodos, Resultados. In.
NÓVOA, A. E BERRIO, J. RUIZ (Eds). "A História da Educação em Espanha e Portugal ­ Investigações e
Actividades". Lisboa: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, p.101.

94

uma relação entre estes fatores combinados e o crescimento da alfabetização e da escolarização;
- apesar de estas tendências se prolongarem no tempo, o século XX vai assistir a casos de sucesso de alfabetização, que quebram em parte as tendências antes assinaladas, o que
parece dever-se a fatores políticos e económicos muito dependentes de opções de Estado. É
o caso, entre outros, de uma parte dos países dos Balcãs, dos regimes que em 1918 e em
1945 se tornam socialistas e, também, de algumas sociedades do Centro-Sul da Europa;
- o caso português é, durante mais de um século, segundo todos os dados disponíveis, quer a sua origem seja interna ou externa, um caso singular de dupla periferia no contexto europeu: periferia face ao núcleo duro da alfabetização, periferia face aos limites Sul,
Leste e Oeste da Europa, que historicamente foram menos impregnados pela cultura escrita
(...)."99
Esta extensa citação com um ponto de situação comparativo, ajudará desde logo a estabelecermos a relação entre níveis de desenvolvimento e alfabetização; entre discursos políticos
de preocupação com as baixas taxas de escolarização em diferentes momentos e o investimento educativo, uma vez chegados ao poder; entre o papel da Igreja e as taxas de alfabetização; entre o acesso à leitura e à escrita e o nível de intervenção cívica, entre outras possíveis articulações. Por outro lado, ajuda a perceber a forma como muitas vezes os regimes
trabalharam mais para as estatísticas do que para a consistência de um plano de alfabetização
que exigia tempo, mas também um investimento continuado. Pode-se referir a título de
exemplo as escolas móveis do período republicano que terão permitido uma escolaridade
rápida, com aproveitamento, para cerca de 100 000 alunos100; pode-se referir o uso das regentes escolares com reduzida formação, no Estado Novo, para garantir o mínimo em termos de escolaridade; mas podemos vir até ao Programa Novas Oportunidades ou aos Centros de Certificação de Competências do atual Governo, para vermos que os indicadores de
escolaridade (seja básica, seja secundária) atiram o País para lugares em rankings internacionais a que procuramos fugir, pelos caminhos mais diversos.
Conhecidas já algumas das campanhas e iniciativas dos anos 50 e 60, e permanecendo a
exasperante lentidão no abaixamento das taxas de analfabetismo, importa realçar, na longa
duração, as ambiguidades e hesitações das políticas educativas, mas também as resistências
estruturais ao processo de escolarização, que inscreve-se hoje, nas elevadas taxas de abandono e de insucesso. Esses problemas que durante o Estado Novo tiveram uma forte componente política, são sobretudo de ordem social e económica e daí, sempre que a empresa familiar ou a simples subsistência do agregado está em causa, ou sempre que o desemprego paira
no ar, a escola passa de imediato a "bem supérfluo" e, portanto, o primeiro a dispensar. Se
associarmos a isso o fato de a noção de "capital humano" ter chegado muito tarde aos empregadores, preferindo muitas vezes a baixa escolaridade para justificar reduzidos pagamentos, percebemos o significado do problema estrutural que constituiu numa primeira fase a
simples alfabetização e hoje significa a "educação ao longo da vida".

CANDEIAS, António (direção e coordenação); PAZ, Ana Luísa e ROCHA, Melânia (2004). Alfabetização e
Escola em Portugal nos séculos XIX e XX. Os Censos e as Estatísticas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, pp.3435.
100 A informação foi veiculada por SAMPAIO, José Salvado (1969). Escolas Móveis-contribuição monográfica. In
"Boletim Bibliográfico e Informativo", 9, pp. 9-28.
99

95

Propostas de investigação
- Analisar a evolução da alfabetização feminina ao longo dos séculos XIX e XX através da
consulta do CDROM que acompanha a obra dirigida e coordenada por António Candeias.
Produção de um texto de reflexão com cerca de 10 páginas.
- Analisar a intemporalidade de algumas ideias e princípios expressos no programa "Novas
Oportunidades" implementado pelo Ministério da Educação a partir de 2006 (texto disponível no site do M.E.)
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

96

3.1.12. As mudanças educativas em trinta anos de Liberdade (1974-2004)
Tópicos de incidência
A) Principais etapas da mudança educativa.
B) Do crescimento interno à comparação externa.
C) As tensões e os desafios atuais.
Bibliografia Básica
1. AZEVEDO, Joaquim (2002). O fim de um ciclo? A Educação em Portugal no início do século
XXI. Porto: Edições ASA.
2. CARNEIRO, Roberto (coord.) (2000). O futuro da educação em Portugal. Tendências e oportunidades. Um estudo de reflexão prospetiva. Lisboa: Ministério da Educação. (*)
3. DAPP/ME (2001). Ano Escolar 2000-2001. Lisboa: DAPP/ME.
4. OCDE/CERI (2001). Education at Glance. OCDE Indicators. Paris: OCDE.
5. STOER, Stephen R. (1986). Educação e Mudança Social em Portugal. 1970-1980, uma década de
transição. Porto: Edições Afrontamento.
Desenvolvimento sumário
Esta sessão desenvolve-se em torno de indicadores/referências que nos permitam dialogar
sobre o passado próximo, mas também sobre os desafios com que ainda hoje a educação em
Portugal se confronta. Através de alguns "slides" em PowerPoint ou simples acetatos, serão
apresentados alguns números dos indicadores mais relevantes, na nossa perspetiva.
Podemos começar por uma cronologia que evidencia: a passagem do tipo de educação perfilhada pelo Estado Novo durante mais de 40 anos e a Lei 5/73 de Veiga Simão que visa claramente a democratização do ensino e o alargamento da escolaridade, sobretudo através da
inclusão do Ciclo Preparatório como ponte entre o ensino primário e o unificado, paralelamente a um contexto internacional de alguma recessão; depois a Lei de Bases do Sistema
Educativo de 1986, fruto de uma ampla discussão na Assembleia da República que, só por si,
pode servir para uma interessante investigação; o terceiro grande momento é constituído pela Reforma na altura do Ministro Roberto Carneiro, na sequência de trabalhos desenvolvidos
pela Comissão de Reforma do Sistema Educativo cujos "documentos preparatórios" foram
objeto de discussão nacional; nos anos 90 destacaríamos a proposta de autonomia das escolas, problema que vem até aos nossos dias com diferentes interpretações dos seus destinatários; finalmente a premência de discussão de uma nova Lei de Bases que se iniciou em 2004
e que é um dos pontos, ainda hoje na ordem do dia da Educação.

97

1973
04

1974 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 0 01 02 03

Lei de Bases 25 de abril
do Sistema
Educativo
(Lei Veiga
Simão)

Lei de Bases Reforma de Roberto
do Sistema
Carneiro
Educativo Novos Cursos, programas e disciplinas
Autonomia das escolas, Gestão e Direcção
das Escolas
Escolas Profissionais
Abertura do Ensino
Superior

Autonomia
das Escolas

Lei de Bases
da Educação?

Exames Nacionais 12.º ano
Centros de formação de Professores
Choques petrolíferos
"Trinta Dolorosos"
Revolução Tecnológica
(sociedade de informação)

Depois podemos avançar para o fornecimento de alguns dados que nos permitam, por um
lado perceber a evolução dos nossos indicadores em termos educativos mas,
simultaneamente, entendê-los numa perspectiva compararada com a Europa. Os gráficos
e quadros foram construídos com base na bibliografia apresentada para esta aula.



Valor relativo a 2002
Para além de outras perspetivas, os dados cruzam com informações já expendidas em aulas anteriores onde se apontava para um forte crescimento do secundário nos anos 70 e 80
do século XX com repercussões posteriores no crescimento do superior.
98

O gráfico seguinte mostra a mesma tendência mas agora com base nas taxas de escolarização entre 1985 e 2001, estabelecendo a relação entre o número de alunos em idade ideal de frequência de um nível d ensino e a população residente com as mesmas idades (taxa líquida ou real de escolarização)101.

Um relance pela evolução do Ensino Profissional em Portugal, ajuda-nos também, por um
lado a perceber o significado da interrupção dos anos 70 quando se pretendeu diluir a sua
especificidade no quadro do secundário e, por outro, compreender e visualizar o seu crescimento durante a década de 90.

101

As taxas brutas ou "aparentes" de escolarização são as que relacionam o número total de alunos matriculados num dado nível de ensino, qualquer que seja a sua idade, com a população residente em "idade ideal" de
frequência desse mesmo nível.

99

Evolução do Ensino Profissional em Portugal*
1983-2003
100.000
80.000
60.000
40.000
20.000
0

1983

1984

1988

1992

1994

1996

1999

2003

* Estes dados compreendem o ensino técnico-profissional, os cursos tecnológicos, os cursos do 12º ano via profissionalizante e os cursos das escolas profissionais.

Um outro dado significativo prende-se com as taxas de abandono da Escola dos alunos
com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos. Se, por um lado é visível o ganho
entre 1991 e 2001, por outro não deixa de ser preocupante o crescente abandono, antes
dos 15 anos, da Escola visível nas informações disponíveis em 2001.
Taxas de abandono por idades, dos 10 aos 15 anos
IDADES

1991

2001

10

3.5

0.0

11

4.2

1.4

12

5.0

1.7

13

9.9

2.2

14

19.5

3.4

15

29.5

7.1

TOTAL: 10-15

12.5

2.7

Esta informação cruza naturalmente com a percentagem de saída antecipada e precoce onde
é visível, ainda em 2001, o número significativo de alunos que abandona a escola antes de
obter um grau de escolaridade e antes da idade em que o devia fazer. Evidentemente que
100

razões de natureza socioeconómica são as principais responsáveis por estes dados, mas também a incapacidade de a Escola os reter. A comparação com os dados dos países europeus
ainda mais acentua a nossa distância relativamente à capacidade de tornar a escola atrativa e
socialmente reconhecida.
Saída antecipada e Saída precoce (%)
1991

2001

Saída antecipada

54,1%

24,6%

Saída precoce

63,7%

44,8%

Saída precoce (%) ­ Portugal e a UE (2001)
UE15

B

DK

D

EL

E

F

IRL

I

L

NL

A

P

FIN

S

UK

HM

19

14

17

13

17

29

14

nd

26

18

15

10

45

10

11

nd

H

22

15

17

12

20

35

15

nd

30

19

17

10

52

13

11

nd

M

17

12

17

13

13

22

12

nd

23

17

14

11

38

8

10

nd

Os dados que se seguem mostram outros dos grandes problemas com que ainda hoje o sistema educativo se confronta: temos um reduzido número de pessoas que concluíram o secundário e esse nível é entendido como o limiar da capacidade de adaptação às novidades,
tanto ao nível familiar como, mais falado, em termos de posto de trabalho. A resistência à
inovação é, muitas vezes, a simples manifestação de um medo de adaptação, da perda da importância anterior ou, simplesmente, da perceção mais global da "bondade e utilidade" dessa
alteração.
Percentagem da população que atingiu pelo menos o nível secundário
de educação (12º ano) ­ Países de OCDE, segundo grupos etários, 2001
Países
Austrália

25-64

25-34

35-44

45-54

55-64

59

71

60

55

44

Áustria*

76

83

80

72

63

Bélgica*

59

75

63

51

38

Canadá

82

89

85

81

67

República Checa

86

92

90

84

76

Dinamarca

80

86

80

80

72

Finlândia

74

87

84

70

51

França*

64

78

67

58

46

101

Alemanha

83

85

86

83

76

Grécia

51

73

60

43

28

Hungria

70

81

79

72

44

Islândia

57

61

60

56

46

Irlanda

58

73

62

48

35

Itália

43

57

49

39

22

Japão

83

94

94

81

63

Coreia

68

95

77

49

30

Luxemburgo

53

59

57

47

42

México

22

25

25

17

11

Holanda*

65

74

69

60

51

Nova Zelândia

76

82

80

75

60

Noruega*

85

93

90

82

70

Polónia

46

52

48

44

36

Portugal

20

32

20

14

9

85

94

90

83

66

40

57

45

29

17

Suécia

81

91

86

78

65

Suiça

87

92

90

85

81

Turquia

24

30

24

19

13

Reino Unido

63

68

65

61

55

88

88

89

89

83

64

74

68

60

49

República da Eslováquia
Espanha

Est.Unidos América
Média

*Ano de referência 2000
Um outro aspeto várias vezes apontado como crucial em termos de significado das apostas educativas, é a relação entre muitos dos indicadores educativos e o PIB de cada país.
O Quadro seguinte mostra que, se por um lado relativamente aos países europeus "concorrentes" o nosso PIB per capita não envergonha, ele é associado a um baixo nível de
escolaridade da população em idade produtiva o que pode trazer problemas acrescidos
quando é necessário reequacionar o tipo de trabalho e a função de cada um no quadro
produtivo. Daí as crescentes preocupações com a "educação ao longo da vida" ou com
"novas oportunidades" dadas a quem abandonou a escola demasiado cedo. Evidentemente que as comparações com um quadro mais alargado de países, mostra o quanto temos
ainda de crescer nesta área.

102

Produtividade, PIB per capita e níveis de escolaridade da população
em Portugal e nos países candidatos à adesão à EU em 2004
Países

Produtividade
(1998)
EU 15 = 100

PIB per capita, ppc (1998)
EU 15 = 100

PIB per capita, ppc (2000)

Nível de escolaridade da
pop. entre os 25 e os 64 anos
(%, 2000)
Secundário superior

EU 15 = 100

Bulgária

25

23

24

67,1

Eslováquia

53

49

48

83,6

Eslovénia

71

69

71

74,8

Estónia

37

37

37

84,7

Hungria

58

49

52

69,2

Letónia

27

28

29

83,5

Lituânia

30

31

29

84,9

Polónia

38

38

39

79,7

R. Checa

58

60

58

86,1

Roménia

32

28

27

69,3

Portugal

65,2

73,3

73,3

21,6

Despesa pública estatal com a educação, em relação ao PIB (1998)

0

2

4

%
8

6

Suécia

7,2
6,9

Estados Unidos

6,8
6,4
6,2

França
5,5
5,5

Alemanha

5,3
5,3

Portugal
Reino Unido

5
4,9
4,7

Japão

4,6

103

Os dados apresentados são, no nosso entender, suficientes para podermos avançar nalgumas
conclusões:
- Num período de 30 anos passou-se de uma escola para uma elite para uma escola
democrática e aberta a todos;
- Passou-se de uma geração analfabeta (a taxa de analfabetismo da população entre
15 e 64 anos desceu de 25% em 1970 para 7% em 1991 e para valores residuais em 2001)
para uma geração com filhos na Universidade;
- Das preocupações com a frequência do 1º ciclo, passou-se para o problema do excesso de oferta no ensino superior;
- De um reduzido número de professores passou-se para cerca de 250 000;
- De uma rede escolar assente no primeiro ciclo, passou-se para uma rede sobreposta
cuja revisão obriga a encerramento ou "verticalização" de recursos;
- De um sistema com responsabilidades muito bem indexadas aos diferentes protagonistas, passou-se para outro onde houve uma certa desresponsabilização o que tem obrigado a intervenções mais diretas por parte do poder, ou renegociações ao nível dos diferentes estatutos (do aluno, do professor, dos órgãos...);
- De um pequeno sistema controlado para um sistema gigantesco, aberto, não avaliado e que só agora começa a colocar a avaliação externa no centro da discussão;
- De um sistema centralizado para um sistema hiper-centralizado, embora utilize
muitas vezes a palavra autonomia;
- De um fraco investimento público para um elevado investimento público e privado
em educação;
- De um tempo de certezas, onde era claro o papel da escola e da educação, para um
tempo carregado de incertezas onde a descrença relativamente aos efeitos da passagem pelos
diferentes graus de ensino é cada vez maior.
Isto provoca um conjunto de tensões que são visíveis no sistema hoje: a dificuldade em lidar
com todos numa escola desenhada para poucos, provocando grandes problemas de insucesso, abandono, fraco rendimento escolar e indisciplina; a excessiva centralização das mudanças que coloca dificuldades no comprometimento de cada escola; a dificuldade em articular a
autonomia e a responsabilidade com a governabilidade democrática; a necessidade de garantir igualdade de oportunidades, num quadro de grandes assimetrias sociais e regionais; a dificuldade em garantir uma maior participação dos pais e da comunidade da escola nas questões educativas.
Estes problemas, numa perspetiva histórica voltarão a ser equacionados na sessão seguinte
onde procuraremos conversar e debater um texto que será agora distribuído para permitir
uma leitura prévia: BARROSO, João (2001). O Século da Escola: Do mito da Reforma à reforma de
um Mito. In "O Século da Escola ­ Entre a utopia e a burocracia". Porto: Edições ASA, pp.
63 ­ 94.

Propostas de investigação
-Divisão da turma para análise da obra: CARNEIRO, Roberto (2001). Fundamentos da Educação e da Aprendizagem ­ 21 ensaios para o século 21. V. N. Gaia, Fundação Manuel Leão.
104

A divisão da turma pode ser realizada atribuindo cada ensaio a 21 alunos (repetindo um outro mais extenso) ou dividindo a turma em 5 grupos ficando cada um com uma parte (I Aprender num mundo intercultural; II ­ Novas dinâmicas educativas na Sociedade do Conhecimento; III ­ Por uma Europa da Educação e da Cultura; IV ­ Requalificar a urbe: as
cidades educadoras; V- Humanizar a Economia, Desenvolver o Emprego, promover a Pessoa). Do trabalho deve resultar um pequeno debate numa aula prática e/ou um pequeno texto síntese com cerca de 10 páginas.
Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

105

3.1.13. Reformas e expetativas, ilusões e desilusões numa perspetiva de longa duração histórica
Tópicos de incidência
A) Reformar o quê e para quê?
B) Reformar nunca mudando o essencial.
C) Dimensões da mudança da Escola atual.
D) Do mito da Reforma à necessidade de reforma de um Mito.
Bibliografia Básica
1. AAVV (2005). Comment penser l'école de demain. In "Le Monde de lÉducation", nº 338 (Juillet-Août 2005). Paris.
2. BARROSO, João (2001). O Século da Escola: Do Mito da Reforma à Reforma de um Mito. In "O
Século da Escola ­ Entre a utopia e a burocracia". Porto: Edições ASA. (*)
3. FORMOSINHO, João e MACHADO, Joaquim (2006). Modernidade, Razão e Afeto. Racionalidades da Escola Contemporânea. In "Estudos do Século XX", nº 6. Coimbra: Ariadne Editora,
pp.13 ­ 24. (*)
4. NÓVOA, António (2005). Evidentemente. Histórias de Educação. Porto: Edições ASA. (*)
5. TROGER, Vincent (coord.) (2006). Une Histoire de l'Éducation e de la Formation. Auxerre:
Éditons Sciences Humaines.
Desenvolvimento sumário
Depois da distribuição prévia do texto de João Barroso e, espera-se, da sua leitura por parte
dos alunos, esta sessão pode começar por uma frase retirada do livro de António Nóvoa ­
Evidentemente:
" (...) As coisas da educação discutem-se, quase sempre, a partir das mesmas dicotomias, das
mesmas oposições, dos mesmos argumentos. Anos e anos a fio. Banalidades. Palavras gastas.
Irritantemente óbvias, mas sempre repetidas como se fossem novidade. Uns anunciam o paraíso, outros o caos ­ a educação das novas gerações é sempre pior que a nossa. Será?! Muitas convicções e opiniões. Pouco estudo e quase nenhuma investigação. A certeza de conhecer e possuir ,,a solução é o caminho mais curto para a ignorância. E não se pode acabar
com isto?"102

102

NÓVOA, António (2005). Evidentemente ­ Histórias de Educação. Porto: Edições ASA, p. 9.

106

Desde logo perseguem-se vários objetivos: a constatação da intemporalidade dos problemas
da educação; a repetição sistemática das "soluções milagrosas" independentemente do contexto político; a afirmação de um processo de "perda de qualidade" histórica apesar das reformas; a evidência de se falar da Educação sem um prévio e sistemático estudo e conhecimento dos seus principais indicadores.
Estes objetivos remetem-nos naturalmente para o texto de João Barroso onde, por um lado
se espera que os alunos sejam capazes de identificas as principais ideias mas onde, por outro,
o docente tem necessidade de levar algumas frases indicativas para a qualquer momento poder despoletar a discussão e quebrar momentos de silêncio ou sistematizar algumas das principais reflexões. Elencam-se, a seguir, algumas dessas propostas.
- "Se na maior parte dos países ocidentais, o século XIX marca o início da criação,
estruturação e regulamentação dos sistemas públicos nacionais de ensino (pela imposição da
escolaridade obrigatória e alargamento da oferta escolar), sob o impulso ou égide do Estado,
o século XX constitui a sua consagração, expansão e... declínio." (p. 63)
- "Perante o avolumar da crise e o crescendo das críticas, sucedem-se, por iniciativas
de vários governos, múltiplas reformas que se propõem corrigir os disfuncionamentos do
sistema, democratizar o seu acesso, combater o insucesso, melhorar a sua eficácia e qualidade. A maior parte destas reformas, contudo, falham nos seus propósitos, não passando, muitas vezes, de uma mera recuperação retórica das críticas (...) e raramente chegando ao cerne
das escolas e da ação pedagógica na sala de aula. (...) Em vez das reformas mudarem as escolas, foram as escolas que mudaram as reformas." (p. 64)
- "Ensinar a muitos como se fossem um só: (...) a permanência e naturalização de
um modo uniforme de organização pedagógica, cuja matriz essencial é o ensino em classe,
constitui um dos fatores mais estruturantes do modelo escolar que está na base do desenvolvimento da escola pública. (...) A classe surgiu da necessidade de adaptar ao ensino coletivo,
as modalidades que eram tradicionalmente adotadas no ensino doméstico, baseadas na relação face a face entre um mestre e o seu discípulo." (pp. 66-67)
- "A adoção do modo simultâneo (século XVIII) e do modo mútuo (século XIX) corresponde à introdução de critérios de racionalidade no trabalho pedagógico que são ditados por
duas ordens de razões. Por um lado, o próprio crescimento de efetivos que eram escolarizados em conjunto, como resultante da difusão do ensino das primeiras letras. Por outro, a
necessidade de fazer da organização da escola um instrumento de inculcação de valores e
normas sociais que enquadrassem o próprio processo de escolarização das classes populares
e a sua preparação para o trabalho fabril (...)." (p. 68)
- "A classe, que era inicialmente uma simples divisão de alunos, transforma-se progressivamente num padrão organizativo para departamentalizar o serviço dos professores e o
próprio espaço escolar. Simultaneamente, adquire o valor de medida na progressão dos alunos (passar de classe) e na divisão temporal do percurso escolar (o termo classe vai-se tornando sinónimo de ano de escolaridade)." (p. 69)
- "(...) A transformação de uma organização pedagógica em organização administrativa, que caracteriza o processo de evolução da classe (quer no ensino primário, com a escola
graduada, quer no ensino secundário com o chamado regime de classe), cria as condições
para que se desenvolva nas escolas uma porosidade entre os domínios pedagógico e administrativo que se traduz, muitas vezes, na pedagogização da administração ou na burocratização da pedagogia ." (p. 74)
107

- "(...) O núcleo central das críticas ao modelo do ensino de classe reside, desde o
início, no fato de ele não ter em conta as diferenças entre os alunos e de impor o primado da
organização (necessária ao ensino simultâneo) aos interesses das crianças (...)." (p.76)
- "No caso de Portugal são vários os exemplos destes tipos de reformas que tentaram introduzir mudanças estruturais na organização das escolas, mas falharam os seus objetivos por nunca ter sido posto em causa, globalmente, o ensino de classe (...). Estas mudanças foram introduzidas de maneira avulsa, desarticulada no tempo e ao sabor de voluntarismos conjunturais, sem terem em conta a unidade e coerência estrutural do modelo que pretendiam atacar ­ a classe ­ que se caracterizava por ser, simultaneamente, uma unidade para
a definição do espaço escolar, a divisão de tempo, a seriação dos alunos, a distribuição do
serviço docente, a progressão das aprendizagens. " (pp. 81-82)
- "As reformas em educação (...) têm-se caracterizado por serem reformas de 1ª ordem, isto é, reformas que se limitam a tentar aperfeiçoar o que já existe, sem pôr em causa os
princípios, modelos de referência e modos de organização (...)103. Ora é este modelo de reforma que está em crise e que foi abandonado já em muitos países. Por isso pode dizer-se
que hoje face ao insucesso das grandes mudanças estruturais impostas pela administração
central à periferia, se passou do mito da reforma à reforma de um mito." (pp. 82-84)
Estas ou outras ideias referidas pelos alunos, levam-nos depois à sistematização do "novo
espírito da escola" que terá de passar necessariamente por mudanças nalgumas das suas dimensões (quadro síntese).

QUADRO SÍNTESE
Dimensões da Mudança da Escola
POLÍTICA
De uma lógica estatal a uma lógica comunitária
De uma lógica da dependência a uma lógica da autonomia
Da escola como objecto técnico à escola como lugar político
CULTURAL
De uma cultura da subordinação a uma cultura da implicação
De uma cultura de isolamento a uma cultura de parceria
De uma cultura da homogeneidade a uma cultura da diversidade
PEDAGÓGICA
Do ensinar a muitos como se fossem um só ao ensinar a todos
como sendo cada um
103

As mudanças de 1ª ordem tentam fazer com que aquilo que já existe seja mais eficiente e mais eficaz, sem
perturbar as características fundamentais da organização, sem alterar substancialmente o modo como os adultos
e as crianças executam os seus papéis. Em contrapartida as mudanças de 2ª ordem procuram alterar os processos constitutivos das organizações e introduzir novas metas, estruturas e papéis que transformem a maneira
familiar de fazer as coisas em novos procedimentos para resolver problemas persistentes ­ CUBAN, Larry
(1990). A Fundamental Puzzle of School Reform. In "Schools as colaboratives cultures: creating the future now".
New York: The Falmer Press (pp. 71-78), citado por BARROSO (2001).

108

Do império dos programas à flexibilidade dos currículos
Da escola de ensinar à escola de aprender
GESTÃO
De uma gestão pela estrutura a uma gestão pela cultura
De uma gestão pelas normas a uma gestão por objetivos
Uma frase final para reflexão:
"(...) Hoje, mudar a escola é, sobretudo, procurar um outro sentido para a escola. Por isso
esta construção de sentido, por todos os intervenientes, mas em particular pelos alunos (razão de ser do ato educativo), além de constituir uma condição da própria mudança das suas
estruturas e formas de gestão, deverá estar na origem do próprio processo de reconceptualização da escola enquanto organização educativa. Se tal não acontecer (...), depois do século
XX ter sido o século da escola, o século XXI será o século do seu fim." (p.90)
Propostas de investigação
- Debate com o autor da obra - AZEVEDO, Joaquim (2002). O fim de um ciclo? A Educação em
Portugal no início do século XXI. Porto: Edições ASA.

Bibliografia de desenvolvimento (ver no final a propósito deste tema)

109

3.2. AULAS PRÁTICAS
3.2.1.História da Educação e Investigação Histórica (as etapas do processo de investigação/produção de conhecimento)
Tópicos de incidência
- A evolução do conhecimento historiográfico no século XX.
- A rutura, a construção e a verificação como etapas da produção de conhecimento.
- Da disciplinaridade à interdisciplinaridade.
- Espaço da História da Educação no contexto das Ciências da Educação.
- História da Educação: Novos sentidos, velhos problemas.
Recursos
Esquema com as etapas do procedimento histórico
Diagrama com "Novos desafios da História da Educação"104
Bibliografia
1. BELL, Judith (1997). Como Realizar um Projeto de Investigação. Lisboa: Gradiva.
2. CAMPENHOUDT, Luc Van (2003). Introdução à Análise dos Fenómenos Sociais. Lisboa: Gradiva, 2003.
3. DESHAIES, Bruno (1997).Metodologia da Investigação em Ciências Humanas. Lisboa: Instituto
Piaget.
4. DORTIER, Jean-François (dir.) (2005). Une Histoire des Sciences Humaines. Auxerre: Éditions
des Sciences Humaines.
5. QUIVY, Raymond e CAMPENHOUDT (1998). Manual de Investigação em Ciências Sociais.
Lisboa: Gradiva (*)

104NÓVOA,

António (1998). História da Educação: Novos sentidos, velhos problemas. In MAGALHÃES, Justino
(org.) (1998). Fazer e Ensinar História da Educação em Portugal. Braga: Instituto de Educação e Psicologia ­ Centro
de Estudos em Educação e Psicologia, Universidade do Minho, p. 35-54.

110

3.2.2.A utilização de fontes secundárias e a produção e utilização de bases de dados
Tópicos de incidência
- Exemplificação das potencialidades do Cd com "Repertório da Imprensa de Educação e
Ensino", "Catálogo da Imprensa de Educação e Ensino", "Dicionário de Educadores Portugueses" e "Bibliografia Portuguesa de Educação".
- Apresentação da base de dados de teses de Mestrado e Doutoramento em História da Educação disponível em web//letras.up.pt/dh.
- Indicação de alguns projetos de História da Educação acessíveis em CD-ROM.
Recursos
- CD-ROM que acompanha o livro NÒVOA, António (2005). Evidentemente. Histórias de Educação. Porto: Edições ASA.
- Estrutura de uma ficha de leitura e potencialidades da sua informatização (exemplo no programa informático Filemaker).
Bibliografia
1. CANDEIAS, António (Direção e coordenação) (2004) Alfabetização e Escola em Portugal nos
séculos XIX e XX. Os Censos e as Estatísticas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
2. CHARMASSON, Thérèse (2006). Histoire de l'enseignement XIXe ­ Xxe siècles. Paris: Institut
National de Recherche Pédagogique/Comité des Travaux Historiques et Scientifiques
3. NÒVOA, António e SANTA CLARA, Ana Teresa (2003). Liceus de Portugal. Histórias. Arquivos. Memórias. Porto: Edições ASA.
4. NÒVOA, António (2005). Evidentemente. Histórias de Educação. Porto: Edições ASA.
5. Ó, Jorge Ramos do (2003). O Governo de Si Mesmo. Modernidade pedagógica e encenações disciplinares do aluno liceal (último quartel do século XIX ­ meados do século XX). Lisboa: Educa.

111

3.2.3. As fontes primárias e o espaço dos Arquivos no processo de investigação
Tópicos de incidência
- Visita ao site da Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais ­ parque escolar ­
para analisar as potencialidades do Arquivo do Forte de Sacavém ­ www.dgemn.pt
- Visita ao site http://sibme.min-edu-pt para constatar as potencialidades do Arquivo Histórico do Ministério da Educação e das bibliotecas que estão associadas.
- Visita ao site do Ministério das Obras Públicas, em particular para observar a riqueza de
materiais para investigação em História da Educação (por exemplo Ensino Técnico no século XIX) - www.moptc.pt ou http://www.moptc.pt/cs2.asp?idcat=621 ­ Arquivo Histórico
do Ministério das Obras Públicas.
- Apresentação da organização de um Arquivo (Liceu Sá de Miranda em Braga).
Recursos
- Cd que acompanha o livro O Governo de si mesmo.
- Roteiro de alguns arquivos ­ Cd que acompanha "Liceus de Portugal".
- Documentos fotocopiados de Arquivos de Escolas.
Bibliografia
1. MAGALHÃES, Justino (2001). Roteiro de Fontes para a História da Educação. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional [Coleção "Memórias da Educação, 9].
2. NÒVOA, António e SANTA CLARA, Ana Teresa (2003). Liceus de Portugal. Histórias. Arquivos. Memórias. Porto: Edições ASA.
3. Ó, Jorge Ramos do (2003). O Governo de Si Mesmo. Modernidade pedagógica e encenações disciplinares do aluno liceal (último quartel do século XIX ­ meados do século XX). Lisboa: Educa.

112

3.2.4.A Legislação sobre Educação: do circuito da lei à identificação de conteúdos
para investigação I
Tópicos de incidência
- Desde o projecto até à aprovação definitiva vários são os intervenientes, em particular os
agentes do poder legislativo.
- A importância dos debates parlamentares.
Recursos
- Esquema com o circuito da Lei ­ do projeto à implementação/regulamentação.
- Visita ao site da Assembleia da República para constatar a riqueza da documentação disponível para investigação ­ http://debates.parlamento.pt.
- Distribuição de uma seleção de textos com os debates relativos à discussão da Lei de Bases
de 1936 ­ entre 30 de janeiro e 20 de fevereiro ­ sessões 68 a 81 ­ comparando algumas das
propostas iniciais e as finais.
Bibliografia
- Site da Assembleia da República ­ debates parlamentares.
- ADÃO, Áurea (2001). As Políticas Educativas nos debates parlamentares. O caso do Ensino Secundário Liceal. Lisboa: Assembleia da República/Edições Afrontamento.

113

3.2.5.A Legislação sobre Educação: do circuito da lei à identificação de conteúdos
para investigação II
Tópicos de incidência
- O significado dos Relatórios que antecedem a lei.
Recursos
- Relatório que acompanha o Decreto 5 029 de 1 de dezembro de 1918 da Reforma do Ensino Técnico de José Azevedo Neves.
Bibliografia
- CARDIM, José Eduardo de Vasconcelos Casqueiro (2005). Do Ensino Industrial à Formação
Profissional: As políticas públicas de qualificação em Portugal. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, pp. 406 a 424.
- CARQUEJA, Bento (1918). O Ensino Técnico e Profissional em Portugal. Porto.

114

3.2.6.As estatísticas de Educação ­ interesse e rentabilização
Tópicos de incidência
- Visita ao site do Instituto Nacional de Estatística.
- Análise de dados sobre a alfabetização e o analfabetismo.
Recursos
- Cd que acompanha o livro Alfabetização.
Bibliografia
- CANDEIAS, António (direção e coordenação); PAZ, Ana Luísa e ROCHA, Melânia
(2004). Alfabetização e Escola em Portugal nos séculos XIX e XX. Os Censos e as Estatísticas. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian. [Inclui um CD ROM com os dados estatísticos].

115

3.2.7.Os manuais escolares como fonte de investigação
Tópicos de incidência
- A importância atribuída por diferentes regimes e governos ao manual escolar.
- O manual com meio privilegiado para a inculcação de ideias e valores.
Recursos
- Decreto com as frases que o Estado Novo obrigava a incluir nos Manuais ­ Decreto 21
014 de 19 de março de 1932.
- Análise da Lei 1 941 de 11 de abril de 1936 ­ "Lei de Bases da Educação Nacional" (particularmente a Base X).
Bibliografia
1. CARVALHO, Maria Manuela (2005). Poder e Ensino. Os Manuais de História na política do
Estado Novo (1926-1940). Lisboa: Livros Horizonte.
2. FIGUEIRINHAS, António (1930). O último concurso de livros primários. Porto: Livraria Educação Nacional.

116

3.2.8.Formação de Professores ­ perspetiva histórica
Tópicos de incidência
- Congressos Pedagógicos da Liga Nacional de Instrução ­ Lisboa 1908 ­ 1914. Particular
enfoque nos temas tratados, nos participantes e na "ascensão da razão científica" no meio
escolar.
Recursos
- Duas "estórias" retiradas de NÒVOA, António (2005). Evidentemente. Histórias de Educação.
Porto: Edições ASA, pp. 39 e 41. A primeira intitula-se "Formação de Professores do Ensino Primário ­ Aprender para ensinar" e a segunda "Formação de Professores do Ensino Secundário ­ Cem anos de indecisão".
Bibliografia
- CARVALHO, Luís Miguel e FERNANDES, Ana Lúcia (2004). O Conhecimento sobre a Educação e os Problemas Nacionais: Os Congressos Pedagógicos da Liga Nacional de Instrução (Lisboa, 19081914). Lisboa: Educa [Cadernos Prestige 20]
- NÒVOA, António (2005). Evidentemente. Histórias de Educação. Porto: Edições ASA.

117

3.2.9.O discurso do poder político ­ dos debates parlamentares aos discursos dos reitores
Tópicos de incidência
- Análise de discursos de deputados ­ poder legislativo.
- Análise do discurso de um Reitor.
- Análise de uma intervenção de um ministro.
Recursos
- Seleção de partes da discussão Lei 1 941 de 11 de abril de 1936 ­ "Lei de Bases da Educação Nacional", na Assembleia Nacional. Intervenções de Mário Figueiredo e Maria Guardiola.
- Análise do discurso do Reitor António Barbosa do Liceu Alexandre Herculano na abertura
do ano letivo de 1935/36.
- Análise do "Discurso de Sua Excelência o Ministro da Educação Nacional, Prof. Eng.
Francisco Leite Pinto, na inauguração da Escola Comercial Patrício Prazeres" In "Escolas
Técnicas ­ Boletim de Ação Educativa", Vol. V, nº 20, Lisboa: 1956, pp. 8 a 13.

Bibliografia
- "Escolas Técnicas ­ Boletim de Acção Educativa", Vol. V, nº 20, Lisboa: 1956.
- NÒVOA, António e SANTA CLARA, Ana Teresa (2003). Liceus de Portugal. Histórias. Arquivos. Memórias. Porto: Edições ASA.

118

3.2.10.Espaço investigativo da Imprensa de Educação e Ensino I
Tópicos de incidência
- Análise de um período histórico (1910 a 1926).
- Análise de um tema específico ­ Inspeção do Ensino Primário.
Recursos
- Base de dados com "A Federação Escolar" para verificação dos principais temas de artigos
entre 1910 e 1926.
- Base de dados com "Educação Nacional" para analisar assuntos tratados por artigos de
inspetores entre 1935 e 1945.
Bibliografia
- ALVES, Luísa Maria Domingues Cruz (2005). Estatuto sócio-profissional do professor primário na
1ª República à luz de A Federação Escolar. Porto: FLUP (dissertação de Mestrado).
- GOMES, Isabel Maria Oliveira (2005). Um olhar sobre a Inspeção no Ensino Primário (19401960). Porto: FLUP (dissertação de Mestrado).

119

3.2.11.Espaço investigativo da Imprensa de Educação e Ensino II
Tópicos de incidência
- Análise de um subsistema de ensino.
Recursos
- Base de dados com o Boletim "Escolas Técnicas" (1946 - 1972) para ver temas tratados e
características dos autores.

Bibliografia
- "Escolas Técnicas" ­ Boletim de Ação Educativa. Lisboa: Ministério da Educação Nacional (Direção Geral do Ensino Médio). 1946-1972, 43 tomos, [357 registos].

120

3.2.12.Cultura Material da Escola ­ fontes iconográficas, fílmicas, televisivas e materiais
Tópicos de incidência
- Importância destas fontes para a reconstituição dos espaços, dos hábitos, da cultura material da Escola ao longo dos tempos.
Recursos
- Diaporama com fotografias sobre espaços exteriores e interiores, alunos, professores, cadernos, carteiras, manuais, mapas.
- Campanha do Zé Analfabeto na TV ­ um episódio.
- Excerto de um vídeo sobre a Telescola.

Bibliografia
- ALVES, Luís Alberto Marques (2000). Telescola ­ Uma Escola com História I e II. Porto: Ensino Básico Mediatizado.
- GIMARD, Marie; GIMARD, Jacques (s.d.).Mémoire d'école. (S.l.): Le Pré aux Clercs.
- GRÈZES-RUEFF, François; LEDUC, Jean (2007). Histoire des élèves en France ­ De l'Ancien
Regime à nos jours. Paris: Armand Colin.
- GRUNSTEIN, Rachel; PECNARD, Jérome e DANCEL, Brigitte (2002). Nos Cahiers
d'écoliers 1880-1968. Paris: Èditions des Arènes.
- LUC, Jean-Noel; NICOLAS, Gilbert (2006). Le Temps de l'école ­ De la maternelle au lycée. Paris: Éditions du Chêne ­ Hachette Livre
- MUSEU ESCOLAR OLIVEIRA LOPES (2000). Válega/Ovar: Câmara Municipal/Divisão da Cultura.

