Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto
Estado de São Paulo

Secretaria da Administração
Departamento de Recursos Humanos
CONCURSO PÚBLICO Nº 002/2015
EDITAL DE ABERTURA
A Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, no uso de suas atribuições legais, TORNA PÚBLICO
que será realizado, por meio da Fundação VUNESP, Concurso Público para provimento de
cargos do quadro permanente dos Servidores Públicos do Município de Ribeirão Preto, instituídos
pela Lei Complementar nº 2524/12 e seus anexos, publicada no Diário Oficial do Município, bem
como suas Alterações, Legislações Complementares e/ou Regulamentadoras, para seu quadro de
pessoal, observados os termos da legislação vigente.
O Concurso Público reger-se-á pelas disposições contidas nas Instruções Especiais, que ficam
fazendo parte integrante deste Edital e seus anexos.
INSTRUÇÕES ESPECIAIS
CAPÍTULO I ­ DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1. O Concurso Público destina-se ao provimento de cargos atualmente vagos, dos que forem
criados, dos que vagarem e forem necessários à Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, bem
como para formação de cadastro-reserva, durante seu prazo de validade nos termos da
Constituição Federal, art. 37, inciso III.
1.1. Todo o processo de execução deste Concurso Público, e as informações pertinentes estarão
disponíveis no endereço eletrônico da Fundação VUNESP (www.vunesp.com.br).
1.2. Todos os atos oficiais relativos ao Concurso serão publicados no Diário Oficial do Município
de Ribeirão Preto e, como subsídio, no endereço eletrônico www.vunesp.com.br.
1.3. Os candidatos aprovados e empossados submeter-se-ão ao Estágio Probatório, conforme art.
19 da Lei nº 3181/76 e suas alterações.
1.3.1. Os candidatos aprovados que vierem a ingressar no quadro permanente dos Servidores
Públicos do Município de Ribeirão Preto, pertencerão ao Regime Jurídico Estatutário instituído
pela Lei Complementar nº 140/92 e reger-se-ão pelas disposições da Lei 3181/76, da Lei
Complementar nº 2524/12 e seus anexos, bem como suas Alterações, Legislações
Complementares e/ou Regulamentadoras e pelas demais normas legais.
1.4. Os cargos, requisitos mínimos exigidos, vencimento, carga horária semanal e vagas são os
estabelecidos na seguinte tabela:
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TABELA I ­ DOS CARGOS, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, VENCIMENTO, CARGA
HORÁRIA SEMANAL, VAGAS
REQUISITOS
MÍNIMOS EXIGIDOS

CARGOS

Coordenador
Pedagógico

Supervisor de
Ensino

- Licenciatura Plena
em Pedagogia ou Pós
Graduação em Gestão
Escolar com carga
horária mínima de 360
horas.
- Ter no mínimo 03
(três) anos de efetivo
exercício no
magistério da
Educação Básica.
- Licenciatura Plena
em Pedagogia ou Pós
Graduação em Gestão
Escolar com carga
horária mínima de 360
horas.

VENCIMENTO
Hora/aula

CARGA
HORÁRIA

VAGAS
DA LISTA
GERAL

NEGROS/
PARDOS

DEFICIENTES

TOTAL
DE
VAGAS

18,29
hora/aula

300
horas/aula

03

01

01

05

18,29
hora/aula

340
horas/aula

06

02

02

10

- Ter no mínimo 08
(oito) anos de efetivo
exercício no
magistério da
Educação Básica.

1.5. A contratação será regida pelo regime Estatutário.
1.6. Os candidatos classificados que venham a ser nomeados poderão, a critério da
PREFEITURA, ficar sujeitos a regime de plantão (fora do horário de expediente, fins de semana
e/ou feriados), podendo exercer atividades internas e externas.
1.7. Ficam designados os seguintes membros, sob a presidência da primeira, para comporem a
Comissão de acompanhamento do concurso:


Vanice Ribeiro Vinhado Rodrigues



Mariza Stela Furlan Ennes



Rosângela Marcia Afonso da Silva

CAPÍTULO II ­ DOS REQUISITOS
2. Os requisitos básicos para investidura no cargo são os especificados a seguir:
2.1. cumprir na íntegra as determinações previstas no Edital de Abertura de Inscrições do
Concurso Público;
2.1.1. ter sido classificado no Concurso Público;
2.1.2. ter nacionalidade brasileira ou portuguesa, amparada pelo Estatuto da Igualdade entre
Brasileiros e Portugueses, conforme disposto nos termos do parágrafo 1º, artigo 12, da
Concurso Público nº 002/2015

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Constituição Federal, e do Decreto Federal nº 72.436/72;
2.1.3. ter, na data de nomeação, idade igual ou superior a 18 (dezoito) anos;
2.1.4. no caso do sexo masculino, estar em dia com o Serviço Militar;
2.1.5. estar quite com a Justiça Eleitoral;
2.1.6. ter aptidão física e mental para o exercício do cargo;
2.1.7. atender às condições especiais previstas em Lei;
2.1.8. estar com o CPF regularizado;
2.1.9. possuir os REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS para o cargo pretendido, conforme
especificado na Tabela I, constante do Capítulo I ­ Das Disposições Preliminares, deste Edital;
2.1.10. Não registrar antecedentes criminais e estar em gozo dos direitos civis, políticos e
eleitorais, bem como nada ter que o desabone e o torne incompatível para o desempenho de suas
funções.
CAPÍTULO III ­ DAS INSCRIÇÕES
3. A inscrição do candidato implicará o conhecimento e a tácita aceitação das normas e condições
estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá ser alegada qualquer espécie de
desconhecimento.
3.1. O deferimento da inscrição dar-se-á mediante o total e correto preenchimento da ficha de
inscrição (pela internet) e o correspondente pagamento da respectiva taxa.
3.2. As inscrições deverão ser realizadas somente pela internet, pelo site www.vunesp.com.br, no
período das 10 horas de 23 de novembro de 2015, até às 16 horas de 18 de dezembro de
2015, conforme segue:
a) acessar o site www.vunesp.com.br;
b) localizar no site o "link" correlato ao Concurso Público;
c) ler total e atentamente o respectivo Edital;
d) preencher total e corretamente a ficha de inscrição, nos moldes previstos neste Edital;
e) transmitir os dados da ficha de inscrição correspondente;
f) imprimir o boleto bancário e efetuar o pagamento do valor da taxa de inscrição conforme
adiante:
R$ 81,40 (oitenta e um reais e quarenta centavos)
3.3. Para o correspondente pagamento da taxa de inscrição, em qualquer agência bancária,
somente poderá ser utilizado o boleto bancário gerado no ato da inscrição, até a data limite do
período das inscrições;
3.4. A efetivação da inscrição ocorrerá após a confirmação, pelo banco, do correspondente
pagamento referente à taxa;
3.5. Às 16 horas (horário oficial de Brasília) do último dia do período das inscrições, a ficha de
inscrição e o boleto bancário não estarão mais disponibilizados no site.
3.6. A pesquisa para acompanhar a situação da inscrição deverá ser feita no site
www.vunesp.com.br, na página do Concurso Público, a partir de 03 dias úteis contados do
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encerramento do período das inscrições. Caso seja detectada falta de informação, o candidato
deverá entrar em contato com o Disque VUNESP, pelo telefone: (11) 3874-6300.
3.7. O agendamento do pagamento da taxa de inscrição somente será aceito se comprovada a
sua efetivação até o último dia do período das inscrições.
3.8. O candidato deverá indicar, obrigatoriamente, na ficha de inscrição, a opção para o cargo que
deseja concorrer, atentando-se a realização das provas objetivas, conforme consta do item 6 do
Capítulo VI DAS PROVAS.
3.8.1. O não atendimento aos procedimentos estabelecidos nos itens anteriores implicará o
cancelamento da inscrição do candidato, verificada a irregularidade a qualquer tempo.
3.9. O pagamento da importância correspondente à inscrição poderá ser efetuado em qualquer
agência bancária.
3.9.1. A inscrição por pagamento em cheque somente será considerada efetuada após a
respectiva compensação e se, por qualquer razão, o cheque for devolvido ou efetuar pagamento a
menos, a inscrição do candidato será automaticamente tornada sem efeito.
3.9.2. Não será aceito pagamento da taxa de inscrição por depósito em caixa eletrônico, pelos
Correios, fac-símile, transferência eletrônica, DOC, ordem de pagamento ou depósito comum em
conta corrente, condicional ou por qualquer outro meio que não os especificados neste Edital.
3.10. Não haverá devolução da importância paga, ainda que efetuada a mais ou em duplicidade,
nem isenção total ou parcial de pagamento do valor da taxa de inscrição, seja qual for o motivo
alegado.
3.11. O descumprimento das instruções para inscrição pela internet implicará o indeferimento da
inscrição.
3.12. A Fundação VUNESP e a PREFEITURA não se responsabilizam por solicitação de inscrição
pela internet não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de
comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores que
impossibilitem a transferência de dados.
3.13. As informações prestadas na ficha de inscrição são de inteira responsabilidade do
candidato, cabendo à PREFEITURA o direito de excluir do Concurso Público aquele que
preenchê-la com dados incorretos, bem como aquele que prestar informações inverídicas, ainda
que o fato seja constatado posteriormente.
3.14. A devolução da taxa de inscrição somente ocorrerá se o Concurso não se realizar.
3.15. O candidato poderá efetuar sua inscrição nos infocentros do Programa Acessa São Paulo
(www.acessasaopaulo.sp.gov.br).
3.15.1. Este programa, além de oferecer facilidade para os candidatos que não tem acesso à
internet, é completamente gratuito. Para utilizar os equipamentos, basta fazer cadastro
apresentando o RG nos próprios Postos Acessa São Paulo.
3.16. Informações complementares referentes à inscrição poderão ser obtidas no site
www.vunesp.com.br, ou pelo Disque VUNESP, telefone (11) 3874-6300.

