Universidade de São Paulo
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História
Curso: História do Brasil Colonial I (FLH ­ 241)
Professor: Carlos de Almeida Prado Bacellar
Turno: diurno e noturno
1º semestre de 2017

Brasil, séculos XVI e XVII: uma sociedade nos trópicos
Programa e leituras obrigatórias
1
2
3

4

5

6

7

8
9
10

11

12

13
14

15

Apresentação do curso
Portugal e expansão ultramarina
Boxer, Charles R. "O ouro da Guiné e Preste João (1415-99)". In: Boxer, Charles R. O império marítimo
português, 1415-1825. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, pp. 31-53.
Ensaios de colonização: das feitorias ao governo geral
Saldanha, António Vasconcelos de. "A criação das capitanias". In: Saldanha, António Vasconcelos de. As
capitanias do Brasil: antecedentes, desenvolvimento e extinção de um fenômeno atlântico. Lisboa, CNCDP,
2001, pp. 95-105.
A grande lavoura açucareira no mundo atlântico
Schwartz, Stuart. "O comércio de açúcar na Bahia até 1750". In: Schwartz, Stuart, Segredos Internos.
Engenhos escravos na sociedade colonial, São Paulo, Companhia das Letras, 1988, p. 144-176.
Ferlini, Vera. "Senhores e lavradores". In: Ferlini, Vera. Terra, trabalho e poder. Bauru: Edusc, 2003, pp.
287-344.
Índios e africanos em uma sociedade escravista
Alencastro, Luiz Felipe de. "Índios, os escravos da terra". In: Alencastro, Luiz Felipe de, O Trato dos
Viventes. Formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo, Companhia das Letras, 2000, p. 117-154.
Novais, Fernando A. "A crise do Antigo Sistema Colonial: 1. Estrutura e dinâmica do sistema". In: Novais,
Fernando A. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808). 7ª ed. São Paulo: Hucitec,
2001, pp. 57-106.
A União Ibérica e o Brasil holandês
Boxer, Charles R. "A luta global com os holandeses (1600-1663)". In: Boxer, Charles. O império marítimo
português, 1415-1825. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 120-140.
Mello, Evaldo Cabral de. "Por que o Brasil? Por que o Nordeste ?". In: Mello, Evaldo Cabral de (org.), O
Brasil Holandês (1630-1654). São Paulo, Penguin Classics, 2010, pp. 29-52.
A "grande passagem": o tráfico atlântico de escravos
Florentino, Manolo Garcia. "Da demanda e oferta: dimensões e dinâmica interna, 2. A África pré-colonial e
os historiadores". In: Florentino, Manolo G. Em costas negras: uma história do tráfico atlântico de escravos
entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995, pp. 76-116.
Avaliação intermediária ­ prova escrita.
A economia de abastecimento interno e as "periferias" da colonização
Monteiro, John Manuel. "O celeiro do Brasil". In: Monteiro, John Manuel. Negros da terra: índios e
bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994, pp. 99-128.
A colonização espiritual: catequese e missão no Império
Gadelha, Regina Maria. "Os jesuítas no Itatim, cap. 1, As reduções jesuíticas do Itatim, e cap. 2, Economia
e organização das reduções do Itatim". In: Gadelha, Regina M. As missões jesuíticas do Itatim: estruturas
sócio-econômicas do Paraguai colonial, séculos XVI e XVII. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, pp. 235-285.
A exploração dos sertões e o bandeirantismo paulista
Souza, Laura de Mello e. "Formas provisórias de existência: a vida cotidiana nos caminhos, nas fronteiras e
nas fortificações". In: Souza, Laura de Mello e (org.). História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida
privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, pp. 41-81.
A administração colonial e o poder local
Souza, Laura de Mello e. "Política e administração colonial: problemas e perspectivas". In: Souza, Laura de
Mello e. O Sol e a Sombra. Política e administração na América Portuguesa do século XVIII. São Paulo:
Companhia das Letras, 2006, p. 27-77.
A competição antilhana e a crise da segunda metade do século XVII
Hanson, Carl. "Recessão e recuperação nas colonias (I parte)". In: Hanson, Carl. Economia e sociedade no
Portugal Barroco, 1668-1703. Lisboa: Dom Quixote, 1986, pág. 229-260.
A colonização da época moderna: o debate historiográfico
Fragoso, João, e Florentino, Manolo Garcia. "cap. II, Interpretações". In: Fragoso, João, e Florentino,
Manolo Garcia. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e elite mercantil em uma
economia colonial tardia, Rio de Janeiro, c. 1790 ­ c. 1840. 4ª ed. revista e ampliada. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2001, pp. 23-59.
Avaliação final ­ prova escrita