121

3.2.13.História Oral e História da Educação
Tópicos de incidência
- Origem, objetivos e contextos da História Oral.
- A Memória enquanto fonte histórica.
- A entrevista: um relacionamento intersubjetivo.
- A análise de Vidas Faladas: interpretar memórias, fazer História Oral.
Recursos
- Excerto de um entrevista realizada a um Mestre do Ensino Técnico (em suporte VHS).
- Testemunho de um educador de infância ­ em suporte papel.

Bibliografia
- CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (1998). Educação ­ Memórias e testemunhos.
Lisboa: Gradiva [Prefácio de Jorge Sampaio].
- PINTO, Andreia Ivone Moura Fernandes Fão Macedo (2005). Educação de Infância no Masculino. Porto: FLUP (dissertação de Mestrado).
- TEODORO, António (2002). As Políticas de Educação em Discurso Direto (1955-1995). Lisboa:
Instituto de Inovação Educacional [Coleção Políticas de Educação].
Desenvolvimento
(Neste caso específico, procuraremos desenvolver um pouco mais a aula prática visto tratarse de uma temática onde os alunos poderão não ter grande informação)
Através de uma apresentação em suporte informático (PowerPoint, por exemplo) apresentamos um conjunto de ideias/frases que permitam o diálogo sobre a História Oral, tendo
como pontos aglutinadores os tópicos de incidência.
O que é a história Oral?
" (...) É entrevistar testemunhas oculares e participantes de eventos do passado com o propósito da reconstrução histórica." (R. Grele)
Segundo A. Portelli, "história" evoca uma narrativa do passado, e "oral" indica um meio de
expressão.
É uma recolha das memórias "vivas" de todo o tipo de pessoas, muitas de outro modo escondidas e silenciadas na história.
122

É a História "viva" das experiências de vida únicas de cada indivíduo.
A História Oral cria as suas próprias fontes.
Permite explorar fontes e aspetos da realidade histórica que não são normalmente documentados. Elabora histórias alternativas: vida doméstica, organizações clandestinas, relacionamentos e emoções, infância, criminalidade, sexualidade, minorias, grupos socialmente excluídos, camadas populares, operariado, etc..
Como pode ser usada?
Confere uma nova dimensão à história local, da família e das comunidades.
É um excelente método de aproximação inter-geracional, inter-cultural e inter-classes.
Contribui para apoiar os menos privilegiados (especialmente os mais idosos), confere-lhes
mais dignidade, auto-confiança e noção do seu valor em sociedade.
Usada em museus, galerias, arquivos e bibliotecas locais, programas de televisão e rádio, etc.
constitui uma importante e expressiva fonte histórica.
Pode abrir novas áreas de pesquisa mudar o conteúdo e objetivo da História. Traduz uma
comunidade que escreve a sua própria História.
Origens, contextos, evoluções
No início dos anos 70 do século XX enfrenta duras críticas e desconfianças, sobretudo no
que se refere à natureza das suas fontes. Investiu-se em publicações periódicas, conferências
internacionais, estudos vários.
A partir dessa data, e com particular destaque para o início dos anos 90 do século XX, primou-se pela sofisticação teórica e metodológica relativamente à situações de entrevista, e à
interpretação e uso dos testemunhos orais.
Num vasto campo de disciplinas académicas, os anos 80 e 90 do século XX assistiram, em
geral, a uma maior abertura da investigação científica ao uso de histórias de vida escritas e
faladas enquanto fontes/documentos. A História Oral combina pesquisa qualitativa e quantitativa, pois o que diz respeito a vidas individuais pode aplicar-se a sociedades amplas.
A História Oral desenvolveu-se e expandiu-se muito nos últimos vinte anos em vários contextos internacionais, e vem perdendo o seu estatuto de inferioridade no seio das ciências
sociais principais.
Atualmente, para muitos historiadores orais, a teoria não deverá ir longe demais, e a História
Oral deverá permanecer fiel aos seus princípios fundadores de impulso democrático: fornecer exemplos de experiência não documentada, e dar voz a grupos sociais (e outros) que tenham permanecido escondidos da História.
Esta recolha de testemunhos orais na primeira pessoa acarreta implicações no que se refere
ao modo como o passado é construído e a própria História se faz.
A narrativa é algo que foi vivido individual e socialmente, algo que transita no tempo, historicamente. Como traços distintivos importantes da História Oral emerge a forma narrativa o
fato de procurar uma ligação entre biografia e história, entre a experiência individual e transformação social.
Thompson refere "a História Oral restitui a História às pessoas pelas suas próprias palavras".
123

A História Oral é uma poderosa ferramenta de transformação do significado social da História.
Pretende um melhor conhecimento de certos processos históricos (ex. ultrapassar um passado coletivo traumático), integrar determinados grupos sociais, étnicos, auxiliar grupos desfavorecidos, trabalhadores, movimentos feministas e de contestação social, etc., num processo
de democratização da memória e história.
Fiabilidade?
As relações existentes entre experiência e memória, narrativa e identidade manifestam a necessidade de uma compreensão crítica sobre o uso da memória enquanto fonte para a investigação social e histórica.
Inúmeras discussões em torno da História Oral contestam a "fiabilidade", validade e uso de
testemunhos orais enquanto fontes históricas representativas.
Com é possível avaliar a "fiabilidade"? Há que fazer uso de estratégias de confrontação com
outras fontes (processo de triangulação). O testemunho oral não é mais ou menos fiável do
que qualquer outro documento histórico.
Importa reter que não há testemunhos orais "falsos". Após verificar a credibilidade fatual, e
fazer uso de critérios de crítica e contextualização históricas que se aplicam a todas as fontes,
os testemunhos "falsos" (que são sempre psicologicamente verdadeiros, tal como enfatiza
Portelli) revelam tanto como os factualmente corretos.
"As fontes orais dizem-nos não apenas o que as pessoas fizeram, mas aquilo que elas quiseram fazer, o que elas acreditaram estar a fazer, e o que agora pensam que fizeram" (PORTELLI).
Aspetos acerca da memória que os historiadores orais devem ter em consideração
A memória não é um repositório passivo de fatos, mas um processo ativo de criação de significados (Portelli). A memória de longa duração é mais forte do que a de curta duração.
Assim, o historiador oral deve refletir sobre o seguinte:
-O que permanece na memória e porquê
-A memória é frequentemente organizada e planeada
-Aquilo que recordamos não é necessariamente o mesmo que relatamos: seleção consciente/inconsciente ­ e o significado do silêncio
-As memórias orais são visuais, personificadas e o seu modo de expressão conta muito (ex.
sons, interjeições, linguagem corporal)
-O ato de lembrar é retrospectivo: é influenciado e moldado pela experiência subsequente e
memória cultural ­ é um processo ativo e criativo.
-O ato de lembrar é relacional (consciência individual e colectiva/noção de audiência).
A entrevista: um relacionamento intersubjetivo
A entrevista é o momento fundamental da prática da História Oral. O produto final é a entrevista, normalmente gravada em suporte áudio. O relacionamento entrevistadorentrevistado assume a maior importância, e acarreta questões éticas, epistemológicas e políticas.
Haverá uma forma correcta de conduzir uma entrevista de História Oral?
124

A resposta é "não". De fato, traduzindo uma metodologia qualitativa, a entrevista decorre no
âmago de sistemas culturais específicos de comunicação, e portanto não existe uma forma
universal "correcta" de fazer História Oral.
Segundo o paralelogramo da memória há sempre uma interconexão mediada pelo outro, seja
ele entrevistador ou entrevistado.
Em causa, estão uma ideologia subjacente, mitos, uma cultura e uma sociedade. Uma história
individual transforma-se em narrativa cultural. Miller aponta uma estrutura triangular: entrevistado, entrevistador e as respostas às questões. Este processo elabora uma visão retrospetiva.
Estas características significam que a História Oral é necessariamente subjetiva ­ procura
significados pessoais da experiência vivida.
A entrevista produz uma narrativa, uma história que ainda não foi contada.
Grele defende um equilíbrio entre dois polos: se o entrevistador intervém na formação da
narrativa coloca-se a si mesmo e à sua ideologia no processo; se não, abdica da sua responsabilidade enquanto crítico de mitificações.
Sem monopólios, a entrevista é um diálogo entre dois sujeitos, num processo nunca terminado
Análise de vidas faladas: interpretar memórias, fazer história oral
Analisar e interpretar memórias é parte integrante da prática da História Oral. Testemunhos
são usados na elaboração de histórias. O historiador oral deve primar por uma aproximação
crítica constante à sua própria prática.
Após a obtenção do documento, o que emerge de uma leitura cuidadosa do mesmo? Como
analisar e interpretar os testemunhos orais? Que temas histórico-sociais são ilustrados pela
entrevista e como se revelam a partir dela?
Há estratégias várias para medir a "fiabilidade" e maximizar a importância da memória gravada enquanto fonte histórica.
A história positivista, relativamente à memória, reporta-se a um modelo de sistema de armazenamento de dados ou de "casca de cebola". Tenta rejeitar cortes, silêncios, contradições,
generalizações, informação e explicação não histórica.
A viragem subjetivista apresenta um modelo "criativo" de memória e um modelo mais "interpretativista" de História. A veracidade de não "lembra como deve ser" é algo revelador
em si mesmo. Torna-se fulcral o significado subjetivo dos acontecimentos a relação entre o
"eu narrado" e o "eu que se narra", a vida social da memória e os contextos da lembrança, o
relacionamento ativo e dialógico. Neste contexto, a forma da história é muito significativa e
reveja-se fundamental para a sua análise e interpretação.
Relativamente à análise, pode referir-se uma situação de micro-análise (leitura cerrada e textual do testemunho) ou de macro-análise (uso do testemunho para a interpretação social e
histórica mais alargada).
É costume chamar-se à micro-análise "ouvir em estéreo com um terceiro ouvido". A análise
narrativa encoraja, tal como P. Thompson refere, uma audição mais sensível e cuidadosa/detalhada do testemunho oral. Importa ouvir os temas e significados do narrador.
Quanto à macro-análise, visa tentar encontrar padrões temas e significados amplos, de modo
a tornar a generalização possível sobre determinado assunto. Procede à categorização, siste125

matização e análise temática, coligindo depoimentos de uma série de entrevistas que revele
temas que se repetem.
Nota: Apesar destas frases selecionadas, face à dimensão temporal da aula, pode haver necessidade de a encurtar o que não invalida a produção de um texto de apoio ou até a disponibilização da apresentação anexa como documento ao sumário da aula no Programa Sigarra
da UP para os alunos fazerem download.

Bibliografia Complementar:
- MONTENEGRO, A. T. (2001). História Oral e memória. A cultura popular revisitada. (S.L).
Contexto.
- PORTELLI, A. (2003).The order has been carried out: History, memory and meaning os a Nazi Massacre in Rome. Palgrave Macmillan.
- PERKS, R. And Thomson, A. (eds)(2005). The oral history reader. London: Routledge, 2.ª ed.
- THOMPSON, P. (2000) ­ The voice of the past: Oral History. OUP, 3ª ed.
Publicações Periódicas:
- Oral History (UK)
- Oral History Review (US)
- História Oral (BR)
Endereços na Web:
- Oral History Society: http://www.oralhistory.org.uk/
- Associação Brasileira de História Oral: http://www.cpdoc.fgv.br/abho/index.asp
- International Oral History Association: http://www.ioha.fgv.br
- Associação Brasileira de História Oral: http://www.cpdoc.fgv.br/abho/index.asp
- British Library National Life Story Collection: http://www.bl.uk/collections/soundarchive/nlsc.html
- Canadian Oral History Association: http://oral-history.ncf.ca/
- Centre for Life History Research ­ University of Sussex: www.sussex.ac.uk/Units/clhr
126

- East Midlands Oral History Archive: http://www.le.ac.uk/emoha/training/infosheet.html
- Edwardians On-line:
http://www.qualidata.essex.ac.uk/edwardians/sound/introduction.asp
- ESDS Qualidata ­ Oral History: http://www.esds.ac.uk/qualidata/access/oralhistory.asp
- International Oral History Association: http://www.ioha.fgv.br/
- International Oral History e-list: www.h-net.msu.edu/~oralhist/
Museum of London, London Voices:
http://www.museumoflondon.org.uk/archive/londonsvoices/
Oral History Association: http://omega.dickinson.edu/organizations/oha/pub_eg.html
Oral History Association of Australia: http://www.ohaa.net.au/
Oral History of HIV and Haemophilia: http://www.livingstories.org.uk/
Oral History Online - Alexander Street Press:
http://www.alexanderstreet6.com/orhi/index.html
Oral History Society: http://www.oralhistory.org.uk/
Panos Oral Testimony: http://www.panos.org.uk/global/program_news.asp?ID=1004

127

3.3. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR POR TEMA
Em cada sessão foi disponibilizada bibliografia considerada básica embora, dentro dessa,
ainda tenha sido identificada aquela que, desde logo, deve ser lida para uma melhor compreensão do tema e um outro conjunto que permite um trabalho/investigação mais aprofundado. Em média foram identificados cerca de cinco registos bibliográficos por sessão.
Independentemente da explosão de títulos que se vai verificando na área de História da
Educação, e correndo sempre o risco da datação indexada a qualquer publicação, pareceunos pertinente elencar agora uma série de títulos que, no nosso entender podem cumprir duas funções: por um lado fornecerem linhas de sistematização de uma bibliografia nesta área
que podem e devem ser enriquecidas com a preocupação formativa ou investigativa de cada
interlocutor; por outro fornecer informação que no nosso entender era pertinente á data da
sua elaboração (2008).
Optamos por, até em consonância com o que foi sendo realizado nas sessões práticas, fornecer aos alunos fontes e suportes que, por um lado estejam em permanente atualização e, por
outro, tenham um elevado significado de sistematização face ao trabalho (equipas, financiamento, dimensão,...) envolvido. Um aspeto complementar passou pelo critério de acessibilidade, isto é, registos bibliográficos que pudessem facilmente ser emprestados ou requisitados, em locais próximos da Faculdade, por exemplo na Biblioteca Pública e Municipal do
Porto (BPMP).
Face a estes pressupostos, os alunos terão acesso:
- À bibliografia aqui disponibilizada.
- Ao CD da obra "Evidentemente" composto por: 1. Repertório da Imprensa de
Educação e Ensino - Fichas de análise de 530 periódicos, publicados entre 1818 e 1989; 2.
Dicionário de Educadores Portugueses - Biografias de 900 educadores nascidos depois de
1800 e falecidos até 2000; 3. Catálogo da Imprensa de Educação e Ensino - Base de dados
com cerca de 2300 registos, referentes a periódicos publicados entre 1800 e 1989; 4. Bibliografia Portuguesa de Educação -Base de dados com cerca de 5000 registos, referentes a monografias e analíticos de periódicos publicados entre 1800 e 1974.
- A sites de alguns organismos que facilitam o empréstimo através da biblioteca da
Faculdade de Letras como por exemplo http://sibme.min-edu.pt/#focus ­ Catálogo da Rede
de Bibliotecas do Ministério da Educação, com links para as Bibliotecas de: Agência Nacional para a Qualificação, Direção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, Direção Regional de Educação do Algarve, Direção Regional de Educação do Centro, Direção
Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, Direção Regional de Educação do Norte,
Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, Inspeção Geral da Educação, Secretaria
Geral e Biblioteca Histórica da Educação.
No mesmo site do Ministério encontramos "Ligações úteis" para muitas outras bibliotecas
de instituições ou de catálogos que incluem temáticas educativas:
- Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa;

128

- Catálogo Coletivo da Universidade de Lisboa (SIBUL ­ Sistema Integrado das Bibliotecas da Universidade de Lisboa);
- Biblioteca do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa);
- Biblioteca da Universidade Católica Portuguesa do Porto;
- Biblioteca de Ciências da Educação da Universidade do Minho;
- Universidade de Coimbra (todas as bibliotecas);
- Biblioteca do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho;
- Biblioteca Geral da Universidade do Minho.
Um aspeto central nestas opções passa ainda pela possibilidade de, qualquer uma das fontes
sugeridas e disponibilizadas, permitirem uma pesquisa por tema que não só dá uma visão
clara sobre a imensidão de temáticas, como permite uma melhor aproximação aos interesses
dos alunos. As orientações tutoriais e as horas de atendimento disponibilizadas semanalmente procurarão naturalmente adequar a multiplicidade (que pode conduzir à dispersão) à especificidade dos interesses individuais ou de grupo.
Naturalmente pretende-se, entre outros, atingir os seguintes objetivos:
- Verificar a capacidade de os alunos gerirem de forma autónoma informação disponível;

- Evidenciar a multiplicidade de fontes para o estudo dos fenómenos da História da
Educação;
- Fomentar o diálogo e o estabelecimento de consensos face à diversidade (temática,
bibliográfica,...);
- Reiterar a importância de trabalhos coletivos e da disponibilização dos seus produtos para permitir um mais célere desenvolvimento científico;
- Incrementar o sentido do trabalho de grupo como forma de ressaltar qualidades
como por exemplo a liderança ou as boas relações interpessoais.
Para uma melhor organização resolvemos dividir o que disponibilizamos por área: Fontes,
Trabalhos académicos, bibliografia, audiovisuais e multimédia constituindo também as categorias que podem agora servir para cada um poder atualizar/enriquecer em função dos seus
interesses. Para facilitar entendemos que a indicação dos principais assuntos/temas para cada
publicação pode também ajudar a uma melhor pesquisa, desde que esteja informatizada. O
ponto seguinte deste trabalho partilha essa nossa proposta mais desenvolvida de instrumentos para formação ou pesquisa.

129

4.FONTES E BIBLIOGRAFIA
I. FONTES
1.1.

Diversas

ABREU, José Miguel de (1892) ­ Apontamentos àcerca do ensino do Desenho industrial no Porto.
In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol.
2, 23 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Desenho industrial; Porto; Ensino Industrial.
AÇÃO social escolar em números 1980-1988 (1989). [s.l.]: Instituto de Apoio Sócio-Educativo, 55 p.
Assunto/Palavras-chave: Ação Social Escolar; Anos 80; Estatísticas.
AÇÃO social escolar em números 1985-1989 (1989). [s.l.]: Instituto de Apoio Sócio-Educativo. 1 folheto:
col.
Assunto/Palavras-chave: Ação Social Escolar; Anos 80; Estatísticas.
ADITAMENTO à Memória histórica e comemorativa da Faculdade de Medicina (1872 a 1892)
(1892). In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 78 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Faculdade de Medicina; Universidade de Coimbra;
Século XIX.
AIROZA, João Pedro Ferreira (1892) ­ Collegio de Regeneração em Braga. In Congresso Pedagógico
Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 9 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino industrial; Colégio de Regeneração; Braga.
ALMEIDA, J. B. Ferreira de (1892) ­ Relatório àcerca da Escola de Alunos Marinheiros do Porto. In
Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 8
p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino militar; Escola de Alunos Marinheiros do Porto.

130

ALMEIDA, Luís da Costa e (1892) ­ A Faculdade de Matemática da Universidade de Coimbra
(1872-1892). In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da
Universidade. Vol. 1, 78 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Faculdade de Matemática; Universidade de Coimbra; Século XIX.
ALVARÁS E ESTATUTOS da Academia real da marinha e Comércio da Cidade do Porto (1998).
Fac-simile. Porto: Reitoria da Universidade do Porto.
Assunto/Palavras-chave: Porto; Século XIX; Academia real da marinha; Estatutos.
ANTUNES, Maria do Rosário Santos, coord. (1987) ­ Coletânea de legislação; Recolha efetuada para a área
da educação. Elaborado por Maria Isabel Monteiro Alves, Helena Salvador e Brito, Mauridina
Castro de Figueiredo. Lisboa: Ministério da Educação e Cultura: Divisão de Documentação,
vol. IV (199 p.), V (251 p.), VI (103 p.), VII (149 p.), VIII (249 p.), IX (265 p.).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Fontes de Informação; Legislação; Ensino; Séculos XVIII e XIX.
ANUÁRIO do Professorado Primário Português. Coord. do Prof. M. Santos Costa. Porto: Companhia
Portuguesa Editora. 1.º Ano (1915), n.º 1, 144 p.
Assunto/Palavras-chave: Anuário; Professor; Ensino Primário.
ARQUIVO DISTRITAL DO PORTO (1922) ­ Fundo da Escola Prática Comercial Raul Dória: Inventário
Arqbase. Porto: Arquivo Distrital do Porto. 8r.-10-18 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Escola Prática Comercial Raúl Dória; Fontes de Informação.
ARQUIVO DISTRITAL DO PORTO; RAÚL DÓRIA (1992) ­ ESCOLA PROFISSIONAL DO
COMÉRCIO, ESCRITÓRIOS E SERVIÇOS DO PORTO ­ Projeto Raúl Dória: Confronto de Gerações: Exposição na Casa Tait, maio 1992. Porto: Arquivo Distrital do Porto, Raúl Dória. 50-17f.15f.-14f.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Escola Profissional Raúl Dória.
AZEVEDO, Manuel Pedro de Faria (1892) ­ Casa de correção. In Congresso Pedagógico HispanoPortuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 15 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Casa de Correção; Lisboa.

131

BALBI, Adrien (1822) ­ Essai statistique sur le Royaume de Portugal. Paris: Chez Rey et Gravier, Libraires. Tome second, p. 20 a 162.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XIX.
BASTOS, Teixeira (1892) ­ Ideias geraes sobre a evolução da pedagogia em Portugal. In Congresso
Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 28
p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal.
BOLETIM da Escola Industrial de "Faria Guimarães" (Arte aplicada). Porto: [s.n.], 1884-1939. Ano I, 1.
Assunto/Palavras-chave: Escola Industrial de Faria Guimarães; Ensino Profissional.
BRANDÃO, Zeferino Norberto Gonçalves (1892) ­ Escola e Serviço de Torpedos. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 14 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino militar; Escola de Torpedos.
CABRAL, Paulo Benjamin (1892) ­ O ensino da Electrotechnia em Portugal. In Congresso Pedagógico
Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 2, 38 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Eletrotecnia; Ensino técnico; Portugal.
CAIEL (1892) ­ O que deve ser a instrução secundaria da mulher? In Congresso Pedagógico HispanoPortuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 15 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Secundário; Ensino feminino; Mulher; Género.
CAMINHA, Caetano Rodrigues (1892) ­ Breve notícia sobre a Escola de Alunos Marinheiros de
Lisboa. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 27 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino militar; Escola de Alunos Marinheiros de Lisboa.
CARVALHO, Joaquim Martins de (1892) ­ Notícia abreviada da Imprensa da Universidade de Coimbra e do seu Monte-Pio de Beneficiência. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­
Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 19 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Imprensa; Universidade de Coimbra.

132

CASTELO-BRANCO, João Agnelo Velez Caldeira (1892) ­ Nota sobre o ensino prático de Artilheria Naval. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 28 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino militar; Artilharia naval; Portugal.
CICLO Preparatório do Ensino Secundário (1960). Lisboa: Direção-Geral do Ensino Primário. 360 p. (Difusão da Cultura Popular; XC, Série A - n.º 13).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ciclo Preparatório do Ensino Secundário; Ensino Liceal e Técnico; Ensino Primário; Leite Pinto; Língua; História; Matemática; Ciências;
Desenho; Trabalhos Manuais; Pessoal docente; Plano de Estudos; Administração escolar.
COELHO, F. Adolpho (1872) ­ A questão do ensino: Conferência pública feita no Casino Lisbonense em 17 de
junho de 1871. Porto: Livraria Internacional, IX-69 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Superior; Século XIX.
CONSELHO DIRETIVO DA FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO
(1989) ­ Inquérito aos licenciados 1986/87/88. Porto: F.L.U.P.. 20 p.
Assunto/Palavras-chave: Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Licenciados; Inquérito.
COSTA, B. C. Cincinnato da (1892) ­ Breve notícia sobre o Ensino Superior de Agricultura em Portugal. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional.
Vol. 2, 322-VII p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Superior; Agricultura; Portugal.
EÇA, Vicente M. M. C. Almeida d' (1892) ­ Nota sobre os estabelecimentos de instrução naval em
Portugal, principalmente sobre a Escola Naval. In Congresso Pedagógico Hispano-PortuguezAmericano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 65 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Militar; Portugal; Escola Naval.
ENSINO (O) técnico e a questão académica: (A propósito da lei n.º 465) (1915). Porto: [s.n.]. 4 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Técnico; Questão académica.
ESTATUTO e Regulamentação do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário [1968]. Porto: Porto Editora;
Lisboa: Emp. Literária Fluminense; Coimbra: Livraria Arnado. 136 p.

133

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Legislação; Estatuto e Regulamentação do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário; Decreto-Lei 47 480; 48 541; 48 572; Portaria 22 937;
22 944; 23 067; 23 529; 23 600.
FERREIRA, A. Justino (1933) ­ Legislação do Ensino Primário. Porto: Editora Educação Nacional. 684
p. + Apêndice I (1935), 115 p. + Apêndice II (1936), 126 p.
Assunto/Palavras-chave: Legislação do Ensino Primário; Programas; Educação Cívica; Magistério Primário; Exames; Festas; Conselho Superior de Instrução Pública; Deficientes; Anormais.
GALHARDO, João Maria (1892) ­ Nota sobre a Escola de Oficiais de Oficio e Mestrança do Arsenal da Marinha. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa
Nacional. Vol. 3, 9 p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Militar; Escola de Oficiais de Ofício e Mestrança;
Arsenal da Marinha.
GOMES, Francisco José de Sousa (1892) ­ Nota sobre o ensino da Química na Universidade de Coimbra. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 9 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Química; Universidade de Coimbra.
GONÇALVES, Eduardo Augusto Ferrugento (1892) ­ Nota sobre o ensino das máquinas de vapor
marítimas em Portugal, principalmente sobre a Escola Naval. In Congresso Pedagógico HispanoPortuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 24 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Máquina de vapor marítima; Portugal.
GRAINHA, M. Borges (1908) ­ O analfabetismo em Portugal: Suas causas e meios de as remover. Relatório
apresentado ao 1.º Congresso Pedagógico de Instrução Primária e Popular promovido pela Liga Nacional de Instrução e realizado em abril de 1908. Lisboa: Imprensa Nacional. 60 p.
Assunto/Palavras-chave: Analfabetismo; Portugal; Educação; Alfabetização.
HENRIQUES, Júlio Augusto (1892) ­ A Cadeira de Botânica na Universidade. In Congresso Pedagógico
Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 10 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Botânica; Universidade; Portugal.

134

JARDIM de Infância de Lisboa (1892). In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias.
Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 13 p. Inclui o Regulamento Orgânico Provisório
dos Jardins de Infância.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Jardim de Infância de Lisboa.
LEITE, Luís Filipe (1892) ­ Do ensino normal em Portugal. In Congresso Pedagógico Hispano-PortuguezAmericano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 115-I p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Normal; Portugal.
LICEU Nacional da Rainha Santa Isabel: relatório geral, ano letivo de... 1954-1955 ­ 1959-1960. Porto: 1955
-1960. Anuário.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Rainha Santa Isabel; Anuário.
LIMA, Carolina da Assumpção (1892) ­ Anotações à instrução primária feminina em Portugal. In
Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade.
Vol. 1, 8 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino primário; Ensino feminino; Portugal.
LIMA, J. M. do Rego (1892) ­ Escola Superior de Minas de Lisboa. In Congresso Pedagógico HispanoPortuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 2, 49 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Escola Superior de Minas de Lisboa.
LIVRES (LES) de Morale de nos grand-mères (2006). Paris: Archives & Culture. 256 p. (Vie d'Autrefois).
NOTA: Reprodução de um livro de moral do final dos anos de 1880, "Le Livre de morale et
d'instruction civique des écoles primaires", da autoria de Louis Boyer.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ França, século XIX; Escola; Ensino Primário; Curso e Livro de Moral; Manual; Instrução Cívica; Educação para a Cidadania; Comportamento; Disciplina.
LIVRO da matrícula dos discípulos ordinários e extraordinários da Aula Pública de Desenho a qual principiou a ter
exercício no 1.º de dezembro do ano de 1781 (1935). Com uma introdução de Ernesto Soares. Lisboa:
Eds. Bíblion. 73-II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Aula Pública de Desenho; Aluno.
LIVRO das Comemorações do I Centenário do Liceu Nacional da Horta: Ano escolar 1952/53 [s.d.]. [s.l. : s.n.].

135

Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Nacional da Horta.
LIVRO das penalidades impostas aos alunnos n.º 1. Escola Industrial Infante D. Henrique, 1898-1909. Inclui
um volume original e um volume com transcrição.
Assunto/Palavras-chave: Aluno; Castigo; Punição; Escola Industrial Infante D. Henrique; Porto.
LOPES, Adriano de Jesus (1892) ­ Observatório Meteorológico e Magnético da Universidade de
Coimbra. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da
Universidade. Vol. 1, 12 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Observatório Meteorológico e Magnético; Universidade de
Coimbra.
MACHADO, Bernardino (1892) ­ Introdução à pedagogia. In Congresso Pedagógico Hispano-PortuguezAmericano ­ Memórias. Lisboa: Typographia e Stereotypia Moderna. Vol. 1, 24 p.
Assunto/Palavras-chave: Ciências da Educação; Pedagogia.
MACHADO, Bernardino (1985) ­ O ensino profissional. Vila Nova de Famalicão: Câmara Municipal de
Vila Nova de Famalicão. 382 p. [Edição original: Coimbra: Typographia França Amado, 1900].
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Portugal; Século XIX.
MACHADO, Bernardino (1983 ­ reed.) ­ A Universidade e a Nação: Oração inaugural do ano letivo de
1904-1905, recitada na sala grande dos atos da Universidade de Coimbra no dia 16 de outubro de 1904. Vila Nova de Famalicão: Câmara Municipal. 28 p. [Ed. original: Coimbra: Imprensa da Universidade, 1904].
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Superior; Portugal.
MACHADO, Vergílio (1892) ­ O ensino da Química no Instituto Industrial e Comercial de Lisboa.
In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol.
2, 5 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Química; Instituto Industrial e Comercial de Lisboa; Ensino Industrial.

136

MAPPA dos alunnos que frequentaram o Curso Noturno d'Instrucção Primaria, inaugurado na sala da Eschola
Normal Primaria d'Ensino Mutuo da Cidade do Porto no dia 19 de ovembro d'1866 (1858). Porto:
Eschola d'Adultos de Ensino Mutuo, Praça de Santa Thereza, freguezia da Victoria.
Assunto/Palavras-chave: Instrução Primária; Escola Normal Primária de Ensino Mútuo; Escola de Adultos; Porto; Mapa de alunos do Curso Noturno.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL [1968] ­ Programas do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário. Porto: Porto Editora; Lisboa: Emp. Literária Fluminense; Coimbra: Livraria Arnado.
136 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Legislação; Programas do Ciclo Preparatório
do Ensino Secundário; Portaria 23 601; Língua Portuguesa; História; Geografia; Moral; Religião; Matemática; Ciências; Desenho; Trabalhos Manuais; Educação Musical; Educação Física;
Francês; Inglês; Língua Estrangeira.
MINISTÉRIO das Obras Públicas 1852/1977 (1977). Lisboa: [s.n.]. 87 p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ministério da Habitação e Obras Públicas.
MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA EDUCAÇÃO NACIONAL [1968] ­ Estatuto e Programas
do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário. Coimbra: Atlântida Editora. 294 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Legislação; Estatuto e Programas do Ciclo
Preparatório do Ensino Secundário; Decreto 48 572; Portaria 23 600; 23 601; Língua Portuguesa; História; Geografia; Moral; Religião; Matemática; Ciências; Desenho; Trabalhos Manuais; Educação Musical; Educação Física; Língua Estrangeira; Francês; Inglês.
MUSEU (O) Nacional de Belas Artes: Apontamentos (1892). In Congresso Pedagógico Hispano-PortuguezAmericano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 9 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Museu Nacional de Belas Artes.
NEVES, J. P. Castanheira das Neves (1892) ­ Notícia sobre o Laboratório de Resistência de Materiais. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional.
Vol. 2, 4 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Laboratório de Resistência de Materiais.

137

NOGUEIRA, Emílio Henrique Xavier (1892) ­ Memória descritiva da organização e ensino no Real
Colégio Militar. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa
Nacional. Vol. 3, 41-II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Real Colégio Militar.
NOTÍCIA da Real Casa Pia de Lisboa (1892). In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­
Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 20 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Real Casa Pia de Lisboa.
NOTÍCIA sobre o Museu Zoológico da Universidade de Coimbra (1892). In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 7 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Museu Zoológico da Universidade de Coimbra.
PEIXOTO, A. A. da Rocha (1892) ­ Estações de aquicultura: Memória. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 2, 17-II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Aquicultura; Portugal.
PEREIRA, Maria Aurora; PINTO, Maria Manuela Macedo; RIBEIRO, Albertina Pinto, org. e coord.
(1997) ­ Escola Secundária Rainha Santa Isabel: anuário 1996/97. Porto: Escola Secundária Rainha
Santa Isabel. 167 p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Escola Secundária Rainha Santa Isabel.
PIMENTEL, F. E. de Serpa (1892) ­ Notícia sobre as Escolas de Engenharia Militar de Portugal. In
Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3,
84-I p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Escola de Engenharia Militar; Portugal.
PINTO, José Freire de Sousa (1892) ­ Algumas informações sobre o Observatório Astronómico da
Universidade de Coimbra desde 1872. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 18 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Observatório Astronómico; Universidade de Coimbra.
PORTUGAL. Instituto Nacional de Estatística (1947-[1962]) ­ Estatística da Educação: ano letivo...: Statistique de l'Éducation: année scolaire... 1945-1946 ­ 1960-1961. Lisboa: Sociedade Tipográfica.

138

Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal; Estatística da Educação; Anuário;
INE.
PORTUGAL. Instituto Nacional de Estatística ([1964]-1974) ­ Estatística da Educação: ano letivo...: Statistique de l'Éducation: année scolaire... 1962-1963 ­ 1973-1974. Lisboa: [s.l.].
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal; Estatísticas da Educação; Anuário;
INE.
REFOIOS, Joaquim Augusto de Sousa (1892) ­ Curso Suplementar de Clínica Cirúrgica iniciado em
26 de março de 1892. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 11-IV p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Medicina; Clínica Cirúrgica; Escola MédicoCirúrgica de Lisboa.
REFORMA da Instrução Primária: Decretada em 24 de dezembro de 1901: Seguida dos modelos d'instruções ao
Governo (1902). Porto: Livraria Portuense, 68-136 p.
Assunto/Palavras-chave: Reforma; Ensino Primário; Portugal; 1901.
REFORMAS do Ensino em Portugal, 1835-1869 (1989). Lisboa: Ministério da Educação, SecretariaGeral. Tomo I, Vol. I, 367 p.
Assunto/Palavras-chave: Legislação; Reformas do Ensino; Portugal; Século XIX.
REFORMAS do Ensino em Portugal, 1870-1889 (1991). Lisboa: Ministério da Educação, SecretariaGeral. Tomo I, Vol. II, 337 p.
Assunto/Palavras-chave: Legislação; Reformas do Ensino; Portugal; Século XIX.
REFORMAS do Ensino em Portugal, 1890-1899 (1992). Lisboa: Ministério da Educação, SecretariaGeral. Tomo I, Vol. III, 469 p.
Assunto/Palavras-chave: Legislação; Reformas do Ensino; Portugal; Século XIX.
REFORMAS do Ensino em Portugal, 1900-1910 (1996). Lisboa: Ministério da Educação, SecretariaGeral. Tomo I, Vol. IV, 2.ª parte.
Assunto/Palavras-chave: Legislação; Reformas do Ensino; Portugal; Século XX.

139

REFORMAS do Ensino em Portugal. Reforma de 1890-1899 (1992). Lisboa: Ministério da Educação. Instituto de Inovação Educacional. Tomo I, Vol. I- Vol. III.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Reformas; Século XIX.
REFORMAS do Ensino em Portugal. Reforma de 1911 (1989). Lisboa: Ministério da Educação. Instituto
de Inovação Educacional. Tomo II. Vol. I.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Reformas; Século XX.
REGULAMENTO Geral da Instrucção Secundária (1895). Lisboa: Imprensa Moderna.
Assunto/Palavras-chave: Legislação; Ensino Secundário; Regulamento.
RELATÓRIO annual do Liceu... 1934-1935 ­ 1935-1936 (1935-1936). Anuário do Liceu Alexandre
Herculano. Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.
RELATÓRIO anual da Seção do Liceu de Carolina Michaëlis, atual Liceu da Rainha Santa Isabel, ano de ...
1945-1946 ­ 1953-1954 (1946-1954). Anuário. Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Seção do Liceu Carolina Michäelis; Liceu Rainha
Santa Isabel.
RELATÓRIO anual de... Liceu de Alexandre Herculano. 1936-1937 ­ 1937-1938 (1937-1938). Anuário.
Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.
RELATÓRIO anual de... Liceu de Alexandre Herculano. 1938-1939 ­ 1939-1940 (1939-1940). Anuário.
Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.
RELATÓRIO anual de... Liceu de Alexandre Herculano. 1940-1941 ­ 1941-1942 (1941-1942). Anuário.
Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.
RELATÓRIO anual de... Liceu de Alexandre Herculano. 1942-1943 ­ 1948-1949 (1943-1949). Anuário.
Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.

140

RELATÓRIO anual de... Liceu de Alexandre Herculano. 1949-1950 ­ 1955-1956 (1950-1956). Anuário.
Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.
RELATÓRIO de Atividades de 1997 da Faculdade de Letras da Universidade do Porto [1999]. Porto: Conselho Diretivo da FLUP. 221 p.
Assunto/Palavras-chave: Faculdade de Letras da Universidade do Porto; 1997.
RELATÓRIO de Atividades de 1998 da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1998). Porto: Conselho Diretivo da FLUP.
Assunto/Palavras-chave: Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
RELATÓRIO de Atividades de 2000 da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2000). Porto: Conselho Diretivo da FLUP.
Assunto/Palavras-chave: Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
RELATÓRIO do anno escolar de... Lyceu Central do Porto, 1.ª zona. 1906-1907 ­ 1929-1930 (1907-1930).
Anuário do Liceu Alexandre Herculano. Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.
RELATÓRIO dos serviços prestados na Seção do Liceu de Carolina Michaëlis, ano de... 1935-1936 - 1944-1945
(1936-1945). Anuário. Porto.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Seção do Liceu Carolina Michaëlis.
RODRIGUES, José Maria (1892) ­ Nota sobre a necessidade de nos arquivos do Vaticano se fazerem investigações concernentes à História de Portugal. In Congresso Pedagógico Hispano-PortuguezAmericano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 11 p.
Assunto/Palavras-chave: Investigação; Arquivos do Vaticano; História de Portugal; Investigação.
RODRIGUES, José Maria (1892) ­ Nota sobre o ensino do hebreu em Portugal na atualidade. In
Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade.
Vol. 1, 6 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Hebreu; Portugal.

