187º CONCURSO DE PROVAS E TÍTULOS PARA INGRESSO NA MAGISTRATURA DO ESTADO DE SÃO PAULO
EDITAL
O DESEMBARGADOR ANTONIO DE ALMEIDA SAMPAIO, PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CONCURSO, FAZ SABER que
estarão abertas, no período de 17 de abril a 17 de maio de 2017, as inscrições para o 187º Concurso de Provas e Títulos para
Ingresso na Magistratura do Estado de São Paulo, nos termos do disposto nos artigos 93, I e 96, I, alínea "c" da Constituição Federal e
da Resolução nº 75, de 12 de maio de 2009, do Conselho Nacional de Justiça.

1. DAS VAGAS
1.1 O Concurso destina-se ao preenchimento de todas as vagas ora existentes, para os cargos de Juiz Substituto, em número de
276 (duzentas e setenta e seis) vagas.
1.1.1 Das 276 (duzentas e setenta e seis) vagas ofertadas, 14 (quatorze) serão reservadas aos candidatos portadores de
deficiência, conforme artigo 73 da Resolução nº 75/2009, e 55 (cinquenta e cinco) delas destinadas aos candidatos negros, nos termos
da Resolução nº 203/2015, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e Resoluções nºs. 719/2015 e 769/2017, deste Tribunal de
Justiça.
1.2.2. Poderão ser acrescidas às vagas existentes as que porventura surgirem durante a validade do Concurso, uma vez
observadas a dotação orçamentária, a reserva de vagas e a necessidade do serviço.

2. DAS COMISSÕES DE CONCURSO
2.1. A Comissão de Concurso será composta pelos Desembargadores ANTONIO DE ALMEIDA SAMPAIO, que a presidirá,
CARLOS VICO MAÑAS, PAULO MAGALHÃES DA COSTA COELHO, CARLOS HENRIQUE MIGUEL TREVISAN e pelo Doutor
FERNANDO CAMPOS SCAFF, representante da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de São Paulo, como titulares, como
suplentes, respectivamente, os Desembargadores ENIO SANTARELLI ZULIANI, ADALBERTO JOSÉ QUEIROZ TELLES DE
CAMARGO ARANHA FILHO, RENATO DELBIANCO, MÁRCIO MARTINS BONILHA FILHO e o Doutor FLAVIO LUIZ YARSHELL.

3. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
3.1. O concurso público será regido por este edital, coordenado e executado pela Comissão de Concurso do Tribunal de Justiça do
Estado de São Paulo, doravante denominada Comissão de Concurso e com o auxílio da Fundação para o Vestibular da Universidade
Estadual Paulista, doravante denominada VUNESP, relativamente às primeira e segunda etapas do concurso.
3.2. A Fundação VUNESP prestará contas da execução do contrato e submeter-se-á à supervisão da Comissão de Concurso.
3.3. A remuneração do cargo de Juiz Substituto é de R$ 24.818,71 (vinte e quatro mil oitocentos e dezoito reais e setenta e um
centavos).
3.4. O concurso desenvolver-se-á, sucessivamente, de acordo com as seguintes etapas:
ETAPA

1ª Etapa

PROVA/TIPO

Objetiva seletiva

Discursiva
2ª Etapa
(Provas
Escritas)
Prática de sentença

3ª Etapa

I ­ Inscrição definitiva
II ­ Sindicância da vida
pregressa e investigação
social do candidato
III ­ Exames de sanidade
física e mental
IV ­ Avaliação psicológica

ÁREA DE CONHECIMENTO
Bloco I: Direito Civil, Direito
Processual Civil, Direito do
Consumidor e Direito da Criança e
do Adolescente (Anexo I)
Bloco II: Direito Penal, Direito
Processual
Penal,
Direito
Constitucional e Direito Eleitoral
(Anexo I)
Bloco III: Direito Empresarial,
Direito
Tributário,
Direito
Ambiental e Direito Administrativo
(Anexo I)

FORMA

CARÁTER

PESO

Eliminatório e
classificatório

1

Eliminatório e
classificatório

3

Eliminatório

-

30 questões

35 questões

35 questões

Áreas
de
conhecimento
constantes dos Anexos I e II deste
Edital.

1 dissertação e 4
questões

Áreas
de
conhecimento
constantes dos Anexos I e II deste
Edital.

2 sentenças:
1 de natureza
cível e 1 de
natureza criminal.

-

-

4ª Etapa

Oral

5ª Etapa

Avaliação de títulos

Áreas
de
conhecimento
constantes dos Anexos I e II deste
Edital.

Sorteio na forma
estabelecida
no
art.
65
e
parágrafos
da
Resolução CNJ nº
75/2009

Eliminatório e
classificatório

2

-

-

Classificatório

1

3.5. A participação do candidato em cada etapa ocorrerá, necessariamente, após a habilitação na etapa anterior.
3.6. As provas da primeira, segunda e quarta etapas versarão sobre as disciplinas constantes dos Anexos I e II.
3.7. O concurso terá validade de 02 (dois) anos, contados a partir da data da publicação da homologação do resultado final,
prorrogável, a critério do Tribunal, uma vez, por igual período.

4. DOS REQUISITOS BÁSICOS PARA O INGRESSO NA CARREIRA
a) ser aprovado no concurso público de provas e títulos;
b) ter nacionalidade brasileira;
c) estar em dia com as obrigações eleitorais e, em caso de candidato do sexo masculino, também com as militares;
d) ser bacharel em Direito, há 03 (três) anos, no mínimo, por instituição de ensino superior oficial ou reconhecida, com diploma
registrado pelo Ministério da Educação;
e) ter 03 (três) anos de atividade jurídica até a data da inscrição definitiva, exercida a partir da obtenção do grau de bacharel em
Direito, na forma definida no art. 93, I da Constituição Federal e na Resolução nº 75/2009, do Conselho Nacional de Justiça,
comprovada por intermédio de documentos e certidões;
f) ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo;
g) não registrar antecedentes criminais;
h) não estar sendo processado, nem ter sofrido penalidades por prática de atos desabonadores no exercício profissional;
i) ter até 65 (sessenta e cinco) anos de idade na data da inscrição definitiva.

5. DA INSCRIÇÃO PRELIMINAR
5.1. A inscrição do candidato implicará o conhecimento das presentes disposições e a tácita aceitação das condições do concurso,
tais como se acham estabelecidas neste edital e nas normas legais pertinentes, bem como em eventuais aditamentos, comunicados e
instruções específicas para a realização do certame.
5.1.1. A inscrição preliminar será realizada pela internet, no site www.vunesp.com.br, observado o horário oficial de Brasília/DF, a
partir das 9 horas do dia 17.04.2017 até às 16 horas do dia 17.05.2017.
5.1.2. Para inscrever-se o candidato deverá:
I. Acessar o site www.vunesp.com.br, durante o período de inscrição;
II. Localizar no site o link correlato ao concurso público;
III. Preencher o formulário de inscrição e a declaração de que possui os requisitos constantes deste edital;
IV. Gerar o boleto bancário para efetuar o pagamento da taxa até a data limite para o encerramento das inscrições, no valor de R$
248,18 (duzentos e quarenta e oito reais e dezoito centavos).
5.2. Não haverá devolução da importância paga, mesmo que efetuada a mais, nem isenção de pagamento do valor da taxa de
inscrição preliminar, exceto ao candidato amparado pela Lei Estadual nº 12.782, de 20.12.2007.
5.3. Em conformidade com a Lei Estadual nº 12.782, de 20.12.2007, estará isento do pagamento da taxa de inscrição preliminar o
candidato que cumulativamente atenda aos seguintes requisitos:
a) seja estudante regularmente matriculado em curso pré-vestibular, ou curso superior, em nível de graduação ou pós-graduação;
e
b) perceba remuneração mensal inferior a 2 (dois) salários mínimos ou esteja desempregado.
5.3.1. O candidato que preencher as condições estabelecidas nos itens "a" e "b" poderá solicitar a isenção do pagamento da taxa
de inscrição, no período das 10 horas do dia 17.04.2017 até às 23h59 do dia 19.04.2017, obedecendo aos seguintes procedimentos:
I. Preencher total e corretamente o formulário com os dados solicitados;
II. Imprimir o formulário, assinar e encaminhar, juntamente com os documentos comprobatórios adiante descritos, no período de 17
a 20.04.2017, por Correios via SEDEX ou Aviso de Recebimento (AR), ou pessoalmente, à Fundação VUNESP, Rua Dona Germaine

Burchard, 515, CEP 05002-062, São Paulo - SP, indicando no envelope: Ref: Isenção do valor da taxa de inscrição preliminar "187º Concurso de Provas e Títulos para Ingresso na Magistratura".
a) certidão ou declaração expedida por instituição de ensino pública ou privada, comprovando a sua condição estudantil ou carteira
de identidade estudantil ou documento similar, expedida por instituição de ensino pública ou privada ou por entidade de representação
estudantil; e
b) comprovante de renda especificando perceber remuneração mensal inferior a 2 (dois) salários mínimos, ou declaração, por
escrito, da condição de desempregado - Anexo IV, deste edital.
III. Os documentos comprobatórios citados deverão ser encaminhados por meio de fotocópias simples.
5.3.2. Não serão considerados os documentos encaminhados por outro meio que não o estabelecido neste Capítulo.
5.3.3. As informações prestadas no requerimento de isenção, a ser disponibilizado na internet, serão de inteira responsabilidade do
candidato, o qual poderá responder, a qualquer momento, por crime contra a fé pública, situação que acarretará a sua eliminação do
concurso.
5.3.4. O candidato deverá, a partir de 09.05.2017, acessar os sites: www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br para verificar o
resultado da solicitação pleiteada.
5.3.5. O candidato que tiver a solicitação de isenção deferida terá a inscrição automaticamente efetivada.
5.3.6. O candidato que tiver a solicitação de isenção indeferida deverá acessar novamente o "link" próprio na página do Concurso
­ site: www.vunesp.com.br, digitar seu CPF e proceder à efetivação da inscrição, imprimindo e pagando o boleto bancário, com valor
da taxa de inscrição plena, até o dia 17.05.2017, atentando-se para o horário bancário.
5.3.7. O candidato que desejar interpor recurso contra o indeferimento da solicitação da isenção do valor do pagamento da taxa de
inscrição deverá utilizar o campo próprio para interposição de recursos, no site www.vunesp.com.br, no período de 10 e 11.05.2017,
acessando o ícone "RECURSOS".
5.3.8. O resultado do recurso contra o indeferimento da solicitação de isenção do valor da taxa de inscrição será divulgado nos
sites: www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br, no dia 16.05.2017.
5.3.9. O candidato que não efetivar a inscrição, conforme o caso, terá o pedido de inscrição invalidado.
5.4. Os candidatos com deficiência que necessitarem de alguma condição ou atendimento especial para a realização das provas
deverão enviar por Correios via SEDEX ou Aviso de Recebimento (AR), ou pessoalmente, à Fundação VUNESP, Rua Dona Germaine
Burchard, 515, CEP 05002-062, São Paulo - SP, até o dia 17.05.2017, solicitação por escrito dos recursos necessários, inclusive de
tempo estendido (6.3.8), juntamente com atestado médico (original ou cópia autenticada em cartório) que justifique o atendimento
especial solicitado, salvo nos casos de força maior.
5.4.1. A inexistência do atestado médico (original ou cópia autenticada) para qualquer solicitação de atendimento especial implicará
o não atendimento dessa solicitação.
5.4.2. A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização das provas, além de solicitar atendimento especial
para tal fim, deverá encaminhar ou entregar à Fundação VUNESP, Rua Dona Germaine Burchard, 515, CEP 05002-062, São Paulo ­
SP, até o dia 30.05.2017, cópia autenticada da certidão de nascimento da criança e levar, no dia da prova, um acompanhante, que
ficará em sala reservada e será responsável pela guarda da criança. A candidata não terá acesso ao local de realização das provas
sem acompanhante a quem a criança possa ser confiada.
5.4.3. A relação dos candidatos com deficiência que tiveram o seu atendimento especial deferido será disponibilizada nos sites:
www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br.
5.5. A solicitação de condições especiais, em qualquer caso, será atendida segundo os critérios de viabilidade e razoabilidade.
5.6. Os pedidos de inscrição preliminar serão apreciados e decididos pelo Presidente da Comissão de Concurso.
5.7. A inscrição preliminar deferida habilita o candidato para a realização da primeira etapa do concurso público.
5.7.1. Caberá recurso à Comissão de Concurso, no prazo de 02 (dois) dias, contados da publicação do indeferimento da inscrição
preliminar no Diário da Justiça Eletrônico.
5.7.2. A relação dos candidatos que tiveram a inscrição preliminar deferida será publicada no Diário da Justiça Eletrônico e
divulgada nos sites: www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br.
5.7.3 Todas as comunicações individuais e coletivas aos candidatos inscritos no concurso serão consideradas efetuadas, para
todos os efeitos, por sua publicação no Diário de Justiça Eletrônico www.dje.tjsp.jus.br e no sítio eletrônico do Tribunal de Justiça do
Estado de São Paulo www.tjsp.jus.br.
5.7.4. Qualquer candidato inscrito ao concurso poderá impugnar este edital, em petição escrita e fundamentada endereçada ao
Presidente da Comissão de Concurso, no prazo de 5 (cinco) dias após o término do prazo para a inscrição preliminar, sob pena de
preclusão.
5.7.5 Salvo nas hipóteses de indispensável adequação à legislação superveniente, não se alterarão as regras do edital de
concurso após o início do prazo das inscrições preliminares no tocante aos requisitos do cargo, aos conteúdos programáticos, aos
critérios de aferição das provas e de aprovação para as etapas subsequentes.

