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Universidade Camilo Castelo Branco
UNICASTELO

Este guia foi criado para auxiliar os alunos na elaboração de
trabalhos acadêmicos que serão apresentados à Universidade
Camilo Castelo Branco. As recomendações têm como base as
normas VANCOUVER.
TIPOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS COBERTOS POR ESTAS
NORMAS:
Tese de Doutorado
Dissertação de Mestrado
Trabalhos acadêmicos, tais como:
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Trabalho de Conclusão de Especialização e/ou Aperfeiçoamento

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1. ESTRUTURA
Os trabalhos de conclusão de curso, as dissertações de mestrado e as teses de
doutorado constam de três partes:
1) Pré-texto
2) Texto
3) Pós-texto
1.1. A seção pré-texto inclui os itens:
*Capa
*Folha de rosto
*Ficha catalográfica (confeccionada pela Bibliotecária da UNICASTELO) ­ deixar a
página em branco
*Folha de autorização para reprodução do trabalho (autorização concedida pelo
autor para fins de reprodução xerográfica, eletrônica e de publicação na página do
curso e divulgação pela CAPES) ­ deixar a página em branco
*Folha de aprovação da banca examinadora (escaneada pela secretaria após a
apresentação/defesa) ­ deixar a página em branco
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional, obrigatório se envolver projetos de pesquisa e bolsas
concedidas por agências de fomento, onde os números destes processos e as
agências apoiadoras devem ser informados)
Epígrafe (opcional)
*Título, resumo em português e até 6 (seis) palavras-chave (texto corrido sem
parágrafos ou referências e contendo não mais que 300 palavras)
*Título e resumo (Abstract) em inglês e até seis (6) palavras-chave em inglês
(keywords)
*Lista de figuras
*Lista de tabelas
*Lista de abreviaturas, siglas e símbolos.
*Sumário
(*) Itens obrigatórios
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1.2. A seção texto inclui os itens (sem recuo e alinhados à esquerda):
1. INTRODUÇÃO
1.1. Relevância do tema e estado atual da arte
1.2. Fundamentação
1.3. Hipótese (obrigatório para tese de doutorado)
1.4. Objetivo geral e objetivos específicos
2. MATERIAIS E MÉTODOS
3. RESULTADOS*
4. DISCUSSÃO*
5. CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (com título centrado na página)
1.3. A seção pós-texto inclui os itens (opcionais):
APÊNDICE(S): texto(s) utilizado(s) pelo autor como complemento do trabalho,
exemplo:
APÊNDICE A ­ Título (centrado na página)
ANEXO: texto(s) não elaborado(s) pelo autor ou documentos utilizados para
documentar ou ilustrar o trabalho, exemplo:
ANEXO A ­ Título (centrado na página)
RESENHA BIOGRÁFICA DO AUTOR (título centrado na página).
O Termo de Aprovação do projeto pelo Comitê de Ética, assim como a
declaração com a autorização do instituto/departamento/hospital ou lugares
afins onde o trabalho foi realizado quando requerido pela característica do
trabalho, devem ser inseridos como ANEXOS.
*Obs: Trabalhos de conclusão de curso e dissertações de Mestrado poderão ter as
seções Resultados e Discussão reunidas em uma única seção intitulada Resultados
e Discussão.
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2. FORMATAÇÃO
O texto deve ser digitado em papel tamanho A4, com margens esquerda e superior
de 3 cm; direita e inferior de 2 cm. O editor de texto preferencial é o Word (.doc,
.docx).
Fonte: Arial, tamanho 12 para texto e títulos das subseções e 14 para título
das seções. Fontes de tamanho menor, tamanho 10, devem ser usadas para
legendas das ilustrações e tabelas, notas de rodapé e citações.
Texto digitado em espaço 1,5. Nas legendas das ilustrações e das tabelas,
notas de rodapé e na lista das referências o espaço é simples. Entre duas
referências, na lista de referências, deixa-se um espaço simples em branco.
Os parágrafos são recuados em 1,5 cm, exceto o primeiro parágrafo de uma
seção ou subseção, que não é recuado. Deve-se deixar um espaço em branco de
1,5 entre o título e a primeira linha do parágrafo. Deixa-se um espaço 1,5 em branco
entre o titulo de uma seção ou subseção e os parágrafos que o antecede ou
precede, respectivamente. Antes e após as figuras e tabelas, deixa-se também
espaço de 1,5 em branco.
A numeração das folhas deve ser no canto superior à direita e consecutivas,
da primeira folha até a última da dissertação ou tese, usando-se algoritmos romanos
maiúsculos no pré-texto e continuando com algoritmos arábicos no texto e pós-texto.
Na capa a numeração não é visível.
Seções principais (Introdução, Resultados, etc.) iniciam-se em folhas
separadas.
Grandezas e respectivas unidades apresentadas ao longo do texto devem
respeitar o padrão adotado pelo Sistema Internacional de Unidades (SI), que pode
ser