141

RODRIGUES, José Maria, trad. e anot. (1892) ­ A Universidade de Lisboa-Coimbra: Capítulo de
uma obra alemã. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa
da Universidade. Vol. 1, 28 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Universidade de Coimbra; Universidade de Lisboa;
Alemão.
SARMENTO, José Estevão de Morais (1892) ­ As Escolas Regimentais em Portugal. In Congresso
Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 59 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino militar; Escola Regimental.
SEÇÃO DO LICEU DE CAROLINA MICHAËLIS [s.d.] ­ [Atas do Conselho Geral, 1933-1973].
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu de Carolina Michäelis; Liceu Rainha Santa
Isabel; Porto.
SEMINÁRIO Episcopal da Diocese do Algarve (1892). In Congresso Pedagógico Hispano-PortuguezAmericano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 11 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Seminário Episcopal; Algarve.
SERRANO, J. A. (1892) ­ O ensino da Anatomia na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. In Congresso
Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 25II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Medicina; Anatomia; Escola Médico-Cirúrgica de
Lisboa; Século XIX.
SILVA, Manuel Dias da (1892) ­ Colégio dos Órfãos de S. Caetano em Coimbra. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa da Universidade. Vol. 1, 18 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Assistência; Colégio dos Órfãos de São Caetano;
Coimbra.
SIMÕES, J. M. d'Oliveira (1892) ­ A Escola do Exército; Breve notícia da sua história e da sua situação atual. In Congresso Pedagógico Hispano-Portuguez-Americano ­ Memórias. Lisboa: Imprensa Nacional. Vol. 3, 305-II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Escola do Exército.

142

1.2. Imprensa
CORDEIRO, José Manuel Lopes ­ Os 150 anos da Academia Politécnica. Memória da Cidade. Público (3 março 2002), p. 56.
Assunto/Palavras-chave: Porto; História Local; Academia Politécnica; Património; Ensino Superior.
INSTITUTO Histórico em instalação. Público (6 janeiro 1999).
Assunto/Palavras-chave: Instituto Histórico da Educação; História do Ensino.
JARDIM, Ricardo França ­ Antigamente. Público Magazine (26 junho 1994), Tema 12.
Assunto/Palavras-chave: Estado Novo; Salazar; Ensino; Censo de 1950; Campanha de Alfabetização Nacional.
LAGO, Gil ­ Escola Secundária Infante D. Henrique ensina há 120 anos. Novas apostas na inovação. Entrevista a Isabel Sá Costa. O Primeiro de Janeiro (25 junho 2004), p. 3.
Assunto/Palavras-chave: Escola Secundária Infante D. Henrique; Porto; Ensino Industrial.
LEIRIA, Isabel ­ Colégio Militar. O orgulho de uma escola com 200 anos. Público (16 fevereiro
2003), p. 30.
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Educação; História da Educação; Colégio Militar.
MÓNICA, Maria Filomena ­ Exames: Português e História em 1960 e 1996. Vida-Independente (14
fevereiro 1997).
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Exames; Português; História; 1960; 1996.
MONTEIRO, Cândida Colaço ­ A casa das recordações. O Comércio do Porto (27 novembro 1999).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário em Portugal; Museu da Escola Primária.
MOURA, Estêvão de ­ O fim do ensino técnico (não) foi um erro estúpido. Público (13 outubro
2003), p. 9.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Técnico; História da Educação.
NETO, Dulce ­ Uma reforma Allègre. Público (18 maio 1998).
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Reforma dos Liceus; França.

143

NÓVOA, António ­ Para que se produza boa ciência: A propósito do capítulo Educação da obra:
"A situação social em Portugal, 1960-1995". Público (13 agosto 1996).
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Portugal.
PINTO, Cesaltina ­ O fracasso das reformas do ensino. Público (11 julho 1999).
Assunto/Palavras-chave: Política Educativa; Reformas do Ensino; Século XX; Anos 90.
SANCHES, Andreia ­ História da Educação/Escola: As mesmas angústias há 200 anos. Pública, n.º
466 (1 maio 2005), p. 22-29.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Portugal.
SANCHES, Andreia ­ O liceu mais antigo do país tem 165 anos. Público (9 janeiro 2001), p. 26-27.
Assunto/Palavras-chave: Educação; Ensino Secundário; Escola Secundária Passos Manuel.
SOARES, Andreia Azevedo ­ Falta de alunos encerra antigo Liceu Rainha Santa Isabel. Público (29
agosto 2003), p. 45-46.
Assunto/Palavras-chave: Ensino; História da Educação; Liceu Rainha Santa Isabel; Porto.

1.3. Manuais escolares (anteriores a 25 de abril de 1974)
ARITMÉTICA para todas as classes do Ensino Primário [s.d.]. Porto: Editora Educação Nacional. 167 p.
(Série Escolar Educação).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; Manual
escolar; Aritmética; Estado Novo; Ideologia.
BARROS, Tomás de [s.d.] ­ Gramática Portuguesa para o Ensino Primário e Admissão aos Liceus. 14.ª ed.
Porto: Editora Educação Nacional. 287 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário; Admissão aos Liceus; Manual escolar; Auxiliar de aprendizagem; Gramática Portuguesa; Estado Novo; Ideologia.

144

BARROS, Tomás de (1948) ­ Sumário de História de Portugal: Com narrativa dos fatos principais, iconografia
dos Chefes de Estado, recapitulação em questionário e variados exercícios para a 4.ª CLASSE do ensino Primário e Admissão aos Liceus. 24.ª ed. Porto: Editora Educação Nacional. 206 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário; 4.ª Classe e Admissão aos Liceus; Manual escolar; Auxiliar de aprendizagem; História de Portugal; Estado Novo;
Ideologia.
CIÊNCIAS Naturais para a 4.ª Classe do Ensino Primário Elementar [1961]. Porto: Editora Educação
Nacional. 80 p. (Série Escolar Educação).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; Manual
escolar; Ciências Naturais; Estado Novo; Ideologia.
GEOGRAFIA para a 3.ª e 4.ª Classes do Ensino Primário [s.d.]. Porto: Editora Educação Nacional. 95 p.
(Série Escolar Educação).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; Manual
escolar; Geografia; Estado Novo; Ideologia.
GEOMETRIA para a 3.ª e 4.ª Classes do Ensino Primário [1944]. Porto: Editora Educação Nacional. 48
p. (Série Escolar Educação de António Figueirinhas).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; Manual
escolar; Geometria; Estado Novo; Ideologia.
GRAMÁTICA Elementar para a 3.ª e 4.ª Classes do Ensino Primário [1961]. Porto: Editora Educação
Nacional. 95 p. (Série Escolar Educação).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; Manual
escolar; Gramática Elementar; Estado Novo; Ideologia.
HISTÓRIA para a 4.ª Classe do Ensino Primário Elementar [s.d.]. Porto: Editora Educação Nacional. 112
p. (Série Escolar Educação de António Figueirinhas).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; Manual
escolar; História; Estado Novo; Ideologia.
LIVRO de Leitura para a 1.ª Classe do Ensino Primário Elementar [s.d.]. Porto: Editora Educação Nacional. 84 p. (Série Escolar Educação).

145

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 1.ª Classe; Manual escolar; Livro de leitura; Estado Novo; Ideologia.
LIVRO de Leitura para a 2.ª Classe do Ensino Primário Elementar (1957). Porto: Editora Educação Nacional. 128 p. (Série Escolar Educação de António Figuerinhas).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 2.ª Classe; Manual escolar; Livro de leitura; Estado Novo; Ideologia.
LIVRO de Leitura para a 3.ª Classe do Ensino Primário Elementar [s.d.]. Porto: Editora Educação Nacional. 160 p. (Série Escolar Educação de António Figuerinhas).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 3.ª Classe; Manual escolar; Livro de leitura; Estado Novo; Ideologia.
LIVRO de Leitura para a 4.ª Classe do Ensino Primário [1961]. Porto: Editora Educação Nacional. 189 p.
(Série Escolar Educação).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 4.ª Classe; Manual escolar; Livro de leitura; Estado Novo; Ideologia.
LIVRO de Leitura para a 4.ª Classe: Ensino Primário [s.d.]. Porto: Editora Educação Nacional. 142 p.
(Série Escolar Educação).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 4.ª Classe; Manual escolar; Livro de leitura; Estado Novo; Ideologia.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL [s.d.] ­ Livro de Leitura da 3.ª Classe. [s.l.]: [s.n.]. 213
p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 3.ª Classe; Manual escolar; Livro de leitura; Estado Novo; Ideologia.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL [s.d.] ­ O Livro da Primeira Classe: Ensino Primário
Elementar. Porto: Editora A Educação Nacional. 144 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 1.ª Classe; Manual escolar; Estado Novo; Ideologia.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL [1958] ­ O Livro da Segunda Classe: Ensino Primário
Elementar. 6.ª ed. Porto: Editora A Educação Nacional. 139 p.

146

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; 2.ª Classe; Manual escolar; Estado Novo; Ideologia.
MORAL e Educação Cívica para a 2.ª, 3.ª e 4.ª Classes do Ensino Primário Elementar [s.d.]. 15.ª ed. Porto:
Editora Educação Nacional. 88 p. (Série Escolar Educação de António Figueirinhas).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Primário Elementar; Manual
escolar; Moral e Educação Cívica; Estado Novo; Ideologia.

1.4. Plantas
PLANTAS do Liceu Alexandre Herculano [s.d.]. 6 plantas.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Alexandre Herculano.
PLANTAS do Liceu Rainha Santa Isabel [s.d.]. 4 plantas.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Liceu Rainha Santa Isabel.

147

II. TRABALHOS ACADÉMICOS
2.1. Teses de Doutoramento
ALHO, Albérico Afonso Costa (2006) ­ Sob o cronómetro de Taylor, adestrar a mão e corrigir o olhar. Aventura dos Tecnocatólicos no Ministério das Corporações: Origens, percursos, mitos e ritmos de uma formação
quase desconhecida ­ a FPA. Dissertação de Doutoramento em História (na Área de Especialização História Cultural e das Mentalidades) apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 2 vol. (583 p. + 316 p.).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico; Formação Profissional Avançada (FPA); Corporativismo.
ALVES, Luís Alberto Marques (1999) ­ Contributos para o estudo do ensino industrial em Portugal (18511910). Dissertação de Doutoramento na especialidade de História Moderna e Contemporânea
apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, sob orientação do Professor
Doutor Fernando Alberto Pereira de Sousa. 3 vol.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Industrial; Portugal.
CARNEIRO, Marinha do Nascimento Fernandes (2003) ­ Ajudar a nascer: parteiras, saberes obstetrícos e
modelos de formação (séculos XV-XX). Dissertação de Doutoramento em Ciências da Educação
apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, sob
orientação da Prof. Doutora Maria Cristina Tavares Teles da Rocha. 580 p.
Assunto/Palavras-chave: História e Ciências da Educação; Medicina; Obstetrícia; Curso de
Partos; Nascimento; Formação; Parteira.
CORREIA, Luís Antunes Grosso (2002) ­ Récita do Liceu Rodrigues de Feitas/D. Manuel II 1932-1973.
Dissertação de Doutoramento em História apresentada à Faculdade de Letras da Universidade
do Porto, sob orientação do Prof. Doutor Francisco Ribeiro da Silva. 2 vol. (457 p. + 541 p.).
Assunto/Palavras-chave: Liceu; Porto; Pedagogia; Escola Moderna; Currículo; Normal; Liceu
Rodrigues de Feitas; Liceu D. Manuel.
FERNANDES, Horácio Neto (2006) ­ Oliveira Salazar: A "Missão" Pedagógica de "Salvar" a Pátria. Tese
de Doutoramento em Ciências da Educação apresentada à Facultade de Ciencias da Educación
da Universidade de Santiago de Compostela (Departamento de Teoría da Educación, Historia

148

da Educación e Pedagoxía Social), orientada pelos Professores Doutores António Vara Coomonte e António Manuel Magalhães Evangelista de Sousa. 2 vol. (565 p. + 1 vol. de Anexos).
Assunto/Palavras-chave: História e Ciências da Educação; Pedagogia; História Contemporânea
de Portugal; Monarquia Constitucional; Primeira República; Estado Novo; Oliveira Salazar; Ditadura; Espaços de Socialização; Escola Pública, Moderna e Laica; Escola Confessional; Seminário; União Nacional; Obra das Mães; Mocidade Portuguesa; Plano Nacional de Alfabetização.
MAGALHÃES, Carlos Alberto Oliveira (2004) ­ O Pensamento Antropagógico de Agostinho da Silva. Tese
de Doutoramento em História apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto,
orientada pelos Professores Doutores Eugénio Francisco dos Santos e Luís Alberto Marques
Alves. 312 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Agostinho da Silva; Pensamento Antropagógico; Pedagogia; Pedagogo; Filosofia.
MARTINHO, António Manuel Pelicano Matoso (1993) ­ A Escola Avelar Brotero 1884-1974: Contributo para a história do ensino técnico-profissional. Dissertação de Doutoramento em Ciências da Educação (na área de especialização da História da Educação) apresentada à Faculdade de Psicologia
e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Guarda: [s.n.]. 865 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Escola Avelar Brotero.

2.2. Teses de Mestrado
ALHO, Albérico Afonso Costa (2001) ­ Sob a urgência da Técnica, cerzir as almas em tempos de mudança:
Contributos para o estudo da reforma do ensino técnico de 1948. Dissertação de Mestrado em História
dos Séculos XIX-XX (Seção do Século XX) apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sob orientação do Prof. Doutor Fernando Rosas.
2 vol. (202 p. + 98 p.).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico; Reforma do Ensino Técnico
de 1948; História Contemporânea.
ALVES, Luísa Maria Domingues Cruz (2005) ­ Estatuto Sócio-Profissional do Professor Primário na 1.ª República à luz de A Federação Escolar. Tese de Mestrado em História da Educação, apresenada à

149

Faculdade de Letras da Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 264 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX, Primeira República;
Ensino Primário ou Elementar; Professor Primário ­ formação, estatuto sócio-profissional,
movimento associativo; Jornal A Federação Escolar.
ANDRADE, Fernando de Azevedo (1991) ­ Ensino Técnico Profissional (1756-1991): Contributo para o
estudo da sua organização e funcionamento. Viseu: [s.n.]. 2 vol., 385-I p. Dissertação de Mestrado
apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Técnico Profissional; Portugal; Século XVIII; Século XIX; Século XX.
BANHEIRO, Luzia Maria Severiano Mendes (2002) ­ A centralização e a descentralização nas Escolas
Primárias do distrito de Santarém (1878-1901). Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação
apresentada à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias ­ Departamento de Ciências Sociais e Humanas.
Assunto/Palavras-chave: Escola Primária; Centralização; 1.º ciclo; Santarém; História Contemporânea; História da Educação.
BAPTISTA, Ana Cristina Gonzalez da Silva (2002) ­ Dias de Escola: Participação Local e Currículo Técnico
na Escola Secundária de Alcanena (1965-1992). Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação
­ História da Educação apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. 478 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Técnico; Alcanena; Currículo.
BARROS, Maria da Conceição Rodrigues Leite e (2005) ­ Castigo de dura, uma no cravo outra na ferradura: A teoria e a prática da disciplina na escola primária (fins século XIX e princípios século XX). Tese de
Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do
Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 204 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Séculos XIX e XX; Ensino Primário;
Escola; Disciplina; Castigo corporal; Comportamento; Michel Foucault; Formação de professores; Imprensa pedagógica.
BATALHA, José Manuel Cordeiro (2001) ­ Os castigos corporais na Escola Primária do Estado Novo
(1930-1940). Dissertação de Mestrado em Administração e Organização Escolar apresentada à

150

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Departamento de Educação), sob orientação do Prof. Doutor Joaquim Pintassilgo. 179 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Disciplina; Castigo; Estado Novo; Escola
Primária.
CARVALHO, Maria Manuela da Cruz (2000) ­ O Ensino da História nos Liceus do Estado Novo (19261940). O processo de construção e inculcação de um paradigma de sociedade. Dissertação de Mestrado em
História dos séculos XIX e XX (Seção do Século XX) apresentada à Faculdade de Ciências
Humanas e Sociais da Universidade Nova de Lisboa.
Assunto/Palavras-chave: História; História Contemporânea; Século XX; Estado Novo; Salazar; Ensino da História; Ideologia; Mentalidade; Sociedade; Portugal.
CASIMIRO, Fernanda Rodrigues (2006) ­ Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e Identidade
Profissional dos Educadores de Infância. Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à
Faculdade de Letras da Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 271 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX; Educação Pré-Escolar
­ currículo, função; Educador de Infância ­ identidade sócio-profissional; História Oral.
COELHO, La Salete (2006) ­ À Procura de Si: Os manuais escolares de Português como construtores da Identidade Nacional em Moçambique. Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques
Alves. 219 p. + Anexos.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Moçambique; Século XX; Manual
escolar; Português; Língua Portuguesa; Identidade Nacional; Colónia.
COSTA, Alice Paula de Assunção (2006) ­ À Luz dos Manuais Escolares de Filosofia do Século XIX: Uma
Reflexão sobre o fundamento da moral filosófica. Tese de Mestrado em Ciências da Educação ­ Área
de Especialização em História da Educação apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências
da Educação da Universidade de Lisboa, orientada pelo Prof. Doutor Jorge Ramos do Ó. 222
p.
Assunto/Palavras-chave: História e Ciências da Educação; Século XIX; Ensino e Didática da
Filosofia; Manual Escolar; Moral filosófica; Reforma do Ensino; Conteúdo Programático; Currículo.

151

CRUZ, José Carlos Morais da (2002) ­ A Inspeção dos Liceus no Portugal Liberal, 1836-1892. Dissertação
de Mestrado em Ciências da Educação apresentada à Universidade Lusófona de Humanidades
e Tecnologias (Departamento de Ciências Sociais e Humanas), sob orientação da Prof. Doutora Áurea Adão. 2 vol. (122 p. + 611 p.).
Assunto/Palavras-chave: Inspeção; Liceu; Liberalismo; História Contemporânea; História da
Educação.
DELGADO, Maria Elisabete Gonçalves Lourenço (2006) ­ João Nabais, Sementes de Mudança. Tese de
Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do
Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 275 p. + 1 CD-ROM com
anexos.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX; João Nabais; Pedagogo;
Pedagogia; Metodologia; Colégio Vasco da Gama ­ Sintra; Biografia.
FERREIRA, Eva Maria da Silva (2005) ­ Vicissitudes de um programa educativo: Liceu José Estevão de Aveiro
(1926-1952). Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da
Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 181 p. + 1
CD-ROM com anexos.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XX; Aveiro; Liceu José Estevão ­ missão educativa, espaço, edifício, reitor, professores, alunos; Ensino Liceal e Secundário; Programa educativo.
FERREIRA, Maria José de Sousa Tavares Moreira (2006) ­ O Desporto no Feminino: O Pioneirismo do
Porto entre 1930 e 1940. Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de
Letras da Universidade do Porto, orientada pela Prof.ª Doutora Maria José Moutinho Santos.
204 p. + 85 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; História Contemporânea de Portugal; Século
XX; Estado Novo; Desporto; Mocidade Portuguesa; Género Feminino; Mulher; Educação Física; Clube Desportivo; História Local; Porto.
FRANÇA, Zaida Alice Sá Couto da Costa (2005) ­ Perestroika, lá lá lá... Cinco histórias de vida de migrantes ucranianas. Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da
Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 268 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XX; Histórias de Vida; Imigração; Ucrânia.

152

GOMES, Isabel Maria Oliveira (2005) ­ Um olhar sobre a Inspeção no Ensino Primário (1940-1960). Tese
de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do
Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 220 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XX; Inspeção; Ensino Primário.
GOULÃO, Francisco (1995) ­ A importância do ensino profissional na vida económico-social portuguesa: Sua
institucionalização em Portugal (período de 1851 a 1890). Dissertação de Mestrado em História de
Portugal apresentada à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Profissional; Portugal; Século XIX.
GUERRA, Julieta Rosa Lopes Augusto (2006) ­ João Baptista Vilares: Um educador e um mensageiro do
progresso no meio rural. Tese de Mestrado em Ciências da Educação ­ Área de Especialização em
História da Educação apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, orientada pelo Prof. Doutor Jorge Ramos do Ó. 152 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX, Primeira República, Estado Novo; João Baptista Vilares; Educação no meio rural; Ensino Primário; Professor; Biografia.
LOPES, Maria de Fátima dos Santos (2006) ­ Ensino e Assistência Social: O Papel da Junta Geral do Distrito do Porto e da Junta de Província do Douro Litoral. Tese de Mestrado em História da Educação
apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Jorge Alves. 141 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino e Assistência Social; Junta
Geral do Distrito do Porto; Junta de Província do Douro Litoral; Proteção à Infância.
LUME, Filomena Octávia Fernandes de Nóbrega (2004) ­ A Inspeção Escolar ­ entre o Estado Novo e a
Democracia. Representações, dinâmicas e estruturas organizacionais. Dissertação de Mestrado em Educação ­ Administração e Organização Escolar apresentada ao Departamento de Educação da
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sob orientação do Prof. Doutor Joaquim
Pintassilgo. 333 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Administração e Organização Escolar; Inspeção Escolar; Orientação; Fiscalização; Controlo; Autonomia.

153

MAGALHÃES, Carlos Alberto Oliveira (2000) ­ Agostinho da Silva e a Educação. Tese de Mestrado em
Administração e Planificação da Educação apresentada à Universidade Portucalense Infante D.
Henrique, orientada pelo Prof. Doutor Eugénio Francisco dos Santos. 119 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Agostinho da Silva; Pedagogia; Pedagogo; Filosofia.
MOREIRA, Teresa Maria Novais (2005) ­ O Circum-Escolar no Liceu Rainha Santa Isabel (1930 a 1960).
Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 213 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XX; Porto; Liceu Rainha Santa Isabel; Estado Novo - política educativa; Currículo; Circum-escolar; Educação feminina;
Género.
MOURA, Margarida Carolina Duarte Candeias (2005) ­ (IN)Evolução do Instituto António Cândido: Uma
Reflexão Sobre o Percurso Educativo Das Crianças Surdas. Tese de Mestrado em Administração e
Planificação da Educação apresentada à Universidade Portucalense Infante D. Henrique ­ Departamento de Ciências Históricas e da Educação, orientada pelo Prof. Doutor Eugénio dos
Santos. 191 p. + anexos.
Assunto/Palavras-chave: História e Ciências da Educação; Portugal; Instituto António Cândido; Ensino Especial; Necessidades Educativas Especiais (NEE); Surdez; Infância; Língua Gestual Portuguesa; Assistência Social e Familiar; Obra das Mães.
NETO, Joana (2005) ­ A Música na Sinfonia da Vida. Horácio Dias de Abreu: Construtor de Harmónios e do
Bem Social. Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da
Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 135 p. + 1
CD-ROM.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XX ­ Estado Novo; Música,
História de Vida.
PEREIRA, José Manuel (2001) ­ O Caixeiro e a Instrução Comercial no Porto Oitocentista: Percursos, práticas
e contextos profissionais. Dissertação de Mestrado em História Contemporânea apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 375 p.
Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea de Portugal; História da Educação; Caixeiro; Instrução Comercial; Ensino; Profissão; Porto.

154

PEREIRA, Sylvie Gonçalves (2006) ­ A Parte Recreativa da Festa (O papel e funções das festas escolares no 1.º
Ciclo do Ensino Básico do ponto de vista pedagógico, social, moral, religioso e político na formação integral do
aluno e da comunidade no distrito de Bragança do início do século XX até à década de sessenta). Tese de
Mestrado em Ciências da Educação ­ Área de Especialização em História da Educação apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, orientada pelo Prof. Doutor Jorge Ramos do Ó. 143 p.
Assunto/Palavras-chave: História e Ciências da Educação; Século XX; História Local; Bragança; Atividade extra-curricular; Festa escolar; Educação Nova; 1.º Ciclo do Ensino Básico; Educação Cívica.
PIMENTA, Paulo Sérgio Pereira (2006) ­ A Escola Portuguesa: Do "Plano dos Centenários" À Construção
da Rede Escolar de Vila Real. Tese de Mestrado em Educação ­ Área de Especialização História
da Educação e da Pedagogia apresentada ao Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, orientada pelo Prof. Doutor Alberto Filipe Ribeiro de Abreu Araújo. 222 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX, Estado Novo; Escola
Portuguesa; Rede Escolar de Vila Real; Escola ­ construção, edifício; Plano de Educação Popular.
PINTO, Ana Teresa Lima Santa-Clara da Cunha Mendes (2002) ­ Os Caminhos da Construção da Escola
­ Sobre a implementação do Liceu de Lisboa (1836-1860). Dissertação de Mestrado em Ciências da
Educação ­ História da Educação apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. 216 p. + Anexos.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Liceal; Liceu; Currículo.
PINTO, Andreia Ivone Moura Fernandes Fão Macedo (2005) ­ Educação de Infância no Masculino. Tese
de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do
Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 170 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XX; Educação de Infância ­
história; Género masculino; Educador de Infância; Formação de professores; Histórias de Vida.
REGO, Cesaltina Maria Pinelo do (2006) ­ Saúde Escolar: "Olhar pelo futuro saudável das crianças e jovens
no Concelho de Bragança". Tese de Mestrado em Ciências da Educação ­ Área de Especialização
em História da Educação apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da
Universidade de Lisboa, orientada pelo Prof. Doutor Jorge Ramos do Ó. 131 p. + Anexos.

155

Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX; Saúde Escolar; Enfermagem; Concelho de Bragança.
REIS, Florinda Olímpia Cavaleiro (2006) ­ A pedagogia moderna: O espaço, os instrumentos, as práticas
(1860-1960). Tese de Mestrado em Ciências da Educação ­ Área de Especialização em História
da Educação apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade
de Lisboa, orientada pelo Prof.ª Doutora Maria Isabel Alves Baptista. 213 p. + Anexos.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Séculos XIX e XX; Pedagogia moderna ­ espaço, instrumentos, práticas; Ensino Primário; Escola ­ Arquitetura Escolar, Mobiliário, Material didático; Higiene escolar; Pensamento pedagógico; Pedagogos; Concelho de
Bragança.
ROCHA, Artur Manuel Pinto Basto da (2006) ­ Educar e Instruir na Revista da Sociedade d'Instrucção
do Porto (1881 a 1884). Tese de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade
de Letras da Universidade do Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves.
197 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XIX; Porto; Pedagogia; Pensamento pedagógico; Almeida Garret; Alexandre Herculano; Rodrigues de Freitas; Revista da
"Sociedade de Instrucção do Porto"; Imprensa.
ROCHA, Germano Fernandes da (2001) ­ Ensino técnico em Vila Real: "Os reflexos políticos e sóciopedagógicos da reforma de 1931 no ensino comercial". Tese de Mestrado em Educação apresentada no
Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho. 327 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino técnico; Ensino comercial; Reforma de 1931; Vila Real.
ROCHA, Maria Cristina Tavares Teles da (1991) ­ A Educação Feminina entre o particular e o público. O
Ensino Secundário Liceal nos anos 30. Dissertação de Mestrado em Sociologia Aprofundada e Realidade Portuguesa apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade
Nova de Lisboa. 203 p. + anexos.
Assunto/Palavras-chave: Educação feminina; Ensino particular e público; Ensino Secundário;
Liceu; História Contemporânea ­ Portugal, anos 30.
SANTOS, Ramiro Fernandes dos (2003) ­ A Telescola. Um contributo para a história do ensino em Portugal.
Dissertação de Mestrado em Administração e Planificação da Educação apresentada à Univer-

156

sidade Portucalense Infante D. Henrique, sob orientação do Prof. Doutor Eugénio dos Santos.
179 p.
Assunto/Palavras-chave: Telescola; EBM.
SEMITELA, Benvinda Estrela Teixeira (2004) ­ Avaliação das Aprendizagens no Ensino Básico: Perspetivas
de Teóricos e de Professores na Imprensa Periódica de Educação (1986-2002). Dissertação de Mestrado
em Administração e Planificação da Educação apresentada à Universidade Portucalense Infante D. Henrique. 300 p. + Anexo.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Avaliação; Aprendizagem; Ensino Básico; Professor; Imprensa Periódica; Fontes; Tese de Mestrado.
SILVA, Carlos Miguel de Jesus Manique da (2000) ­ Escolas belas ou espaços sãos? Uma análise histórica
sobre a arquitetura escolar portuguesa (1860-1920). Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação (História da Educação) apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da
Universidade de Lisboa.
Assunto/Palavras-chave: Portugal; Ciências da Educação; História da Educação; Escolas; Arquitetura escolar; Século XIX-XX.
SILVEIRA, Anabela (2005) ­ Bata preta, cinto vemelho e gola branca: Subsídios para o estudo do ensino privado
em Portugal durante o Estado Novo. Dissertação de Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, sob orientação da Prof.ª Doutora Maria
José Moutinho Santos. 2 vol. (151 p. + 124 p.)
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Privado ou Particular Feminino; Estado Novo; Paula Frassinetti; Instituto das Irmãs Mestras de Santa Doroteia; Género;
Mulher; Colégio.
SOARES, Anaíza Gonçalves (2006) ­ Participação dos Pais na Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Tese de
Mestrado em História da Educação apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do
Porto, orientada pelo Prof. Doutor Luís Alberto Marques Alves. 163 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX; União Europeia; 1.º Ciclo do Ensino Básico; Participação dos Pais na Escola.
VALE, Sandra Maria do (2006) ­ Pela Mansidão dos Pastores de Almas: Estratégias Disciplinares da Reforma
do Ensino Catequístico na Diocese de Bragança (1940-1959). Tese de Mestrado em Ciências da Educação ­ Área de Especialização em História da Educação apresentada à Faculdade de Psicolo-

157

gia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, orientada pelo Prof. Doutor Jorge Ramos do Ó. 117 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, Século XX; Ensino Religioso e Catequístico; Catequese; Diocese de Bragança; Igreja Católica; Reforma ­ estratégia, gestão, formação de Catequistas.

158

III. BIBLIOGRAFIA
3.1. Obras de autor
ADÃO, Áurea (1982) ­ A criação e instalação dos primeiros liceus portugueses: Organização administrativa e
pedagógica (1836/1860): Contribuição monográfica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 285-II
p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Liceu
ADÃO, Áurea (1984) ­ O Estatuto Sócio-Profissional do Professor Primário em Portugal (1901-1951). Oeiras:
Fundação Calouste Gulbenkian. 366 p.
Assunto/Palavras-chave: 1.º Ciclo; Professor Primário; História da Educação
ADÃO, Áurea (1992) ­ A profissão docente: (Da 1.ª República ao Estado Novo). Santarém: Escola
Superior de Educação. 24 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância;
10).
Assunto/Palavras-chave: Profissão Docente; Portugal; 1ª República; Estado Novo
ADÃO, Áurea (1996) ­ A criação dos liceus: uma aspiração liberal concretizada por Passos Manuel. Santarém:
Escola Superior de Educação, p. 119-134.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Século XIX; Política Liberal; Passos Manuel;
Criação dos Liceus
ADÃO, Áurea (1997) ­ Estado absoluto e ensino das primeiras letras: as Escolas Régias (1772-1794). Prefácio
de Rogério Fernandes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian: Serviço de Educação. 527-II p.
(Textos de Educação).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Escolas Régias; Absolutismo; Século XVIII
ADÃO, Áurea (2001) ­ A regulação da convivência e da disciplina nos liceus oitocentistas. O discurso normativo.
Lisboa: Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Centro de Estudos ­ Observatório de Políticas de Educação e de Contextos Educativos. 35 p. (Cadernos de Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Séculos XIX; Liceu; Convivência;
Relação; Disciplina

159

ADÃO, Áurea (2002) ­ As Políticas Educativas nos debates Parlamentares: O Caso do Ensino Secundário Liceal. Lisboa: Assembleia da República. Edições Afrontamento. 664 p. (Coleção Parlamento; 9).
Assunto/Palavras-chave: Portugal; História; Século XIX; Ensino Secundário; Ensino Liceal;
Educação; Parlamento
ALBERTINI, Pierre (2006) ­ L'École en France du XIX.e siècle à nos jours: de la maternelle à l'université. Paris: Hachette Livre. 240 p. (Carré histoire, «Histoire de la France»; 9).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação - França, séculos XIX, XX e XXI; Escola; Currículo; Programa; Professor; Jules Ferry; Massificação do ensino
ALBUQUERQUE, Luís de (1978) ­ Estudos de História. Coimbra: Por Ordem da Universidade, vol.
VI, 333-II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Marquês de Pombal; Liberalismo; Século XIX
ALMEIDA, Luís Moreira de (2006) ­ A Instrução Pública em Moçambique: Sua Evolução. Maputo: Escola
Portuguesa de Moçambique ­ Centro de Ensino e Língua Portuguesa. 38 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Moçambique; Instrução Pública; África; Colónia; Portugal; Estado Novo
ALMEIDA, Maria das Graças Andrade Ataíde de (2001) ­ A construção da verdade autoritária. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP.
Assunto/Palavras-chave: Fotografia; Pernambuco; Brasil; Pedagogia; Imprensa; Sociedade; Autoritarismo; Ditadura; Fascismo; Nazismo
ALVES, Luís Alberto Marques (1986) ­ Subsídios para a história da educação em Portugal (1750-1890).
Porto: Secretaria de Estado da Cultura/Centro de Estudos Humanísticos. 234-II p. (Cadernos
"Estudos Contemporâneos"; 4).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Portugal; Século XVIII; Século XIX
ALVES, Luís Alberto Marques ­ ISEP 150 Anos: Memória e Identidade. Porto: Instituto Superior de
Engenharia do Porto/Edições Gémeos, 2005. 342 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico; Instituto Industrial do Porto;
Ensino Superior; Instituto Superior de Engenharia do Porto; ISEP

160

ALVIM, Maria Helena Vilas-Boas e (2006) ­ Em Busca da História das Mulheres. Lisboa: Livros Horizonte. 119 p. (A Mulher e a Sociedade; 14).
Assunto/Palavras-chave: Género; História das Mulheres; Educação feminina; Angelina Vidal;
Ordem Hospitaleira de São João de Deus
ANDRADE, António Alberto de (1965) ­ Vernei e a cultura do seu tempo. Coimbra: Universidade de
Coimbra. 433 p.
Assunto/Palavras-chave: Cultura; Iluminismo; Vernei; Método; Estudar
ANDRADE, António Alberto Banha de (1981-1984) ­ A Reforma Pombalina dos Estudos Secundários
(1759-1771): (Contribuição para a História da Pedagogia em Portugal). Coimbra: Universidade. 3 vol.,
999 + 666 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino; Portugal; Reforma; Marquês de Pombal
ANDRADE, António Alberto Banha de (1982) ­ Contributos para a História da Mentalidade Pedagógica
Portuguesa. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda. 671 p. (Coleção "Temas Portugueses").
Assunto/Palavras-chave: Filosofia; Filósofo; Aristotelismo; Cartesianismo; Tomismo; Jesuítas;
Pedagogia; Pombal; Iluminismo; Mentalidade
ARAÚJO, Alberto Filipe (1997) ­ O "Homem Novo" no Discurso Pedagógico de João de Barros. Ensaio de
mitanálise e de mitocrítica em Educação. Braga: Instituto de Educação e Psicologia. Universidade do
Minho.
Assunto/Palavras-chave: João de Barros; Educação; "Homem Novo"; Pedagogia; República;
Mito
ARAÚJO, Alberto Filipe (1998) ­ O lugar da Mitanálise na História das Ideias Pedagógicas. Santarém: Escola Superior de Educação. 23 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 58).
Assunto/Palavras-chave: Educação; Pedagogia; Metodologias
ARAÚJO, Helena Costa (2000) ­ Pioneiras na Educação: as professoras primárias na viragem do século: contextos, percursos e experiências, 1870-1933. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. 431 p. (Memórias da Educação; 8).