6. DAS VAGAS DESTINADAS AOS CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

6.1. Das vagas destinadas aos cargos de que trata este edital e das que vierem a ser criadas no curso do certame, 5% (cinco por
cento) serão reservadas às pessoas portadoras de deficiência.
6.1.1. Serão considerados portadores de deficiência, os candidatos que se enquadram nas categorias discriminadas no artigo 4º,
do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e Súmula 377 do Superior Tribunal de Justiça.
6.2. Se o candidato for portador de deficiência deverá declarar o tipo de deficiência em campo próprio do formulário de inscrição e
encaminhar por Correios via SEDEX ou Aviso de Recebimento (AR), ou pessoalmente, até o dia 18/05/2017, acompanhado de cópia
autenticada do atestado médico que comprove a deficiência alegada e que contenha a espécie, o grau ou o nível de deficiência de que
é portador, a CID (Classificação Internacional de Doenças) e a provável causa dessa deficiência (relatório médico circunstanciado), à
SEMA 1.2.1 - SERVIÇO DO CONCURSO DE INGRESSO NA MAGISTRATURA, no Fórum João Mendes Júnior ­ 20º andar ­ Sala
2007, situado na Praça João Mendes, s/nº ­ CEP 01501-000, São Paulo - SP, indicando no envelope: Ref: "187º Concurso de Ingresso
na Magistratura".
6.2.1. A data da emissão do atestado médico referido no subitem 6.2, deverá ser de, no máximo, 30 (trinta) dias antes da data da
publicação deste edital.
6.2.2. A não apresentação de qualquer um dos documentos especificados no subitem 6.2 implicará o indeferimento do pedido de
inscrição no sistema de reserva de vaga de que trata o presente item, passando o candidato, automaticamente, a concorrer às vagas
com os demais inscritos não portadores de deficiência, desde que preenchidos os outros requisitos previstos neste edital.
6.3. O candidato portador de deficiência submeter-se-á, na mesma ocasião do exame de sanidade física e mental (3ª etapa), à
avaliação da Comissão Multiprofissional, que verificará a existência e relevância da deficiência.
6.3.1. O candidato no ato da perícia deverá apresentar o atestado médico e demais exames necessários que comprovem a
deficiência alegada.
6.3.2. A Comissão Multiprofissional, designada pela Comissão de Concurso, será composta de 2 (dois) Desembargadores e
presidida pelo mais antigo deles, 2 (dois) médicos e 1 (um) representante da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo.
6.3.3 A Comissão Multiprofissional, necessariamente até 3 (três) dias da data fixada para deferimento da inscrição definitiva,
proferirá decisão terminativa sobre a qualificação do candidato como deficiente.
6.3.3. A seu juízo, a Comissão Multiprofissional poderá solicitar parecer de profissionais capacitados na área da deficiência que
estiver sendo avaliada, os quais não terão direito a voto.
6.3.4. Concluindo a Comissão Multiprofissional pela inexistência da deficiência ou por sua insuficiência, estando o candidato
habilitado a concorrer às vagas não reservadas, continuará o mesmo a estas concorrendo.
6.3.5. Caberá recurso à Comissão de Concurso, no prazo de 02 (dois) dias úteis, contados do dia seguinte da publicação da
relação dos candidatos portadores de deficiência que se submeteram à avaliação pela Comissão Multiprofissional.
6.3.6. O candidato que interpuser recurso contra ato da Comissão Multiprofissional deverá encaminhar por Correios via SEDEX ou
Aviso de Recebimento (AR), ou pessoalmente, à SEMA 1.2.1 - SERVIÇO DO CONCURSO DE INGRESSO NA MAGISTRATURA, no
Fórum João Mendes Júnior ­ 20º andar ­ Sala 2007, situado na Praça João Mendes, s/nº, CEP 01501-000, São Paulo - SP, indicando
no envelope: Ref: "187º Concurso de Provas e Títulos para Ingresso na Magistratura - Recurso contra ato da Comissão
Multiprofissional".
6.3.7. Os candidatos portadores de deficiência participarão do concurso em igualdade de condições com os demais candidatos no
que tange ao conteúdo, avaliação, horário e local de aplicação das provas e dos exames e às notas mínimas exigidas, ressalvada,
quanto à forma de prestação das provas, a deliberação da Comissão Multiprofissional sobre o requerimento previsto no subitem 5.4.
6.3.8. O tempo de duração da prova poderá ser estendido, a critério da Comissão Multiprofissional, aos candidatos portadores de
deficiência, em até 60 (sessenta) minutos, desde que solicitado conforme previsto no subitem 5.4.
6.3.9. As vagas reservadas não preenchidas por candidatos portadores de deficiência serão ocupadas pelos demais candidatos
habilitados, em estrita observância à ordem de classificação no concurso.
6.4. A cada etapa a Comissão de Concurso fará publicar, além da lista geral de aprovados, listagem composta exclusivamente dos
candidatos portadores de deficiência que alcançarem a nota mínima exigida.
6.4.1. A classificação de candidatos portadores de deficiência obedecerá aos mesmos critérios adotados para os demais
candidatos.
6.4.2. A inscrição do portador de deficiência que não observar as instruções deste edital implicará sua participação em igualdade
de condições com os demais candidatos.
6.4.3. O grau de deficiência de que for portador o candidato, ao ingressar na magistratura, não poderá ser invocado como causa de
aposentadoria por invalidez, observado o que consta do art. 80 da Resolução nº 75/2009, do Conselho Nacional de Justiça.

7. DAS VAGAS RESERVADAS AOS CANDIDATOS NEGROS
7.1. Das vagas destinadas aos cargos de que trata este edital e das que vierem a ser criadas no curso do certame, 20% (vinte por
cento) reservadas aos candidatos negros.
7.1.1. Poderão concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros aqueles que no ato da inscrição se autodeclararem pretos ou
pardos, conforme o quesito cor ou raça utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ­ IBGE.
7.1.1.1. Para concorrer às vagas referidas no subitem 7.1, o candidato deverá:
a) indicar em sua ficha de inscrição essa condição;

b) transmitir os dados da inscrição;
c) preencher a autodeclaração para fins de concorrência à reserva de vagas aos negros, conforme modelo constante no site da
VUNESP;
d) imprimir, assinar e encaminhar a autodeclaração até o dia 18/05/2017, por Correios via SEDEX ou Aviso de Recebimento (AR),
ou pessoalmente à Fundação VUNESP, Rua Dona Germaine Burchard, 515, Água Branca/Perdizes, CEP 05002-062 ­ São Paulo/SP,
indicando no envelope: Ref: "187º CONCURSO DE INGRESSO NA MAGISTRATURA DO TJSP ­ VAGAS RESERVADAS AOS
NEGROS".
7.1.2 Os candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos participarão do concurso em igualdade de condições com os demais
candidatos no que tange ao conteúdo, avaliação, horário e local de aplicação das provas e dos exames e às notas mínimas exigidas.
7.1.3. A autodeclaração terá validade somente para este concurso.
7.1.4. Presumir-se-ão verdadeiras as informações prestadas pelo candidato no ato da inscrição do certame, sem prejuízo da
apuração das responsabilidades administrativa, civil e penal, na hipótese de constatação de declaração falsa.
7.1.5. Comprovando-se falsa a declaração, o candidato será eliminado do concurso e, se tiver sido nomeado, ficará sujeito à
anulação da sua nomeação, após procedimento administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa, sem
prejuízo de outras sanções cabíveis.
7.1.5 O processo de verificação da falsidade da declaração de que trata o subitem 7.1.5 poderá ser iniciado a qualquer tempo por
provocação ou por iniciativa da Administração Pública.
7.1.6 O candidato que optar por concorrer às vagas reservadas aos negros ainda que aprovado dentro do número de vagas
oferecidas à ampla concorrência, submeter-se-á, na mesma ocasião do exame de sanidade física e mental (3ª etapa), à avaliação da
Comissão de Avaliação, que emitirá parecer quanto à veracidade da autodeclaração prestada no ato da inscrição preliminar quanto à
condição de pessoa preta ou parda e o fenótipo do candidato.
7.1.7 A Comissão de Avaliação será composta por um Juiz de Direito, um Médico e um Assistente Social Judiciário, do quadro do
Tribunal de Justiça, que serão designados pelo Presidente da Comissão do Concurso.
7.1.8 A avaliação da Comissão de Avaliação quanto à condição de pessoa preta ou parda considerará os seguintes aspectos:
a) informação prestada no ato de inscrição quanto à condição de pessoa preta ou parda;
b) fenótipo do candidato verificado pessoalmente pelos componentes da Comissão.
7.1.9 O candidato será considerado não enquadrado na condição de pessoa preta ou parda quando:
a) não comparecer perante a Comissão de avaliação na data designada;
b) a maioria dos integrantes da Comissão considerar o não atendimento do quesito cor ou raça por parte do candidato.
7.1.10 O candidato não enquadrado na condição de pessoa preta ou parda será comunicado do resultado ao final da avaliação.
7.1.11 Caso o candidato não seja enquadrado na condição de pessoa preta ou parda, será excluído do certame.
7.1.12 Da decisão da Comissão de Avaliação caberá recurso ao Presidente da Comissão do Concurso, no prazo de até dois úteis
contados a partir do dia seguinte da ciência da comunicação ao candidato.
7.2. Os candidatos negros concorrerão concomitantemente às vagas a eles reservadas e às vagas destinadas à ampla
concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso.
7.2.1. Além da reserva que trata o subitem 7.1, os candidatos negros poderão optar por concorrerem às vagas reservadas a
pessoas com deficiência, se atenderem a essa condição, de acordo com a sua classificação no concurso.
7.2.2. Os candidatos negros aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados para
efeito do preenchimento das vagas reservadas a candidatos negros.
7.2.3. Os candidatos negros aprovados para as vagas a eles destinadas e às reservadas para pessoas com deficiência,
convocados concomitantemente para o provimento dos cargos, deverão manifestar opção por uma delas.
7.2.4. Na hipótese de que trata o item anterior, caso os candidatos não se manifestem previamente, serão nomeados dentro das
vagas destinadas aos negros.
7.2.5. Na hipótese de o candidato aprovado tanto na condição de negro, quanto na de deficiente, ser convocado primeiramente
para o provimento de vaga destinada a candidato negro, ou optar por esta, na forma do subitem 7.2.3, fará jus aos mesmos direitos e
benefícios assegurados ao magistrado com deficiência.
7.3. Em caso de desistência ou eliminação de candidato negro aprovado em vaga reservada, a vaga será preenchida pelo
candidato negro posteriormente classificado.
7.4. Na hipótese de não haver candidatos negros aprovados em número suficiente para que sejam ocupadas as vagas reservadas,
as vagas remanescentes serão revertidas para a ampla concorrência e preenchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a
ordem de classificação no concurso.
7.5. A cada etapa a Comissão de Concurso fará publicar, além da lista geral de aprovados, listagem composta exclusivamente dos
candidatos negros que alcançarem a nota mínima exigida.

