1
Bibliografia de História do Brasil Colonial
Organização: Luiz Carlos Villalta
I: Os indígenas, a expansão marítima e a colonização portuguesa
1. As populações indígenas no território brasileiro
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2. A situação política, social e econômica de Portugal e a expansão marítima nos
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HOLANDA, Sérgio Buarque de & CAMPOS, Pedro Moacir. As etapas dos
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SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 23 ed. Lisboa:
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3. As grandes navegações e o descobrimento do Brasil
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CARVALHO, Filipe Nunes de. A expedição cabralina e a revelação do Brasil à
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MARQUES, A. H. de Oliveira. Breve História de Portugal. 5 ed. Lisboa: Editorial
Presença, 2003, p. 152-248.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 23 ed. Lisboa:
Publicações Europa-América, 2005, p. 152-199.
4. O imaginário europeu, as visões sobre o Novo Mundo e suas gentes
ALMEIDA, A. A. Marques de. Ler o mundo e imaginar o possível. Conhecimento e
representação do mundo no tempo de Tordesilhas. Revista USP, São Paulo (1): 615, mar./ mai. 1989.
AMADO, Janaína & FIGUEIREDO, Luiz Carlos. Da Geografia da Imaginação à
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VILLALTA, Luiz Carlos. Eva, Maria e Madalena: Estereótipos de Mulher no Brasil
Quinhentista. Estudos de História, Franca, 6 (2): p.35-51, 999.
5. Projeto/Processo da incorporação colonial: portugueses, negros e índios, na
perspectiva dos clássicos da historiografia brasileira
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PRADO, Paulo. Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira. 4ª ed. Rio de
Janeiro: Briguiet & Cia., 1931.
II: A colonização portuguesa, o escravismo e as atividades econômicas
1Acumulação primitiva de capital e "Sistema colonial"
CARDOSO, Ciro. As concepções acerca do "Sistema Econômico Mundial" e do
"Antigo Sistema Colonial"; a preocupação obsessiva com a "Extração de
Excedente". In: LAPA, José Roberto do Amaral, org. Modos de produção e
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NOVAIS, Fernando Antônio. A crise do Antigo Sistema Colonial. In: Idem, Portugal
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2O escravismo colonial
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CARDOSO, Ciro Flamarion. Algumas polêmicas teóricas e interpretativas. In: A
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bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994,
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4Atividades agropecuárias voltadas para o abastecimento interno, mercado interno
e "acumulação endógena" ­ PAINEL 5
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FRAGOSO, João Luís. Economia colonial: para além de uma plantation
escravista-exportadora ­ o caso da região sudeste-sul. In: Homens de grossa
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Uma entrevista com Fernando Novais, por Andréa Lisly Gonçalves. LPH-Revista
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5A extração vegetal e animal e as atividades de transformação
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6.O sertanismo, o apresamento de índios e a descoberta das minas
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MONTEIRO, John Manuel. O sertanismo e a criação de uma força de trabalho. In:
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LIBBY, Douglas Cole. Notas sobre a Produção Têxtil Brasileira no Final do Século
XVIII: Novas Evidências de Minas Gerais. Estudos Econômicos, São Paulo, 27
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III: As estruturas sociais e demográficas
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FERNANDES, Florestan. A sociedade escravista no Brasil. In: Circuito fechado.
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GORENDER, Jacob. Categorias heterogêneas ao conceito de escravismo
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2. As tendências e os padrões demográficos
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Abandonadas: assistência à criança de camadas populares no Rio de Janeiro e
em Salvador - Séculos XVIII e XIX. Campinas: Papirus, 1999, p. 41-71.
3. As hierarquias sociais coloniais (PAINEL 9)
ARAÚJO, Emanuel. A sociedade da aparência. In: Teatro dos vícios: transgressão
e transigência na sociedade urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio, 1993,
p. 83-187.
PRADO JR., Caio. Organização social. In: Formação do Brasil Contemporâneo
(Colônia). 14 ed. São Paulo: Brasiliense, 1976, p. 269-297.

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Luso-Brasileiro ­ 1750-1822. Lisboa: Estampa, 1986, p. 215-260.
SOUZA, Laura de Mello. Da utilidade dos vadios. In: Desclassificados do ouro. Rio
de Janeiro: Graal, 1982, p. 51-90.
a)Os estatutos de pureza de sangue
BOXER, Charles. "Pureza de sangue" e "raças infectas". In: O Império Colonial
Português (1415-1825). Lisboa: Edições 70, 1981, p. 242-262.