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3.17. O candidato será responsável por qualquer erro, omissão, bem como pelas informações
prestadas na ficha de inscrição.
3.18. Não deverá ser enviada à PREFEITURA, ou à Fundação VUNESP, qualquer cópia de
documento de identidade, sendo de responsabilidade exclusiva do candidato, sob as penas da lei,
os dados cadastrais informados no ato de inscrição.
3.19. O candidato que prestar qualquer declaração falsa, inexata ou, ainda, que não atenda a
todas as condições estabelecidas neste Edital, terá sua inscrição cancelada e, em consequência,
anulados todos os atos dela decorrentes, mesmo que aprovado na prova e que o fato seja
constatado posteriormente.
3.20. Efetuada a inscrição, não será permitida alteração ou troca de cargo apontado na ficha de
inscrição.
3.21. Para se inscrever, o candidato deverá preencher as condições para nomeação,
especificadas no Capítulo II ­ DOS REQUISITOS.
3.22. No caso de o candidato com deficiência, deverá ser observado também o previsto no
CAPÍTULO IV - DOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA, deste Edital.
3.23. O candidato não deficiente que necessitar de qualquer tipo de condição especial para a
realização da prova deverá solicitá-la por escrito, até o encerramento das inscrições, via SEDEX
ou Aviso de Recebimento (AR), à Fundação VUNESP, nos dias úteis, das 9 às 16 horas,
exclusivamente na Fundação VUNESP, situada a Rua Dona Germaine Burchard, 515 ­ Água
Branca/Perdizes, São Paulo/SP, CEP 05002-062, indicando no envelope o nome do Concurso
para o qual está concorrendo, "Prefeitura de Ribeirão Preto ­ Concurso Público 002/2015 ­
área da educação - Ref. SOLICITAÇÃO DE CONDIÇÃO ESPECIAL", informando quais os
recursos especiais necessários (materiais, equipamentos etc.)
3.24. A solicitação postada após a data de encerramento da inscrição será indeferida.
3.25. A solicitação de condições especiais será atendida obedecendo a critérios de viabilidade e
de razoabilidade.
3.26. O candidato que não realizar a solicitação estabelecida no item 3.23, durante o período de
inscrição, não terá a prova e as condições especiais providenciadas, seja qual for o motivo
alegado.
3.27. Para efeito do prazo de recebimento da solicitação por SEDEX ou Aviso de Recebimento
(AR), estipulado no item 3.23, deste Capítulo, serão considerada, conforme o caso, a data de
postagem fixada pela ECT ­ Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (remessa por SEDEX).
3.28. A candidata que tiver a necessidade de amamentar durante a realização da prova deverá
levar um acompanhante, sendo este indicação de sua inteira responsabilidade, cuja pessoa
deverá possuir maior idade legal, devidamente comprovada, e permanecer em sala reservada
para essa finalidade, sendo responsável pela criança.
3.29. Durante o período em que a candidata estiver amamentando, ela deverá permanecer no
local designado pela Coordenação para este fim e, ainda, na presença de um fiscal, respeitando
todas as demais normas estabelecidas neste Edital.
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3.30. O acompanhante responsável pela criança também deverá permanecer no local designado
pela Coordenação, e se submeterá a todas as normas constantes deste Edital e da Fundação
VUNESP, inclusive no tocante ao uso de equipamento eletrônico e celular.
3.31. A candidata, nesta condição, que não levar acompanhante, não realizará a prova.
3.32. Não haverá compensação do tempo de amamentação em favor da candidata.
3.33. O candidato que tenha exercido a função de jurado a partir da vigência da Lei Federal nº
11.689/2008 poderá solicitar, na ficha de inscrição, esta opção para fins de critério de desempate.
3.33.1. O candidato, para fazer jus ao previsto no item 3.33. deste Capítulo deverá ter exercido a
função de jurado no período entre a vigência da referida Lei e encaminhar à Fundação VUNESP
os documentos comprobatórios, até o término das inscrições, fazendo constar no envelope o que
segue: "Prefeitura de Ribeirão Preto ­ Concurso Público 002/2015 ­ área da educação - Ref.
Condição de Jurado".
3.34. Para fins de critério de desempate, o candidato deverá, no período das inscrições,
encaminhar à Fundação VUNESP, por SEDEX ou Carta Registrada com AR (Aviso de
Recebimento), com a identificação do Concurso Público para o qual está inscrito, documento
emitido pelo Judiciário que comprove que exerceu a função de jurado.
3.35. O documento apresentado terá validade para este Concurso e não será devolvido.
3.36. O candidato que não atender ao item 3.35 deste Capítulo, não terá sua condição de jurado
utilizada como critério de desempate.
CAPÍTULO IV ­ DOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA
4. Às pessoas com deficiência é assegurado o direito de se inscrever neste Concurso Público,
desde que as atribuições do cargo pretendido sejam compatíveis com a deficiência que possuem,
conforme estabelecido no Decreto Federal nº 3.298, de 20/12/1999.
4.1. Os candidatos enquadrados legalmente serão avaliados, por Comissão específica, no que
concerne à compatibilidade de sua deficiência com o exercício de todas as atribuições do cargo,
sem restrições.
4.2. A reserva legal de vagas dos candidatos com deficiência(s) está em conformidade com o
disposto na Lei Complementar nº 2515/12.
4.3. Consideram-se pessoas com deficiência aquelas que se enquadram nas categorias
discriminadas no artigo 4º, do Decreto Federal nº 3.298, de 20/12/1999.
4.4. Os candidatos inscritos como pessoas com deficiência, ao término das inscrições, serão
relacionados pela Fundação VUNESP e encaminhados à Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto
que, por meio da Comissão específica, procederá análise, enquadramento legal e verificação de
compatibilidade com o cargo almejado.
4.4.1. A Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto poderá convocar os candidatos que se declararem
deficientes, nos termos do item 4, para realização de perícia médica.
4.4.2. A perícia médica de que trata o item 4.1 tem o objetivo de constatar a deficiência declarada
no ato da inscrição.
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4.4.3. Para a perícia médica, os candidatos de que trata o item 4.4, poderão ser convocados em
data a ser divulgada oportunamente, por meio de Edital de Convocação específico, a
comparecerem em data, horário e local determinado.
4.4.4. Durante a perícia médica poderão ser realizados e/ou solicitados pelos médicos peritos
exames clínicos e/ou complementares.
4.4.5. Será eliminado da lista de deficientes o candidato convocado que não comparecer na
perícia médica.
4.4.6. Será eliminado do Concurso Público o candidato cuja deficiência assinalada na ficha de
inscrição seja incompatível com o Cargo pretendido.
4.4.7. As vagas que não forem providas por falta de candidatos, por reprovação no Concurso
Público ou por não enquadramento como pessoa com deficiência na perícia médica, serão
preenchidas pelos demais candidatos, com estrita observância da ordem classificatória.
4.4.8. Para assistência à Comissão Permanente instituída pela Portaria no 0871/07, publicada no
DOM de 03/07/07, alterada pela Portaria nº 0120/10, publicada no DOM 04/02/10, para análise
dos cargos, inscrições e a compatibilidade para reserva legal de vagas aos candidatos portadores
de deficiência, fica designada a seguinte Comissão Multiprofissional:


Marilúcia Bonetti



Giane Fregolente



Ana Cristina Chiachio

4.5. A análise dos aspectos relativos ao potencial de trabalho do candidato com deficiência
obedecerá ao disposto no Decreto Federal nº 3.298, de 20/12/1999, artigos 43 e 44, alterado pelo
Decreto Federal nº 5.296, de 02/12/2004.
4.6. As pessoas com deficiência participarão deste Concurso Público em igualdade de condições
com os demais candidatos, no que se refere ao conteúdo da prova, avaliação e critérios de
aprovação, ao horário e ao local de aplicação da prova e à nota mínima exigida para aprovação.
4.7. No ato da inscrição, o candidato com deficiência, que necessite de condição especial para
realização da prova, deverá requerê-la, informando quais os recursos especiais necessários
(materiais, equipamentos, intérprete de Libras, leitura labial, prova braile, prova ampliada, ou o
auxílio de ledor).
4.8. O candidato inscrito como pessoa com deficiência deverá especificar, na Ficha de Inscrição, a
sua deficiência.
4.9. O candidato deverá declarar, quando da inscrição, ser pessoa com deficiência, especificá-la e
indicar que deseja concorrer às vagas reservadas no Formulário de Inscrição e, no período das
inscrições, deverá encaminhar para cada cargo inscrito, por Sedex ou Aviso de Recebimento
(AR), à Fundação VUNESP, indicando no envelope "Ref. Concurso Público ­"PREFEITURA
MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO" ­ cargo_________ o que segue:
a) Laudo Médico (original ou cópia autenticada) expedido no prazo máximo de 12 (doze) meses
anteriores ao término das inscrições, atestando a espécie e o grau ou nível de deficiência, com
expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença ­ CID,
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assinatura e carimbo contendo o CRM do médico responsável por sua emissão, bem como a
provável causa da deficiência, inclusive para assegurar a previsão de adaptação da sua prova,
informando, também, o seu nome, o número do documento de identidade (RG) e o número do
CPF.
b) O candidato com deficiência visual, que necessitar de prova especial em Braile ou Ampliada ou
Leitura de sua prova, além do envio da documentação indicada na letra "a" deste item, deverá
encaminhar solicitação por escrito, até o término das inscrições.
c) O candidato com deficiência auditiva, que necessitar do atendimento do Intérprete de Língua
Brasileira de Sinais, além do envio da documentação indicada na letra "a" deste item, deverá
encaminhar solicitação por escrito, até o término das inscrições.
d) O candidato com deficiência, que necessitar de tempo adicional para realização das provas,
além do envio da documentação indicada na letra "a" deste item, deverá encaminhar solicitação,
por escrito, até o término das inscrições, com justificativa acompanhada de parecer médico
emitido por especialista da área de sua deficiência.
4.10. Ao candidato com deficiência visual (cegos) que solicitar prova especial em braile será
oferecida prova neste sistema e suas respostas deverão ser transcritas também em braile. Os
referidos candidatos deverão levar para esse fim, no dia da aplicação das provas, reglete e
punção, podendo ainda, utilizar-se de soroban.
4.11. Ao candidato com deficiência visual (baixa visão) que solicitar prova especial ampliada será
oferecida provas neste sistema.
4.12. O candidato com deficiência visual (cego ou baixa visão), que solicitar prova especial será
oferecida por meio da utilização de software Leitor de tela - NVDA.
4.13. O candidato que, dentro do prazo do período das inscrições não atender os dispositivos
mencionados no item 4.9 e seus subitens, deste Capítulo, não será considerada pessoa com
deficiência e não terá a prova e/ou condições especiais atendidas, seja qual for o motivo alegado.
4.14. No ato da inscrição, o candidato com deficiência deverá declarar estar ciente das condições
estabelecidas neste Edital e que, no caso de vir a exercê-lo, estará sujeito à avaliação pelo
desempenho das atribuições do cargo para o qual esta concorrendo.
4.15. Após a investidura no cargo, a deficiência não poderá ser arguida para justificar a concessão
de readaptação ou de aposentadoria por invalidez.
CAPÍTULO V­ DAS PESSOAS NEGRAS OU PARDAS
5. Das vagas destinadas a cada cargo/perfil e das vagas que vierem a ser criadas durante o prazo
de validade do concurso, 20% serão providas na forma da Lei Municipal nº 13.306, publicada no
DOM de 10/07/2014.
5.1. Para concorrer ao cadastro reservado, o candidato deverá:
a) no ato da inscrição, optar por concorrer ao cadastro reservado aos negros, preenchendo a
autodeclaração de que é preto ou pardo, conforme quesito cor ou raça utilizado pela Fundação
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ­ IBGE
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b) imprimir, assinar e encaminhar a autodeclaração, até o encerramento das inscrições, para cada
cargo inscrito, por Sedex ou Aviso de Recebimento (AR), à Fundação VUNESP, junto com
documento oficial com foto, indicando no envelope "Ref. Concurso Público ­"PREFEITURA
MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO" ­ cargo_________ .
c) A autodeclaração terá validade somente para este Concurso Público.
5.1.1. O candidato que, dentro do prazo do período das inscrições não atender os dispositivos
mencionados no item 5.1. e seus subitens, deste Capítulo não será considerado negro e/ou
pardo, não cabendo recurso em favor de sua situação, seja qual for o motivo alegado, passando a
integrar automaticamente a lista geral.
5.1.2. As informações prestadas no momento da inscrição são de inteira responsabilidade do
candidato, devendo este responder por qualquer falsidade.
5.1.3. Na hipótese de constatação de declaração falsa, o candidato será eliminado do concurso e,
se tiver sido nomeado, ficará sujeito à anulação da sua nomeação ao serviço ou emprego público,
após procedimento administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla
defesa, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.
5.1.4. O candidato que, no ato de inscrição, não declarar a opção de concorrer ao cadastro
reservado para pessoas negras ou pardas, conforme determinado no subitem 5.1, deixará de
concorrer ao cadastro reservado às pessoas negras ou pardas e não poderá interpor recurso em
favor de sua situação.
5.2. O candidato que se autodeclarar negro participará do concurso público em igualdade de
condições com os demais candidatos, no que se refere às provas aplicadas, ao conteúdo das
mesmas, à avaliação e aos critérios de aprovação, ao horário e local de aplicação da prova e à
nota mínima exigida para todos os demais candidatos.
5.3. Os candidatos negros concorrerão concomitantemente ao cadastro reservado às pessoas
com deficiência, se atenderem a essa condição, e ao cadastro destinado à ampla concorrência, de
acordo com a sua classificação no concurso.
5.3.1. Os candidatos negros aprovados dentro do número de cadastro reserva oferecido à ampla
concorrência não preencherão ao cadastro reservado a candidatos negros.
5.4. Em caso de desistência de candidato negro aprovado em cadastro reservado, a vaga será
preenchida pelo candidato negro posteriormente classificado.
5.4.1. Após a aplicação de todas as etapas do concurso, na hipótese de não haver candidatos
negros aprovados, na lista final, em número suficiente para que sejam ocupadas ao cadastro
reservado, as vagas remanescentes serão revertidas para a lista da ampla concorrência e serão
preenchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação no
concurso.
5.5. A nomeação dos candidatos aprovados respeitará os critérios de alternância e de
proporcionalidade, que consideram a relação entre o número total de cadastro reserva e o número
de cadastro reservado aos candidatos com deficiência e aos candidatos negros.

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5.6. A relação dos candidatos que se autodeclararam, na inscrição, pretos ou pardos, na forma da
Lei

Municipal



13.306/14,

será

divulgada

na

internet,

no

endereço

eletrônico

www.vunesp.com.br, na ocasião da divulgação do edital de locais e horários de realização das
provas.
5.6.1 O candidato disporá de dois dias úteis a partir da divulgação da relação citada no subitem
anterior para contestar a referida relação, por meio do endereço eletrônico www.vunesp.com.br,
na página do Concurso Público, seguindo as instruções ali contidas.
5.7. A inobservância do disposto no item 5.1 deste edital acarretará a perda do direito ao pleito do
cadastro reservado aos negros.
CAPÍTULO VI ­ DAS PROVAS
6. O Concurso Público constará das seguintes Provas:

CARGOS

PROVAS

Nº DE ITENS

1ª FASE
PROVA OBJETIVA
Conhecimentos Gerais
Língua Portuguesa

10

Matemática

10
05
05

Atualidades

Coordenador Pedagógico

Noções de Informática
Conhecimentos Específicos
Conhecimentos Específicos
2º FASE
Prova de Títulos
Entrega de Documentos
1ª FASE
PROVA OBJETIVA
Conhecimentos Gerais

30

Língua Portuguesa

10

Matemática

10
05
05

Atualidades
Supervisor de Ensino

Noções de Informática
Conhecimentos Específicos
Conhecimentos Específicos
2º FASE
Prova de Títulos
Entrega de Documentos

30

6.1. A prova objetiva para todos os cargos visa avaliar o grau de conhecimento teórico do
candidato, necessário ao desempenho do cargo.
6.2. A prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos, será composta
de questões de múltipla escolha, com 5 alternativas cada uma, sendo considerada apenas 01
alternativa correta.
6.3. A prova objetiva terá duração de 3h30 min.
6.4. As provas versarão sobre os conteúdos programáticos constantes do Anexo II.
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6.5. A prova de títulos visa valorizar a formação acadêmica do candidato.
CAPÍTULO VII ­ DA PRESTAÇÃO DAS PROVAS
7. As provas objetivas serão aplicadas na cidade de Ribeirão Preto, conforme segue:
DATA

PERÍODO

ESCOLARIDADE

14.02.2016
14.02.2016

Manhã

Coordenador Pedagógico
Supervisor de Ensino

Tarde

7.1. Caso haja impossibilidade de aplicação da prova em Ribeirão Preto, a Fundação VUNESP
poderá aplicá-la em municípios próximos.
7.2. A confirmação da data e as informações sobre o local, horário e sala para a realização da
prova deverão ser acompanhadas pelo candidato por meio de Edital de Convocação a ser
publicado no Diário Oficial do Munícipio de Ribeirão Preto.
7.3. O candidato deverá acompanhar a publicação da convocação no Diário Oficial do Município
podendo, ainda, como subsídio consultar o site www.vunesp.com.br ,não podendo alegar
qualquer espécie de desconhecimento para justificar sua ausência ou atraso.
7.3.1. Recomenda-se ao candidato que acesse diariamente o site mencionado.
7.4. Nos 3 (três) dias que antecederem à data prevista para a realização da prova, o candidato
poderá contatar o Disque VUNESP (0xx11) 3874-6300, em dias úteis, das 8 às 20 horas.
7.5. Somente será permitida a participação do candidato na prova na respectiva data, horário,
local e sala constantes no Edital de Convocação.
7.6. O candidato receberá o Cartão Informativo por e-mail, no endereço eletrônico informado no
ato da inscrição, sendo de sua exclusiva responsabilidade a manutenção/atualização de seu
correio eletrônico.
7.6.1. Não serão encaminhados Cartões Informativos aos candidatos cujos endereços eletrônicos
informados no ato da inscrição estejam incompletos ou incorretos.
7.6.2. A Fundação VUNESP e a PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO não se
responsabilizam por informações incorretas, incompletas ou por falha na entrega de mensagens
eletrônicas causada por endereço eletrônico incorreto ou por problemas de provedor de acesso do
candidato tais como: caixa de correio eletrônico cheia, filtros anti-spam, eventuais truncamentos
ou qualquer outro problema de ordem técnica, sendo aconselhável sempre consultar o site da
Fundação VUNESP (www.vunesp.com.br).
7.6.3. A informação impressa do local de prova obtida no site da Fundação VUNESP tem caráter
de mero auxílio ao candidato, não sendo aceita a alegação como justificativa para a ausência ou o
comparecimento em data, local, sala ou horários incorretos, uma vez que a comunicação oficial é
aquela feita no Diário Oficial do Munícipio.
7.7. Se, por qualquer motivo, o nome do candidato não constar do Edital de Convocação para a
prova deverá ser contatado o Disque VUNESP, de segunda a sábado, em dias úteis, das 8 às 20
horas, pelo telefone (0xx11) 3874-6300, para verificar o ocorrido.
Concurso Público nº 002/2015