8. DAS PROVAS ­ Disposições Gerais
8.1. Todas as provas serão realizadas na cidade de São Paulo-SP.
8.1.2. O cronograma estimado de realização das provas consta do Anexo III deste edital.
8.1.3. A confirmação das datas das provas e as informações sobre horários e locais serão divulgadas por meio de edital de
convocação, publicado no Diário da Justiça Eletrônico e disponibilizado nos sites: www.tjsp.jus.br e www.vunesp.com.br.
8.2. Somente será admitido na sala de prova o candidato que estiver portando documento de identidade original, que bem o
identifique, com fotografia, tais como: passaporte de nacionalidade brasileira, carteira e cédula de identidade expedida pelas
Secretarias de Segurança Pública, pelo Instituto de Identificação, pelas Forças Armadas, pelas Polícias Militares, pelos órgãos
fiscalizadores de exercício profissional: OAB, CREA, CRM, CRECI etc., Carteira Nacional de Habilitação (com fotografia, na forma da
Lei nº 9.503/97).
8.2.1. Os documentos deverão estar em perfeitas condições, de forma a permitir, com clareza, a identificação do candidato.
8.2.2. Caso esteja impedido de apresentar o documento de identificação solicitado por motivo de perda, roubo ou extravio, o
candidato deverá apresentar Boletim de Ocorrência ­ BO, emitido por autoridade policial no prazo máximo de 30 dias anteriores a
realização da prova.
8.2.3. Se o documento apresentado pelo candidato gerar dúvidas quanto a sua identificação, poderá este ser submetido à coleta
de impressão digital.
8.2.4. O candidato será submetido ao detector de metais na entrada do local e durante a realização das provas.
8.3. Na definição dos horários de realização das provas será considerado o horário oficial de Brasília/DF.
8.3.1. O candidato deverá comparecer ao local designado para a realização das provas com antecedência mínima de 30 (trinta)
minutos da hora fixada para o seu início.
8.3.2. Não será admitido o ingresso de candidato no local de realização das provas após o horário fixado para o seu início.
8.3.3. A Fundação VUNESP poderá coletar a impressão digital do candidato.
8.3.4. Iniciada a prova e no curso desta, o candidato somente poderá ausentar-se da sala acompanhado de um fiscal.
8.3.5. É obrigatória a permanência do candidato no local por, no mínimo, 1 (uma) hora, a contar do início da realização da prova.
8.3.6. O candidato somente poderá retirar-se do local de realização das provas, levando o rascunho do gabarito, no decurso das 2
(duas) horas anteriores ao horário determinado para o término das provas.
8.3.7. Após o término da prova, o candidato não poderá retornar ao recinto em nenhuma hipótese.
8.4. O não comparecimento às provas, por qualquer que seja o motivo, caracterizará desistência do candidato e resultará em sua
eliminação do certame.
8.5. Durante o período de realização das provas não será permitido:
I. qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos ou entre estes e pessoas estranhas, oralmente ou por escrito;
II. para a Prova Objetiva Seletiva, o uso de livros, códigos, manuais, impressos ou anotações;
III. portar armas;
IV. portar ou fazer uso de telefone celular para qualquer fim, pager, pontos eletrônicos, ou qualquer outro meio eletrônico de
comunicação, bem como de computador portátil, palms, tablets ou similares.

9. DA PRIMEIRA ETAPA - DA PROVA OBJETIVA SELETIVA
9.1. A prova objetiva seletiva será aplicada na data prevista de 25.06.2017, com início às 9 horas e duração de 04 (quatro) horas.
9.2. A prova objetiva seletiva, de caráter eliminatório e classificatório, será composta de 100 (cem) questões, valendo 0,1 cada
resposta certa, distribuídas em três blocos de matérias a seguir especificados:
a) bloco I: Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Consumidor e Direito da Criança e do Adolescente;
b) bloco II: Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Constitucional e Direito Eleitoral;
c) bloco III: Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Ambiental e Direito Administrativo.
9.3. O candidato somente poderá apor sua assinatura em lugar especificamente indicado para tal finalidade, sob pena de anulação
da prova e sua consequente eliminação do concurso.
9.3.1. É de inteira responsabilidade do candidato o preenchimento da folha definitiva de respostas, conforme as especificações
nela constantes, e não será permitida a sua substituição em caso de marcação incorreta.
9.3.2. Será nula a resposta dada pelo candidato quando:
I. a folha definitiva de resposta apresentar emendas e rasuras, ainda que legíveis;

II. a folha definitiva de resposta apresentar mais de uma opção assinalada para a mesma questão;
III. a questão não estiver assinalada na folha definitiva de resposta;
IV. a folha definitiva de resposta for preenchida com inobservância das especificações.
9.4. Finda a prova, o candidato deverá entregar ao fiscal da sala o caderno de perguntas e a folha de respostas, devidamente
preenchida.
9.5. O gabarito oficial da prova objetiva seletiva será publicado, no máximo 03 (três) dias após a sua realização, no Diário da
Justiça Eletrônico e divulgado nos sites: www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br.
9.5.1. Nos 2 (dois) dias seguintes à publicação do resultado do gabarito da prova objetiva seletiva no Diário da Justiça Eletrônico, o
candidato poderá, interpor recurso dirigido à Comissão de Concurso, acessando o site www.vunesp.com.br, na página específica do
concurso público, seguindo as instruções ali contidas.
9.5.2. Julgados os recursos, publicar-se-á o gabarito definitivo, com base no qual será corrigida a prova objetiva seletiva.
9.6. Todos os candidatos terão a sua prova objetiva seletiva corrigida por meio de processamento eletrônico.
9.7. Será considerado habilitado na prova objetiva seletiva, o candidato que obtiver, no mínimo, 30% (trinta por cento) de acerto
das questões em cada bloco e, satisfeita essa condição, alcançar, também, média final de, no mínimo, 60% (sessenta por cento) de
acertos do total referente à soma algébrica das notas dos três blocos.
9.7.1. Classificar-se-ão para a segunda etapa, havendo até 1.500 (mil e quinhentos) inscritos, os 200 (duzentos) candidatos que
obtiverem as maiores notas após o julgamento dos recursos. Havendo mais de 1.500 (mil e quinhentos) inscritos, os 450
(quatrocentos e cinquenta) candidatos que obtiverem as maiores notas após o julgamento dos recursos (autorizado pelo E.
Conselho Nacional de Justiça no PP_CNJ nº 0002286-82.2017.2.00.0000).
9.7.2. Todos os candidatos empatados na última posição de classificação serão admitidos às provas escritas, mesmo que
ultrapassem o limite previsto no subitem 9.7.1.
9.8. Os redutores previstos no subitem 9.7.1 não se aplicam aos candidatos que concorram às vagas destinadas aos portadores
de deficiência e aos negros, os quais serão convocados para a segunda etapa do certame, em lista específica, desde que tenham
obtido a nota mínima exigida para todos os outros candidatos, sem prejuízo dos demais 200 (duzentos) ou 450 (quatrocentos e
cinquenta) primeiros classificados, conforme o caso.
9.9. Apurados os resultados da prova objetiva seletiva e identificados os candidatos que lograram a classificação, com
antecedência mínima de 15 (quinze) dias, o Presidente da Comissão de Concurso fará publicar edital com a relação dos candidatos
habilitados a se submeterem à segunda etapa do certame.
10. DA SEGUNDA ETAPA ­ DAS PROVAS ESCRITAS
10.1. A segunda etapa do concurso será composta de 02 (duas) provas escritas, a serem realizadas em dias distintos,
preferencialmente nos finais de semana, com possibilidade de consulta à legislação, desacompanhada de anotação ou comentário,
vedada a consulta a obras doutrinárias, súmulas e orientação jurisprudencial.
10.1.1. A primeira prova escrita, com duração de 4 (quatro) horas, será discursiva e consistirá:
I. De questões relativas a Noções Gerais de Direito e Formação Humanística, previstas no Anexo II;
II. De questões sobre pontos do programa específico do Anexo I, referente à relação de disciplinas mínimas do concurso para
provimento do cargo de Juiz de Direito Substituto da Justiça Estadual, constantes da Resolução nº 75/2009, do CNJ.
10.1.2. A segunda prova escrita consistirá na lavratura de sentenças, uma de natureza cível e outra de natureza criminal, com
duração de 4 horas cada, realizadas em dias distintos.
10.2. A Comissão de Concurso deverá considerar, em cada questão, o conhecimento do candidato sobre o tema, a utilização
correta do idioma oficial e a sua capacidade de exposição.
10.3. As provas escritas serão manuscritas, com utilização de caneta esferográfica de tinta azul ou preta, indelével, fabricada em
material transparente, em letra legível, vedado o uso de líquido corretor de texto ou de caneta hidrográfica fluorescente.
10.4. Não haverá substituição das folhas de textos definitivos por erro do candidato.
10.5. Nas provas escritas, é vedado ao candidato, sob pena de nulidade da prova, inserir no corpo da prova o seu nome, a
assinatura ou qualquer outra anotação ou sinal que possa identificá-lo.
10.6. Durante a realização das provas escritas, a Comissão de Concurso permanecerá reunida para dirimir dúvidas porventura
suscitadas.
10.7. As provas escritas, de caráter eliminatório e classificatório, valerão de 0 (zero) a 10 (dez) cada, exigindo-se para aprovação a
nota mínima de 6 (seis) em cada uma delas.
10.8. Somente será corrigida a prova prática de sentença dos candidatos aprovados na prova discursiva.
10.8.1. A correção das provas escritas dar-se-á sem identificação do candidato.

10.9. A identificação das provas escritas e a divulgação das notas serão feitas em sessão pública no Tribunal, pela Comissão de
Concurso, para a qual se convocarão os candidatos, com a antecedência mínima de 2 (dois) dias, mediante edital veiculado no Diário
da Justiça Eletrônico do Tribunal de Justiça e nos sites: www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br.
10.10. Apurados os resultados das provas escritas, o Presidente da Comissão de Concurso determinará a publicação de edital, no
Diário da Justiça Eletrônico e nos sites: www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br, contendo a relação dos candidatos aprovados.
10.10.1. Nos 02 (dois) dias seguintes ao da publicação, o candidato deverá acessar o site www.vunesp.com.br, no link
disponibilizado, e inserir os dados solicitados para visualizar a prova por ele realizada e, em igual prazo, apresentar recurso dirigido à
Comissão de Concurso, conforme disposto nos subitens 16.1.1.
10.10.2. Julgados os eventuais recursos, o presidente da Comissão de Concurso publicará edital de convocação dos candidatos
habilitados a requerer a inscrição definitiva.

11. DA TERCEIRA ETAPA
11.1. A terceira etapa do concurso, de caráter eliminatório, consistirá das seguintes fases:
a) inscrição definitiva;
b) sindicância da vida pregressa e investigação social do candidato;
c) exames de sanidade física e mental;
d) avaliação psicológica.