acessado

em

sua

versão

mais

atual

no

site

do

INMETRO:

http://www.inmetro.gov.br/noticias/conteudo/sistema-internacional-unidades.pdf.
2.1. Títulos das seções principais e sub-seções
Alinhados à esquerda e sem recuo. Espaço 1,5 entre o título e o texto da seção.
Seções principais: tamanho 14, em negrito e letras maiúsculas, por
exemplo:
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1. INTRODUÇÃO
Subseções: tamanho 12, em negrito, com primeira letra maiúscula e demais
minúsculas, por exemplo:
1.1. Relevância do tema e estado atual da arte
1.2.1. Processo inflamatório
1.2.2. Tendão calcâneo
Os títulos das seções Referências Bibliográficas, Apêndice, Anexo, etc, são
centralizados no texto e não são numerados. Tamanho de fonte 14, negrito.

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3. MODELOS
3.1. Capa para trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses
3.2. Folha de rosto de trabalho de conclusão de curso, dissertações e teses
3.3. Titulo, resumo e palavras-chave em português e em inglês
3.4. Listas de figuras, tabelas e abreviaturas, siglas e símbolos

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Modelo para curso de graduação:
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(fonte 12, centralizado, espaço 1,5 ao longo de toda a página)

Curso de Engenharia Civil (exemplo), Campus Fernandópolis (exemplo)
(fonte 12, centralizado)

NOME DO ALUNO (fonte 14, centralizado)

TÍTULO DO TRABALHO (EM PORTUGUÊS) (fonte14, centralizado)
TÍTULO DO TRABALHO (EM INGLÊS) (fonte 12, centralizado)

Cidade, SP (fonte 12, centralizado)
Ano (fonte 12, centralizado)
8
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Modelo para Pós-graduação ­ stricto sensu
Universidade Camilo Castelo Branco
(fonte 12, centralizado, espaço 1,5 ao longo da página)

Instituto de Engenharia Biomédica, ou Campus Descalvado, Fernandópolis, São
Paulo (fonte 12, centralizado)

NOME DO ALUNO (fonte 14, centralizado)

TÍTULO DO TRABALHO (EM PORTUGUÊS) (fonte14, centralizado)
TÍTULO DO TRABALHO (EM INGLÊS) (fonte 12, centralizado)

Cidade, SP (fonte 12, centralizado)
Ano (fonte 12, centralizado)
9
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Nome do aluno (fonte 12, centralizado)
(espaçamento 1,5 ao longo da página)

TÍTULO DO TRABALHO (fonte12, centralizado)

Orientador(a): Prof.(a.). Dr.(a.) Nome completo (fonte 12, centralizado)
Co-orientador(a) (se houver): Prof.(a.). Dr.(a.) Nome completo (fonte 12, centralizado)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentada ao Curso de Graduação em (nome
do curso) da Universidade Camilo Castelo Branco, como complementação dos
créditos necessários para obtenção do título de Bacharel (ou Licenciado) em (título
do curso) (fonte 10 centralizado, com 1,5 cm de recuo dos dois lados)