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7.7.1. Ocorrendo o caso constante no item 7.7, poderá o candidato realizar a prova se apresentar
o respectivo comprovante de pagamento efetuado nos moldes previstos neste Edital, devendo,
para tanto, preencher e assinar, no dia da prova, formulário fornecido pela Fundação VUNESP.
7.7.2. A inclusão de que trata o item 7.7.1. será realizada de forma condicional, sujeita à posterior
verificação da regularidade da referida inscrição.
7.7.3. Constatada eventual irregularidade da inscrição, a inclusão do candidato será
automaticamente cancelada, sem direito à reclamação, independentemente de qualquer
formalidade, considerados nulos todos os atos dela decorrentes.
7.8. O candidato deverá comparecer ao local designado para a respectiva prova, constante do
Edital de Convocação, com antecedência mínima de 60 (sessenta) minutos, munido de:
7.8.1 um dos seguintes documentos de identificação com fotografia, no original: Cédula de
Identidade (RG), ou Registro de Identidade Civil (RIC), Carteira de Trabalho e Previdência Social
(CTPS), Carteira Nacional de Habilitação com foto, Passaporte, Identidade Funcional expedida
pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, inclusive aquelas expedidas aos Soldados PM
Temporários, ou Certificado de Reservista ou outro documento de identificação com fé pública e
fotografia;
7.8.2. comprovante de pagamento da taxa de inscrição (no caso do nome não constar no Edital de
Convocação);
7.8.3. caneta esferográfica fabricada em material de tinta azul ou preta, preferencialmente, lápis
preto e borracha macia.
7.9. Somente será admitido na sala de prova o candidato que apresentar um dos documentos de
identificação descritos no subitem 7.8.1 deste Capítulo, desde que permita, com clareza, a sua
identificação.
7.10. Não serão aceitos protocolos ou quaisquer outros documentos não constantes deste Edital.
7.11. Não será admitido no local de prova o candidato que se apresentar após o horário
estabelecido no Edital de Convocação para o início da prova.
7.12. Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado para justificar o atraso ou a
ausência do candidato, nem aplicação da prova fora do local, sala, data e horário
preestabelecidos.
7.12.1. O horário de início da prova, propriamente dito, será definido em cada sala de aplicação.
7.12.2. Durante a realização da prova, não serão permitidos qualquer espécie de consulta a
códigos, livros, manuais, impressos, anotações ou outro tipo de pesquisa, utilização de outro
material não fornecido pela Fundação VUNESP, máquina e relógio com calculadora, agenda
eletrônica ou similar, aparelhos sonoros, telefone celular, BIP, pager, walkman, tablet, ipod,
palmtop, pen drive, mp3 player, gravador, controle de alarme de carro ou qualquer tipo de receptor
e emissor de mensagem, assim como o uso de boné, gorro, chapéu, óculos de sol e fones de
ouvido.
7.13. O candidato que queira fazer alguma reclamação ou sugestão deverá procurar a sala de
coordenação no local em que estiver prestando a prova.
Concurso Público nº 002/2015

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7.14. No início da aplicação da prova, poderá ser colhida a impressão digital do candidato, sendo
que, na impossibilidade do candidato realizar o procedimento, esse deverá registrar seu nome por
extenso, em campo predeterminado, por 3 (três) vezes.
7.15. No ato da realização da prova, o candidato receberá o caderno de questões e a folha de
respostas, na qual deverá conferir os seus dados pessoais e registrar seu nome por extenso no
campo apropriado, não podendo alegar qualquer tipo de desconhecimento.
7.16. É de responsabilidade do candidato, inclusive no que diz respeito aos seus dados pessoais,
a verificação e a conferência do material entregue pela Fundação VUNESP, para a realização da
prova, incluindo as orientações contidas na capa do caderno de questões e na folha de respostas.
7.16.1. Distribuídos os cadernos de questões e, na hipótese de verificarem falhas de impressão, o
candidato deverá informar ao fiscal da sala.
7.17. O candidato deverá transcrever as respostas para a folha de respostas com caneta
esferográfica fabricada em material de tinta azul, preferencialmente, ou preta.
7.18. A folha de respostas, cujo preenchimento é de responsabilidade do candidato, é o único
documento válido para a correção eletrônica e deverá ser entregue no final da prova ao fiscal de
sala, sem emendas ou rasuras.
7.19. Não serão computadas questões não respondidas nem questões que contenham mais de
uma resposta (mesmo que uma delas esteja correta), emendas ou rasuras, ainda que legíveis.
7.20. Não deverá ser feita nenhuma marca fora do campo reservado às respostas, pois qualquer
marca poderá ser lida pelas leitoras ópticas, prejudicando o desempenho do candidato.
7.21. Não haverá substituição da folha de respostas por erro do candidato.
7.22. O candidato somente poderá retirar-se do local de aplicação da prova depois de decorrido o
prazo de 75% (setenta e cinco por cento) do tempo de sua duração, não podendo levar o caderno
de questões e a folha de respostas.
7.23. Deverão permanecer em cada uma das salas de prova os 3 (três) últimos candidatos, até
que o último deles entregue sua prova, assinando termo respectivo.
7.24. Após o término do prazo previsto para a duração da prova, não será concedido tempo
adicional para o candidato continuar respondendo questão ou procedendo à transcrição para a
folha de respostas.
7.25. Um exemplar, em branco, do caderno de questões da prova estará disponível no site
www.vunesp.com.br no link "prova" e "gabarito", na página do Concurso Público, o gabarito estará
disponível a partir da publicação no Diário Oficial do Munícipio.
7.26. Em caso de necessidade de amamentação durante a realização da prova, a candidata
lactante deverá levar um acompanhante, maior de idade, devidamente comprovada, que ficará em
local reservado e será responsável pela guarda da criança.
7.26.1. Não haverá compensação do tempo de amamentação no período de duração da prova.
7.27. O candidato que, eventualmente, necessitar alterar algum dado cadastral, deverá fazê-lo em
formulário específico, devidamente datado e assinado, quando estiver prestando a prova,

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entregando-o ao fiscal da sala. Caso queira fazer alguma reclamação ou sugestão o candidato
deverá procurar a sala de coordenação.
7.27.1. O candidato que não solicitar a correção nos termos deste item deverá arcar,
exclusivamente, com as consequências advindas de sua omissão.
7.28. Não haverá prorrogação do tempo previsto para a aplicação da prova em virtude de
afastamento, por qualquer motivo, do candidato da sala de prova.
7.29. Será excluído do Concurso Público o candidato que:
a) apresentar-se em local, data e após o horário estabelecido para realização da prova;
b) não comparecer à prova, conforme convocação oficial, seja qual for o motivo alegado;
c) não apresentar o documento de identidade, conforme previsto neste Capítulo;
d) ausentar-se da sala ou local de prova sem o acompanhamento de um fiscal;
e) for surpreendido em comunicação com outras pessoas ou utilizando-se de calculadora, livros,
notas ou impressos não permitidos, ou usando boné, gorro, chapéu ou óculos de sol;
f) estiver portando ou fazendo uso de qualquer tipo de equipamento eletrônico de comunicação;
g) lançar mão de meios ilícitos para executar a prova;
h) fizer anotação de informações relativas às suas respostas em qualquer material que não o
fornecido pela Fundação VUNESP;
i) não devolver ao fiscal a folha de respostas ou qualquer outro material de aplicação da prova;
j) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos;
k) agir com incorreção ou descortesia para com qualquer membro da equipe encarregada da
aplicação da prova;
l) retirar-se do local de provas antes do tempo permitido.
CAPÍTULO VIII ­ DA PROVA DE TÍTULOS
8. Concorrerá à prova de títulos somente o candidato habilitados na prova objetiva.
8.1. Os documentos relativos aos títulos deverão ser entregues em local(is) e horário(s) a serem
divulgados oportunamente.
8.2. Não serão aceitos títulos entregues fora do local, data e horário estabelecidos no Edital de
Convocação, nem a complementação ou a substituição, a qualquer tempo, de títulos já entregues.
8.2.1. O candidato convocado à prova de títulos que não comparecer será considerado ausente,
porém, não será eliminado do Concurso.
8.2.2. O candidato inscrito em mais de um cargo deverá entregar títulos para cada cargo que for
convocado. A pontuação de títulos obtida para um cargo não será considerada para outros cargos
que o candidato esteja inscrito e tenha sido convocado para a entrega de títulos.
8.2.3. A entrega e a comprovação dos títulos são de responsabilidade exclusiva do candidato.
8.2.4. Serão considerados títulos somente os constantes na tabela de títulos, item 9.6.
8.2.5. Os documentos deverão ser entregues em cópias reprográficas, autenticadas ou
acompanhadas da apresentação do original para serem vistadas pelo receptor, sendo que:
8.2.5.1. não serão aceitos protocolos de documentos ou fac-símile;
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8.2.5.2. não serão aceitos, para entrega e pontuação, documentos originais de diplomas;
8.2.5.3. poderão ser entregues, no original, atestados e declarações.
8.3. Todos os títulos deverão ser comprovados por documentos que contenham as informações
necessárias ao perfeito enquadramento e consequente valoração.
8.3.1. Quando o nome do candidato for diferente do constante nos documentos apresentados,
deverá ser anexado comprovante de alteração do nome.
8.3.2. Quando o documento não comprovar explicitamente que o título se enquadra na área
exigida na Tabela de Títulos, o candidato poderá entregar, também, de acordo com o item 8 e
seus subitens, o histórico escolar ou declaração da instituição que emitiu o documento, na qual
declara a(s) área(s) de concentração e/ou programa(s) e/ou linha(s) de pesquisa(s) e/ou
informações complementares que permitam o perfeito enquadramento do título.
8.4. Não serão considerados como títulos os cursos que se constituírem em requisito para a
inscrição no Concurso. Assim sendo, no caso de entrega de títulos, previstos na tabela de títulos,
que possam ser considerados requisito, o candidato deverá entregar, também, comprovantes dos
requisitos, de acordo com o item 2 e seus subitens, sob pena de não ter aqueles pontuados.
8.5. Os comprovantes deverão estar em papel timbrado da instituição, com nome, cargo/função e
assinatura do responsável, data do documento e,
8.5.1. no caso de certificado/declaração de conclusão de curso de doutorado ou de mestrado,
deverá constar a data da homologação do respectivo título;
8.5.2. no caso de certificado/declaração de conclusão de curso de pós-graduação lato sensu,
deverão constar a carga horária total e o período de realização do curso;
8.5.3. no histórico escolar, deverão constar o rol das disciplinas com as respectivas cargas
horárias, notas ou conceitos obtidos pelo aluno e o título do trabalho, conforme o caso (TCC,
monografia, dissertação ou tese).
8.6. Os títulos de doutor e de mestre obtidos no exterior deverão ser revalidados por
universidades oficiais que mantenham cursos congêneres, credenciados nos órgãos competentes.
8.6.1. Os demais títulos obtidos no exterior deverão ser traduzidos para a Língua Portuguesa por
tradutor oficial juramentado.
8.7. Será permitida a entrega de títulos por procuração, mediante entrega do respectivo mandato
com firma reconhecida e apresentação de documento original de identificação com foto do
procurador. Deverá ser entregue uma procuração por candidato, que ficará retida.
8.8. Todos os documentos/títulos entregues, cuja devolução não for solicitada no prazo de 90
(noventa) dias, contados a partir da homologação do resultado final do Concurso, serão
inutilizados.
8.9. A solicitação da devolução dos documentos deverá ser feita somente após a publicação da
homologação do Concurso e deverá ser encaminhada por Sedex ou Aviso de Recebimento ­ AR,
à Fundação Vunesp, situada na Rua Dona Germaine Burchard, 515, Água Branca/Perdizes, São
Paulo ­ CEP 05002-062, contendo a especificação do respectivo Concurso.

