MINISTÉRIO DA SAÚDE

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ­ ANVISA

CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº 1/2013
O Diretor-Presidente da AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ­ ANVISA, no uso das
atribuições que lhe conferem, artigo 16 da Lei nº 9.782, de 26/1/1999, e considerando a autorização
concedida pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - MP, por meio da Portaria nº 584, de
03/12/2012, publicada na Seção 1 do Diário Oficial da União de 04/12/2012 e Portaria nº 52 de
04/03/2013, publicado na Seção 1 do Diário Oficial da União 05/03/2013, divulga e estabelece normas
específicas para abertura das inscrições e a realização de Concurso Público destinado a selecionar
candidatos para o provimento de cargos vagos de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária,
Analista Administrativo, Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária e Técnico Administrativo,
observados os termos da Lei nº 9.986, de 18/7/2000, da Lei nº 10.871, de 20/5/2004, da Lei nº 8.112,
de 11/12/1990, e das disposições constitucionais pertinentes ao assunto e, em particular, as normas
contidas neste Edital.

I N S T R U Ç Õ E S

E S P E C I A I S

I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1. O concurso público será regido por este Edital e executado pela Cetro Concursos Públicos,
Consultoria e Administração.
1.2. Sempre que necessário, tornar-se-á público Edital complementar para dispor sobre regras,
situações e condições não previstas neste Edital.
1.3. Para os cargos de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária e Analista Administrativo, o
concurso público será constituído de duas etapas.
1.3.1. A primeira etapa será composta por duas fases, sendo a primeira fase constituída de Prova
Objetiva e Prova Discursiva, ambas de caráter classificatório e eliminatório e a segunda fase composta
por avaliação de títulos, de caráter classificatório.
1.3.2. A segunda etapa será composta por uma única fase constituída pelo Curso de Formação
Profissional, de caráter eliminatório e classificatório, com carga horária de até 160 (centro e sessenta)
horas, de conteúdo comum aos dois cargos e conteúdo específico para cada um deles.
1.4. Para os cargos de Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária e Técnico Administrativo, o
concurso público será constituído etapa única.
1.4.1. A etapa única que se refere o item 1.4. será constituída de Prova Objetiva e Prova Discursiva,
ambas de caráter classificatório e eliminatório.
II - DO CONCURSO PÚBLICO
2.1. O concurso público destina-se ao provimento de 157 (cento e cinquenta e sete) vagas para o
cargo efetivo de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária, 29 (vinte e nove) vagas para o
cargo efetivo de Analista Administrativo, 100 (cem) vagas para o cargo efetivo de Técnico em
Regulação e Vigilância Sanitária e 28 (vinte e oito) vagas para o cargo efetivo de Técnico
Administrativo, regidos pelo Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União, das
Autarquias e das Fundações Públicas Federais, conforme o disposto na Lei nº 8.112, de 1990,
1

ressalvada a possibilidade de acréscimo prevista no art. 11 do Decreto nº
publicado no Diário Oficial da União de 24/8/2009.

6.944, de 21/8/2009,

2.2. Os cargos citados no item 2.1. integram as Carreiras dispostas na Lei Nº 10.871 de 20 de maio de
2004.
2.3. O prazo de validade do concurso será de 1 (um) ano, contado a partir da data da homologação de
seu resultado final, podendo, por interesse da ANVISA, ser prorrogado por igual período.
2.4. As provas Objetivas e Discursivas serão aplicadas nas cidades de Aracaju/ SE, Belém/ PA, Belo
Horizonte/ MG, Boa Vista/ RR, Brasília/ DF, Campo Grande/ MS, Cuiabá/ MT, Curitiba/ PR,
Florianópolis/ SC, Fortaleza/ CE, Goiânia/ GO, João Pessoa/ PB, Macapá/ AP, Maceió/ AL, Manaus/
AM, Natal/ RN, Palmas/ TO, Porto Alegre/ RS, Porto Velho/ RO, Recife/ PE, Rio Branco/ AC, Rio de
Janeiro/ RJ, Salvador/ BA, São Luís/ MA, São Paulo/ SP, Teresina/ PI, Vitória/ ES. Os candidatos
realizarão as Provas Objetivas em quaisquer das cidades citadas, independente do local de exercício
do cargo de opção.
2.5. Todas as etapas constantes neste Edital serão realizadas observando-se o horário oficial de
Brasília/ DF.
2.6. O cargo, a escolaridade, o valor da taxa de inscrição, as atribuições do cargo, o código do cargo e
o cargo, a área, o total de vagas por área, as vagas reservadas para os Candidatos Deficientes, a
Unidade Administrativa de Lotação, a remuneração inicial, a jornada de trabalho e os requisitos
mínimos exigidos são os estabelecidos na Tabela I, especificada abaixo.
TABELA I
CARGO ­ TÉCNICO ADMINISTRATIVO
ESCOLARIDADE ­ NÍVEL MÉDIO
VALOR DA TAXA DE INSCRIÇÃO ­ R$ 50,00
ATRIBUIÇÕES DO CARGO: ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E LOGÍSTICAS DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO RELATIVAS AO
EXERCÍCIO DAS COMPETÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS A CARGO DA ANVISA, FAZENDO USO DE TODOS OS
EQUIPAMENTOS E RECURSOS DISPONÍVEIS PARA A CONSECUÇÃO DESSAS ATIVIDADES.
Código
do
Cargo

101

Cargo

Técnico
Administrativo

Bloco

Área 1

Total
de
Vagas

28

Vagas
Pessoa
com
deficiência

2

Unidade
de
Lotação

Brasília
­ DF
(Sede)

Remuneração
Inicial (Padrão I
­ Classe A)

R$ 4.760,18*

Jornada de
Trabalho

Requisitos Mínimos
Exigidos

40 horas
semanais

Diploma ou Certificado de
nível médio (antigo 2º
grau)
ou
equivalente
emitido por instituição de
ensino reconhecida pelo
Ministério da Educação MEC.

CARGO ­ TÉCNICO EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA
ESCOLARIDADE ­ NÍVEL MÉDIO
VALOR DA TAXA DE INSCRIÇÃO ­ R$ 50,00
ATRIBUIÇÕES DO CARGO: SUPORTE E APOIO TÉCNICO ESPECIALIZADO ÀS ATIVIDADES DE REGULAÇÃO, INSPEÇÃO,
FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS, DA PRODUÇÃO E DA COMERCIALIZAÇÃO DE ALIMENTOS,
MEDICAMENTOS E INSUMOS SANITÁRIOS, BEM COMO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS E À REALIZAÇÃO DE ESTUDOS E
PESQUISAS RESPECTIVOS A ESSAS ATIVIDADES; FISCALIZAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS REGRAS PELOS AGENTES DO
MERCADO REGULADO; ORIENTAÇÃO AOS AGENTES DO MERCADO REGULADO E AO PÚBLICO EM GERAL; E EXECUÇÃO DE
OUTRAS ATIVIDADES FINALÍSTICAS INERENTES AO EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA DA ANVISA.
Código
do
Cargo

Cargo

201

Técnico em
Regulação e
Vigilância
Sanitária

Bloco

Área 1

Total
de
Vagas

100

Vagas
Pessoa
com
deficiência

5

Unidade
de
Lotação

Brasília
­ DF
(Sede)

Remuneração
Inicial (Padrão I
­ Classe A)

R$ 4.984,98*

Jornada de
Trabalho

Requisitos Mínimos
Exigidos

40 horas
semanais

Diploma ou Certificado de
nível médio (antigo 2º
grau)
ou
equivalente
emitido por instituição de
ensino reconhecida pelo
Ministério da Educação MEC.
2

CARGO ­ ANALISTA ADMINISTRATIVO
ESCOLARIDADE ­ NÍVEL SUPERIOR
VALOR DA TAXA DE INSCRIÇÃO ­ R$ 70,00
ATRIBUIÇÕES DO CARGO: ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E LOGÍSTICAS RELATIVAS AO EXERCÍCIO DAS COMPETÊNCIAS
CONSTITUCIONAIS E LEGAIS A CARGO DA ANVISA, FAZENDO USO DE TODOS OS EQUIPAMENTOS E RECURSOS DISPONÍVEIS
PARA A CONSECUÇÃO DESSAS ATIVIDADES.
Código
do
Cargo

Cargo

Bloco

Vagas

Vagas
Pessoa
com
deficiência

Unidade
de
Lotação

301

Analista
Administrativo

Área 1

08

01

Brasília
­ DF
(Sede)

302

Analista
Administrativo

Área 2

02

--

Brasília
­ DF
(Sede)

303

Analista
Administrativo

Área 3

06

01

Brasília
­ DF
(Sede)

304

Analista
Administrativo

Área 4

01

--

Brasília
­ DF
(Sede)

305

Analista
Administrativo

Área 5

10

01

Brasília
­ DF
(Sede)

306

Analista
Administrativo

Área 6

01

--

Brasília
­ DF
(Sede)

307

Analista
Administrativo

Área 7

01

--

Brasília
­ DF
(Sede)

Remuneração
Inicial (Padrão I
­ Classe A)

Jornada de
Trabalho

R$ 9.263,20*

40 horas
semanais

R$ 9.263,20*

40 horas
semanais

R$ 9.263,20*

40 horas
semanais

R$ 9.263,20*

40 horas
semanais

R$ 9.263,20*

40 horas
semanais

R$ 9.263,20*

40 horas
semanais

R$ 9.263,20*

40 horas
semanais

Requisitos Mínimos
Exigidos

Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível
superior
em
Administração
ou
Economia, fornecido por
instituição
de
ensino
superior credenciada pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível superior em Ciências
Contábeis, fornecido por
instituição
de
ensino
superior credenciada pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível superior em Direito,
fornecido por instituição de
ensino
superior
credenciada
pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível
superior
em
Engenharia Civil, fornecido
por instituição de ensino
superior credenciada pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível superior em Análise
de Sistemas ou Ciência da
Computação
ou
Processamento de Dados
ou
Sistemas
de
Informação ou Informática
ou
Engenharia
da
Computação
ou
Engenharia de Sistemas
ou Engenharia de Redes,
fornecido por instituição de
ensino
superior
credenciada
pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível
superior
em
Pedagogia, fornecido por
instituição
de
ensino
superior credenciada pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível
superior
em
Psicologia, fornecido por
instituição
de
ensino
superior credenciada pelo
Ministério da Educação.

3

CARGO ­ ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA
ESCOLARIDADE ­ NÍVEL SUPERIOR
VALOR DA TAXA DE INSCRIÇÃO ­ R$ 70,00
ATRIBUIÇÕES DO CARGO: ATIVIDADES ESPECIALIZADAS DE REGULAÇÃO, INSPEÇÃO, FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DAS
INSTALAÇÕES FÍSICAS DA PRODUÇÃO E DA COMERCIALIZAÇÃO DE ALIMENTOS, MEDICAMENTOS E INSUMOS SANITÁRIOS,
BEM COMO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS E À REALIZAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS RESPECTIVOS A ESSAS
ATIVIDADES; FORMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS RELATIVOS ÀS ATIVIDADES DE
REGULAÇÃO; ELABORAÇÃO DE NORMAS PARA REGULAÇÃO DO MERCADO; PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO DE AÇÕES
DE FISCALIZAÇÃO DE ALTA COMPLEXIDADE; GERENCIAMENTO, COORDENAÇÃO E ORIENTAÇÃO DE EQUIPES DE PESQUISA
E DE PLANEJAMENTO DE CENÁRIOS ESTRATÉGICOS; GESTÃO DE INFORMAÇÕES DE MERCADO DE CARÁTER SIGILOSO;
ORIENTAÇÃO AOS AGENTES DO MERCADO REGULADO E AO PÚBLICO EM GERAL; E EXECUÇÃO DE OUTRAS ATIVIDADES
FINALÍSTICAS INERENTES AO EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA DA ANVISA.
Código
do
Cargo

Cargo

Bloco

Vagas

Vagas
Pessoa
com
deficiência

Unidade
de
Lotação

401

Especialista em
Regulação e
Vigilância
Sanitária

Área 1

12

01

Brasília
­ DF
(Sede)

402

Especialista em
Regulação e
Vigilância
Sanitária

Área 2

135

07

Brasília
­ DF
(Sede)

403

Especialista em
Regulação e
Vigilância
Sanitária

Área 3

10

01

Brasília
­ DF
(Sede)

Remuneração
Inicial (Padrão I
­ Classe A)

Jornada de
Trabalho

R$ 10.019,20*

40 horas
semanais

R$ 10.019,20*

40 horas
semanais

R$ 10.019,20*

40 horas
semanais

Requisitos Mínimos
Exigidos

Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível
superior
em
Engenharia Elétrica ou
Engenharia Mecânica ou
Engenharia de Materiais
ou
Engenharia
de
Produção ou Física ou
Engenharia Química ou
Química, fornecido por
instituição
de
ensino
superior credenciada pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível
superior
em
Enfermagem ou Farmácia
ou Medicina ou Biologia ou
Biomedicina ou Nutrição
ou Medicina Veterinária ou
Fisioterapia
ou
Odontologia, fornecido por
instituição
de
ensino
superior credenciada pelo
Ministério da Educação.
Diploma
devidamente
registrado, de conclusão
de curso de graduação de
nível superior em Qualquer
área
de
Formação,
fornecido por instituição de
ensino
superior
credenciada
pelo
Ministério da Educação.

*Correspondente ao vencimento básico e à gratificação de desempenho no valor de 80 pontos até que seja realizada a primeira Avaliação de Desempenho
nos termos da legislação.

III - DAS CONDIÇÕES PARA INVESTIDURA NO CARGO
3.1. Ter sido aprovado e classificado no concurso público.
3.2. Ter nacionalidade brasileira; no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto
de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, na
forma do disposto no art. 13 do Decreto nº 70.436, de 18/4/1972.
3.3. Gozar dos direitos políticos.
3.4. Estar quite com as obrigações eleitorais.
4

3.5. Estar quite com as obrigações do Serviço Militar, para os candidatos do sexo masculino.
3.6. Ter idade mínima de 18 (dezoito) anos na data da posse.
3.7. Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do Cargo.
3.8. Apresentar, na data da posse, os requisitos exigidos para o Cargo, conforme Tabela I.
3.9. Apresentar declaração de bens e valores que constituam patrimônio e, se casado(a), a do cônjuge,
com dados até a data da posse.
3.10. Providenciar, a suas expensas, os exames laboratoriais e complementares necessários à
realização do exame médico a que será submetido (a relação desses exames será disponibilizada no
endereço eletrônico da ANVISA (www.anvisa.gov.br) após divulgação do resultado final do concurso).
3.11. Apresentar, na forma da legislação vigente, declaração firmada de não ter sido, nos últimos cinco
anos:
a) responsável por atos julgados irregulares por decisão definitiva do Tribunal de Contas da União, do
Tribunal de Contas de Estado, do Distrito Federal ou de Município, ou ainda, por Conselho de Contas
de Município;
b) punido, em decisão da qual não caiba recurso administrativo, em processo disciplinar por ato lesivo
ao patrimônio público de qualquer esfera de governo;
c) condenado em processo criminal por prática de crimes contra a Administração Pública, capitulados
nos Títulos II e XI da Parte Especial do Código Penal Brasileiro, na Lei nº 7.492, de 16/6/1986, e na Lei
n º 8.429, de 2/6/1992 e os previstos na Lei nº 11.343 de 2006;
d) condenado em processo judicial que impossibilite o exercício imediato do cargo.
3.12. Apresentar os documentos que se fizerem necessários por ocasião da posse.
3.13. A falta de comprovação de qualquer um dos requisitos especificados neste item e daqueles que
vierem a ser estabelecidos, impedirá a posse do candidato.
3.14. Possuir, no ato da convocação, os REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS para o cargo, conforme
especificado na Tabela de Cargos, do Capítulo II, deste Edital.
3.15. Cumprir as determinações deste Edital.
IV - DOS CRITÉRIOS PARA INSCRIÇÃO
4.1. Antes de efetuar a inscrição, o candidato deverá conhecer o Edital em sua íntegra e certificar-se de
que preenche os requisitos exigidos.
4.1.1. No ato da inscrição, o candidato deverá fazer opção pelo local em que pretende realizar as
provas objetivas e discursivas, conforme disposto no item 2.4. deste Edital.
4.1.2. Efetivada a inscrição, não serão aceitos pedidos para alteração dos códigos do cargo e do local
onde irá realizar as Provas Objetivas, sob hipótese alguma. Portanto, antes de efetuar o pagamento da
taxa de inscrição, o candidato deve verificar atentamente o código da opção preenchido e local de
realização da prova.
4.1.3. No caso de mais de uma inscrição realizada, e constatada coincidência na data e horário de
realização das provas, o candidato deverá optar por uma das inscrições realizadas, sendo considerado
para todos os efeitos ausente nas demais.
5

4.1.4. Nos casos previstos no subitem 4.1.3., deverá o candidato, para realização das provas, respeitar
o local em que fora previamente alocado pelo Edital de Convocação, segundo sua opção de inscrição,
não sendo permitido realizá-las fora do local designado sob nenhuma hipótese.
4.1.5. No caso de mais de uma inscrição realizada, não haverá devolução da taxa de inscrição paga
nas demais opções.
4.2. Será admitida a inscrição exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico da Cetro
Concursos (www.cetroconcursos.org.br), solicitada no período entre 09 horas do dia 20 de março de
2013 e 16 horas e 59 minutos do dia 10 de abril de 2013, observado o horário oficial de Brasília/DF,
conforme especificado no Capítulo V.
4.3. Não serão aceitas inscrições recebidas por depósito em caixa eletrônico, via postal, fac-símile,
correio eletrônico, transferência ou depósito em conta corrente, DOC, ordem de pagamento,
condicionais ou extemporâneas ou fora do período estabelecido neste Capítulo ou por qualquer outra
via que não as especificadas neste Edital.
4.3.1. É vedada a transferência do valor pago a título de taxa para terceiros ou para outros concursos.
4.4. As informações prestadas na ficha de inscrição on-line são de inteira responsabilidade do
candidato, ainda que realizada com o auxílio de terceiros, cabendo à ANVISA e à Cetro Concursos o
direito de excluir do concurso público aquele que preenchê-la com dados incorretos, bem como aquele
que prestar informações inverídicas, ainda que o fato seja constatado posteriormente.
4.4.1. Os candidatos inscritos pela Internet NÃO deverão enviar cópia de documento de identidade,
sendo de responsabilidade exclusiva dos candidatos os dados cadastrais informados no ato da
inscrição, sob as penas da lei.
4.5. O deferimento da inscrição dependerá do correto preenchimento da ficha de inscrição pelo
candidato.
4.6. A apresentação dos documentos e das condições exigidas para participação no concurso público
será feita por ocasião da nomeação, sendo que a não apresentação implicará a anulação de todos os
atos praticados pelo candidato.
4.7. Não serão aceitas as solicitações de inscrição que não atenderem rigorosamente ao estabelecido
neste Edital.
4.8. Não será concedida ISENÇÃO total ou parcial de taxa de inscrição, à exceção de candidatos
amparados pelo Decreto nº 6.593, de 2/10/2008, que regulamenta o art. 11 da Lei nº 8.112, de 1990.
4.8.1. Os pedidos de isenção do pagamento do valor da taxa de inscrição serão recebidos
durante o período das inscrições, compreendido de 20 de março a 10 de abril de 2013, por meio
de solicitação realizada pela Internet, conforme estabelecido no Capítulo VI.
4.8.2. Não serão aceitos pedidos de isenção do pagamento do valor da taxa de inscrição que estejam
em desacordo com o procedimento ou prazo estabelecido no item 4.8 e no subitem 4.8.1.
4.9. As inscrições efetuadas somente serão consideradas efetivadas após a comprovação do
pagamento da taxa de inscrição, por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU ­ Simples).
4.10. O valor referente ao pagamento da taxa da inscrição não será devolvido em hipótese alguma,
salvo em caso de cancelamento do certame por conveniência da Administração.
4.11. A inscrição implicará a completa ciência e a tácita aceitação das normas e condições
estabelecidas neste Edital, sobre as quais não se poderá alegar desconhecimento.
6