Cidade, SP (fonte 12, centralizado)
Ano (fonte 12, centralizado)

10
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Nome do aluno (fonte 12, centralizado)
(espaçamento 1,5 ao longo da página)

TÍTULO DO TRABALHO (fonte12, centralizado)

Orientador(a): Prof.(a.). Dr.(a.) Nome completo (fonte 12, centralizado)
Co-orientador(a) (se houver): Prof.(a.). Dr.(a.) Nome completo (fonte 12, centralizado)

Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em
XXXXX (Bioengenharia, Ciências Ambientais, Engenharia Biomédica ou Produção
Animal) da Universidade Camilo Castelo Branco, como complementação dos
créditos

necessários

para

obtenção

do

título

de

Mestre

em

XXXXX

(Bioengenharia, Ciências Ambientais, Engenharia Biomédica ou Produção Animal)
(fonte 10, centralizado, com 1,5 cm de recuo dos dois lados)

Cidade, SP (fonte 12, centralizado)
Ano (fonte 12, centralizado)
11
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Nome do aluno (fonte 12, centralizado)
(espaçamento 1,5 ao longo da página)

TÍTULO DO TRABALHO (fonte12, centralizado)

Orientador(a): Prof.(a.). Dr.(a.) .....Nome completo (fonte12, centralizado)
Co-orientador(a) (se houver): Prof.(a.). Dr.(a.) ... Nome completo (fonte 12, centralizado)

Tese de Doutorado defendida no Programa de Pós-Graduação em Engenharia
Biomédica da Universidade Camilo Castelo Branco, como complementação dos
créditos necessários para obtenção do título de Doutor em Engenharia Biomédica
(fonte 10, centralizado, com 1,5 cm de recuo dos dois lados)

Cidade, SP (fonte 12, centralizado)
Ano (fonte 12, centralizado)

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FICHA CATALOGRÁFICA

(confeccionada pela Bibliotecária da UNICASTELO)

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FOLHA DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO DO TEXTO NA PÁGINA
UNICASTELO E BANCO DE TESES DA CAPES E REPRODUÇÃO DO
TRABALHO
(DEIXAR espaço em branco pois é digitalizada pela Secretaria após a apresentação
ou defesa)

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TERMO DE APROVAÇÃO
(para dissertações e teses)
(DEIXAR espaço em branco pois é digitalizada pela Secretaria após a apresentação
ou defesa)

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EFEITOS DO LASER, 660 nm, SOBRE A ATIVIDADE MUSCULAR DO
QUADRICEPS AVALIADA POR DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO
(maiúscula, tamanho 14, centralizado, espaço 1,5 na página toda)
RESUMO (maiúscula tamanho 14, centralizado)
O futebol é uma atividade física coletiva de alta intensidade, na qual ocorre acúmulo
de ácido láctico ocasionando fadiga muscular, que acarreta na diminuição do
desempenho físico do atleta. O dinamômetro isocinético é um método não invasivo
para mensurar a fadiga muscular, através da analise de parâmetros como pico de
torque, potência e trabalho. O estudo teve como objetivo verificar os efeitos da
irradiação do laser de baixa potência 660 nm na capacidade de resistência a fadiga
muscular induzida. Trinta e três voluntários foram alocados em três grupos, dois
foram irradiados por laser com doses respectivas de 100 J/cm2 e 75 J/cm2 em cinco
pontos no ventre muscular do reto femural, e o terceiro foi o grupo controle. Os
efeitos do laser foram verificados através da análise dos dados obtidos pelo
dinamômetro isocinético. Os resultados da primeira fase do protocolo, sem aplicação
da LBI, nenhum dado apresentou diferença estatisticamente significativa entre os
três grupos. Já em relação aos torques de extensão e flexão, na segunda fase do
protocolo observaram-se diferenças estatisticamente significativas (p < 0,05) entre
os grupos 100 J/cm2 e controle, e o grupo 75 J/cm2 e controle, quanto ao tempo de
extensão e flexão pós-aplicação de laser, observaram-se também diferenças
estatisticamente significativas (p < 0,05) entre os grupos 100 J/cm2 e controle, e o
grupo 75 J/cm2 e controle e em relação ao número de extensões e flexões os três
grupos não apresentaram diferenças estatisticamente significativas entre si (p >
0,05). Conclui-se que a aplicação da LBI proporciona efeito excitatório em relação ao
retardo da fadiga muscular. (espaçamento 1,5) (máximo 300 palavras)
Palavras-chave: fadiga muscular, laser no vermelho, isocinética, futebol. (até seis)