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CAPÍTULO IX­ DO JULGAMENTO DAS PROVAS
9. DAS PROVAS
- OBJETIVA
9.1. A prova objetiva será avaliada na escala de 0 a 100 pontos.
9.1.1. A nota da prova objetiva será obtida pela fórmula:
NP = Nax100
Nq
Onde:
NP = nota da prova
Na = número de acertos
Nq = número de questões
9.1.2. Será considerado habilitado o candidato que obtiver nota da prova (NP) igual ou superior a
50 pontos.
9.1.3. O candidato não habilitado será eliminado do Concurso Público.
- TÍTULOS
9.2. A prova de títulos terá caráter classificatório.
9.2.1. Somente serão avaliados os títulos dos candidatos habilitados e mais bem classificados na
prova objetiva.
9.3. A pontuação total da prova de títulos estará limitada ao valor máximo de 10 (dez) pontos.
9.3.1. A pontuação dos títulos estará limitada aos valores constantes na tabela de títulos.
observando-se os comprovantes, os valores unitário e máximo e a quantidade máxima de cada
título.
9.4. Somente serão avaliados os títulos obtidos até a data de publicação deste Edital.
9.5. Cada título será considerado uma única vez.

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9.6. Tabela de títulos
Títulos
Doutor na área a que
concorre ou na área
da Educação.
Mestre na área a que
concorre ou na área
da Educação.

Comprovantes
- Diploma devidamente
registrado ou ata de

Quantidade

Valor Unitário

Valor Máximo

1

4

4

1

3

3

3

1

3

Máxima

defesa ou
certificado/declaração de
conclusão de curso.

Pós-graduação lato
sensu
(Especialização) na
área a que concorre

- Certificado/declaração

ou na área da

de conclusão de curso; e

Educação, com carga

histórico escolar

horária mínima de 360
(trezentas e sessenta)
horas.
9.7. Comprovada, em qualquer tempo, a irregularidade ou ilegalidade na obtenção do título, o
candidato terá anulada a respectiva pontuação e, comprovada a sua culpa, esse será eliminado
do Concurso.
CAPÍTULO X ­ DA PONTUAÇÃO FINAL
10. A pontuação final será a nota obtida na prova objetiva mais a pontuação da prova de títulos.
CAPÍTULO XI ­ DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATE E DA CLASSIFICAÇÃO FINAL
11. Em caso de igualdade da pontuação final, serão aplicados, sucessivamente, os seguintes
critérios de desempate:
11.1. com idade igual ou superior a 60 (sessenta) no término das inscrições, nos termos da Lei
Federal n.º 10.741/2003, entre si e frente aos demais, sendo que será dada preferência ao de
idade mais elevada;
11.1.1. ter o candidato, comprovadamente, sido jurado, nos termos do disposto no artigo 440 do
Código de Processo Penal (Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941), introduzido pela Lei
nº 11.689, de 9 de junho de 2008.
11.1.2. que obtiver maior número de acertos nas questões de Conhecimentos Específicos;
11.1.3. que obtiver maior número de acertos nas questões de Língua Portuguesa;
11.1.4. que obtiver maior número de acertos nas questões de Matemática;
11.1.5. que obtiver maior número de acertos nas questões de Noções de Informática;
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11.1.6. maior pontuação na prova de títulos;
11.1.7. mais idoso entre os candidatos com idade inferior a 60 (sessenta) anos no término das
inscrições.
11.1.8. Persistindo, ainda, o empate, poderá haver sorteio na presença dos candidatos
envolvidos.
11.2. Persistindo, ainda, o empate, poderá haver sorteio na presença dos candidatos envolvidos.
11.3. Os candidatos aprovados serão classificados, por ordem decrescente da pontuação final.
11.4. Os candidatos classificados serão enumerados em três listas, sendo uma geral (todos os
candidatos aprovados), outra às pessoas negras ou pardas e outra especial (candidatos com
deficiência aprovados), que serão publicadas no Diário Oficial do Município de Ribeirão Preto.
11.5. Não ocorrendo inscrição no Concurso Público ou aprovação de candidatos pardos ou negros
ou com deficiência, será elaborada somente a Lista de Classificação Final Geral.
11.6. O percentual de vagas reservado às pessoas negras ou pardas e/ou com deficiência será
revertido para aproveitamento de candidatos da Lista de Classificação Final Geral, se não houver
inscrição, aprovação ou, ainda, se o número de pessoas negras ou pardas e/ou com deficiência
não atingir o limite a eles reservado.
CAPÍTULO XII ­ DOS RECURSOS
12. O prazo para interposição de recurso será de 2 (dois) dias úteis, contados da data da
divulgação ou do fato que lhe deu origem.
12.1. Para recorrer, o candidato deverá utilizar o endereço eletrônico www.vunesp.com.br, na
página do Concurso Público, seguindo as instruções ali contidas.
12.2. Admitir-se-á um único recurso para cada questão da prova, desde que devidamente
fundamentado.
12.3. Quando o recurso se referir ao gabarito da prova objetiva, deverá ser elaborado de forma
individualizada, ou seja, 01 (um) recurso para cada questão e a decisão será tomada mediante
parecer técnico da Banca Examinadora.
12.4. O gabarito divulgado poderá ser alterado em função da análise dos recursos interpostos e,
caso haja anulação ou alteração do gabarito, as provas serão corrigidas de acordo com o gabarito
oficial definitivo.
12.5. A pontuação relativa à(s) questão(ões) anulada(s) será atribuída a todos os candidatos
presentes na prova.
12.5.1. No caso de provimento do recurso interposto dentro das especificações, esse poderá,
eventualmente,

alterar

a

nota/classificação

inicial

obtida

pelo

candidato

para

uma

nota/classificação superior ou inferior, ou ainda poderá ocorrer a desclassificação do candidato
que não obtiver a nota mínima exigida para habilitação.
12.5.2. A decisão do deferimento ou indeferimento de recurso será publicada no Dário Oficial do
Município de Ribeirão Preto e disponibilizada como subsídio no site www.vunesp.com.br e
www.ribeiraopreto.sp.gov.br "link" Concursos.
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12.5.3. Somente serão considerados os recursos interpostos para a fase a que se referem e no
prazo estipulado, não sendo aceito, portanto, recursos interpostos em prazo destinado a evento
diverso daquele em andamento.
12.5.4. O recurso interposto fora da forma e dos prazos estipulados neste Edital não será
conhecido, bem como não será conhecido aquele que não apresentar fundamentação e
embasamento, ou aquele que não atender às instruções constantes do "link" Recursos na página
específica do Concurso Público.
12.6. Não será aceito e conhecido recurso interposto pelos Correios, por meio de fax, e-mail ou
por qualquer outro meio além do previsto neste Capítulo.
12.7. O candidato que não interpuser recurso no prazo mencionado será responsável pelas
consequências advindas de sua omissão.
12.8. Não será aceito pedido de revisão de recurso e/ou recurso de recurso.
12.9. A Banca Examinadora constitui última instância para os recursos, sendo soberana em suas
decisões, razão pela qual não caberão recursos adicionais.
12.10. A interposição de recurso não obsta o regular andamento do cronograma do Concurso
Público.
12.11. No caso de recurso em pendência à época da realização de algumas das etapas do
Concurso Público, o candidato poderá participar condicionalmente da etapa seguinte.
CAPÍTULO XIII ­ DA CONVOCAÇÃO PARA NOMEAÇÃO
13. Os candidatos aprovados serão convocados obedecendo à ordem classificatória, observada a
necessidade e conveniência da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, para o preenchimento
das vagas existentes.
13.1. Os candidatos aprovados, conforme disponibilidade de vagas, terão sua nomeação
publicada no Diário Oficial do Município de Ribeirão Preto.
13.1.1. No caso do candidato necessitar de deslocamento de sua moradia, para posse, o ônus
correspondente às despesas de deslocamento e sua manutenção será de exclusiva
responsabilidade do candidato.
13.2. Além das disposições constantes no Capítulo II ­ Dos Requisitos, deste Edital, o candidato
deverá atender às seguintes condições, quando de sua nomeação:
a) submeter-se ao Exame Médico Admissional;
b) providenciar, a cargo da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, os exames complementares
que se fizerem necessários à realização do Exame Médico Admissional (a relação dos exames
será fornecida pela Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto);
c) atender aos dispositivos referentes aos requisitos básicos para investidura em Cargo Público.
13.3. Será vedada a posse de ex-servidor público demitido ou destituído de cargo, nas situações
previstas no Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Ribeirão Preto ou legislação
correlata.