4.12. O candidato que necessitar de condições especiais para realização das provas deverá
encaminhar, por SEDEX, no período de 20 de março a 10 de abril de 2013, solicitação com a sua
qualificação completa e detalhamento dos recursos necessários para a realização da prova,
identificando no envelope: nome, código e cargo, ao qual está concorrendo, e nome do Concurso
Público ­ ANVISA ­ 1/2013, aos cuidados do Departamento de Planejamento de Concursos Públicos
da Cetro Concursos, localizado à Avenida Paulista, 2.001, 13º andar ­ CEP 01311-300 ­ Cerqueira
César ­ São Paulo/SP.
4.13. O candidato que não o fizer durante o período de inscrição estabelecido no item 4.12., não terá a
prova e as condições especiais providenciadas, seja qual for o motivo alegado.
4.13.1. A solicitação entregue ou postada após a data de encerramento das inscrições, 10 de abril de
2013, será indeferida.
4.13.2. O atendimento às condições solicitadas ficará sujeito à análise de viabilidade e razoabilidade do
pedido.
4.13.3. Para efeito do prazo de recebimento da solicitação por SEDEX, estipulado no item 4.12., serão
considerados 5 (cinco) dias corridos após a data de término das inscrições.
4.14. A candidata que tiver a necessidade de amamentar durante a realização das provas deverá levar
um acompanhante, sendo esta indicação de sua inteira responsabilidade, cuja pessoa deverá possuir
maioridade legal e permanecer em sala reservada para essa finalidade, sendo responsável pela guarda
da criança.
4.14.1. Durante o período em que a candidata estiver amamentando, ela deverá permanecer no local
designado pela Coordenação para este fim e, ainda, na presença de um fiscal, respeitando todas as
demais normas estabelecidas neste Edital.
4.14.2. O acompanhante que ficará responsável pela criança também deverá permanecer no local
designado pela Coordenação, e se submeterá a todas as normas constantes deste Edital, inclusive no
tocante ao uso de equipamento eletrônico e celular.
4.14.3. O acompanhante que ficará responsável pela criança deverá apresentar a versão original de um
dos documentos previstos na alínea "b" do item 9.6., para ter acesso às dependências do local das
provas. O acompanhante que não apresentar um dos documentos previstos no item 9.6. não terá seu
acesso permitido ao local de prova.
4.14.4. A candidata nesta condição que não levar acompanhante não realizará a prova.
4.15. São de exclusiva responsabilidade do candidato, sob as penas da lei, as informações fornecidas
no ato da inscrição, que serão verificadas por ocasião da comprovação de requisitos e nomeação, se
aprovado, sendo que a não apresentação implicará a anulação de todos os atos praticados pelo
candidato.
V - DAS INSCRIÇÕES VIA INTERNET
5.1. Será admitida a inscrição exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico da Cetro
Concursos (www.cetroconcursos.org.br), solicitada no período entre 9 horas do dia 20 de março de
2013 e 16 horas e 59 minutos do dia 10 de abril de 2013, observado o horário oficial de Brasília/DF.
5.1.1. A inscrição implica o pagamento de taxa, conforme disposto na Tabela I deste Edital.
5.2. O candidato que desejar efetivar sua inscrição deverá efetuar o pagamento da taxa de inscrição por
meio da Guia de Recolhimento da União (GRU ­ Simples), com vencimento para o dia 22 de abril de
2013.
7

5.2.1. A Guia de Recolhimento da União (GRU ­ Simples) será gerada através do endereço eletrônico
da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br) e deverá ser impressa para o pagamento da taxa de
inscrição, após a conclusão do preenchimento da ficha de solicitação de inscrição on-line.
5.3. As inscrições efetuadas somente serão acatadas após a confirmação do pagamento da taxa de
inscrição, por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU ­ Simples).
5.4. A Guia de Recolhimento da União (GRU ­ Simples) deverá ser paga exclusivamente nas
agências do Banco do Brasil, podendo ser realizado através do auto-atendimento do BB, como a
Internet, terminais de auto-atendimento, Gerenciador Financeiro, auto-atendimento Setor Público, além
dos guichês de caixa das agências, somente até a data de seu vencimento.
5.5. A Cetro Concursos e a ANVISA não se responsabilizam por solicitação de inscrição via Internet
não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação,
congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores que impossibilitem a
transferência de dados.
5.6. O candidato deverá obrigatoriamente indicar, no ato da inscrição, o código do cargo, a UF do
Estado escolhido para realização das Provas Objetivas e Discursivas, bem como endereço
completo, inclusive com a indicação do CEP, e demais informações solicitadas na ficha de inscrição online.
5.6.1. Uma vez realizada a pré-inscrição não serão aceitas solicitações de alteração de cargo bem
como alteração do local de realização das provas. Portanto o candidato deve atentar-se ao
preenchimento do formulário de inscrição antes de confirmá-lo no site da Cetro Concursos.
5.7. A partir do dia 03 de maio de 2013, o candidato deverá conferir no endereço eletrônico da Cetro
Concursos (www.cetroconcursos.org.br) se os dados da inscrição, efetuada pela Internet, foram
recebidos e se o valor da inscrição foi pago. Em caso negativo, o candidato deverá entrar em contato
com o Serviço de Atendimento ao Candidato ­ SAC da Cetro Concursos, para verificar o ocorrido, por
meio do telefone (11) 3146-2777, no horário das 7h às 19h, exceto aos domingos e feriados.
5.8. Não serão aceitas as solicitações de inscrição que não atenderem rigorosamente ao estabelecido
neste Edital.
VI - SOLICITAÇÃO DE ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO
6.1. Os candidatos amparados pelo Decreto nº 6.593, de 2/10/2008, que regulamenta o art. 11 da Lei nº
8.112, de 1990, poderão realizar no período de 20 de março a 10 de abril de 2013, seu pedido de
isenção do pagamento do valor da taxa de inscrição.
6.1.1. O pedido de isenção a que se refere o item 6.1. será possibilitado ao candidato que:
a) estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal - CadÚnico, de que
trata o Decreto nº 6.135, de 26/6/2007; e
b) for membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135, de 2007.
6.1.2. Para a realização da inscrição com isenção do pagamento da taxa de inscrição, o candidato
deverá preencher a ficha de Inscrição pela Internet a ser realizada pelo endereço eletrônico da Cetro
Concursos (www.cetroconcursos.org.br), no qual indicará o seu Número de Identificação Social - NIS,
atribuído pelo CadÚnico e firmará declaração de que atende à condição estabelecida na alínea "b"
subitem 6.1.1.
6.1.3. As informações prestadas na ficha de inscrição com isenção do pagamento da taxa de inscrição
serão de inteira responsabilidade do candidato.
8

6.1.4. A Cetro Concursos consultará o órgão gestor do CadÚnico, a fim de verificar a veracidade das
informações prestadas pelo candidato.
6.1.4.1. A declaração falsa sujeitará o candidato às sanções previstas em lei, aplicando-se, ainda, o
disposto no parágrafo único do art. 10 do Decreto nº 83.936, de 6/9/1979.
6.2. Será considerada nula a isenção de pagamento de taxa de inscrição ao candidato que:
a) for indeferida ou considerada inverídica, pelo órgão gestor do CadÚnico;
b) omitir informações ou apresentar informações inverídicas;
c) fraudar ou falsificar documentação.
6.2.1. Para os casos mencionados nos itens "b" e "c" do item 6.2., o candidato terá sua situação
informada à autoridade policial competente para as providências cabíveis.
6.2.2. Não será concedida isenção de taxa de inscrição ao candidato que:
a) pleitear a isenção sem executar os procedimentos previstos no subitem 6.1.2.;
b) não observar o período e a forma de envio para a solicitação de isenção;
c) não preencher completamente os campos constantes da solicitação de isenção.
6.3. Não será aceita solicitação de isenção de taxa de inscrição via fax, via postal, via correio eletrônico
ou pessoalmente ou por procuração.
6.3.1. O envio da documentação de isenção, por qualquer via, é de responsabilidade exclusiva do
candidato.
6.3.2. A Cetro Concursos não se responsabiliza por qualquer tipo de extravio que impeça a chegada
ao seu destino.
6.4. Será desconsiderado o pedido de isenção do pagamento da taxa de inscrição de candidato que,
simultaneamente, tenha efetuado o pagamento da taxa de inscrição.
6.5. Não será permitido, após o período de solicitação de isenção de taxa de inscrição,
complementação das informações, bem como revisão ou recurso.
6.6. Ao término da apreciação dos requerimentos de isenção de taxa de inscrição e dos respectivos
documentos, a Cetro Concursos divulgará no endereço eletrônico (www.cetroconcursos.org.br), a
partir da data provável de 17 de abril de 2013, a listagem contendo o resultado da apreciação os
pedidos de isenção de taxa de inscrição.
6.6.1. O candidato, cujo pedido de isenção do pagamento do valor da taxa inscrição for deferido,
deverá realizar sua confirmação de inscrição entre os dias 18 e 19 de abril de 2013, no endereço
eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br) como única forma de garantir sua
participação no concurso público.
6.6.2. Ao acessar o endereço eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br), além de
confirmar a inscrição, o candidato obterá a informação do deferimento ao pedido de isenção do
pagamento do valor de inscrição. Neste caso não será gerada a Guia de Recolhimento da União (GRU
­ Simples), apenas o comprovante da sua inscrição.

9

6.6.3. Não haverá recurso contra o indeferimento de pedido de isenção do pagamento da taxa de
inscrição.
6.6.4. Caso queiram participar do concurso público, os candidatos que tiveram indeferido o pedido de
isenção do valor da taxa de inscrição deverão gerar a Guia de Recolhimento da União (GRU ­
Simples) com o valor integral da inscrição por meio do endereço eletrônico da Cetro Concursos
(www.cetroconcursos.org.br).
6.6.4.1. A Guia de Recolhimento da União (GRU ­ Simples) poderá ser impressa no período de 18 de
abril até às 15h do dia 22 de abril de 2013 e quitado até o dia 22 de abril de 2013, data limite para o
pagamento da inscrição.
6.6.4.2. O candidato que não efetivar sua inscrição por meio do pagamento da Guia de Recolhimento
da União (GRU ­ Simples) não participará do concurso público.
6.6.5. Será invalidada a solicitação de isenção do valor do pagamento da taxa de inscrição do candidato
que:
a) não confirmar a sua inscrição conforme o subitem 6.6.1.;
b) deixar de efetuar o pedido de isenção de pagamento do valor da taxa de inscrição pela Internet;
c) não preencher as condições para sua concessão, seja qual for o motivo alegado.
6.6.6. Será excluído do concurso público o candidato que não efetivar sua inscrição após a análise do
pedido de isenção do pagamento.
6.7. A Guia de Recolhimento da União (GRU ­ Simples) deverá ser paga exclusivamente nas
agências do Banco do Brasil, podendo ser realizado através do auto-atendimento do BB, como a
Internet, terminais de auto-atendimento, Gerenciador Financeiro, auto-atendimento Setor Público, além
dos guichês de caixa das agências, com vencimento para o dia 22 de abril de 2013.
6.8. O candidato que não tiver seu pedido de isenção de taxa de inscrição deferido e que não efetuar a
inscrição na forma estabelecida no subitem 6.6.4., não terá sua inscrição efetivada.
VII - DA INSCRIÇÃO DO CANDIDATO DEFICIENTE
7.1. Ao candidato Deficiente é assegurado o direito de se inscrever no concurso público, desde que as
atribuições do cargo sejam compatíveis com sua deficiência, conforme estabelecido no Decreto nº
3.298, de 20/12/1999.
7.2. Considera-se Pessoa com Deficiência aquele que se enquadra nas categorias discriminadas no art.
4º do Decreto nº 3.298, de 1999, na Súmula nº 377 do Superior Tribunal de Justiça - STJ e na Súmula
nº 45 da Advocacia-Geral da União - AGU.
7.3. Antes da publicação do resultado final do concurso público o candidato que se declarou Deficiente
deverá ser submetido à avaliação de Equipe Multiprofissional, na forma do art. 43 do Decreto nº 3.298,
de 1999, que confirmará de modo definitivo o enquadramento de sua situação como Pessoa com
Deficiência.
7.3.1. Os candidatos deverão comparecer à Perícia Médica, conforme edital de convocação a ser
publicado posteriormente, munidos de documento de identidade original e de laudo médico (original ou
cópia autenticada em cartório) que ateste a espécie e o grau ou nível de deficiência.
7.3.2. Para os efeitos do item 7.3., o candidato será convocado uma única vez. A perícia médica será
realizada em todas as capitais, caso haja candidatos aprovados nestas condições.
10

7.3.3. O não comparecimento à avaliação de que trata o item 7.3., implicará ser o candidato
considerado desistente do concurso.
7.3.4. A ANVISA, com base no parecer da Equipe Multiprofissional, decidirá, de forma terminativa,
sobre a qualificação do candidato com deficiência e sobre a compatibilidade da deficiência, com as
atribuições do cargo.
7.3.5. A análise dos aspectos relativos ao potencial de trabalho do candidato Deficiente obedecerá ao
disposto nos arts. 43 e 44 do Decreto nº 3.298, de 1999.
7.3.6. Caso o candidato não tenha sido qualificado pela Equipe Multiprofissional como deficiente, nos
termos do art. 4º do Decreto nº 3.298, de 1999, da Súmula nº 377 do STJ e da Súmula nº 45 da AGU,
ou não apresentar os documentos dispostos no subitem 7.3.1., este perderá o direito de concorrer às
vagas reservadas a candidatos em tal condição e passará a concorrer juntamente com os candidatos
de ampla concorrência, observada a ordem de classificação.
7.3.7. Caso o candidato tenha sido qualificado pela Equipe Multiprofissional como deficiente, mas a sua
deficiência seja considerada incompatível para o exercício das atribuições do cargo, este será
considerado INAPTO e, consequentemente, reprovado no concurso, para todos os efeitos.
7.3.8. A compatibilidade entre as atribuições do cargo e a deficiência apresentada pelo candidato,
referida no subitem 7.3.4., será avaliada, ainda, durante o estágio probatório, na forma estabelecida no
§2º do art. 43 do Decreto nº 3.298, de 1999.
7.3.9. O candidato com deficiência que durante o estágio probatório apresentar incompatibilidade da
deficiência com as atribuições do cargo será exonerado.
7.4. O candidato Deficiente participará do concurso público em igualdade de condições com os demais
candidatos no que se refere ao conteúdo das provas, avaliação e critérios de aprovação, ao horário e
local de aplicação das provas e à nota mínima exigida para todos os demais candidatos.
7.5. No ato da inscrição, o candidato Deficiente que necessite de tratamento diferenciado para a
realização das provas deverá requerê-lo, indicando as condições diferenciadas de que necessitará.
7.6. O candidato Deficiente que necessitar de tempo adicional para realização das provas deverá
requerê-lo, com justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua
deficiência.
7.7. O candidato inscrito como Pessoa com Deficiência deverá especificar na ficha de inscrição a
sua deficiência.
7.8. O candidato Deficiente deverá encaminhar o laudo médico durante o período das inscrições,
via SEDEX ou Aviso de Recebimento (AR), a Cetro Concursos, aos cuidados do Departamento de
Planejamento de Concursos, localizado à Avenida Paulista, 2.001, 13º andar ­ Cerqueira César ­
São Paulo/SP, CEP 01311-300, identificando o nome do concurso no envelope: ANVISA ­ 1/2013
­ LAUDO MÉDICO.
7.8.1. O laudo médico (original ou cópia autenticada em cartório), emitido nos últimos 12 (doze) meses,
atestando a espécie e o grau ou nível de deficiência, com expressa referência ao código
correspondente da Classificação Internacional de Doença (CID-10), bem como a provável causa da
deficiência, inclusive para assegurar previsão de adaptação da sua prova, informando também, o seu
nome, o número do documento de identidade (RG), o número do CPF e o Cargo, valerá somente para
este concurso público, não podendo ser devolvido ou dele ser fornecida cópia.
7.9. O candidato Deficiente visual, além do envio da documentação indicada no item 7.8. e subitem
7.8.1., deverá solicitar, por escrito, até o término das inscrições, a confecção de prova especial em
Braille ou Ampliada, ou ainda, a necessidade da leitura de sua prova, especificando o tipo e o grau da
deficiência.
11

7.9.1. O candidato Deficiente visual que necessitar de tempo adicional para a realização das provas,
além do envio da documentação indicada deste item, deverá encaminhar solicitação, por escrito, até o
término das inscrições, com justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de
sua deficiência.
7.10. O candidato Deficiente visual (amblíopes) que solicitarem prova especial ampliada receberão
provas neste sistema, com tamanho de letra correspondente a corpo 24.
7.10.1. O atendimento às condições solicitadas ficará sujeito à análise de viabilidade e razoabilidade do
pedido.
7.11. O candidato que não atender, dentro do prazo do período das inscrições, aos dispositivos
mencionados nos itens 7.8. e 7.9, não terá a condição especial atendida ou será considerado não
Deficiente, seja qual for o motivo alegado e perderá o direito de concorrer às vagas reservadas a
candidatos em tal condição e passará a concorrer juntamente com os candidatos de ampla
concorrência, observada a ordem de classificação.
7.12. Será eliminado da lista de Deficientes o candidato cuja deficiência, assinalada na ficha de
inscrição, não se constate, devendo este constar apenas na lista de classificação geral de aprovados.
7.13. Os candidatos deficientes se habilitados e classificados, além de figurarem na lista geral de
classificação, terão seus nomes publicados em separado.
7.14. As vagas reservadas a candidatos com deficiência não preenchidas reverterão aos demais
candidatos aprovados e classificados de ampla concorrência, observada a ordem classificatória.
7.15. O candidato Deficiente que não realizar a inscrição conforme as instruções constantes deste
Capítulo não poderá interpor recurso em favor de sua situação.
7.16. Após a nomeação do candidato, a deficiência não poderá ser arguida para justificar a concessão
de aposentadoria.
VIII - DAS PROVAS
8.1. Serão aplicadas provas objetivas e discursivas relativas às disciplinas cujos programas constam do
Anexo I, todas de caráter seletivo, eliminatório e classificatório, conforme discriminado a seguir:
Cargo

Tipo de Prova

Conteúdo

Nº de Itens

Língua Portuguesa

10

Raciocínio Lógico e Quantitativo

05

Direito Constitucional e Administrativo e Ética

10

Regulação e Administração Pública

05

Vigilância Sanitária e Saúde Pública

10

Conhecimentos Específicos

40

Regulação e Administração Pública; Vigilância
Sanitária e Saúde Pública

1

Objetiva
TÉCNICO EM REGULAÇÃO
E VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Discursiva

12

Cargo

Tipo de Prova

Conteúdo

Nº de Itens

Língua Portuguesa

10

Raciocínio Lógico e Quantitativo

05

Direito Constitucional e Administrativo e Ética

10

Regulação e Administração Pública

10

Vigilância Sanitária e Saúde Pública

05

Conhecimentos Específicos

40

Discursiva

Regulação e Administração Pública; Vigilância
Sanitária e Saúde Pública

1

Tipo de Prova

Conteúdo

Nº de Itens

Língua Portuguesa

10

Língua Estrangeira (Inglês)

10

Direito Constitucional e Administrativo

10

Políticas Públicas e Gestão Pública

10

Regulação

10

Vigilância Sanitária

10

Conhecimentos Específicos

60

Regulação e Vigilância Sanitária

1

Objetiva
TÉCNICO ADMINISTRATIVO

Cargo

ESPECIALISTA EM
REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA
SANITÁRIA