16

Apresentação das provas

Programação dos Seminários de leitura
1
2

3

Apresentação dos Seminários, organização dos grupos: os testemunhos dos cronistas
Escrevendo a história do Brasil.
a. Martius, Carl F. P. Von, "Como de deve escrever a História do Brasil". In: Revista do Instituto
Histórico e Geográfico Brasileiro. Rio de Janeiro, 24:389-411, 1845.
b. Freyre, Gilberto. "Prefácio à 1ª edição". In: Casa Grande e Senzala. Rio de Janeiro: Livraria José
Olympio Editora, 1978, pág. XXI-LII.
Os primeiros contatos com o Brasil.
a. Carta de Pero Vaz de Caminha
b. Carta do Mestre João Farás
c. Relação do Piloto Anônimo

d.

4
5

6

7

8

9

10

11

In: Pereira, Paulo Roberto (org.). Os três únicos testemunhos do descobrimento do Brasil. Rio de
Janeiro: Nova Aguilar, 1999.
Os ensaios de conversão do gentio
a. Primeiras cartas do Brasil, 1551-1555. Tradução, introdução e notas, Sheila Moura Hue. Rio de
Janeiro, Jorge Zahar Ed., 2006. Cartas 1 a 5, pag. 31-85.
A natureza tropical versus o cardápio europeu.
a. "Diálogo Quarto" (pág. 172-214). In: Diálogos das Grandezas do Brasil. Rio de Janeiro: Academia
Brasileira de Letras, 1930.
b. "História da Província de Santa Cruz, cap. V: Das plantas, mantimentos e fruitas que há nesta
Província". In: Gandavo, Pero de Magalhães. Tratado da terra do Brasil; História da Província
Santa Cruz. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1980, pág. 95-101.
c. "X - Das ervas que são fructo e se comem" (pág. 40-42) e "XXV ­ Dos animaes, arvores, ervas,
que vieram de Portugal e se dão no Brasil" (pág. 57-59). In: Cardim, Fernão. Tratados da terra e
gente do Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1980.
O indígena e o europeu ­ I
a. Staden, Hans.
"História verídica e descrição de uma terra de selvagens, nus e cruéis
comedores de seres humanos..." In: Hans Staden: primeiros registros escritos e ilustrados sobre
o Brasil e seus habitantes. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 1999, pág. 53-84.
b. "De como esses bárbaros matam e devoram seus prisioneiros de guerra". In: Thevet, André. As
singularidades da França Antártica. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1978, pág.
131-133.
c. "Capítulo XV ­ De como os americanos tratam os prisioneiros de guerra e das cerimônias
observadas ao matá-los e devorá-los" In: Léry, Jean de. Viagem à terra do Brasil. Belo Horizonte:
Ed. Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1980, pág. 193-204
O indígena e o europeu ­ II
a. Gandavo, Pero de Magalhães. Tratado da terra do Brasil; História da Província Santa Cruz. Belo
Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1980, pág. 136-141
b. Vasconcelos, Simão de. Notícias curiosas e necessárias das cousas do Brasil. Lisboa, Comissão
Nacional para as comemorações dos descobrimentos portugueses, 2001, pág. 88-114.
Primórdios da organização administrativa.
a. "Regimento de Tomé de Sousa", pág. 121-137.
b. "Carta de Tomé de Sousa" (18/7/1551), pág. 171-175.
c. "Carta de Tomé de Sousa" (01/6/1553), pág. 182-187.
In: Alguns documentos sobre a colonização do Brasil (século XVI). Lisboa: Publicações
Alfa, 1989.
A escravidão colonial.
a. Antonil, André João. "Como se há de haver o senhor do engenho com seus escravos". In: Antonil,
André João. Cultura e opulência do Brasil, 3ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp,
1982, pág. 89-92.
b. Benci SJ, Jorge. Economia cristã dos senhores no governo dos escravos. São Paulo: Editorial
Grijalbo, 1977, pág. 171-213.
A exploração do sertão.
a. "Notícia 1ª prática que dá ao P. Me. Diogo Soares o Alferes José Peixoto da Silva Braga, do que
passou na Primeira Bandeira, que entrou ao descobrimento das Minas do Guayases até sair na
Cidade de Belém do Grão-Pará". In: Taunay, Afonso de E. (dir.). Relatos sertanistas. São Paulo,
Comissão do IV Centenário da Cidade de São Paulo, 1953, pág. 121-137.
b. "Notícias dos primeiros descobridores das primeiras minas de ouro pertencentes a estas Minas
Gerais ­ Pessoas mais assinaladas nestas empresas e dos mais memoráveis casos acontecidos
des dos seus princípios". In: Idem, pág. 21-35.
As fontes e arquivos para a história do Brasil colonial, séculos XVI e XVII: fundos documentais,
instrumentos de pesquisa