DA INSCRIÇÃO DEFINITIVA
11.2. Os candidatos aprovados na prova escrita serão convocados, mediante edital, para requerer a inscrição definitiva ao
concurso público, no prazo de 15 (quinze) dias úteis.
11.3. Requerer-se-á a inscrição definitiva ao Presidente da Comissão de Concurso, mediante requerimento, a ser entregue,
pessoalmente ou por procurador, em endereço a ser oportunamente divulgado no edital de convocação.
11.4. O pedido de inscrição, assinado pelo candidato ou por procurador, será instruído com:
a) 03 fotos 3x4 iguais e recentes;
b) cópia autenticada do diploma de bacharel em Direito, devidamente registrado pelo Ministério da Educação;
c) cópia autenticada da certidão de nascimento ou de casamento;
d) cópia autenticada do documento de identidade / RG (Registro Geral);
e) cópia do CPF - Cadastro de Pessoa Física;
f) cópia autenticada de documento que comprove a quitação de obrigações concernentes ao serviço militar, se do sexo masculino;
g) cópia autenticada de título de eleitor e de documento que comprove estar o candidato em dia com as obrigações eleitorais ou
certidão negativa da Justiça Eleitoral;
i) certidão emitida pelo Tribunal Superior Eleitoral, comprovando a inexistência de crime eleitoral;
11.4.1 Formulário fornecido pela Comissão de Concurso, com o domicilio do candidato nos último 05 (cinco) anos, discriminados
em ordem cronológica;
a) certidão dos distribuidores criminais das Justiças Federal, Estadual ou do Distrito Federal e Militar dos lugares onde residiu nos
últimos 5 (cinco) anos;
b) folha de antecedentes da Polícia Federal e da Polícia Civil Estadual ou do Distrito Federal, onde residiu nos últimos 5 (cinco)
anos;
c) declaração firmada pelo candidato, com firma reconhecida, da qual conste nunca haver sido indiciado ou investigado em
inquérito policial ou processado criminalmente ou, em caso contrário, notícia específica da ocorrência, acompanhada dos
esclarecimentos pertinentes;
11.4.2 Formulário fornecido pela Comissão de Concurso, em que o candidato especificará as atividades jurídicas desempenhadas,
com exata indicação dos períodos e locais de sua prestação;
a) certidão ou declaração idônea que comprove haver completado, à data da inscrição definitiva, 3 (três) anos de atividade jurídica,
efetivo exercício da advocacia ou de cargo, emprego ou função, exercida após a obtenção do grau de bacharel em Direito;
b) certidão da Ordem dos Advogados do Brasil com informação sobre a situação do candidato advogado perante a instituição;
c) certidão fornecida pelo órgão competente quanto à inexistência de penalidade disciplinar aplicada ao candidato durante o
exercício de qualquer cargo ou função pública, ou quanto à natureza de eventual procedimento disciplinar findo ou em andamento;
11.5. Considera-se atividade jurídica, para efeitos do item 11.4.2:
I. aquela exercida com exclusividade por bacharel em Direito;

II. o efetivo exercício da advocacia, inclusive voluntária, mediante a participação anual mínima em 05 (cinco) atos privativos de
advogados (Lei n. 8.906, de 4 de julho de 1994, art. 1º) em causas ou questões distintas;
III. o exercício de cargos, empregos ou funções inclusive de magistério superior, que exija a utilização preponderante de
conhecimento jurídico;
IV. o exercício da função de conciliador junto a tribunais judiciais, juizados especiais, varas especiais, anexos de juizados especiais
ou de varas judiciais, no mínimo por 16 (dezesseis) horas mensais e durante 1 (um) ano;
V. o exercício da atividade de mediação ou de arbitragem na composição de litígios.
11.5.1. É vedada, para efeito de comprovação de atividade jurídica, a contagem do estágio acadêmico ou qualquer outra atividade
anterior à conclusão do curso de Direito.
11.5.2. A comprovação do tempo de atividade jurídica relativamente a cargos, empregos ou funções não privativos de bacharel
em Direito será realizada mediante certidão circunstanciada, expedida pelo órgão competente, indicando as respectivas atribuições e
a prática reiterada de atos que exijam a utilização preponderante de conhecimento jurídico, cabendo à Comissão de Concurso, em
decisão fundamentada, analisar a validade do documento.
11.5.3. Será considerado o cômputo de atividade jurídica decorrente da conclusão, com frequência e aproveitamento, de curso de
pós-graduação comprovadamente iniciado antes da entrada em vigor da Resolução nº 75/2009, do Conselho Nacional de Justiça.
11.5.4. Formulário fornecido pela Comissão de Concurso, como as principais autoridades com quem atuou em cada um dos
períodos de prática profissional, discriminados em ordem cronológica;
11.5.5 Os títulos definidos no subitem 13.3 deste edital.

DA SINDICÂNCIA DA VIDA PREGRESSA E INVESTIGAÇÃO SOCIAL
11.6. A sindicância da vida pregressa e investigação social do candidato, de caráter eliminatório, serão realizadas pela Comissão
do Concurso e pelo órgão competente do Tribunal, a partir da documentação mencionada no item 11.4, com exceção dos títulos
referidos no item 12.3.
11.6.1 Em caso de informação sigilosa negativa a respeito de candidato, a Comissão de Concurso diligenciará no sentido de
apurar esclarecer os fatos apontados, resguardando o sigilo do informante.

DOS EXAMES DE SANIDADE FÍSICA E MENTAL
11.7. Os exames de saúde, de caráter eliminatório, têm a finalidade de apurar o grau de higidez física e mental do candidato.
11.7.1. O candidato fará a avaliação médica perante profissionais da Secretaria da Área de Saúde do Tribunal de Justiça de São
Paulo.
11.7.2. O edital de convocação para a realização da avaliação médica indicará os exames específicos que deverão ser
providenciados pelos candidatos, às suas próprias custas, cujos resultados e laudos serão submetidos à apreciação dos profissionais
da Secretaria da Área da Saúde que poderão se entender necessário, solicitar ao candidato que se submeta a novos exames e a
exames complementares.
11.7.3. A data dos exames e do atestado deverá ser inferior a, no máximo, 30 (trinta) dias da data designada para a avaliação
médica.
11.7.4. Os exames de sanidade física e mental não poderão ser realizados por profissionais que tenham parentesco, até o terceiro
grau, com qualquer candidato.

DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
11.8. A avaliação psicológica, de caráter eliminatório, tem como objetivo geral conhecer e avaliar as condições psicológicas dos
candidatos para assumir e se desenvolver na função judicante.
11.8.1. A avaliação psicológica será realizada por profissionais do Serviço Psicossocial Vocacional do Tribunal de Justiça,
devidamente inscritos no seu Conselho de Classe.
11.8.2. A avaliação psicológica não poderá ser realizada por profissionais que tenham parentesco, até o terceiro grau, com
qualquer candidato.

DO DEFERIMENTO DA INSCRIÇÃO DEFINITIVA E CONVOCAÇÃO PARA A PROVA ORAL
11.9. O Presidente da Comissão de Concurso poderá ordenar ou repetir diligências sobre a vida pregressa, investigação social,
avaliação médica e avaliação psicológica, bem como solicitar ao candidato que apresente documentos, justifique situações por escrito
ou, ainda, convocá-lo a prestar esclarecimentos pessoais ou a se submeter a exames complementares.
11.9.1. Finda a sindicância da vida pregressa e a investigação social, a avaliação médica e a avaliação psicológica, o Presidente
da Comissão de Concurso fará publicar no Diário da Justiça Eletrônico e divulgar nos sites: www.tjsp.jus.br e/ou
www.vunesp.com.br a relação dos candidatos que tiverem a inscrição definitiva deferida, em 03 (três) listas, sendo a primeira uma
lista geral, incluído os candidatos com deficiência e os candidatos negros inscritos para as vagas reservadas, a segunda com os
nomes dos candidatos com deficiência, e a terceira somente com os nomes dos candidatos negros.

11.9.2. O candidato que não apresentar qualquer dos documentos arrolados no subitem 11.4 deste Edital ou for contraindicado na
avaliação médica ou na avaliação psicológica ou, ainda, em decorrência da sindicância e da investigação social terá a inscrição
definitiva indeferida e será eliminado do Concurso.
11.9.3. Da decisão fundamentada do Presidente da Comissão, que indeferir o pedido de inscrição definitiva, caberá recurso à
Comissão de Concurso, no prazo de 02 (dois) dias, contados da publicação no Diário da Justiça Eletrônico.
11.9.4. Na mesma publicação a que se refere o item 11.9.1 deste Edital, o Presidente da Comissão de Concurso convocará os
candidatos habilitados à quarta etapa do Concurso para a realização do sorteio dos pontos da prova oral, bem como para a realização
das arguições.
12. DA QUARTA ETAPA ­ PROVA ORAL
12.3.1. A arguição do candidato versará sobre conhecimento técnico acerca das matérias relacionadas nos Anexos I e II deste
edital, cumprindo à Comissão de Concurso avaliar-lhe o domínio do conhecimento jurídico, a adequação da linguagem, a articulação
do raciocínio, a capacidade de argumentação e o uso correto do vernáculo.
12.3.2. A ordem de arguição dos candidatos definir-se-á por sorteio, no dia e hora marcados para o início da Prova Oral.
12.3.3. O candidato disporá de 15 (quinze) minutos para discorrer sobre o tema arguido por cada examinador. Durante a arguição,
o candidato poderá consultar códigos ou legislação esparsa, não comentados ou anotados, a critério da Comissão de Concurso.
12.3.4. As notas serão recolhidas em envelopes individuais, que serão lacrados e rubricados pelos examinadores imediatamente
após o término da Prova Oral.
12.3.5. A nota da prova oral corresponderá à média aritmética simples das 4 (quatro) notas atribuídas ao candidato pelos membros
da Comissão de Concurso, sendo considerados aprovados e habilitados para a próxima etapa os candidatos que obtiverem nota não
inferior a 6 (seis).
12.3.6. Os resultados das Provas Orais serão divulgados e publicados pelo Presidente da Comissão de Concurso após o término
de todas as arguições.
12.3.7. É irretratável em sede recursal a nota atribuída na prova oral.
12.3.8. Apuradas as notas da quarta etapa, a Comissão de Concurso avaliará os títulos dos candidatos aprovados.
13. DA QUINTA ETAPA ­ DA AVALIAÇÃO DOS TÍTULOS
13.1. A comprovação dos títulos far-se-á no momento da inscrição definitiva, considerados, para efeito de pontuação, os
obtidos até então.
13.2. É ônus do candidato produzir prova documental idônea de cada título por ele apresentado.
13.3. Serão admitidos os seguintes títulos, cujos pontos serão acrescidos à média obtida na primeira, segunda e quarta etapas:
I. Exercício de cargo, emprego ou função pública privativa de bacharel em Direito pelo período mínimo de 1 (um) ano:
a) Judicatura (Juiz): até 3 (três) anos ­ 2,0; acima de 3 (três) anos ­ 2,5;
b) Pretor, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia-Geral da União, Procuradoria (Procurador) de qualquer órgão ou
entidade da Administração Pública direta ou indireta de quaisquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios: até 03 (três) anos ­ 1,5; acima de 03 (três) anos - 2,0;
II. Exercício do magistério superior na área jurídica pelo período mínimo de 5 (cinco) anos:
a) mediante admissão no corpo docente por concurso ou processo seletivo público de provas e títulos - 1,5;
b) mediante admissão no corpo docente sem concurso ou processo seletivo público de provas e títulos - 0,5;
III. Exercício de outro cargo, emprego ou função pública privativa de bacharel em Direito não previsto no inciso I, pelo período
mínimo de 1 (um) ano:
a) mediante admissão por concurso: até 3 (três) anos ­ 0,5; acima de 3 (três) anos ­ 1,0;
b) mediante admissão sem concurso: até 3 (três) anos ­ 0,25; acima de 3 (três) anos ­ 0,5;
IV. Exercício efetivo da advocacia pelo período mínimo de 3 (três) até 5 (cinco) anos ­ 0,5; entre 5 (cinco) e 8 (oito) anos ­ 1,0;
acima de 8 (oito) anos ­ 1,5;
V. Aprovação em concurso público, desde que não tenha sido utilizado para pontuar no inciso I:
a) judicatura (Juiz/Pretor), Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia-Geral da União, Procuradoria (Procurador) de
qualquer órgão ou entidade da Administração Pública direta ou indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios: 0,5;
b) outro concurso público para cargo, emprego ou função privativa de bacharel em Direito não constante da letra "a": 0,25;
VI. Diplomas em Cursos de Pós-Graduação:
a) doutorado reconhecido ou revalidado em Direito ou em Ciências Sociais ou Humanas - 2,0;

b) mestrado reconhecido ou revalidado em Direito ou em Ciências Sociais ou Humanas - 1,5;
c) especialização em Direito, na forma da legislação educacional em vigor, com carga horária mínima de 360 (trezentos e
sessenta) horas-aula, cuja avaliação considerou monografia de final de curso: 0,5;
VII. Graduação em qualquer curso superior reconhecido ou curso regular de preparação à magistratura ou ao Ministério Público,
com a duração mínima de 1 (um) ano, carga horária mínima de 720 (setecentas e vinte) horas-aula, frequência mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) e nota de aproveitamento: 0,5;
VIII. Curso de extensão sobre matéria jurídica de mais de cem (100) horas-aulas, com nota de aproveitamento ou trabalho de
conclusão de curso e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento): 0,25;
IX. Publicação de obras jurídicas:
a) livro jurídico de autoria exclusiva do candidato com apreciável conteúdo jurídico: 0,75;
b) artigo ou trabalho publicado em obra jurídica coletiva ou revista jurídica especializada, com conselho editorial, de apreciável
conteúdo jurídico: 0,25;
X. Láurea universitária no curso de Bacharelado em Direito: 0,5;
XI. Participação em banca examinadora de concurso público para o provimento de cargo da magistratura, Ministério Público,
Advocacia Pública, Defensoria Pública ou de cargo de docente em instituição pública de ensino superior: 0,75;
XII. Exercício, no mínimo, durante 1 (um) ano, das atribuições de conciliador nos juizados especiais, ou na prestação de
assistência jurídica voluntária: 0,5;
13.4. De acordo com o gabarito previsto, para cada título, os membros da Comissão de Concurso atribuirão ao candidato nota de 0
(zero) a 10 (dez), sendo esta a nota máxima, ainda que a pontuação seja superior.
13.5. Não constituem títulos:
I. Simples prova de desempenho de cargo público ou função eletiva;
II. Trabalhos que não sejam de autoria exclusiva do candidato;
III. Atestados de capacidade técnico-jurídica ou de boa conduta profissional;
IV. Certificado de conclusão de cursos de qualquer natureza, quando a aprovação do candidato resultar de mera frequência;
V. Trabalho forense (sentenças, pareceres, razões de recursos etc.).
13.6. Os títulos deverão ser apresentados em fotocópias ou por certidões detalhadas e serão organizadas em pastas pela
secretaria do concurso, para avaliação da Comissão de Concurso.
13.7. Nos 2 (dois) dias seguintes ao da publicação do resultado da avaliação dos títulos, no Diário da Justiça Eletrônico, o
candidato poderá requerer vista e apresentar recurso.