Objetiva

ANALISTA
ADMINISTRATIVO

Discursiva

8.2. As provas objetivas constarão de questões objetivas de múltipla escolha, com cinco alternativas
cada, terão uma única resposta correta, e versarão sobre os programas contidos no Anexo I e
buscarão avaliar o grau de conhecimento do candidato para o desempenho do cargo.
8.2.1. As Provas serão avaliadas conforme estabelecido nos Capítulos X e XI.
IX - DA PRESTAÇÃO DAS PROVAS
9.1. As Provas serão realizadas nas cidades de Aracaju/ SE, Belém/ PA, Belo Horizonte/ MG, Boa
Vista/ RR, Brasília/ DF, Campo Grande/ MS, Cuiabá/ MT, Curitiba/ PR, Florianópolis/ SC, Fortaleza/ CE,
Goiânia/ GO, João Pessoa/ PB, Macapá/ AP, Maceió/ AL, Manaus/ AM, Natal/ RN, Palmas/ TO, Porto
Alegre/ RS, Porto Velho/ RO, Recife/ PE, Rio Branco/ AC, Rio de Janeiro/ RJ, Salvador/ BA, São Luís/
MA, São Paulo/ SP, Teresina/ PI, Vitória/ ES, em locais a serem comunicados oportunamente por meio
de Edital de Convocação para as Provas, a ser publicado no Diário Oficial da União e divulgado por
meio da Internet no endereço eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br) e da
ANVISA (www.anvisa.gov.br), observado o horário oficial de Brasília/ DF.
9.1.1. Os cargos de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária e Analista Administrativo
têm aplicação prevista na data de 02 de junho de 2013, subdividida em dois períodos, matutino para a
realização da Prova Objetiva de Conhecimentos Básicos e Prova Discursiva, e vespertino para a
realização da Prova Objetiva de Conhecimentos Específicos.
13

9.1.2. Os cargos de Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária e Técnico Administrativo têm
aplicação prevista na data de 02 de junho de 2013, no período matutino, para a realização das Provas
Objetiva de Conhecimentos Básicos, Prova Objetiva de Conhecimentos Específicos e Prova Discursiva.
9.1.3. Caso o número de candidatos inscritos exceda à oferta de lugares nas cidades previstas no item
9.1., a Cetro Concursos reserva-se do direito de alocá-los em cidades próximas determinadas para
aplicação das provas, não assumindo, entretanto, qualquer responsabilidade quanto ao transporte e
alojamento desses candidatos.
9.2. Será de responsabilidade do candidato o acompanhamento e consulta para verificar o seu local de
prova.
9.2.1. Ao candidato só será permitida a participação nas provas, na respectiva data, horário e local a
serem divulgados de acordo com as informações constantes no item 9.1.
9.3. Não será permitida, em hipótese alguma, a realização das provas em outro dia, horário ou fora do
local designado.
9.4. Os eventuais erros de digitação de nome, número de documento de identidade, sexo, data de
nascimento etc. poderão ser corrigidos no dia das respectivas provas em formulário específico.
9.5. Caso haja inexatidão na informação de condição de Pessoa com Deficiência, o candidato deverá
entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Candidato - SAC da Cetro Concursos, pelo
telefone (11) 3146-2777, no horário das 7h às 19h (exceto domingos e feriados), com antecedência
mínima de 48 (quarenta e oito) horas da data de aplicação das Provas.
9.5.1. A alteração da condição de candidato com Deficiência somente será efetuada na hipótese de que
o dado expresso pelo candidato em sua ficha de inscrição tenha sido transcrito erroneamente nas listas
afixadas e disponibilizado no endereço eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br)
desde que o candidato tenha cumprido todas as normas e exigências constantes no Capítulo VII.
9.5.2. O candidato que não entrar em contato com o SAC, no prazo mencionado no item 9.5., será o
responsável pelas consequências ocasionadas pela sua omissão.
9.5.3. Não será admitida a troca de opção de local de realização das Provas, em hipótese alguma.
9.6. O candidato deverá comparecer ao local designado para a prova com antecedência mínima de 1
(uma) hora, munido de:
a) comprovante de pagamento da taxa de inscrição (Guia de Recolhimento da União ­ GRU Simples);
b) documento de identidade, sendo que serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial
de Identidade; carteira e/ou cédula de identidade expedida pelas Secretarias de Segurança Pública,
pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, pelo Ministério das Relações Exteriores; Carteira de
Trabalho e Previdência Social; Certificado de Reservista; Passaporte; Cédulas de Identidade fornecidas
por Órgãos ou Conselhos de Classe que, por lei federal, valem como documento de identidade (OAB,
CRC, CRA, CRQ etc.) ou Carteira Nacional de Habilitação (com fotografia na forma da Lei nº 9.503, de
1997);

c) caneta esferográfica de corpo transparente e com tinta preta.
9.6.1. Os documentos apresentados deverão estar em perfeitas condições, de forma a permitir a
identificação do candidato com clareza.
9.6.2. O comprovante de inscrição não terá validade como documento de identidade.
9.6.3. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realização das provas,
14

documento de identidade original, por motivo de perda, roubo ou furto, deverá ser apresentado
documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, 30 (trinta)
dias, ocasião em que será submetido à identificação especial, compreendendo coleta de assinaturas e
de impressão digital em formulário próprio.
9.6.3.1. A identificação especial também será exigida do candidato cujo documento de identificação
apresente dúvidas relativas à fisionomia ou à assinatura do portador.
9.6.4. Não serão aceitos como documentos de identidade: certidões de nascimento, CPF, títulos
eleitorais, carteiras de motorista (modelo sem foto), carteiras de estudante, carteiras funcionais sem
valor de identidade nem documentos ilegíveis, não identificáveis ou danificados.

9.6.5. Não serão aceitas cópias de documentos de identidade, ainda que autenticadas, nem protocolo
do documento.
9.7. Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado, para justificar o atraso ou a
ausência do candidato.
9.8. No dia da realização das provas, na hipótese de o candidato não constar das listagens oficiais
relativas aos locais de prova estabelecidos no Edital de Convocação, a Cetro Concursos procederá à
inclusão do referido candidato, por meio de preenchimento de formulário específico mediante a
apresentação do comprovante de inscrição.
9.8.1. A inclusão de que trata o item 9.8. será realizada de forma condicional e confirmada pela Cetro
Concursos na fase de julgamento das Provas Objetivas e Discursivas, com o intuito de se verificar a
pertinência da referida inclusão.
9.8.2. Constatada a improcedência da inscrição de que trata o item 9.8., esta será automaticamente
cancelada sem direito a reclamação, independentemente de qualquer formalidade, considerados nulos
todos os atos dela decorrentes.
9.8.3. No dia da realização das provas, não será permitido ao candidato:
a) entrar ou permanecer no local de exame portando arma(s), mesmo que possua o respectivo porte;
b) entrar ou permanecer no local de exame com aparelhos eletrônicos (agenda eletrônica, bip, máquina
fotográfica, máquinas calculadoras, gravador, notebook, pager, palmtop, receptor ou transmissor de
dados e mensagens, relógios digitais, relógios com banco de dados e calculadoras, telefone celular,
smartphones, tablets, ipod®, gravadores, pendrive, mp3 player, walkman, controle de alarme de
carro etc.) ou semelhantes, bem como óculos escuros, protetores auriculares, ou quaisquer acessórios
de chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc. Será permitido o uso de relógio analógico.
c) nenhuma espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos, nem a utilização de livros,
códigos, manuais, impressos ou quaisquer anotações.
9.8.4. Na ocorrência do funcionamento de qualquer tipo de equipamento eletrônico durante a realização
das Provas Objetivas e Discursivas, o candidato será automaticamente eliminado do concurso público.
9.8.5. No dia da realização das provas, a Cetro Concursos poderá submeter os candidatos à revista,
por meio de detector de metais.
9.8.5.1. Considerando a possibilidade de os candidatos serem submetidos à detecção de metais
durante as provas, aqueles que, por razões de saúde, porventura façam uso de marcapasso, pinos
cirúrgicos ou outros instrumentos metálicos, deverão comunicar previamente à Cetro Concursos acerca
da situação, de acordo com o item 4.12. deste Edital. Estes candidatos deverão ainda comparecer ao
local de provas munidos dos exames e laudos que comprovem o uso de equipamentos.
15

9.8.6. O descumprimento do subitem 9.8.3. implicará a eliminação do candidato, caracterizando-se
tentativa de fraude.
9.9. Quanto às Provas Objetivas:
9.9.1. Para a realização das Provas Objetivas, o candidato lerá as questões no caderno de questões e
marcará suas respostas na Folha de Respostas, com caneta esferográfica de tinta preta com corpo
transparente.
9.9.1.1. A Folha de Respostas da Prova Objetiva é o único documento válido para correção.
9.9.1.2. Não serão computadas questões não respondidas, nem questões que contenham mais de uma
resposta (mesmo que uma delas esteja correta), emendas ou rasuras, ainda que legíveis.
9.9.1.3. Não deverá ser feita nenhuma marca fora do campo reservado às respostas ou assinatura, pois
qualquer marca poderá ser lida pelas leitoras óticas, prejudicando o desempenho do candidato.
9.10. Quanto à Prova Discursiva:
9.10.1. A Prova Discursiva será realizada no mesmo dia da Prova Objetiva.
9.10.2. Para a realização da Prova Discursiva, o candidato receberá caderno específico, no qual
redigirá com caneta de tinta preta.
9.10.2.1. A Prova Discursiva deverá ser escrita à mão, em letra legível, não sendo permitida a
interferência ou a participação de outras pessoas, salvo em caso de candidato que tenha solicitado
condição especial para esse fim. Nesse caso, o candidato será acompanhado por um fiscal da Cetro
Concursos, devidamente treinado, ao qual deverá ditar integralmente o texto, especificando oralmente
a grafia das palavras e os sinais gráficos de acentuação e pontuação.
9.10.3. O candidato redigirá um texto dissertativo-argumentativo que deverá versar sobre: um tema
relacionado à Regulação e Vigilância Sanitária para o cargos de Especialista em Regulação e Vigilância
Sanitária e Analista Administrativo; um tema sobre Regulação e Administração Pública e Vigilância
Sanitária e Saúde Pública.
9.10.4. A Prova Discursiva não poderá ser assinada, rubricada ou conter, em outro local que não seja o
cabeçalho da Folha de Texto Definitivo, qualquer palavra ou marca que a identifique, sob pena de ser
anulada. Assim, a detecção de qualquer marca identificadora no espaço destinado à transcrição do
texto definitivo acarretará a anulação da Prova Discursiva implicando a eliminação do candidato.
9.10.5. O texto definitivo será o único documento válido para a avaliação da Prova Discursiva. As folhas
para rascunho são de preenchimento facultativo e não valem para finalidade de avaliação.
9.10.6. Para os cargos de nível superior, a Prova Objetiva de Conhecimentos Básicos e a Prova
Discursiva terão tempo total para sua realização de 5 (cinco) horas, no período matutino, incluído o
tempo para preenchimento das respectivas Folhas de Respostas. A Prova Objetiva de Conhecimentos
Específicos terá tempo total para sua realização de 4 (quatro) horas, no período vespertino, incluído
o tempo para preenchimento da respectiva Folha de Respostas.
9.10.6.1. Para os cargos de nível médio, a Prova Objetiva e a Prova Discursiva terão tempo total para
sua realização de 5 (cinco) horas, no período matutino, incluído o tempo para preenchimento das
respectivas Folhas de Respostas.
9.11. Iniciadas as Provas, nenhum candidato poderá retirar-se da sala antes de decorridas 3 (três)
horas do seu início.
9.12. O candidato somente poderá levar o Caderno de Questões nos últimos 60 (sessenta) minutos
16

que antecedem o término do horário estabelecido para o fim das Provas Objetiva e Discursiva, desde
que permaneça em sala até esse momento.
9.13. As Folhas de Respostas dos candidatos serão personalizadas, impossibilitando a substituição.
9.14. Ao terminar a prova, o candidato entregará ao fiscal as Folhas de Respostas das Provas Objetiva
e Discursiva.
9.15. Será automaticamente excluído do concurso público o candidato que:
a) se apresentar após o fechamento dos portões ou fora dos locais pré-determinados;
b) não apresentar o documento de identidade exigido no item 9.6., alínea "b";
c) não comparecer à prova, seja qual for o motivo alegado;
d) se ausentar da sala de provas sem o acompanhamento do fiscal ou antes do tempo mínimo de
permanência estabelecido no subitem 9.11;
e) for surpreendido em comunicação com outro candidato ou terceiros, verbalmente, por escrito ou por
qualquer outro meio de comunicação, sobre a prova que estiver sendo realizada, ou utilizando-se de
livros, códigos, notas, manuais, impressos ou quaisquer anotações;
f) for surpreendido portando arma(s), mesmo que possua o respectivo porte, aparelhos eletrônicos
(agenda eletrônica, bip, máquina fotográfica, máquinas calculadoras, gravador, notebook, pager,
palmtop, receptor ou transmissor de dados e mensagens, relógios digitais, relógios com banco de
dados e calculadoras, telefone celular, smartphones, tablets, ipod®, gravadores, pendrive, mp3
player, walkman, controle de alarme de carro etc.) ou semelhantes, bem como óculos escuros,
protetores auriculares, ou quaisquer acessórios de chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc;
g) lançar mão de meios ilícitos para executar as provas;
h) não devolver as Folhas de Respostas cedidas para realização das provas;
i) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos ou agir com descortesia em relação a qualquer
dos examinadores, executores e seus auxiliares, ou autoridades presentes;
j) fizer anotação de informações relativas às suas respostas fora dos meios permitidos;
k) ausentar-se da sala de provas, a qualquer tempo, portando as Folhas de Respostas;
l) não cumprir as instruções contidas no caderno de questões de provas e nas Folhas de Respostas;
m) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos ou ilegais para obter aprovação própria ou de terceiros,
em qualquer etapa do concurso público.
9.16. A Cetro Concursos, objetivando garantir a lisura e a idoneidade do Concurso Público, solicitará
aos referidos candidatos, quando da aplicação das provas, que registrem na Folha de Respostas
personalizada da Prova Objetiva a sua assinatura em campo específico por 3 (três) vezes.
9.17. Se, a qualquer tempo, for constatado, por meio eletrônico, probabilístico, estatístico, visual,
grafológico ou por investigação policial, ter-se o candidato utilizado de processo ilícito para obter
aprovação própria ou de terceiros, suas provas serão anuladas e o candidato será, automaticamente,
eliminado do concurso.
9.18. Não haverá, por qualquer motivo, prorrogação do tempo previsto para a aplicação das provas em
razão de afastamento do candidato da sala de provas.
17

9.19. A Cetro Concursos não se responsabilizará por perdas ou extravios de objetos ou de
equipamentos eletrônicos ocorridos durante a realização das provas, nem por danos neles causados.
9.20. O candidato, ao terminar sua prova, deverá retirar-se imediatamente do local, não podendo
permanecer nas dependências dele, tampouco utilizar os banheiros.
9.21. Sob hipótese alguma será concedida prorrogação do tempo previsto para a aplicação das provas
para o candidato que se afastar da sala de provas, ainda que acompanhado pelo fiscal.
9.22. A condição de saúde do candidato no dia da aplicação da prova será de sua exclusiva
responsabilidade.
9.22.1. Ocorrendo alguma situação de emergência, o candidato será encaminhado para atendimento
médico local ou ao médico de sua confiança. A equipe de Coordenadores responsáveis pela aplicação
das provas dará todo apoio que for necessário.
9.22.2. Caso exista a necessidade de o candidato se ausentar para atendimento médico ou hospitalar,
este não poderá retornar ao local de sua prova.
9.23. No dia da realização das provas, não serão fornecidas, por qualquer membro da equipe de
aplicação ou pelas autoridades presentes, informações referentes ao conteúdo ou critérios de avaliação
e de classificação.
X - DO JULGAMENTO DA PROVA OBJETIVA
10.1. Para os cargos de Técnico Administrativo, a Prova Objetiva de caráter eliminatório e
classificatório, será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, conforme critérios estabelecidos
na tabela abaixo:
PROVA

DISCIPLINA
LINGUA PORTUGUESA

CONHECIMENTOS BÁSICOS

RACIOCÍNIO LÓGICO E
QUANTITATIVO
DIREITO CONSTITUCIONAL E
ADMINISTRATIVO E ÉTICA
REGULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA
VIGILÂNCIA SANTÁRIA E SAÚDE
PÚBLICA
TOTAL

QUESTÕES

PESO

PONTUAÇÃO
TOTAL

PONTUAÇÃO
MÍNIMA

10

1

10

3

5

1

5

1

10

1

10

3

10

1

10

3

5

1

5

1

40

1

40

11

40

1,5

-

-

40

1,5

60

18

80

-

100

29

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
TOTAL
TOTAL DA PROVA OBJETIVA

10.2. Para os cargos de Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária, a Prova Objetiva de caráter
eliminatório e classificatório, será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, conforme critérios
estabelecidos na tabela abaixo:
PROVA

DISCIPLINA
LINGUA PORTUGUESA

CONHECIMENTOS BÁSICOS

RACIOCÍNIO LÓGICO E
QUANTITATIVO
DIREITO CONSTITUCIONAL E
ADMINISTRATIVO E ÉTICA
REGULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA
VIGILÂNCIA SANTÁRIA E SAÚDE
PÚBLICA

QUESTÕES

PESO

PONTUAÇÃO
TOTAL

PONTUAÇÃO
MÍNIMA

10

1

10

3

5

1

5

1

10

1

10

3

5

1

5

1

10

1

10

3
18

TOTAL

40

-

40

11

40

1,5

-

-

40

1,5

60

24

80

-

100

35

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
TOTAL
TOTAL DA PROVA OBJETIVA

10.3. Para os cargos de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária e Analista
Administrativo, a Prova Objetiva de caráter eliminatório e classificatório, será avaliada na escala de 0
(zero) a 200 (duzentos) pontos, conforme critérios estabelecidos na tabela abaixo:
QUESTÕES

PESO

PONTUAÇÃO
TOTAL

PONTUAÇÃO
MÍNIMA

PORTUGUES

10

1,5

15

4,5

INGLES

10

1,5

15

4,5

10

1

10

3

10

1

10

3

REGULAÇÃO

10

1,5

15

4,5

VIGILÂNCIA SANTÁRIA

10

1,5

15

4,5

TOTAL

60

-

80

32

60

-

-

-

60

2

120

48

120

-

200

80

PROVA

DISCIPLINA

CONHECIMENTOS BÁSICOS

DIREITO CONSTITUCIONAL E
ADMINISTRATIVO
POLÍTICAS PÚBLICAS e GESTÃO
PÚBLICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
TOTAL
TOTAL DA PROVA OBJETIVA

10.4. O candidato que não atingir a pontuação mínima estabelecida aos respectivos cargos conforme
disposto nas tabelas dos itens 10.1., 10.2., e 10.3. deste Edital não será habilitado na Prova Objetiva.
10.5. O candidato não habilitado na Prova Objetiva será eliminado do concurso público.
XI - DA AVALIAÇÃO E JULGAMENTO DA PROVA DISCURSIVA
11.1. A Prova Discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, tem o objetivo de avaliar o uso
adequado da norma-padrão da Língua Portuguesa, a coesão e a coerência e o domínio técnico do
assunto abordado.
11.2. Respeitados os empates na última colocação, serão corrigidas as provas discursivas dos
candidatos aprovados nas provas objetivas e classificados dentro do limite de 3 (três) vezes o número
de vagas para os cargos com mais de 15 vagas. O limite será de 5 (cinco) vezes o número de vagas
para os cargos com menos de 15 vagas.
11.2.1. Serão avaliadas somente as Provas Discursivas dos candidatos que obtiverem as melhores
pontuações no quantitativo disposto no item 11.2.
11.2.2. No caso de ocorrência de empate na última posição, serão avaliadas as Provas Discursivas de
todos os candidatos inclusos nesta situação.
11.3. Para os cargos de Técnico Administrativo e Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária, a
Prova Discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, será avaliada na escala de 0 (zero) a 40
(quarenta) pontos, conforme critérios estabelecidos na tabela abaixo:
PROVA