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13.4. O candidato deverá apresentar, necessariamente, no ato da nomeação, os seguintes
documentos originais e entregar respectivas cópias legíveis, que ficarão retidas:
a) Comprovante de inscrição no PIS/PASEP, se já for cadastrado;
b) Cadastro de Pessoa Física ­ CPF regularizado;
c) Cédula de Identidade - RG;
d) Título de Eleitor com o comprovante de estar quite com a justiça eleitoral;
e) Comprovante de quitação com as obrigações militares, se do sexo masculino;
f) Certidão de Nascimento, se solteiro, Certidão de Casamento ou Escritura Pública de União
Estável;
g) Certidão de Nascimento dos filhos;
h) Caderneta de Vacinação dos filhos com até 05 (cinco) anos de idade;
i) Diploma de conclusão da formação exigida no requisito mínimo, devidamente registrado pelo
Ministério da Educação ou por outro órgão com delegação para tal. O documento de escolaridade
que for representado por declaração, certidão, atestado e outros documentos que não tenham o
cunho definitivo de conclusão de curso deverá ser acompanhado, OBRIGATORIAMENTE, do
respectivo histórico escolar. A declaração e o histórico escolar deverão ser expedidos por
Instituição Oficial ou reconhecida, em papel timbrado, e deverão conter carimbo e identificação da
Instituição e do responsável pela expedição do documento.
j) Cópia da Declaração de Bens encaminhada à Receita Federal, relativa ao último exercício fiscal;
k) 1 foto 3x4 atual e colorida;
l) comprovante de residência;
m) registro no respectivo Conselho de Classe (se houver);
n) certidão de Distribuição Criminal.
13.4.1. Caso haja necessidade, a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto poderá solicitar outros
documentos complementares.
13.4.2. Não serão aceitos, para o ato da nomeação, protocolos ou cópias dos documentos
exigidos. As cópias somente serão aceitas se estiverem acompanhadas do original, para fins de
conferência pelo órgão competente.
13.5. O candidato aprovado e classificado para as vagas existentes, obedecendo à ordem de
classificação, será convocado para ser submetido a Exame Médico Admissional, de caráter
eliminatório, para avaliação da saúde física e mental do candidato, oportunidade em que poderá
ser detectada incapacidade ou enfermidade impeditiva para o desempenho das tarefas do Cargo
Público, podendo, nestes casos, serem solicitados exames complementares.
13.5.1. A convocação mencionada no item 13.5, deste Capítulo, ocorrerá por publicação no Diário
Oficial do Município de Ribeirão Preto poderá, também, a critério da Prefeitura Municipal de
Ribeirão Preto, a ser informada por meio de telegrama.
13.5.2. A informação da convocação, por meio de correspondência direta, referida no item 13.5.1,
deste Capítulo, terá CARÁTER MERAMENTE INFORMATIVO E NÃO SERÁ OFICIAL, devendo
o candidato acompanhar a publicação na Imprensa Oficial do Município de Ribeirão Preto.
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13.5.3. As decisões do Serviço Médico, indicado pela Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto,
terão caráter eliminatório para efeito de nomeação, serão soberanas e delas não caberá qualquer
recurso.
13.6. O candidato convocado, que não se apresentar no local e nos prazos estabelecidos, será
considerado desistente, implicando sua eliminação definitiva e convocação do candidato
subsequente, imediatamente classificado.
CAPÍTULO XIV­ DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
14. O prazo de validade do Concurso Público é de 2 (dois) anos, a contar da data da publicação
da homologação, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período, a critério da
PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO.
14.1. O período de validade do Concurso não gera para a PREFEITURA MUNICIPAL DE
RIBEIRÃO PRETO a obrigatoriedade de aproveitar todos os candidatos aprovados.
14.2. A aprovação e a classificação definitiva geram, para o candidato, apenas a expectativa de
direito à contratação e à preferência na nomeação.
14.3. A PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO reserva-se ao direito de, durante a
vigência do presente concurso, mediante necessidade, interesse público e disponibilidade
orçamentária, convocar candidatos aprovados, respeitando-se incondicionalmente, a ordem de
classificação para o provimento de cargos que vagarem-se e/ou forem criados.
14.4. A inscrição do candidato no Concurso implicará a completa ciência das normas e condições
estabelecidas neste Edital, e das normas legais pertinentes, sobre as quais não poderá alegar
qualquer espécie de desconhecimento, bem como importará na sua expressa aceitação.
14.5. A inveracidade/autenticidade nos documentos, mesmo que verificadas a qualquer tempo, em
especial por ocasião da admissão, acarretarão a nulidade da inscrição com todas as suas
consequências, sem prejuízo das demais medidas de ordem administrativa, civil ou criminal
cabíveis.
14.6. Caberá à PREFEITA DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO a homologação do resultado
deste Concurso Público.
14.7. Os itens deste Edital poderão sofrer eventuais atualizações ou retificações, enquanto não
consumada a providência ou evento que lhes disser respeito, circunstância que será divulgada em
Edital ou Aviso publicado.
14.8. As informações sobre o presente Concurso Público, até a publicação da classificação final,
serão prestadas pela Fundação VUNESP, por meio do Disque VUNESP, nos dias úteis, das 08 às
20 horas, e pela internet, no site www.vunesp.com.br, sendo que, após a competente
homologação, as informações pertinentes passam a ser de responsabilidade da PREFEITURA
DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO.
14.9. Em caso de necessidade de alteração, atualização ou correção de algum dado cadastral,
até a emissão da classificação final, o candidato deverá solicitá-la, por meio de carta com Aviso de
Recebimento, à Fundação VUNESP. Após a homologação e durante o prazo de validade deste
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Concurso Público, eventual alteração de endereço deverá ser encaminhada, mediante carta,
assinada pelo candidato aprovado, com Aviso de Recebimento, endereçada ao Departamento de
Recursos Humanos da PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO. É de responsabilidade
do candidato, manter seu endereço, e-mail e telefone atualizados para viabilizar os contatos
necessários, sob pena de, quando for convocado, perder o prazo para admissão, caso não seja
localizado.
14.10. A PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO e a Fundação VUNESP se eximem de
quaisquer despesas assumidas pelos candidatos em razão deste Concurso, notadamente as
decorrentes de viagens e estadas dos candidatos.
14.11. A Fundação VUNESP e a PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO não emitirão
Declaração de Aprovação no Certame, pois a própria publicação no DOM é documento hábil para
fins de comprovação da aprovação. Não serão fornecidos atestado, cópia de documentos,
certificado ou certidão relativos à situação do candidato reprovado no Concurso.
14.12. A PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO e a Fundação VUNESP não se
responsabilizam por eventuais prejuízos ao candidato decorrentes de:
a) endereço não atualizado;
b) endereço de difícil acesso;
c) correspondência devolvida pelos Correios por razões diversas de fornecimento e/ou endereço
errado do candidato, inclusive a situação de devolução com a informação de ausente após 3 (três)
tentativas de entrega;
d) correspondência recebida por terceiros.
14.13. O candidato será considerado desistente e excluído tacitamente do Concurso Público
quando não comparecer às convocações na data estabelecida ou manifestar sua desistência por
escrito.
14.14. Os questionamentos relativos a casos omissos ou duvidosos serão julgados pela Comissão
de Concursos da PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO.
14.15. Decorridos 90 (noventa) dias da homologação e não caracterizando qualquer óbice, é
facultada a eliminação das provas e demais registros escritos, mantendo-se, porém, pelo prazo de
validade do Concurso Público, os registros eletrônicos.
14.16. As convocações, avisos e resultados serão publicados no Diário Oficial do Município e
disponíveis na Sede da PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO,
14.17. Sem prejuízo das sanções criminais cabíveis, a qualquer tempo, a PREFEITURA DO
MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO poderá anular a inscrição, prova ou nomeação do candidato,
desde que sejam verificadas falsidades de declaração ou irregularidade no Certame.
14.18.

A

critério

da

PREFEITURA

MUNICIPAL

DE

RIBEIRÃO

PRETO,

a

homologação/prorrogação deste concurso poderá ser feita em etapas (por cargo).
14.19. A nomeação do candidato implica na sua aceitação da Legislação em vigor, inclusive do
Estatuto dos Servidores Municipais da PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO.

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14.20. A prática de falsidade ideológica em prova documental acarretará cancelamento da
inscrição do candidato, sua eliminação do respectivo Concurso Público e anulação de todos os
atos com respeito a ele praticados pela PREFEITURA ainda que já tenha sido publicado.
14.21. Toda a menção a horário neste Edital e em outros atos deles decorrentes terá como
referência o horário oficial de Brasília.
Ribeirão Preto, 13 de novembro de 2015

GUILHERME HENRIQUE GABRIEL DA SILVA
Secretário Municipal da Administração Interino