Objetivos

2

Analisar as bases da construção da sociedade escravista na América portuguesa.
Discutir criticamente a bibliografia e as fontes documentais selecionadas, desenvolvendo o espírito crítico.

Métodos utilizados
Aulas expositivas, desenvolvidas pelo professor
Seminários de leitura de textos de cronistas, previamente preparados pelos alunos em conjunto com o professor. Cada
aluno deverá se inscrever em um seminário, cujas datas serão definidas em sala de aula. Haverá um limite de vagas para
inscrição nos seminários. Os alunos deverão obrigatoriamente apresentar oralmente, em sala, suas considerações sobre os
textos lidos, bem como entregar relatório escrito sobre todos os textos do seminário para o qual se inscreveu.

Critérios de avaliação
Avaliação intermediária (peso 4/10)
Prova escrita (peso 4/10).
Participação no seminário e relatório do mesmo (peso 2/10).

Normas de recuperação
Prova escrita.

Bibliografia.
ABREU, J. Capistrano de. Capítulos de História
Colonial. São Paulo: Itatiaia-Edusp, 1988.
ABREU, J. Capistrano. O Descobrimento do Brasil.
Rio de Janeiro, Sociedade Capistrano de
Abreu/Annuario do Brasil, 1929.
ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O Trato dos Viventes.
Formação do Brasil no Atlântico Sul, séculos
XVI e XVII. São Paulo: Companhia das Letras,
2000.
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses
indígenas: identidade e cultura nas aldeias
coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2003.
ARANHA, Graça (org.). Fiscais e Meirinhos. A
Administração no Brasil Colonial. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira/Arquivo Nacional,
1985.
BETHELL, Leslie Bethell (org.). História da América
Latina, vols.1 e 2: América Latina Colonial.
São Paulo: Edusp/Funag, 1997-1999.
BETHENCOURT, Francisco, e CHAUDHURI, Kirti
(dir.). História da Expansão Portuguesa, vols. 1
e 2. Lisboa: Círculo de Leitores, 1998.
BICALHO, Maria Fernanda. A cidade e o Império: o
Rio de Janeiro na dinâmica colonial
portuguesa, séculos XVII e XVIII. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
BICALHO, Maria Fernanda, e Ferlina, Vera L. A.
(orgs.). Modos de Governar. Idéias e práticas
políticas no Império Português. São Paulo:
Alameda, 2005.
BLAJ, Ilana. A trama das tensões: o processo de
mercantilização de São Paulo colonial, 16811721. São Paulo: Humanitas, 2002.
BORREGO, Maria Aparecida D. M. A teia mercantil:
Negócios e poderes em São Paulo colonial
(1711-1765). São Paulo: Alameda, 2010.
BOXER, Charles R. Salvador de Sá e a luta pelo
Brasil e Angola, 1602-1686. São Paulo: Cia Ed
Nacional, 1973.