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EFFECTS OF THE LASER (660 nm) ON THE QUADRICEPS MUSCLE
ACTIVITY, EVALUATED BY AN ISOKINETIC DYNAMOMETER
ABSTRACT
Football is a collective physical activity of high intensity that causes lactic
acid accumulation, which produces muscle fatigue resulting in the decrease of the
physical performance of athletes. The isokinetic dynamometer is a noninvasive
method for measuring muscle fatigue, through the analysis of parameters such as
peak torque, power and work. The study aimed to assess the effects of laser
irradiation of low power 660 nm in the resilience of the induced muscle fatigue.
Thirty-three volunteers were divided into three groups; two were laser irradiated at
doses of100 J/cm2 and 75 J/cm2, respectively, in five points in the muscle belly of the
rectus femoris, and the third non-treated group was used a control. The athletes from
all groups underwent the protocol to induce muscle fatigue to the lower limbs. The
laser effects were verified by analysis of data obtained by the isokinetic
dynamometer. The results of the first phase of the protocol, without application of
LLLT, didn't present a statistically significant result among the three groups. In
relation to extension and flexion torques in the second phase of the protocol, there
was a statistically significant difference (p < 0.05) between the 100 J/cm2 and the
75 J/cm2 groups with respect to the control group, respectively. Regarding the time of
extension and flexion, post laser-application, there was also a statistically significant
difference p < 0.05 between the 100 J/cm2 group and the control and the 75 J/cm2
group and the control. It was not observed statistically significant difference when
compared the number of extensions and flexions of the three groups. It can be
concluded that application of LLLT provides excitatory effect in relation to the delay of
muscle fatigue.
Keywords: muscle fatigue, red laser, Isokinetics, football

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LISTA DE FIGURAS *
(negrito, maiúscula, centralizada, espaço 1,5, tamanho 14)
Figura 1: Dinamômetro e cadeira do isocinético................................................. 12
Figura 2: Microcomputador do isocinético..........................................................

13

Figura 3: Laser InGaAlP 660nm.........................................................................

13

Figura 4: Pontos de aplicação do laser 660nm................................................... 16
Figura 5: Picos de torque da extensão primeira fase do protocolo de fadiga
muscular.............................................................................................................. 17
Figura 6: Picos de torque da extensão segunda fase do protocolo de fadiga
muscular.............................................................................................................

18

Figura 7: Comparação dos picos de torque das extensões do protocolo de
fadiga muscular..................................................................................................

19

* recomenda-se utilizar opção de autoformatação do Word ou inserir uma tabela do
Word com 2 colunas, onde a 1ª coluna é a do título da figura e a 2ª coluna é a da
numeração da página onde a figura se encontra)

18
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LISTA DE TABELAS *
(negrito, maiúscula, centralizada, espaço 1,5, tamanho 14)
Tabela 1: Linha cronológica do grupo laser 1....................................................

15

Tabela 2: Linha cronológica do grupo laser 2....................................................

16

Tabela 3: Linha cronológica do grupo controle..................................................

17

Tabela 4: Protocolo de irradiação do laser 660 nm (100 J/cm²)........................

18

Tabela 5: Protocolo de irradiação do laser 660 nm (75 J/cm²)..........................

19

Tabela 6: Comparação dos valores de p, nos picos de torque de
extensãoprimeira fase do protocolo de fadiga muscular...................................