161

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Primário; Professoras Primárias; Século XIX; Século XX
AZEVEDO, Joaquim (2002) ­ O fim de um ciclo? A Educação em Portugal no início do século XXI. Porto:
Edições ASA. 127 p. (Coleção Em Foco).
Assunto/Palavras-chave: Democratização; Escola de Massas; Ensino Básico; Ensino Secundário; Ensino Superior
AZEVEDO, Rafael Ávila (1972) ­ Tradição educativa e renovação pedagógica: (Subsídios para a história da
pedagogia em Portugal ­ Século XIX). Porto: [s.n.]. 440 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XIX
BAPTISTA, Maria Isabel (2004) ­ O Ensino Normal Primário: Currículo, Práticas e Políticas de Formação.
Lisboa: Educa. 206 p. (Educa. História; 9).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Normal Primário; Magistério
primário; Escola Geral de Habilitação do Exército; Casa Pia; Currículo; Prática; Políticas de
Formação; Metodologia; Currículo, práticas e formação de Professores
BAPTISTA, Maria Isabel Alves (1999) ­ A Escola Transmontana ­ Tempos, Modos e Ritmos de Desenvolvimento (1759-1835). Bragança: [s.n.]. 720 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino e escolas da Província de
Trás-os-Montes; 1759-1835
BÁRBARA, A. Madeira (1979) ­ Subsídios para o estudo da educação em Portugal da Reforma Pombalina à 1.ª
República. Lisboa: Assírio e Alvim. 155 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino primário; Portugal
BARROSO, João (1995) ­ Os liceus: Organização pedagógica e administração (1836-1960). Prefácio de António Nóvoa. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian (etc.). 2 vol., XXVII-867 p. (Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Liceu; Portugal; Século XIX; Século XX
BASTO, Artur de Magalhães (1987) ­ Memória Histórica da Academia Politécnica do Porto. Porto: Imprensa Portuguesa. 515 p.
Assunto/Palavras-chave: Universidade do Porto; Academia Politécnica

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BAUDIN, Henry (1907) ­ Les constructions scolaires en Suisse: Écoles enfantines, primeires, secondaires, salles de
gymnastique, mobilier, hygiène, décoration, etc., etc.. Genève: Éditions d'Art et d'Architecture. XII-567IV p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Arquitetura escolar; Construção; Escola; Suíça
BIVAR, Maria de Fátima (1975) ­ Ensino Primário e Ideologia. 2.ª ed. Lisboa: Seara Nova. 207 p. (Educação e Ensino; 1).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação - Portugal, século XX, Estado Novo; Ensino
Primário ou Elementar; Manual; Ideologia
BODÉ, Gérard (2002) ­ L'Enseignement Technique de la Révolution à nos jours. Paris: Institut national de
recherche pédagogique/Economica. 2 tomos. Tome 1: 1926-1958 (Vol. 1: textes officiels, 618
p.); Tome 2: 1926-1958 (Vol. 2: recensement thématique, 715 p.).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico
BRAGA, Teófilo (1892-1902) ­ História da Universidade de Coimbra nas suas relações com a instrução pública
portugueza. Lisboa: Por ordem e na Typographia da Academia Real das Sciencias. XV-600, 846I, 771 e 656 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Universidade de Coimbra
BUSTORFF, António José Rebelo [s.d.] ­ O ensino técnico profissional e o seu enquadramento no sistema educativo português. Lisboa: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação. Centro de Documentação em Educação. 76 p. (Investigação Educação; 8).
Nota: Este trabalho é parte da tese de Mestrado em Ciências da Educação com o título Ensino
técnico profissional ­ Contributo para o estudo da sua organização e do seu funcionamento nos últimos 40 anos
(1948 a 1988), apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade
de Lisboa, em outubro de 1988.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Técnico Profissional; Portugal; Século XX
CAMPAGNE, E. M. (1873) ­ Dicionário Universal de Educação e Ensino. Trasladado a Português por
Camilo Castelo Branco. Porto: Livraria Internacional. 2 vol., 806 e 797-I p.
Assunto/Palavras-chave: Dicionário; Ensino

163

CAMPOS, Ernesto (2001) ­ História da Educação. Porto: Escola Superior de Educação de Santa Maria. 143 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Educação
CANDEIAS, António (1994) ­ Educar de outra forma. A Escola Oficina N.º 1 de Lisboa. 1905-1930. Lisboa: Ministério da Educação. Instituto de Inovação Educacional. (Memórias da Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: Educação; Docência; Reformas; Inovação; Escola Oficina; Modelo
Pedagógico
CARDIM, José Eduardo de Vasconcelos Casqueiro (2005) ­ Do Ensino Industrial à Formação Profissional: As políticas públicas de qualificação em Portugal. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa ­ Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. 2 vol., 470 p. + 1150 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Técnico Elementar, Industrial e Comercial; Formação Profissional; Qualificação profissional; Reformas do Ensino; Políticas educativas
CARDONA, Maria João (1997) ­ Para a História da Educação de Infância em Portugal. O discurso oficial
(1834-1990). Porto: Porto Editora. 176 p. (Coleção "Infância"; n.º 3).
Assunto/Palavras-chave: Educação de Infância; História da Educação; História Contemporânea; Sociedade; Família; Discurso; Legislação
CARDOSO, Tomás Lopes (1942) ­ O Castigo Corporal perante A Pedagogia e o Direito Português. Porto:
Editora Educação Nacional. 205 p.
Assunto/Palavras-chave: Castigo; Pedagogia; Disciplina; Palmatória; Direito
CARNEIRO, A. Henriques (2003) ­ A Inspeção do Ensino em Portugal nos finais do século XIX e alvores do
século XX. Prefácio de António Nóvoa. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 650 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Inspeção do Ensino; Reforma; Sistema Educativo
CARNEIRO, A. Henriques (2003) ­ Evolução e controlo do Ensino em Portugal. Da fundação da nacionalidade ao 1.º Ministério da Instrução Pública. Prefácio de Rogério Fernandes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 545 p. (Textos de educação)
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Inspeção; inspetores; Administração;
Legislação

164

CARVALHO, Guida Aguiar de (1996) ­ A "Oficina da História". Relato de Experiência. Santarém: Escola Superior de Educação. 20 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância;
43).
Assunto/Palavras-chave: Educação; Reforma Educativa; Projeto Pedagógico; Ensino secundário
CARVALHO, Luís Miguel (2002) ­ Oficina do Coletivo: Narrativas de um grupo de disciplina de Educação
Física (1968-1986). Pref. António Nóvoa. Lisboa: coedição EDUCA e Sociedade Portuguesa de
Educação Física. 300 p. (Educa. História; 6).
Assunto/Palavras-chave: Ciências da Educação; Pedagogia; Docência; Aprendizagem, Ensino
e Didática da Educação Física; Grupo
CARVALHO, Maria Manuela (2005) ­ Poder e Ensino: Os manuais de História na política do Estado Novo
(1926-1940). Lisboa: Livros Horizonte. 175 p. (Biblioteca do Educador; 153).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino e Didática da História; Manual escolar; Programa; Política educativa; Estado Novo; Ditadura; Ensino liceal; Liceu; Elite
CARVALHO, Ribeiro de (1914) ­ O ensino profissional e doméstico em Portugal. Lisboa: Typographia Cesar Piloto. 32 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Profissional e Doméstico
CARVALHO, Rómulo de (1959) ­ História da fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa (1761-1772).
Coimbra: Atlântida-Livraria Editora. 202-I p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Colégio Real dos Nobres; Lisboa
CARVALHO, Rómulo de (1986) ­ História do ensino em Portugal desde a fundação da nacionalidade até ao
fim do regime de Salazar-Caetano. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 962-V p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal
CATROGA, Fernando (2000) ­ O republicanismo em Portugal: da formação ao 5 de outubro de 1910. 2.ª ed.
Lisboa: Editorial Notícias. (Poliedro da História).
Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea de Portugal; República; Republicanismo;
História da Educação; Escola laica

165

CID FERNÁNDEZ, Xosé Manuel (1989) ­ Apuntes da nosa historia escolar. No oitenta aniversario da creación da Escola Laica Neutral. Ourense: Concello de Ourense/Nova Escola Galega. 61 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Espanha; Escola Laica Neutral
COELHO, F. Adolfo (1973) ­ Para a história da instrução popular. Seguido dos artigos "Portugal", "Colónias
portuguesas" e "Ensino do grego". Prefácio de L. Saavedra Machado. Introdução, notas, traduções e
bibliografia de Rogério Fernandes. Lisboa: Instituto Gulbenkian de Ciência: Centro de Investigação Pedagógica. 240-IV p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino popular; Portugal; Colónias; Grego
COMBES, Jean (1997) ­ Histoire de l'école primaire élémentaire en France. Paris: PUF. 128 p. (Que sais-je?;
3192).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola Primária; Ensino Elementar; França
CONDORCET (1943) ­ Instrução pública e organização do ensino. Prefácio e tradução de Eduardo Cruz.
Porto: Educação Nacional. XI-108 p. (Obras Primas de Todos os Tempos).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino público; França
CORREIA, António Carlos da Luz (2000) ­ Canteiro de Virtudes, fábrica de cidadãos, oficina das almas e
cidadania virtual: a educação cívica na escola portuguesa. Santarém: Escola Superior de Educação. 37 p.
(Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 63).
Assunto/Palavras-chave: Educação; Educação Cívica; Currículo; Novas áreas curriculares
COSTA, A. L. Pinto da (2005) ­ Entre a Sociedade e os Alunos: Análise Etno-Histórica da Escola Industrial e
Comercial de Emídio Navarro, em Almada (1955-1974). Almada: Câmara Municipal de Almada. 380
p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação - Portugal; Ensino Industrial e Comercial; Ensino Técnico; Escola Industrial e Comercial de Emídio Navarro (1955-1974); Almada; Sociedade; Alunos
COSTA, D. António da (1900) ­ História da Instrução Popular em Portugal. Desde a fundação da Monarchia
até aos nossos dias. 2.ª ed. Porto: António Figueirinhas. 336 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Instrução Popular
COSTA, Laurindo (1925) ­ A evolução do ensino profissional (Séculos XVIII a XX). Porto: [s.n.]. 31 p.

166

Assunto/Palavras-chave: Ensino Profissional
COSTA, Mário Alberto Nunes (1990) ­ O ensino industrial em Portugal de 1852 a 1900: (Subsídios para a
sua história). Lisboa: Academia Portuguesa da História. 300-I p. (Subsídios para a História Portuguesa; 23).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Portugal; Século XIX
COSTA, Rui Carrington da (2002) ­ Obra Completa. Braga: APPACDM. 2 vol. (XXIII + 780 p.).
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Professor; Ruy Carrington da Costa; Pedagogia; Método
heurístico; Aproveitamento; Testes Ortega y Gasset; Escola Nova; QI
CRUZ, Clara Freire da (2003) ­ Com tino e compostura: História da disciplina escolar: Liceu Sá da Bandeira
(1925-1956). Lisboa: Departamento de Educação Básica. 255 p. (Memórias da Educação; 12).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Disciplina; Liceu Sá da Bandeira;
Pedagogia; Escolarização
CRUZ, Domingos da (1947) ­ O Ensino em Portugal. Alguns números e comentários. Em prol do ensino profissional. Lisboa: Tipografia Excelsior. 58 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ensino Técnico; Ensino Profissional
DARCOS, Xavier (2005) ­ L'école de Jules Ferry (1880-1905). Paris: Hachette Littératures. 299 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Jules Ferry; República; Século XIX;
Professor; Aluno; Ensinar; Legislação; Classe; Formação; Laicismo; Escola Laica
DELGADO, Rui Nunes Proença (1984) ­ No centenário da Escola Industrial Campos Melo na Covilhã
(1884-1984): Estudos de História. 2.ª ed. Covilhã: Edição do Autor. XII-597-II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Escola Industrial Campos Melo; Covilhã
DEMARTINI, Zeila de Brito Fabri (1997) ­ Trabalho com relatos orais: reflexões a partir de uma trajetória de
pesquisa. Santarém: Escola Superior de Educação. 19 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 47).
Assunto/Palavras-chave: Investigação Histórica; Fontes Orais; Reflexão; Orientação; Metodologia Científica

167

DEMARTINI, Zeila de Brito Fabri (2000) ­ Imagens e História da Educação. Santarém: Escola Superior
de Educação. 40 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 69).
Assunto/Palavras-chave: Educação; História; Brasil
DESAULNIERS, Julieta Beatriz Ramos (1997) ­ O Tempo na Construção dos Saberes Científicos. Santarém: Escola Superior de Educação. 27 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e
Infância; 51).
Assunto/Palavras-chave: Temporalidade; História; Ciência
DEUS, Maria da Luz de (1979) ­ João de Deus. Lisboa: F.A.O.J.. 18-I p. (Cadernos F.A.O.J., Série C;
10).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; João de Deus
DIAS, J. M. de Barros (2002) ­ Miguel de Unamuno e Teixeira de Pascoaes. Compromissos Plenos para a Educação dos Povos Peninsulares. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda. 2 vol. (396 p. + 504 p.).
Assunto/Palavras-chave: Unamuno; Teixeira de Pascoaes; Educação; Pedagogia; Portugal; Espanha
DIAS, Luís Pereira (2000) ­ As Outras Escolas: O ensino particular das primeiras letras entre 1859 e 1881.
Lisboa: EDUCA. 156 p. (Educa ­ História; 5).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XIX; Ensino particular; Ensino primário elementar; Escola Primária; Inspeção escolar
DUARTE-FONSECA, António Carlos (2005) ­ Internamento de Menores Delinquentes. A Lei Portuguesa e
os seus modelos: Um século de tensão entre proteção e repressão, educação e punição. [Coimbra]: Coimbra
Editora. 524 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação - Portugal, séculos XIX, XX e XXI; Criança;
Internamento de Menores Delinquentes; Delinquência Infantil; Proteção; Repressão; Punição;
Castigo; Prisão
DURAND, Romain (2001) ­ La Politique de l'enseignement au XIX.e siècle. L'exemple de Versailles. [s.l.]:
Les Belles Lettres. 387 p.
Assunto/Palavras-chave: Século XIX; França; Políticas Educativas

168

FAVARO, Cleci Eulalia (2002) ­ Imagens Femininas: contradições, ambivalências, violências. Porto Alegre
(Brasil): EDIPUCRS. (Coleção Nova et Vetera; 3).
Assunto/Palavras-chave: Mulher; Feminino; Ensino; Tradição; Família; Artesanato; Rio Grande do Sul; Sociedade
FERNANDES, Rogério (1985) ­ Bernardino Machado e os problemas da instrução pública. Lisboa: Livros
Horizonte. 223 p. (Coleção BEP ­ Biblioteca do Educador Profissional; 92).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Bernardino Machado
FERNANDES, Rogério (1989) ­ O despertar do associativismo docente em Portugal. [s.l.]: Instituto Irene
Lisboa. 83 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Associativismo; Professor
FERNADES, Rogério (1992) ­ O pensamento pedagógico em Portugal. 2.ª ed. Lisboa: Instituto de Cultura
e Língua Portuguesa. 144-V p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Pedagogia
FERNANDES, Rogério (1993) ­ Uma experiência de formação de adultos na 1.ª República: A Universidade
Livre para Educação Popular (1911-1917). Lisboa: Câmara Municipal. 127 p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Educação de Adultos; 1ª República; Universidade Livre para Educação Popular
FERNANDES, Rogério (1994) ­ Os Caminhos do ABC. Sociedade Portuguesa e Ensino das Primeiras Letras.
Do Pombalismo a 1820. Porto: Porto Editora. 735 p. (Coleção "Mundo de Saberes", n.º 7).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Primário; 1.º Ciclo; Infância; História
Moderna; Pombal; Sociedade
FERNANDES, Rogério [s.d.] ­ João de Barros: educador republicano. Lisboa: Livros Horizonte. 159 p.
(Biblioteca do Educador Profissional; 12).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; História da Educação; João de Barros
FERREIRA, Maria Manuela (2000) ­ Salvar corpos, forjar a razão: contributo para uma análise crítica da criança e da infância como construção social em Portugal: 1880-1940. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. 248 p. (Memórias da Educação; 7).

169

Assunto/Palavras-chave: Ciências da Educação; Criança; Infância; Portugal; Século XIX; Século XX
FERRIER, Jean (1997) ­ Les Inspecteurs des Écoles Primaires 1835-1995: Ils ont construit l'École Publique.
Paris: Éditions L'Harmattan. 2 vol., 970 p. (Collection Éducation et Formation).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Inspeção; Inspetores; Ensino Primário e Público; Escola Pública; Administração educativa; Legislação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Professor; Aluno; Pedagogia; Metodologia; Educação Nova; Programa; Currículo; Reforma
FIGUEIRA, Manuel Henrique (2004) ­ Um Roteiro da Educação Nova em Portugal ­ Escolas Novas e Práticas Pedagógicas Inovadoras (1882-1935). Lisboa: Livros Horizonte. 319 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Educação Nova; Escolas Novas;
1882-1935; Roteiro; Escola Frobeliana da Estrela; Colégio Liceu Figueirense; Escola Prática
Comercial Raul Dória; Colégio da Boavista; Escola Oficina n.º 1 de Lisboa; Colégio Moderno;
Escola Comercial António da Costa; Escola Nacional de Agricultura de Coimbra; Instituto
Moderno; Jardim Colégio; Colégio Infante Sagres; Bairro Escolar do Estoril; Práticas Pedagógicas; Trabalhos Manuais; Correspondência Interescolar; Imprensa escolar; Cinema educativo
FONSECA, Branquinho da (1997) ­ O Barão e outros contos. 4.ª ed. Lisboa: Publicações EuropaAmérica. 144 p. (Livros de Bolso Europa-América; 53).
Assunto/Palavras-chave: Inspeção; Ensino primário; Escola
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Filosofia; Discurso; Teoria; Tese
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Assunto/Palavras-chave: Escolarização; Manuais Escolares; Métodos de Ensino; Santarém; Século XIX

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Organização; Administração; Regulamento
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Assunto/Palavras-chave: Ciências Sociais e Humanas; História da Educação; Pedagogia; Filosofia; Deleuze - pensador, educador
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Escola; Agricultura; Alentejo; Século XIX; Século XX
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino primário; França; Século XIX
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Século XIX
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Conselho Superior de Instrução Pública;
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GOMES, Joaquim Ferreira (1996) ­ Estudos para a história da educação no século XIX. 2.ª ed. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. 226 p. (Memórias da Educação; 4).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Século XIX

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Porto; Escola Portuense; Renascença Portuguesa; Filosofia
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Governo; Política educativa; Escola;
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Nota: Conferência lida na Biblioteca da Imprensa Nacional em Fevereiro de 1927.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Profissional
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Assunto/Palavras-chave: Educação; Escola Moderna; Sociedade; Formação; Professor; Aluno;
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Assunto/Palavras-chave: Ensino Técnico; Política Educativa; Portugal; Século XX

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GRÁCIO, Sérgio ­ Política educativa como tecnologia social: As reformas do Ensino Técnico de 1948 e 1983.
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Técnico; Política educativa
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ Portugal, séculos XIX e XX; Ensino da Leitura e Escrita; Didática; Pedagogia; Manual e material escolar
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação - séculos XVII, XVIII e XX; Infância; Criança;
Assistência e proteção infantil; Colégios dos Meninos Órfãos; Évora; Porto; Braga
HORTA, José Maria da Ponte (1881) ­ Estado e crítica do nosso ensino official. Lisboa: Typographia da
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Século XIX
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Assunto/Palavras-chave: Formação; Metodologia; História da Educação; Histórias de vida;
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Século XX; Ensino e Didática da História; Manual e livro escolar
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Assunto/Palavras-chave: Reforma; Ensino Industrial
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Assunto/Palavras-chave: Ciências Sociais e Humanas; História da Educação; Pedagogia; Filosofia; Nietzsche - pensador, educador
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Lisboa: Publicações Gradiva. 169-VI p. (Coleção Construir o Passado; 3).
Assunto/Palavras-chave: História; Cultura; Intelectuais; Ensino
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal
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Assunto/Palavras-chave: Jesuítas; Pedagogia; Método; Ensino Religioso; História da Educação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Educação de Infância; Séculos XIX e XX; Escolarização; Pedagogia; Escola Maternal; Asilo; Legislação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Estatística; Escola; Ensino Primário; Aluno;
Professor
LUC, Jean-Noël (1997) ­ L'invention du jeune enfant au XIXe siècle: De la salle d'asile à l'école maternelle. Paris: Éditions Belin. 512 p. (Histoire et Société).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Século XIX; Criança; Assistência à Infância; Educação de Infância; Asilo; Ensino Pré-escolar e Primário; Escola
MAGALHÃES, Justino (2001) ­ Roteiro de fontes para a História da Educação. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. 194 p. (Memórias da Educação; 9).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; História do Ensino; Fontes
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Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea; História do Ensino; Movimento Feminista;
Feminismo; Portugal; Anos 70; Anos 80; Século XX; Educação; Mulher; Sociedade
MALPIQUE. Cruz (1906) ­ Agostinho de Campos: educador e homem de letras. Lisboa: Livraria Férin. 365
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Assunto/Palavras-chave: Portugal; Século XX; Educação; Agostinho de Campos
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação - Portugal, Brasil; Agostinho da Silva; Pensador; Pedagogo; Pedagogia; Educação Nova; Filosofia; Seara Nova
MARQUES, Fernando Moreira (2003) ­ Os Liceus do Estado Novo. Arquitetura, Currículo e Poder. Prefácio de António Nóvoa. Lisboa: Educa. 166 p. (Educa - História; 9).
Assunto/Palavras-chave: Liceus do Estado Novo; Currículo; Arquitetura escolar; Escola
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Assunto/Palavras-chave: Educação; Fontes documentais; História Social; História Educativa
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Séculos XIX e XX; Historiografia;
Escola; Sistema Educativo; Ensino Público; Instrução Primária
MARTINS, Ernesto Candeias (2004) ­ O Projeto Educativo do Padre Américo ­ O Ambiente na Educação do
Rapaz. Lisboa: Temas e Debates. 470 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Projeto educativo do Padre Américo;
Género; Educação de rapazes; Obra da Rua; Casas e Lares do Gaiato
MATOS, Alfredo Filipe de (1907) ­ O passado, o presente e o futuro da Escola Primária Portuguesa. Lousã:
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Primário; Portugal; Século XIX; Século XX; 18911910
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino
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Assunto/Palavras-chave: Ensino; História; Portugal; República
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Assunto/Palavras-chave: Ensino da História; Historiografia; Memória nacional; Identidade
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Assunto/Palavras-chave: Historiografia; História no século XIX; Historiadores
MOITA, Luís (1938) ­ A Escola Profissional de Tipografia de Bruxelas e o ensino técnico dos gráficos em Portugal. Prefácio do Artista, Industrial e Professor Marques Abreu. Lisboa: [s.n.]. 103-VI p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Escola Profissional de Tipografia de Bruxelas; Artes Gráficas; Portugal
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino primário; Salazar; Sociedade; Estado Novo
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Estudantes; Idade Média
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Assunto/Palavras-chave: Ciências Sociais e Humanas; História da Educação; Pedagogia; Filosofia; Comenius - pensador, educador
NICOLAS, Gilbert (2004) ­ Le grand débat de l´école au XIXe siècle: Les instituteurs du Second Empire. Paris: Éditions Belin. 335 p. (Histoire de l'éducation).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Século XIX; Debate; Escola; Ensino Primário;
Inspeção: Escola laica; Escola pública; Professor; Escolarização; Infância; Aluno; Instrução
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Friedrich Nietzsche; Pedagogia; Filosofia; Estabelecimentos de ensino; Escola; Schopenhauer
NÓVOA, António (1987) ­ Le temps des professeurs: Analyse socio-historique de la profession enseignante au
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Professor; Século XVIII; Século XIX
NÓVOA, António (1998) ­ Histoire & Comparaison: (essais sur l'éducation). Lisbonne: Educa. 209 p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Europa
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Professor; Docente
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Assunto/Palavras-chave: Michel Foucault; Escolares

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Ó, Jorge Ramos do (2003) ­ O governo de si mesmo: modernidade pedagógica e encenações disciplinares do aluno
liceal (último quartel do século XIX ­ meados do século XX). Lisboa: Educa. 767 p. Inclui 1 CR-ROM
(Anexos).
Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea; Ciências da Educação; Ensino Liceal; Liceu; Pedagogia; Escola Moderna
OLIVEIRA, Jorge Castanheira de (2002) ­ A Educação Física na Escola Primária do Estado Novo. Coimbra: Edições Tenacitas. 172 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino; História Contemporânea; Século XX; Estado Novo; Educação Física; Escola Primária; 1.º Ciclo do Ensino Básico
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino público; Portugal; Século XX; República
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Instrução Popular; Portugal; Ensino Primário;
Infantil; Normal; Comercial; Industrial; Agrícola; Liceal; Pedagogia; Reforma
PESSANHA, D. Sebastião (1914) ­ O ensino profissional: (Elementos para a sua reorganização). Lisboa: Typographia do Anuário Comercial. 23 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Portugal
PESSANHA, José D. (1889) ­ A história das indústrias artísticas em Portugal. Lisboa: Typographia do
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino artístico; Portugal
PINHEIRO, J. E. Moreirinhas (1990) ­ Do ensino normal na Cidade de Lisboa 1860-1960. Lisboa: [s.n.].
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino normal; Lisboa; Século XIX; Século XX
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Assunto/Palavras-chave: Educação; História Educativa; República; Século XX; Memória
PINTASSILGO, Joaquim (1998) ­ República e formação de cidadãos: a educação cívica nas escolas primárias da
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Educação Cívica; Ensino Primário; 1.ª República
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PINTASSILGO, Joaquim et al., org. (2006) ­ História da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/Centro de Investigação em Educação - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. 429 p. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Cultura; Ciência; Pedagogia; Modernidade; Política Educativa; Escolarização; Inspeção
PINTO, Teresa (2000) ­ O ensino industrial feminino oitocentista: a Escola Damião de Góis em Alenquer. Lisboa: Edições Colibri. 202 p. (Colibri História; 23).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino Industrial Feminino; Século XIX; Escola
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RAMOS, Luís A. de Oliveira (1983) ­ Notas sobre a origem e o estabelecimento da Faculdade de Letras do Porto. Porto: Câmara Municipal, p. 245-260.
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ROLDÃO, Maria do Céu (1995) ­ O Currículo Escolar em perspetiva Histórica. Santarém: Escola Superior
de Educação. 19 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 29).
Assunto/Palavras-chave: Educação; Currículo; História; Evolução; Reformas educativas
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XIX. Lisboa: Comissão da Condição Feminina. 55 p. (Cadernos Condição Feminina; 27).
Assunto/Palavras-chave: Educação; Feminismo; Mulher; Século XIX; Família; Sociedade

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SANTOS, Cândido dos (1991) ­ A mulher e a Universidade do Porto. Porto: Edições Afrontamento. 78
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Assunto/Palavras-chave: Século XIX - XX; Ensino Superior; Mulher
SANTOS, Cândido dos (1996) ­ Universidade do Porto: Raízes e memória da Instituição. Porto: Universidade do Porto. 447 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Universidade do Porto
SILVA, Agostinho da (2002) ­ Textos Pedagógicos. Lisboa: Círculo de Leitores, 2002, 2 vol. Vol. I, 301
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Assunto/Palavras-chave: Metodologias; Reflexões; Prática Educativa; Modelos Pedagógicos;
Educação em Portugal
SILVA, Carlos Manique da (2002) ­ Escolas belas ou espaços sãos? Uma análise histórica sobre a arquitetura
escolar portuguesa ­ 1860-1920. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. 247 p. (Memórias da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Arquitetura escolar; 1860-1920; Liceus
SILVA, Isabel Alarcão e Silva (1993) ­ A "Lição de Salazar": Iniciação à política: Cartazes de uma aprendizagem escolar. Santarém: Escola Superior de Educação. 36 p. (Cadernos do Projeto Museológico
sobre Educação e Infância; 15).
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Estado Novo; A Lição de Salazar; Propaganda; Cartazes
SILVA, Lurdes (2002) ­ A instrução secundária nas aulas públicas anexas aos liceus e no ensino particular 18441859. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. 225 p. (Coleção "Memórias da Educação";
10).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Secundário; Aula; Liceu; Ensino Particular; Século XIX
SOARES, Maria Isabel (1997) ­ Da blusa de Brim à Touca Branca. Contributo para a História do ensino da
Enfermagem em Portugal (1880-1950). Lisboa: EDUCA e Associação Portuguesa de Enfermeiros.
135 p. (Coleção Educa História; 2).
Assunto/Palavras-chave: Ciências da Educação; História; Ensino de Enfermagem

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STOER, Stephen R. (1986) ­ Educação e mudança social em Portugal: 1970-1980, uma década de transição.
Porto: Edições Afrontamento. 293-IX p. (Biblioteca das Ciências do Homem: Pedagogia, Ciências da Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Anos 70
TEODORO, António (2001) ­ A construção política da Educação. Estado, mudança social e políticas educativas no Portugal contemporâneo. Porto: Edições Afrontamento. 473 p. (Coleção Biblioteca das Ciências do Homem/Ciências da Educação/13).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Políticas Educativas; Estado Novo; Do
Pós-Guerra à União Europeia; Atraso educativo português
TEODORO, António (2003) ­ As políticas de educação em discurso direto: 1955-1995. Lisboa: INE. 690 p.
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Assunto/Palavras-chave: Educação; Política; História Contemporânea; Discurso; Ministro da
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VALENTE, Vasco Pulido (1973) ­ O Estado Liberal e o ensino: os liceus portugueses (1834-1930). Lisboa:
Gabinete de Investigações Sociais. 163 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Liceus; Liberalismo; Estado Liberal
VALENTE, Vasco Pulido (1974) ­ Uma educação burguesa...: Notas sobre a ideologia do ensino no século
XIX. Lisboa: Livros Horizonte. 232-IV p. (Coleção Horizonte; 27).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XIX
VASCONCELOS, Teresa (2005) ­ Das Casas de Asilo ao Projeto de Cidadania: Políticas de Expansão da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Educação de Infância; Educação
Pré-Escolar; Criança; Assistência; Cidadania
VEGA VEGA, José Luis (1986) ­ Diccionario de Ciencias de la Educación: Psicología de la educación. Madrid:
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Assunto/Palavras-chave: Psicologia; Educação; Dicionário

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VEIGA-NETO, Alfredo (2005) ­ Foucault & a Educação. 2.ª ed. 1.ª reimp. Belo Horizonte: Autêntica.
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Assunto/Palavras-chave: Ciências Sociais e Humanas; História da Educação; Pedagogia; Filosofia; Foucault - pensador, educador
VELOSO, José Maria de Queirós (1949) ­ A Universidade de Évora: Elementos para a sua história. Lisboa:
Academia Portuguesa da História. 188 p. (Subsídios para a História Portuguesa; 1).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Universidade de Évora; Ensino Superior
VIAL, Jean (2003) ­ Histoire de l'éducation. 3.ª ed. Paris: PUF. 128 p. (Que sais-je?; 310).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação
VIANA, Luís (2001) ­ A Mocidade Portuguesa e o Liceu. Lá vamos contando... (1936-1974). Lisboa: Educa.
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Liceu; Mocidade Portuguesa; Estado Novo
VIDIGAL, Luís (2000) ­ Escola ou Macadame? Santarém: Escola Superior de Educação. 24 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 68).
Assunto/Palavras-chave: Educação; Reflexões; Século XX; escolarização; Desenvolvimento;
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VIDIGAL, Luís (1997) ­ Memória Oral e Escolarização em Portugal nos Anos 20 e 30. Santarém: Escola
Superior de Educação. 24 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância;
53).
Assunto/Palavras-chave: Portugal; Século XX; Memória histórica; Escolaridade
VIVES, Juan Luis (1994) ­ Diálogos sobre a educação no século XVI. Santarém: Escola Superior de Educação. 42 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 18).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Educação; Século XVI
XAVIER, Alberto (1962) ­ História da greve académica de 1907. Coimbra: Coimbra Editora. 391-III p.
Nota: À guisa de introdução reproduz-se o célebre manifesto de Antero de Quental a explicar e a justificar, em
nome dos estudantes, os motivos da sua atitude de rebeldia contra o Reitor, na "Sala dos Capelos", em 8 de dezembro de 1862.

182

Assunto/Palavras-chave: História; Portugal; Século XX; Movimento estudantil; Ensino; Universidade de Coimbra; Ditadura; João Franco

3.2. Obras coletivas/ Artigos de obras coletivas
AA. VV. (2003) ­ 2.º Centenário da Academia Real da Marinha e Comércio da Cidade do Porto. 1803-1837.
Catálogo da exposição. Porto: Reitoria da Universidade do Porto. 178 p.
Assunto/Palavras-chave: Academia Real da Marinha e Comércio da Cidade do Porto; História
da Educação; Ensino público; Universidade do Porto
ABRANTES, José Carlos, coord. (1994) ­ A outra face da escola. Equipa redatorial Iolanda Bárria e
Miguel Falcão. Lisboa: Ministério da Educação. 724-XXVII p.
Assunto/Palavras-chave: Escola
ABREU, Manuel Viegas; OLIVEIRA, Armando Mónica (1999) ­ O Laboratório de Psicologia Experimental da Universidade de Coimbra: O primeiro Laboratório de Psicologia em Portugal (1912). Coimbra: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação/ Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social. 81-XII p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Laboratório de Psicologia Experimental da Universidade de Coimbra
ACTUALITÉ scientifique: Constitution d'un atlas-répertoire des établissements d'enseignement
technique de 1789 à 1945 (G. Bodé); L'enseignement technique en Lorraine, XIX.e-XX.e siècles
(1995). In BODÉ; Gérard; SAVOIE, Philippe, dir. ­ L'offre locale d'enseignement: Les formations
techniques et intermédiaires XXI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 201-208. Número especial da revista Histoire de l'Éducation
n.º 66 (maio 1995).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico
ADÃO, Áurea (1993) ­ A história da profissão docente em Portugal: Balanço da investigação realizada nas últimas décadas. In NÓVOA, A.; RUIZ BERRIO, J., eds. ­ A história da educação em
Espanha e Portugal: Investigações e atividades. Porto: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, p. 123-135. (Ciências da Educação em Portugal; 5).
Assunto/Palavras-chave: História; Profissão Docente; Portugal

183

ADÃO, Áurea; GONÇALVES, Maria Neves (2005) ­ A criação de um Ministério de Instrução Pública, no
Portugal de Oitocentos: Entre uma opção política e as restrições financeiras. Lisboa: [s.l.].
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Ministério da Instrução Pública
ALMEIDA, Ana Nunes de; VIEIRA, Maria Manuel (2006) ­ A Escola em Portugal: Novos Olhares, Outros Cenários. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais (ICS). 195 p. (Coleção Breve; Sociologia).
Assunto/Palavras-chave: Ciências e História da Educação - Portugal; Escola - passado, memória, hoje; Escolarização; Alfabetização; Educação ao longo da vida; Política Educativa; Liberalismo; Primeira República; Pedagogia; Família; Infância; Género
ALVES, Jorge Fernandes, coord. (2003) ­ O Signo de Hipócrates. O Ensino Médico no Porto segundo Ricardo
Jorge. [s.l.]: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia. 151 p.
Assunto/Palavras-chave: Medicina; Porto; Ensino Médico; Ricardo Jorge; Escola MédicoCirúrgica do Porto
ALVES, Luís Alberto M. (2002) ­ A Frequência Feminina no Arranque do Ensino Industrial (18841910). In ALVIM, Maria Helena Vilas-Boas e; COVA, Anne; MEA, Elvira Cunha de Azevedo,
org. ­ Em torno da História das Mulheres. Lisboa: Universidade Aberta. Centro de Estudos das
Migrações e das Relações Interculturais, p. 261-278. (Coleção de Estudos Pós-Graduados).
Assunto/Palavras-chave: Sociedade; Família; Mulher; Feminino; História da Educação; Ensino
Industrial; Indústria; História Contemporânea
ALVES, Luís Alberto Marques (2004) ­ O ensino. In SOUSA, Fernando de; MARQUES, A. H. de
Oliveira, coord. ­ Portugal e a Regeneração (1851-1900). In SERRÃO, Joel; MARQUES, A. H.
de Oliveira, dir. ­ Nova História de Portugal. Lisboa: Editorial Presença, vol. X, cap. VII, p. 303339.
Assunto/Palavras-chave: História de Portugal; Século XIX; Regeneração; Ensino; História da
Educação
AMBRÓSIO, Teresa (1990-1992) ­ O sistema educativo: rutura, desestabilização e desafios europeus. In REIS, António, dir. ­ Portugal Contemporâneo. Lisboa: Publicações Alfa, vol. 6, p. 281290.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XX; Anos 70; Anos 80

184

ANÁLISE Social da Escola e do Meio Local ­ I (1996). Santarém: Escola Superior de Educação. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 44).
Assunto/Palavras-chave: Módulo de Autoaprendizagem - Coletânea de textos e de Atividades
para Aprendizagem Educação; Formação de docentes
ANDRADA, Myrian (2005) ­ El crepúsculo de las familias «felices, limpias y ordenadas»: Argentina,
1884-1999. In GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del,
dir. ­ Manuales escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), p. 271-287. (Varia Proyecto Manes;
37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Argentina; América Latina; Séculos XIX e XX;
Manual e livro escolar; Disciplina; Educação para a Cidadania; Comportamento e conduta social; Boas maneiras; Família - modelo, ideal
ARTIEDA, Teresa (2005) ­ El «otro más otro» o los indígenas americanos en los textos escolares.
Una propuesta de análisis. In GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del, dir. ­ Manuales escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX).
Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), p. 485-501. (Varia Proyecto
Manes; 37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Argentina; América Latina; Séculos XIX e XX;
Manual e livro escolar; Alteridade; Indígena
ATTALI, Michaël; SAINT-MARTIN, Jean (2004) ­ L'éducation physique de 1945 à nos jours: Les étapes
d'une démocratisation. 2.ª ed. Paris: Armand Colin. 327 p. (Dynamiques).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Século XX; Ensino e Didática da
Educação Física
AUDIGIER, François; TUTIAUX-GUILLON, Nicole, dir. (2004) ­ Regards sur l'histoire, la géographie
et l'éducation civique à l'école élémentaire. Saints-Fons: Institut national de recherche pédagogique.
337 p. (Didactiques, apprentissages, enseignements).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Escola Elementar; Ensino e Didática
da História, Geografia e Educação Cívica; Programa; Currículo; Recursos; Práticas pedagógicas; Aula; Avaliação; Formação de professores

185

BALPE, Claudette (2004) ­ Image de l'enseignement des sciences expérimentales en France au XIX.e
siècle à travers les textes officiels du primaire. In GISPERT, Hélène, dir. ­ L'école et ses contenus:
Recherches historiques sur le XIX.e et le XX.e siècles. Paris: L'Harmattan, p. 43-61.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação - França, século XIX; Ensino e Didática das
Ciências Experimentais; Ensino Primário; Imagem; Manual
BARREIRA, Luiz Carlos (2006) ­ A imprensa operária no processo de formação da classe trabalhadora brasileira: A experiência do operariado sorocabano no início do século XX. In PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de
modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/Centro de Investigação em Educação ­ Faculdade de
Ciências da Universidade de Lisboa, p. 319-344. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Pedagogia; Modernidade; Política educativa; Escolarização; Imprensa operária; Classe
trabalhadora; Formação; Século XX
BARRETO, Graziela (2006) ­ João de Deus Ramos e a Educação Nova. In PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/Centro de Investigação em Educação ­ Faculdade de Ciências da
Universidade de Lisboa, p. 111-137. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Cultura; Ciência; Pedagogia; João de Deus Ramos; Educação Nova
BARROS, Júlia Teresa Leitão de; HENRIQUES, Raquel Pereira (1987) ­ A educação do Estado
Novo nos anos 30: Com base na rejeição de uma proposta de livro de 1933. In PINTO, António Costa et al., org. ­ O Estado Novo das origens ao fim da autarcia (1926-1959). Lisboa: Editorial
Fragmentos, vol. 2, p. 149-158. (Coleção Estudos).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XX; Estado Novo; Livro de leitura
BEAS MIRANDA, Miguel (2005) ­ Consideraciones sobre el mercado editorial español y sobre el
flujo comercial exterior, en especial con Latinoamérica. In GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del, dir. ­ Manuales escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED),
p. 155-176. (Varia Proyecto Manes; 37162PB10A01).

186

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Espanha; América Latina; Séculos XIX e XX;
Manual e livro escolar - mercado editorial, fluxo comercial, comércio exterior, influência cultural
BEAUVOIS, Daniel (2000) ­ La conscience historique polonaise au XIX.e siècle, entre mythographie
et historiographie. In DUCREUX, Marie-Elizabeth, dir. ­ Histoire et Nation en Europe centrale et
orientale XIX.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 37-60. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 86 (maio
2000).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Europa; Estado; Nação; Consciência histórica;
Ensino da História; Manual
BELHOSTE, Bruno (2002) ­ Anatomie d'un concours: l'organisation de l'examen d'admission à
l'École polytechnique de la Révolution à nos jours. In BELHOSTE, Bruno, dir. ­ L'examen:
Évaluer, sélectionner, certifier, XVI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut
national de recherche pédagogique, p. 141-176. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 94 (maio 2002).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Exame; Avaliação
BELHOSTE, Bruno (2001) ­ La préparation aux grandes écoles scientifiques au XIX.e siècle: établissements publics et institutions privées. In COMPÈRE, Marie-Madeleine; SAVOIE, Philippe,
dir. ­ L'établissement scolaire: Des collèges d'humanités à l'enseignement secondaire, XVI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 101-130.
Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 90 (maio 2001).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Secundário; Antigo Regime; Público e
Privado; Autonomia
BELHOSTE, Bruno (2002) ­ L'examen, une institution sociale. In BELHOSTE, Bruno, dir. ­
L'examen: Évaluer, sélectionner, certifier, XVI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­
Institut national de recherche pédagogique, p. 5-16. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 94 (maio 2002).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Exame; Avaliação
BERTIN, François; COURAULT, Pascal (1995) ­ Vive la recré. Préface de Hubert Coatleven. Rennes:
Éditions Ouest-France. 141 p.

187

Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; França
BODÉ, Gérard (1995) ­ État français, État allemand: l'enseignement technique mosellan entre deux
modèles nationaux, 1815-1940. In BODÉ; Gérard; SAVOIE, Philippe, dir. ­ L'offre locale d'enseignement: Les formations techniques et intermédiaires XIXe-XXe siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 109-136. Número especial da revista
Histoire de l'Éducation n.º 66 (maio 1995).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico
BODÉ, Gérard; MARCHAND, Philippe, dir. (2003) ­ Formation professionnelle et apprentissage XVIIIeXXe siècles. Paris: Institut national de recherche pédagogique ­ Revue du Nord. 519 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Formação Profissional; Aprendizagem; Ensino
Técnico; Atelier; Oficina; Indústria; Patronato
BODÉ, Gérard; SAVOIE, Philippe (1995) ­ L'approche locale d'histoire des enseignements techniques et intermédiaires: nécessité et limites. In BODÉ; Gérard; SAVOIE, Philippe, dir. ­
L'offre locale d'enseignement: Les formations techniques et intermédiaires XIXe-XXe siècles. Paris: Service
d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 5-13. Número especial
da revista Histoire de l'Éducation n.º 66 (maio 1995).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico
BODÉ, Gérard; SAVOIE, Philippe, dir. (1995) ­ L'offre locale d'enseignement: Les formations techniques et
intermédiaires XIXe-XXe siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique. 246 p. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 66 (maio
1995).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico; Instituição escolar; Ensino
Primário; Local; Central; Ensino Normal
BODÉ, Gérard; VÈNES, Hubert (2004) ­ Les établissements d'enseignement technique en France, 17891940. Tome 1: La Corrèze. Saint-Fons: Institut national de recherche pédagogique. 325 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Estabelecimentos de Ensino Técnico;
Escolas; 1789-1940
BOGDAN, Robert; BIKLEN, Sari (1994) ­ Investigação Qualitativa em Educação. Uma introdução à teoria e
aos métodos. Porto: Porto Editora. 336 p. (Coleção Ciências da Educação; 12).