BOXER, Charles R. Os holandeses no Brasil, 16241654. Recife: Companhia Editora de
Pernambuco ­ CEPE, 2004.
BOXER, Charles R. O império marítimo português,
1415-1825.
São Paulo: Companhia das
Letras, 2002.
CASTELNAU-L'ESTOILE, Charlotte de. Operários de
uma vinha estéril : os jesuítas e a conversão
dos índios no Brasil, 1580-1620. Bauru, SP:
Edusc, 2006.
CHAMBOULEYRON, Rafael. Povoamento, ocupação
e agricultura na Amazônia colonial (16401706). Belém: Ed. Açaí, 2010.
CINTRA, Jorge P. Reconstruindo o Mapa das
Capitanias Hereditárias. Anais do Museu
Paulista, v. 21, n. 2, p. 11-45, jul.-dez. 2013.
COUTO, Jorge. A construção do Brasil. Ameríndios,
portugueses e africanos, do início do
povoamento a finais de Quinhentos. Lisboa,
Edições Cosmos, 1998.
CUNHA, Manuela Carneiro da (ed.). História dos
Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das
Letras, 1992.
DAHER, Andrea. O Brasil francês: as singularidades
da França Equinocial, 1612-1615. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2007;
FAORO, Raymundo. Os donos do poder. Formação do
patronato político brasileiro. Rio de Janeiro:
Globo, 1989.
FARIA, Sheila de Castro. A colônia em movimento:
fortuna e família no cotidiano colonial. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
FEITLER, B.; SOUZA, E. S. (eds.) A Igreja no Brasil:
normas e práticas durante a vigência das
Constituições Primeiras do Arcebispado da
Bahia. São Paulo: Editora Unifesp, 2011.
FERLINI, Vera L. A. Terra, Trabalho e Poder. O mundo
dos engenhos no Nordeste colonial. Bauru,
SP: Edusc, 2003.
FLORENTINO, Manolo. Em costas negras: uma
história do tráfico de escravos entre a África e