22

Tabela 7: Comparação dos valores de p, nos picos de torque de extensão
segunda fase do protocolo de fadiga muscular.................................................

23

* recomenda-se utilizar opção de autoformatação do Word ou inserir uma tabela do
Word com 2 colunas, onde a 1ª coluna é a do título da tabela e a 2ª coluna é a da
numeração da página onde a tabela se encontra)

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LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E SÍMBOLOS *
(negrito, maiúscula, centralizada, espaço 1,5, tamanho 14)
ANVISA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

CONEP

Comissão Nacional de Ética em Pesquisa

VO2

Volume de oxigênio

µ

Coeficiente de atenuação



Tempo de decaimento

* recomenda-se utilizar opção de autoformatação do Word ou inserir uma tabela do
Word com 2 colunas, onde a 1ª coluna é a abreviatura/sigla/símbolo e a 2ª coluna é
a de seu significado.
** unidades de grandezas físicas não necessitam serem listadas.

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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO................................................................................................ 15
1.1. Relevância do tema e estado atual da arte..........................................

15

1.2. Fundamentação................................................................................

17

1.3. Hipótese (obrigatório para tese de doutorado)......................................

27

1.4. Objetivo geral e objetivos específicos.....................................................

27

2. MATERIAIS E MÉTODOS.............................................................................

28

2.1. Tipo de pesquisa....................................................................................

28

2.2. Amostra..................................................................................................

28

2.2.1. Critérios de inclusão............................................................................

28

2. 2.2. Critérios de exclusão..........................................................................

28

2.2.3. Grupos.................................................................................................

29

2.3. Instrumentação.......................................................................................

29

2.4. Procedimentos........................................................................................

31

2.4.1. Aspectos éticos...................................................................................

31

2.4.2. Alongamento muscular........................................................................

32

2.4.3. Protocolo de indução à fadiga.............................................................

33

2.4.4. Aplicação do LBI..................................................................................

35

2.4.5. Análise de dados.................................................................................

36

3. RESULTADOS...............................................................................................

37

4. DISCUSSÃO.................................................................................................

42

5. CONCLUSÃO................................................................................................

48

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................

49

ANEXO A - Termo de Consentimento Livre e Esclarecido..............................

53

ANEXO B - Termo de aprovação do projeto pelo Comitê de Ética em
Pesquisa...........................................................................................................

54

ANEXO C ­ Declaração de consentimento do responsável do
instituto/hospital/ou outra unidade qualquer em que o trabalho seja
desenvolvido.....................................................................................................
RESENHA BIOGRÁFICA DO AUTOR..............................................................

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* Os títulos das sub-seções mostradas em MATERIAIS E MÉTODOS e
ANEXOS são só indicativos.
** Recomenda-se utilizar opção de autoformatação do Word ou inserir
uma tabela do Word com 2 colunas, onde a 1ª coluna é a do título da
seção ou sub-seção e a 2ª coluna é a da numeração da página onde a
mesma se inicia)

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3.11. EXEMPLO DE TEXTO
Primeiro parágrafo sem recuo, após uma seção ou subseção. Os demais parágrafos
com recuo de 1,5 cm.

1. INTRODUÇÃO
A Unidade de Tratamento Odontológico (UTO) pertencente à clínica dentária é
responsável por permitir a aplicação de diversas técnicas para a terapia dentária.
Este sistema é constituído de um circuito linha d'água ou sistema hidráulico, que
permite a limpeza bucal durante o procedimento clínico odontológico. Sua estrutura
é baseada em um reservatório de água com pressão de ar com aproximadamente
1,5 bar, junto a um complexo sistema pneumático/hidráulico que permite a incidência
na cavidade da boca, tanto de ar comprimido quanto de água [1]; o sistema é
conjugado a um aparato de mangueiras e instrumentais onde a água circula para o
manuseio do profissional dentista.
Muitos estudos têm evidenciado a contaminação microbiológica da água
proveniente da UTO por alguns motivos, dentre estes, a qualidade da água utilizada
para suprir a própria unidade, devido a dispersão ou refluxo da água provocando a
realimentação para o sistema, o que resulta em possível contaminação cruzada de
outros pacientes [2,3-5].
A água que circula nas redes de distribuição pública está longe de constituir um
produto puro e estável. Na maior parte dos casos, a rede transporta quantidade
500 UFC/mL de microrganismos heterotróficos em água potável, respeitando as
normas de qualidade. No entanto, a densidade dos microrganismos presentes na
rede pode aumentar com o tempo de residência e/ou a distância entre a estação e o
utilizador [6], diminuindo assim, a qualidade da água fornecida [7,8].