188

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Pedagogia; Tese; Trabalho de Campo; Qualitativa; Metodologias de Investigação
BOTO, Carlota (2006) ­ A pedagogia científica em Portugal e a alquimia do magistério: Vocação,
criatividade, entusiasmo, conteúdo, disciplina. In PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História
da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/Centro de Investigação em Educação ­ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,
p. 89-110. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Cultura; Ciência; Pedagogia; Ciências; Magistério; Vocação; Criatividade; Conteúdo; Disciplina; Ensino Elementar
BRAGA, Isabel M. R. Mendes Drumond (2001) ­ As Realidades Culturais. In SERRÃO, Joel;
MARQUES, A. H. de Oliveira ­ Nova História de Portugal. Lisboa: Editorial Presença. Vol. VII,
p. 465-565.
Assunto/Palavras-chave: Cultura; Academia; Coimbra; Universidade; Jesuítas; Restauração; Paranética; Imprensa; Livro
BRIAND, Jean-Pierre (1995) ­ Le renversement des inégalités régionales de scolarisation et l'enseignement primaire supérieur en France (fin XIX.e ­ milieu XX.e siècle). In BODÉ, Gérard; SAVOIE, Philippe, dir. ­ L'offre locale d'enseignement: Les formations techniques et intermédiaires XX.IeXX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique,
p. 159-200. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 66 (maio 1995).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico
BRIAND, Jean-Pierre; CHAPOULIE, Jean-Michel (1995) ­ L'institution scolaire, les familles, les
collectivités locales, la politique d'État. In BODÉ, Gérard; SAVOIE, Philippe, dir. ­ L'offre locale d'enseignement: Les formations techniques et intermédiaires XXI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 15-46. Número especial da
revista Histoire de l'Éducation n.º 66 (maio 1995).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico
BRITO, José Maria Brandão de; HEITOR, Manuel; ROLLO, Maria Fernanda, coord. (2002) ­ Engenho e Obra. Uma abordagem à história da Engenharia em Portugal no século XX. Lisboa: Dom Quixote.
318 p.

189

Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea; Século XX; Portugal; História da Engenharia; Ensino Técnico; Eletricidade; Indústria; Metalurgia; Química; Pesca; Construção Naval;
Atividade Portuária; Alqueva; Hidráulica; Ponte; Via; Mina; Barragem; Metalomecânica; Caminho-de-ferro; Urbanismo; Floresta; Petróleo; Siderurgia; Sines; Automobilismo; TIC; Calçado;
Ambiente; Energia
BULLÓN DE MENDOZA, Anfonso (2002) ­ Portugal en la enseñanza preuniversitaria española. In
TORRE GÓMEZ, Hipólito de la; TELO, António José, coord. ­ La mirada del otro. Percepciones
luso-españolas desde la historia. Badajoz: Junta de Extremadura, p. 195-204. (Serie de Estudios Portugueses; 19).
Assunto/Palavras-chave: Portugal; Espanha; Península Ibérica; Relações ibéricas; Ensino Secundário; Ensino Superior; Universidade
CABANEL, Patrick (2006) ­ Les savoirs du certificat d'études. In TROGER, Vincent, coord. ­ Une
histoire de l'Éducation et de la formation. Auxerre: Sciences Humaines Éditions, p. 121-130. (Les
dossiers de l'Éducacion).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação e da Formação; Sistema Educativo; Escola;
França; Avaliação; Saber; Certificado
CAMPOS, Maria Christina Siqueira de Souza; SILVA, Vera Lucia Gaspar da, org. (2002) ­ Feminização do Magistério. Vestígios do passado que marcam o presente. Bragança Paulista: EDUSF. 203 p. (Coleção Estudos CDAPH. Série Memória).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Brasil; Feminismo; Mulheres
CANDEIAS, António, coord. (2005) ­ Modernidade, Educação e Estatísticas na Ibero-América dos séculos
XIX e XX: estudos sobre Portugal, Brasil e Galiza. Lisboa: EDUCA. 287 p. (EDUCA História; 11).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Galiza; América Latina; Séculos XIX e XX; Modernidade; Estatística; Contexto; Fontes - organização e génese
CANDEIAS, António (2005) ­ Modernidade e cultura escrita nos séculos XIX e XX em Portugal:
População, economia, legitimação política e educação. In CANDEIAS, António, coord. ­ Modernidade, Educação e Estatísticas na Ibero-América dos séculos XIX e XX: estudos sobre Portugal, Brasil e
Galiza. Lisboa: EDUCA, p. 53-113. (EDUCA História; 11).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Séculos XIX e XX; Modernidade;
Cultura escrita; População; Economia

190

CANDEIAS, António; NÓVOA, António; FIGUEIRA, Manuel Henrique (1995) ­ Sobre a Educação
Nova: Cartas de Adolfo Lima a Álvaro Viana de Lemos (1923-1941). Lisboa: Educa. 166 p. (Colecção Educa: História; 1).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Educação Nova; Adolfo Lima; Álvaro Viana de
Lemos
CANDEIAS, António, dir. e coord.; PAZ, Ana Luísa; ROCHA, Melânia (2004) ­ Alfabetização e escola
em Portugal nos séculos XIX e XX: os censos e as estatísticas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
(Textos de educação). Inclui 1 CD-ROM.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Séculos XIX e XX; Alfabetização;
Escola; Censos; Estatística; Base de dados
CARVALHO, Marta M. Chagas de (2006) ­ Livros e revistas para professores: Configuração material
do impresso e circulação internacional de modelos pedagógicos. In PINTASSILGO, Joaquim
et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/Centro de Investigação em Educação ­ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, p. 141-173. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Pedagogia; Cultura impressa; Circulação de saberes pedagógicos; Livro; Revista; Professor; Modelo pedagógico
CASA (A) dos Estudantes do Império: Itinerário Histórico (1995). Lisboa: Câmara Municipal. 30 p.
Assunto/Palavras-chave: Casa dos Estudantes do Império; Itinerário; Ensino Superior; Descolonização; Colónias
CASPARD, Pierre (1981) ­ L'histoire de l'école et la recherche historique. In Le Group de Travail de
la Maison dÉcole a Montceau-Les-Mines ­ Cent ans d'école. Préface de Georges Duby. Seyssel:
Éditions du Champ Vallon, p. 7-13.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; França; Investigação
CASPARD, Pierre, dir. (1981-1991) ­ La Presse d'éducation et d'enseignement: XVIII.e siècle-1940. Répertoire
analytique. Paris: Institut national de recherche pédagogique/Centre national de la recherche
scientifique. 4 Tomos. Tomo I: A-C, 559 p., 1981; Tomo II: D-J, 687 p., 1984; Tomo III: K-R,
557 p., 1986; Tomo IV: S-Z et suppléments, 761 p., 1991.

191

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Imprensa da Educação e do Ensino;
Século XVIII-1940; Investigação; Fontes
CASPARD, Pierre (2002) ­ Examen de soi-même, examen public, examen d'État. De l'admission à la
Sainte-Cène aux certificats de fin d'études, XVI.e-XIX.e siècles. In BELHOSTE, Bruno, dir. ­
L'examen: Évaluer, sélectionner, certifier, XVI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­
Institut national de recherche pédagogique, p. 17-74. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 94 (maio 2002).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Exame; Avaliação
CASPARD, Pierre; LUC, Jean-Noël; SAVOIE, Philippe, dir. (2005) ­ Lycées, lycéens, lycéennes: Deux
siècles d'histoire. Lyon: Institut national de recherche pédagogique. 501 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Liceu - história, contexto político, social e cultural, de elite, de massas, administração arquitetura; Ensino Secundário; Ensino e didática da História, Literatura, Mecânica, Matemática; Professor - identidade; Arquitetura Escolar; Colégio
CASPARD-KARYDIS, Pénélope, dir. (2000-2005) ­ La Presse d'éducation et d'enseignement: 1941-1990.
Répertoire analytique. Paris: Institut national de recherche pédagogique. 4 Tomos. Tomo 1: A-D,
763 p., 2000; Tomo 2: E-K, 702 p., 2003; Tomo 3: L-Q, 399 p., 2005; Tomo 4: R-Z, 481 p.,
2005.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; França; Imprensa da Educação e do Ensino;
1941-1990; Investigação; Fontes
CASTRO, Rui Vieira de; MAGALHÃES, Justino (2005) ­ Entre a lei e o mercado. Aspectos da existência do manual escolar em Portugal, no século XX. In GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del, dir. ­ Manuales escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED),
p. 135-153. (Varia Proyecto Manes; 37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XX; Manual e livro escolar lei, legislação, controlo, mercado, edição
CATRICA, Paulo; NÓVOA, António (2005) ­ Liceus. Lisboa: Assírio & Alvim. 79 p. (Livros de fotografia; 39).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Liceu; Fotografia

192

CATROGA, Fernando (2006) ­ Secularização e laicidade: A separação das Igrejas e da Escola. In
PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/Centro de Investigação em Educação ­ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, p. 13-40. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Cultura; Ciência; Pedagogia; Secularização; Laicidade; Laicização; Laicismo; Igreja; Separação
CHAPOULIE, Jean-Michel (2006) ­ La sélection sociale dans l'école républicaine. In TROGER,
Vincent, coord. ­ Une histoire de l'Éducation et de la formation. Auxerre: Sciences Humaines Éditions, p. 111-120. (Les dossiers de l'Éducacion).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação e da Formação; Sistema Educativo; Escola;
França; Escola Republicana; Discriminação social
CHARMASSON, Thérèse; LELORRAIN, Anne-Marie; RIPA, Yannick (1987) ­ L'enseignement technique de la Révolution à nos jours. Paris: Institut National de Recherche Pédagogique. Paris:
Economica. Vol. 1, 783-IV p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; França
CHASSAGNE, Serge (1981) ­ Pour une ethnologie du patrimoine scolaire. In Le Group de Travail
de la Maison dÉcole a Montceau-Les-Mines ­ Cent ans d'école. Préface de Georges Duby. Seyssel: Éditions du Champ Vallon, p. 15-23.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; França
CHÂTELET, Anne-Marie; COEUR, Marc le, dir. (2004) ­ L'architecture scolaire: Essai d'historiographie
internationale. Lyon: Institut national de recherche pédagogique. 306 p. Número especial da revista Histoire de l'éducation n.º 102 (maio 2004).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Internacional; Arquitetura escolar ­ história e
evolução
CHERVEL, André (2002) ­ Le baccalauréat et les débuts de la dissertation littéraire, 1874-1881. In
BELHOSTE, Bruno, dir. ­ L'examen: Évaluer, sélectionner, certifier, XVI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 103-140. Número
especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 94 (maio 2002).

193

Assunto/Palavras-chave: História da Educação
CLAY, Catherine B. (2000) ­ Le rôle de l'ethnologie universitaire dans le développement d'une nation ukrainienne dans l'Empire russe, 1830-1850. In DUCREUX, Marie-Elizabeth, dir. ­ Histoire et Nation en Europe centrale et orientale XIX.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation - Institut national de recherche pédagogique, p. 61-82. Número especial da revista Histoire
de l'Éducation n.º 86 (maio 2000).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Europa; Estado; Nação; Consciência histórica;
Ensino da História; Manual
COMISSÃO DE INSTRUÇÃO DOS SERVIÇOS DE CANDIDATURA (1949) ­ O Ensino Profissional Industrial e Comercial (Estudo crítico sobre uma recente reforma). Lisboa: Serviços Centrais da
Candidatura do General Norton de Matos. 56 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Industrial; Técnico e Profissional; Norton de Matos; Instrução
COMPÈRE, Marie-Madeleine, rencontre avec (2006) ­ L'école des élites entre le XVI.e et le XIX.e
siècle. In TROGER, Vincent, coord. ­ Une histoire de l'Éducation et de la formation. Auxerre: Sciences Humaines Éditions, p. 33-39. (Les dossiers de l'Éducacion).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação e da Formação; Sistema Educativo; Escola;
França; Elite; Colégios; Séculos XVI, XVII, XVIII e XIX
COMPÈRE, Marie-Madeleine, dir. (1997) ­ Histoire du temps scolaire en Europe. Paris: Institut national
de recherche pédagogique/Éditions Économica. 392 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Europa; Escola; Tempo escolar; Escolarização; Escolaridade obrigatória; Época Moderna; França; Itália; Alemanha; Suíça
COMPÈRE, Marie-Madeleine; NOGUÈS, Boris (2001) ­ La direction d'établissement dans les collèges de l'université de Paris sous l'Ancien Régime. In COMPÈRE, Marie-Madeleine; SAVOIE,
Philippe, dir. ­ L'établissement scolaire: Des collèges d'humanités à l'enseignement secondaire, XVI.e-XX.e
siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p.
21-78. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 90 (maio 2001).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Secundário; Antigo Regime; Público e
Privado; Autonomia

194

COMPÈRE, Marie-Madeleine; SAVOIE, Philippe (2001) ­ L'établissement secondaire et l'histoire de
l'éducation. In COMPÈRE, Marie-Madeleine; SAVOIE, Philippe, dir. ­ L'établissement scolaire:
Des collèges d'humanités à l'enseignement secondaire, XVI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de
l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique, p. 5-20. Número especial da revista
Histoire de l'Éducation n.º 90 (maio 2001).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Secundário; Antigo Regime; Público e
Privado; Autonomia
COMPÈRE, Marie-Madeleine; SAVOIE, Philippe, dir. (2001) ­ L'établissement scolaire: Des collèges
d'humanités à l'enseignement secondaire, XVI.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­
Institut national de recherche pédagogique. 229 p. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 90 (maio 2001).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Secundário; Antigo Regime; Público e
Privado; Autonomia
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (1998) ­ Educação: Memórias e testemunhos. Prefácio de
Jorge Sampaio. Lisboa: Gradiva. 282 p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Portugal
CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA CASA PIA DE LISBOA (2005) ­ Casa Pia de Lisboa Um Projeto de Esperança: As estratégias de acolhimento das crianças em risco. Cascais: Principia.
Nota: Elementos que compõem o Conselho Técnico Científico da Casa Pia de Lisboa: Roberto Carneiro; Alberto Brito; Álvaro Carvalho; Daniel Sampaio; Dulce Rocha; João GomesPedro; Joaquim Azevedo; José Roquette; Leandro Almeida
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Casa Pia de Lisboa; Acolhimento;
Infância; Criança; Família; Escola; Inserção Social
CORREIA, António Carlos da Luz; PERES, Eliane (2005) ­ Aprender a ser profesor a través de los
libros: Representación profesional, currículum escolar y modelos de aprendizage en los manuales de pedagogía y didáctica para la formacíon de profesores de enseñanza primaria en Portugal
(1870-1950). In GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del,
dir. ­ Manuales escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), p. 195-213. (Varia Proyecto Manes;
37162PB10A01).

195

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Séculos XIX e XX; Manual e livro
escolar; Formação de professores ­ manual, legislação, representação profissional, currículo,
modelos de aprendizagem, pedagogia e didática; Ensino Primário
CORREIA, António Carlos da Luz; SILVA, Vivian Batista da (2002) ­ Manuais Pedagógicos ­ Portugal e
Brasil ­ 1930 a 1971 ­ Produção e Circulação Internacional de Saberes Pedagógicos. Lisboa: Educa. 49 p.
(Cadernos Prestige; 13).
Assunto/Palavras-chave: Manual; Pedagogia; Portugal; Brasil; Programa; Currículo; Metodologia; Didática
CORREIA, António Carlos Luz; GALLEGO, Rita de Cassia (2004) ­ Escolas Públicas Primárias em
Portugal e em São Paulo: olhares sobre a organização do tempo escolar (1880-1920). Lisboa: Educa. 47 p.
(Cadernos Prestige; 21).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Séculos XIX-XX; Escolas públicas primárias;
Portugal; Brasil; Organização do tempo escolar
CORREIA, António Carlos Luz; SILVA, Vera Lúcia Gaspar da (2003) ­ A Lei da Escola: Os Sentidos
da Construção da Escolaridade Popular Através dos Textos Legislativos em Portugal e Santa Catarina ­
Brasil (1880-1920). Lisboa: Educa. 42 p. (Cadernos Prestige; 16).
Assunto/Palavras-chave: Escola; Escolaridade; Lei; Legislação; Portugal; Brasil
COSTA, Fernando (2002) ­ Espanha no ensino pré-universitário português. In TORRE GÓMEZ,
Hipólito de la; TELO, António José, coord. ­ La mirada del otro. Percepciones luso-españolas desde la
historia. Badajoz: Junta de Extremadura, p. 169-194. (Serie de Estudios Portugueses; 19).
Assunto/Palavras-chave: Portugal; Espanha; Península Ibérica; Relações ibéricas; Ensino Secundário; Ensino Superior; Universidade
COSTA, Rui Afonso da (2006) ­ Contribuição para a história da inspeção permanente da escola primária (1878-1933). In PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no
Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/ Centro de Investigação
em Educação ­ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, p. 365-398. (Investigação
em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Pedagogia; Inspeção; Controlo do ensino; Ensino Primário ou Elementar; Séculos XIX e
XX

196

CRUZ, Maria do Carmo, coord.; CASTRO, Maria Alice (1998) ­ Escola Secundária Filipa de Vilhena.
Uma Escola nova. 100 anos de vida (1898-1998). [Lisboa]: Areal Editores. 95 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Centenário
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Vincent, coord. ­ Une histoire de l'Éducation et de la formation. Auxerre: Sciences Humaines Éditions, p. 41-53. (Les dossiers de l'Éducacion).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação e da Formação; Sistema Educativo; Escola;
França; Ensino Elementar; Matemática; Século XIX
D'ENFERT, Renaud; LAGOUTTE, Daniel (2004) ­ Un art pour tous: le dessin à l'école de 1800 à nos
jours. Catálogo da exposição. Rouen: Institut National de Recherche Pédagogique/ Musée national de l'Éducation. 127 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Catálogo; Exposição; Ensino Artístico; Arte;
Desenho; Séculos XIX-XX
DENIS, Daniel (2004) ­ De l'intérêt d'une lecture critique du Dictionnaire de pédagogie de Ferdinand
Buisson: les disciplines scolaires d'une édition à l'autre (1880-1911). In GISPERT, Hélène, dir.
­ L'école et ses contenus: Recherches historiques sur le XIX.e et le XX.e siècles. Paris: L'Harmattan, p.
119-149.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação - França, séculos XIX e XX; Dicionário de Pedagogia; Ferdinand Buisson; Disciplinas escolares; Bibliografia; Leitura crítica; Recensão
DEYANOVA, Liliana (2000) ­ Les manuels aprés la bataille: les livres d'histoire nationale en Bulgaire aprés 1944 et aprés 1989. In DUCREUX, Marie-Elizabeth, dir. ­ Histoire et Nation en Europe centrale et orientale XIX.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national
de recherche pédagogique, p. 171-186. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 86
(maio 2000).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Europa; Estado; Nação; Consciência histórica;
Ensino da História; Manual
DUCREUX, Marie-Elizabeth (2000) ­ Nation, État, Éducation. L' enseignement de l'histoire en Europe centrale et orientale. In DUCREUX, Marie-Elizabeth, dir. ­ Histoire et Nation en Europe centrale et orientale XIX.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de re-

197

cherche pédagogique, p. 5-36. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 86 (maio
2000).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Europa; Estado; Nação; Consciência histórica;
Ensino da História; Manual
DUCREUX, Marie-Elizabeth, dir. (2000) ­ Histoire et Nation en Europe centrale et orientale XIXe-XXe
siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique. 195
p. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 86 (maio 2000).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Europa; Estado; Nação; Consciência histórica;
Ensino da História; Manual
DUPONT, Jean-Yves, rencontre avec (2006) ­ Scolarisation des savoirs techniques. In TROGER,
Vincent, coord. ­ Une histoire de l'Éducation et de la formation. Auxerre: Sciences Humaines Éditions, p. 81-86. (Les dossiers de lÉducacion).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação e da Formação; Sistema Educativo; Escola;
França; Escolarização; Ensino Técnico
EDIFÍCIOS da Universidade do Porto: projetos (1987). Porto: Universidade do Porto. 50 p.
Assunto/Palavras-chave: Arquitetura; Universidade do Porto; Edifícios
ERASMIE, Thord; LIMA, Licínio C. (1989) ­ Investigação e projetos de desenvolvimento em educação: Uma
introdução. Braga: Unidade de Educação de Adultos da Universidade do Minho. 300 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Investigação; Projetos; Fontes de Informação
ESCOLA & Memórias: Catálogo da Exposição realizada na Sociedade Martins Sarmento, entre 12 e 25 de junho
de 1998 (1998). Guimarães: III Encontro Ibérico de História da Educação. 20-II p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Exposição
ESCOLA Preparatória de Mousinho da Silveira. Sua fusão com a Escola Industrial do Infante D. Henrique
(1928). Porto: Tipografia do Instituto de Surdos-mudos.
Assunto/Palavras-chave: Escola Infante D. Henrique; Porto; Ensino Industrial; Escola Preparatória de Mousinho da Silveira

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ESSEN, Mineke van; ROGERS, Rebecca, dir. (2003) ­ Les enseignantes XIX.e-XX.e siècles. Lyon: Institut national de recherche pédagogique. 194 p. Número especial da revista Histoire de l'Éducation
n.º 98 (maio 2003).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Professora; Docente
ESTEBAN RUIZ, Fernando (2005) ­ Géneros textuales y enseñanza del código urbano en los manuales escolares de la España contemporánea. Los cauces de la memoria. In GUEREÑA, JeanLouis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del, dir. ­ Manuales escolares en España,
Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), p. 235-257. (Varia Proyecto Manes; 37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Espanha; Séculos XIX e XX; Manual e livro
escolar; Disciplina; Educação para a Cidadania; Comportamento e conduta social; Boas maneiras; Memória
FACULDADE de Letras do Porto 1919-1931: Contribuição bibliográfica para a sua história (1989). Porto:
Biblioteca Pública Municipal. 227-I p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Faculdade de Letras do Porto; Fontes de Informação
FERNANDES, Rogério (1993) ­ História das inovações educativas (1875-1936). In NÓVOA, A.;
RUIZ BERRIO, J., eds. ­ A história da educação em Espanha e Portugal: Investigações e atividades. Porto: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, p. 157-170. (Ciências da Educação em Portugal; 5).
Assunto/Palavras-chave: História; Inovações educativas; Portugal; Século XIX; Século XX
FERNANDES, Rogério (2003) ­ Tendências da política escolar e a Escola para Todos em Portugal
na segunda metade do século XX. In FERNANDES, Rogério; PINTASSILGO, Joaquim, org.
­ A Modernização Pedagógica e a Escola para Todos na Europa do Sul no Século XX. Lisboa: SPICAE,
p. 9-26.
Assunto/Palavras-chave: Educação; Escola; Sistema Educativo; Currículo; Pedagogia; Modernização; Portugal; Século XX
FERNANDES, Rogério; MAGALHÃES, Justino, org. (1999) ­ Para a história do ensino liceal em Portugal. Braga: Universidade do Minho/Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. XXI-203II p.

199

Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Liceal; Portugal
FERNANDES, Rogério; PINTASSILGO, Joaquim, org. (2003) ­ A Modernização Pedagógica e a Escola
para Todos na Europa do Sul no Século XX. Lisboa: SPICAE. 310 p.
Assunto/Palavras-chave: Educação; Escola; Pedagogia; Modernização; Portugal; Espanha; Itália; Século XX
FERNÁNDEZ, Mirta; SPINAK, Silvia; RIBAS, Diego; PIRIZ, Virginia (2005) ­ El trabajo: su presencia en los textos oficiales para la enseñanza de la lectura en las escuelas públicas uruguayas
(1927-1941). In GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del,
dir. ­ Manuales escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), p. 289-304. (Varia Proyecto Manes;
37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Uruguai; América Latina; Século XX; Manual
e livro escolar; Trabalho; Ensino e Didática da Leitura; Ensino Público
FERRÁNDEZ ARENAZ, Adalberto; LÓPEZ, Jaime Sarramona, coord. (1987) ­ Diccionario de Ciencias de la Educación: Didáctica y tecnología de la educación. Madrid: Ediciones Anaya. XXXI-461 p.
Assunto/Palavras-chave: Didática da Educação; Tecnologia da Educação; Dicionário
FILHO, Luciano Mendes de Faria; NEVES, Leonardo Santos; CALDEIRAS, Sandra Maria (2005) ­
A estatística educacional e a instrução pública no Brasil: aproximações. In CANDEIAS, António, coord. ­ Modernidade, Educação e Estatísticas na Ibero-América dos séculos XIX e XX: estudos sobre
Portugal, Brasil e Galiza. Lisboa: EDUCA, p. 219-238. (EDUCA História; 11).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Séculos XIX e XX; Estatística; Instrução pública
FLECHA GARCÍA, Consuelo (2005) ­ Mujeres educando a mujeres: Autoras de libros escolares
para ninãs. In GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del,
dir. ­ Manuales escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), p. 49-67. (Varia Proyecto Manes;
37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Espanha; Séculos XIX e XX; Manual e livro
escolar - mulher, género, autor, autoria e magistério feminino

200

FOURNIER, Martine (2005) ­ De l'école républicaine à l'école démocratique. In FOURNIER, Martine; TROGER, Vincent, coord. ­ Les mutations de l'école: Le regard des sociologues. Auxerre: Sciences Humaines Éditions, p. 1-4. (Les Dossiers de L'Éducation).
Assunto/Palavras-chave: Escola Republicana; Escola Democrática; Mudança; História e Sociologia da Educação; Evolução do Sistema Educativo e da Transmissão de Saberes e Valores
FOURNIER, Martine; TROGER, Vincent, coord. (2005) ­ Les mutations de l'école: Le regard des sociologues. Auxerre: Sciences Humaines Éditions. 274 p. (Les Dossiers de L'Éducation).
Assunto/Palavras-chave: Escola; Mudança; História e Sociologia da Educação; Evolução do
Sistema Educativo e da Transmissão de Saberes e Valores
FREITAS, Judite A. Gonçalves de (2003) ­ O ensino universitário da História nas décadas de 50 e de
60: as reformas curriculares. In FONSECA, Luís Adão da; AMARAL, Luís Carlos; SANTOS,
Maria Fernanda Ferreira ­ Os Reinos Ibéricos na Idade Média. Porto: Livraria Civilização Editora,
vol. III, p. 1433-1438.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Superior; Ensino da História; Reforma
curricular; Currículo
FREITAS, Marcos Cezar de (2006) ­ Cenas históricas da antropologia portuguesa e a "cultura mental
do analfabeto". In PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no Brasil:
Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/ Centro de Investigação em
Educação ­ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, p. 41-62. (Investigação em
Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Cultura; Ciência; Pedagogia; Analfabetismo; Antropologia
GABRIEL, Narciso de (2005) ­ La alfabetización en Galicia (1900-1940): Incidencias de los factores
relacionados con el período, la edad y la cohorte. In CANDEIAS, António, coord. ­ Modernidade, Educação e Estatísticas na Ibero-América dos séculos XIX e XX: estudos sobre Portugal, Brasil e Galiza. Lisboa: EDUCA, p. 115-156. (EDUCA História; 11).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Galiza; Século XX; Alfabetização
GADPAILLE, Alain (2004) ­ L'énseignement de l'agriculture à l'école primaire dans les textes officiels. In GISPERT, Hélène, dir. ­ L'école et ses contenus: Recherches historiques sur le XIX.e et le XX.e
siècles. Paris: L'Harmattan, p. 63-81.

201

Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ França, séculos XIX e XX; Ensino e Didática da Agricultura; Ensino Primário; Manual; Imagem
GARCÍA ALCARAZ, María Guadalupe (2005) ­ Imaginarios y prácticas de lectura: Los libros infantiles de José Rosas Moreno (México, segunda mitad del Siglo XIX). In GUEREÑA, JeanLouis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del, dir. ­ Manuales escolares en España,
Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), p. 69-85. (Varia Proyecto Manes; 37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; América Latina; México; Século XIX; Manual
e livro escolar; Livro infantil - imaginário, práticas de leitura; José Rosas Moreno
GARCÍA CARRASCO, Joaquín, coord. (1984) ­ Diccionario de Ciencias de la Educación: Teoria de la educacion. Madrid: Ediciones Anaya. LXXVII-137 p.
Assunto/Palavras-chave: Teoria da Educação; Dicionário
GARCIA, Patrick; LEDUC, Jean (2003) ­ L'enseignement de l'histoire en France de l'Ancien Régime à nos
jours. Paris: Armand Colin/VUEF. 320 p. (Collection U ­ Histoire).
Assunto/Palavras-chave: Ensino da História; História da Educação; França
GAUTHIER, Clermont ; TARDIF, Maurice, dir. (1996) ­ La Pédagogie. Théories et pratiques de l'Antiquité à nos jours. Paris: Gaetan Morin Éditeur.
Assunto/Palavras-chave: Pedagogia; História da Educação; Ensino; Rousseau; Montessori;
Freinet; Neil; Steiner; Rogers
GIGLIO, Célia M. B. (2006) ­ A civilização pelo olhar: Práticas e discursos da inspeção na Província
de São Paulo no século XIX. In PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/ Centro de Investigação em Educação ­ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, p. 347-363. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Pedagogia; Inspeção; Controlo do ensino; São Paulo; Século XIX
GIL, Natália (2005) ­ A educação nos Censos Populacionais brasileiros (1872-1960). In CANDEIAS,
António, coord. ­ Modernidade, Educação e Estatísticas na Ibero-América dos séculos XIX e XX: estudos sobre Portugal, Brasil e Galiza. Lisboa: EDUCA, p. 273-287. (EDUCA História; 11).

202

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Séculos XIX e XX; Estatística; Censos
Populacionais ou da População
GIMARD, Marie; GIMARD, Jacques [s.d.] ­ Mémoire d'école. [s.l.]: Le Pré aux Clercs. 127-I p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; França
GISPERT, Hélène (2004) ­ Introduction: Un axe de recherche en institut universitaire de formation
des maîtres: l'histoire de l'enseignement, enjeux sociaux et épistémologiques. In GISPERT, Hélène, dir. ­ L'école et ses contenus: Recherches historiques sur le XIX.e et le XX.e siècles. Paris: L'Harmattan, p. 9-12.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação ­ França, séculos XIX e XX; Formação de
Professores
GISPERT, Hélène, dir. (2004) ­ L'école et ses contenus: Recherches historiques sur le XIX.e et le XX.e siècles.
Paris: L'Harmattan. 164 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação - França, séculos XIX e XX; Investigação; Escola; Ensino e Didática; Programa; Conteúdos; Metodologia; Formação de Professores; Alunos
GOMES, Joaquim Ferreira; FERNANDES, Rogério; GRÁCIO, Rui (1988) ­ História da Educação em
Portugal. Lisboa: Livros Horizonte. 130 p. (Coleção BE ­ Biblioteca do Educador, 113).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XIX; Século XX
GÓMEZ GARCÍA, María Nieves, ed. (2004) ­ Lecciones de Historia de la Educación. Sevilla: Ediciones
Alfar. 374 p. (Alfar Universidad; 133).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Espanha; Fontes - estudo, literatura; Ensino
Superior - género, mulher; Sistema Educativo - planificação e desenvolvimento; Universidades
da Andaluzia - reformas; Viagem - difusão cultural; Atitude Social; Docência - compromisso,
legado pedagógico de Paulo Freire; América Latina - educação e alfabetização no período colonial; Itália - história, sociedade, pedagogia social
GÓMEZ GARCÍA, María; CORTS GINER, María Isabel, dir. (2005) ­ Historia de la Educación en
Andalucia. 1.as Jornadas (Sevilla, 20-22 outubro 2004). [s.l.]: Fundación El Monte. 2 vol., 321 p. +
345 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Espanha; Andaluzia

203

GRÁCIO, Sérgio (1987) ­ A reforma do ensino técnico de 1948 e a política educativa do Estado
Novo. In PINTO, António Costa et al., org. ­ O Estado Novo das origens ao fim da autarcia (19261959). Lisboa: Editorial Fragmentos, vol. 2, p. 159-175. (Coleção Estudos).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico; Portugal; Século XX; Estado Novo
GRÁCIO, Rui (1990-1992) ­ A expansão do sistema de ensino e a movimentação estudantil. In
REIS, António, dir. ­ Portugal Contemporâneo. Lisboa: Publicações Alfa, vol. 5, p. 221-258.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XX; Anos 60; Anos 70; Movimento estudantil
GROUP (LE) de Travail de la Maison dÉcole a Montceau-Les-Mines (1981) ­ Cent ans d'école. Préface de Georges Duby. Seyssel: Éditions du Champ Vallon. 200 p.
Assunto/Palavras-chave : História; Ensino; França; Maison d'École de Montceau
GRUNSTEIN, Rachel; PECNARD, Jérôme e DANCEL, Brigitte (2002) ­ Nos Cahiers d'écoliers 18801968. Paris: Éditions des Arènes.
Assunto/Palavras-chave: Ensino; Educação; Aprendizagem; Escola; Século XIX; Século XX;
Caderno
GUEREÑA, Jean-Louis; OSSENBACH, Gabriela; POZO, Maria del Mar del, dir. (2005) ­ Manuales
escolares en España, Portugal y América Latina (Siglos XIX y XX). Madrid: Universidad Nacional de
Educación a Distancia (UNED). 501 p. (Varia Proyecto Manes; 37162PB10A01).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Espanha; Portugal; América Latina; Séculos
XIX e XX; Manual e livro escolar
HEITOR, Manuel et al., coord. (2003) ­ Engenho e Obra. Engenharia em Portugal no séc. XX. Memória de
uma exposição. Lisboa: Dom Quixote. 199 p.
Assunto/Palavras-chave: Portugal; Engenharia; Ensino técnico
HEITOR, Manuel; BRITO, José Maria Brandão de; ROLLO, Maria Fernanda, coord. (2004) ­ Momentos de Inovação e Engenharia em Portugal no Século XX. Lisboa: Centro de Estudos em Inovação,
Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento do Instituto Superior Técnico e Publicações Dom
Quixote. 3 vol., 655 p. + 895 p. + 783 p., em caixa dura.

204

Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea de Portugal; Século XX; Engenharia e Indústria - história e modelos de desenvolvimento; Ensino Técnico; Investigação; Cultura Científica; Infraestruturas; Património; Futuro
HISTÓRIA da educação I: Âmbito, métodos, técnicas, conceitos básicos (1994). Santarém: Escola Superior de
Educação. 45 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 23).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Métodos; Técnicas; Conceitos
HISTÓRIA da educação II: Das sociedades primitivas à revolução pedagógica do século XVIII (1994). Santarém:
Escola Superior de Educação. 44 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 24).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino
HISTÓRIA da Educação III. A educação e os problemas Educativos Contemporâneos (séculos XIX-XX) (1994).
Santarém: Escola Superior de Educação. 35 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 25).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino
HISTÓRIA da Universidade em Portugal (1997). Coimbra: Universidade; Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian. 2 vol., XXI-1151-II p. Il.
Assunto/Palavras-chave: História da Universidade; Ensino Superior; Portugal
HISTÓRIA (A) de uma Escola Primária de Salvaterra de Magos (1993). Santarém: Escola Superior de
Educação. 23 p. (Cadernos do Projeto Museológico sobre Educação e Infância; 14).
Assunto/Palavras-chave: Escola Primária; Salvaterra de Magos
LÁZARO MARTÍNEZ, Ángel, coord. (1986) ­ Diccionario de Ciencias de la Educación: Orientación y educación especial. Madrid: Ediciones Anaya. XXXVII-385 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Especial; Dicionário
LEHEMBRE, Bernard, compil. (1989) ­ Naissance de l'école moderne: Les textes fondamentaux 1791-1804.
Paris: Éditions Nathan. 192 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino público; França

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LEQUIN, Yves (1981) ­ Les chemins de l'école. In Le Group de Travail de la Maison dÉcole a
Montceau-Les-Mines ­ Cent ans d'école. Préface de Georges Duby. Seyssel: Éditions du Champ
Vallon, p. 43-47.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Maison d'École de Montceau
LOPES, Abreu et al., org. (1956) ­ A Universidade Técnica de Lisboa e os seus mestres: Notas biobibliográficas.
Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa. 886-II p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Universidade Técnica de Lisboa; Professor
LUME, Filomena (2006) ­ Os inspetores do ensino primário: De orientadores a auditores. Motivações, dissensões e tensões na operacionalização das práticas inspetivas. In PINTASSILGO, Joaquim et al., org. ­ História da Escola em Portugal e no Brasil: Circulação e apropriação de modelos culturais. Lisboa: Edições Colibri/Centro de Investigação em Educação - Faculdade de Ciências da Universidade
de Lisboa, p. 399-429. (Investigação em Educação; 2).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Escola - história; Modelo cultural; Pedagogia; Inspeção; Controlo do ensino; Inspetor; Ensino Primário ou Elementar
MACEDO, Newton de [s.d.] ­ A renovação das ideias e das instituições de cultura. In PERES, Damião, dir. ­ História de Portugal. Barcelos: Portucalense Editora, vol. IV, p. 421-448.
Assunto/Palavras-chave: História Cultural e das Mentalidades; História do Ensino
MAGALHÃES, Justino, org. (1998) ­ Fazer e ensinar História da Educação. Braga: Universidade do Minho/ Centro de Estudos em Educação e Psicologia/ Instituto de Educação e Psicologia, 1998.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino; Pedagogia; Metodologia
MAGNIN, Charles; MARCACCI, Marco (1987) ­ Le passé composé: Images de l'école dans la Genève d'il y a
100 ans. Genève: Tribune Éditions. 157-I p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Genebra; Suíça
MARTINS, Guilherme de Oliveira et al., (2000) ­ Escolas: memória e realidade. Coimbra: Direção Regional de Educação do Centro. 207-I p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Direcção-Geral dos Equipamentos Educativos
(1987) ­ Muitos anos de escolas. Lisboa: Ministério da Educação e Cultura: Direção -Geral dos

206

Equipamentos Educativos. Vol. I ­ 1.ª Parte: Edifícios para o ensino infantil e primário até
1941, 376 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Construção; Escola
NOGUEIRA, Maria Alice; NOGUEIRA, Cláudio M. Martins (2004) ­ Bourdieu & a Educação. Belo
Horizonte: Autêntica. 152 p. (Pensadores & educação; v. 4).
Assunto/Palavras-chave: Ciências Sociais e Humanas; História da Educação; Pedagogia; Filosofia; Bourdieu ­ pensador, educador
NÓVOA, António, dir. (1993) ­ A imprensa de educação e ensino: Repertório analítico (Séculos XIX-XX).
Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. LXII-106 p. (Coleção Memórias da Educação).
Assunto/Palavras-chave: Imprensa; Ensino; Século XIX; Século XX
NÓVOA, António, org., introd. (1993) ­ Os professores e as reformas de ensino: Na viragem do século (18861906). Porto: Edições Asa. 31 p. + 16 postais.
Assunto/Palavras-chave: Professores; Reformas do Ensino; 1886-1906
NÓVOA, António et al. (1996) ­ Para uma História da Educação Colonial. Porto e Lisboa: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação. 420 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino; Colónias
NÓVOA, António, dir. (2003) ­ Dicionário de Educadores Portugueses. Porto: Edições ASA. 1472 p.
Assunto/Palavras-chave: Educadores Portugueses; Biografia; Dicionário; Pedagogo; Pedagogia; Educação
NÓVOA, António; FINGER, Matthias, org. (1988) ­ O método (auto)biográfico e a formação. Lisboa: Ministério da Saúde: Departamento de Recursos Humanos: Centro de Formação e Aperfeiçoamento Profissional, p. 109-130. (Cadernos de Formação; 1).
Assunto/Palavras-chave: Projeto Prosalus; Método autobiográfico; Movimento da Educação
Nova; Educação Permanente; Histórias de vida
NÓVOA, António; Ó, Jorge Ramos do, org. (1997) ­ A Escola na Literatura: 40 textos de autores portugueses. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian - Serviço de Educação. 264 p. (Textos de educação).