3

o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). Rio de
Janeiro: Arquivo Nacional, 1995.
FLORENTINO, Manolo (org.). Tráfico, cativeiro e
liberdade. Rio de Janeiro, séculos XVII-XIX.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
FRAGOSO, João; BICALHO, Maria Fernanda, e
GOUVÊA, Maria de Fátima (orgs.) O Antigo
Regime nos Trópicos. A dinâmica imperial
portuguesa (séculos XVI-XVIII). Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
FRAGOSO, João.; GOUVÊA, Maria de Fátima (eds.)
Na trama das redes: política e negócios no
Império português, séculos XVI-XVIII. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. 19ª ed.,
Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora,
1978.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil.
São Paulo: Companhia Editora Nacional,
1974.
GODINHO, Vitorino Magalhães. Os Descobrimentos e
a Economia Mundial. Lisboa: Presença, 19811983, 4 vols.
GOMES, Flávio (ed.) Mocambos de Palmares:
histórias e fontes (séc. XVI-XIX). Rio de
Janeiro: 7Letras, 2010.
GORENDER, Jacob. O escravismo colonial. São
Paulo: Ática, 1988
HANSON, Carl A. Economia e sociedade no Portugal
barroco, 1668-1703. Lisboa: Publicações Dom
Quixote, 1986.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O extremo oeste. São
Paulo: Brasiliense/Secretaria de Estado da
Cultura, 1986.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio
de Janeiro: José Olympio, 1989.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Visão do Paraíso.
São Paulo: Brasiliense, 1992.
HOLANDA, Sérgio Buarque de (org.). História Geral
da Civilização Brasileira. t.1. A Época Colonial.
São Paulo: Difel, 1960, 2v.
HOORNAERT, Eduardo et. allii. História da Igreja no
Brasil. Ensaio de interpretação a partir do
povo, 3ª ed., Petrópolis: Vozes/Paulinas, 1983,
tomo II, vols. 1 e 2.
KLEIN, Herbert S. A escravidão africana: América
Latina e Caribe. São Paulo: Brasiliense, 1987.
LENK, Wolfgang. Guerra e pacto colonial. A Bahia
contra o Brasil Holandês (1624-1654). São
Paulo: Alameda, 2013.
LINHARES, Maria Yedda Leite, e SILVA, Francisco
Carlos Teixeira da. História da Agricultura
Brasileira: combates e controvérsias. São
Paulo: Brasiliense, 1980.
MARQUESE, Rafael de Bivar. Administração &
escravidão: idéias sobre a gestão da
agricultura escravista brasileira. São Paulo:
Hucitec, 1999.
MARQUESE, Rafael de Bivar. Feitores do corpo,
missionários da mente. Senhores, letrados e o
controle dos escravos nas Américas, 16601860. São Paulo: Companhia das Letras,
2004.
MELLO, Evaldo Cabral de (ed.) O Brasil holandês
(1630-1654). São Paulo: Penguin Classics,
2010.
MELLO, Evaldo Cabral de. A Fronda dos Mazombos:
nobres contra mascates ­ Pernambuco, 16661715. São Paulo: Companhia das Letras,
1996.

MELLO, Evaldo Cabral de. Olinda Restaurada. Guerra
e Açúcar no Nordeste, 1630-1654. Rio de
Janeiro: Forense Universitária-Edusp, 1975.
MELLO, Evaldo Cabral de. O Negócio do Brasil.
Portugal, os Países Baixos e o Nordeste,
1641-1669. Rio de Janeiro: Topbooks, 1998.
MELLO, Evaldo Cabral de. Um imenso Portugal:
história e historiografia. São Paulo: Editora 34,
2002.
MENARD, Russel, e SCHWARTZ, Stuart B., "Por que
a escravidão africana? A transição da força de
trabalho no Brasil, no México e na Carolina do
Sul". In: SZMRECSÁNYI, Tamás (org.).
História Econômica do Período Colonial. São
Paulo: Hucitec, 1996, pág. 3-19.
METCALF, Alida C. Go-betweens and the colonization
of Brazil, 1500-1600. Austin: University of
Texas Press, 2005.
MONTEIRO, John M. Negros da terra. Índios e
bandeirantes nas origens de São Paulo. São
Paulo: Companhia das Letras, 1994.
MONTEIRO, Rodrigo Bentes. O rei no espelho: a
monarquia portuguesa e a colonização da
América, 1640-1720. São Paulo: Hucitec;
Fapesp, 2002.
NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na crise do
Antigo Sistema Colonial (1777-1808). São
Paulo: Hucitec, 1979.
PRADO
Jr.,
Caio.
Formação
do
Brasil
Contemporâneo. 16ª ed., São Paulo:
Brasiliense, 1979.
PRADO, Fabrício. Colônia do Sacramento: o extremo
sul da América portuguesa no século XVIII.
Porto Alegre: F. P. Prado, 2002.
PUNTONI, Pedro. "A arte da guerra no Brasil:
tecnologia e estratégias militares na expansão
da fronteira da América Portuguesa (15501700)". In: Castro, Celso et allii (orgs.) Nova
história militar brasileira. Rio de Janeiro:
Editora FGV, 2004, p. 43-66.
PUNTONI, Pedro. A guerra dos bárbaros. Povos
indígenas e a colonização do sertão nordeste
do Brasil, 1650-1720.
São Paulo,
Hucitec/Edusp/Fapesp, 2002.
PUNTONI, Pedro. A mísera sorte: a escravidão
africana no Brasil holandês e as guerras do
tráfico no Atlântico sul, 1621-1648. São Paulo:
Hucitec, 1999.
REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos (org.).
Liberdade por um fio. História dos Quilombos
no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras,
1996.
RUSSELL-WOOD, A. J. R. Um mundo em
movimento. Os portugueses na África, Ásia e
América (1415-1808). Lisboa, Difel, 1998.
SALDANHA, António Vasconcelos de. As capitanias
do Brasil. Antecedentes, desenvolvimento e
extinção de um fenômeno atlântico. Lisboa,
Comissão Nacional para as Comemorações
dos Descobrimentos Portugueses, 2001.
SALGADO, Graça (coord.). Fiscais e meirinhos: a
administração no Brasil colonial. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá de. Na encruzilhada
do império: hierarquias sociais e conjunturas
econômicas no Rio de Janeiro (c.1650-1750).
Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2003.
SCHWARTZ, Stuart B. e MYRUP, Erik L. (orgs.) O
Brasil no Império Marítimo Português. Bauru,
SP: Edusc, 2009.