14. NOTA FINAL DO CONCURSO
14.1. A classificação dos candidatos habilitados obedecerá à ordem decrescente da média final, observada a seguinte ponderação:
I. Da prova objetiva: peso 1;
II. Da primeira e da segunda prova escrita: peso 3 para cada prova;
III. Da prova oral: peso 2;
IV. Da prova de títulos: peso 1.
14.1.1. Em nenhuma hipótese haverá arredondamento de nota, desprezadas as frações além do centésimo nas avaliações de
cada etapa do certame.
14.1.2. A média final, calculada por média aritmética ponderada que leve em conta o peso atribuído a cada prova, será expressa
com 03 (três) casas decimais.
14.1.3. Os candidatos serão ordenados de acordo com os valores decrescentes da média final no concurso público.
14.1.4. A publicação do resultado final do concurso será feita em 03 (três) listas, contendo, a primeira, a pontuação de todos os
candidatos habilitados, inclusive os inscritos como candidatos com deficiência e os candidatos negros; a segunda, somente a
pontuação dos candidatos habilitados para as vagas reservadas a candidatos com deficiência, e a terceira, exclusivamente, dos
candidatos habilitados para as vagas reservadas a candidatos inscritos como negros.
14.1.5. A ordem de classificação prevalecerá para a nomeação dos candidatos.
14.1.6. A nomeação dos candidatos aprovados respeitará os critérios de alternância e de proporcionalidade, que consideram a
relação entre o número total de vagas e o número de vagas reservadas a candidatos com deficiência e a candidatos negros.
14.1.7. Considerar-se-á aprovado, para o provimento do cargo, o candidato que for habilitado em todas as etapas do concurso.

14.1.8. Aprovado pela Comissão de Concurso o quadro classificatório, será, o resultado final do concurso, submetido à
homologação pelo Órgão Especial.
14.2. Ocorrerá a eliminação do candidato que:
I. Não obtiver classificação, observado o redutor previsto no subitem 9.7.1., ficando assegurada a classificação dos candidatos
empatados na última posição de classificação;
II. For contraindicado na terceira etapa;
III. Não comparecer à realização de quaisquer das provas ou nos exames de sanidade física, mental e psicotécnico, ou ainda, não
comparecer perante avaliação da Comissão Multiprofissional ou da Comissão de Avaliação, no dia, hora e local determinados pela
Comissão de Concurso, munidos de documento oficial de identificação;
IV. For excluído da realização da prova por comportamento inconveniente, a critério da Comissão de Concurso.

15. DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATE
15.1. Para efeito de desempate, prevalecerá a seguinte ordem de notas:
I. A das duas provas escritas somadas;
II. A da prova oral;
III. A da prova objetiva seletiva;
IV. A da prova de títulos.
15.1.1. Persistindo o empate, terá preferência o candidato de maior idade.

16. DOS RECURSOS
16.1. O candidato poderá interpor recurso, sem efeito suspensivo, no prazo de 2 (dois) dias úteis, contado do dia imediatamente
seguinte ao da publicação do ato impugnado.
16.1.1. O candidato que interpuser recurso contra os gabaritos oficiais preliminares das provas objetivas e das provas escritas
(discursiva e de prática de sentença) deverá utilizar campo próprio para a interposição de recursos, no site: www.vunesp.com.br, na
página específica do concurso público objeto deste edital, e seguir as instruções ali contidas, não se admitindo nenhuma outra forma.
16.1.2. Os demais recursos serão dirigidos ao Presidente da Comissão de Concurso e protocolizados na SEMA 1.2.1 - SERVIÇO
DE CONCURSO DE INGRESSO NA MAGISTRATURA, Praça João Mendes Júnior, 20º andar, sala 2007, situado na Praça João
Mendes, s/nº - Centro - São Paulo ­ SP - CEP 01501-000.
16.1.3. O candidato deverá identificar-se somente na petição de interposição, sendo vedada qualquer identificação nas razões do
recurso, sob pena de não conhecimento do recurso.
16.2. Se do provimento de recurso resultar anulação de questão integrante da prova, a pontuação correspondente a essa questão
será atribuída a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido.
16.3. A fundamentação constitui pressuposto para o conhecimento dos recursos, devendo o candidato ser claro, consistente e
objetivo e, em caso de impugnar mais de uma questão da prova, expor seu pedido e respectivas razões de forma destacada, para
cada questão recorrida.
16.4. A Comissão de Concurso convocada, especialmente para julgar os recursos, reunir-se-á em sessão pública e, por maioria de
votos, decidirá pela manutenção ou pela reforma da decisão recorrida.
16.5. Cada recurso será distribuído por sorteio, alternadamente, a um dos membros da Comissão de Concurso, que funcionará
como relator, vedado o julgamento monocrático.
16.6. Apurados os resultados, o Presidente da Comissão de Concurso fará publicar a relação dos candidatos eventualmente
aprovados em razão dos recursos, convocando-os a participar da etapa seguinte.

17. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
17.1. A inscrição do candidato implicará a aceitação das normas para o concurso público contidas neste edital ou em outros atos
pertinentes a serem publicados.
17.1.2. Não haverá, sob nenhum pretexto:
I - devolução de taxa de inscrição em caso de desistência voluntária;
II - publicação das razões de indeferimento de inscrição e de eliminação de candidato.
17.2. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar todos os atos, editais e comunicados referentes ao concurso público
objeto deste edital, no Diário da Justiça Eletrônico e nos sites: www.tjsp.jus.br e/ou www.vunesp.com.br.
17.3. Para aqueles que encaminharem pedidos de isenção de pagamento da taxa de inscrição, recursos ou qualquer outra
postulação via correios, será considerada a data da postagem, para todos os efeitos jurídicos.

17.4. Em caso de necessidade de atualização dos dados constantes na ficha de inscrição, o candidato deverá acessar o site
www.vunesp.com.br, na Área do Candidato. Após a divulgação do resultado da segunda etapa das provas escritas às atualizações
deverão ser feitas diretamente no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo por e-mail no endereço [email protected]
17.5. A atividade da Comissão de Concurso cessará com o encaminhamento dos autos do concurso ao Presidente do Tribunal de
Justiça, que submeterá o trabalho da referida Comissão e a relação dos aprovados à homologação do Órgão Especial.
17.6. Homologado o resultado do concurso pelo Órgão Especial, o Presidente do Tribunal de Justiça providenciará, no prazo legal,
a nomeação dos candidatos habilitados, na ordem de classificação, em conformidade com as vagas existentes à data do recebimento
do expediente.
17.7. A não apresentação do respectivo diploma, devidamente registrado pelo Ministério da Educação, e da comprovação da
atividade jurídica, no ato da inscrição definitiva, acarretará a exclusão do candidato do processo seletivo.
17.8. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Concurso.
E, para que chegue ao conhecimento de todos, é expedido o presente edital.
São Paulo, 07 de abril de 2017.
DESEMBARGADOR ANTONIO DE ALMEIDA SAMPAIO
Presidente da Comissão de Concurso

ANEXO I
DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
DIREITO CIVIL
1. Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro.
2. Capacidade. Direitos da Personalidade. Pessoas naturais. Início da personalidade e morte.
3. Pessoas jurídicas. Desconsideração da personalidade jurídica. Domicílio. Bens. Bens de família.
4. Fatos jurídicos. Negócios Jurídicos. Forma do negócio jurídico. Condição, termo e encargo. Representação.
5. Defeitos do negócio jurídico: erro, dolo, coação, fraude contra credores, lesão e estado de perigo.
6. Invalidade do Negócio Jurídico. Nulidade. Simulação. Efeitos da nulidade e da anulabilidade.
7. Ato lícito e ato ilícito. Abuso de direito. Teoria da aparência. Prescrição e decadência. Da prova.
8. Obrigações. Obrigações de dar, fazer e não fazer. Obrigações alternativas. Obrigações divisíveis e indivisíveis. Obrigações
Solidárias.
9. Pagamento. Condições subjetivas e objetivas. Prova, lugar e tempo do pagamento.
10. Pagamentos especiais. Pagamento por consignação e com sub-rogação. Imputação em pagamento. Dação em pagamento.
11. Extinção da obrigação sem pagamento: novação, compensação, transação, confusão, compromisso e remissão.
12. Inadimplemento das obrigações. Mora. Perdas e danos. Juros legais e cláusula penal.
13. Arras. Transferência de obrigações: cessão de crédito, assunção de dívida, cessão de contrato.
14. Contratos. Classificação dos contratos. Contratos de adesão. Contrato aleatório. Contrato com pessoa a declarar. Contrato
preliminar.
15. Formação dos contratos. Contratos por tempo determinado e indeterminado. Efeitos dos contratos. Estipulação em favor de
terceiros.
16. Cláusulas gerais. Conceitos legais indeterminados. Conceitos determinados pela função. Interpretação dos contratos.
17. Vícios redibitórios. Evicção. Extinção dos contratos.
18. Compra e venda. Cláusulas especiais. Promessa de compra e venda. Troca ou permuta. Contrato estimatório. Doação.
19. Locação de coisas. Locação de imóveis urbanos. Comodato. Mútuo. Prestação de serviço. Empreitada. Depósito. Mandato.
Comissão. Corretagem. Transporte. Fiança.
20. Seguro. Disposições gerais. Seguro de dano e seguro de pessoa. Contratos referentes a planos e seguros privados de
assistência à saúde.
21. Transação. Atos unilaterais. Pagamento indevido. Enriquecimento sem causa.
22. Responsabilidade civil. Requisitos. Responsabilidade por fato de outrem. Responsabilidade sem culpa.
23.Responsabilidade pela perda de uma chance. Dano moral. Dano estético. Indenização do dano material e do dano moral.