23
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3.12. FIGURAS: gráficos, fotografias, desenhos.

Figura 1: Equipamento de ultra-som.
Fonte: http://www.ballke.com.br/images/superior_neuro_esthetic.jpg
(fonte tamanho10, centralizado, espaço simples, palavras Figura X: e Fonte: em negrito com dois
pontos depois do numero da figura)

Figura 2: Distribuição espectral da irradiância emitida pela fonte
luminosa para diferentes distâncias do equipamento de LED-terapia.
Fonte: adaptado de http://www.spectroscopynews.com.br/solar.htm
(fonte tamanho10, centralizado, espaço simples, largura do texto acompanhando a largura da
figura, palavras Figura X: e Fonte: em negrito com dois pontos depois do numero da figura)

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3.13. TABELAS
Tabela 1: Limite da concentração de bilirrubina a partir da qual o tratamento
com fototerapia e aconselhável para recém nascidos, em função do tempo
de vida do mesmo. (fonte tamanho 10, centralizado, largura da tabela,
espaçamento simples, palavras Tabela X: e Fonte: em negrito com dois
pontos depois do numero da tabela)

Tempo de vida (h)

Bilirrubina total (mg/dL)

24-48

>15

> 48

>18

72 ­ 96

>20

>96

>22

Fonte: www.terapiaonline.com.br/niveisdebilirrubina.shtml

3.14. REFERÊNCIAS
O padrão de citação das referências bibliográficas segue o estilo "VANCOUVER",
oficialmente conhecido como "Requisitos de Uniformização para Manuscritos
Submetidos

a

Jornais

Biomédicos",

que

está

disponível

na

página

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK7256/. Qualquer dúvida referente a formato
de citações que não estejam aqui representadas, aconselha-se a consultar o
documento constante neste link.
Recomenda-se a utilização de um programa (software) de gerenciamento
de referências bibliográficas, utilizado para gerir bibliografias e referências ao
escrever dissertações, teses, monografias de conclusão de curso e artigos. Com
isso pode-se escolher o estilo Vancouver que o programa automaticamente colocará
no formato desejado tanto no texto quanto na lista de referencias bibliográficas. Um
software amigável é o chamado "EndNote" da Thomson Reuters. Detalhes de como
o software cria o formato Vancouver podem ser encontrados no site do "EndNote":
http://endnote.com/downloads/style/vancouver