207

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Literatura; Autores portugueses; Fonte; Irene Lisboa; Trindade Coelho; João de Deus; Romeu Correia; Álvaro Feijó; Alberto Braga;
Miguel Torga; Eça de Queirós; Saul Dias; Vergílio Ferreira; José de Almada Negreiros; Matilde
Rosa Araújo; Guerra Junqueiro; José Saramago; Vitorino Nemésio; Soeiro Pereira Gomes;
Manuel da Fonseca; Fernando Namora; Armindo Rodrigues; Júlio Dinis; Almeida Faria; Alexandre Cabral; Mário Césariny; Nuno de Bragança; José Gomes Ferreira; João Gaspar Simões;
Mário de Sá Carneiro; Aquilino Ribeiro; Fernando Pessoa; José Régio; Joaquim Ferrer; José
Rodrigues Miguéis; Faure da Rosa; Augusto Abelaira; Alves Redol; Alexandre O'Neil; Jorge de
Sena; Carlos Queirós; Esther de Lemos; Sebastião da Gama
NÓVOA, António; SANTA-CLARA, Ana Teresa, coord. (2003) ­ "Liceus de Portugal". Histórias, Arquivos, Memórias. Porto: Edições Asa. 895 p. Inclui CD-ROM.
Assunto/Palavras-chave: Liceu; José Estevão; Diogo de Gouveia; Sá de Miranda; Emídio Garcia; Nuno Álvares; Infanta D. Maria; Fernão de Magalhães; José Falcão; Heitor Pinto; André
de Gouveia; João de Deus; Bissaia Barreto; Afonso de Albuquerque; Martins Sarmento; Latino
Coelho; Rodrigues Lobo; Camões; Filipa de Lencastre; João de Castro; Gil Vicente; Maria
Amália Vaz de Carvalho; passos Manuel; Pedro Nunes; Mouzinho da Silveira; Infante de Sagres; Alexandre Herculano; Carolina Michaelis; Rainha Santa Isabel; Rodrigues de Freitas; Eça
de Queirós; Sá da Bandeira; Bocage; Gonçalo Velho; Camilo Castelo Branco; Alves Martins
PELPEL, Patrice; TROGER, Vincent (1993) ­ Histoire de l'enseignement technique. Préface de Claude
Lelièvre. Paris: Hachette. 319-I p. (Pédagogies pour Demain: Références). Assunto/Palavraschave: História; Ensino Técnico
PEREIRA, Sara Marques, coord. (2002) ­ Memórias da Escola Primária Portuguesa. Lisboa: Livros Horizonte. 279 p. (Coleção BE ­ Biblioteca do Educador).
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Memórias; Testemunhos
PEREIRA, Sara Marques, coord. (2006) ­ Memórias do Liceu Português. Lisboa: Livros Horizonte. 319
p. (Biblioteca do Educador).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Liceu; Ensino Secundário; Memórias; Histórias de Vida
PINTO, Teresa (2002) ­ Peias e Trilhos do Ensino Industrial Feminino Oitocentista. In ALVIM,
Maria Helena Vilas-Boas e; COVA, Anne; MEA, Elvira Cunha de Azevedo (org.) ­ Em torno da

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História das Mulheres. Lisboa: Universidade Aberta. Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais, p. 247-259. (Coleção de Estudos Pós-Graduados).
Assunto/Palavras-chave: Sociedade; Família; Mulher; Feminino; História da Educação; Século
XIX; Ensino Industrial; Indústria
PRATA, Manuel Alberto Carvalho, coord. (2006) ­ Imprensa Estudantil de Coimbra: Repertório Analítico
(Século XIX). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra. Vol. I, 409 p. (Série Documentos).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Universidade de Coimbra; Imprensa; Estudantes; Fontes
PROENÇA, Maria Cândida, coord. (1998) ­ O sistema de ensino em Portugal: (séculos XIX-XX). Lisboa:
Edições Colibri, 1998. 182-I p. (I.H.C. - Cursos de Verão; 1).
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Portugal; História Contemporânea
QUINTANA CABANAS, Jose Maria, coord. (1984) ­ Diccionario de Ciencias de la Educación: Sociologia y
economia de la educacion. Madrid: Ediciones Anaya, XXX-161 p.
Assunto/Palavras-chave: Sociologia da Educação; Economia da Educação; Dicionário
REIS, António (1990-1992) ­ A política de ensino: Do controlo ideológico às exigências da industrialização. In REIS, António, dir. ­ Portugal Contemporâneo. Lisboa: Publicações Alfa, vol. 4, p. 271278.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Século XX; Salazarismo; Fascismo; Estado Novo; Ensino técnico
RIBEIRO, Fernanda; FERNANDES, Maria Eugénia Matos (2001) ­ Universidade do Porto: estudo orgânico-funcional: modelo de análise para fundamentar o conhecimento do Sistema de Informação Arquivo. Colab.
de Rute Reimão. Porto: Reitoria da Universidade. 693 p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Universidade do Porto; Reitoria; Faculdade de
Arquitetura; Faculdade de Belas-Artes; Faculdade de Engenharia; Faculdade de Letras; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
RUFINO, César; LIMA, Ana Laura Godinho; RODRIGUES, Flávia Sílvia (2003) ­ Para uma História
da Reeducação e Assistência a Menores em Portugal e no Brasil dos Séculos XIX e XX: Discursos e Instituições. Lisboa: Educa. 126 p. (Cadernos Prestige; 15).

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Assunto/Palavras-chave: Assistência; Correção Social; Menores; Portugal; Brasil; História Contemporânea; História da Educação
SOUZA, Rosa Fátima de; VALDEMARIN, Vera Teresa, org. (2005) ­ A Cultura Escolar em Debate:
questões conceituais, metodológicas e desafios para a pesquisa. Campinas, SP: Autores Associados. 207 p.
(Educação Contemporânea).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Cultura escolar - pesquisa, investigação, metodologia, documentos, arquivos, fontes
TEODORO, António, org. (2001) ­ Educar, promover, emancipar. Os contributos de Paulo Freire e Rui Grácio para uma pedagogia emancipatória. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas. 250 p. (Coleção
Políticas de Educação e de Contextos Educativos).
Assunto/Palavras-chave: Ciências da Educação; História da Educação; Pedagogia; Paulo Freire; Rui Grácio; Sociedade
TORGAL, Luís Reis (1990-1992) ­ Universidade e sociedade: Revolução, reformismo e continuidade. In REIS, António, dir. ­ Portugal Contemporâneo. Lisboa: Publicações Alfa, vol. 1, p. 303-318.
Assunto/Palavras-chave: História das ideias; Cultura; Mentalidades; Sociedade; Portugal; Século XIX; Liberalismo; Universidade; Ensino
TORGAL, Luís Reis (1990-1992) ­ A Universidade entre o dinamismo e o estrangulamento cultural.
In REIS, António, dir. ­ Portugal Contemporâneo. Lisboa: Publicações Alfa, vol. 2, p. 257-262.
Assunto/Palavras-chave: História; Cultura; Portugal; Século XIX; Século XX; Liberalismo; Regeneração; Universidade de Coimbra; Ensino
TROGER, Vincent, coord. (2006) ­ Une histoire de l'Éducation et de la formation. Auxerre: Sciences Humaines Éditions. 272 p. (Les dossiers de l'Éducacion).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação e da Formação; Sistema Educativo; Escola:
Moderna, Republicana e Contemporânea; Cronologia; França
UNIVERSIDADE (A) Portucalense e a Cidade: 15 anos de Ensino Superior no Porto (2001). Porto: Universidade Portucalense. 434 p.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Superior; História; Educação Social; Porto; Arqueologia; História Medieval; Património

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VAN ESSEN, Mineke; ROGERS, Rebecca, dir. (2003) ­ Les enseignantes: Formations, identités, représentations XIX.e-XX.e siècles. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche
pédagogique. 194 p. Número especial da revista Histoire de l'Éducation n.º 98 (maio 2003).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Professores; Ensino doméstico; Exames; Avaliação; Ensino feminino; Ensino Secundário
XAVIER, João Pedro; SILVA, Avelino Sardo; AFONSO, Susana; TEIXEIRA, António José (1994)
­ O Edifício da Faculdade de Ciências. Evolução de um projeto. Porto: Faculdade de Arquitetura da
Universidade do Porto. 92 p.
Assunto/Palavras-chave: Universidade do Porto; Faculdade de Ciências; Arquitetura; Praça
dos Leões

3.3. Atas
1.ª Conferência Nacional da Inspeção-Geral da Educação: Atas (1999). Coimbra, 8 a 10 de outubro de 1998.
Lisboa: Ministério da Educação. 352 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Inspeção Geral da Educação; IGE; Reforma
Sistema Educativo
A RISCAL, Sandra (2004) ­ Educação e elites no interior de São Paulo (1845-1920): uma experiência
de orientação em monografias em história da educação regional. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 627632.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação Local e Regional; Brasil; São Paulo; Elites;
Monografia
AA. VV. (2004) ­ Escolarização tardia, trabalho e alfabetização: uma leitura das práticas e representações. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 630-635.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escolarização tardia; Alfabetização

211

AA. VV. (2004) ­ Fontes para o estudo da história da educação em Feira de Santana, Bahia - Brasil.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, III vol., p. 640-645.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Fontes; Investigação; Pesquisa
ABRAHÃO, Maria Helena Menna Barreto (2004) ­ Construindo histórias de vida para compreender
a educação e a profissão docente no estado do Rio Grande do Sul. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 713718.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Profissão e trabalho docente; História
de vida
ABRÃO, José Carlos (2004) ­ Considerações sobre as origens históricas do movimento pós-crítico
denominado "ensino reflexivo". In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 220-225.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino reflexivo; Reflexão
ABREU, Manuel Viegas (1991) ­ A Criação do primeiro Laboratório de Psicologia em Portugal: O
Laboratório de Psicologia Experimental da Universidade de Coimbra (1912). In Universidade(s):
História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário
da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p. 107-132.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Laboratório; Psicologia Experimental
ABREU, Márcia (2004) ­ Presença de clássicos da antiguidade no Rio de Janeiro colonial. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 386-391.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; História do Brasil; Antiguidade
ACCÁCIO, Liéte de Oliveira (2004) ­ A escola normal do Rio de Janeiro e seus professores. In
FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso

212

Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, II vol., p. 679-683.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Normal e Primário
ADÃO, ÁUREA (1988) ­ A história do ensino secundário-liceal português: Balanço da investigação
realizada nas últimas décadas. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações
(Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 97-114.
Assunto/Palavra-chave: História; Ensino Secundário; Portugal
ADÃO, Áurea (1991) ­ A Universidade de Coimbra e a Direção dos Estudos Menores em fins do
século XVIII. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da
Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
vol. 1, p. 233-247.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Moderna; Século XVIII;
Estudos Menores
ADÃO, Áurea (1998) ­ As câmaras municipais e as alterações das políticas educativas em Portugal,
nos últimos decénios do século XIX: o caso do ensino secundário. In MAGALHÃES, Justino,
org. ­ Fazer e ensinar História da Educação. Atas do 2.º Encontro de História da Educação, realizado em Braga, em 8 e 9 de novembro de 1996. Braga: Universidade do Minho/ Centro de Estudos em Educação e Psicologia/ Instituto de Educação e Psicologia, p. 173-192.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Políticas Educativas; Câmaras Municipais; Ensino Secundário; Portugal; Século XIX
AFONSO, José António (2004) ­ A construção de uma escola protestante: o caso da Escola do Torne (Vila Nova de Gaia), 1883-1923. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 62-65.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Vila Nova de Gaia; Escola Protestante do
Torne; Protestantismo; Ensino religioso
ALCOCHETE, Nuno Daupiás d' (1988) ­ Uma fonte importante para a História da Educação em
Portugal: o Núcleo do Reino do Arquivo das Secretarias de Estado. In Encontro de História da
Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 213-216.

213

Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Portugal; Fontes de informação; Arquivo das Secretarias de Estado
ALMEIDA, Célia Maria de Castro (2004) ­ Práticas educativas em arte: entrelaçando memórias e
cotidiano. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do
III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 459-464.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Didática; Pedagogia; Ensino da Arte
ÁLVARES, José M. A. (1991) ­ A Universidade portuguesa e o Oriente. In Universidade(s): História,
Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua
Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 381-389.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Oriente
ALVAREZ DE MORALES, A. (1991) ­ La Reforma de la enseñanza en España y Portugal en la
Ilustración: semejanzas y diferencias. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do
Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 225-232.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; Portugal; Espanha
ALVES, José Augusto dos Santos (1991) ­ A Universidade de Coimbra na memória da emigração
liberal em Londres no primeiro quartel de Oitocentos. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a
9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 177-189
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Emigração; Sociedade; Londres; Inglaterra; Século XIX
ALVES, Luís Alberto Marques (2004) ­ A escola Infante D. Henrique no contexto do ensino industrial (1885-1910). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 79-90.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Porto; Ensino Industrial; Escola Infante D.
Henrique

214

ALVES, Maria Angélica (2004) ­ Infância, escola e leitura. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 454-459.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Pedagogia; Infância; Escola; Leitura; Livro
ALVES, Mariano (1991) ­ A criação da Universidade dos Açores: a política do nosso conhecimento.
In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade"
no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 423436.
Assunto/Palavras-chave: Universidade dos Açores
ALVES, Mírian Fábia (2004) ­ História e memória: 100 anos da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Góias (1898/1998). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 205-210.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Faculdade de Direito da Universidade
Federal de Góias; Ensino Superior
ALVES, Nilda (2004) ­ Lá eu podia correr atrás de cotias ­ o espaço escolar e a formação de professores. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 587-591.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola; Formação de Professores
ALVIM, Maria Helena Vilas-Boas e (1991) ­ Contributo para o estudo de alguns periódicos da Academia coimbrã do séc. XIX (1840-1870). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do
Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
1990). Coimbra: [s.n.], vol. 3, p. 243-256.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; História Moderna; Século XVIII
AMÂNCIO, Lázara Nanci de Barros (2004) ­ Ensino da leitura em Mato Grosso: a introdução do
método analítico por normalistas paulistas, no início do século XX. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 542547.

215

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino da Leitura; Método Analítico;
Metodologia; Pedagogia
AMARAL, Giana Lange (2004) ­ "Gymnasio Pelotense": A concretização de um ideal maçônico no
campo educacional. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 50-55.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Maçonaria
ANACLETO, Regina; POLICARPO, Isabel Ponce de Leão (1991) ­ O Arquiteto Silva Pinto e a
Universidade de Coimbra. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
"História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p. 327-346.
Assunto/Palavras-chave: Arquitetura; Arquiteto Silva Pinto; Universidade de Coimbra
ANDRADE, Luís Miguel de Oliveira (1991) ­ As armas e as letras: João Pinto Ribeiro. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 51-77.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Política; Poder; Guerra; Letras; João Pinto Ribeiro
ANDRADE, Maria Ivone de Ornellas de (1991) ­ O Miguelismo na Universidade. Projeto de reforma. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p.
281-293.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Século XIX; Liberalismo; Miguelismo; Reforma
ANDRADE, Vera Lúcia Cabana de Queiroz (2004) ­ Cátedra e tradição no Imperial Colégio de Pedro II. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 227-233.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Colégio Pedro II
ANDRÉ, Carlos Ascenso (1991) ­ Saudade humanista: poemas de despedida em latim na Universidade dos séculos XVI e XVII. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congres-

216

so "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990).
Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 99-109.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; História Moderna; Humanismo; Saudade; Poema; Poesia; Latim
ANTUNES, José Antunes (1991) ­ Posição de alguns mestres antes e depois da fundação da Universidade face aos direitos dos povos. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 11-37.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Povo; História Moderna; Racismo
ANTUNES, Maria do Carmo Garcia Faria Gaspar (1991) ­ O ensino na Faculdade de Cânones. In
Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no
7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 123-130.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; Faculdade de Cânones
ANTUNES, Maria do Rosário (1988) ­ Breve notícia sobre a existência do Arquivo Histórico do
Ministério da Educação. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa,
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Portugal; Fontes de Informação; Arquivo Histórico do Ministério da Educação
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Brasil; Ensino Superior; Pós-Graduação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Faculdade de Filosofia Ciências e Letras
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico; Disciplina; Comportamento;
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Arquitetura Escolar; Ensino Primário;
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Bragança 1820-1910. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 287-297.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Arquitetura escolar; Escola; Ensino
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Analfabetismo; Educação de adultos; Cinema
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Assunto/Palavras-Chave: História da Educação; Liga de Instrução de Viana do Castelo
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Assunto/Palavras-Chave: História da Educação; Portugal; Cultura escolar; Cultura de escola

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; República; Museu Escolar ou Pedagógico; Pedagogium
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Assunto/Palavras-chave: Património; Arte; Retábulo; Capela da Universidade de Coimbra
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Colónia; Colonialismo; Elite; Mina; Intelectual; Formação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pensamento pedagógico; Pedagogia

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BOTO, Carlota (2004) ­ A escola republicana na imprensa pedagógica portuguesa: imagens e imaginário. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; República; Pedagogia; Imprensa
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Professor; Rui Boto
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BRITO, Sílvia Helena Andrade de (2004) ­ Mato Grosso 1930-1954: panorama históricoeducacional. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
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Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Biologia; Naturalista; Naturalismo; Século XVIII; Viagem
BUENO, Belmira Oliveira (2004) ­ História do magistério: um estudo sobre o trabalho docente no
Brasil (1960-1980). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 669-674.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Magistério; Trabalho docente; Formação de Professores
CAETANO, Lucília de Jesus (1991) ­ A Universidade de Coimbra e a comunidade exterior: uma
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra
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1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 105-115.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Política; Poder; Pombal; Reforma; Iluminismo
CAMARGO, Dulce Maria Pompêo de Camargo (2004) ­ A escola diferenciada xavante no contexto
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola
CAMARGO, Maria Rosa R. Martins de (2004) ­ A carta como fonte material: estudo do objeto e de
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Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 663-667.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Investigação; Pesquisa; Fonte; Carta
CAMPOS, Alzira Lobo de Arruda (2004) ­ Mulher e educação (Brasil, século XIX). In FERREIRA,
António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro
de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol.,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Mulher; Género; Feminismo
CAMPOS, Andréia da Silva Laucas de (2004) ­ A educação na voz do trabalhador perspetiva do movimento anarquista. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 237-242.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Anarquismo; Trabalhador
CAMPOS, Regina Helena de Freitas (2004) ­ Educação e direitos da criança: conexões entre o Instituto Jean-Jacques Rousseau, em Genebra, e a Escola de Aperfeiçoamento de Professores de
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola Normal; Ensino Primário; Criança

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CAMPOS, Rogério Cunha (2004) ­ Movimentos indígenas por educação: novos sujeitos socioculturais na história recente do Brasil. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
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CARDOSO, Tereza Fachada Levy (2004) ­ O cotidiano da escola pública no Rio de Janeiro: 17591834. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
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CARIA, Telmo Humberto Lapa (1990) ­ As classes populares perante o fim da escolaridade obrigatória em meios sociais do interior do Distrito de Vila Real: Contributos para a análise sociológica. A Sociologia e a sociedade portuguesa na viragem do século: Atas do I Congresso Português de Sociologia.
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Assunto/Palavras-chave: Sociologia; Ensino; Classes sociais; Escolaridade obrigatória; Vila
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CARVALHÃO, Helena; ARAGÃO, Isabel (2004) ­ Da prática pedagógica tradicional à prática pedagógica dos nossos dias. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades.

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CARVALHO, Maria Elizete Guimarães (2004) ­ "De pé no chão também se aprende a ler": 19611964 (Uma escola de palha e chão de barro batido). In FERREIRA, António Gomes, org. ­
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CARVALHO, Mário Vieira de (1991) - A música na Universidade: do "Numerus" à Ciência Social. In
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7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 157-174.
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CARVALHO, Vicente Vitoriano Marques (2004) ­ Tempo inconcluso: Newton Navarro e a introdução do ensino modernista de arte no Rio Grande do Norte. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Artístico; Arte; Modernismo;
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Assunto/Palavras-chave: Educação; História da Educação; Teresa de Saldanha; Século XIX;
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Educação de Infância; Ensino Primário; Lei de
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Contemporânea; Faculdade de Direito
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Reforma Paulista de 1920
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Pedagogia; Psicologia; Disciplina

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Moderna; Século XVIII;
Brasil
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino Superior
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Inquisição; História Moderna
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra; Século XVI
COELHO, Sônia Maria (2004) ­ A caminhada histórica da alfabetização. In FERREIRA, António
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; História Contemporânea; Sociedade; Século XIX; Delinquência; Estudante
COLARES, Anselmo Alencar (2004) ­ A dimensão educativa da cabanagem. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 16.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Cabanagem; Brasil
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Assunto/Palavras-chave: Património; Coimbra; Claustro; Colégio; Universidade
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Política; Poder; Guerra; Letras
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Escola Noturna de Cedofeita; Século XIX
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Liceu Carolina Michaelis; Porto
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Assunto/Palavras-chave: Vicente de Seabra; Fogo; História Moderna
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1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 71-82.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Medieval

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; História de Vida; Biblioteca; Bibliotecária
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Contemporânea; Século
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COSTA, Sônia da; FARIA, Nedilson (2004) ­ Interação escola-empresa: uma prática pedagógica vivenciada a trinta anos pelo Colégio Técnico Industrial de Santa Maria. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola; Empresa; Pedagogia; Prática
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COSTA, Wilse Arena da (2004) ­ O bom professor e as correntes pedagógicas no Brasil: do século
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedagogia; Professor
CRAVIDÃO, Fernanda Delgado (1991) ­ A população estudantil da Universidade de Coimbra. Uma
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Sociedade; População

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Aprendizagem; Resistência; Ofício; Império
CRUZ, Lucila Bezerra Quinderé da (2004) ­ No reduto da memória: reflexões sobre um dia de aula.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Aula; Escola; Memória
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FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Leitura; Professor; Memória
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Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Agrupamento vertical; Criança; Educação PréEscolar; Educador; Infância
DANTAS, Eugênia Maria (2004) ­ Educação, cidade, memória: nas entrelinhas do saber-aprender. In
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Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Localidade; Memória; saber; Aprender; Cidadania
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Formação de Professores; Imprensa
educacional
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Pedagogia; Prática escolar; Leitura; Manual;
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DEMARTINI, Zeila de Brito Fabri (2004) ­ Imigração e educação: os portugueses em São Paulo no
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Primário Elementar; Inspeção
DIAS, Manuel António (2004) ­ O estado do ensino elementar em Fafe na transição para o último
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino elementar; Fafe; Cultura escrita
DINIZ, Aires Antunes (2004) ­ Ensino técnico e desenvolvimento industrial. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de His-

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Técnico e Industrial; Indústria
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DUARTE, Teresinha Maria (2004) ­ A criação das duas Universidades Goianas: um resgate histórico. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Contemporânea; Faculdade de Filosofia; Júlio Augusto Henriques
ENCONTRO de História Regional e Local do Distrito de Portalegre, 3 ­ História e memória da escola: Atas
(2001). Portalegre, 15-17 outubro 1998. Lisboa: Associação de Professores de História. 2 vol.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Escola; Memória; História Regional e Local; Distrito de Portalegre
ESTEVES, João (2004) ­ Professoras e educadoras na construção do movimento feminista em Portugal (1898-1928). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 584-592.
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História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p.
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FARIA, Maria Isabel; PERICÃO, Maria da Graça (1991) ­ Os fundos bibliográficos dos Colégios
Universitários de Coimbra: algumas sugestões para o seu tratamento técnico. In Universidade(s):
História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Biblioteca; Fundo; Colégio; Documentação
FÁVERO, Maria de Lourdes de Albuquerque (2004) ­ A cátedra universitária no Brasil: sua história,
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do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Superior
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Seminário Internacional "A Escola Primária: entre a imagem e a memória" ­ Comunicações (Porto, Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, 27 e 28 de novembro de 1998). Porto: [s.n.], p. 8193.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária
FELGUEIRAS, Margarida Louro (2004) ­ A instrução primária entre o abandono, a filantropia e a
promoção social. A ação dos "Brasileiros" no séc. XIX e XX em Portugal. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de
História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol.,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Instrução Primária; Ensino Primário; Brasileiros

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FELGUEIRAS, Margarida Louro et al. (2004) ­ Do inventário à museologia da escola: pluralidade
fragmentária e discurso global. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 682-691.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Museu da Escola Primária; Porto; Museologia;
Património Educacional; Ensino Primário; Escolas Norte de Portugal; Inventário; Inventariação; Levantamento; Catalogação
FELGUEIRAS, Margarida Louro; SOARES, Maria Leonor Barbosa (2000) ­ O projeto "Para um
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária
FELGUEIRAS, Margarida Louro; SOUSA, Leonor; SANTOS, Esmeralda (2004) ­ Despertar as
memórias, resgatar o passado. Os seminários no âmbito do projeto "para um museu vivo da
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de Ciências da Educação, III vol., p. 674-681.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Museu da Escola Primária; Porto; Memória;
Museologia; Património Educacional; Ensino Primário; Escolas Norte de Portugal
FERNANDES, Abílio (1991) ­ Contribuições mais relevantes da Universidade de Coimbra para o
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março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 139-156.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Flora; Natureza; Colónia; Botânica
FERNANDES, Rogério (1991) ­ A Diretoria Geral dos Estudos e a orientação do ensino na alvorada dos Oitocentos. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História
da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; Século XIX; Diretoria Geral dos Estudos

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FERNANDES, Rogério (2000) ­ A História e os seus registos. Que fazer com estes Museu? In Seminário Internacional "A Escola Primária: entre a imagem e a memória" ­ Comunicações (Porto, Fundação
Dr. António Cupertino de Miranda, 27 e 28 de novembro de 1998). Porto: [s.n.], p. 73-80.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária
FERNANDES, Rogério (1988) ­ História da Educação, História das Mentalidades, História da Cultura. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Mentalidades; Cultura; Interdisciplinaridade
FERNANDES, Rogério (1993) ­ Marcos do processo histórico da alfabetização de adultos em Portugal. Colóquio Educação e Sociedade. Lisboa. 2, p. 115-144.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Portugal; Alfabetização de Adultos
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal Contemporâneo; Pensamento educacional; António Sérgio
FERREIRA, António Gomes (1998) ­ O castigo reservado para quem dele precisar: argumentos e
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Educação e Psicologia/ Instituto de Educação e Psicologia, p. 155-172.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Castigos; Século XVIII
FERREIRA, António Gomes (2004) ­ A educação física nos colégios dos finais do Antigo Regime.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, II vol., p. 134-142.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino da Educação Física; Colégio; Antigo
Regime; História Moderna

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FERREIRA, António Gomes A. (1988) ­ Uma perspetiva sobre a educação da criança nos finais de
Seiscentos. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 65-74.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Educação; Criança; Século XVII
FERREIRA, António Gomes; PATRÍCIO, Ana Maria; PEREIRA, José Augusto (2004) ­ Dicotomias de uma educação tradicional: o rural e o urbano e os homens e as mulheres nos manuais do
Estado Novo. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações
do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, I vol., p. 213-222.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Estado Novo; Educação tradicional;
Manual escolar
FERREIRA, Berta Weil (2004) ­ O cotidiano da mulher imigrante durante as décadas de 40 e 50 no
Rio Grande do Sul. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 616-621.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Mulher; Imigração
FERREIRA, Carlos Antero (1991) ­ A Reforma Setecentista da Universidade e o Ensino da Arquitetura em Portugal no século XVIII. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 177-193.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Moderna; Século XVIII; Arquitetura
FERREIRA, João Pedro Rosa (1991) ­ A Universidade de Coimbra na formação cultural e ideológica dos promotores da emancipação do Brasil. O caso de Hipólito José da Costa. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 151-160.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Cultura; Formação; Emancipação; Brasil;
Colónia
FERREIRA, Lenira Weil (2004) ­ A produção educacional da mulher na primeira república no Rio
Grande do Sul (1910-1930). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identida-

242

des. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 719-724.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Género; Mulher
FERREIRA, M. Portugal (1991) ­ O Museu de História Natural da Universidade de Coimbra (Gabinete ou Secção de Mineralogia) desde a Reforma Pombalina (1772) até à República (1910). In
Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no
7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p. 69-85.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Museu de História Natural; Mineralogia; Marquês de Pombal; República
FERRO, Maria do Amparo Borges (2004) ­ Quotidiano e cultura: as práticas pedagógicas em escolas
brasileiras. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do
III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 422-426.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola; Pedagogia; Prática Pedagógica;
Didática
FIGUEIRAS, Isilda (1991) ­ Biblioteca Central da Faculdade de Filosofia. In Universidade(s): História,
Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua
Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p. 153-164.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Biblioteca; Filosofia
FIGUEIREDO, Haydée da Graça Ferreira (2004) ­ Resgatando a história da Faculdade de Formação de Professores: trajetória político-institucional. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 125-129.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Faculdade de Formação de Professores
FILHO, Geraldo Inácio (2004) ­ Representações nacionalistas no grupo escolar Raul Soares (19281945). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 24-30.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Brasil; Nacionalismo

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FILHO, Luciano Mendes de Faria (2004) ­ Processo de escolarização no Brasil: algumas considerações e perspetivas de pesquisa. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 15-26.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escolarização; Pesquisa; Investigação
FONSECA, Fernando Taveira da (1991) ­ Alguns aspetos da vida económica da Universidade no
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Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
vol. 3, p. 63-80.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Economia; Século XVIII
FONSECA, Thaís Nívia de Lima e (2004) ­ Livro didático de história, memória e identidade nacional. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 422-427.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Livro; Didática; Ensino da História;
Memória; Identidade
FONTES, Paulo (1991) ­ As organizações Estudantis Católicas e a crise académica de 1956-1957. In
Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no
7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 457-480.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Católica; Organização; Crise; Século XX
FRANÇA, José-Augusto (1982) ­ O Setembrismo no ensino das artes e do teatro. In PEREIRA, Miriam Halpern; FERREIRA, Maria de Fátima Sá e Melo; SERRA, João B. ­ O Liberalismo na Península Ibérica na primeira metade do Século XIX: Comunicações ao Colóquio organizado pelo Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa, 1981. Lisboa: Sá da Costa Editora, vol. 2, p. 197-202.
Assunto/Palavras-chave: História política; Portugal; Século XIX; Liberalismo; Setembrismo;
Ensino artístico
FRANCO, Maria Ciavatta (2004) ­ Memória, história e fotografia: educando o trabalhador da "grande família" da fábrica. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 668-673.

244

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Fonte; Pesquisa; Investigação; Memória; Fotografia; Imagem; Fábrica; Indústria
FRANCO, Sebastião Pimentel; LUCAS, Cleonara Maria Schwartz; BARRETO, Sônia Maria da Costa
(2004) ­ A instrução feminina no Espírito Santo ­ (1889-1930). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da
Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 273-277.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Espírito Santo; Educação e instrução
feminina; 1889-1930
FREIRE, Silene de Moraes (2004) ­ A questão do gênero e da etnia nas diferentes gerações da história da educação: o caso da UERJ (1950-1999). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas,
Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 593-598.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Género; Etnia
FREITAS, Anamaria Gonçalves Bueno de (2004) ­ Representações de normalista e de escola normal
presentes na literatura brasileira no início da primeira república. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da
Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 784-789.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Normal; Ensino Primário; Literatura Brasileira
FRIAS, Aníbal (2004) ­ A praxe académica na Universidade de Coimbra: entre tradição e identidade.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, I vol., p. 307-322.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Universidade de Coimbra; Praxe
académica; Tradição; Identidade
FURTADO, Carlos Sá (1991) ­ O ensino das tecnologias na Universidade de Coimbra nos últimos
cem anos. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1,
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Contemporânea; Tecnologia
GADOW, Marion Reder (1991) ­ La fundación de la Universidad de Malaga o la utopia del regidor
Juan Berlanga. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da
Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
vol. 1, p. 83-99.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Moderna; Espanha; Malaga
GAGEAN, David Lopes; LEITE, Manuel da Costa (1991) ­ Cultura científica em Portugal: A Universidade e o ensino científico da Relatividade e da Quântica na 1.ª metade do século XX. In
Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no
7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 499-512.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Contemporânea; Século XX; Cultura
científica; Relatividade; Quântica
GALZERANI, Maria Carolina Bovério (2004) ­ A escola pública como "locus" da produção de
memórias locais. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa
de Ciências da Educação, II vol., p. 7-12.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Ensino público; Localidade; Memória
GAMEIRO, Fernando Luís (1993) ­ O analfabetismo no Alentejo, 1860/90: Um estudo de caso. In
Colóquio Educação e Sociedade, 2. Lisboa, p. 69-85.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Analfabetismo; Alentejo; Século XIX
GAMEIRO, Fernando Luís; FONSECA, Helder Adegar (2004) ­ O liceu de Évora na formação das
elites portuguesas. Percursos escolares e profissionais. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 17-26.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Liceu de Évora; Elite; Ensino liceal
GANDINI, Raquel Pereira Chainho (2004) ­ Editoriais da Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos
(R.B.E.P.) ­ (1944-1952): reconstrução nacional e cientificização da educação no Brasil. In
FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso

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Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, II vol., p. 493-498.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Imprensa; Revista Brasileira de Estudos
Pedagógicos; Pedagogia
GARBIN, Elisabethe Maria (2004) ­ Música e identidades no campo dos estudos culturais. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 486-492.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Música; Identidade
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; Espanha; Positivismo
GARCIA, Dirce Maria Falcone (2004) ­ Da receção de uma nova proposta pedagógica em escolas
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org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 351-356.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedagogia; Ensino público; Escola;
Construtivismo
GARCIA, José Luís Lima (2004) ­ A Guarda e a história do liceu Afonso de Albuquerque (18551975). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 68-78.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Guarda; Liceu Afonso de Albuquerque
GARCIA, José Luís Lima (1991) ­ A Universidade de Coimbra e a ideologia subjacente à revista
"Brasília". 1942-1968. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra:
[s.n.], vol. 5, p. 443-456.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Imprensa; Revista

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GARCIA, Pedro Benjamim (2004) ­ Roda de leitura: identidade e formação do leitor em processo de
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do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, III vol., p. 548-550.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino da Leitura; Metodologia; Pedagogia; Formação; Alfabetização
GARCIA, Tânia Elisa Morales (2004) ­ A economia doméstica: uma formação para o espaço público
ou privado? In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações
do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, II vol., p. 647-652.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Economia; Doméstico; Público; Privado
GARCÍA Y GARCÍA, Antonio (1991) ­ Juristas de Salamanca y Coimbra en los siglos XVI-XVII. In
Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Coimbra; Salamanca; Século XVI; Século XVII; Jurista
GASPARELLO, Arlette Medeiros (2004) ­ Identidade nacional e livro didático nas décadas de 20 e
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de Ciências da Educação, II vol., p. 404-409.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Livro; Didática; Identidade nacional
GATTI, Giseli Cristina do Vale (2004) ­ Do Ginásio Mineiro de Uberabinha à Escola Estadual de
Uberlândia: um itinerário de formação de elites dirigentes. In FERREIRA, António Gomes,
org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 91-93.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ginásio Mineiro; Escola Estadual;
Formação de elites dirigentes
GEBARA, Ademir (2004) ­ Educação e lazer na teoria do processo civilizador. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de

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História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p.
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Sociologia; Lazer
GEBRAN, Raimunda Abou (2004) ­ O ensino da geografia no ensino fundamental na década de 70
e o processo de (des)construção da cidadania. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino da Geografia; Cidadania
GERMANO, José Willington (2004) ­ Nas sombras da repressão: educação e educadores na visão
dos guardiães da ordem. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades.
Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 263-266.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Professor; Educador; Repressão; Censura
GERMANO, Raimunda Medeiros (2004) ­ O ensino de enfermagem no Brasil: passado e presente.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino de Enfermagem; Enfermeiro
GIARDINETTO, José Roberto Boettger (2004) ­ A inserção dos aspetos sócio-culturais no ensino
de matemática no Brasil: génese e consequências para um pensar intercultural. In FERREIRA,
António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro
de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol.,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino da Matemática
GICO, Vânia de Vasconcelos (2004) ­ Câmara Cascudo, cultura, educação conhecimento da tradição. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 101-105.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Tradição

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GIL, Natália de Lacerda (2004) ­ Estatísticas educacionais e a construção do discurso pedagógico no
Brasil. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 537-541.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Estatística; Pedagogia
GODINHO, José António Matos; FARIA, Maria Isabel; SILVEIRA, Aurora Maria (1991) ­ A Biblioteca Central da Faculdade de Medicina de Coimbra: a memória do passado, projeto do futuro. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p.
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Biblioteca; Medicina
GOMES, Joaquim Ferreira (1991) ­ A "Ideologia" oficial da Universidade de Coimbra em 1910, antes da proclamação da República: uma mistura do serviço de Deus e do serviço de Minerva. In
Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no
7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 429-448.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Contemporânea; Ideologia; 1910; República
GOMES, Joaquim Ferreira (1988) ­ Situação atual da História da Educação em Portugal. In Encontro
de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa:
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino; Portugal
GOMES, Otêmia Porpino (2004) ­ Histórias do jornalismo Norte-Riograndense. In FERREIRA,
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de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol.,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Jornalismo
GOMES, Pinharanda (2002) ­ Escola Portuense: uma introdução histórico-filosófica. In AA. VV. ­
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Assunto/Palavras-chave: Porto; Pensador; Pensamento; Portuense; Escola; Ensino
GOMES, Saúl António (1991) ­ A solidariedade eclesial na promoção de escolares pobres a estudos
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Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Religião; Clero; História da Educação; Solidariedade; Século XIV; Século XV
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Brasil
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escola normal de Ouro Preto (1840-1880). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 684-690.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Normal e Primário; Formação
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GRAÇA, Tereza Cristina Cerqueira da (2004) ­ Pés-de-anjo e letreiros de neon ginasianos na Aracaju
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Fontes de Informação
GREGO, Sônia Maria Duarte (2004) ­ A normatização da avaliação nas reformas educacionais nas
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da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 598603.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Reforma; Avaliação; Professor
GRILO, Maria João B. Bonina (1991) ­ A emblemática da Universidade de Lisboa. In Universidade(s):
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Lisboa
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Prática Pedagógica; Professor; Metodologia; Didática; Pedagogia; Modelo de Ensino
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Memória; Imagem
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Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 533-536.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola; História de Vida; Trabalhador
Estudante
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do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Instrução Primária; Ensino Primário; Operários; Indústria Têxtil: Vale do Ave
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Educação feminina: Género; Revista
Modas e Bordados; 1932-1933
GURGEL, Rita Diana de Freitas (2004) ­ O ensino profissionalizante na província do Rio Grande
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Profissional; Século XIX
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Livro escolar; Manual; Didática; Pedagogia;
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Sociedade; Estudante; História Contemporânea; Século
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária; Museu
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Assunto/Palavras-chave: Inquisição; Século XVIII; História Moderna; Viradeira; Coimbra
HOFLING, Eloisa de Mattos (2004) ­ A trajetória do programa nacional do livro didático do ministério da educação no Brasil. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 100-105.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Livro Escolar e Didático; Manual
HOMENAGEM ao educador Anísio Teixeira (2004). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Educador; Anísio Teixeira
JÚNIOR, Décio Gatti (2004) ­ Livros didáticos de história brasileira em perspetiva: as mudanças das
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; História do Brasil; Didática; Livro
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de Ciências da Educação, I vol., p. 223-228.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Imigração; Processos escolares dos imigrantes; 1824-1938

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KULESZA, Wojciech A. (2004) ­ A formação em ciências e matemática do(a) professor(a). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 363-368.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Pedagogia; Formação de Professores; Ensino
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Assunto/Palavras-chave: Ensino; Formação Profissional; Antigo Regime
LAPO, Flavinês Rebolo (2004) ­ A evasão docente no magistério público do estado de São Paulo
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do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, II vol., p. 746-751.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Magistério Público; Docentes; Professores
LELIS, Isabel Alice (2004) ­ A construção social do trabalho docente: do estudo das "representações" às "histórias de vida". In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 707-712.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Profissão e trabalho docente; História de vida
LIMA, Ana Laura Godinho (2004) ­ Escolas Paulistas nas décadas de 40, 50 e 60: um estudo da aplicação dos princípios modernos em sua arquitetura. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 361-366.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; São Paulo; Arquitetura Escolar; Modernismo
LIMA, Rosângela Novaes (2004) ­ As políticas educativas adotadas pela gestão estadual e municipal
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do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, III vol., p. 149-155.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Política Educativa
LIMA, Tatiana Polliana Pinto de (2004) ­ De volta ao mercado: políticas educacionais brasileiras em
dois tempos. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações
do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, III vol., p. 325-330.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Política Educativa
LIMA, Tereza Cristina M. Pinheiro de (2004) ­ História do Curso de Administração da Universidade
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Universidade Católica de Góias; Ensino
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LINHARES, Célia (2004) ­ Memórias e histórias da educação Luso-Brasileira: construindo pontes
entre conflitos e solidariedades na formação continuada do professor. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 153161.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Formação contínua de professores
LOBO, Yolanda Lima (2004) ­ Lugar topográfico: as escolas do Imperador no Rio de Janeiro. In
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Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, III vol., p. 11-16.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedro II, Imperador do Brasil; Império;
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Estado Novo; Salazarismo; Franquismo
LOPES, Amélia (2004) ­ Do processo de profissionalização à construção de identidades profissionais no 1.º CEB. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa
de Ciências da Educação, II vol., p. 763-772.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Formação de Professores; Profissionalização;
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LOPES, Antônio de Pádua Carvalho (2004) ­ "Endireitando indivíduos no corpo e na alma": O discurso sobre escola católica do colégio 24 de fevereiro. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola Católica; Colégio
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Brasil
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In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Contemporânea; Colonialismo; Colónia; Intervenção; Formação

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Público
MACEDO, Elizabeth Fernandes de (2004) ­ Entre o formal e o vivido: o currículo constrói o cientista. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Currículo; Ensino das Ciências Naturais
MACEDO, Francisco Pato de (1991) ­ O Claustro da Sé Velha de Coimbra e a Reforma Pombalina
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Assunto/Palavras-chave: Património; Coimbra; Sé Velha; Reforma Pombalina; Universidade
MAGALDI, Ana Maria Bandeiras de M. (2004) ­ Intelectuais católicos e a educação como "exaltação
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III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 523-528.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Religião; Igreja Católica; Família
MAGALHÃES, Justino (2004) ­ O elemento civilizatório e a educação nas relações históricas Portugal-Brasil/Brasil-Portugal. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades.
Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 37-44.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil
MALPIQUE, Manuela (2000) ­ A vida e as suas histórias: projeto, vida e posições existenciais. In
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária

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MANSO, Artur (2004) ­ Agostinho da Silva: teoria e prática educativa em terras de Portugal e do
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Agostinho da Silva; Pedagogia; Portugal; Brasil
MANSO, Maria de Deus Beites (1991) ­ O segundo processo na Inquisição do mestre André de
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Assunto/Palavras-chave: Inquisição; Século XVII; História Moderna
MARCOS DE DIOS, Ángel (1991) ­ A transferência de escolares entre Salamanca e Coimbra. In
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Coimbra; Salamanca
MARGARIDO, Ana Paula; QUEIRÓS, Margarida Vilar (1991) ­ A Universidade de Coimbra e as
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Urbanismo
MARGOTTO, Selma Bloom (2004) ­ Medicina e saberes populares: o Espírito Santo no início do
século XX. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do
III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 405-410.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Medicina; Saber Popular
MARIANO, Emília Henriques Gouveia da Silva; PINHEIRO, Manuel Augusto Moreirinhas (1991)
­ O Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p. 21-53.