4

SCHWARTZ, Stuart B. Burocracia e Sociedade no
Brasil Colonial. A Suprema Corte da Bahia e
seus Juízes, 1609-1751. São
Paulo:
Perspectiva, 1979.
SCHWARTZ, Stuart B. Segredos internos. Engenhos e
escravos na sociedade colonial, 1550-1835.
São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
SCHWARTZ, Stuart B. Escravos, Roceiros e
Rebeldes. Bauru: Edusc, 2001.
SCHWARTZ, Stuart B., e PÉCORA, Alcir (orgs.). As
excelências do governador. O panegírico
fúnebre a D. Afonso Furtado, de Juan Lopes
Sierra (Bahia, 1676). São Paulo: Companhia
das Letras, 2002.
SOUZA, Laura de Mello e. O Diabo e a Terra de Santa
Cruz. Feitiçaria e Religiosidade Popular no
Brasil Colonial. São Paulo: Companhia das
Letras, 1989.
SOUZA, Laura de Mello e, FURTADO, Junia F. e
BICALHO, Maria Fernanda (orgs.) O governo
dos povos. São Paulo: Alameda, 2009.
SOUZA, Laura de Mello e (ed.). História da Vida no
Brasil, vol. 1, Cotidiano e vida privada na

América portuguesa. São Paulo: Companhia
das Letras, 1997.
SOUZA, Laura de Mello e. O inferno atlântico:
demonologia e colonização, séculos XVI-XVIII.
São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
SOUZA, Laura de Mello e. O Sol e a Sombra. Política
e administração na América Portuguesa do
século XVIII. São Paulo: Companhia das
Letras, 2006.
TENGARRINHA, José (org.). História de Portugal,
2ª.ed. Bauru: Edusc/Unesp, 2001.
VAINFAS, Ronaldo (dir). Dicionário do Brasil Colonial
(1500-1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
VAINFAS, Ronaldo. Ideologia e escravidão. Os
letrados e a sociedade escravista no Brasil
colonial. Petrópolis: Vozes, 1986.
VAINFAS, Ronaldo, e MONTEIRO, Rodrigo Bentes.
Império de várias faces. Relações de poder no
mundo ibérico da Época Moderna. São Paulo:
Alameda, 2009.
VERGER, Pierre. Fluxo e refluxo do tráfico de
escravos entre o Golfo de Benin e a Bahia de
Todos os Santos, dos séculos XVII a XIX. São

Paulo: Corrupio, 1987.

5