DISCIPLINA

QUESTÕES

PESO

PONTUAÇÃO
TOTAL

PONTUAÇÃO
MÍNIMA

DISCURSIVA

TEMA RELACIONADO AOS
CONTEÚDOS DE "REGULAÇÃO E
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E
VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SAÚDE
PÚBLICA"

1

1

40

16

19

11.4. Para os cargos de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária e Analista
Administrativo, a Prova Discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, será avaliada na escala de
0 (zero) a 80 (oitenta) pontos, conforme critérios estabelecidos na tabela abaixo:
PROVA

DISCIPLINA

QUESTÕES

PESO

PONTUAÇÃO
TOTAL

PONTUAÇÃO
MÍNIMA

DISCURSIVA

TEMA RELACIONADO AOS
CONTEÚDOS DE "REGULAÇÃO E
VIGILÂNCIA SANITÁRIA"

1

1

80

32

11.5. O candidato que não atingir a pontuação mínima estabelecida aos respectivos cargos, conforme
disposto nas tabelas dos itens 11.3. e 11.4. deste Edital não será habilitado na Prova Discursiva e será
excluído do concurso público.
11.5.1. Os critérios de avaliação/ pontuação das Provas Discursivas está disposto no Anexo II deste
Edital.
11.6. Durante a realização da Prova Discursiva, não será permitida nenhuma espécie de consulta ou
comunicação entre os candidatos, nem a utilização de livros, códigos, manuais, impressos ou quaisquer
anotações.
11.7. Será atribuída nota 0 (zero) à Prova Discursiva nos seguintes casos:
a) fugir à proposta apresentada;
b) apresentar textos sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos, números e palavras
soltas ou forma em verso);
c) for assinada fora do local apropriado;
d) apresentar qualquer sinal que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato;
e) for escrita a lápis, em parte ou na sua totalidade;
f) estiver em branco;
g) apresentar letra ilegível;
11.7.1. O candidato que não respeitar o limite mínimo de 20 (vinte) e máximo de 30 (trinta) linhas será
penalizado em sua pontuação.
11.8. As Folhas para Rascunho no caderno de provas é de preenchimento facultativo. Em hipótese
alguma, o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção da Prova Discursiva pela
Banca Examinadora.
XII ­ DA PROVA DE TÍTULOS
12.1. Concorrerão à Avaliação de Títulos somente os candidatos inscritos para os cargos de
Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária e Analista Administrativo, aprovados nas Provas
Objetivas e Discursivas, conforme estabelecido nos Capítulos X e XI deste Edital.
12.2. Após a divulgação do Resultado Final das Provas Objetivas e Discursivas, os candidatos
habilitados e aprovados serão convocados a encaminharem seus documentos de títulos.
12.3. Os documentos relativos aos Títulos deverão ser postados no período de 17 de julho a 22 de julho
de 2013, via Sedex ou Aviso de Recebimento (AR), à Cetro Concursos, aos cuidados do
Departamento de Planejamento de Concursos/REF. Agência Nacional de Vigilância Sanitária ­
ANVISA ­ Edital Nº 01/2013, localizado à Av. Paulista, 2001, 13º andar ­ CEP 01311-300 ­ Cerqueira
César ­ São Paulo ­ Capital.
20

12.3.1. Documentos postados após o período mencionado no item 12.3. serão sumariamente
indeferidos.
12.4. A entrega dos documentos relativos à Prova de Títulos não é obrigatória. O candidato que não
encaminhar o Título não será eliminado do Concurso Público.
12.5. Os documentos de Títulos deverão ser acondicionados em:
ENVELOPE LACRADO, contendo na sua parte externa o nome do candidato, número de inscrição, o
código da opção para o qual está concorrendo e o número do documento de identidade, devendo os
referidos documentos ser apresentados em cópias reprográficas autenticadas. O candidato deverá
numerar sequencialmente e rubricar cada documento apresentado, PREENCHENDO A RELAÇÃO DE
RESUMO E CONFORMIDADE, DE ACORDO COM O MODELO DISPONÍVEL NO ANEXO III DESTE
EDITAL.
12.6. Os documentos de Títulos que forem representados por diplomas ou certificados/ certidões de
conclusão de curso deverão estar devidamente registrados, bem como deverão ser expedidos por
Instituição Oficial ou reconhecida, em papel timbrado, contendo carimbo e identificação da instituição e
do responsável pela expedição do documento.
12.6.1. Somente serão aceitos declarações ou atestados de conclusão dos documentos solicitados
como títulos, em papel timbrado, com carimbo da Instituição e do responsável pela expedição do
documento, desde que acompanhados do respectivo histórico escolar.
12.6.2. Os certificados expedidos em língua estrangeira deverão vir acompanhados pela
correspondente tradução para a Língua Portuguesa, efetuada por tradutor juramentado ou pela
revalidação dada pelo órgão competente.
12.6.3. Diplomas e certificados expedidos no exterior somente serão considerados quando revalidados
por instituição de ensino superior no Brasil.
12.6.4. Não serão aceitos comprovantes de conclusão parcial de cursos.
12.6.5. A Cetro Concursos recomenda aos candidatos que não encaminhem documentos originais
para Avaliação de Títulos. Serão avaliadas as cópias reprográficas, devidamente autenticadas.
12.7. É de exclusiva responsabilidade do candidato a apresentação e comprovação dos documentos de
Títulos.
12.8. Não serão aceitas entregas ou substituições posteriores ao período determinado, bem como
Títulos que não constem nas tabelas apresentadas neste Capítulo.
12.9. A soma total da pontuação da documentação de Títulos se limitará ao valor máximo de 20 (vinte)
pontos, ainda que o candidato obtenha a soma de todas as pontuações máximas por título, conforme
estabelecido na tabela do item 12.13.
12.10. A prova de títulos terá caráter classificatório.
12.11. A escolaridade exigida como requisito para inscrição no concurso não será considerada como
Título, não havendo necessidade de ser entregue junto com os documentos de Títulos.
12.12. Todos os documentos apresentados, cuja devolução não for solicitada no prazo de 120 (cento e
vinte) dias, contados a partir da Homologação do Resultado Final do Concurso Público, poderão ser
incinerados pela Cetro Concursos.
12.13. Serão considerados Títulos somente os constantes na tabela a seguir:
TABELA DE TÍTULOS
21

COMPROVANTES

VALOR
UNITÁRIO

VALOR MÁXIMO

Doutorado Completo na área
do cargo pretendido

Título de Doutor, concluído até a data da apresentação do Título
por meio de Diploma, devidamente registrado de conclusão do
Doutorado ou Certificado/Declaração acompanhado de Histórico
Escolar do Curso, reconhecido pelo MEC.

10 pontos

10 pontos

Mestrado Completo na área do
cargo pretendido

Título de Mestre, concluído até a data da apresentação do Título
por meio de Diploma, devidamente registrado de conclusão do
Mestrado ou Certificado/Declaração acompanhado de Histórico
Escolar do Curso, reconhecido pelo MEC.

05 pontos

05 pontos

Especialização na área/cargo a
que concorre.

Lato Sensu, concluído até a data da apresentação do Título por
meio de Certificado de conclusão de curso de pós graduação Lato
Sensu ou Declaração acompanhada de Histórico Escolar do
Curso, com carga horária mínima de 360 horas, nos termos da
Resolução CNE/CES 1/2007.

2,5 pontos

05 pontos

Experiência Profissional

Comprovação de experiência profissional no nível de
escolaridade pretendido, através da cópia autenticada da CTPS
acompanhada de declaração do empregador em papel timbrado,
original ou cópia autenticada.

01 ponto
(por ano
completo)

05 pontos

TÍTULO

PONTUAÇÃO MÁXIMA

20 PONTOS

XIII ­ DO CURSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
13.1. O Curso de Formação Profissional, destinado aos candidatos aprovados no Concurso Público
para os cargos de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária e Analista Administrativo, tem
por objetivo complementar, ampliar e desenvolver o nível de conhecimento téorico-prático necessário
ao futuro desempenho das atribuições relacionadas ao cargo.
13.2. O Curso de Formação Profissional será regido por normas a serem publicadas por meio de Edital
específico no Diário Oficial da União, em data a ser divulgada.
13.2.1. Constarão desta publicação informações referentes à estrutura curricular (disciplinas e carga
horária), regime disciplinar, critérios de frequência e assiduidade, critérios de avaliação, critérios de
classificação, entre outras.
13.2.2. Os alunos do Curso de Formação Profissional serão avaliados durante o período do curso por
meio de provas, podendo os mesmos serem eliminados a qualquer momento caso não obtenham os
índices mínimos de pontuação nas provas ou não venham a ter frequência estabelecida em edital
específico.
13.3. O Curso de Formação Profissional, de caráter eliminatório e classificatório, será realizado na
cidade de Brasília/ DF em local e data a ser divulgado posteriormente, em regime de tempo integral,
com atividades que poderão ocorrer nos turnos diurno e noturno, inclusive aos sábados, domingos e
feriados.
13.4. Serão convocados para participar do Curso de Formação Profissional os candidatos aprovados e
classificados na 1ª fase do Concurso Público, dentro do número de vagas oferecidas no Concurso
Público.
13.4.1. A convocação dos candidatos, contendo as informações e a documentação necessária para a
matrícula no Curso de Formação Profissional, será publicada por meio de Edital específico no Diário
Oficial da União em data a ser definida.
XIV - DA CLASSIFICAÇÃO FINAL DOS CANDIDATOS
14.1. Para os cargos de Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária e Técnico Administrativo a
classificação final no concurso público será decorrente do somatório dos pontos obtidos pelo candidato
nas Provas Objetivas e Discursiva (fase única). Para os cargos de Especialista em Regulação e
Vigilância Sanitária e Analista Administrativo a classificação final no concurso público será
22

decorrente do somatório dos pontos obtidos pelo candidato nas Provas Objetivas, Discursivas, e
Avaliação de Títulos (primeira fase) incluído o desempenho e classificação no Curso de Formação
Profissional (segunda fase).
14.2. Os candidatos serão classificados por ordem decrescente da nota final, em lista de classificação.
14.3. Serão elaboradas duas listas de classificação: uma geral, com a relação de todos os candidatos,
inclusive os candidatos Deficientes, e uma especial, com a relação apenas dos candidatos Deficientes.
14.4. O Resultado Provisório do concurso público será divulgado na Internet no endereço eletrônico da
Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br) e caberá recurso nos termos do Capítulo XV.
14.5. A lista de Classificação Final, após avaliação dos eventuais recursos interpostos, será publicada
no Diário Oficial da União e divulgada na Internet no endereço eletrônico da Cetro Concursos
(www.cetroconcursos.org.br)
14.6. No caso de igualdade na classificação final, dar-se-á preferência sucessivamente ao candidato
que:
14.6.1. Para os candidatos aos cargos de Nível Superior (Especialista e Analista):
a) tiver idade igual ou superior a sessenta anos, até o último dia de inscrição neste concurso, conforme
art. 27, parágrafo único, da Lei nº 10.741 de 1º/10/2003 (Estatuto do Idoso);
b) obtiver maior número de pontos na disciplina de Conhecimentos Específicos;
c) obtiver maior número de pontos na Prova Discursiva;
d) obtiver maior número de pontos na disciplina de Conhecimentos Básicos;
e) obtiver maior número de pontos na disciplina de Língua Portuguesa;
f) obtiver maior número de pontos na disciplina de Vigilância Sanitária;
g) obtiver maior número de pontos na disciplina de Regulação;
h) Persistindo o empate, terá preferência o candidato mais idoso.
14.6.2. Para os candidatos aos cargos de Nível Médio (Técnico Administrativo e Analista em
Regulação):
a) tiver idade igual ou superior a sessenta anos, até o último dia de inscrição neste concurso, conforme
art. 27, parágrafo único, da Lei nº 10.741 de 1º/10/2003 (Estatuto do Idoso);
b) obtiver maior número de pontos na disciplina de Conhecimentos Específicos;
c) obtiver maior número de pontos na Prova Discursiva;
d) obtiver maior número de pontos na disciplina de Conhecimentos Básicos;
e) obtiver maior número de pontos na disciplina de Língua Portuguesa;
f) obtiver maior número de pontos na disciplina de Vigilância Sanitária e Saúde Pública;
g) obtiver maior número de pontos na disciplina de Regulação e Administração Pública;
h) Persistindo o empate, terá preferência o candidato mais idoso.
23

14.7. Os candidatos não classificados no número máximo de aprovados, conforme o disposto no Anexo
II, do Decreto nº 6.944, de 2009, ainda que tenham atingido a pontuação mínima estabelecida nos
Capítulos X e XI, estarão automaticamente eliminados do Concurso Público.
14.8. Nenhum dos candidatos empatados na última classificação de aprovados, conforme o disposto no
art. 16, parágrafo 3º, do Decreto nº 6.944, de 2009, serão considerados reprovados.
XV - DOS RECURSOS
15.1. Será admitido recurso quanto à divulgação do gabarito das Provas Objetivas, divulgação do
resultado provisório das Provas Objetivas, divulgação do resultado provisório das provas discursivas,
divulgação do resultado provisório da avaliação de títulos (quando for o caso) e divulgação do resultado
da Perícia Médica.
15.2. Para recorrer, o candidato deverá utilizar o endereço eletrônico da Cetro Concursos
(www.cetroconcursos.org.br) e seguir as instruções ali contidas. Os recursos poderão ser interpostos no
prazo máximo de 3 (três) dias, contados a partir da divulgação do gabarito oficial do concurso público e
da divulgação da lista de resultado contendo a nota das Provas.
15.2.1. O caderno das provas objetivas e o gabarito preliminar serão disponibilizados no site da Cetro
Concursos (www.cetroconcursos.org.br), em data a ser informada no dia da aplicação das provas.
15.2.2. O espelho das provas discursivas, bem como a prova discursiva de cada candidato serão
disponibilizados no site da Cetro Concursos, em área restrita, para que os candidatos possam formular
e interpor recurso contra o resultado provisório desta etapa.
15.3. Os recursos interpostos que não se refiram especificamente aos eventos aprazados não serão
apreciados.
15.4. Admitir-se-á um único recurso por candidato, para cada evento referido no item 15.1.
15.5. A interposição dos recursos não obsta o regular andamento do cronograma do concurso público.
15.6. Não serão aceitos recursos interpostos por correspondência (SEDEX, AR, telegrama etc.), facsímile, telex ou outro meio que não seja o estabelecido no item 15.2.
15.7. O ponto relativo a uma questão eventualmente anulada será atribuído a todos os candidatos.
15.7.1. Caso haja procedência de recurso interposto dentro das especificações, poderá eventualmente
alterar a classificação inicial obtida pelo candidato para uma classificação superior ou inferior ou ainda
poderá ocorrer desclassificação do candidato que não obtiver nota mínima exigida para aprovação.
15.7.2. Depois de julgados todos os recursos apresentados, será publicado o resultado final do
concurso público, com as alterações ocorridas em face do disposto no subitem 15.7.1.
15.7.3. As decisões dos recursos serão dadas a conhecer coletivamente aos pedidos deferidos e
indeferidos.
15.8. Não serão apreciados os Recursos que forem apresentados:
a) em desacordo com as especificações contidas neste Capítulo;
b) fora do prazo estabelecido;
c) sem fundamentação lógica e consistente; e
24

d) com argumentação idêntica a outros recursos.
15.9. Em hipótese alguma será aceito revisão de recurso, recurso do recurso ou recurso de gabarito
final definitivo.
15.10. A Banca Examinadora constitui última instância para recurso, sendo soberana em suas decisões,
razão pela qual não caberão recursos adicionais.
XVI - DA NOMEAÇÃO E DA LOTAÇÃO
16.1. Os candidatos aprovados serão nomeados obedecendo à rigorosa ordem classificatória,
observada a necessidade e conveniência da ANVISA.
16.1.1. Os candidatos aprovados e classificados dentro do número de vagas, após nomeados, serão
lotados na ANVISA, em Brasília/DF.
16.2. O candidato nomeado deverá permanecer, no mínimo, por três anos em efetivo exercício do cargo
na localidade para a qual foi concorrida a vaga, não sendo aceito pedido de remoção, salvo por
imposição legal ou interesse da ANVISA.
16.3. A classificação obtida pelo candidato aprovado no concurso público, não gera para si o direito de
escolher a unidade organizacional de seu exercício, ficando esta condicionada ao interesse e
conveniência da ANVISA.
16.4. Os candidatos aprovados, conforme disponibilidade de vagas, terão sua nomeação publicada no
Diário Oficial da União.
16.5. Além das disposições constantes no Capítulo III deste Edital, o candidato deve atender às
seguintes condições, quando de sua nomeação:
a) providenciar, a suas expensas, os exames laboratoriais e complementares necessários (a relação
dos exames será fornecida pela ANVISA) e apresentar atestado médico de sanidade física e mental
emitido pelo Sistema Único de Saúde;
b) atender ao disposto no artigo 5º da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que trata dos requisitos
básicos para investidura em cargo público.
16.6. Será vedada a posse de ex-servidor público demitido ou destituído de cargo, nas situações
previstas na Lei 8.112/90 ou legislação correlata.
16.7. O candidato deverá apresentar no ato da posse documentos requeridos pela ANVISA, a serem
posteriormente informados.
16.8. O candidato nomeado que não se apresentar no local pela ANVISA e nos prazos estabelecidos
será considerado desistente, implicando sua eliminação definitiva e convocação do candidato
imediatamente classificado.
16.9. O servidor nomeado mediante Concurso Público fará jus aos benefícios estabelecidos na
legislação vigente.
16.10. O candidato aprovado, ao ser empossado, ficará sujeito ao Regime Jurídico dos Servidores
Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais e às normas internas da
ANVISA e demais legislações relacionadas ao cargo
XVII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
17.1. Todas as convocações, avisos e resultados referentes exclusivamente às etapas do concurso
público, serão publicados no Diário Oficial da União e divulgados na Internet no endereço eletrônico da
25

Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br).
17.2. Serão publicados no Diário Oficial da União apenas os resultados dos candidatos que lograrem
classificação no concurso.
17.3. A inexatidão das afirmativas ou irregularidades dos documentos apresentados, mesmo que
verificadas a qualquer tempo, em especial na ocasião da nomeação, acarretarão a nulidade da
inscrição e desqualificação do candidato, com todas as suas decorrências, sem prejuízo de medidas de
ordem administrativa, civil e criminal.
17.4. Caberá à ANVISA a homologação do resultado final do concurso público, respeitado o disposto no
art. 42 do Decreto nº 3.298, de 1999, mediante publicação no Diário Oficial da União, obedecida a
rigorosa ordem de classificação, na forma estabelecida no subitem 14.2., não se admitindo recurso
desse resultado.
17.5. Os itens deste Edital poderão sofrer eventuais alterações, atualizações ou acréscimos enquanto
não consumada a providência ou evento que lhe disser respeito, até a data da convocação dos
candidatos para a prova correspondente, circunstância que será mencionada em Edital ou aviso a ser
publicado no Diário Oficial da União.
17.6. O candidato deverá manter atualizado o seu endereço junto a Cetro Concursos, situado à Av.
Paulista, 2001 ­ 13º andar ­ São Paulo/SP, CEP: 01311-300, até a data de publicação da homologação
dos resultados e, após esta data, junto à Gerência-Geral de Gestão de Recursos Humanos, situada
no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) - Trecho 5, Área Especial 57, Brasília/ DF ­ CEP: 71205050, por meio de correspondência com Aviso de Recebimento (AR).
17.7. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar a publicação de todos os atos, editais e
comunicados referentes a este concurso público, os quais serão divulgados na Internet no endereço
eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br), devendo, ainda, manter seu endereço e
telefone atualizados, até que se expire o prazo de validade do concurso público, para viabilizar os
contatos necessários, sob pena de quando for chamado, perder o prazo para a nomeação, caso não
seja localizado.
17.8. A ANVISA e a Cetro Concursos não se responsabilizam por eventuais prejuízos ao candidato
decorrentes de:
a) endereço não atualizado;
b) endereço de difícil acesso;
c) correspondência devolvida pela ECT por razões diversas de fornecimento ou endereço errado do
candidato;
d) correspondência recebida por terceiros.
17.9. As despesas relativas à participação do candidato no concurso público e à apresentação para
posse e exercício correrão a suas expensas.
17.10. A ANVISA e a Cetro Concursos se eximem das despesas com viagens e estadia dos
candidatos em quaisquer das fases do concurso público.
17.11. A ANVISA e a Cetro Concursos não se responsabilizam por quaisquer cursos, textos, apostilas
e outras publicações referentes a este concurso público.
17.12. A legislação indicada no ANEXO I ­ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO inclui eventuais alterações
posteriores, ainda que não expressamente mencionadas. Considerar-se-á, para efeito de aplicação e
correção das provas, a legislação vigente até a data de publicação deste Edital.
26

17.13. Todos os cálculos de notas descritos neste Edital serão realizados com duas casas decimais,
arredondando-se para cima sempre que a terceira casa decimal for maior ou igual a cinco.
17.14. A realização do certame será feita sob exclusiva responsabilidade da Cetro Concursos, não
havendo o envolvimento na realização e avaliação de suas etapas, de recursos humanos da
Administração Pública, direta e indireta, autárquica e fundacional. As Bancas Examinadoras não serão
compostas por membros da ANVISA ou do setor regulado.
17.15. Os casos omissos serão resolvidos pela Cetro Concursos, ouvida a ANVISA, no que couber.
17.16. Não serão fornecidos atestados, certificados ou certidões relativos à classificação ou notas de
candidatos, valendo para tal fim os resultados publicados no Diário Oficial da União.
17.17. Não serão fornecidos atestados, cópia de documentos, certificados ou certidões relativos a notas
de candidatos reprovados.