SARAIVA, Antônio José. A limpeza de sangue. In: Inquisição e Cristãos-Novos. 6
ed. Lisboa: Editorial Estampa, 1994, p. 113-120.
b)Nobreza, mecânicos e escravos
FLEXOR, Maria Helena Ochi. Oficiais mecânicos e a vida cotidiana no Brasil.
Oceanos, Lisboa (42): 70-84, abr. / jun. 2000.
FRAGOSO, João Luís. A formação da economia colonial no Rio de Janeiro e de
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Maria Fernanda; GOUVEA, Maria de Fátima (org.). O Antigo Regime nos Trópicos: a
dinâmica imperial portuguesa (séculos XVI-XVIII). Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2001, p. 29-71.
c)Grupos étnicos e grupos jurídicos
FERNANDES, Neusa. Os cristãos-novos em Minas Gerais. In: A Inquisição em
Minas Gerais no século XVIII. Rio de Janeiro: UERJ, 2000, p. 85-105.
SARAIVA, Antônio José. Como nasceram os cristãos-novos portugueses? In:
Inquisição e Cristãos-Novos. 6 ed. Lisboa: Editorial Estampa, 1994, p. 27-38.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. A Estrutura Social. In: Idem (coord.) O Império
Luso-Brasileiro ­ 1750-1822. Lisboa: Estampa, 1986, p. 215-260.
d)A misoginia e as relações entre os gêneros
ALGRANTI, Leila Mezan. A preservação da honra e da virtude feminina. In
Honradas e devotas: mulheres da colônia. Rio de Janeiro: José Olympio: Brasília:
Edunb, 1993, p. 109-156.
BOXER, Charles. O culto à Maria e a misoginia. In: A Mulher e a Expansão
Ultramarina Ibérica (1415-1815). Lisboa: Livros Horizonte, 1977.
PRIORE, Mary del. A mulher na história da colônia. In: Ao sul do corpo: condição
feminina, maternidade e mentalidades no Brasil colônia. Rio de Janeiro: José
Olympio, 1993, p. 23-32.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Mulheres na Colônia: uma história a ser escrita.
Revista Brasileira da SBPH, Curitiba (18): 3-18, 2000.
e)Os mercadores

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FIGUEIREDO, Luciano R. de A. Comércio feminino e tensão social. In: O avesso
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interiorização da metrópole e do comércio nas Minas Setecentistas. São Paulo:
Hucitec, 1999, p.197-272.
f)Os clérigos
AZZI, Riolando. O clero. In: HOORNAERT, Eduardo; AZZI, Riolando; GRIJP,
Klaus Van Der; GOD, Benno. História da Igreja no Brasil: ensaio de interpretação
a partir do povo. Primeira Época. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1983, p. 183-191
VILLALTA, Luiz Carlos. O sacerdote: "homem que vive para o mundo, conforme o
mundo". In: A "Torpeza diversificada dos vícios": celibato, concubinato e
casamento no mundo dos letrados de Minas Gerais. São Paulo: FFLCH-USP,
1993, p. 61-103.
g)Escravidão, sociabilidades e resistências escravas
AGUIAR, Marcos Magalhães de. A evolução da vida associativa em Minas
Colonial e a sociabilidade confrarial negra. Anais da XXI Reunião da Sociedade
Brasileira de Pesquisa Histórica ­ SBPH. Curitiba: SBPH, 2002, p. 225-236.
FUNARI, Pedro Paulo de Abreu. A arqueologia de Palmares ­ Sua contribuição
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FURTADO, Júnia Ferreira. Chica da Silva e o contratador dos diamantes: o outro
lado do mito. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
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REIS, João José. Escravos e coiteiros no Quilombo do Oitizeiro. In: Idem &
GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio. História dos quilombos no
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REIS, Liana Maria. Vivendo a liberdade: fugas e estratégias de sobrevivência no
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solidariedade. Vida diária da gente de cor nas Minas Gerais do século XVIII. São
Paulo: Brasiliense, 1994, p. 118-133.
SCARANO, Julita. As irmandades. In: Devoção e escravidão. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 1978, p. 9-48.
SCHWARTZ, Stuart B. Cantos e quilombos numa conspiração de escravos
haussás. In: REIS, João José & GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio.
História dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996, p. 373406.
VENÂNCIO, Renato Pinto. Cativos em dois mundos: uma comparação entre a
escravidão em Lisboa e Ouro Preto no século XVIII. Anais da XXI Reunião da
Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica ­ SBPH. Curitiba: SBPH, 2002, p. 197202.