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CITAÇÃO NO TEXTO
O estilo "Vancouver" usa citações no texto e uma lista de referência no final do
documento (Referências Bibliográficas).
As citações dentro do texto são identificadas com um número, que segue a
ordem consecutiva em que são utilizadas no texto. As citações devem ser feitas
dentro de colchetes.
Exemplo:
"Jones [8] argumentou que ... "
As referências são numeradas consecutivamente na ordem em que são
utilizados pela primeira vez no texto. Quando a citação é utilizada mais de uma vez,
em parágrafos seguintes, a numeração é a mesma que utilizada na primeira vez em
que foi citada.
Quando cita-se pelo nome do autor, deve-se utilizar a seguinte formatação:
- um autor: Exemplo: " Carvalho [6] verificou que ... "
- dois autores: Exemplo: "... as pesquisas de Gordon e Berbrayer [10]
reforçaram a hipótese ..."
- mais de dois autores: usar et al. Exemplo: " Silveira et al. [8], em uma
revisão de literatura, ... "; " conforme estudo desenvolvido por Silva et al. [4]."
- para autor institucional: usar o nome da instituição com foi citada na lista
de referências. Exemplo: " O Instituto Nacional de Câncer [2] compilou, em 2012, a
estatística atualizada ... "
Quando várias referências não-consecutivas são citadas no mesmo local,
utiliza-se os numerais separados por vírgula e sem espaço entre eles, do menor
para o maior. Quando indicam uma série de números consecutivos, utiliza-se um
hífen sem espaço entre os números. Uma citação com as referências [4,5,6,7,14,19]
é abreviada para [4-7,14,19].
Exemplo : Múltiplos ensaios clínicos [4-6,9] mostraram que ...
Lembrar que o número original usado para uma dada referência é
reutilizado cada vez que a referência seja citada novamente.
Exemplo: "... a teoria foi apresentada pela primeira vez por Lee [7], em
1999, mas não havia discordância [3,5,8] sobre a sua importância."
26
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Citações indiretas ("apud")
Uma fonte indireta é quando um autor é citado a partir do texto de outro autor. Este
tipo de citação geralmente não é bem aceito pela comunidade científica, já que a
fonte original não pode ser consultada, portanto deve-se evitar seu uso.
Listagem das referências no final do texto
As citações completas são incluídas na lista de referências no final do documento,
com os números correspondentes à ordem de citação no texto, identificando cada
referência (vide exemplo mais à frente).
NA LISTA DE REFERÊNCIAS
As referências são listadas na ordem de citação no texto, com numeração
sequencial colocada na frente de cada referência.
O espaçamento utilizado entre as linhas é o simples, com uma linha de espaço
simples entre cada referência. Fontes tamanho 12, alinhamento justificado.