Brasília, 19 de março de 2013.

DIRCEU BRÁS APARECIDO BARBANO
Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

27

ANEXO I­CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CARGOS: ANALISTA ADMINISTRATIVO
SANITÁRIA(TODAS AS ÁREAS)

(TODAS

AS

ÁREAS)

E

ESPECIALISTA

EM

REGULAÇÃO

E

VIGILÂNCIA

CONHECIMENTOS BÁSICOS
LÍNGUA PORTUGUESA
1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Tipologia textual. 3. Ortografia oficial. 4. Acentuação gráfica. 5. Emprego das
classes de palavras. 6. Emprego do sinal indicativo de crase. 7. Sintaxe da oração e do período. 8. Pontuação. 9. Concordâncias
nominal e verbal. 10. Regências nominal e verbal. 11. Significação das palavras. 12. Redação de textos técnicos (ABNT).
LÍNGUA INGLESA
1. Compreensão e interpretação de texto escrito em língua inglesa. 2. Itens gramaticais relevantes para a compreensão dos
conteúdos semânticos.
DIREITO ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL
ADMINISTRATIVO
1. Lei nº 8.112/1990 e suas alterações ­ Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e
das fundações públicas federais. 2. Lei nº 9.784/1999 e suas alterações ­ Regula o processo administrativo no âmbito da
Administração Pública Federal. 3. Administração Pública: princípios, espécies, formas e características. 4. Administração Pública
direta e indireta; 4.1 Autarquias; 4.2 Empresas públicas, sociedade de economia mista e fundações públicas; 4.3 Agências
Reguladoras. 5. Poderes Administrativos: poder regulamentar, poder de polícia, poder vinculado e poder discricionário. 6. Ética e
função pública: Código de Ética Profissional do Serviço Público ­ Decreto nº 1.171/1994 e suas alterações ­ Aprova o Código de
Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. 7. Lei nº 10.871/2004 e suas alterações ­ Dispõe sobre a
criação de carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras, e dá outras
providências. 8. Lei nº 8.666/1993. 9. Acesso à informação: Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011 e Decreto nº 7.724, de 16 de
maio de 2012.
CONSTITUCIONAL
1. Princípios fundamentais. 2. Direitos e garantias fundamentais. 3. Organização do Estado; 3.1 Organização PolíticoAdministrativa: União, os Estados, os Municípios, o Distrito Federal e os Territórios. 4. Administração Pública: disposições
gerais dos servidores públicos civis.
POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO PÚBLICA
1. Conceito de Política Pública. Relação entre Política e Política Pública. 2. Análise de Políticas Públicas. 3. Modelos de tomada
de decisão em política pública: incremental, racional e suas variantes. 4. Tipos de políticas públicas: distributivas, regulatórias e
redistributivas. 5. Políticas Públicas e suas fases: formação da agenda; formulação; implementação; monitoramento e avaliação.
6. Controle Social ­ transparência e participação social. 7. Políticas de Saúde; 7.1. Lei nº 8.080/1990 e suas alterações ­ Dispõe
sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços
correspondentes e dá outras providências; 7.2. Decreto nº 7.508/2011 e suas alterações ­ Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de
setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde ­ SUS, o planejamento da saúde, a assistência à
saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências; 7.3. Organização e funcionamento do Sistema Único de Saúde ­
SUS; 7.4. Lei nº 8.142/1990 e suas alterações ­ Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde
(SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.
8. Modelos de Administração Pública: Patrimonialista, Burocrático e Gerencial. 9. Processos participativos de Gestão Pública. 10.
Conselhos de Gestão, Orçamento Participativo e Parceria entre Governo e Sociedade. 11. Caracterização das organizações: tipos
de estruturas organizacionais, aspectos comportamentais (motivação, clima e cultura). 12. Gestão da mudança organizacional:
ferramentas de mudança organizacional: benchmarking, programa de qualidade, aprendizado organizacional e planejamento
estratégico. 13. Instrumentos gerenciais contemporâneos: avaliação de desempenho e resultados, flexibilidade organizacional,
trabalho em equipe, a cultura da responsabilidade e os mecanismos de rede. 14. Gestão do Conhecimento.

REGULAÇÃO
1. O papel regulador do Estado: pressupostos, objetivos e instrumentos. 2. Regulação de mercados. 3. Regulação dos Incentivos.
4. Regulação econômica e agências reguladoras. 5. Conceitos básicos: monopólios naturais, estruturas de mercado, indústrias
de rede, eficiência econômica, externalidades, bens públicos, assimetria de informação. 6. Falhas de mercado; Estado e
Regulação; Falhas de Governo. 7. Órgãos reguladores no Brasil: histórico, características das autarquias. 8. Regulação moderna,
de incentivos. Modelos de seleção adversa e prejuízo moral. 9. Objetivos e recursos regulatórios: o problema do regulador,
recursos à disposição do regulador, escolha de critérios de desempenho, desenho de um plano regulatório. 10. Princípios de
qualidade regulatória, boas práticas de governança regulatória, noções de avaliação de impacto regulatório. Regulação setorial:
regulação sanitária.

CARGO ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA
CONHECIMENTOS BÁSICOS
VIGILÂNCIA SANITÁRIA
1. Evolução da vigilância sanitária no Brasil. 2.Vigilância Sanitária; 2.1 Conceitos; 2.2 Áreas de abrangência; 2.3 Funções. 3. Lei
nº 9.782/1999 e suas alterações ­ Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária e dá outras providências. 4. Decreto nº 3.029/1999 e suas alterações ­ Aprova o regulamento da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária e dá outras providências. 5. Instrumentos de ação da vigilância sanitária. 6. Lei nº 6.360/1976 e suas
alterações ­ Dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e
28

correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, e dá outras providências. 7. Decreto nº 79.094/1977 e suas alterações ­
Regulamenta a Lei nº 6.360/1976, que submete ao Sistema de Vigilância Sanitária os medicamentos, insumos farmacêuticos,
drogas, correlatos, cosméticos, produtos de higiene, saneantes e outros. 8. Lei nº 6.437/1977 e suas alterações ­ Configura
infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências. 9. Lei nº 5.991/1973 e suas
alterações ­ Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá
outras providências. 10. Decreto nº 74.170/1974 e suas alterações ­ Regulamenta a Lei nº 5.991/1973, que dispõe sobre o controle
sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos. 11. Lei nº 9.294/1996 e suas alterações ­
Dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e
defensivos agrícolas, nos termos do § 4° do art. 220 da Constituição Federal. 12. Decreto-Lei nº 986/1969 e suas alterações ­
Institui normas básicas sobre alimentos. 13. Lei nº 9.873/1999 ­ Estabelece prazo de prescrição para o exercício de ação punitiva
pela Administração Pública Federal, direta e indireta, e dá outras providências. 14. Lei nº. 11.105/2005 ­ Regulamenta os incisos
II, IV e V do § 1º do art. 225 da Constituição Federal, estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades
que envolvam organismos geneticamente modificados ­ OGM e seus derivados, cria o Conselho Nacional de Biossegurança ­
CNBS, reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ­ CTNBio, dispõe sobre a Política Nacional de Biossegurança
­ PNB, revoga a Lei nº 8.974, de 5 de janeiro de 1995, e a Medida Provisória nº 2.191-9, de 23 de agosto de 2001, e os arts. 5º, 6º,
7º, 8º, 9º, 10 e 16 da Lei nº 10.814, de 15 de dezembro de 2003, e dá outras providências. 15. Lei nº 7.802/1989 ­ Dispõe sobre a
pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a
propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a
classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. 16.
Regimento Interno da Anvisa. 17. Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e Saúde Pública. Papéis da Anvisa e sua relação com
o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Relações Federativas e competência da União, Estados e Municípios na vigilância
sanitária. 18. Boas Práticas Laboratoriais ­ BPL: definições; condições organizacionais e de gestão: organização e gestão do
laboratório, materiais e reagentes, equipamentos e instrumentos; processos específicos: amostragem, coleta e manuseio de
amostras, limpeza, desinfecção, esterilização; biossegurança, Lei nº 11.105/2005.

CARGO ANALISTA ADMINISTRATIVO
CONHECIMENTOS BÁSICOS
VIGILÂNCIA SANITÁRIA
1. Evolução da vigilância sanitária no Brasil. 2.Vigilância Sanitária; 2.1 Conceitos; 2.2 Áreas de abrangência; 2.3 Funções. 3. Lei
nº 9.782/1999 e suas alterações ­ Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária e dá outras providências. 4. Decreto nº 3.029/1999 e suas alterações ­ Aprova o regulamento da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária e dá outras providências. 5. Regimento Interno da Anvisa.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ANALISTA ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 1
1. Administração Financeira. 2. Contabilidade pública; 2.1 Registros contábeis de operações típicas em unidades orçamentárias
ou administrativas (sistemas: orçamentário, finaceiro, patrimonial e de compensação); 2.2 Inventário: material permanente e de
consumo; 2.3 Balanço e demonstrações das variações patrimoniais exigidas pela Lei nº 4.320/1964 e suas alterações que estatui
Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos
Municípios e do Distrito Federal; 2.4 Auditoria no setor público: princípios, normas técnicas, procedimentos, avaliação de
controles internos, papéis de trabalho, relatórios e pareceres. 3. Orçamento público; 3.1 Princípios orçamentários; 3.2 Diretrizes
orçamentárias; 3.3 Processo orçamentário; 3.4 Métodos, técnicas e instrumentos do orçamento público: normas legais e
aplicáveis; 3.5 SIDOR, SIAFI; 3.6 Receita pública: categorias, fontes, estágios, dívida ativa; 3.7 Despesa pública: categorias.
estágios; 3.8 Suprimento de fundos; 3.9 Restos a pagar; 3.10 Despesas de exercícios anteriores; 3.11 A conta única do Tesouro;
4. Licitação pública: modalidades, dispensa e inexigibilidade; 4.1 Pregão; 4.2 Contratos e compras. 5. Convênios e termos
similares. 6. Lei de Responsabilidade Fiscal. 7. Emenda Constitucional nº 29/2000 ­ Altera os arts. 34, 35, 156, 160, 167 e 198 da
Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para assegurar os recursos
mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. 8. Matemática financeira; 8.1 Regra de três simples e
composta, percentagens; 8.2 Juros simples e compostos: capitalização e desconto; 8.3 Taxa de juros: nominal, efetiva,
equivalentes, real e aparente; 8.4 Rendas uniformes e variáveis; 8.5 Planos de amortização de empréstimos e financiamentos; 8.6
Cálculo financeiro: custo real efetivo de operações de financiamento, empréstimo e investimento; 8.7 Avaliação de alternativas
de investimento; 8.8 Taxas de retorno. 9. Legislação; 9.1 Regime Jurídico Único: Lei nº 8.112/1990 e suas alterações ­ Dispõe
sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais; 9.2 Decreto nº
5.707/2006 e suas alterações ­ Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública
federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 9.3 Lei nº
10.871/2004 e suas alterações ­ Dispõe sobre a criação de carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais
denominadas Agências Reguladoras, e dá outras providências; 9.4. Lei nº 10.882/2004 e suas alterações ­ Dispõe sobre a criação
do Plano Especial de Cargos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ­ ANVISA e da Gratificação Temporária de Vigilância
Sanitária, e dá outras providências; 9.5 Lei nº 9.986/2000 e suas alterações ­ Dispõe sobre a gestão de recursos humanos das
Agências Reguladoras e dá outras providências. 10. Recursos humanos: conceitos, importância, relação com os outros sistemas
da organização. 11. A função do órgão de recursos humanos: atribuições e objetivos, políticas e sistemas de informações
gerenciais. 12. Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos: planejamento, execução e avaliação de processo, de
custos e de resultados. 13. O processo de comunicação; 13.1 Noções de Endomarketing. 14. Clima organizacional e gestão de
conflitos. 15. Cultura e poder nas organizações. 16. Gestão de Pessoas por Competências. 17. Economia do setor público. 18.
Análise macroeconômica. 19. Análise microeconômica. 20. Economia brasileira.
ANALISTA ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 2
1. Contabilidade pública; 1.1 Registros contábeis de operações típicas em unidades orçamentárias ou administrativas (sistemas:
orçamentário, financeiro, patrimonial e de compensação); 1.2 Inventário: material permanente e de consumo; 1.3 Demonstrações
Contábeis exigidas pela Lei nº 4.320/1964 e suas alterações que estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e
controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal; 1.4 Auditoria no setor público:
29

princípios, normas técnicas, procedimentos, avaliação de controles internos, papéis de trabalho, relatórios e pareceres; 1.5 NBC
T 16 ­ Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público; 1.5.1 NBC T 16.1 ­ Conceituação, Objeto e Campo de
Aplicação; 1.5.2 NBC T 16.2 ­ Patrimônio e Sistemas Contábeis; 1.5.3 NBC T 16.3 ­ Planejamento e seus Instrumentos sob
Enfoque contábil; 1.5.4 NBC T 16.4 ­ Transações no Setor Público; 1.5.5 NBC T 16.5 ­ Registro Contábil; 1.5.6 NBC T 16.6 ­
Demonstrações Contábeis; 1.5.7 NBC T 16.7 ­ Consolidação das Demonstrações Contábeis; 1.5.8 NBC T 16.8 ­ Controle Interno;
1.5.9 NBC T 16.9 ­ Depreciação, Amortização e Exaustão; 1.5.10 NBC T 16.10 ­ Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em
Entidades do Setor Público; 1.5.12 NBC T 16.11 ­ Sistema de Informação de Custos do Setor Público; 1.6 Manual de
Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP), da Secretaria do Tesouro Nacional (STN); 1.7 Sistema Integrado de
Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI). 2 Orçamento público; 2.1 Princípios orçamentários; 2.2 Diretrizes
orçamentárias; 2.3 Processo orçamentário; 2.4 Métodos, técnicas e instrumentos do orçamento público; normas legais
aplicáveis; 2.5 Receita pública: categorias, fontes, estágios; dívida ativa; 2.6 Despesa pública: categorias, estágios; 2.7
Suprimento de fundos; 2.8 Restos a pagar; 2.9 Despesas de exercícios anteriores; 2.10 A conta única do Tesouro. 3 Licitação e
contratações públicas. 4 Convênios e congêneres. 5 Lei de Responsabilidade Fiscal. 6. Emenda Constitucional nº 29/2000 ­
Altera os arts. 34, 35, 156, 160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias, para assegurar os recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. 7 Matemática
financeira; 7.1 Regra de três simples e composta, percentagens; 7.2 Juros simples e compostos: capitalização e desconto; 7.3
Taxas de juros: nominal, efetiva, equivalentes, real e aparente; 7.4 Rendas uniformes e variáveis; 7.5 Planos de amortização de
empréstimos e financiamentos; 7.6 Cálculo financeiro: custo real efetivo de operações de financiamento, empréstimo e
investimento; 7.7 Avaliação de alternativas de investimento; 7.8 Taxas de retorno, taxa interna de retorno. 8. Declaração de
Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) ­ noções básicas. 9. Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) ­
noções básicas. 10. Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social
(GFIP) ­ noções básicas. 11. Administração financeira. 12. Finanças Públicas; 12.1 Objetivos, metas, abrangência e definição de
Finanças Públicas; 12.2 Os objetivos da política fiscal. Políticas alocativas, distributivas e de estabilização; 12.3 O financiamento
dos gastos públicos ­ tributação e equidade. Tipos de tributos; 12.4 Conceito de déficit público; financiamento do déficit; 12.5
Resultado Fiscal do Governo (Necessidade de Financiamento do Setor Público ­ NFSP): Resultado Primário e Resultado
Nominal. 13 Contabilidade Geral; 13.1 Princípios de Contabilidade (aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade pela
Resolução CFC nº 750/1993 e suas alterações que dispõe sobre os princípios de contabilidade (PC) e Resolução nº 1.374/2011
que dá nova redação à NBC TG ­ Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro). O
processo de convergência da contabilidade brasileira aos padrões internacionais de contabilidade; 13.2 Patrimônio:
Componentes Patrimoniais: Ativo, Passivo e Situação Líquida (ou Patrimônio Líquido). Equação Fundamental do Patrimônio.
Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Apuração de resultados. Sistema de contas; plano de contas, sistema de
partidas dobradas; 13.3 Escrituração: Conceito e métodos ­ lançamento contábil: Rotina e Fórmulas; Processo de Escrituração;
Escrituração de Operações Financeiras. Balancete de verificação: conceito, forma, apresentação, finalidade, elaboração. Livro
Razão. Livro Diário; 13.4 Provisões ativas e passivas, constituição, utilização e reversões, folha de pagamento, cálculos,
provisões e registros, Benefícios pagos aos Empregados, cálculos e registros contábeis. 14 Substituição tributária; 14.1
Retenções de Tributos Federais ­ IN RFB nº 1234/2012 que dispõe sobre a retenção de tributos nos pagamentos efetuados pelos
órgãos da administração pública federal direta, autarquias e fundações federais, empresas públicas, sociedades de economia
mista e demais pessoas jurídicas que menciona a outras pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens e serviços; 14.2
Contribuição Previdenciária (INSS) ­ Lei nº 8.212/1991 e suas alterações que dispõe sobre a organização da Seguridade Social,
institui Plano de Custeio, e dá outras providências e IN RFB nº 971/2009 que dispõe sobre normas gerais de tributação
previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou
fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB); 14.3 Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza
(ISS) ­ Lei Complementar nº 116/2003 e suas alterações que dispõe sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de
competência dos Municípios e do Distrito Federal, e dá outras providências.
ANALISTA ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 3
1. LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA: 1. Decreto-Lei nº 986, de 21 de outubro de 1969. 2. Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, e
Decreto nº 74.170, de 10 de junho de 1974. 3. Lei nº 6.259, de 30 de outubro de 1975. 4. Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, e
Decreto nº 79.094, de 05 de janeiro de 1977. 5. Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977. 6. Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, e
Decreto nº 4.074, de 04 de janeiro de 2002. 7. Lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996, e Decreto nº 2.018, de 1º de outubro de 1996. 8.
Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, e Decreto nº 3.029, de 16 de abril de 1999. 9. Lei nº 10.603, de 17 de dezembro de 2002. 10.
Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, e Decreto nº 5.912, de 27 de setembro de 2006. 11. Lei nº 11.903, de 14 de janeiro de 2009.
2. DIREITO CONSTITUCIONAL: 1 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 1.1 Princípios fundamentais. 2
Aplicabilidade das normas constitucionais; 2.1 Normas de eficácia plena, contida e limitada; 2.2 Normas programáticas. 3
Direitos e garantias fundamentais; 3.1 Direitos e deveres individuais e coletivos, direitos sociais, direitos de nacionalidade,
direitos políticos, partidos políticos. 4 Organização político-administrativa do Estado; 4.1 Estado federal brasileiro, União,
Estados, Distrito Federal, municípios e territórios. 5 Administração Pública; 5.1 Disposições gerais, servidores públicos. 6 Poder
Executivo; 6.1 Atribuições e responsabilidades do presidente da República. 7 Poder Legislativo; 7.1 Estrutura; 7.2
Funcionamento e atribuições; 7.3 Processo legislativo; 7.4 Fiscalização contábil, financeira e orçamentária; 7.5 Comissões
parlamentares de inquérito. 8 Poder Judiciário; 8.1 Disposições gerais; 8.2 Órgãos do poder judiciário; 8.2.1 Organização e
competências, Conselho Nacional de Justiça; 8.2.1.1 Composição e competências. 9 Funções essenciais à justiça; 9.1 Ministério
Público, advocacia pública; 9.2 Defensoria Pública. 9.2.1 Noções básicas do modelo legal de interpretação, hierarquia das
normas e Direito Constitucional da produção normativa; 9.2.2 Teoria da Constituição; 9.2.3 Constitucionalismo e poder normativo
da Constituição; 9.2.4 Interpretação constitucional; 9.2.5 O Estado de Direito e o princípio da proporcionalidade; 9.2.6
Regulamentação; 9.2.7 Provisões normativas positivas e concretas; 9.2.8 Revisão formal e informal da Constituição; 9.2.9
Conteúdo objetivo da Constituição; 9.2.10 Dogmática Constitucional; 9.2.11 Princípios da ordem econômica na Constituição
Federal de 1988; 9.2.12. Regulação e Agências Reguladoras; 9.2.13 A Constituição e a execução/regulamentação dos serviços
públicos e privados. 9.3 Da ordem Social e da seguridade social; 9.3.1 Da saúde; 9.3.2 Da previdência social; 9.3.3 Da assistência
social.
3. DIREITO ADMINISTRATIVO: 1 Órgãos públicos: conceito, características, capacidade processual, classificação. 2 Agentes
públicos: classificação. 3 Reforma administrativa e terceiro setor. 4 Reforma do Estado e administração gerencial. 5 Contrato de
gestão. 6 Terceiro setor: as entidades paraestatais. 7 Agências executivas. 8 Agências reguladoras. 9 Princípios fundamentais da
administração pública. 10 Poderes e deveres do administrador público. 11 Atos Administrativos: conceito, requisitos ou
elementos, méritos, atributos, classificação, espécies, invalidação, convalidação. 12 Bens públicos: conceito, classificação,
30