IV: A Administração e a Política Colonial
1. O caráter do Estado Português
AZZI, Riolando. O padroado português. In: HOORNAERT, Eduardo; AZZI,
Riolando; GRIJP, Klaus Van Der; GOD, Benno. História da Igreja no Brasil: ensaio
de interpretação a partir do povo. Primeira Época. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes,
1983, p. 160-169.
BOXER, Charles. O padroado da Coroa e as missões católicas. In: O Império
Colonial Português (1415-1825). Lisboa: Edições 70, 1981, p. 224-241.
FAORO, Raymundo. Os donos do poder. 10 ed. São Paulo: Globo; Publifolha,
2000, vol.1 (Cap. 1 e 3, p. 3-34 e p. 83-109).
NAZZARI, Muriel. O quinhão do Brasil nas receitas e despesas do império
português na década de 1770. In: SILVA, Maria Beatriz Nizza da (Org.). De Cabral

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a Pedro I: aspectos da colonização portuguesa no Brasil. Porto: Universidade
Portucalense Infante D. Henrique, 2001, p. 289-308.
PRADO JR., Caio. Administração. In: Formação do Brasil contemporâneo
(Colônia). São Paulo: Brasiliense, 1976, p. 298-340.
SALGADO, Graça. Fundamentos da organização administrativa do Estado
Portugues. In: Idem (Coord.). Fiscais e Meirinhos: a administração no Brasil
Colonial. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990, p. 23-46.
WEHLING, Arno e WEHLING, Maria José. O funcionário colonial entre a
sociedade e o rei. In: PRIORE, Mary Lucy de (org.). Revisão do Paraíso. Rio de
Janeiro: Campus, 2000, p. 139-160.
2. Os paradigmas teóricos: das teorias corporativas de poder ao absolutismo
providencialista
MACEDO, Jorge Borges de. Formas e premissas do pensamento luso-brasileiro
do século XVIII. Revista da Biblioteca Nacional, Lisboa, 1 (1): 74-84, 1981.
VILLALTA, Luiz Carlos. El-Rei, os Vassalos e os Impostos: Concepção
Corporativa de Poder e Método Tópico num Parecer do Códice Costa Matoso.
Varia Historia, Belo Horizonte (21): 222-236, jul. 1999.
XAVIER, Ângela Barreto & HESPANHA, Antônio Manuel. A representação da
sociedade e do poder. In: MATTOSO, José (Coord.). História de Portugal (O
Antigo Regime). Lisboa: Editorial Estampa, 1997, p. 113-139.
3. Os "poderes do centro":
BETHENCOURT, Francisco. A organização. In: História das Inquisições: Portugal,
Espanha e Itália, Séculos XIV-XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p. 3479.
SARAIVA, Antônio José. A Inquisição como instituição e como poder. In:
Inquisição e Cristãos-Novos. 6 ed. Lisboa: Editorial Estampa, 1994, p. 159-174.
SUBTIL, José. Os poderes do centro: governo e administração. In: MATTOSO,
José (Coord.). História de Portugal (O Antigo Regime). Lisboa: Editorial Estampa,
1997, p. 141-172.
4. Descentralização e centralização administrativa na Colônia
FAORO, Raymundo. Os donos do poder. 10 ed. São Paulo: Globo; Publifolha,
2000, vol. 1 (Cap. 4, 5 e 6, p. 111-272).
HOLANDA, Sérgio Buarque de. A instituição do governo geral. In: HOLANDA,
Sérgio Buarque de (Org.). História Geral da Civilização Brasileira. 7 ed. São Paulo:
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JOHNSON, Harold. Da instituição das capitanias-donatarias ao estabelecimento
do governo-geral. In: Idem & Maria Beatriz Nizza da [Coords.]. Nova História da
Expansão Portuguesa: O Império Brasileiro - 1500-1620. Lisboa: Editorial
Estampa, 1992, p. 114-136.
JOHNSON, Harold. Estabelecimento e consolidação do governo-geral. In:
JOHNSON, Harold & SILVA, Maria Beatriz Nizza da [Coords.]. Nova História da

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Expansão Portuguesa: O Império Brasileiro - 1500-1620. Lisboa: Editorial
Estampa, 1992, p. 137-170.
MARTINIÈRE, Guy. Baía, sede do Governo-Geral: a "lusitanização" do Estado do
Brasil. In: MAURO, Frédéric. O Império Luso-Brasileiro, 1620-1750. Lisboa:
Estampa, 1991, p. 170-191.