24. Posse. Aquisição, perda e efeitos. Propriedade. Aquisição da propriedade imóvel e móvel. Perda da propriedade. Usucapião.
Desapropriação judicial por interesse social.
25. Condomínio geral. Condomínio edilício. Direitos de vizinhança. Direito de Superfície.
26. Direitos reais sobre coisas alheias: servidões, usufruto, uso e habitação.
27. Direitos reais de garantia. Hipoteca. Penhor e suas espécies.
28. Propriedade resolúvel. Propriedade fiduciária. Alienação fiduciária em garantia no Código Civil e na legislação extravagante.
29. Direito real de aquisição. Loteamento. Incorporação imobiliária.
30. Família. Conceito e modalidades de família. Casamento. Processo matrimonial. Celebração. Forma. Modalidades.
31. Casamento: natureza jurídica, existência, validade e eficácia. Impedimentos e causas suspensivas. Casamento putativo.
Uniões estáveis. Concubinato. Deveres conjugais.
32. Regime de bens. Pacto antenupcial. Dissolução da sociedade conjugal.
33. Paternidade e filiação. Paternidade post mortem. Filiação por reprodução assistida. Reconhecimento da paternidade.
Paternidade biológica e sócio-afetiva. Poder familiar. Alimentos. Alienação parental.
34. Família substituta. Perda do poder familiar. Guarda. Tutela e curatela.
35. Sucessões. A herança e sua administração. Vocação hereditária. Aceitação e renúncia da herança. Cessão de herança.
Excluídos da herança. Deserdação. Sucessão Legítima. Sucessão do companheiro.
36. Sucessão testamentária. Testamento. Formas de testamento. Disposições testamentárias. Codicilo. Fideicomisso. Legados.
Direito de acrescer e substituições. Execução do testamento.
37. Sonegados. Redução das disposições testamentárias. Revogação, rompimento e anulação do testamento. Testamenteiro.
Inventário e partilha.
38. Direito de autor. Registros Públicos.
39. Interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos. Defesa dos interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos em
juízo: princípios gerais.
40. Súmulas do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal

DIREITO PROCESSUAL CIVIL
1. Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015.
2. Lei nº 13.256, de 4 de fevereiro de 2016.
3. Princípios constitucionais e infraconstitucionais do processo civil. Garantias constitucionais do processo. Autonomia do Direito
Processual. Institutos e normas fundamentais do processo civil. Direito Processual Constitucional.
4. Interpretação da norma processual. Norma processual no tempo e no espaço. Efetividade do processo e acesso à Justiça.
Escopos do processo. Instrumentalidade do processo.
5. Jurisdição. Elementos conceituais. Características. Espécies. Organização judiciária. Distinção em relação às demais funções do
Estado. Jurisdição estatal e arbitral. Poderes do juiz e do árbitro. Impedimento e suspeição.
6. Competência. Critérios de determinação e de modificação. Incompetência absoluta e relativa. Conflito de competência.
Cooperação internacional.
7. Funções essenciais à Justiça. Magistratura. Advocacia Pública e Privada. Assistência judiciária. Taxa judiciária. Ministério
Público. Órgãos auxiliares da justiça. Conciliadores e mediadores.
8. A ação. Conceito e natureza. Condições da ação. Elementos da ação. Ação e tutela jurisdicional. Cumulação de ações.
Classificação da tutela jurisdicional. Processo. Conceito e natureza. Espécies. Pressupostos processuais. Procedimento e relação
jurídica processual.
9. Atos processuais. Forma, tempo e lugar. Regime de invalidades processuais. Preclusões. Comunicação dos atos processuais.
Atos processuais eletrônicos. Convenção das partes em matéria processual.
10. Partes e terceiros no processo civil. Conceitos. Litisconsórcio, assistência e modalidades de intervenção de terceiros. Amicus
curiae. Incidente de desconsideração da personalidade jurídica.
11. Tutela provisória. Tutela de urgência e tutela de evidência. Estabilização da tutela antecipada.
12. Petição inicial. Requisitos. Juízo de Admissibilidade. Audiência de conciliação e mediação. Defesa do réu. Contestação e
reconvenção. Providências preliminares. Julgamento conforme o estado do processo. Audiência de saneamento e organização do
processo.
13. Provas. Objeto, fonte e meios. Prova atípica e prova ilícita. Ônus da prova. Antecipação da prova. Provas em espécie e sua
produção. Audiência de instrução e julgamento.

14. Sentença. Elementos e requisitos. Vícios das sentenças. Coisa julgada formal e material. Limites subjetivos, objetivos e
cronológicos. Eficácia preclusiva da coisa julgada. Coisa julgada e resolução de questão prejudicial. Relativização da coisa julgada.
15. Recursos. Princípios gerais. Pressupostos de admissibilidade. Efeitos. Ações autônomas de impugnação. Ação rescisória.
Reclamação.
16. Recursos em espécie: apelação, agravo de instrumento, embargos de declaração, recursos extraordinário e especial,
embargos de divergência, agravo interno. Julgamento estendido em caso de divergência.
17. Precedentes judiciais. Incidente de resolução de demandas repetitivas. Julgamento de recursos repetitivos nos tribunais
superiores. Assunção de competência. Súmula Vinculante. Controle concentrado de constitucionalidade.
18. Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa. Ação de consignação em pagamento; ação de exigir contas; ações
possessórias, ações de divisão e demarcação. Ação de dissolução parcial de sociedade.
19. Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa: inventário e partilha, embargos de terceiro, oposição, ações de família,
habilitação, restauração de autos, ação monitória, homologação de penhor legal, regulação de avaria grossa.
20. Arbitragem. Compromisso arbitral e cláusula compromissória. Tutelas de urgência antes, durante e depois do processo arbitral.
Impugnação judicial da sentença arbitral. Meios alternativos de solução de conflito (Resolução nº 125 de 29 de novembro de 2010, do
Conselho Nacional de Justiça). Instauração da Arbitragem. Ação para obtenção do compromisso arbitral. Impedimento e Substituição
do Árbitro. Responsabilidade do Árbitro. Cooperação do Poder Judiciário com a Arbitragem.
21. O Poder Público em juízo. Mandado de segurança. Ação Popular. Habeas data. Ação de improbidade administrativa.
Execução fiscal e execução contra a Fazenda Pública. Suspensão de segurança.
22. Tutela dos interesses transindividuais. Direitos e interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos.
23. Cumprimento de sentença e execução. Classificações. Pressupostos. Título executivo: espécies e requisitos. Liquidação.
24. Cumprimento de sentença para pagamento de quantia, para obrigação de fazer, não fazer e dar coisa certa. Cumprimento de
sentença na obrigação de alimentos.
25. Execução por quantia certa contra devedor solvente. Procedimento. Penhora, avaliação e expropriação. Satisfação do credor.
26. Defesa do executado no cumprimento de sentença e na execução de título extrajudicial. Ações autônomas de impugnação à
execução. Exceção de pré-executividade.
27. Procedimento dos Juizados Especiais Cíveis e Juizados Especiais da Fazenda Pública. Juizados Especiais Federais.
28. Procedimentos Especiais de Jurisdição Voluntária. Características. Notificação e interpelação. Alienações Judiciais.
Testamento e Codicilo. Herança Jacente. Bens dos Ausentes. Coisas Vagas. Tutela e curatela. Organização e Fiscalização das
Fundações.
29. Ações locatícias. Ação de Despejo. Ação Renovatória. Ação Revisional. Ação Consignatória.
30. O processo da recuperação judicial e da falência.

DIREITO DO CONSUMIDOR
1. Direitos do consumidor. Disposições gerais. Política nacional de relações de consumo. Direitos básicos do consumidor.
2. Qualidade de produtos e serviços. Prevenção e reparação dos danos. Proteção à saúde e à segurança. Responsabilidade pelo
fato do produto e do serviço. Responsabilidade por vício do produto e do serviço.
3. Decadência e prescrição. Desconsideração da personalidade jurídica.
4. Práticas comerciais. Disposições gerais. Oferta. Publicidade. Práticas abusivas. Cobrança de dívidas. Bancos de dados.
Cadastros de consumidores.
5. Proteção contratual. Disposições gerais. Cláusulas abusivas. Contratos de adesão.
6. Sanções administrativas.
7. Defesa do consumidor em juízo. Disposições gerais. Ações coletivas para a defesa de interesses individuais homogêneos.
Ações de responsabilidade do fornecedor de produtos e serviços. Da tutela específica nas obrigações de fazer ou não fazer. Coisa
julgada.
8. Sistema Nacional de defesa do consumidor. Convenção coletiva de consumo.
9. Súmulas do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal.

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
1. Consectários em matéria de criança e adolescente.
a) Princípio da prioridade absoluta e proteção integral.
b) Princípio da dignidade da pessoa humana.

c) Princípio da participação popular.
d) Princípio da excepcionalidade.
e) Princípio da brevidade.
f) Princípio da condição peculiar de pessoa em desenvolvimento.
2. Dos Direitos da criança e do adolescente.
a) Do Direito à Vida e à Saúde.
b) Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade.
c) Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária.
d) Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer.
e) Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho.
3. Da Adoção.
4. Das medidas de proteção.
5. Da Prevenção.
a) Disposições Gerais.
b) Da Prevenção Especial.
c) Da informação, Cultura, Lazer, Esportes, Diversões e Espetáculos.
d) Dos Produtos e Serviços.
e) Da Autorização para Viajar.
f) Do Juiz da Infância e da Juventude (arts. 146 a 149, da Lei nº 8.069/1990).
6. Dos Procedimentos.
7. Do Conselho Tutelar.

DIREITO PENAL
I ­ Conceito de Direito Penal. Princípios Constitucionais Penais. História do Direito Penal. História do Direito Penal Brasileiro,
Doutrinas e Escolas Penais. Fontes do Direito Penal. Sistemas Penitenciários.
II ­ CÓDIGO PENAL (Decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940).
1 ­ Parte Geral
a) Da aplicação da lei penal (arts. 1º a 12).
b) Do crime (arts. 13 a 25).
c) Da imputabilidade penal (arts. 26 a 28).
d) Do concurso de pessoas (arts. 29 a 31).
e) Das penas (arts. 32 a 95).
f) Das medidas de segurança (arts. 96 a 99).
g) Da ação penal (arts. 100 a 106).
h) Da extinção da punibilidade (arts. 107 a 120).
2 ­ Parte Especial
a) Dos crimes contra a pessoa (arts. 121 a 154).
b) Dos crimes contra o patrimônio (arts. 155 a 183).
c) Dos crimes contra a propriedade imaterial (arts. 184 a 196).
d) Dos crimes contra a dignidade sexual (arts. 213 a 234).
e) Dos crimes contra a família (arts. 235 a 249).
f) Dos crimes contra a incolumidade pública (arts. 250 a 285).

g) Dos crimes contra a paz pública (arts. 286 a 288).
h) Dos crimes contra a fé pública (arts. 289 a 311).
i) Dos crimes contra a administração pública (arts. 312 a 359).
III ­ LEI DAS CONTRAVENÇÕES PENAIS (Decreto-lei nº 3.688, de 3 de outubro de 1941).
IV ­ LEIS PENAIS ESPECIAIS
a) Crimes definidos na Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006.
b) Crimes definidos na Lei 10.826, de 22 de dezembro de 2003.
c) Crimes eleitorais (Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965, e Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997).
d) Crimes de abuso de autoridade (Lei nº 4.898, de 9 de dezembro de 1965).
e) Crimes contra as relações de consumo (Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990), a ordem tributária (Lei nº 8.137, de 27 de
dezembro de 1990) e a ordem econômica (Lei nº 8.176, de 8 de fevereiro de 1991).
f) Crimes contra a economia popular (Lei nº 1.521, de 26 de dezembro de 1951).
g) Crimes de trânsito (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997).
h) Crimes de tortura (Lei nº 9.455, de 7 de abril de 1997).
i) Crimes contra o meio ambiente (Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998).
j) Crimes contra a criança e o adolescente (Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990).
l) Crimes falimentares (Lei nº 11.101, de 9 de fevereiro de 2005).
m) Crimes contra a violência doméstica e familiar (Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006).
n) Crimes contra os idosos (Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003).
o) Crimes de preconceito de raça ou cor (Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989).
p) Crimes hediondos (Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990).
q) Crimes de Licitações e Contratos da Administração Pública (Lei 8.666/93).
r) Crimes de Menor Potencial Ofensivo (Lei 9.099/95).
s) Crime Organizado (Lei 12.850/13).
t) Crimes de Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores (Lei 9.613/98).
u) Execução Penal (Lei 7.210/84).

DIREITO PROCESSUAL PENAL
I ­ Do processo penal em geral. Princípios Constitucionais e fontes do processo penal.
II ­ Código de Processo Penal (Decreto-lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1.941).
a) Disposições preliminares (arts. 1º a 3º).
b) Do inquérito policial (arts. 4º a 23).
c) Da ação penal (arts. 24 a 62).
d) Da ação civil (arts. 63 a 68).
e) Da competência (arts. 69 a 91).
f) Das questões e processos incidentes (arts. 92 a 154).
g) Da prova (arts. 155 a 250).
h) Do Juiz, do Ministério Público, do Acusado e Defensor, dos Assistentes e Auxiliares da Justiça (arts. 251 a 281).
i) Da prisão, das Medidas cautelares e da liberdade provisória (arts. 282 a 350).
j) Das citações e intimações (arts. 351 a 372).
l) Da sentença (381 a 393).
m) Dos processos em espécie (arts. 394 a 497 e 513 a 555).

n) Das nulidades e dos recursos em geral (arts. 563 a 667).
o) Disposições gerais (arts. 791 a 811).
III ­ Mandado de segurança em matéria criminal (Lei nº 12.016, de 7 de agosto de 2009).
IV ­ Disposições processuais penais especiais.
a) Execução penal (Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984).
b) Entorpecentes (Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006).
c) Violência doméstica (Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006).
d) Prisão temporária (Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1.989).
e) Juizados Especiais Criminais (Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995).
f) Interceptação telefônica (Lei nº 9.296, de 24 de julho de 1996).
g) Código Eleitoral (Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965).
h) Falências (Lei nº 11.101, de 9 de fevereiro de 2005).
i) Organizações criminosas (Lei nº 12.850/2013, de 02 de agosto de 2013).
j) Proteção a testemunhas (Lei nº 9.807, de 13 de julho de 1999).
k) Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores (Lei 9.613, de 03 de Março de 1998).