Exemplos:
Artigo em revista/periódico/"journal"
X. Sobrenome1 Iniciais1, Sobrenome2 Iniciais2, ... (obs: incluir todos os autores).
Título do artigo. Nome da revista abreviada. Ano; volume(número/fascículo se
houver):página inicial-página final. O doi (digital object identifier system) é o "RG" do
trabalho e, caso disponível, pode ser colocado no final da citação.
Obs: a abreviação do nome da revista segue a adotada pela própria revista, pelo
Pubmed/Medline ou pelo Index Medicus.
1. Haas AN, de Castro GD, Moreno T, Susin C, Albandar JM, Oppermann RV,
Rösing CK. Azithromycin as a adjunctive treatment of aggressive periodontitis: 12months randomized clinical trial. J Clin Periodontol. 2008; 35(8):696-704.
27
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2. Aguiar RP, Silveira L, Falcão ET, Pacheco MT, Zângaro RA, Pasqualucci CA.
Discriminating neoplastic and normal brain tissues in vitro through Raman
spectroscopy: a principal components analysis classification model. Photomed Laser
Surg. 2013; 31(12):595-604. doi: 10.1089/pho.2012.3460.
Livro
Y. Sobrenome1 Iniciais1, Sobrenome2 Iniciais2, ... (obs: incluir todos os autores).
Título do Livro. Edição caso possua mais de uma. Cidade: Editora; ano de
publicação. Número de páginas.
4. Simons NE, Menzies B, Matthews M. A Short Course in Soil and Rock Slope
Engineering. 2a. ed. London: Thomas Telford Publishing; 2005. 231 p.
Capítulo de livro editado pelo mesmo autor do livro
Y. Sobrenome1 Iniciais1, Sobrenome2 Iniciais2. Título do Livro. Edição caso possua
mais de uma. Cidade: Editora; ano de publicação. Número de páginas. Número, e
nome do capítulo; páginas inicial e final.
5. Speroff F, Fritz MA. Clinical gynecologic endocrinology and infertility. 7a ed.
Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins; 2005. Capítulo 29, Endometriosis; p.
1103-1133.
Caso tenha acesso eletrônico ao livro:
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Engineering.
London:
Thomas
Telford
Publishing;
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www.myilibrary.com?ID=93941 (acessado 18 jun 2008).
Capítulo de livro
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Documento governamental:
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http://conselho.saude.gov.br/web_comissoes/conep/aquivos/resolucoes/
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Organização como autor
9. Canadian Dental Hygienists Association. Dental hygiene: definition and scope.
Ottawa: Canadian Dental Hygienists Association; 1995.
Artigo em anais de congressos
Z. Sobrenome1 Iniciais1, Sobrenome2 Iniciais2, ... (obs: incluir todos os autores).
Título do paper. In: Sobrenome e iniciais do Editor/Organizador (eds.) Título do
evento ou dos anais, incluindo o período de realização e cidade do evento; Ano e
data do evento; Local do evento. Local da Editora: Editora; ano. volume:número das
páginas, caso exista. doi caso exista.
22. Wittke M. Design, construction, supervision and long-term behaviour of tunnels in
swelling rock. In: Van Cotthem A, Charlier R, Thimus JF, Tshibangu JP (eds.)
Proceedings of the Eurock2006: multiphysics coupling and long term behaviour in
rock mechanics: proceedings of the International Symposium of the International
Society for Rock Mechanics; 2006 9-12 mai; Liège, Belgium. London: Taylor &
Francis; 2006. 1:234-236.
23. Silveira L, Zângaro RA, Pacheco MMT. Análise transcutânea de sangue
utilizando espectroscopia Raman. In: Anais do Fórum Nacional de Ciência e
Tecnologia em Saúde; 1996 3-5 jun; Campos do Jordão, SP. Rio de Janeiro: SBEB;
1996, 1:303-304.
Artigo completo em Proceedings de congressos
23. Oliveira FSS, Giana HE, Silveira L. Discrimination of selected species of
pathogenic bacteria using near infrared Raman spectroscopy and Principal
Components Analysis. In: Vo-Dinh T, Mahadevan-Jansen A, Grundfest WS. (eds.)
Proceedings of SPIE: Advanced Biomedical and Clinical Diagnostic Systems X; 2012
1-6 jan; San Francisco, CA, USA. Bellingham, WA, EUA: SPIE. 8214:821409.
doi:10.1117/12.910439.
Dissertações de mestrado e teses de doutorado
X. Sobrenome Iniciais. Título. Tipo (Mestrado ou Doutorado). Cidade: Instituição;
Ano. Número de páginas.

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24. Leckenby RJ. Dynamic characterisation and fluid flow modelling of fractured
reservoirs. Dissertação (Mestrado). London: Imperial College; 2005. 103 p.
25. Silveira L. Correlação entre a técnica de espectroscopia Raman e a análise
histopatológica das placas ateromatosas em artéria coronárias humanas. Tese
(Doutorado). São Paulo: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;
2001. 98 p.
Patentes
X. Sobrenome1 Iniciais1, Sobrenome2 iniciais2. Nome da empresa detentora caso
exista. Título da patente. Número da patente (Patente). País, Ano de publicação.
21. Landini L, Chielini E. Water Treatment Company. Water soluble and
biodegradable self airproof tight closing bag. CN101045489 (Patente). United
Kindom, 2007.
Citações de sites de internet com autor conhecido
Obs: Devido à dificuldade de atestar a veracidade de informações divulgadas em
sites de internet que não sejam institucionais/educacionais, e às atualizações de
páginas que mudam o endereço do link, não é aconselhável recorrer a este tipo de
citação.
10. Sobrenome1 Iniciais1, Sobrenome2 Iniciais2. Título da página [Internet]. Local de
publicação: Editora; Data da primeira publicação, se possível [data da citação].
Disponível em http:\\www.XXX (Data de acesso).
15. Fehrenbach MJ. Dental hygiene education 2014 [Internet]. [local desconhecido]:
Fehrenbach and Associates; 2000. Disponível em: http://www.dhed.net/Main.html
(acessado em 28 mai 2014).

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