THOMAZ PERIANHES JÚNIOR
Diretor do Departamento de Recursos Humanos

ALCIDES ROCHA JUNIOR
Chefe da Divisão de Seleção, Recrutamento e Treinamento

Concurso Público nº 002/2015

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ANEXO I
ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DO QUADRO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL
CARGO: Coordenador Pedagógico - contribuir para a consecução eficaz das diretrizes
educacionais da Secretaria Municipal da Educação; II - divulgar entre os professores os
referenciais teóricos atualizados, relativos aos processos de ensino e de aprendizagem; III participar da elaboração, coordenação e acompanhamento do Projeto Pedagógico da escola,
responsabilizando-se pela divulgação e execução dele; IV - identificar necessidades de formação
profissional, a partir do diagnóstico dos saberes dos professores; V - promover um espaço coletivo
de construção permanente do saber docente, onde as ações de coordenação pedagógica
garantam a aprendizagem e a formação constante do professor; VI - acompanhar e avaliar o
processo de ensino e o processo de aprendizagem, bem como os resultados do desempenho dos
alunos; VII - propor e organizar, junto com os professores, alternativas para o processo de ensino,
buscando soluções dos problemas de aprendizagem identificados; VIII - propiciar e organizar os
momentos de formação continuada para garantir situações de estudo e de reflexão sobre a prática
pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional; IX colaborar com a organização e seleção de materiais adequados às diferentes situações de ensino
e de aprendizagem; X - divulgar práticas inovadoras, incentivando o uso dos recursos
tecnológicos disponíveis; XI - atuar de maneira integradora com a equipe gestora; XII - participar e
assessorar a equipe gestora na realização de estudos e levantamentos para definição de
agrupamentos de alunos e utilização de recursos didáticos; XIII - elaborar relatórios das atividades
executadas, participando da avaliação anual da unidade escolar; XIV - estabelecer metas a serem
atingidas em função das demandas explicitadas no trabalho dos professores; XV - encaminhar
alunos para atendimento especializados quando se fizer necessário; XVI - promover um clima
escolar favorável à aprendizagem e ao ensino, a partir do entrosamento entre os membros da
comunidade escolar e da qualidade das relações interpessoais.
CARGO: Supervisor de Ensino - na área pedagógica: a) assistir tecnicamente a equipe gestora
da unidade escolar para solucionar problemas de elaboração e execução da proposta
pedagógica; Lei Complementar nº 2.524/2012 9 Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto Estado de
São Paulo Gabinete da Prefeita b) adequar os mecanismos de acompanhamento, avaliação e
controle às peculiaridades locais; c) aplicar instrumentos de análise para avaliar o desempenho do
pessoal das escolas no que se refere aos aspectos pedagógicos; d) informar ou elaborar
propostas de diretrizes para avaliação do processo ensino-aprendizagem nas unidades escolares;
e) sugerir medidas para a melhoria da produtividade escolar; f) constatar e analisar problemas de
repetência e evasão escolares e formular soluções; g) diagnosticar as necessidades de
aperfeiçoamento e atualização dos professores e sugerir medidas para atendê-las; h) assegurar o
fluxo de comunicações entre as atividades de supervisão, a equipe gestora da escola e os órgãos
centrais da Secretaria da Educação. II - na área administrativa e de legislação educacional: a)
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supervisionar os estabelecimentos de ensino e verificar a observância dos respectivos
Regimentos Escolares; b) garantir a integração do sistema Municipal de Ensino em seus aspectos
administrativos, fazendo observar o cumprimento das normas legais e das determinações dos
órgãos superiores; c) aplicar instrumentos de análise para avaliar o desempenho do pessoal das
escolas no que se refere aos aspectos administrativos; d) atuar junto aos Diretores e Secretários
de Estabelecimentos de Ensino no sentido de racionalizar os serviços burocráticos; e) manter os
estabelecimentos de ensino informados das diretrizes e determinações superiores e assistir os
Diretores na interpretação dos textos legais; f) acompanhar e assistir os programas de integração
escola-comunidade; g) analisar os estatutos das instituições auxiliares das escolas, verificar a sua
observância e controlar a execução de seus programas; h) examinar as condições físicas do
ambiente escolar, dos implementos e do instrumental utilizados, tendo em vista a higiene e a
segurança do trabalho escolar; i) sugerir medidas para a revisão do prédio escolar, bem como
para a renovação, reparo e aquisição de equipamentos; j) implementar, juntamente com os
diretores, a redistribuição da rede física no atendimento à demanda, a sua entrosagem e
intercomplementariedade; l) orientar a matrícula de acordo com as instruções fixadas pela
Secretaria da Educação; m) orientar e analisar o levantamento de dados estatísticos sobre as
escolas; n) examinar e visar documentos dos servidores e da vida escolar do aluno, bem como os
livros e registros do estabelecimento de ensino; o) sugerir medidas para o bom funcionamento das
escolas sob sua supervisão; p) assistir a Secretaria da Educação na programação global e nas
tarefas de organização escolar e atendimento à demanda escolar. III - verificar as condições para
o funcionamento dos estabelecimentos municipais de Educação Básica e as condições para
autorização e funcionamento dos estabelecimentos particulares de Educação Infantil. IV ­ prestar
atendimento, no Setor de Supervisão de Ensino, aos munícipes, aos Conselhos Tutelares, à
Promotoria da Infância e Juventude e ao Poder Judiciário - Vara da Infância e Juventude em suas
demandas.

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ANEXO II ­ CONTEÚDO PROGRÁMATICO
No que se refere à atualização da legislação indicada, informa-se que deve ser considerada a
legislação atualizada, desde que vigente, tendo como base até a data da publicação oficial do
Edital de Abertura de Inscrições e Instruções Especiais.
Para os cargos: Coordenador Pedagógico e Supervisor de Ensino
CONHECIMENTOS GERAIS
LÍNGUA PORTUGUESA
Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários). Sinônimos e
antônimos. Sentido próprio e figurado das palavras. Pontuação. Classes de palavras: substantivo,
adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção: emprego e sentido que
imprimem às relações que estabelecem. Concordância verbal e nominal. Regência verbal e
nominal. Colocação pronominal. Crase.
MATEMÁTICA E NOÇÕES DE ESTATÍSTICA
Operações com números reais. Mínimo múltiplo comum e máximo divisor comum. Potências e
raízes. Razão e proporção. Porcentagem. Regra de três simples e composta. Média aritmética
simples e ponderada. Juro simples. Equação do 1.º e 2.º graus. Sistema de equações do 1.º grau.
Relação entre grandezas: tabelas e gráficos. Sistemas de medidas usuais. Geometria: forma,
perímetro, área, volume, ângulo, teorema de Pitágoras. Resolução de situações-problema. Leitura
e interpretação de tabelas e gráficos estatísticos. Cálculo e interpretação de medidas estatísticas:
média, mediana, moda e desvio padrão.
ATUALIDADES
Questões relacionadas a fatos políticos, econômicos, sociais e culturais, nacionais e
internacionais, ocorridos a partir de 1º de junho de 2015, divulgados na mídia local e/ou nacional.
NOÇÕES DE INFORMÁTICA
MS-Windows 7: conceito de pastas, diretórios, arquivos e atalhos, área de trabalho, área de
transferência, manipulação de arquivos e pastas, uso dos menus, programas e aplicativos,
interação com o conjunto de aplicativos MS-Office 2010. MS-Word 2010: estrutura básica dos
documentos, edição e formatação de textos, cabeçalhos, parágrafos, fontes, colunas, marcadores
simbólicos e numéricos, tabelas, impressão, controle de quebras e numeração de páginas,
legendas, índices, inserção de objetos, campos predefinidos, caixas de texto. MS-Excel 2010:
estrutura básica das planilhas, conceitos de células, linhas, colunas, pastas e gráficos, elaboração
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de tabelas e gráficos, uso de fórmulas, funções e macros, impressão, inserção de objetos, campos
predefinidos, controle de quebras e numeração de páginas, obtenção de dados externos,
classificação de dados. MS-PowerPoint 2010: estrutura básica das apresentações, conceitos de
slides, anotações, régua, guias, cabeçalhos e rodapés, noções de edição e formatação de
apresentações, inserção de objetos, numeração de páginas, botões de ação, animação e
transição entre slides. Correio Eletrônico: uso de correio eletrônico, preparo e envio de
mensagens, anexação de arquivos. Internet: Navegação Internet, conceitos de URL, links, sites,
busca e impressão de páginas.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
Coordenador Pedagógico
Bibliografia
ALMEIDA, Laurinda Ramalho de & PLACCO, Vera Maria de Souza (org.) O coordenador
pedagógico e o espaço da mudança. 4ª edição. São Paulo. Loyola, 2005.
ALVES, Cecília Pescatore; SASS, Odair. Formação de Professores e Campos do
Conhecimento. 1ª Edição. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2004.
ARANTES, Valéria Amorim (org). Afetividade na escola: alterativas teóricas e práticas. São
Paulo. Summus, 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Marcos Políticos Legais da
Educação especial na Perspectiva da educação Especial. Brasília; Secretaria de Educação
Especial, 2010, 72p.
BRASIL. Ministério da Educação. Subsídio para a gestão dos sistemas educacionais
inclusivos. Brasília: SEESP, 2004.
CAPPELLETTI, Isabel (org.) A Avaliação Educacional: Fundamentos e Práticas. 2ª Edição.
Campinas. Papirus, 2001.
CHRISPINO, Álvaro. Gestão do Conflito Escolar: Da Classificação dos Conflitos aos Modelos de
Mediação. In Revista Ensaio: aval. pol. públ. educ. Rio de Janeiro, v. 15, n. 54, p. 11-28, jan./mar.
2007.
COLL, Cesar. Psicologia da Educação Virtual - Aprender e Ensinar com Tecnologias da
Informação e da Comunicação. Porto Alegre. Artmed, 2010.
CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo. Cortez Editora, 2002.
DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. Capítulos 4, 7 e 8. 6ª Edição. São Paulo.
Cortez, 2001.
FERREIRA, Naura Syria Carapeto & AGUIAR, Márcia Ângela da S. (org.) Gestão da Educação:
impasses, perspectivas e compromissos. 2ª edição. São Paulo. Cortez, 2002.
FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler ­ em três artigos que se completam. São Paulo.
Cortez, 1991. Coleção Polêmicas do nosso tempo ­ volume 4. 26ª Edição.
Concurso Público nº 002/2015