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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Observatório; Astronomia; Ciência
MARQUES, A. H. de Oliveira (1991) ­ A Universidade do Estado Novo. Memórias de um percurso
universitário. (1950-1964). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ditadura; Estado Novo
MARQUES, João Francisco (1991) ­ Docentes da Universidade de Coimbra, pregadores da causa
restauracionista. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da
Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
vol. 5, p. 79-103.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Política; Poder; Docente; Restauração; Independência;
1 de dezembro de 1640
MARQUES, Mário Reis (1991) ­ Ciência e ação: o poder simbólico do discurso jurídico universitário
no período do Ius Commune. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
"História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 25-37.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Política; Direito; Poder
MARTINHO, António Manuel Matoso (2004) ­ Concursos para professores estrangeiros das escolas
industriais e de desenho industrial (1888). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 241-249.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XIX; Ensino técnico; Escolas
industriais e de desenho industrial; Concursos para professores estrangeiros
MARTINHO, António Manuel Matoso (1999) ­ Professores estrangeiros ao serviço das Escolas Industriais do Porto nos finais do Século XIX. In Maia, História Regional e Local: Atas do Congresso
(Comunicações). Maia: Câmara Municipal da Maia, vol II, p. 113-132. (Congressos, Conferências,
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Assunto/Palavras-chave: Porto; Século XIX; Ensino Industrial

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MARTINS, Ernesto (1998) ­ A existência de uma pedagogia social ou educação social em Portugal
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2.º Encontro de História da Educação, realizado em Braga, em 8 e 9 de novembro de 1996.
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Educação e Psicologia, p. 251-270.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Pedagogia Social; Educação Social; Portugal; Séculos XIX e XX
MARTINS, Ernesto Candeias (2004) ­ Padre Américo: criador de "escolas para a vida". In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 369-379.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Padre Américo; Solidariedade
MARTINS, José V. de Pina (1991) ­ Humanismo e Universidade. Livros quinhentistas editados em
Coimbra no âmbito dos estudos escolares e sua contribuição para o progresso do Humanismo.
In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade"
no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 47-66.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; História Moderna; Humanismo; Livro;
Leitura
MATIAS, Ana Luísa Moreira Nunes (2004) ­ (Re)aprender a língua portuguesa na escola de hoje. In
FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino da Língua Portuguesa ou do Português
MATOS, Ilmar Rohloff (1991) ­ A criação das Faculdades Católicas: um projeto singular. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 465-479.
Assunto/Palavras-chave: Universidade Católica
MATOS, Sérgio Campos (2004) ­ Escola secular ou escola confessional? Uma polémica oitocentista.
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Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, I vol., p. 171-179.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; História Contemporânea; Separação
do Estado da Igreja; Escola pública; Escola particular
MATOS, Sérgio Campos (1991) ­ O Curso Superior de Letras e a vulgarização histórica em Portugal
em confronto (1858-1901). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
"História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 367-388.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Contemporânea; Século XIX; Curso
Superior de Letras
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra
MENDES, José M. Amado (1991) ­ A História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra:
investigação e ensino (1911-1926). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 477-498.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Faculdade de Letras; Ensino; História
Contemporânea; Século XX; 1.ª República; Investigação
MENDONÇA, Ana Waleska P. C. (2004) ­ A formação dos mestres: a contribuição de Anísio Teixeira para a institucionalização da pós-graduação no Brasil. In FERREIRA, António Gomes,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino e formação superior; Anísio
Teixeira; Pós-graduação
MENEZES, Jaci Maria Ferraz de (2004) ­ O acesso dos negros à educação na Bahia. In FERREIRA,
António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro

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de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol.,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Racismo
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Rio de Janeiro (1890-1920). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 303-308.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Anarquismo
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FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Literatura Infantil; Escola; Pedagogia;
Livro
MEYER, Mônica Angela de Azevedo (2004) ­ Notas de viagem ­ a natureza de Guimarães Rosa. In
FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, II vol., p. 201-205.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Guimarães Rosa; Viagem
MIGNOT, Ana Chrystina Venancio (2004) ­ Guardar fragmentos da vida. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; História de vida; Memória; Arquivo pessoal

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MIGUEL, Maria Elisabeth Blanck (2004) ­ A função social do professor primário Paranaense (19201961). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 735-739.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Professor e Ensino Primário
MIRANDA, Antônio Carlos de (2004) ­ Ensino das ciências no processo de desenvolvimento das
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Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Superior das Ciências
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Formação de Professores; Estado Novo
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FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Professora; Mulher; Imprensa; Pedagogia
MONTEIRO, Regina Maria (2004) ­ Percursos da construção da nação: as elites paulistas e a instrução pública entre 1870 e 1889. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 180-185.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Instrução pública

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FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, III vol., p. 130-135.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Universidade brasileira; Ensino Superior
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Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 675-678.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Magistério Primário; Formação de Professores
MORAIS, Ione Rodrigues Diniz (2004) ­ Igreja e educação: veredas de desenvolvimento a cidade de
Caicó em análise. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 331-336.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Igreja
MORAIS, Jacqueline de Fátima dos Santos (2004) ­ Memória e história oral de professoras alfabetizadoras brasileiras: um encontro com a complexidade da ação docente. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p.
433-438.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Professor; Memória; História Oral; História de Vida; Alfabetização
MORAIS, Maria Arisnete Câmara de (2004) ­ Os romances de Aluísio de Azevedo na história das
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Romance; Aluísio de Azevedo; Edição

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MOREIRA, Maria de Fátima Salum (2004) ­ Razão e sensibilidade: A educação do amor e do desejo.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, II vol., p. 324-328.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Razão; Carácter; Personalidade; Afetividade;
Afetos
MOTA, Luís Carlos Martins de Almeida (1991) ­ A "Minuta para o regimento da Livraria da Universidade de Coimbra" de António Ribeiro dos Santos. Algumas notas para o seu enquadramento
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Biblioteca; Livraria
MUZZETI, Luci Regina (2004) ­ Escola normal: a excelência escolar. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola Normal; Ensino Primário
NAGEL, Lizia Helena (2004) ­ Expectativas educacionais à vista... (uma análise da carta de Caminha). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 534-540.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Descobrimento do Brasil; Pêro Vaz de Caminha
NAKAMURA, Helenita Assunção (2004) ­ História das ilustrações na literatura infantil e seus elos
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de Ciências da Educação, III vol., p. 448-452.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ilustração; Literatura Infantil; Livro;
Didática; Pedagogia; Imagem
NAVAJAS, Ana Maria (2004) ­ O conde José Vicente de Azevedo e a sua obra educacional: o grupo
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ções do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa
de Ciências da Educação, III vol., p. 313-318.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Piaget; Pedagogia
NETO, Samuel de Souza (2004) ­ A formação do professor de educação física no Brasil: uma história sob a perspetiva da legislação federal no século XX. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 777-783.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Formação de Professores; Ensino de
Educação Física; Legislação
NETO, Wenceslau Gonçalves (2004) ­ A imprensa e o debate sobre a importância da educação para
o progresso nacional: os jornais de Uberabinha (mg), Brasil, 1900-1930. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p.
479-485.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Imprensa; Debate
NEVES, Fátima Maria (2004) ­ A memória do Senhor Martim Francisco Ribeiro Andrada Machado
sobre a reforma dos estudos na capitania de São Paulo (1816): fonte para o estudo do ensino
mútuo no Brasil. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 621-626.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Memória; Reforma; Capitania de São
Paulo; Ensino mútuo
NORTE, Mariangela Braga (2004) ­ Processo de informatização na educação brasileira e o ensino de
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Informatização; Informática; Novas
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Assunto/Palavras-chave: Inquisição; Brasil; Universidade de Coimbra; Judeu
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino primário; Portugal
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; História Contemporânea; Sociedade; Século XIX
NÓVOA, António (1998) ­ História da educação: novos sentidos, velhos problemas. In MAGALHÃES, Justino, org. ­ Fazer e ensinar História da Educação. Atas do 2.º Encontro de História da
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Brasil; Moçambique; Programa de
Investigação

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Liceus do Estado Novo; Arquitetura
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Política educativa aquando da Implantação da República
NUNES, António Manuel Martins (1991) ­ Subsídio para o estudo genético-evolutivo do Hábito
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Hábito; Traje
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; República; Livro didático; Manual escolar; Intelectual
NUNES, Maria de Fátima (1991) ­ A Universidade e a divulgação de conhecimentos científicos e
úteis no "Jornal de Coimbra" (1812-1820). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Imprensa; Jornal; Século XIX

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NUNES, Mário (1991) ­ A Universidade de Coimbra e o Património Cultural. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Património; Cultura
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Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 558-562.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedagogia; Disciplina; Comportamento;
Punição; Castigo
OLIVEIRA, Marcus Aurélio Taborda de (2004) ­ Elementos para uma análise da renovação da educação física escolar no Brasil durante a ditadura militar (1964-1985): uma contribuição para a
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Educação Física; Ditadura Militar; Disciplina
OLIVEIRA, Ozerina Victor de (2004) ­ O currículo silenciado nas escolas das usinas de Santo
Antônio do Leveger MT/BR no início do século XX. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 427-432.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola; Currículo
OLIVEIRA, Terezinha (2004) ­ As universidades medievais. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Universidade; Ensino Superior; História Medieval
PAIVA, Marlúcia (2004) ­ A ação do estado e da igreja católica na formação da modernidade rural
no Rio Grande do Norte. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades.

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Educação Católica; Ensino religioso;
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PALACIOS, Maria (1991) ­ Universidad y espiritualidad: la Universidad de Baeza y los alumbrados
andaluces del siglo XVI. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
"História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 235-244.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Religião; Andaluzia; Espanha; Século XVI
PATRÍCIO, Manuel Ferreira (1988) ­ Breve notícia sobre estudos de Pedagogia portuguesa contemporânea. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 239-246.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Fontes de Informação
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Imagem
PAULO, João Carlos; NEVES, Maria Luísa (2004) ­ Estudar para esposa e mãe: género, educação e
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Género; Mulher; Revista Menina e Moça
PEDRO, Joana Maria (2004) ­ Conhecimento e contraceção: educação das mulheres. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 636-641.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Mulher; Género; Contraceção; Educação Sexual

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PEDROSA, Alcino José Cardoso (1991) ­ Textos e contextos: Forjaz de Sampaio e o ensino da
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Contemporânea; Século
XIX; Economia Política; Estatística; Forjaz de Sampaio; Faculdade de Direito
PEIXOTO, Ana Maria Casasanta (2004) ­ "Árvore mater": a escola normal modelo de Minas Gerais,
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola Normal; Ensino Primário
PEIXOTO, Ana Maria Casasanta (2000) ­ As tramas do arquivo: reconstruindo o percurso de construção do Museu da Escola de Minas Gerais. In Seminário Internacional "A Escola Primária: entre a
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária; Museu
da Escola de Minas Gerais
PEREIRA, António dos Santos (1991) ­ A Universidade no período dos Descobrimentos: aspetos
do quotidiano no bairro dos escolares em Lisboa de finais de Quatrocentos e primórdios de
Quinhentos. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da
Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Descobrimentos; Expansão; História Moderna; Lisboa;
Bairro
PEREIRA, Isaías da Rosa (1991) ­ Escolas e livros na Idade Média em Portugal. In Universidade(s):
História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário
da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 55-69.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Medieval; Escola; Livro; Leitura

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PEREIRA, Joaquim Tomaz Miguel (1991) ­ A Livraria do Jardim Botânico. Breve percurso da fundação de uma Biblioteca Universitária. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do
Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Biblioteca; Livraria; Jardim Botânico
PEREIRA, José Esteves (1991) ­ António Ribeiro dos Santos e a Reforma Pombalina da Universidade. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p.
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Moderna; Século XVIII; Marquês de
Pombal; Reforma Pombalina; António Ribeiro dos Santos
PEREIRA, Miguel Baptista (1991) ­ Reflexões sobre a essência e a autonomia da Universidade. In
Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Autonomia
PEREIRA, Sara Marques (2004) ­ Maria Baptista dos Santos Guardiola ­ Uma pedagoga do Estado
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Estado Novo; Maria Baptista dos Santos
Guardiola; Pedagogia; Pedagogo
PIMENTA, Carlos Faria (1991) ­ A Universidade e as Invasões Francesas. Espaços de intervenção.
In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade"
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Invasões Francesas; Século XIX
PIMENTA, Carlos José Gomes (1991) ­ Pedagogia universitária. Algumas referências. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 371-380.

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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Pedagogia; Ensino Superior
PIMENTEL, António Filipe (1991) ­ Poder, Corte e Palácio Real: Os Palácios Manuelinos e a reforma quinhentista da Alcáçova de Coimbra. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas.
Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de
março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p. 231-253.
Assunto/Palavras-chave: Património; Coimbra; Palácio; Estilo Manuelino; Alcáçova
PINAZZA, Mônica Appezzato (2004) ­ A presença de Pestalozzi e Froebel na pré-escola paulista:
Construção da história através de periódicos oficiais (1890-1930). In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 315323.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pré-Escola; Pestalozzi; Froebel; Pedagogia; Periódico; Investigação histórica; Imprensa
PINHEIRO, J. E. Moreirinhas (1988) ­ A "Sorbonne" de Benfica. In Encontro de História da Educação
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Escola do Magistério Primário de Lisboa
PINHEIRO, J. E. Moreirinhas (2004) ­ Algumas notas sobre a "arte de criar bem os filhos na idade
da puerícia" do padre Alexandre de Gusmão (1685). In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 556-559.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Criança; Antigo Regime; Puericultura
PINHEIRO, Rosanália de Sá Leitão (2004) ­ Grupo escolar: inovações educacionais em ASSU/RN.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, III vol., p. 485-487.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Grupo escolar; Inovação; Pedagogia
PINHO, Sebastião Tavares de (1991) ­ Literatura humanística inédita no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra no século XVI. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do

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Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 67-86.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; História Moderna; Humanismo; Livro;
Leitura; Literatura
PINTASSILGO, Joaquim (1998) ­ A educação moral e cívica no currículo da escola primária republicana: o debate no movimento pedagógico. In MAGALHÃES, Justino, org. ­ Fazer e ensinar
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Psicologia/ Instituto de Educação e Psicologia, p. 271-285.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Educação Moral e Cívica; Ensino Primário
PINTASSILGO, Joaquim (2002) ­ A componente socializadora do currículo escolar oitocentista. In
FERNANDES, Margarida et alii, coord. ­ O Particular e o Global no Virar do Milénio: Cruzar Saberes em Educação. Atas do 5.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. Porto: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. Edições Colibri, p. 549-557.
Assunto/Palavras-chave: Educação; História da Educação; Sociedade; Século XVIII; Século
XIX; Sociedade Oitocentista; Currículo; Pombal; Liberalismo
PINTASSILGO, Joaquim (2004) ­ Educação liberal e conformação social: dos catecismos constitucionais aos manuais de civilidade. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 233-239.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Educação liberal; Liberalismo; Reformas; Constituição; Manual
PIRES, Eurico Lemos (1988) ­ A História da Educação numa perspetiva. In Encontro de História da
Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal
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[s.n.], vol. 2, p. 11-19.

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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Farmácia; Botica; Boticário; Hospital
PONTES, J. M. da Cruz (1991) ­ Para a História da Faculdade de Teologia no século XIX: Beneplácito Régio contra a autonomia do Ensino. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas
do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março
de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 327-345.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Contemporânea; Século XIX; Faculdade de Teologia
PORTO, Manuel (1991) ­ A Universidade de Coimbra e o ensino da Economia em Portugal. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º
Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 297-316.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Economia
PRADO, Maria Lígia Coelho (1991) ­ A Universidade de São Paulo: do projeto liberal às reformas
dos anos 80. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da
Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
vol. 4, p. 437-444.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de São Paulo; Brasil
PRATA, Manuel Alberto Carvalho (2004) ­ A "sebenta" ­ uma instituição científico-pedagógica na
Universidade de Coimbra (1880-1926). Retratos colhidos nas memórias estudantis. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 299-305.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Universidade de Coimbra; 18801926; Sebenta; Auxiliares de aprendizagem; Memória
PRATA, Manuel Alberto Carvalho (1991) ­ Ciência e Sociedade. A Faculdade de Filosofia no período pombalino e pós-pombalino (1772-1820). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas.
Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de
março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 195-214.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Moderna; Século XVIII; Século XIX;
Faculdade de Filosofia; Marquês de Pombal

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QUADROS, Claudemir de (2004) ­ "Nenhuma criança sem escola no Rio Grande do Sul": política
educacional no Rio Grande do Sul durante o governo de Leonel Brizola (1959-1963). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 165-170.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Política Educativa
QUARESMA, Maísa dos Reis (2004) ­ Expansão dos cursos de pedagogia no Brasil. In FERREIRA,
António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro
de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III
vol., p. 234-239.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Curso de Pedagogia
RAMALHO, Américo da Costa (1991) ­ O Humanismo Renascentista na Universidade. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 39-46.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; História Moderna; Humanismo; Renascimento
RAMOS, Ana Maria Cocentino (2004) ­ Práticas de leitura do jornal na escola. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de
História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol.,
p. 453-458.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Didática; Pedagogia; Leitura; Jornal da
Escola
RANZI, Serlei Maria Fischer; VIEIRA, Carlos Eduardo (2004) ­ Levantamento e catalogação de
fontes primárias e secundárias para o estudo histórico da educação no Estado do Paraná a partir da relação entre educação e industrialização. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas,
Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 646-649.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Fontes; Investigação; Pesquisa; Levantamento; Catalogação; Base de dados; Inventariação; Inventário; Indústria; Industrialização;
Ensino Industrial

277

RASTEIRO, Alfredo (1991) ­ A Universidade e a medicina portuguesa no século XVI. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 101-110.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Moderna; Medicina
REIS, Carlos (1991) ­ Eça de Queirós e a Universidade de Coimbra. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 3, p. 439-453.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Eça de Queirós; Literatura
REIS, Jaime (1988) ­ O analfabetismo em Portugal no século XIX: Algumas reflexões em perspetiva
comparada. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 75-80.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Analfabetismo; Portugal; Século XIX
RIBEIRO, Arilda Ines Miranda (2004) ­ Subsídios para a história da educação em Presidente Prudente/São Paulo/Brasil: as primeiras instituições escolares. In FERREIRA, António Gomes,
org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 194-198.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola
RIBEIRO, Maria Aparecida (1991) ­ O momento coimbrão nas literaturas de Angola e Moçambique.
In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade"
no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 3, p. 455470.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Literatura; Angola; Moçambique
RIBEIRO, Maria Manuela Tavares (1991) ­ A Academia de Coimbra e a situação política em Portugal nos meados do século XIX. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990).
Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 309-326.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Século XIX; Liberalismo
RIBEIRO, Maria Solange P. (2004) ­ O passado-presente na trajetória dos docentes afrodescendentes das universidades públicas de São Paulo. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas,

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Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 773-776.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Formação de Professores; Universidade; Ensino Superior Público
ROCHA, Cristianne Maria Famer (2004) ­ Desconstruções edificantes: uma análise da ordenação do
espaço como elemento do currículo. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 213-219.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Currículo; Arquitetura escolar; Escola
RODRIGUES, Alice Correia Godinho (1991) ­ Os Beneditinos e os Estudos Matemáticos na Universidade de Coimbra ao longo do século XVIII. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas.
Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de
março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 151-159.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Moderna; Século XVIII;
Beneditinos; Matemática
RODRIGUES, Henrique (2004) ­ Estudantes, professores e caixeiros do Alto-Minho na segunda
metade do século XIX ­ Uma abordagem aos livros de recenseamento militar. In FERREIRA,
António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro
de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol.,
p. 253-262.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Minho; Estudante; Aluno; Professor; Caixeiro;
Recenseamento militar
RODRIGUES, Jorge de Sousa (2004) ­ Educação e inculcação ideológica no Estado Novo dos anos
30. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências
da Educação, II vol., p. 37-55.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ideologia; Estado Novo
RODRIGUES, Júlia Manuela (2004) ­ A construção da categoria de indígena na imprensa missionária através das representações raciais e culturais ­ 1937/1964. In FERREIRA, António Gomes,

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org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 522-533.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Indígena; Imprensa missionária; Racismo
RODRIGUES, Manuel Augusto (1991) ­ A Universidade e os seus Reitores. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua
Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 3, p. 83-97.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Reitor; Reitoria
RODRIGUES, Manuel Augusto (1988) ­ Fontes para a História da Educação portuguesa: importância do acervo dos Arquivos de Coimbra. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 195202.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Fontes de informação; Arquivos de Coimbra
RODRIGUES, Maria Isabel da Silva Reis Vieira (2004) ­ A laicização do ensino. Um contributo
"Brasileiro" para a história da educação em Portugal. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 176-179.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Portugal; Laicização do Ensino; Laico
RODRIGUES, Marilúcia de Menezes (2004) ­ A vinculação da extensão universitária com o IPES
no contexto brasileiro do golpe de 1964: implicações atuais. In FERREIRA, António Gomes,
org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 94-99.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Superior; Golpe de 1964
ROMERO, Joaquim J. B. (1991) ­ A Universidade e o seu papel na sociedade contemporânea e futura. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade"
no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 359369.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Sociedade

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ROQUE, João Lourenço (1991) ­ Coimbra na 2.ª metade do século XIX. Estudantes e a sociabilidade urbana. (Alguns aspetos). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
"História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 3, p. 257-275.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; História Contemporânea; Sociedade; Século XIX; Estudante
ROSA, Silvina (2004) ­ Escritório avarento: a nova prática social como conteúdo do gênero didático na
literatura. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do
III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 650-655.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Literatura; Didática
ROSÁRIO, Frei António do (1991) - Dominicanos na história da Universidade portuguesa. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º
Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 4, p. 177-194.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Religião; Dominicano; Clero; História da Educação
ROSÁRIO, Frei António do, Op. (1988) ­ Escola teológico-pastoral-ascética de S. Domingos, em
Portugal. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 125-128.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Teologia; Escola de São Domingos
ROSMANINHO, Nuno (1991) ­ Os portões da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra:
Arte e ideologia do "Estado Novo". In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do
Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
1990). Coimbra: [s.n.], vol. 2, p. 347-356.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Faculdade de Letras; Arte; Ideologia; Estado Novo
ROSSI, Vera Lúcia Sabongi (2004) ­ Experiências culturais de professores de história. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 170-175.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino da História; Professor

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RUIZ BERRIO, Julio (1988) ­ La investigación española en historia de la educación. La Sección de
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Espanha; Sociedade Espanhola de Pedagogia
SÁ, J. Victor de (1991) ­ Universidades populares na 1.ª República. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 471-476.
Assunto/Palavras-chave: Universidade popular; Ensino; História Contemporânea; Século XX;
1.ª República
SÁ, Nicanor Palhares de (2004) ­ Coeducação, gênero e direitos civis. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Género; Direito civil
SALEMA, Maria José (1998) ­ Percurso breve de uma disciplina recente: a história do ensino do
francês em Portugal. In MAGALHÃES, Justino, org. ­ Fazer e ensinar História da Educação. Actas do 2.º Encontro de História da Educação, realizado em Braga, em 8 e 9 de novembro de
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino do Francês; Portugal
SALGADO, Anastásia Mestrinho; SALGADO, Abílio José (1991) ­ O culto de Nossa Senhora das
Brotas e a Universidade de Évora. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Évora; Religião
SANTANA, Francisco Gingeira (1988) ­ Fontes para o estudo dos primórdios do ensino do Comércio. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de
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Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Comércio; Portugal

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SANTOS, Afonso Carlos Marques dos (1991) ­ Da Universidade reformada ao Brasil colonial: Duas
trajetórias iluministas. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra:
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Política; Poder; Reforma; Iluminismo; Brasil; Colónia;
Colonialismo
SANTOS, Dulce O. Amarante dos (2004) ­ Confluências entre a produção historiográfica sobre as
mulheres e os manuais escolares brasileiros nos anos 80 e 90 (2.ª fase do ensino fundamental).
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Género; Produção historiográfica; Manual escolar
SANTOS, J. J. Carvalhão (1991) ­ Rotina e renovação na Faculdade de Medicina: as oposições de
1739. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 1, p.
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Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ensino; História Moderna; Século XVIII; Faculdade
de Medicina
SANTOS, Tânia Regina Lobato dos (2004) ­ Formação continuada dos profissionais do ensino: a
experiência do Instituto de Educadores de Belém - 1993 a 1996. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da
Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 581-586.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Formação de Professores
SANTOS, Vitorino Gomes Seiça e (1991) ­ O Observatório Meteorológico e Magnético da Universidade de Coimbra. Contribuição para uma história. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; Observatório; Meteorologia; Ciência

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SAVIANI, Dermerval (2004) ­ A ideia de sistema nacional de ensino e as dificuldades para a sua realização no Brasil no séc. XIX. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 251-256.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Século XIX; Sistema Nacional de Ensino
SCHELBAUER, Analete Regina (2004) ­ O processo de modernização da sociedade brasileira e as
transformações no pensamento pedagógico: reflexões iniciais. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedagogia
SCOCUGLIA, Afonso Celso (2004) ­ Histórias da alfabetização política no Brasil (1961-1970). In
FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Alfabetização política
SEABRA, Maria Judite (2004) ­ Um olhar sobre a educação da mulher na cidade do Mondego entre
a Monarquia e a I República. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 263-271.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Coimbra; Educação feminina; Monarquia; I República
SENNA, Ester; OLIVEIRA, Regina Cestari de (2004) ­ A política educacional no espaço das políticas públicas: o estado de Mato Grosso do Sul ­ 1980 a 1990. In FERREIRA, António Gomes,
org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 44-49.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Política Educativa
SILVA, Antônio Almeida (2004) ­ A transição democrática e os processos de reordenação do ensino
fundamental em Feira de Santana - BA - Brasil. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas,

284

Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 319-324.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Transição democrática
SILVA, Carmem Silvia Bissolli da (2004) ­ Curso de pedagogia no Brasil: uma história de busca de
afirmação de identidade (Um estudo a partir das regulações e das propostas de reformulação
da estrutura curricular do curso). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 255-260.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Superior; Curso de Pedagogia
SILVA, Circe Mary Silva da (1991) ­ Fundação da Faculdade de Matemática em Coimbra em 1771.
O início de uma especialização. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990).
Coimbra: [s.n.], vol. 1, p. 161-176.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Ensino; História Moderna; Século XVIII;
Faculdade de Matemática
SILVA, Elizabeth Farias da (2004) ­ Um morto a procura de um rosto: ontogenia de uma universidade. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 120-124.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Universidade Federal de Santa Catarina;
Ensino Superior
SILVA, Francisco Ribeiro da (1988) ­ O ensino público em Portugal no século XVII: Avanços. In
Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­ Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987).
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. 115-124.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino público; Portugal; Século XVII
SILVA, Francisco Ribeiro da (2004) ­ O Colégio da Real Irmandade da Lapa da cidade do Porto
(1800-1832). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações
do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, I vol., p. 195-204.

285

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Século XIX; Colégio da Real Irmandade da Lapa da cidade do Porto (1800-1832)
SILVA, Guilherme Rego (2004) ­ As etapas da sociologia da educação em Portugal: dos antecedentes à consolidação e expansão nos últimos 25 anos. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 329-338.
Assunto/Palavras-chave: História e Sociologia da Educação
SILVA, José Carlos de Araújo (2004) ­ Professores de primeiras letras no recôncavo Baiano entre
1827 e 1850: um pouco da vida cotidiana. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 740-745.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Professor e Ensino Primário
SILVA, Júlio Joaquim da Costa Rodrigues da (1991) ­ A Universidade de Coimbra e a imprensa regional na Regeneração: "O Campeão do Vouga" (1852-1859). In Universidade(s): História, Memória,
Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação
(5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 327-335.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Século XIX; Liberalismo; Regeneração;
Imprensa
SILVA, Lucinda Monteiro da (2004) ­ Formar, corrigir e punir ­ a disciplina enquanto instrumento
pedagógico. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações
do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, III vol., p. 295-312.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Punição; Disciplina; Comportamento; Pedagogia
SILVA, Ronalda Barreto (2004) ­ A campanha nacional de escolas da comunidade ­ CNEC e a política educacional do estado brasileiro (1943-1985). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 182-187.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Campanha Nacional de Escolas da
Comunidade

286

SILVA, Rossana Valéria de Souza e (2004) ­ Determinantes históricos da criação e consolidação dos
mestrados e doutorados em educação física no Brasil. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 136-141.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Superior; Pós-Graduação; Mestrado; Doutoramento; Educação Física
SILVA, Vivian Batista da (2004) ­ A história das representações e práticas docentes: um estudo sobre
manuais de ensino ­ década de 1930. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 428-433.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Prática docente; Livro; Manual; Didática; Pedagogia
SILVEIRA, Rosa Maria Hessel (2004) ­ Uma leitura de muitas décadas: o caso da seleta em prosa e
verso de Alfredo Clemente Pinto. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e
Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 441-446.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedagogia
SIMÕES, Elane Fátima (2004) ­ Rádio e televisão: desafios e implicações na educação do Rio Grande do Norte. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações
do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, II vol., p. 505-510.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Rádio; Televisão
SIMÕES, J. Santos (1991) ­ Os estudantes e a Universidade em meados deste século. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 3, p. 355-361.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Sociedade; Estudante; História Contemporânea
SIQUEIRA, Idméa Semeghini (2004) ­ Práticas pedagógicas vivenciadas no passado, a formação
docente e a atuação do professor de língua portuguesa concernente ao ensino fundamental no
presente. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do

287

III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 488-494.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedagogia; Formação de Professores;
Ensino da Língua Portuguesa
SPINNER, Helmut (1991) ­ The birth and transformation of modern University: from the research
imperative of the classical republic of science to the technological imperative of the coming information society. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História
da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.],
vol. 4, p. 331-358.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Tecnologia; Sociedade
SOUSA, Andréa da Silva Quintanilha (2004) ­ Pedagogia jesuítica: cartas do Padre Manoel da Nóbrega de 1549 a 1553 - um enfoque no trabalho disciplinado. In FERREIRA, António Gomes,
org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 548-552.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Pedagogia; Jesuítas; Disciplina; Ensino religioso
SOUZA, Josefa Eliana (2004) ­ Em busca da democracia ­ a trajetória de Nunes Mendonça. In
FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, III vol., p. 529-532.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola Nova; Democracia; Nunes
Mendonça; Pedagogo
SOUZA, Marco Antônio de (2004) ­ Caridade e educação, da sagrada visita aos pobres à cidade
Ozanam: estratégias assistenciais dos vicentinos em Belo Horizonte, 1897-1950. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso LusoBrasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 226-231.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Caridade; Assistência; Vicentinos; Pobreza

288

SOUZA, Maria Lindaci Gomes de (2004) ­ Cultura visual e novos objetos historiográficos: a iconografia como recurso teórico-metodológico de análise do cotidiano. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 616620.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Imagem; Cultura visual; Historiografia;
Recurso didático; Cinema; Fotografia
SOUZA, Nádia Maria Pereira de (2004) ­ Brasil ­ rumo aos 500 anos de prática da avaliação educacional no ensino superior ­ um estudo introdutório. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 604-608.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Avaliação; Ensino Superior
TAVARES, Fausto Antonio Ramalho (2004) ­ O movimento da pedagogia experimental em São
Paulo (1909-1927). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 309-314.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Pedagogia experimental
TAVARES, Luiz Edmundo (2004) ­ Colonização e resistência ­ mulher: a inquietação permanente.
In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso
Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, II vol., p. 609-615.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Mulher; Colonização; Resistência
TEODORO, António (1998) ­ O conceito de construção retórica da educação: as despesas públicas
com a educação, 1850-1930. In MAGALHÃES, Justino, org. ­ Fazer e ensinar História da Educação. Atas do 2.º Encontro de História da Educação, realizado em Braga, em 8 e 9 de novembro
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Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Despesas Públicas; Séculos XIX e XX
TESCHE, Leomar (2004) ­ E educação e o Turnen na escola Teuto-Brasileira, rs/br 1852-940. In
FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso

289

Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da
Educação, II vol., p. 143-147.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
TONINI, Ivaine Maria (2004) ­ A arquitetura da geografia escolar na construção da identidade nacional. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III
Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 113-118.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Arquitetura escolar; Escola; Nacionalismo
TORGAL, Gonçalo dos Reis (1991) ­ Coimbra em Camilo. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9
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Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Camilo Castelo Branco; Literatura
TORGAL, Luís Reis (1991) ­ A Universidade, a Ditadura e o Estado Novo (1926-1961). Notas de
uma investigação coletiva. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
"História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 401-430.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Ditadura; Estado Novo
TORGAL, Luís Reis; AZENHA, Maria do Rosário (1988) ­ A historiografia da Universidade em
Portugal: fontes, bibliografia e problemas. In Encontro de História da Educação em Portugal, 1 ­
Comunicações (Lisboa, 14-16 de outubro de 1987). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p.
177-194.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Historiografia; Universidade
TURA, Maria de Lourdes Rangel (2004) ­ Escola-modelo e modelos de escola: a história de um colégio de aplicação. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa
de Ciências da Educação, III vol., p. 62-67.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola-modelo; Modelos de Escola;
Colégio de aplicação

290

VARGUES, Isabel Nobre (1991) ­ Entre o exercício da cidadania política e a adoção do Constitucionalismo. O papel da Universidade vintista. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas
do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março
de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 207-262.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Revolução liberal; Liberalismo; Constituição; Vintismo;
Cidadania; Século XIX
VASCONCELOS, Maria João (2000) ­ Breve informação sobre os museus da cidade. In Seminário
Internacional "A Escola Primária: entre a imagem e a memória" ­ Comunicações (Porto, Fundação Dr.
António Cupertino de Miranda, 27 e 28 de novembro de 1998). Porto: [s.n.], p. 6-8.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Primário; Museu Vivo da Escola Primária
VECHIA, Ariclê (2004) ­ A escola: a identidade dos imigrantes alemães em Curitiba na segunda metade do século XIX. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 392-397.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; História do Brasil; Escola; Imigração; Alemanha
VEIGA, Cynthia Greive (2004) ­ A instrução pública como regra de governamentalidade: o processo
de escolarização em Minas Gerais no século XIX. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 149-154.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Minas Gerais; Século XIX; Instrução
pública; Escolarização
VEIGA, Cynthia Greive; PINTASSILGO, Joaquim (2004) ­ Pesquisas em História da Educação no
Brasil e em Portugal: caminhos da polifonia. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas,
Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, I vol., p. 323-331.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Portugal; Pesquisa; Investigação
VERGER, Jacques (1991) ­ Université et pouvoir politique, du Moyen Âge à la Renaissance. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º
Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 11-23.