características, afetação e desafetação, principais espécies de bens públicos. 13 Poderes da administração: vinculado,
discricionário, hierárquico, disciplinar e regulamentar. 14 Poder de polícia: conceito, finalidade e condições de validade. 15
Intervenção do Estado na propriedade: desapropriação, servidão administrativa, requisição, ocupação provisória e limitação
administrativa. 16 Contratos administrativos: noções, características, garantias, variações, responsabilidades, extinção e
prorrogação, inexecução, principais contratos administrativos. 17 Lei nº 8.666/1993 e alterações (licitações e contratos). 18 A
descentralização administrativa. 19 Reforma administrativa. 20 Desestatização. 21 Parceria entre o Estado e a iniciativa privada.
22 Serviços públicos: conceito, classificação, regulamentação, formas e competência de prestação. 23 Concessão e autorização
dos serviços públicos. 24 Modelo geral de concessões de serviços públicos. 25 O contrato de concessão de serviço público. 26
O processo de licitação. 27 Cláusulas essenciais do contrato. 28 Direito da regulação. 29 Responsabilidade civil da
administração pública. 30 Controle da administração pública: controle administrativo, controle legislativo e controle judiciário. 31
Lei nº 9.784/1999 (o processo administrativo no âmbito da administração pública). 32 Enriquecimento ilícito e uso e abuso de
poder. 33 Sanções penais e civis. 34 Improbidade administrativa. 35. Lei nº 9.986, de 18 de julho de 2000. 36. Lei nº 10.871, de 20
de maio de 2004, e Decreto nº 7.876, de 27 de dezembro de 2012. 37. Lei nº 10.882, de 09 de junho de 2004. 38. Lei de Acesso à
Informação ­ Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, e Decreto nº 7.724, de 16 de maio de 2012. 39. Lei nº 9.873/99 ­
Estabelece prazo de prescrição para o exercício de ação punitiva pela Administração Pública Federal, direta e indireta, e dá
outras providências.
4. DIREITO CIVIL: 1 Aplicação da lei no tempo e no espaço; 1.1 Interpretação da lei; 1.2 Analogia. 2 Princípios gerais do direito e
equidade. 3 Pessoas. 4 Pessoas naturais. 5 Pessoas jurídicas. 6 Domicílio. 7 Bens. 8 Diferentes classes de bens. 9 Fatos
jurídicos. 10 Negócio jurídico. 11 Atos jurídicos lícitos. 12 Atos ilícitos. 13 Prescrição e da decadência. 14 Prova. 15 Direito das
obrigações. 16 Modalidades das obrigações. 17 Transmissão das obrigações. 18 Adimplemento e extinção das obrigações. 19
Inadimplemento das obrigações. 20 Contratos em geral. 21 Várias espécies de contratos. 22 Responsabilidade civil. 23
Responsabilidade civil do Estado e do particular. 24 Direito de empresa. 25 Empresário. 26 Sociedade. 27 Sociedade não
personificada. 28 Sociedade em comum. 29 Sociedade personificada. 30 Sociedade simples. 31 Sociedade em nome coletivo. 32
Sociedade em comandita simples. 33 Sociedade limitada. 34 Sociedade anônima. 35 Sociedade cooperativa. 36 Sociedades
coligadas. 37 Liquidação da sociedade. 38 Transformação, incorporação, fusão e cisão das sociedades.
5. DIREITO EMPRESARIAL: 1 Leis nº 5.772/1971 e nº 9.279/1996, e respectivas atualizações (propriedade industrial e intelectual).
2 Recuperação judicial. 3 Falência; 3.1 Caracterização e requerimento; 3.2 Universalidade do juízo; 3.3 Massa falida; 3.4
Classificação dos créditos na falência. 4 Realização do ativo. 5 Reabilitação do falido. 6 Intervenção e liquidação extrajudicial.
6. DIREITO ECONÔMICO: 1 Ordem constitucional econômica: princípios gerais da atividade econômica. 2 Ordem jurídicoeconômica: conceito. 3 Ordem econômica e regime político. 4 Sujeitos econômicos. 5 Intervenção do Estado no domínio
econômico. 6. Liberalismo e intervencionismo. 7 Modalidades de intervenção. 8 Intervenção no direito positivo brasileiro. 9
Direito da concorrência. 10 Os princípios constitucionais da livre iniciativa e da livre concorrência. 11 A repressão ao abuso do
poder econômico, como instrumento de proteção da livre concorrência. 12 A legislação infraconstitucional. 13 Lei nº 12.529/2011
(Estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência). 14 Lei nº 8.137/1990 (crimes contra a ordem tributária, econômica e
contra as relações de consumo).
7. DIREITO DO CONSUMIDOR: 1 Lei nº 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor). 2 Princípios gerais. 3 Campo de aplicação.
4 Responsabilidade pelo fato do produto ou do serviço. 5 Responsabilidade por vício do produto ou do serviço. 6
Desconsideração da personalidade jurídica. 7 Proteção contratual. 8 Sistema Nacional de Direito do Consumidor.
8. DIREITO TRIBUTÁRIO: 1 Sistema Tributário Nacional; 1.1 Limitações do poder de tributar; 1.2 Princípios do direito tributário;
1.3 Imunidade tributária. 2 Tributo; 2.1 Espécies de tributos; 2.2 Imposto; 2.3 Taxa; 2.4 Contribuição de melhoria; 2.5 Empréstimo
compulsório; 2.6 Contribuição. 3 Competência tributária; 3.1 Exercício da competência tributária. 4 Obrigação tributária:
obrigação principal e acessória. 5 Crédito tributário: suspensão, extinção e exclusão de crédito tributário.
9. DIREITO PENAL: 1. O Direito penal. 2. Código Penal Brasileiro (Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940). 3. Da
aplicação da lei penal. 4. Do Crime. 5. Da imputabilidade penal. 6. Do concurso de pessoas. 7. Dos crimes contra a saúde pública.
8. Dos crimes contra a administração pública. 9. Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.
10. DIREITO INTERNACIONAL: Noções de direito internacional.
11. DIREITO SANITÁRIO: 1 Conceito e abrangência. 2 Fontes do Direito Sanitário. 3 Princípios do Direito Sanitário. 4. Lei nº 8.080,
de 19 de setembro de 1990, e Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011. 5 Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Lei
Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012.
ANALISTA ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 4
1. Programação de obras. Engenharia de custos, orçamento e composição de custos unitários, parciais e totais: levantamento de
quantidades. Planejamento e cronograma físico-financeiro. Projeto e execução de obras civis. topografia e terraplenagem;
locação de obra; sondagens; instalações provisórias. Canteiro de obras; proteção e segurança, depósito e armazenamento de
materiais, equipamentos e ferramentas. 2. Fundações. Escavações. Escoramentos. Estruturas metálicas, de madeira e de
concreto; formas; armação; alvenaria estrutural; estruturas pré-fabricadas. Controle tecnológico. Argamassas. Instalações
prediais. Alvenarias e revestimentos. Esquadrias. Coberturas. Pisos. Impermeabilização. Segurança e higiene do trabalho.
Ensaios de recebimento da obra. Desenho técnico. Materiais de construção civil. Aglomerantes ­ gesso, cal, cimento Portland.
Agregados Argamassa. Concreto: dosagem; tecnologia do concreto. Aço. 3. Madeira. Materiais cerâmicos. Vidros. Tintas e
vernizes. Mecânica dos solos. Empuxos de terra; estruturas de arrimo; estabilidade de taludes; estabilidade das fundações
superficiais e estabilidade das fundações profundas. Análise estrutural. Esforços em uma seção: esforço normal, esforço
cortante, torção e momento fletor. Relação entre esforços. Apoio e vínculos. Diagrama de esforços. Estudos das estruturas
isostáticas (vigas simples, vigas Gerber, quadros, arcos e treliças); deformações e deslocamentos em estruturas isostáticas;
linhas de influência em estruturas isostáticas; esforços sob ação de carregamento, variação de temperatura e movimentos nos
apoios. Estudos das estruturas hiperestáticas; métodos dos esforços; método dos deslocamentos. Dimensionamento do
concreto armado. Características mecânicas e reológicas do concreto. Tipos de aço para concreto armado; fabricação do aço;
características mecânicas do aço; estados limites; aderência; ancoragem e emendas em barras de armação. Dimensionamento
de seções retangulares sob flexão. Cisalhamento. Dimensionamento de peças de concreto armado submetidas à torção.
31

Dimensionamento de pilares. Detalhamento de armação em concreto armado. Instalações prediais. 4. Instalações elétricas.
Instalações hidráulicas. Instalações de esgoto. Instalações de telefone e instalações especiais (proteção e vigilância, gás, ar
comprimido, vácuo e água quente, sonorização). Estruturas de aço. Estruturas de madeira. 5. Fiscalização. Acompanhamento da
aplicação de recursos (medições, emissão de fatura etc.). Controle de materiais (cimento, agregados aditivos, concreto usinado,
aço, madeira, materiais cerâmicos, vidro etc.). Controle de execução de obras e serviços. Documentação da obra: diários e
documentos de legalização. Legislação específica para obras de engenharia civil: normas da ABNT, noções da Lei nº 10.257/2001
(denominada Estatuto da Cidade). Patologia das obras de engenharia civil. 6. Engenharia de avaliações: legislação e normas,
metodologia, níveis de rigor, laudos de avaliação. 7. Segurança do trabalho. Evolução: aspectos políticos, econômicos e sociais.
Realidade e tendências. Acidente de trabalho: teoria dos acidentes e estatísticas. Investigação de acidentes do trabalho: método
árvore de causas. Legislação de segurança do trabalho. Legislação previdenciária aplicada ao acidente do trabalho. Programas
de prevenção de acidentes do trabalho. Prevenção e controle de risco em máquinas, equipamentos e instalações. Proteção de
máquinas e ferramentas: segurança com caldeira e vasos de pressão. Movimentação, transporte, manuseio e armazenamento de
materiais. Riscos em obras de construção, demolição e reforma. Os riscos elétricos e seu controle. Proteções coletivas e
individuais. Higiene do trabalho. Conceito e classificação dos riscos ocupacionais ­ agentes físicos, químicos e biológicos.
Objetivos da higiene ocupacional. Ruídos e vibrações. Iluminação. Riscos respiratórios. Medidas de controle dos riscos
ocupacionais. Ventilação e exaustão. Programa de prevenção de riscos ambientais (PPRA). Programa de proteção respiratória.
Proteção do meio ambiente. Poluição ambiental. Tratamento de resíduos. Prevenção e combate a incêndios. Incêndios. Proteção
e prevenção física e química do fogo. O comportamento do fogo e a integridade estrutural. Sistemas de detecção e alarme de
incêndios. Sistemas e equipamentos para o combate de incêndios. Ergonomia. Introdução à análise ergonômica. Metodologia de
análises ergonômicas. Análise ergonômica de demanda e da tarefa. Os comportamentos do homem no trabalho. Análise
ergonômica da atividade: modelos, métodos e técnicas. Métodos de tratamento de dados em ergonomia. Diagnóstico e
recomendações ergonômicas. Doenças profissionais e do trabalho. Agentes patogênicos causadores de doenças profissionais
ou do trabalho. Programa de controle médico de saúde ocupacional (PCMSO). Toxicologia. Controles biológicos de exposição.
Legislação. Normas regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho ­ NR. 8. Licitações e contratos da administração
pública (Lei nº 8.666/1993). Modalidades de licitação. Tipos de licitação. Fases de licitação. Elementos técnicos do edital de
licitação: projeto básico, projeto executivo, orçamentos. Engenharia legal. NBR 13752. 9. Perícias de engenharia na construção
civil. Engenharia de avaliações: métodos; níveis de rigor; depreciação; fatores de homogeneização; desapropriações; laudos de
avaliação (NBR 14653, antiga NBR 5676. Avaliação de Imóveis Urbanos.). Fiscalização. Ensaios de recebimento da obra.
Acompanhamento da aplicação de recursos (medições, emissão de fatura etc.) 10. Controle de execução de obras e serviços.
Documentação da obra: diários, documentos de legalização, ARTs. Engenharia de custos. Levantamento dos serviços e seus
quantitativos. Orçamento analítico e sintético. Composição analítica de serviços. Cronograma físico-financeiro. Cálculo do
benefício e despesas indiretas. Cálculo dos encargos sociais. Índices de atualização de custos na construção civil.
ANALISTA ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 5
I ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS:
1. O processo de desenvolvimento de software. 2. Análise e projeto orientado a objetos com notação UML: modelagem de casos
de uso; modelagem de classes; modelagem de interações; especificação de classes, propriedades, associações, generalização;
modelagem de estados, modelagem de atividades; decomposição e arquitetura do sistema. 3. Processo ágil: conceito,
metodologia Scrum. RUP (Rational Unified Process): modelagem de negócio; levantamento e gerenciamento de requisitos;
análise e projeto de software; implementação, teste e homologação; implantação; gestão de configuração. 4. Engenharia de
Software: processos de software; métricas de software; APF: análise de ponto de função; qualidade de software; modelos CMMI
(Capability Maturity Model Integration) e MPS-BR (Melhoria de Processos do Software Brasileiro). 5. SOA e Web services:
conceitos básicos, aplicações, UDDI (Universal Description Discovery and Integration), WSDL (Web Services Description
Language), SOAP (Simple Object Access Protocol).
II BANCO DE DADOS:
1. Fundamentos: finalidades, níveis de abstração, modelagem de dados, modelagem funcional. 2. Administração de dados:
fundamentos, sistemas de gerenciamento de banco de dados, utilização das linguagens de definição e de manipulação de dados
e normalização. 3. Administração de banco de dados: fundamentos, organização de arquivos, técnicas de armazenamento,
métodos de acesso, tipos de bancos de dados, projeto de bancos de dados, conceitos de administração e tunning de banco de
dados. 4. Conceitos de processamento de transações. 5. Bancos de dados de objetos e objeto-relacionais. 6. Conceitos de
soluções de suporte à decisão: DW (Datawarehouse), OLAP (On-line Analytical Processing), Mineração de dados, BI (Business
Inteligence). 7. conceitos de GED, Workflow e Gestão do Conhecimento.
III GERENCIAMENTO DE PROJETOS:
1. Estrutura do gerenciamento de projetos; ciclo de vida e organização do projeto; processos de gerenciamento de projetos;
áreas de conhecimento em gerenciamento de projetos; ferramentas e técnicas de apoio ao gerenciamento de projetos; escritório
de projetos; conceitos de gestão de programas e de gestão de portfólio de projetos.
IV REDES DE COMPUTADORES:
1. Internet, protocolos de rede, arquitetura de camadas. 2. Camada de aplicação. 3. Camada de transporte. 4. Camada de rede e
roteamento. 5. Camada de enlace e redes locais. 6. Rede multimídia. 7. Segurança em redes de computadores. 8. Gerenciamento
de rede.
V SISTEMAS OPERACIONAIS:
1. Introdução aos sistemas operacionais. 2. Processos e threads. 3. Deadlocks. 4. Gerenciamento de memória. 5. Entrada/Saída.
6. Sistemas de arquivos. 7. Sistemas operacionais multimídia. 8. Sistemas com múltiplos processadores. 9. Sistemas
virtualizados. 10. Segurança em sistemas operacionais. 11. Sistema operacional Linux, Unix e Windows: introdução e histórico;
sistema de arquivos; interfaces e programas; principais programas aplicativos. 12. Software Livre; 12.1 Conceitos de Software
Livre e Código Aberto; 12.2 Licenças de Software; 12.3 Desenvolvimento e gerência de projetos com software livre; 12.4 Modelos
de negócio de software livre; 12.5 Principais produtos de software livre; 12.6 Interoperabilidade e padrões abertos; 12.7
Desenvolvimento de tecnologia aberta; 12.8 Software público brasileiro.
VI LEGISLAÇÃO SOBRE CONTRATAÇÃO DE TI:
1. Legislação básica: Lei nº 8.666/1993, Decreto nº 2.271/1997, Decreto nº 7.174/2010. 2. Conceitos do processo de contratação
definidos por IN MPOG/SLTI 02/2008 e IN MPOG/SLTI 04/2010: acordo de nível de serviços, agentes intervenientes do processo,
documento de oficialização da demanda, análise de viabilidade, estratégia da contratação, plano de sustentação, análise de
riscos.
VII GOVERNANÇA DE TI:
1. Alinhamento estratégico entre TI e negócios. 2. BSC (Balanced scorecard). 3. COBIT (Control Objectives for Information and
related Technology): conceitos básicos, estrutura e objetivos, requisitos de informação, recursos de tecnologia da informação,
32