DIREITO CONSTITUCIONAL
1. Constitucionalismo e teoria da constituição.
2. Constituição e Neoconstitucionalismo.
3. Poder Constituinte.
4. Emendas Constitucionais.
5. Organização do Estado. Estado de Direito Democrático.
6. Federação. Origens. A Federação Brasileira. Competências legislativas dos entes federados - Autonomia financeira,
administrativa e politica dos entes federados.
7. Evolução político-constitucional brasileira. As Constituições Brasileiras.
8. Normas Constitucionais: Hermenêutica e Filosofia Constitucional. Métodos de Interpretação. Aplicabilidade e Eficácia.
9. Mutação Constitucional.
10. Reforma e Revisão Constitucional.
11. Normas Constitucionais.
12. Controle da constitucionalidade. Controle da constitucionalidade Difuso. Controle da constitucionalidade Abstrato. Controle da
Constitucionalidade em âmbito estadual. A Constituição do Estado de São Paulo como parâmetro para o Controle de
Constitucionalidade.
13. Processo legislativo. Processo legislativo e reforma constitucional.
14. Intervenção Federal e Estadual.
15. Poder Legislativo.
16. Poder Executivo.
17. Defesa do Estado e das Instituições Democráticas.
18. A Organização dos Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.
19. Ministério Público.
20. Direitos Fundamentais. Tratados e convenções internacionais.
21. Direitos sociais e coletivos.
22. Ações constitucionais.
23. Direitos Fundamentais. Direitos Fundamentais Coletivos.

24. Direitos de cidadania. Direito de sufrágio. Plebiscito, Referendo e Iniciativa Popular.
25. Garantias Fundamentais.
26. Princípios de Defesa na Constituição Federal.
27. Princípios constitucionais da Administração Pública.
28. Poder Judiciário.
29. A Emenda Constitucional n° 45.
30. Funções essenciais da Justiça. Ministério Público, Advocacia e Defensoria Pública.
31. Poder Judiciário. Direitos, garantias e deveres da Magistratura. O Estatuto da Magistratura. Atividade correcional.
32. Ação Direta de Inconstitucionalidade. Ação Declaratória de Constitucionalidade. Arguição de Descumprimento de Preceito
Fundamental. O controle difuso de constitucionalidade. Mandado de Injunção. Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão. Ação
Direta de Inconstitucionalidade Interventiva.
33. Supremo Tribunal Federal. Conselho Nacional de Justiça. Superior Tribunal de Justiça. Tribunal Superior Eleitoral. Tribunais
Regionais e Juízes Federais.
34. Poder Judiciário. Tribunais e Juízes Estaduais. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Disciplina do Poder Judiciário na
Constituição Paulista. O controle de constitucionalidade dos atos estaduais e municipais.
35. Ordem Econômica e Financeira. Disciplina da Ordem Econômica na Constituição Paulista.
36. Tributação e Orçamento. Sistema tributário nacional e finanças públicas.
37. Ordem Social. Educação e Cultura. Ciência e Tecnologia. Comunicação Social. Meio Ambiente. Família, Criança, Adolescente
e Idoso. Direito à Proteção Especial. Índios.

DIREITO ELEITORAL
1. Estado Democrático de Direito. Cidadania. Sistema representativo. Soberania popular. Pluralismo político. Reforma política.
2. Direitos políticos. Perda. Suspensão. Sufrágio universal. Voto. Características do voto.
3. 3. Partidos políticos. Conceito. História. Representação Político-partidária. Sistemas partidários. Criação, fusão e extinção dos
partidos políticos. Órgãos Partidários. Registros dos Partidos Políticos. Fundo Partidário. Fidelidade partidária. Aspectos
constitucionais, legais e éticos.
4. Direito Eleitoral. Conceito. Fundamentos. Fontes e princípios. Interpretação. Aplicação subsidiária do Código de Processo Civil
ao processo eleitoral.
5. Representação. Sufrágio. Natureza. Extensão. Valor do sufrágio. Tipos de sufrágio. Sistemas Eleitorais. Sistema Majoritário.
Sistema Proporcional.
6. Justiça Eleitoral. Organização. Competência. Classificações. Modelo brasileiro. Outros modelos. A ética do Juiz Eleitoral.
7. Justiça Eleitoral no Brasil. Evolução histórica. Diversificação funcional das atividades da Justiça Eleitoral e controle de
legalidade. A atividade consultiva da Justiça Eleitoral. As Resoluções normativas da Justiça Eleitoral e seus limites.
8. Capacidade eleitoral: requisitos. Limitações derivadas do não cumprimento do dever eleitoral. Alistamento eleitoral. Fases do
alistamento. Efeitos do alistamento. Cancelamento. Exclusão. Revisão do eleitorado.
9. Elegibilidade. Inelegibilidades constitucionais e infraconstitucionais ou legais. Arguição judicial de inelegibilidade. Domicílio
Eleitoral. Filiação Partidária. Capacidade eleitoral passiva.
10. Ministério Público Eleitoral. Organização. Atribuições.
11. Democracia participativa. Institutos de participação popular. Plebiscito. Referendo.
12. Processo Eleitoral. Convenções partidárias. Registro de candidatos. Impugnação do registro de candidatura.
13. Campanha eleitoral. Financiamento dos Partidos Políticos, controle de arrecadação e prestação de contas. Captação ilícita de
recursos. Abuso de poder político e econômico.
14. Propaganda política. Propaganda eleitoral. Normas legais e regulamentares. Jornalismo, propaganda e mídia no Direito
Eleitoral. Pesquisas e testes pré-eleitorais. Propaganda eleitoral no rádio e na televisão e direito de resposta. Propaganda eleitoral na
internet.
15. Garantias Eleitorais: liberdade de escolha. Proteção jurisdicional contra atentado à liberdade de voto. Captação ilícita de
sufrágio. Contenção ao poder econômico e ao desvio e abuso do poder político.
16. Eleição. Atos preparatórios. Fiscalização. Apuração e diplomação dos eleitos. Recurso contra a expedição de diploma.
17. Ações judiciais eleitorais. Recursos Eleitorais. Ação rescisória eleitoral.

18. Crimes eleitorais. Tipos penais e sanções. Processo penal eleitoral: prisão e período eleitoral. Competência, conexão e
continência em matéria eleitoral. Ação penal eleitoral e recursos.

DIREITO EMPRESARIAL
1.Origens e história do Direito Comercial. Teoria dos atos de comércio. Teoria da empresa e atividade empresarial e mercado.
2.O Direito Civil e o Direito Comercial: autonomia ou unificação. Fontes do Direito Comercial. Os perfis do mercado.
3.Princípios constitucionais econômicos e sua instrumentalidade para o funcionamento do mercado.
4.Direito de Empresa no Código Civil. A empresa e o empresário. Noção econômica e jurídica de empresa. Empresário e
sociedade empresária. A atividade empresarial. Capacidade. Empresário rural. Obrigações gerais dos empresários.

5.Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins. Escrituração e demonstrações contábeis periódicas.
6.Empresa individual de responsabilidade limitada. Estabelecimento empresarial. Nome empresarial. Direitos e Obrigações
relativas à propriedade industrial: Lei nº 9.279, de 14/5/1996.

7.Disciplina jurídica da concorrência. Concorrência desleal. Repressão civil e penal. Infração da ordem econômica. Sanções por
infração da ordem econômica.
8.A atividade empresarial e a publicidade: tutela do consumidor.
9.Teoria Geral do Direito Societário. Ato constitutivo das sociedades. Classificação das sociedades. Da sociedade não
personificada e personificada. Sociedades simples e sociedades empresárias. Registro Público das sociedades. Sociedade rural.
Desconsideração da personalidade jurídica.
10.Sociedade limitada.
11.Sociedade anônima (Lei nº 6.404/76).
12.Teoria Geral dos Títulos de Crédito. Títulos de crédito no Código Civil. Letra de câmbio, nota promissória, cheque, duplicata.
Títulos de crédito impróprios. Títulos bancários. Títulos do agronegócio. Títulos eletrônicos ou virtuais.
13.Teoria Geral do direito dos contratos. O Comércio eletrônico. Contratos empresariais. Compra e venda mercantil. Contratos de
colaboração.
14.Contratos bancários. Mútuo, fiança, penhor e seguro. Arrendamento mercantil. Fomento Mercantil. Franquia. Alienação
fiduciária em garantia. Cartões de Crédito. Transporte de carga, fretamento e armazenagem. Agenciamento de publicidade.
15.O empresário e a relação de consumo. Da tutela contratual dos consumidores.
16.Teoria Geral da Falência. Falência na Lei nº 11.101/2005. Órgãos da falência. Efeitos da falência. Processo de falência. Pedidos
de restituição. Da ineficácia e da revogação de atos praticados antes da falência. Realização do ativo. Classificação e pagamento dos
credores. Encerramento da falência. Liquidação extrajudicial de instituições financeiras e entidades equiparadas.
17.Teoria Geral da Recuperação da empresa. Recuperação judicial e recuperação extrajudicial. Órgãos da recuperação judicial.
Processo da recuperação. Verificação dos créditos.

DIREITO TRIBUTÁRIO
1. Direito Tributário. Conceito, definições, denominações. Sistema Constitucional Tributário e Sistema Tributário Nacional.
Princípios constitucionais. Princípios gerais. Limitações ao poder de tributar. Finalidades e objetivos do Sistema Tributário - Carga
tributária.
2. Fontes do Direito Tributário. Fontes do direito positivo e da Ciência do Direito. A doutrina. Instrumentos primários e secundários.
Legislação tributária: conceito, vigência, aplicação, interpretação e integração. A Lei nº 5.172/66, em face da Constituição Federal.
Normas gerais de Direito Tributário na estrutura do Código Tributário Nacional. O art. 146 da Constituição Federal. Hierarquia da lei
complementar: formal e material. Exegese sistemática das normas gerais de direito tributário.
3. Tributo. Acepções do vocábulo tributo. A definição do art. 3º do Código Tributário Nacional. Tipologia tributária no Brasil: o
critério constitucional para a determinação da natureza do tributo. Denominação e destino do produto de arrecadação: art 4º do Código
Tributário Nacional. Empréstimo compulsório. Taxas. Taxas e preços públicos. O pedágio. Contribuição de melhoria e outras
contribuições. Empréstimos compulsórios. Contribuições parafiscais. Impostos extraordinários. As contribuições (art. 149 e seus
parágrafos da CF).
4. Imunidades tributárias: conceito, definição e natureza. Imunidade e Isenção. Imunidade recíproca. Imunidade dos templos de
qualquer culto, dos partidos políticos e das instituições educacionais ou assistenciais. A imunidade do livro, dos periódicos e do papel
destinado à impressão. Outras hipóteses de imunidade. Imunidades de taxas e de contribuições.
5. Regra da incidência tributária. Hipótese tributária e fato jurídico tributário. Acepção de "fato gerador". O fato gerador segundo as
prescrições do Código Tributário Nacional. Relação jurídica tributária. Obrigação tributária no Código Tributário Nacional: principal e
acessória. Sujeito ativo e passivo. Sujeito passivo e solidariedade. Contribuinte e responsável. Definição da dívida tributária: base de
cálculo e alíquota.
6. Crédito tributário. Lançamento. Natureza jurídica. Características, efeitos e modalidades. Suspensão da exigibilidade do crédito
tributário. Extinção das obrigações tributárias. Exclusão do crédito tributário.

7. Infrações e sanções tributárias. Espécies de infrações tributárias. A fraude à lei e o abuso de direito no ordenamento jurídico
tributário. Infrações no Código Tributário Nacional. Responsabilidade dos sucessores e de terceiros. Tipicidade, vinculabilidade
tributária e denúncia espontânea. Fraude à execução.
8. Garantias e privilégios do crédito tributário.
9. Administração tributária. Atividade da administração tributária. A fiscalização do cumprimento das prestações tributárias. Dever
de sigilo. Dívida ativa e certidões negativas.
10. Competência tributária. Tributos dos Estados e dos Municípios. Orçamento Público e Direito Tributário.
11. Ações de natureza tributária. As Execuções Fiscais.