Página 27

HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da
insegurança. Porto Alegre. Artmed. 2003.
IMBERNÓN, Francisco. Formação Docente e Profissional ­ Formar-se para a mudança e a
incerteza. 3 ª Edição. São Paulo. Cortez, 2002.
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Porto Alegre.
Alternativa, 2001.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola ­ o real, o possível e o necessário. 1ª Edição. Porto
Alegre. Artmed, 2002.
LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. São Paulo: Ed. Cortez, 2005.
________________. Avaliação da Aprendizagem Escolar. 17ª Edição. São Paulo. Cortez, 2005.
MACHADO, Nilson José; SÁ, Elizabet Dias de; M.M., Mônica Teresa; MANTOAN, Eglér (org).
Pensando e fazendo Educação de qualidade ­ RAHME, Mônica Maria Farid. São Paulo. Editora
Moderna, 2001.
MACHADO, R. Educação Especial na Escola Inclusiva: Políticas, Paradigmas e Práticas. 1ª ed.
São Paulo: Cortez, 2009.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 13ª Edição .
São Paulo. Bertrand Brasil, 2007.
MARZANO, Robert J., PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. O ensino que funciona:
estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre:
Artmed, 2008.
MORAN, José Manuel. Gestão inovadora da escola com tecnologias. Disponível em:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/gestao.htm
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Ap. Novas tecnologias e
mediação pedagógica. Campinas. Papirus, 2000.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. VYGOTSKY ­ Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo. Editora Scipione, 1997.
PANIZZA, Mabel e cols. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Séries Iniciais. Porto
Alegre: Ed Artmed, 2006.
PIAGET, Jean William Fritz. A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Problema central do
desenvolvimento. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. São Paulo. Ed Cortez, 2011.
TEBEROSKY, Ana e COLOMER, Teresa. Aprender a ler e a escrever ­ uma proposta
construtivista. 1ª Edição. Porto Alegre. Artmed, 2003.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do Conhecimento em Sala de aula. São Paulo.
Libertad ­ Centro de Pesquisa, formação e Assessoria Pedagógica. 14ª Edição ­ 2002.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do Trabalho Pedagógico ­ Do projeto político
pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 4ª edição. São Paulo. Editora Libertad, 2002.
WEISZ, Telma com SANCHEZ, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. 2ª Edição.
São Paulo. Ática, 2006.
Concurso Público nº 002/2015

Página 28

ZABALA, Antoni. A Prática Educativa ­ Como ensinar. 1ª Ed. Porto Alegre. Artmed, 1998.
Legislação:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil ­ Artigos 205 ao 214.
BRASIL. Lei nº 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente.
BRASIL. Lei nº 9.394/1996 ­ Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Parecer CNE/CEB 07/2010 ­ Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.
Parecer CNE/CEB 11/2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 09
anos.
Parecer CNE/CEB 20/2009 ­ Revisão das Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil.
Parecer CNE/CEB 11/2000 ­ Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e
Adultos.
Parecer CNE/CEB 06/2010 - Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos.
Parecer CNE/CP 03/2004 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais.
Resolução CNE/CEB 05/2009 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
Resolução CNE/CEB 04/2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.
Resolução CNE/CEB 07/2010 - Diretrizes curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de
09 anos.
Resolução CNE/CP 01/2004 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais.
Resolução CNE/CEB 01/2000 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e
Adultos.
Resolução CNE/CEB 03/2010 - Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos.
Resolução CNE/CEB 4/2009 ­ Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional
Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.
Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva ­ MEC/2008.
Resolução SME nº 14/2006 - Deliberação CME nº 02/2006 ­ Implantação do Ensino Fundamental
de Nove Anos. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME nº 05/2009 - Deliberação CME 01/2009 - Reorganização do Ensino Fundamental.
Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME nº 19 /2009 - Deliberação CME 04/2009- Diretrizes para a Oferta da Modalidade
de Educação de Jovens e Adultos. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME nº 06/2010 - Deliberação CME 03/2010- Altera Artigos da Deliberação CME nº
04/2009. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME 09/2010 - Deliberação CME nº 04/2010- Altera § 1º, do artigo 2º da Deliberação
CME nº 02/2006. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO. Lei Complementar nº 2.524/2012 ­ Estatuto
do Magistério Público Municipal de Ribeirão Preto.
Concurso Público nº 002/2015

Página 29

Supervisor de Ensino
Bibliografia
ALVES, Cecília Pescatore; SASS, Odair. Formação de Professores e Campos do
Conhecimento. 1ª Edição. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2004.
ARANTES, Valéria Amorim (org). Afetividade na escola: alterativas teóricas e práticas. São
Paulo. Summus, 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Marcos Políticos Legais da
Educação especial na Perspectiva da educação Especial. Brasília; Secretaria de Educação
Especial, -2010. 72p.
BRASIL. Ministério da Educação. Subsídio para a gestão dos sistemas educacionais
inclusivos. Brasília: SEESP, 2004.
CHRISPINO, Álvaro. Gestão do Conflito Escolar: Da Classificação dos Conflitos aos Modelos de
Mediação. In Revista Ensaio: aval. pol. públ. educ. Rio de Janeiro, v. 15, n. 54, p. 11-28, jan./mar.
2007.
CAPPELLETTI, Isabel (org.) A Avaliação Educacional: Fundamentos e Práticas. 2ª Edição.
Campinas. Papirus, 2001.
COLL, Cesar. Psicologia da Educação Virtual - Aprender e Ensinar com Tecnologias da
Informação e da Comunicação. São Paulo. Artmed -2010.
CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo. Cortez, 2002.
DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. Capítulos 4, 7 e 8. 6ª Edição. São Paulo.
Cortez, 2001.
FERREIRA, Naura Syria C. (org). Supervisão educacional para uma escola de qualidade. São
Paulo. Cortez. 1999.
FERREIRA, Naura Syria Carapeto & AGUIAR, Márcia Ângela da S. (org.) Gestão da Educação:
impasses, perspectivas e compromissos. 2ª edição. São Paulo. Cortez Editora, 2002.
FOUCAULT, M. Microfísica do Poder. 26ª Edição. Rio de Janeiro. Ed. Graal, 2008.
FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler ­ em três artigos que se completam. São Paulo.
Cortez, 1991 ­ Coleção Polêmicas do nosso tempo ­ volume 4. 26ª Edição.
GIANCATERINO, Roberto. Supervisão escolar e gestão democrática. Rio de Janeiro. Wak
Editora, 2010.
HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da
insegurança. Porto Alegre. Artmed. 2003.
IMBERNÓN, Francisco. Formação Docente e Profissional ­ Formar-se para a mudança e a
incerteza. 3 ª Edição. São Paulo. Cortez, 2002.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola ­ o real, o possível e o necessário. São Paulo. Artmed,
2002.

Concurso Público nº 002/2015

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LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Porto Alegre. Editora
Alternativa. 2001.
LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. São Paulo. Ed. Cortez, 2005.
________________. Avaliação da Aprendizagem Escolar. 17ª Edição. São Paulo. Cortez
Editora, 2005.
MACHADO, Nilson José; SÁ, Elizabet Dias de; M.M., Mônica Teresa; MANTOAN, Eglér (org).
Pensando e fazendo Educação de qualidade ­ RAHME, Mônica Maria Farid. São Paulo. Editora
Moderna, 2001.
MACHADO, R. Educação Especial na Escola Inclusiva: Políticas, Paradigmas e Práticas. 1ª ed.
São Paulo: Cortez, 2009.
MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. O ensino que funciona:
estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre:
Artmed, 2008.
MEDINA, Antonia da Silva. Supervisão escolar ­ da ação exercida à ação repensada. Porto
Alegre. Ed. Age. 2002.
MORAN, José Manuel. Gestão inovadora da escola com tecnologias. Disponível em:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/gestao.htm
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Ap. Novas tecnologias e
mediação pedagógica. Campinas. Papirus, 2000.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 13ª Edição .
São Paulo. Editora Bertrand Brasil, 2007.
PIAGET, Jean William Fritz. A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Problema central do
desenvolvimento. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
RANGEL, Mary; FREIRE, Wendel. Supervisão escolar: avanços de conceitos e processos. Rio
de Janeiro. Ed. Wak, 2010.
RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. São Paulo. Ed Cortez, 2011.
SILVA JR, Celestino Alves da & RANGEL, Mary (org.). Nove Olhares sobre a Supervisão. 13ª
edição . Campinas. Papirus Editora, 2007.
TEBEROSKY, Ana e COLOMER, Teresa. Aprender a ler e a escrever: uma proposta
construtivista ­ Porto Alegre. Artmed, 2003.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do Conhecimento em Sala de aula. São Paulo.
Libertad, 2002 ­ Centro de Pesquisa, formação e Assessoria Pedagógica. 14ª Edição.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. VYGOTSKY ­ Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo. Editora Scipione, 1997.
WEISZ, Telma com SANCHEZ, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. 2ª Edição.
São Paulo. Ática, 2006.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa ­ Como ensinar. Porto Alegre. Artmed, 1998.

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Legislação:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil ­ Artigos 205 ao 214.
BRASIL. Lei nº 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente.
BRASIL. Lei nº 9.394/1996 ­ Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Parecer CNE/CEB 07/2010 ­ Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica
Parecer CNE/CEB 11/2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 09
anos.
Parecer CNE/CEB 20/2009 ­ Revisão das Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil
Parecer CNE/CEB 11/2000 ­ Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e
Adultos.
Parecer CNE/CEB 06/2010 - Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos.
Parecer CNE/CP 03/2004 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais.
Resolução CNE/CEB 05/2009 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
Resolução CNE/CEB 04/2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.
Resolução CNE/CEB 07/2010 - Diretrizes curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de
09 anos.
Resolução CNE/CP 01/2004 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais.
Resolução CNE/CEB 01/2000 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e
Adultos.
Resolução CNE/CEB 03/2010 - Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos.
Resolução CNE/CEB 4/2009 ­ Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional
Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.
Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva ­ MEC/2008.
Resolução SME nº 14/2006 - Deliberação CME nº 02/2006 ­ Implantação do Ensino Fundamental
de Nove Anos. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME nº 05/2009 - Deliberação CME 01/2009- Reorganização do Ensino Fundamental.
Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME nº 19 /2009 - Deliberação CME 04/2009- Diretrizes para a Oferta da Modalidade
de Educação de Jovens e Adultos. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME nº 06/2010 - Deliberação CME 03/2010- Altera Artigos da Deliberação CME nº
04/2009. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
Resolução SME 09/2010 - Deliberação CME nº 04/2010- Altera § 1º, do artigo 2º da Deliberação
CME nº 02/2006. Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto.
PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO. Lei Complementar nº 2.524/2012 ­ Estatuto
do Magistério Público Municipal de Ribeirão Preto.

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