291

Assunto/Palavras-chave: Universidade; Política; Poder; História Medieval; Renascimento
VICENTE, António Pedro (1991) ­ Conflitos académicos durante a 1.ª República. Professores acusados de ofensas às instituições democráticas. 1919. In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso "História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9
de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 5, p. 337-400.
Assunto/Palavras-chave: Universidade; Século XX; 1.ª República; Democracia
VICENTINI, Paula Perin (2004) ­ Imagens de professores primários na imprensa periódica educacional entre os anos 30 e 60. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades.
Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 691-699.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Normal e Primário; Professor;
Imprensa
VIDAL, Diana Gonçalves (2004) ­ Construindo história da educação em suporte eletrónico: desafios
de uma nova materialidade. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 633-639.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Informatização; Informática; Novas
Tecnologias; Base de Dados; Internet
VIEIRA, Carlos Eduardo (2004) ­ Problemas inerentes à interpretação de fontes na história das ideias pedagógicas: uma análise sobre o processo de apropriação do pensamento gramsciano pela
pesquisa em educação no Brasil. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 609-615.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Fonte; Investigação; Pesquisa; Pedagogia; Gramsci; História das Ideias Pedagógicas
VIEIRA, Maria Manuel (1990) ­ Entre freiras e boas maneiras: Práticas de educação feminina das
classes superiores. A Sociologia e a sociedade portuguesa na viragem do século: Atas do I Congresso Português de Sociologia. Lisboa: Editorial Fragmentos, vol. 1, p. 113-126. (Colecção Estudos).
Assunto/Palavras-chave: Sociologia; Classes Sociais; Mulher; Ensino; Educação feminina; Género

292

VILELA, Heloisa de Oliveira Santos (2004) ­ O surgimento da imprensa pedagógica brasileira e seu
papel na constituição da profissão docente. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas,
Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000).
Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 700-706.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Imprensa; Pedagogia; Professor; Profissão docente
VÍTOR, Ângela Bonifácio (2004) ­ Presença do Brasil em João de Barros. In FERREIRA, António
Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História
da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol., p. 88-94.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; João de Barros
VIVIANE, Luciana Maria (2004) ­ A disciplina biologia educacional no currículo da escola normal
paulista: aspetos históricos e científicos de sua gênese. In FERREIRA, António Gomes, org. ­
Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação
(2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 399-404.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Escola Normal; Ensino Primário; Biologia Educacional; Currículo
VIZEU, Margarida Maria Salazar Alves (1991) ­ O corpo docente da Faculdade de Leis no período
pré-pombalino (1700-1772). In Universidade(s): História, Memória, Perspetivas. Atas do Congresso
"História da Universidade" no 7.º Centenário da sua Fundação (5 a 9 de março de 1990). Coimbra: [s.n.], vol. 3, p. 121-128.
Assunto/Palavras-chave: Universidade de Coimbra; Professor; Faculdade de Leis; Século
XVIII
WEISSHEIMER, Renata Neves T. (2004) ­ A conquista no ensino superior em Mato Grosso: memórias dos protagonistas. In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades.
Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 250-254.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Ensino Superior
XAVIER, Libânia Nacif (2004) ­ Educação e reconstrução nacional: projetos em disputa no Brasil
(1920-1950). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações

293

do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação, III vol., p. 261-263.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil
ZAMBONI, Ernesta (2004) ­ Formação de professores leigos: índios e posseiros. In FERREIRA,
António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades. Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro
de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, II vol.,
p. 31-36.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola; Brasil; Formação de professores
ZANATTA, Regina Maria (2004) ­ O processo educativo do cavaleiro feudal e do burguês na literatura (século XI e XII). In FERREIRA, António Gomes, org. ­ Escolas, Culturas e Identidades.
Comunicações do III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação (2000). Coimbra: Sociedade
Portuguesa de Ciências da Educação, III vol., p. 240-243.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Curso de Pedagogia

3.4. Publicações periódicas/ Artigos de publicações periódicas
50 ANOS: Boletim Informativo. Comemorações do Cinquentenário. Póvoa de Varzim: Escola Secundária Eça
de Queirós. Apoio da Câmara Municipal da Póvoa do Varzim (outubro 2002).
Assunto/Palavras-chave: Escola Secundária Eça de Queirós; Póvoa do Varzim; Cinquentenário
140 ANOS Associação Industrial Portuense. Revista integrante da edição de O Comércio do Porto (3 de maio
de 1989). Porto: [s.n.], 1989. 48 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Industrial; Associação Industrial Portuense
ADÃO, Áurea, coord., et al. ­ Representações de Espanha no sistema educativo português, na historiografia e no discurso nacionalista (1890-1933). "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 1-51.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Sistema Educativo
Português; Nacionalismo

294

ADÃO, Áurea; REMÉDIOS, Maria José ­ Adelaide Cabete e a Educação da Mulher Portuguesa.
Revista História. Lisboa. Ano XXVI (III série), n.º 74 (março 2005), p. 36-41.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Instrução; Formação Profissional;
Mulher; Género; Feminismo; Ensino da Higiene e da Puericultura; Instituto Feminino de Educação e Trabalho de Odivelas; Adelaide Cabete
AFONSO, José António ­ Espanha: aproximações ao inesperado. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho
2003), p. 265-285.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Pedagogia; Nacionalismo
AGULLÓ DÍAZ, María del Carmen ­ Invisibles, ejemplarizantes, olvidadas: mujeres portuguesas en
textos educativos del franquismo. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 185-210.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Franquismo; Estado Novo; Pedagogia; Manual; Mulher
ALHO, Albérico Afonso Costa ­ A técnica, o operário e a costureira: a reforma de 1948 do ensino
técnico e profissional. Revista História. Lisboa. III Série, n.º 22 (2000), p. 48-55.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino Técnico e Profissional; Reforma de 1948
ALHO, Albérico Afonso Costa ­ Revolução, Normalização e Licealização. A escola depois de abril.
Revista História. Lisboa. Ano XXV, n.º 59 (setembro 2003), p. 50-55.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino; 25 de abril de 1974; História Contemporânea; Reforma; Liceu; Ensino Unificado
ALLEN, Ann Taylor ­ "Vivamos con nuestros hijos": Los movimientos en defensa del jardin de
infancia en Alemania y en Estados Unidos, 1840-1914. Revista de Educación. Madrid. N.º 290
(1989), p. 113-134.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Jardins de Infância; Alemanha; Estados Unidos da
América; Século XIX; Século XX
ALVES, Luís Alberto Marques ­ Ensino técnico e desenvolvimento económico. O Estudo da História:
Revista da Associação de Professores de História. Lisboa: APH, n.º 6 (outubro 2005), p. 47-53.

295

Assunto/Palavras-chave: Ensino, Didática e Estudo da História; Investigação; Ensino Técnico
e desenvolvimento económico
ALVES, Luís Alberto Marques ­ O arranque do Ensino Industrial no Porto (1884-1910). Revista da
Faculdade de Letras: História. Porto: FLUP, III Série, vol. I (2000), p. 67-81.
Assunto/Palavras-chave: Porto; Ensino Industrial; História Contemporânea; História da Educação
ALVES, Luís Alberto Marques ­ O Ensino na segunda metade do século XIX. Revista da Faculdade de
Letras: História. Porto: FLUP, III Série, vol. 2 (2001), p. 53-92.
Assunto/Palavras-chave: Educação; Ensino; História da Educação; Século XIX
ANTUNES, Manuel ­ Como interpretar Pombal? Brotéria: Cultura e Informação. Lisboa. Vol. 114, n.os
5-6 (maio-junho 1982), p. 483-486.
Assunto/Palavras-chave: História; Marquês de Pombal
ARROTEIA, Jorge Carvalho ­ Sobre a demografia escolar. Revista População e Sociedade. Porto. N.º 1
(1995), p. 131-140.
Assunto/Palavras-chave: Demografia escolar; História; Ensino; Portugal; Século XX; Anos 80;
Anos 90
AUBIN, Paul ­ La pénétration des manuels scolaires de France au Québec. Un cas-type: les frères
des Écoles chrétiennes, XIX.e-XX.e siècles. Revista Histoire de l'Éducation. N.º 85 (janeiro 2000),
p. 3-24.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Manual escolar; Escola laica e eclesiástica
AZEVEDO, Ávila ­ A influência das ideias pedagógicas de Rousseau em Portugal. Separata de Cale:
Revista da Faculdade de Letras do Porto. Porto. Vol. I (1968), 16 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Portugal; Jean-Jacques Rousseau
AZEVEDO, Ávila de ­ História da Educação, Organização e Administração Escolar (Ano Letivo
1965-1966). Cale: Revista da Faculdade de Letras do Porto. Porto: Edições "Maranus". Vol. I.
(1966), p. 377-378.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Superior; Programa; História da Educação, Organização e Administração Escolar; Ávila de Azevedo

296

AZEVEDO, Ávila de ­ Programa da cadeira de Pedagogia e Didática (Ano Letivo 1965-1966). Cale:
Revista da Faculdade de Letras do Porto. Porto: Edições "Maranus". Vol. I (1966), p. 375-376.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Superior; Programa; Pedagogia e Didática; Ávila de Azevedo
AZEVEDO, Rafael Ávila de ­ "O Porto na Época Moderna": Da Academia Real da Marinha e Comércio do Porto à Academia Politécnica do Porto. Revista de História. Porto. Vol. IV (1981), p.
133-150.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Porto; Idade Moderna; Academia Real da Marinha e Comércio do Porto; Academia Politécnica do Porto
BARCOSO, Cristina ­ Zé Analfabeto no Cinema. Revista História. Ano XXVI (III série), n.º 75 (abril
2005), p. 26-31.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Portugal; Estado Novo; Cinema; Campanha
Nacional de Educação de Adultos (CNEA); Plano de Educação Popular; Propaganda; Henrique Veiga de Macedo
BARREIRO RODRIGUEZ, Herminio ­ Sobre as orixes da educación pública contemporánea: De
J. J. Rousseau a Napoleón Bonaparte: Ideoloxía, nación e estado. Sarmiento: Anuario Galego de
Historia da Educación. Vigo. 1 (1997), p. 181-196.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino Público; Idade Contemporânea
BENSO CALVO, Carmen ­ El libro en los inicios del sistema escolar contemporáneo. Sarmiento:
Anuario Galego de Historia da Educación. Vigo. 1 (1997), p. 77-109.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Livro; Sistema Escolar; Idade Contemporânea
BIBLIOGRAPHIE d'Histoire de l'Éducation française: Titres parus au cours de l'année 1996 et suppléments des années antérieures. Revista Histoire de l'Éducation. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique. N.os 83-84 (setembro 1999), 366 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Bibliografia; Metodologias de Investigação;
Saberes; Extra-escolar; Instituição; Técnicas de ensino; Sociologia da Educação

297

BIBLIOGRAPHIE d'Histoire de l'Éducation française: Titres parus au cours de l'année 1997 et suppléments des anneés antérieures. Revista Histoire de l'Éducation. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique. N.os 87-88 (setembro 2000), 343 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Bibliografia; Metodologias de Investigação;
Saberes; Extra-escolar; Instituição; Técnicas de ensino; Sociologia da Educação
BIBLIOGRAPHIE d'Histoire de l'Éducation française: Titres parus au cours de l'année 1998 et suppléments des anneés antérieures. Revista Histoire de l'Éducation. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique. N.os 91-92 (setembro 2001), 187 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Bibliografia; Metodologias de Investigação;
Saberes; Extra-escolar; Instituição; Técnicas de ensino; Sociologia da Educação
BIBLIOGRAPHIE d'Histoire de l'Éducation française: Titres parus au cours de l'année 1999 et suppléments des anneés antérieures. Revista Histoire de l'Éducation. Paris: Service d'histoire de l'éducation ­ Institut national de recherche pédagogique. N.os 95-96 (setembro 2002), 184 p.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Bibliografia; Metodologias de Investigação;
Saberes; Extra-escolar; Instituição; Técnicas de ensino; Sociologia da Educação
BOLÉO, José de Oliveira ­ O Marquês de Pombal e a fundação da Aula de Comércio. Revista de Educação Geral e Técnica. Lisboa. Série 10, 1-2 (1934-35), p. 77-80.
Assunto/Palavras-chave: Marquês de Pombal; Aula de Comércio
BRANDÃO, D. de Pinho ­ Teologia, Filosofia e Direito na Diocese do Porto nos séculos XIV e
XV: Alguns subsídios para o seu estudo. Studium Generale: Boletim especial dedicado ao Infante D.
Henrique (anexo à Universisade do Porto). Porto. VII (1960), p. 242-354.
Assunto/Palavras-chave: Diocese do Porto; Ensino; Teologia; Filosofia; Direito
BRAZÃO, Eduardo ­ A política externa pombalina. Brotéria: Cultura e Informação. Lisboa. Vol. 114,
n.os 5-6 (maio-junho 1982), p. 515-535.
Assunto/Palavras-chave: História; Marquês de Pombal; Política pombalina; Política externa
BRITO, Jaime Xavier de ­ Subsídio para o estudo da seleção dos candidatos ao liceu. Revista de Educação Geral e Técnica. Lisboa. Série 10, 1-2 (1934-35), p. 50-53.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Liceal; Acesso; Seleção

298

CABALLERO CORTÉS, Ángela ­ La inspección de primera enseñanza en Málaga, desde la II República al Nuevo Estado. Historia de la Educación. Salamanca. 16 (1997), p. 303-313.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino Primário; Inspeção; Málaga; Espanha;
Século XX
CABRAL, Luís ­ A Biblioteca escolar: Problemas e perspetivas de desenvolvimento. Separata de Bibliotheca Portucalensis. Porto. 2.ª série, n.º 3 (1988), p. 71-81.
Assunto/Palavras-chave: Bibliotecas; Escola
CABRERA, Ana ­ Quadrante: a revolta de uma elite perante a crise da universidade. O Estudo da História: Revista da Associação de Professores de História. Lisboa: APH. N.º 6 (outubro 2005), p. 163-181.
Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea de Portugal - século XX; Educação; Ensino
Superior; Crise da Universidade; Luta estudantil; Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa; Imprensa; "Quadrante" (1958-1962); Investigação; Fonte
CARDIM, Pedro ­ Escrita, leitura e oralidade nos séculos XVI e XVII: perspetivas historiográficas
recentes. O Estudo da História: Revista da Associação de Professores de História. Lisboa. N.º 4 (2001),
p. 99-122.
Assunto/Palavras-chave: Ensino e Didática da História; Investigação; História Moderna; Escrita; Leitura; Oralidade; Historiografia
CARVALHO, Luís Miguel ­ A presença espanhola na imprensa pedagógica portuguesa: o caso da
Revista Escolar, 1921-1935. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica:
Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 83-105.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Imprensa; Revista Escolar; Pedagogia
CARVALHO, Maria Manuela ­ As representações do feminino no ensino da História. Revista História. Lisboa. III Série, n.º 2 (1998), p. 40-49.
Assunto/Palavras-chave: Ensino da História; Mulher
CARVALHO, Rómulo de ­ As Ciências Exactas no tempo de Pombal. Brotéria: Cultura e Informação.
Lisboa. Vol. 114, n.os 5-6 (maio-junho 1982), p. 572-589.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Ciências; Marquês de Pombal

299

CASPARD, Pierre ­ Vingt années d'Histoire de l'éducation. Revista Histoire de l'Éducation. N.º 85 (janeiro
2000), p. 73-87.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação
CENTRO de Estudos Humanísticos ­ Anexo à Universidade do Porto: Breve notícia da sua criação,
organização e inauguração solene. Separata do Boletim Cultural da Câmara Municipal do Porto. Porto: Centro de Estudos Humanísticos. Vol. X, fasc. 3-4 (1947), 59-I p.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Centro de Estudos Humanísticos
CHARTIER, Anne-Marie ­ Les pionniers de l'Éducation nouvelle au Brésil, entre mémoire et histoire. Revista Histoire de l'Éducation. N.º 97 (janeiro 2003), p. 79-96.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Educação Nova; Brasil
COELHO, José Amilcar de Carvalho ­ Verney e a exigência educativa das mulheres. Revista de Educação. Lisboa. Vol. I, n.º 1 (1986), p. 69-72.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Luís António de Verney; Educação Feminina;
Século XVIII
COLMENAR ORZAES, Carmen ­ "La formacion de maestras en el metodo educativo de Frobel en
España nuestros hijos": Los movimientos en defensa del jardin de infancia en Alemania y en
Estados Unidos, 1840-1914. Revista de Educación. Madrid. N.º 290 (1989), p. 135-158.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Formação de Professores; Método de Frobel; España; Século XIX
CONDETTE, Jean-François ­ « Traîtres fatigués» ou élites administratives? Une recherche en cours
sur les recteurs d'académie de 1809 à 1940. Revista Histoire de l'Éducation. N.º 97 (janeiro 2003),
p. 37-78.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Elites; Academia
CORREIA, António C. Luz ­ Fragmentos da memória de uma escola imaginada: presenças de Espanha nos livros de formação de professores primários em Portugal (1920-1950). "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º
4 (janeiro-junho 2003), p. 231-243.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Texto
Escolar; Manual; Pedagogia; Formação de Professores; Ensino Primário

300

CORREIA, Luís Grosso ­ O thymos segundo o Liceu Feminino do Porto. Revista da Faculdade de Letras: História. Porto. III série, vol. I (2000), p. 83-100.
Assunto/Palavras-chave: Porto; Educação feminina; Época Contemporânea; História da Educação
COSTA, Antón; GABRIEL, Narciso de ­ O ensino primario en Ourense: Memoria anual do inspector de ensino primario Salvador de Juan y Ponsoda (1904). Sarmiento: Anuario Galego de Historia
da Educación. Vigo. 1 (1997), p. 215-229.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino Primário; Ourense; 1904; Inspector; Salvador de Juan y Ponsoda
COSTA RICO, Antón ­ Historiografía Educativa Brasileña. Separata de Historia de la Educación: Revista interuniversitaria. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca. N.os 22-23 (2003-2004), p.
519-528.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Brasil; Historiografia
COSTA RICO, Antón ­ Menos mal que nos queda Portugal! Imaxinario colectivo, democracia e
entorno cultural desde o territorio da educación (1970-1990). "A mirada do outro": Para unha
Historia da Educación na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeirojunho 2003), p. 309-311.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Pedagogia; Transição democrática
COTELO GUERRA, M.ª Dolores ­ Apuntes para unha historia da educación de xordomudos en
España. Sarmiento: Anuario Galego de Historia da Educación. Vigo. 1 (1997), p. 145-168.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino Especial; Ensino de Surdos-Mudos; Espanha
CRUZ, António ­ Nota sobre a reforma pombalina da instrução pública. Separata da Revista da Faculdade de Letras: História. Porto: FLUP, 1972. Vol. II, 1971, 64-I p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino público; Marquês Pombal; Política pombalina
CRUZ, Domingos da ­ O ensino técnico e profissional. Revista de Educação Geral e Técnica. Lisboa.
Série 10, 1-2 (1934-35), p. 81-94.

301

Assunto/Palavras-chave: Ensino Técnico e Profissional
CRUZEIRO, Maria Eduarda ­ A reforma pombalina na história da Universidade. Análise Social. III
Série, vol. XXIV, n.º 100 (1988), p. 165-210.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Universidade; Reforma Pombalina
DEUS, João de ­ Cartilha Maternal ou Arte de Leitura (1876). Expresso ­ suplemento da edição n.º
1210 (6 janeiro 1996).
Assunto/Palavras-chave: João de Deus; Pedagogia; Ensino; Educação; Leitura
DÓRIA, A. Álvaro ­ O Prof. Raúl Dória e a sua Escola. Separata da Revista de Contabilidade e Comércio.
Porto: [s.n.], 1968. 29 p.
Assunto/Palavras-chave: Raúl Dória
DUBOIS, Patrick ­ Le Dictionnaire de F. Buisson et ses auteurs (1878-1887). Revista Histoire de
l'Éducation. N.º 85 (janeiro 2000), p. 25-47.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação
DUPUIS, Marc ­ Le bilan du siècle. Revista Le Monde de L'Éducation. Paris. N.º 283 (Julliet 2000), p.
18-79.
Assunto/Palavras-chave: História da educação; Massificação; Democratização;

Pedagogia;

maio 1968; Formação de professores; Novas tecnologias; Violências; Sucesso escolar
FARINHA, Luís ­ Agostinho da Silva: A suprema alegria. Revista História. Lisboa. Ano XXVIII (III
série), n.º 85 (março/abril 2006), p. 20-21.
Assunto/Palavras-chave: Agostinho da Silva; Pedagogo; História da Educação; Filosofia; Pedagogia
FEITOSA, Aécio ­ Estratégias do Discurso dos Jesuítas junto aos indígenas brasileiros. Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. Ano XXI (1987), p. 69-76.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Estratégias Pedagógicas; Jesuítas; Indígenas; Brasil
FERNANDES, J. Marques (1985) ­ Da necessidade de pensar a técnica. In VAZ, Carlos Nuno Salgado, dir. ­ Técnica e Humanismo: Revista comemorativa do 1.º Centenário da Escola Secundária Carlos
Amarante 1885-1985. Braga: Escola Secundária de Carlos Amarante, p. 183-193.

302

Assunto/Palavras-chave: Técnica
FERNANDES, Rogério ­ A História da educação e o saber histórico. O Estudo da História. Lisboa.
III Série, 3 (1998), p. 51-68.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Saber Histórico
FERNANDES, Rogério ­ Génese e consolidação do sistema educativo nacional (1820-1910). Revista
de Educação. Lisboa. Vol. VII, n.º 1 (1998), p. 35-48.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Sistema Educativo Nacional; Século XIX
FERNANDES, Rogério ­ Nascimento da educação de adultos em Portugal, século XVII ­ século
XVIII. O Instituto. p. 44-77.
Assunto/Palavras-chave: Educação de Adultos; Século XVII; Século XVIII
FERNANDES, Rogério ­ Notas sobre o ensino dos índios entre 1760 e 1770. Revista de Educação.
Lisboa. Vol. V, n.º 2 (1996), p. 33-39.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino dos Índios; Século XVIII
FERNÁNDEZ SORIA, Juan Manuel ­ Miradas desde la España franquista a la cultura y la educación del Estado Novo portugués. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península
Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 123-169.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Franquismo; Estado Novo
FERNÁNDEZ SORIA, Juan Manuel; AGULLO DÍAZ, M.ª del Carmen ­ La depuración franquista
del magisterio primario. Historia de la Educación. Salamanca. 16 (1997), p. 315-350.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino Primário; Professores; Espanha; General
Franco
FERNÁNDEZ, I. et al. ­ La transmisión de contenidos nacionalistas en el contexto familiar (País
Vasco 1940-1970). Historia de la Educación. Salamanca. 16 (1997), p. 363-372.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Propaganda Nacionalista; Família; País Basco;
Espanha

303

FERREIRA, António Gomes; BRITO, Ana Maria Parracho ­ A inevitável Espanha em narrativas de
textos escolares no tempo do Estado Novo. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación
na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 211-229.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Estado
Novo; Texto Escolar; Manual; Pedagogia; Nacionalismo
FERREIRA, Fátima Moura ­ A arte de conservar. Os cenários de reconfiguração do campo do ensino superior como reforço institucional da ordem académica (1834-1911). Revista de História das
Ideias. Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Instituto de História e Teoria das Ideias. Vol. 23 (2002), p. 471-543.
Assunto/Palavras-chave: História das Ideias; Cultura; Filosofia; História; História Contemporânea; Ensino Superior; Escola; Universidade; Liberalismo; República
FERREIRA, Jaime ­ Nos 30 anos da FEUC. Notas Económicas: Revista da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. N.º 17 (junho 2003), p. 111-126.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Superior; Faculdade de Economia da
Universidade de Coimbra
FERREIRA, Rui M. Viseu ­ Notas sobre os primeiros 100 anos do ensino da economia na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Revista de História Económica e Social. Lisboa. 18
(1986), p. 91-117.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Ensino da Economia; Faculdade de Direito;
Universidade de Coimbra
FIGUEIREDO, J. A. ­ A escola de hoje e o ensino técnico e profissional: Breves reflexões sobre o
nosso sistema de ensino. In VAZ, Carlos Nuno Salgado, dir. ­ Técnica e Humanismo: Revista comemorativa do 1.º Centenário da Escola Secundária Carlos Amarante 1885-1985. Braga: Escola Secundária de Carlos Amarante, p. 170-178.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino técnico
FLECHA GARCÍA, Consuelo ­ La vida de las maestras en España. Historia de la Educación. Salamanca. 16 (1997), p. 199-222.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Professoras; Vida; Espanha; Século XX

304

FOLHAMIE: folha informativa bimestral da RIHMIE ­ Rede de Investigadores em História e Museologia da
Infância e Educação. N.º 1 (2001) ­ n.º 7 (2004).
Assunto/Palavras-chave: História e Museologia da Infância e Educação; Museu
FRAGA VÁZQUEZ, Xosé A. ­ Os libros de texto de Ciencias Naturais (Historia Natural e Fisioloxia) utilizados en educación secundaria na segunda metade do século XIX en Galicia. Sarmiento: Anuario Galego de Historia da Educación. Vigo. 1 (1997), p. 127-144.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Livros de Texto; Ciências Naturais; História Natural; Fisiologia; Ensino Secundário; Galiza; Século XIX
FRÓIS, João Pedro ­ Anicet Fusillier, um percursor da educação especial em Portugal. Revista de Educação. Lisboa. Vol. VI, n.º 2 (1997), p. 107-113.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Especial; Portugal; Anicet Fusillier
GABRIEL, Narciso de et al. ­ O proceso de alfabetización en Galicia (1860-1991). Sarmiento: Anuario
Galego de Historia da Educación. Vigo. 1 (1997), p. 11-40.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Alfabetização; Galiza; Século XIX; Século XX
GABRIEL, Narciso de; IGLESIAS SALVADO, José Luís ­ Guías e libros do mestre en España
(1850-1936). Sarmiento: Anuario Galego de Historia da Educación. Vigo. 1 (1997), p. 111-125.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Guia do Professor; Livro do Professor; Espanha;
Século XIX; Século XX
GAILLARD, Jean-Michel ­ Architecture: 1) Le temps des "palais scolaires". Revista Le Monde de
L´Éducation. Paris. N.º 284 (Septembre 2000), p. 78-79.
Assunto/Palavras-chave: Arquitetura escolar; História da educação
GAILLARD, Jean- Michel ­ Architecture: 2) Des lycées pour l´élite de la République. Revista Le
Monde de L´Éducation. Paris. 285 (Octobre 2000), p. 78-79.
Assunto/Palavras-chave: Arquitetura Escolar; História da Educação
GAILLARD, Jean-Michel ­ Architecture: 3) Palais universitaires pour "éducation princière". Revista
Le Monde de L´Éducation. Paris. N.º 286 (Novembre 2000), p. 78-79.
Assunto/Palavras-chave: Arquitetura escolar; História da Educação

305

GARCÍA CRESPO, Clementina ­ Sobre la reforma del "College" en Francia. Historia de la Educación.
Salamanca. 16 (1997), p. 387-393.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; França; reforma; Collége
GARCIA, Manuela ­ Museus: Na escola das ardósias e da palmatória. Revista História. Ano XXVI (III
série), n.º 71 (novembro 2004), p. 62-65.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação e Infância; Portugal; Museu Escolar de Marrazes; Leiria; Museologia; Património escolar; Escola Primária ­ finais do século XIX ao Estado
Novo
GARRIDO, Álvaro ­ O movimento estudantil na abertura dos anos 60. A primavera coimbrã de
1962. O Ensino da História: Boletim da Associação de Professores de História. Lisboa. III Série, n.º 15
(outubro 1999), p. 39-41.
Assunto/Palavras-chave: Ensino da História; Movimento estudantil; Anos 60; História Contemporânea; Coimbra; Estudante
GOMES, Joaquim Ferreira ­ As mulheres que frequentaram a Universidade de Coimbra durante a 1.ª
República (1910-1926). Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. Ano XXI (1987), p. 3-67.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Mulher; Universidade de Coimbra
GOMES, Joaquim Ferreira ­ Estudos para a história da educação no século XIX. Revista de Educação.
Lisboa. Vol. VI, n.º 2 (1997), p. 125-126 p.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Século XIX
GOMES, Joaquim Ferreira ­ Pombal e a Reforma da Universidade. Brotéria: Cultura e Informação. Lisboa. Vol. 114, n.os 5-6 (maio-junho 1982), p. 536-552.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino; Universidade; Marquês de Pombal
GRAÇA, João Carlos ­ "Terceiras vias", "escolas intermédias" e "escola portuguesa" no pensamento
económico português da segunda metade de Oitocentos: um questionamento. Revista Ler História, n.º 44 (2003), p. 127-154.
Assunto/Palavras-chave: História Contemporânea; Século XIX; História da Educação; Escola;
Economia

306

GRÁCIO, Sérgio ­ Destinos do ensino técnico em Portugal (1910-1990). Análise Psicológica (1996), 4
(XIV), p. 507-522.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Técnico; História da Educação; História Contemporânea
HERNÁNDEZ DÍAZ, José María ­ Imágenes escolares de Portugal en la España del liberalismo
(1812-1936). Encuentros y distancias. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 53-82.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Liberalismo; Pedagogia
HOMEM, Armando Luís de Carvalho ­ A História que nos fez e a História que se faz: Da primeira à
segunda fase da Faculdade de Letras do Porto. Revista de História. Porto. Vol. XI (1991), p. 227240.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino Superior; Faculdade de Letras da Universidade do
Porto
LABOR: revista mensal de educação e ensino e extensão cultural. Dir. José Tavares e Álvaro Sampaio. Aveiro.
2.ª série. 11: 75 (outubro 1936).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino Secundário
LEITE, António ­ A ideologia pombalina: Despotismo esclarecido e regalismo. Brotéria: Cultura e
Informação. Lisboa. Vol. 114, n.os 5-6 (maio-junho 1982), p. 487-514.
Assunto/Palavras-chave: História; Marquês de Pombal; Política pombalina
LEITE, António ­ Pombal e o ensino secundário. Brotéria: Cultura e Informação. Lisboa. Vol. 114, n.os
5-6 (maio-junho 1982), p. 590-606.
Assunto/Palavras-chave: História; Ensino secundário; Marquês de Pombal
MAGALHÃES, Justino ­ Espanha e Portugal no quadro democrático: entre a bilateralidade política
e a ofensiva económica. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica:
Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 247-264.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Pedagogia

307

MAGALHÃES, Justino ­ A instrução pública em Trás-os-Montes nos finais de Setecentos: Uma
projeção do modelo escolar pombalino. Revista de Educação. Lisboa. Vol. III, n.º 2 (1993), p. 8391.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Instrução Pública; Trás-os-Montes; Século
XVIII; Marquês de Pombal
MARCHAND, Philippe ­ Sur l'histoire de l'enseignement de l'histoire. Questions de méthode. Revista Histoire de l'Éducation. N.º 93 (janeiro2002), p. 37-58.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Ensino da História
MARTINS, Ernesto Candeias ­ A Educação popular e a literatura infantil na 1.ª República. Separata
de Educare-Educere. Castelo Branco: Escola Superior de Educação. Ano VIII, n.º 13 (dezembro
2002).
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Educação Popular; Literatura Infantil; História
Contemporânea; Séculos XIX e XX; Monarquia; 1.ª República
NÓVOA, António ­ A República e a escola: das intenções generosas ao desengano das realidades.
Revista Portuguesa de Educação. Braga. Vol. 1, n.º 3 (1988), p. 29-60.
Assunto/Palavras-chave: República; Escola; Sistema de Ensino
OTERO URTAZA, Eugenio ­ Bernardino Machado e Francisco Giner de los Rios entre 1886 e
1910. Amistad, iberismo e espíritu de reforma educativa. "A mirada do outro": Para unha Historia
da Educación na Península Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003),
p. 107-120.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Iberismo; Pedagogia; Reforma Educativa; Bernardino Machado; Francisco Giner
SÁ, Victor de ­ Notas sobre o ensino da História na 1.ª Faculdade de Letras do Porto. Separata da
Revista da Faculdade de Letras. Porto. II Série, vol. III (1986), p. 199-209.
Assunto/Palavras-chave: Ensino; História; Faculdade de Letras do Porto
TIANA FERRER, Alejandro ­ Espanha y Portugal durante la transicíon democrática: los inicios de
un nuevo intercambio educativo. "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península
Ibérica: Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 287-308.

308

Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Pedagogia; Transição democrática; 25 de abril; CEE
VILANOU, Conrad ­ Y al Oeste, Portugal: geopolítica y discurso pedagógico en la España nacionalsindicalista (1936-1940). "A mirada do outro": Para unha Historia da Educación na Península Ibérica:
Revista de Pensamento do Eixo Atlântico, n.º 4 (janeiro-junho 2003), p. 171-184.
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Península Ibérica; Espanha; Portugal; Franquismo; Estado Novo

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IV. AUDIOVISUAIS E MULTIMÉDIA

A PROPÓSITO de Agostinho da Silva: Centenário do Nascimento de Agostinho da Silva. [Lisboa]: Público,
2006. Coleção de 5 DVD.
Vol. 1 - 3 "conversas vadias" com Maria Elisa, Adelino Gomes e Joaquim Letria + entrevistas
com Caetano Veloso e Gilberto Gil
Vol. 2 - 3 "conversas vadias" com Isabel Barreno, Baptista-Bastos e Alice Cruz + entrevistas
com Mestre Lagoa Henriques e Mário Soares
Vol. 3 - 3 "conversas vadias" com Cáceres Monteiro, Fernando Alves e Vasco Ramalho + entrevistas com Manoel de Oliveira e Roberto Pinho
Vol. 4 - 4 "conversas vadias" com Herman José, Miguel Esteves Cardoso, Manuel António Pina e Joaquim Vieira + entrevistas com Antropólogo Pedro Agostinho (filho de Agostinho da
Silva)
Vol. 5 - Documentário "Agostinho da Silva - Um Pensamento Vivo", de João Rodrigo Matos
+ Extras: Fotos, Making Of, Cartaz
Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Agostinho da Silva; Ensino; Pedagogia; Filosofia; Entrevista; Documentário; Maria Elisa; Adelino Gomes; Joaquim Letria; Caetano Veloso;
Gilberto Gil; Isabel Barreno; Baptista-Bastos; Alice Cruz; Mestre Lagoa Henriques; Mário Soares; Cáceres Monteiro; Fernando Alves; Vasco Ramalho; Manoel de Oliveira; Roberto Pinho;
Herman José; Miguel Esteves Cardoso; Manuel António Pina; Joaquim Vieira; Antropólogo
Pedro Agostinho
CENTENÁRIO da Escola Secundária Soares dos Reis. 1 vídeo: col.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Escola Secundária Soares dos Reis; História da
Educação
ENSINO Liceal e Técnico. Depoimentos de Mestre Garcia Alves (Escola Infante Dom Henrique) e Dr.ª Daisy
(Liceu Carolina Michaelis). Porto: II Curso de Verão do Instituto de História Contemporânea
(FLUP), 2001 (14 setembro). 1 cassete de vídeo.
Assunto/Palavras-chave: Ensino Liceal; Ensino Técnico; Escola Infante Dom Henrique; Liceu
Carolina Michaelis
ESCOLA Secundária Dr. Manuel Laranjeira - 30 Anos. Apresentação multimédia. 1 CD-ROM.

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Assunto/Palavras-chave: História da Educação; Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira; Espinho
EXPOSIÇÃO "O passado da escola, o futuro do ensino", março/abril de 1990. 1 vídeo: col.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Exposição
GOMES, José Ferreira, coord. (2003) ­ Refletir Bolonha: Reformar o Ensino Superior. Um arquivo documental sobre a construção do Espaço Europeu de Ensino Superior. Universidade do Porto. 1 DVD e respetivo guião (59 p.).
Assunto/Palavras-chave: Ensino Superior; Universidade do Porto; Reforma
HISTÓRIA da Telescola. Vila Nova de Gaia: Ministério da Educação/Departamento de Educação
Básica/Estrutura de Projeto do Ensino Básico Mediatizado, [s.d.]. 1 vídeo: col.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Telescola
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Departamento de Educação Básica. Estrutura de Projeto do Ensino Básico
Mediatizado ­ Telescola: uma escola com história: parte 1, parte 2. Vila Nova de Gaia: Ministério da
Educação/Departamento de Educação Básica/Estrutura de Projeto do Ensino Básico Mediatizado, [s.d.]. 1 cassete vídeo.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Telescola.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Departamento de Educação Básica. Estrutura de Projeto do Ensino Básico
Mediatizado ­ Da telescola ao EBM. Vila Nova de Gaia: Ministério da Educação/Departamento
de Educação Básica/Estrutura de Projeto do Ensino Básico Mediatizado, [s.d.]. 1 cassete vídeo.
Assunto/Palavras-chave: História do Ensino; Telescola; EBM
REPERTORIO BIBLIO-HEMEROGRÁFICO DA EDUCACIÓN EN GALICIA 1715-1970. Xunta de Galicia/Museo Pedagóxico de Galicia, 2001. 1 CD-ROM.
Assunto/Palavras-chave: Educação; Ensino; História da Educação; Bibliografia; Galiza; Século
XVIII; Século XIX; Século XX

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5.CONCLUSÃO
" (...) Em matéria de educação, o estudo do passado pode visar a descrição, a legitimação
histórica e manutenção do status quo, como pode constituir o ponto de partida para a inovação do conhecimento científico e dos métodos e processos de ensino (...). A abordagem
historiográfica revela-se das mais fecundas quando se intenta a explicação da complexidade
educacional (...) e constitui um saber-fazer investigativo e discursivo que se ajusta à complexidade da acção e da racionalidade educativas, designadamente: a) recolha, tratamento diferenciado e crítico de diversos tipos de informação; b) análise interna e externa das fontes e
dos agentes de informação; c) estabelecimento dos diferentes tipos de ação ­ o tempo longo,
o tempo médio, o tempo curto da ação, o tempo do homem; d) estabelecimento dos contextos e dos sentidos; e) construção dos sujeitos e dos individuais, grupais, societários ­ suas
representações e formas de apropriação; f) estabelecimento da permanência e da mudança,
nos planos externos e internos das ações e dos sujeitos; g) comparação, relativização, construção de identidades; h) articulação presente, passado e futuro, pela (re)construção de presentes-passado (...)."
MAGALHÃES, Justino [org.] (1998). Fazer e Ensinar História da Educação. Braga: CEEP/IEP
­ Universidade do Minho, pp. 14-16.
Sendo ambiciosos os propósitos mas humildes os recursos, não podemos deixar de começar
a percorrer um caminho, liderando um processo que dependerá sempre dos acompanhantes
e do grau de motivação para o percurso. Nas nossas mãos está o empenhamento, a disponibilidade, a humildade construtiva, a atenção às desmotivações, a experiência dos sucessos e
dos fracassos, a vontade de angariar adeptos para uma causa comum ­ a construção de pensamento científico na área da História da Educação. Fora do nosso controle estão os disponíveis para esta viagem, os recursos, o empenhamento de cada um, a seriedade dos investimentos e o nível dos resultados. Acreditamos que entre o que temos para partilhar e o que
vamos receber se possam encurtar as distâncias através de uma empatia na relação pedagógica. Se como dizia Steiner, "a relação professor-aluno é uma alegoria do amor desinteressado"
, estamos conscientes que a intensidade dessa relação dependerá muito da forma positiva
como encararmos as dificuldades e da forma moderada como encararmos os sucessos ...
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que são sempre provisórios e pouco mais, na construção científica, do que um simples degrau.
Daí o sentido de um "Pensamento" final:
"De tudo ficam três coisas:
A certeza de que estamos sempre começando...
A certeza de que precisamos continuar...
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...
Portanto, devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo....
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro..."

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