DIREITO AMBIENTAL
1. Fundamentos éticos e filosóficos do direito ambiental.
2.A Constituição e o Meio Ambiente. O artigo 225: objetivo, alcance e reflexos. Ambiente ecologicamente equilibrado como direito
fundamental. Natureza pública da proteção ambiental. Tratados Internacionais sobre tema ambiental.
3.Princípios constitucionais ambientais. Princípio da solidariedade intergeracional. Princípio do desenvolvimento sustentável.
Princípio do poluidor-pagador. Princípio do usuário-pagador. Princípio da função socioambiental da propriedade. Princípio da
prevenção. Princípio da precaução. Princípio da participação. Princípio da informação ambiental. Princípio da ubiquidade. Princípio da
moralidade e o meio ambiente. Outros princípios ambientais implícitos ou extraíveis do sistema constitucional.
4.Deveres genéricos do Poder Público em relação ao meio ambiente. Deveres específicos do Poder Público em relação ao meio
ambiente. Competências administrativa, legislativa e jurisdicional em matéria ambiental.
5.A comunidade e a tutela constitucional do ambiente. Política Nacional de Educação Ambiental. Participação popular na política
pública ambiental. Participação popular na administração, no Parlamento e no Judiciário. Responsabilidade Administrativa Ambiental.
Responsabilidade Civil Ambiental.
6.Urbanismo. Meio ambiente urbano. Instrumentos urbanísticos de tutela do meio ambiente. A ética ambiental e o Estatuto da
Cidade
7.Bem jurídico ambiental. Direito do Ambiente: conceito, princípios, objeto, instrumentos legais. Espaços ambientalmente
protegidos. Sistema Nacional do Meio Ambiente. Tutela administrativa do ambiente: poder de polícia, competência. Legislação
ambiental de parcelamento do solo e da cidade.
8.Patrimônio ambiental natural. Ar, Água, Solo, Flora, Fauna. Patrimônio ambiental cultural. Patrimônio ambiental artificial.
Patrimônio genético, biotecnologia e biossegurança. Política Nacional da Biodiversidade.
9.Licenciamento ambiental. Estudo prévio de impacto ambiental. EIA/RIMA. Tutela e responsabilidade civil. Responsabilidade
administrativa.
10.Poluição da água. Poluição Atmosférica. Poluição visual. Poluição por resíduos sólidos. Poluição por atividades nucleares.
Agrotóxicos.
11.Jurisprudência das Câmaras Reservadas ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Jurisprudência dos Tribunais
Superiores em matéria ambiental. Tutela jurisdicional do meio ambiente.
12. Instrumentos processuais da tutela ambiental. Inquérito civil. TAC. Ação civil pública. Ação popular constitucional. Mandado de
segurança coletivo. Mandado de injunção. Ação penal pública ambiental.

DIREITO ADMINISTRATIVO
1. Princípios Constitucionais da Administração Pública.
2. Função pública. Conceito. Divisão de competências. Delegação e avocação de competências.
3. Poder de Polícia. Limites e Fundamentos. Adoção de mecanismos consensuais no exercício do poder de polícia. Termos de
ajuste de conduta administrativos. Termos substitutivos de sanção. Limites à delegabilidade do poder de polícia.
4. Ato administrativo. Elementos, requisitos, espécies. Controle formal e controle de mérito do ato administrativo.
5. Processo Administrativo. ­ A processualidade administrativa. O processo administrativo como instrumento de ação
administrativa. Princípios do processo administrativo. Finalidades do processo administrativo. Leis gerais de processo administrativo.
Mecanismos de controle do processo administrativo. Procedimentos em espécie. Processo administrativo no Estado de São Paulo (Lei
estadual nº 10.177/1998).
6. Bens públicos. Natureza jurídica. Bens públicos no Código Civil. Aplicação do regime público a bens do domínio privado.
Espécies de bens públicos. Inalienabilidade, impenhorabilidade, imprescritibilidade dos bens públicos. Afetação e desafetação.
Aquisição e alienação de bens públicos. Diferentes tipos de uso. Uso privativo pelo particular. Concessão, permissão e autorização de
uso. Concessão de direito real de uso.
7. Discricionariedade: limites e fundamentos. Abuso e desvio de Poder.

8. Contratos Administrativos. Teoria Geral do Contrato Administrativo. Contratos Administrativos e Contratos da Administração.
Convênios Administrativos. Formação, execução, alteração e extinção dos contratos administrativos típicos. Equilíbrio econômico
financeiro dos contratos: conceito, fundamento e hipóteses.
9. Consórcios Públicos. Natureza jurídica, requisitos e procedimento de formação e extinção. Contratos de Programa. Contratos de
Rateio.
10. Licitação. Fundamento constitucional. Inexigibilidade e Dispensa. Modalidades. Pregão. Regime Diferenciado de Contratação.
Tipos de licitação. Fases do procedimento licitatório.
11. Serviços públicos. Conceito. Regime jurídico. Regime tarifário. Serviços públicos em regime de exclusividade e em regime de
competição. Regulação de serviços públicos. Regime dos bens afetos à prestação de serviço público. Serviços públicos e serviços
sociais. Serviços públicos e atividade econômica.
12. Concessão e permissão de serviços públicos. Conceitos. Modalidades de concessão. Concessões comuns, patrocinadas e
administrativas. Reversibilidade de bens. Modalidades de extinção de concessões. Direitos dos concessionários e direitos dos
usuários.
13. Parceria público privada. Conceito e modalidades. Regime jurídico. Contraprestação pecuniária e aporte. Requisitos. Regime
de garantias. Atividades delegáveis e indelegáveis por meio de parcerias.
14. Estrutura da Administração Pública. Administração Direta e Administração Indireta. Órgãos e entes públicos. Princípios da
Administração Indireta. Controle hierárquico. Empresas estatais: espécies e diferenças. Regime jurídico e governança das empresas
estatais. Controle dos entes da Administração Indireta.
15. Agências reguladoras. Conceito. Regime Jurídico. Competências. Controle dos atos das agências.
16. Fundações Públicas. Natureza jurídica e regime jurídico. Fundações governamentais de direito público e de direito privado.
Fundações de apoio.
17. Responsabilidade Civil do Estado. Responsabilidade civil, extracontratual ou aquiliana do Estado. Panorama teórico e evolutivo
da responsabilidade civil do Estado: a importância da jurisprudência francesa. Responsabilidade objetiva na Constituição. Causas
excludentes e atenuantes. A reparação do dano: a relevância dos aspectos processuais
18. Organização funcional: cargos, empregos e funções públicas. Servidores públicos. Regime jurídico único. Direitos e obrigações.
Processos Disciplinar. Regimes jurídicos funcionais. Regime de previdência do servidor público: aspectos constitucionais.
19. Desapropriação. Hipóteses. Desapropriação indireta. Desapropriação por zona. Desapropriação urbanística. Promoção de atos
expropriatórios pelos particulares: hipótese e requisitos. Efeitos do decreto e utilidade pública. Destinação dos bens desapropriados.
Hipóteses de desapropriação punitiva. Desapropriação por acordo e judicial: diferenças. Desapropriação de bens públicos de outro
ente da federação.
20. Intervenção na propriedade e atuação no domínio econômico: servidão, requisição, ocupação temporária, tombamento e
limitações administrativas.
21. Responsabilidade administrativa, civil e criminal do agente público.
22. Improbidade administrativa: (Lei nº 8.429/1992).
23. Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000).
24. Controle da Administração Pública. Espécies de controle. Controle interno e externo. Controle parlamentar, judicial, social e
pelos Tribunais de Contas. Controle de legalidade e de economicidade. Controle operacional. Competências cautelares e
sancionatórias dos órgãos de controle. Lei anticorrupção (Lei nº 12.846/13)
25. Mandado de Segurança, Ação Popular e Ação Civil Pública.
Observação: A Jurisprudência pacificada e as Súmulas dos Tribunais Superiores, pertinentes às matérias do anexo I, poderão ser
objeto de questionamento.

ANEXO II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
NOÇÕES GERAIS DE DIREITO E FORMAÇÃO HUMANÍSTICA

A) SOCIOLOGIA DO DIREITO
1. A pré-sociologia do direito: A compreensão social dos gregos; Aristóteles; os medievais; absolutismo; iluminismo; contratualismo.
2. A. Comte e E. Durkheim.
3. Max Weber.
4. Hegel e Marx.
5. Habermas. Raymond Aron.
6. Sociologia do direito crítica: Escola de Frankfurt.
7. Sociologia do direito brasileiro: Caio Prado Júnior e Raimundo Faoro.

B) PSICOLOGIA JUDICIÁRIA
1. Conceito e importância da Psicologia para o Judiciário. Integração da Psicologia com o Direito.
2. A importância da Psicologia e da Psiquiatria no âmbito da execução das penas.
3. Psiquiatria forense.
4. A interdisciplinaridade nos casos judiciais complexos.
5. A psicologia da conciliação.

C) ÉTICA E ESTATUTO JURÍDICO DA MAGISTRATURA NACIONAL
1. Ética na Constituição Federal.
2. Ética na atuação judicial.
3. Código de Ética da Magistratura.
4. Direitos e deveres funcionais do magistrado.
5. Sistemas de controle interno do Poder Judiciário: Corregedoria, Ouvidoria, Conselho Superior da Magistratura e Conselho
Nacional de Justiça.
6. Responsabilidade administrativa, civil e criminal dos magistrados.
7. Integridade pessoal e profissional do juiz. Dignidade, honra e decoro. Diligência e dedicação. Conhecimento e Capacitação.
Cortesia e Prudência do Juiz.
8. Ilícitos éticos. Sanções.
9. Lugar da ética na função judicial e na vida particular do juiz.
10. O papel da cordialidade na prestação jurisdicional.

D) FILOSOFIA DO DIREITO
1. Filosofia do direito grega: Sócrates, Platão e Aristóteles.
2. Filosofia do direito medieval: Santo Agostinho e São Thomas de Aquino.
3. Filosofia do Direito Moderna: Hobbes, Locke, Rousseau, Kant e Jeremy Bentham.
4. Filosofia do direito contemporânea: Filosofia do direito juspositivista. Filosofia do direito não positivista e Filosofia do direito
crítica.

E) TEORIA GERAL DO DIREITO E DA POLÍTICA
1. O conceito analógico de direito.
2. Pessoa. Pessoa jurídica. Direito subjetivo.
3. Realismo Jurídico.
4. Direito e poder.
5. Legitimidade e legalidade.
6. Direitos fundamentais, direitos humanos e direito natural.
7. A Declaração Universal dos Direitos do Homem (ONU).
8. Sistema internacional de proteção dos Direitos Humanos.

ANEXO III
CRONOGRAMA
EVENTO
Período de inscrição preliminar
Período para solicitação de isenção de taxa de inscrição
Divulgação do resultado da solicitação de isenção de taxa de inscrição
Prazo para interposição de recurso do indeferimento da solicitação de isenção de taxa de inscrição

DATA
17/04 a 17/05/2017
17 a 19/04/2017
09/05/2017
10 e 11/05/2017

Divulgação da decisão do julgamento dos recursos da solicitação de isenção de taxa de inscrição

16/05/2017

Divulgação da lista dos candidatos inscritos e convocação para prova objetiva seletiva

30/05/2017

Aplicação da Prova Objetiva Seletiva

25/06/2017

Divulgação do gabarito preliminar da prova objetiva seletiva

28/06/2017

Aplicação da prova escrita discursiva

27/08/2017

Aplicação da prova de sentença cível

02/09/2017

Aplicação da prova de sentença criminal

03/09/2017

Inscrição definitiva
Início da aplicação da prova oral

24/01 a 16/02/2018
19/03/2018

ANEXO IV
DECLARAÇÃO PARA CANDIDATO DESEMPREGADO
DECLARAÇÃO
Eu, ___________________________________, RG nº ______________, CPF n° ________________, DECLARO, sob pena das
sanções cabíveis, para fins de concessão de isenção de pagamento do valor da taxa de inscrição, prevista na Lei n° 12.782, de
20.12.2007, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo de 21.12.2007, e no Edital de Abertura do 187º Concurso de Provas e
Títulos para Ingresso na Magistratura do Estado de São Paulo, que me encontro na condição de desempregado (a).
________________, ____ de ____________ de 2017.
________________________________________
assinatura do (a) candidato (a)