domínios, processos, objetivos de controle. 4. ITIL v3 (Information Technology Infrastructure Library): conceitos básicos;
estrutura e objetivos; implementação de gerenciamento de serviços de TI. 5. Modelagem de Processos: conceitos básicos;
identificação e delimitação de processos de negócio. 6. Construção e mensuração de indicadores de processos.
VIII SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO:
1. Política de segurança. 2. Ameaças e ataques. 3. Mecanismos de segurança: firewall, detectores de intrusão, serviços de
autenticação, criptografia, assinatura digital, certificação digital, protocolos SSL,TLS e IPsec, arquitetura de segurança lógica e
física, arquitetura de segurança OSI. 4. Conceitos da ISO 27001, 27002 e 27005.
ANALISTA ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 6
GESTÃO DE PESSOAS: 1. Gestão de Pessoas: conceitos, importância, relação com os outros sistemas da organização. 2. A
função do órgão de gestão de pessoas: atribuições e objetivos, políticas e sistemas de informações gerenciais. 3.
Desenvolvimento e capacitação de pessoas: levantamento de necessidades e de custos, planejamento, execução e avaliação de
processo e de resultados. 4. Comunicação: sua importância; 4.1 O processo de comunicação; 4.2 Noções de Endomarketing. 5.
Clima Organizacional e gestão de conflitos. 6. Cultura e poder nas organizações. 7. Gestão por competências: conceito,
finalidade, abordagens e ferramentas atualmente utilizadas. 8. Decreto nº 5.707/2006 e suas alterações ­ Institui a Política e as
diretrizes para o desenvolvimento de pessoal na Administração Pública Federal, Autárquica e Fundacional e regulamenta
dispositivos da Lei nº 8.112/90.
PEDAGOGIA: 9. Planejamento de Ensino. 10. Planejamento Curricular. 11. Didática. 12. Recursos de Ensino. 13. Metodologia de
Ensino. 14. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 15. Habilidades e competências. 16. Elaboração e gestão de projetos
pedagógicos. 17. Tecnologia da educação de adultos. 18. Educação a distância. 19. Educação inclusiva. 20. Avaliação de
desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. 21. Regime Jurídico Único: Lei nº 8.112/1990 e suas alterações ­
Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. 22. Lei
nº 10.871/2004 e suas alterações ­ Dispõe sobre a criação de carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais
denominadas Agências Reguladoras, e dá outras providências. 23. Lei nº 9.986/2000 e suas alterações ­ Dispõe sobre a gestão
de recursos humanos das Agências Reguladoras e dá outras providências. 24. Lei nº 10.882/2004 e suas alterações ­ Dispõe
sobre a criação do Plano Especial de Cargos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ­ ANVISA e da Gratificação Temporária
de Vigilância Sanitária, e dá outras providências.
ANALISTA ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 7
1. Gestão de Pessoas: conceitos, importância, relação com os outros sistemas da organização. 2. A função do órgão de gestão
de pessoas: atribuições e objetivos, políticas e sistemas de informações gerenciais. 3. Comunicação: sua importância; 3.1 O
processo de comunicação; 3.2 Noções de Endomarketing. 4. Grupos sociais nas instituições. 5. Psicologia de grupo e equipes de
trabalho: fundamentos teóricos e técnicos sobre grupos. 6. Cultura organizacional: paradigmas, conceitos, elementos e
dinâmica. 7. Clima organizacional: evolução conceitual, componentes e estratégias de gestão. 8. Motivação, satisfação e
comprometimento. 9. Liderança e poder. 10. Objetivos, métodos e técnicas de intervenção do psicólogo no campo institucional.
11. Gestão de conflitos. 12. Desenvolvimento e capacitação de pessoas: levantamento de necessidades e de custos,
planejamento, execução e avaliação de processo e de resultados. 13. Gestão por competências: conceito, finalidade, abordagens
e ferramentas atualmente utilizadas. 14. Decreto nº 5.707/2006 e suas alterações ­ Insituti a Política e as diretrizes para o
desenvolvimento de pessoal na Administração Pública Federal, Autárquica e Fundacional e regulamenta dispositivos da Lei nº
8.112/90. 15. Avaliação de desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. 16. Instrumentos de avaliação
psicológica: critérios de seleção, avaliação e interpretação de resultados. 17. Técnicas de entrevista psicológica: objetivos
(diagnóstico, terapia, encaminhamento, seleção, orientação, acompanhamento, devolução, realocação em outro posto de
trabalho, desligamento), tipos de entrevista. 18. Psicodiagnóstico: conceitos, objetivos, instrumentos. 19. Testes psicológicos.
20. Aspectos psicológicos das enfermidades agudas e crônicas. 21. Psicopatologia do trabalho. 22. Psicodinâmica do trabalho e
saúde do trabalhador. 23. Ergonomia da atividade. 24. Segurança no trabalho e saúde ocupacional. 25. Fatores psicossociais da
DORT e outros distúrbios relacionados ao trabalho. 26. Tratamento e prevenção da dependência química. 27. Preparação para a
aposentadoria. 28. Regime Jurídico Único: Lei nº 8.112/1990 e suas alterações ­ Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores
públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. 29. Lei nº 10.871/2004 e suas alterações ­ Dispõe
sobre a criação de carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras, e dá
outras providências. 30. Lei nº 9.986/2000 e suas alterações ­ Dispõe sobre a gestão de recursos humanos das Agências
Reguladoras e dá outras providências. 31. Lei nº 10.882/2004 e suas alterações ­ Dispõe sobre a criação do Plano Especial de
Cargos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ­ ANVISA e da Gratificação Temporária de Vigilância Sanitária, e dá outras
providências.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA ­ ÁREA 1
1. Análise e gerenciamento de risco; 1.1 Conceito e caracterização do risco sanitário; 1.2 Identificação do dano; resposta,
avaliação da exposição; ações corretivas político-administrativas no âmbito do sistema de saúde, serviço e impacto na
sociedade (o que fazer, planejamento, procedimentos, avaliação da exposição do risco, consequências econômicas, políticas e
sociais), incerteza da avaliação; decisão e ação; política da comunicação; 1.3 Identificação do dano e suas causas, diferença
entre risco, incerteza e erro; 1.4 Monitoramento dos fatores de risco.
2. Prevenção e controle de riscos ambientais; 2.1 Vigilância Sanitária na prevenção e contato de contaminação de riscos
ambientais; 2.2 Controle de fontes de poluição do meio ambiente; 2.3 Resíduos sólidos em serviços de saúde; 2.4 Prevenção de
riscos ambientais. 3. Boas Práticas Laboratoriais: Definições, condições organizacionais e de gestão: organização e gestão de
laboratório, documentos, registros, auditoria interna e ações corretivas e preventivas; processos específicos, amostragem,
coleta e manuseio de amostras. 4. Boas Práticas de Fabricação (BPF): conceito, evolução, aspectos gerais; a importância das
Boas Práticas de Fabricação para garantia da qualidade dos produtos. 5.Inspeção. Aspectos gerais: conceito, finalidade,
características, etapas para realização de uma inspeção, procedimentos, processo de condução. Tipos de inspeção para fins de
certificação, investigação, concessão de autorização de funcionamento de estabelecimento e rotina periódica. 6. Tecnologia e
classificação das áreas limpas em ambiente industrial. 7. Conceito e aplicação: validação de processos, qualificação de
equipamentos, validação de limpeza, validação analítica, protocolo de validação, plano mestre de validação, relatório de
validação; revalidação, revisão periódica de produto, estado de controle, revisão periódica da qualidade. 8.Validação de processo
e as suas etapas críticas; tipos de validação de processos. 9. Parâmetros para a validação de métodos analíticos para a
identificação e determinação de constituintes, determinação de contaminantes e ensaios de desempenho. 10. Escalonamento de
33

produção de industrial. 11. Controle estatístico dos dados do controle de qualidade, processo e controle em processo. 12.
Métodos de esterilização, desinfecção e assepsia. Análise microbiológica de produtos. Controle microbiológico de águas
purificadas. 13. Gerenciamento, Controle e Garantia da qualidade: conceitos, princípio da garantia da qualidade, fatores que
afetam a qualidade do produto, requisitos para um sistema de qualidade, objetivo, requisitos básicos, gestão da qualidade,
auditoria da qualidade. Controle de Qualidade: conceito, aspectos gerais, fatores que afetam a qualidade dos produtos para
saúde e dos demais produtos sujeitos aos regulamentos sanitários. 14. Sistema da qualidade e seus elementos, política da
qualidade para fabricação e ciclo de vida de produtos. 15. Característica Estrutural dos compostos químicos: Rotas de síntese
química, reações químicas orgânicas e inorgânicas, impurezas relacionadas e não relacionadas, formas amorfas e polimorfismo,
solventes residuais e metais pesados; Via de purificação e cristalização. Métodos analíticos aplicados à caracterização e
identificação. 16. Síntese Orgânica ­ Compostos de carbono e ligações químicas; Reações de substituição e adição nucleofílica;
Reações de oxidação e redução; Lipídeos; Aminoácidos e proteínas; Identificação de compostos orgânicos. 17. Métodos
sintéticos gerais para a obtenção de aminas, amidas, ácidos carboxílicos e seus derivados, aldeídos e cetonas aplicados a
sínteses de compostos químicos. 18. Controle da contaminação microbiana em processos produtivos na indústria. 19. Conceito,
príncipio, finalidade e avaliação: Caracterização de compostos químicos por difração de raios X. . Caracterização de compostos
químicos por análise térmica. Volumetria de oxiredução e complexação. Volumetria de neutralização em meio aquoso e não
aquoso. Uso de espectrofotometria no ultravioleta e visível para a quantificação de compostos químicos. Uso de
espectrofotometria infravermelho para a identificação de compostos químicos. Uso da cromatografia de camada fina para a
identificação de compostos químicos e substâncias relacionadas. Uso da cromatografia líquida de alta eficiência para a
quantificação de compostos químicos e substâncias relacionadas. Técnicas para determinação de enantiômeros: cromatografia
quiral e análise de compostos químicos enantiôméricos. Técnicas de espectrometria de massas para a identificação. 20. Estudos
de estabilidade: desenho e condições do estudo e amostragem. Monitoramento dos estudos de estabilidade: especificações para
estabilidade, avaliação físico-química, avaliação microbiológica, fotoestabilidade. Interpretação dos resultados de estabilidade e
fotoestabilidade. 21. Projeção do prazo de validade: equação de Arrhenius e as consequências para a concepção de estudos de
estabilidade. Cinéticas de reação e interpretação de dados cinéticos: teoria do estado de transição, efeito de solvente (meio),
efeito de pH (gráficos tipo V, curvas sigmoides, curvas em sino). Acompanhamento de reações de decomposição de fármacos:
ordem das reações químicas (zero, primeira ordem, segunda ordem, pseudo-primeira ordem. Principais reações de degradação
de compostos químicos: hidrólise (natureza da reação, catálise, estrutura e reatividade), oxidação (natureza da oxidação,
cinética. Fotólise: energética nas reações de fotólise, cinética (reações de fotólise de interesse farmacêutico, prevenção das
reações de fotólise). Decomposição; cinética e química. 22. Produção, controle de qualidade e desempenho de materiais
implantáveis. 23. Tecnologia, tipos e eficiência de esterilização de produtos médicos. 24. Certificação eletromédica de
equipamentos eletromédicos. 25. Mecânica: Ultrassom; Efeito Doppler; Refração, Reflexão e lentes. 26. Eletromagnetismo ­
Propriedade magnética, paramagnética e diamegnética; fontes de interferencia eletromagnética; controles de interferências
eletromagnéticas. 27. Óptica e a natureza da luz. 28. Radiação: Espectro das radiações; Fontes de radiações ionizantes; Geração
de raio X e irradiação gama, beta e alfa; Proteção contra radiações ionizantes. 29. Máquinas Elétricas: Características dos
equipamentos resistentes à explosão; Motores Elétricos. 30. Eletrônica: Amplificadores diferenciais; Tipos de isolação de
amplificadores; Filtros para melhoria da relação sinal/ruído; Correntes de fuga. 31. Circuitos Elétricos. 32. Medidas Elétricas
usadas em Sistemas Eletrônicos. 33. Materiais Elétricos Aplicados em Sistemas Eletrônicos. 34. Instalações elétricas: Tipos de
instalações de baixa tensão; sistema de aterramento, dispositivos de proteção em rede de baixa tensão. 35. Transdutores:
Eletrodos de captação de sinal; Transdutores de ultrassom, pressão e posição. 36. Lei da Biossegurança nº 11.105/2005
ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA ­ ÁREA 2
1. Característica Estrutural dos Compostos Químicos: Rotas de síntese dos compostos químicos, reações químicas orgânica e
inorgânicas, impurezas relacionadas e não relacionadas, formas amorfas e polimorfismo, solventes residuais e metais pesados.
Métodos analíticos aplicados para caracterização e identificação. 2. Classificação das áreas limpas para indústria da saúde. 3.
Conceito e aplicação: validação de processos, qualificação de equipamentos, validação de limpeza, validação analítica, protocolo
de validação, plano mestre de validação, relatório de validação; revalidação, revisão periódica de produto, estado de controle,
revisão periódica da qualidade. 4. Validação de processo e as suas etapas críticas; tipos de validação de processos. 5.
Gerenciamento, Controle e Garantia da qualidade: conceitos, princípio da garantia da qualidade, fatores que afetam a qualidade
do produto, requisitos para um sistema de qualidade, objetivo, requisitos básicos, gestão da qualidade, auditoria da qualidade.
Sistema da qualidade e seus elementos, política da qualidade para fabricação e ciclo de vida de produtos à Vigilância Sanitária.
6.Controle estatístico dos dados do controle de qualidade, processo e controle em processo. 7. Controle de Qualidade: conceito,
objetivos, aspectos gerais, pontos críticos, fatores que afetam a qualidade dos produtos sujeitos aos regulamentos sanitários. 8.
8. Controle de qualidade físico-químico: Ensaios, especificações, amostragem e parâmetros de qualidade a serem realizados nas
matérias-primas farmacêuticas, nos controles em processos e no produto acabado para medicamentos classificados como:
sintéticos, fitoterápicos, biológicos e biotecnológicos, radiofármacos, gases medicinais, antroposóficos, antihomotóxicos e
antroposóficos nas diferentes formas farmacêuticas. 9. Controle microbiológico: Considerações gerais, aplicabilidade, ensaios e
avaliação dos resultados: Formas de contaminação microbiológica, controles necessários; Métodos de promoção e inibição de
crescimento e a sua aplicabilidade;Fatores que influenciam na carga microbiana no produto final;Teste Limite Microbiano e as
especificações microbiológicas para produtos não estéreis e estéreis; Microbiologia e controle da água; Determinação de
endotoxinas bacterianas pelo método "in vitro" e "in vivo"; Teste de esterilidade; Determinação da potência microbiana do
antibiótico; Métodos alternativos de avaliação da qualidade microbiológica de um produto. 10. Controle da Qualidade de
Produtos ­ imunológicos, hemocomponentes, hemoderivados, kits para diagnóstico de uso "in vitro" utilizados para
diagnósticos das funções bioquímicas, sorologia, hematologia e reagentes imunohematológicos. Fundamentos metodológicos
aplicados ao diagnóstico: Eletroforese de proteínas, hemoglobina e lipoproteína, ELISA, Imunofluorescência, Western Blot,
Aglutinação, Quimioluminescência, Testes rápidos e Amplificação de Ácidos Nucleicos. Proteína em cadeia da polimerase. 11.
Microbiologia clínica dos principais patógenos causadores de infecções hospitalares; Mecanismos de resistência aos
antimicrobianos; Transpeptidases e peptideoglicano; Vacinas para patógenos causadores de infecções hospitalares;
Imunoterapia passiva e patógenos causadores de infecções hospitalares. Metabolismo e crescimento microbiano (bactérias,
fungos, arqueas). Isolamento de micro-organismos: métodos de isolamento e coloração. Métodos utilizados na preservação de
micro-organismos. Métodos de esterilização, desinfecção e assepsia. Análise microbiológica de produtos. Técnicas de biologia
molecular aplicadas à microbiologia. 12. Princípios utilizados em estudos de estabilidade e fotoestabilidade. 13. Equivalência
farmacêutica e perfil de dissolução: aspectos gerais, conceitos, aplicabilidade, avaliação e interpretação de resultados.
Parâmetros utilizados na comparação do medicamento-teste em relação ao de referência. 14 . Bioequivalência/biodisponibilidade
relativa e bioisenção: aspectos gerais, conceitos, e aplicabilidade. Parâmetros utilizados na comparação do medicamento-teste
em relação ao de referência. 15. Sistemas de classificação biofarmacêutica de fármacos. Desempenho "in vivo"
(bioequivalência): fatores da formulação e do processo produtivo que podem alterar o desempenho do medicamento. 16. Boas
34