PRADO, J. F. de Almeida. O regime das capitanias. In. HOLANDA, Sérgio
Buarque de Holanda (Org.). História Geral da Civilização Brasileira. 7 ed. São
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5. A administração judiciária
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6. A instituição eclesiástica e a sociedade
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Riolando; GRIJP, Klaus Van Der; GOD, Benno. História da Igreja no Brasil: ensaio
de interpretação a partir do povo. Primeira Época. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes,
1983, p. 170-171.
AZZI, Riolando. As ordens religiosas femininas. In: HOORNAERT, Eduardo; AZZI,
Riolando; GRIJP, Klaus Van Der; GOD, Benno. História da Igreja no Brasil: ensaio
de interpretação a partir do povo. Primeira Época. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes,
1983, p. 223-233.
AZZI, Riolando. Episcopado. In: HOORNAERT, Eduardo; AZZI, Riolando; GRIJP,
Klaus Van Der; GOD, Benno. História da Igreja no Brasil: ensaio de interpretação
a partir do povo. Primeira Época. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1983, p. 172-182.
AZZI, Riolando. Ordens religiosas masculinas. In: HOORNAERT, Eduardo; AZZI,
Riolando; GRIJP, Klaus Van Der; GOD, Benno. História da Igreja no Brasil: ensaio
de interpretação a partir do povo. Primeira Época. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes,
1983, p. 211-222.
BOSCHI, Caio. Os leigos e o poder. São Paulo: Ática, 1986.
7. A organização militar

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COTTA, Francis Albert. Os terços dos homens pardos e pretos libertos: mobilidade
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MENDES, Fábio Faria. Encargos, privilégios e direitos: o recrutamento militar no
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MELLO, Christiane Pagano de. Os corpos de ordenanças e auxiliares e a
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da Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica ­ SBPH. Curitiba: SBPH, 2002, p.
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PRADO JR., Caio. Administração. In: Formação do Brasil contemporâneo
(Colônia). São Paulo: Brasiliense, 1976, p. 298-340.
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administração no Brasil Colonial. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990, p.
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8. A administração das minas
ANASTASIA, Carla. Entre Cila e Caribde: as desventuras tributárias dos vassalos
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FURTADO, Júnia Ferreira. Relações de poder. In: O Livro da Capa Verde. O
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SOUZA, Laura de Mello e. Nas redes do poder. In: Desclassificados do ouro. Rio
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9. As visitações e os agentes da Inquisição: familiares e comissários
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MOTT, Luiz R. B. A Inquisição em Sergipe. Aracaju: Secretaria de Estado da
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VAINFAS, Ronaldo, org. História e sexualidade no Brasil. Rio de Janeiro: Graal,
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10. Traços definidores da administração colonial
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ARAÚJO, Emanuel. Mandar, favorecer, prevaricar. In: Teatro dos vícios.
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FARIA, Sheila de Castro. O público e o privado sem limites na colônia brasileira.
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NOVAIS, Fernando Antônio. Condições de privacidade na Colônia. In: SOUZA,
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América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 13-39.
b)Dos poderes locais aos centrais: câmaras, "partidos" e redes de alianças
BICALHO, Maria Fernanda Baptista. As câmaras ultramarinas e o governo do
Império. In: FRAGOSO, João; BICALHO, Maria Fernanda; GOUVEA, Maria de
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RUSSEL-WOOD. Centro e periferia no mundo luso-brasileiro, 1500-1808. Revista
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c)Motins, rebeliões coloniais e "Inconfidências": exemplos de Pernambuco e
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ANASTASIA, Carla. Extraordinário potentado: Manoel Nunes Vianna e o motim de
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FIGUEIREDO, Luciano R. de A. Protestos, revoltas e fiscalidade no Brasil colonial.
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ROMEIRO, Adriana. Conspiração e cultura política. In: Um visionário na corte de
D. João V. Revolta e milenarismo em Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora
UFMG, 2001, p. 169-207.
SOUZA, Laura de Mello e & BICALHO, Maria Fernanda Baptista. 1680-1720. O
império deste mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SOUZA, Laura de Mello e. Tensões sociais em Minas na segunda metade do
século XVIII. In: Norma e conflito: aspectos da história de Minas no século XVIII.
Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1999, p. 83-110.
V: Crise do Antigo Regime ou Crise do Sistema Colonial?
1. O Reformismo Ilustrado Português e as relações entre Metrópole e Colônia
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ANASTASIA, Carla Maria Junho. A Lei da Boa Razão e o novo repertório da ação
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ARRUDA, José Jobson de Andrade. A circulação, as finanças e as flutuações
econômicas. In: SILVA, Maria Beatriz Nizza da (coord.). O Império Luso-Brasileiro
(1750-1822). Lisboa: Editorial Estampa, 1986, p. 155-214.
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