Práticas de Fabricação ­ BPF: definições; evolução; aspectos gerais; sanitização e higiene; qualificação e validação;
reclamações; recolhimento de produtos; contrato de produção e/ou análise; autoinspeção e auditorias de qualidade; pessoal;
treinamento; higiene pessoal; instalações; equipamentos; materiais; documentação; boas práticas de produção; boas práticas de
controle de qualidade e produtos estéreis; garantia da qualidade. 17. Análise e gerenciamento de risco: conceito e caracterização
do risco sanitário; identificação do dano; avaliação da exposição; ações corretivas político-administrativas no âmbito do sistema
de saúde, serviço e impacto na sociedade (o que fazer, planejamento, procedimentos, avaliação da exposição do risco,
consequências econômicas, políticas e sociais), incerteza da avaliação; decisão e ação; política da comunicação; Identificação
do dano e suas causas, diferença entre risco, incerteza e erro; Monitoramento dos fatores de risco. 18. Inspeção sanitária:
aspectos gerais, conceito, finalidade, características, etapas para realização de uma inspeção, procedimentos, processo de
condução, tipos de inspeção para fins de certificação, investigação. 19. Farmacologia geral: subdivisão da farmacologia;
classificação das formas farmacêuticas; classificação das drogas. 20. Bases fisiológicas da farmacologia: mediadores químicos;
receptores farmacológicos; interação droga-receptor; 21. Farmacocinética: vias de administração; absorção; biodisponibilidade;
meia-vida; distribuição; metabolização; excreção. Fatores físico-químicos na transferência de drogas através de membranas
celulares e absorção de drogas. 22. Farmacodinâmica: mecanismo de ação de drogas, alvos moleculares dos fármacos,
interação droga-receptor, relação dose e efeito, potência e eficácia, antagonistas competitivos e não competitivos, ED50, DL50.
23. Fármacos que afetam os principais sistemas orgânicos: vascular, endócrino, reprodutor, gastrintestinal, respiratório. 24.
Farmacologia Química de produtos naturais; métodos de extração, separação e identificação; controle de qualidade de produtos
naturais. Fitoquímica. 25. Toxicologia: conceitos de toxicologia; avaliação de toxicidade; toxicocinética; toxicodinâmica,
toxicologia de alimentos; Ensaios de citotoxicidade e genotoxicidade: conceito, aplicação e avaliação; Conceito, aplicação e
avaliação. Procedimentos e fundamentos. Fatores que influenciam as respostas. Correlação "in vitro" e "in vivo". Métodos de
avaliação da mutagenicidade de compostos químicos. 26. Pesquisa clínica: estudos pré-clínicos e clínicos para comprovação de
eficácia e segurança dos medicamentos classificados como: novo, fitoterápico, biológico, radiofármacos, gases medicinais,
antroposóficos, antihomotóxicos e antroposóficos. 27. Lei nº 9.787/1999 ­ Altera a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que
dispõe sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em
produtos farmacêuticos e dá outras providências. 28. Lei nº 11.343/2006 ­ Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre
Drogas ­ Sisnad; prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de
drogas; estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas; define crimes e dá outras
providências. 29. Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e Saúde Pública. Papéis da Anvisa e sua relação com o Sistema
Nacional de Vigilância Sanitária. Relações Federativas e competência da União, Estados e Municípios na vigilância sanitária. 30.
Epidemiologia, conceitos e propósitos. Indicadores de saúde. Métodos de estudos epidemiológicos. Investigações sobre agravos
associados ao uso de tecnologias em saúde. 31. Pesquisa Clínica: Conceitos básicos. Fases das Pesquisas Clínicas. Tipos e
desenho de estudos clínicos. Desenhos de estudos clínicos para medicamentos e produtos para saúde.
32. Boas Práticas Clínicas (BPC). Termos e definições. Regulamentação de pesquisas clínicas no Brasil. Os papéis dos Comitês
de Ética (CEP), Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e da ANVISA. Responsabilidades e atribuições dos
investigadores e patrocinadores. Segurança do paciente e do voluntário de pesquisas clínicas. Termo de Consentimento Livre e
Esclarecido ­ TCLE. 33. Bioestatística e suas aplicações nos desenhos dos estudos clínicos. 34. Conceitos básicos, objetivos e
etapas básicas de um processo de avaliação de tecnologia em saúde (ATS). 35. Revisão da literatura científica: narrativas,
sistemáticas e metanálises. Princípios e racionalidade de uma revisão sistemática. Avaliação crítica dos trabalhos científicos.
Níveis de evidências de dados científicos. Decisões baseadas em evidências e conceitos aplicados. 36. Regulamentação e
conceitos relacionados à farmacovigilância, tecnovigilância e hemovigilância. 37. Regulação de mercado: Câmara de Regulação
de Mercado e seu papel na regulação de preços dos medicamentos no Brasil. 38. Biotecnologia: conceitos e fundamentos dos
processos de obtenção de produtos por processos biotecnológicos. Vacinas, anticorpos monoclonais, biomateriais e
biomedicamentos. 39. Regulamentação para registro de produtos junto à Anvisa: medicamentos e dispositivos médicos e
alimentos. Classificação regulatória dos diferentes grupos de produtos e requisitos para registro e alterações pós-registro. 40.
Relação entre estrutura e atividade dos fármacos.
ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA ­ ÁREA 3
1. Boas Práticas de Fabricação ­ BPF: definições; evolução; aspectos gerais. 2. Epidemiologia, Vigilância epidemiológica e
Saúde pública: conceitos, propósitos, funções, indicadores de saúde, métodos de estudos epidemiológicos (inquérito,
investigação), coleta de dados, informações e fontes de erros, investigação epidemiológica. 3. Análise e gerenciamento de risco:
conceito e caracterização do risco sanitário; identificação do dano; dose-resposta; avaliação da exposição; ações corretivas
político-administrativas no âmbito do sistema de saúde, serviço e impacto na sociedade (o que fazer, planejamento,
procedimentos, avaliação da exposição do risco, consequências econômicas, políticas e sociais), incerteza da avaliação; decisão
e ação; política da comunicação; identificação do dano e suas causas, diferença entre risco, incerteza e erro; Monitoramento dos
fatores de risco. 4. Inspeção sanitária: aspectos gerais, conceito, finalidade, características, etapas para realização de uma
inspeção, procedimentos, processo de condução, tipos de inspeção para fins de certificação, investigação. 5. Biossegurança, Lei
nº 11.105/2005. 6. Lei nº 9.782/1999 e suas alterações ­ Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional
de Vigilância Sanitária e dá outras providências. 7. Decreto nº 3.029/1999 e suas alterações ­ Aprova o regulamento da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária e dá outras providências. 8. Lei nº 6.360/1976 e suas alterações ­ Dispõe sobre a vigilância
sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e
outros produtos, e dá outras providências. 9. Decreto nº 79.094/1977 e suas alterações ­ Regulamenta a Lei nº 6.360/1976, que
submete ao Sistema de Vigilância Sanitária os medicamentos, insumos farmacêuticos, drogas, correlatos, cosméticos, produtos
de higiene, saneantes e outros. 10. Lei nº 6.437/1977 e suas alterações ­ Configura infrações à legislação sanitária federal,
estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências. 11. Direito Sanitário: 11.1 Conceito e abrangência; 11.2 Fontes do
Direito Sanitário; 11.3 Princípios do Direito Sanitário; 11.4. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e Decreto nº 7.508, de 28 de
junho de 2011; 11.5 Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012. 12. Planejamento
estratégico. 13. Planejamento organizacional. 14. Avaliação institucional. 15. Economia em saúde. 16. Sistema de Informação em
Saúde; 17. Regulação econômica do setor farmacêutico; 17.1 Órgão regulador do mercado ­ Câmara de Regulação Econômica
do Mercado de Medicamentos. Atuação do órgão; 17.2 Lei nº 10.742/2003; 17.3 Competências da ANVISA na regulação
econômica e monitoramento do mercado de medicamentos.

CARGOS: TÉCNICO ADMINISTRATIVO E TÉCNICO EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA
CONHECIMENTOS BÁSICOS
35

LÍNGUA PORTUGUESA
1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Tipologia textual. 3. Ortografia oficial. 4. Acentuação gráfica. 5. Emprego das
classes de palavras. 6. Emprego do sinal indicativo de crase. 7. Sintaxe da oração e do período. 8. Pontuação. 9. Concordâncias
nominal e verbal. 10. Regências nominal e verbal. 11. Significação das palavras. 12. Vícios de linguagem. 13. Coesão e coerência.

REDAÇÃO
REDAÇÃO OFICIAL
1. Manual de Redação da Presidência da República: Parte I ­ As Comunicações Oficiais ­ Capítulos I e II.
RACIOCÍNIO LÓGICO E QUANTITATIVO
1. Estruturas lógicas. 2. Lógica da argumentação. 3. Raciocínio sequencial 4. Números e grandezas direta e inversamente
proporcionais; 4.1 Razões e proporções; 4.2 Divisão proporcional; 4.3 Regras de três simples e composta. 5. Porcentagem. 6.
Juros. 7. Princípios da contagem. 8. Sistema legal de medidas. 9. Gráficos.
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
1. Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal: Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994. 2.
Código de Ética da Anvisa ­ RDC 141, de 30 de maio de 2003.
NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL
NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO
1. Administração direta e indireta, centralizada e descentralizada. 2. Ato administrativo: conceito, requisitos, atributos,
classificação e espécies. 3. Poderes administrativos: poderes hierárquico, disciplinar, regulamentar e de polícia; uso e abuso do
poder. 4. Licitação: princípios, dispensa e inexigibilidade; modalidades. 5. Controle e responsabilização da administração:
controles administrativo, judicial e legislativo; responsabilidade civil do Estado. 6. Lei nº 8.112/1990 (regime jurídico dos
servidores públicos civis da União): títulos II, III e IV.
NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL
1. Constituição de 1988: Princípios Fundamentais (art. 1º ao 4º); 1.1 Dos Direitos e Garantias Fundamentais (art. 5º ao 17); 1.2 Da
Organização do Estado (art. 18 ao 43); 1.3 Da Organização dos Poderes; 1.4 Da fiscalização Contábil e Financeira (art. 70 a 75);
1.5 Do Poder Executivo (art. 76 ao 88); 1.6 Da tributação e Orçamento (art. 145 a 169); 1.7 Da Saúde (art. 196 a 200).
NOÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SAÚDE PÚBLICA
1. Evolução da vigilância sanitária no Brasil. 2. Vigilância Sanitária; 2.1 Conceitos básicos; 2.2 Áreas de abrangência; 2.3
Funções. 3. Lei nº 9.782/1999 e suas alterações ­ Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária e dá outras providências. 4. Decreto nº 3.029/1999 e suas alterações ­ Aprova o regulamento da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária e dá outras providências. 5. Regimento Interno da Anvisa.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, NOÇÕES DE REGULAÇÃO E AGÊNCIAS REGULADORAS
1. Conceitos de Estado, governo e Administração Pública. 2. Princípios da Administração Pública. 3. Políticas Públicas.
NOÇÕES DE REGULAÇÃO E AGÊNCIAS REGULADORAS
1. Regulação e agências reguladoras: As agências reguladoras e o princípio da legalidade. Órgãos reguladores no Brasil:
histórico e característica das autarquias. Abordagens: teoria econômica da regulação, teoria da captura, teoria do agenteprincipal. Formas de regulação: regulação de preço; regulação de entrada; regulação de qualidade. Princípios de qualidade
regulatória, boas práticas de governança regulatória, noções de avaliação de impacto regulatório. Regulação setorial: regulação
sanitária.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
TÉCNICO ADMINISTRATIVO ­ ÁREA 1
NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO
1. Funções da administração: planejamento, organização, direção e controle. 2. Noções de administração financeira e de
recursos materiais. 3. Noções de gestão de pessoas: motivação, liderança, desempenho, estrutura organizacional, cultura
organizacional. 4. Noções de arquivologia; 4.1 Conceitos fundamentais de arquivologia; 4.2 O gerenciamento da informação e a
gestão de documentos: diagnósticos; arquivos correntes e intermediário; protocolos; avaliação de documentos; arquivos
permanentes; 4.3 Gestão de documentos: protocolo de recebimento, registro, distribuição, tramitação e expedição de
documentos; 4.4 Preservação e conservação de documentos de arquivo. 5. Administração Pública; 5.1 Regime Jurídico Único:
Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 5.2 Carreiras e cargos das Agências Reguladoras: Lei nº 10.871, de 20 de maio de 2004;
5.3 Acesso à informação: Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, e Decreto nº 7.724, de 16 de maio de 2012; 5.4 Processo
Administrativo: Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999; 5.5 Licitações e contratos: Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993; 5.6 Pregão:
Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002. 6. Instrução Processual: Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
TÉCNICO EM REGULAÇÃO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA ­ ÁREA 1
NOÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SAÚDE PÚBLICA
1. Evolução da vigilância sanitária no Brasil. 2. Vigilância Sanitária; 2.1 Conceitos; 2.2 Áreas de abrangência; 2.3 Funções. 3. Lei
nº 9.782/1999 e suas alterações ­ Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária e dá outras providências. 4. Decreto nº 3.029/1999 e suas alterações ­ Aprova o regulamento da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária e dá outras providências. 5. Instrumentos de ação da vigilância sanitária. 6. Lei nº 6.360/1976 e suas
36

alterações ­ Dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e
correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, e dá outras providências. 7. Decreto nº 79.094/1977 e suas alterações ­
Regulamenta a Lei nº 6.360/1976, que submete ao Sistema de Vigilância Sanitária os medicamentos, insumos farmacêuticos,
drogas, correlatos, cosméticos, produtos de higiene, saneantes e outros. 8. Lei nº 6.437/1977 e suas alterações ­ Configura
infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências. 9. Lei nº 5.991/1973 e suas
alterações ­ Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá
outras providências. 10. Decreto nº 74.170/1974 e suas alterações ­ Regulamenta a Lei nº 5.991/1973, que dispõe sobre o controle
sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos. 11. Classificação regulatória dos
medicamentos no Brasil. 12. Boas Práticas de Fabricação ­ BPF: definições; evolução; aspectos gerais; sanitização e higiene;
qualificação e validação; reclamações; recolhimento de produtos; contrato de produção e/ou análise; autoinspeção e auditorias
de qualidade; pessoal; treinamento; higiene pessoal; instalações; equipamentos; materiais; documentação; boas práticas de
produção; boas práticas de controle de qualidade e produtos estéreis; garantia da qualidade. 13. Inspeção sanitária: aspectos
gerais, conceito, finalidade, características, etapas para realização de uma inspeção, procedimentos, processo de condução,
tipos de inspeção para fins de certificação, investigação. 14. Gerenciamento, Controle e Garantia da qualidade: conceitos,
princípio da garantia da qualidade, fatores que afetam a qualidade do produto, requisitos para um sistema de qualidade, objetivo,
requisitos básicos, gestão da qualidade, auditoria da qualidade. Sistema da qualidade e seus elementos, política da qualidade
para fabricação e ciclo de vida de produtos à Vigilância Sanitária. 15. Análise e gerenciamento de risco: conceito e caracterização
do risco sanitário; Identificação do dano; dose-resposta; avaliação da exposição; ações corretivas político-administrativas no
âmbito do sistema de saúde, serviço e impacto na sociedade (o que fazer, planejamento, procedimentos, avaliação da exposição
do risco, consequências econômicas, políticas e sociais), incerteza da avaliação; decisão e ação; política da comunicação;
Identificação do dano e suas causas, diferença entre risco, incerteza e erro; Monitoramento dos fatores de risco.
POLÍTICAS DE SAÚDE E SAÚDE PÚBLICA
1. Lei nº 8.080/1990 e suas alterações ­ Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a
organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. 2. Decreto nº 7.508/2011 e suas
alterações ­ Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde
­ SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. 3. Organização e
funcionamento do Sistema Único de Saúde ­ SUS. 4. Lei nº 8.142/1990, de 28 de dezembro de 1990 ­ Dispõe sobre a participação
da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos
financeiros na área da saúde e dá outras providências. 5. Lei Complementar nº 141 ­ Regulamenta o § 3º do art. 198 da
Constituição Federal para dispor sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e
Municípios em ações e serviços públicos de saúde; estabelece os critérios de rateio dos recursos de transferências para a saúde
e as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas 3 (três) esferas de governo; revoga dispositivos
das Leis nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e nº 8.689, de 27 de julho de 1993, e dá outras providências. 6. Principais doenças
que afetam a população brasileira: caracterização, prevenção e profilaxia.
BIOLOGIA
1. Estrutura e fisiologia celular. 2. Principais tecidos animais. 3. Noções sobre células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA
recombinante. 4. Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos. 5. Aspectos
genéticos do funcionamento do corpo humano. 6. Embriologia, anatomia e fisiologia humana. 7. Antígenos e anticorpos. 8.
Virologia. 9. Principais doenças que afetam a população brasileira: caracterização, prevenção e profilaxia. 10. Técnicas de
biossegurança. 11. Microbiologia: morfologia de micro-organismos, métodos de contagem de micro-organismos, noções de
desinfecção de materiais e meios. 12. Noções de preparo e esterelização de material.
FÍSICA
1. Dimensionamento de circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano. 2. Relacionamento de informações para
compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum. 3. Sistema
Internacional de Unidades. 4. Grandezas fundamentais da mecânica: tempo, espaço, velocidade e aceleração. Relação histórica
entre força e movimento. 5. A hidrostática: aspectos históricos e variáveis relevantes. 6. Carga elétrica e corrente elétrica. 7.
Campo elétrico e potencial elétrico. 8. Resistência elétrica e resistividade. 9. Relações entre grandezas elétricas: tensão,
corrente, potência e energia. 10. Circuitos elétricos simples. 11. Correntes contínua e alternada. Medidores elétricos. 12.
Representação gráfica de circuitos. Símbolos convencionais. 13. Potência e consumo de energia em dispositivos elétricos. 14.
Feixes e frentes de ondas. Reflexão e refração. 15. Instrumentos ópticos simples. 16. Conceitos de calor e de temperatura. 17.
Transferência de calor e equilíbrio térmico.
QUÍMICA
1. Evidências de transformações químicas. 2. Número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica. 3. Reações
químicas. 4.Grandezas químicas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro. 5. Substâncias químicas:
classificação e características gerais. 6. Substâncias moleculares: H2, O2, N2, Cl2, NH3, H2O, HCl, CH4. 7. Ligação covalente.
Polaridade de moléculas. 8. Relação entre estruturas, propriedade e aplicação das substâncias. 9. Características gerais dos
compostos orgânicos. 10. Estrutura e propriedades de hidrocarbonetos. 11. Fermentação. 12. Estrutura e propriedades de
compostos orgânicos nitrogenados. 13. Macromoléculas naturais e sintéticas. 14. Química na agricultura. 15. Química na saúde.
16. Química nos alimentos. 17. Química e ambiente.
MATEMÁTICA
1. Relações entre grandezas e unidades de medida. 2. Solução de situação-problema que envolva medidas de grandezas. 3.
Relação de dependência entre grandezas. 4. Solução de situação-problema envolvendo a variação de grandezas, direta ou
inversamente proporcionais. 5. Utilização de informações expressas em gráficos ou tabelas para fazer inferências. 6. Solução de
problema com dados apresentados em tabelas ou gráficos. 7. Análise de informações expressas em gráficos ou tabelas. 8.
Solução de problema que envolva conhecimentos de estatística e probabilidade.

37

ANEXO II
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA PROVA DISCURSIVA
CRITÉRIOS

ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO DA PROVA DISCURSIVA PARA OS
CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

PONTOS

Norma-padrão

Norma-padrão: o candidato deverá demonstrar domínio da norma-padrão da
Língua Portuguesa. O candidato não deverá apresentar erros no que tange à
ortografia, acentuação, pontuação, às regências verbal e nominal, às
concordâncias verbal e nominal, entre outros. Vícios de linguagem também
serão considerados.

30

Coesão e coerência

Técnica

Coesão e Coerência: o candidato deverá selecionar argumentos e organizálos, articulando as partes do texto e utilizando os recursos coesivos
adequadamente. A clareza e a organicidade do texto também são quesitos
importantes a serem levados em consideração.
Domínio do tema: o candidato deverá apresentar proposta de intervenção
bem articulada à argumentação desenvolvida em seu texto, bem como
conhecimento em relação ao tema proposto.
TOTAL

30

20
80

CRITÉRIOS

ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO DA PROVA DISCURSIVA PARA OS
CARGOS DE NÍVEL MÉDIO

PONTOS

Norma-padrão

Norma-padrão: o candidato deverá demonstrar domínio da norma-padrão da
Língua Portuguesa. O candidato não deverá apresentar erros no que tange à
ortografia, acentuação, pontuação, às regências verbal e nominal, às
concordâncias verbal e nominal, entre outros. Vícios de linguagem também
serão considerados.

15

Coesão e coerência

Técnica

Coesão e Coerência: o candidato deverá selecionar argumentos e organizálos, articulando as partes do texto e utilizando os recursos coesivos
adequadamente. A clareza e a organicidade do texto também são quesitos
importantes a serem levados em consideração.
Domínio do tema: o candidato deverá apresentar proposta de intervenção
bem articulada à argumentação desenvolvida em seu texto, bem como
conhecimento em relação ao tema proposto.
TOTAL

15

10
40

38

ANEXO III - FORMULÁRIO PARA ENTREGA DE TÍTULOS
CONCURSO PÚBLICO ­ EDITAL nº 01/2013
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA
ATENÇÃO: Os documentos relativos aos Títulos deverão ser postados em ENVELOPE LACRADO, no período provável
17/07/2013 a 22/07/2013 de acordo com o Edital de Convocação, que será publicado no Diário Oficial da União.
Nome Completo do Candidato: _____________________________________________________________________
Cargo para o qual está concorrendo:________________________________________________________________
Número de Inscrição do candidato: _________________________________________________________________
Número do Documento de Identidade:_______________________________________________________________
RELAÇÃO DE TÍTULOS ENTREGUES
Nº de
Ordem

Tipo de Título Entregue

1
2
3
4
5
6
Observações Gerais:

Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim

Para uso da Cetro Concursos
(não preencher)
Validação
Pontuação
Anotações
Não
Não
Não
Não
Não
Não

Total de Pontos
Revisado por

Declaro que os documentos apresentados para serem avaliados na Prova de Títulos correspondem à minha participação
pessoal em eventos educacionais nos quais obtive êxito de aprovação.
Declaro, ainda, que, ao encaminhar a documentação listada na relação acima, para avaliação da Prova de Títulos, estou
ciente de que assumo todos os efeitos previstos no Edital do Concurso Público, quanto à plena autenticidade e validade dos
Títulos apresentados, inclusive no tocante às sanções e efeitos legais.
Local e Data _________________________________________
Assinatura do Candidato _______________________________

39

R E A L I Z A Ç Ã O :

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA ­ VENDA PROIBIDA

40