2010

Projeto Pedagógico das
Engenharias

CECS
UFABC

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
Projeto Pedagógico das Engenharias

Prefácio
O presente documento apresenta a evolução das matrizes curriculares das Engenharias da
UFABC, definindo estrutura acadêmica e requisitos obrigatórios para a formação das
várias modalidades de engenharia oferecidos pela UFABC, dentro das imposições do
projeto pedagógico da universidade, os requisitos das diretrizes curriculares do CNE ­
Conselho Nacional da Educação e respeitando a carga horária mínima para a formação do
engenheiro, também definidas pelo CNE. Trata-se de uma alteração do Catálogo das
Engenharias aprovado no ConsEP em fevereiro de 2007, já considerando a evolução do
BC&T, que teve uma nova matriz curricular aprovada em meados de 2008.
Gilberto Martins
Diretor do CECS
Patrícia Teixeira Leite
Vice Diretora do CECS
Coordenadores dos Cursos
André Fenili - Engenharia Aeroespacial
Francisco de Assis Comarú - Engenharia Ambiental e Urbana
Sônia Maria Malmonge - Bioengenharia
Marcelo Modesto ­ Engenharia de Energia
Jorge Tomioka ­ Engenharia de Gestão
Aline Neves ­ Engenharia de Informação
Alfredo Del Sole Lordelo ­ Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica
Alexandre Lanfredi ­ Engenharia de Materiais

Santo André, agosto de 2009.

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Projeto Pedagógico das Engenharias

Sumário
Prefácio .................................................................................................................... 2
Sumário ................................................................................................................... 3
Diretrizes Básicas para as Engenharias da UFABC ..................................................... 7
Considerações Iniciais ......................................................................................................7
Forma de acesso ao curso ................................................................................................................... 7
Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem ............................................................ 8

Proposta curricular básica ................................................................................................9
O Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T)................................................................................ 10
Tabela 0.1: Disciplinas obrigatórias do BC&T ................................................................................ 11
Exigências para todas as Engenharias................................................................................................ 12
Tabela 0.2: Disciplinas obrigatórias para todas as Engenharias .................................................... 12
Atividades de Síntese e Integração de Conhecimentos ..................................................................... 13
Tabela 0.3: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos .............................................. 13
Estágio Orientado .............................................................................................................................. 14
Trabalho de Conclusão de Curso ....................................................................................................... 15

Composição da Matriz das Engenharias .......................................................................... 15
Tabela 0.4: Síntese da composição curricular das Engenharia ...................................................... 16

Proposta para estudantes de todas as Engenharias ......................................................... 17
Ementas das Disciplinas Obrigatórias para Todas as Engenharias..................................... 18
Disciplinas de conteúdo básico .......................................................................................................... 18
Disciplinas de Síntese de Integração de Conhecimentos................................................................... 22

Engenharia Aeroespacial ........................................................................................ 26
Introdução ..................................................................................................................... 26
Perfil do Engenheiro Aeroespacial .................................................................................. 26
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Proposta Curricular para Engenharia Aeroespacial .......................................................... 27
Tabela 1.1 Disciplinas Obrigatórias da Engenharia Aeroespacial .................................................. 27
Tabela 1.2 Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial ........................................ 28

Sugestão de Matriz Curricular ........................................................................................ 31
Sítios na Internet com informações úteis e interessantes sobre a Engenharia Aeroespacial
..................................................................................................................................... 32
Ementas Resumidas ....................................................................................................... 32
Disciplinas Obrigatórias ..................................................................................................................... 32
Disciplinas de Opção Limitada ........................................................................................................... 41

Engenharia Ambiental e Urbana ............................................................................. 58
Introdução ..................................................................................................................... 58
Perfil do Engenheiro Ambiental e Urbano ....................................................................... 59
Proposta Curricular para Engenharia Ambiental e Urbana ............................................... 59
Tabela 2.1 Disciplinas obrigatórias Engenharia Ambiental e Urbana............................................ 59
Tabela 2.2 Disciplinas de livre escolha da Engenharia Ambiental e Urbana ................................. 60

Sugestão de matriz curricular da Engenharia Ambiental e Urbana ................................... 63
Ementas Resumidas ....................................................................................................... 64
Disciplinas Obrigatórias ..................................................................................................................... 64
Disciplinas Eletivas Livres ................................................................................................................... 76

Bioengenharia ........................................................................................................ 89
Introdução ..................................................................................................................... 89
Perfil do Bioengenheiro.................................................................................................. 89
Proposta Curricular da Bioengenharia ............................................................................ 90
Tabela 3.1: Disciplinas Obrigatórias para a Bioengenharia ........................................................... 91
Tabela 3.2: Disciplinas de opção limitada para a Bioengenharia .................................................. 92

Sugestão de Matriz Curricular ........................................................................................ 96
Ementas Resumidas ....................................................................................................... 97
Disciplinas Obrigatórias ..................................................................................................................... 97

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Disciplinas Opção Limitada .............................................................................................................. 114

. Referências bibliográficas para o curso de Bioengenharia............................................ 138

Engenharia de Energia.......................................................................................... 139
Introdução ................................................................................................................... 139
Perfil do Engenheiro de Energia.................................................................................... 139
Proposta curricular para Engenharia de Energia ............................................................ 140
Tabela 4.1: Disciplinas obrigatórias para Engenharia de Energia ................................................ 140
Tabela 4.2: Disciplinas de Opção Limitada para a Engenharia de Energia .................................. 141
Tabela 4.3: Disciplinas de livre escolha para Engenharia de Energia .......................................... 145

Sugestão de Matriz Curricular ...................................................................................... 147
Ementas Resumidas ..................................................................................................... 148
Disciplinas Obrigatórias ................................................................................................................... 148
Disciplinas de Opção Limitada ......................................................................................................... 155
Disciplinas de livre escolha .............................................................................................................. 173

Engenharia de Gestão .......................................................................................... 177
Introdução ................................................................................................................... 177
Perfil do Engenheiro de Gestão .................................................................................... 177
Proposta Curricular da Engenharia de Gestão ............................................................... 181
Tabela 5.1: Disciplinas obrigatórias para Engenharia de Gestão ................................................ 181
Tabela 5.2: Disciplinas de Opção Limitada para a Engenharia de Gestão ................................... 183

Sugestão de matriz curricular ....................................................................................... 186
Ementas resumidas ...................................................................................................... 187
Disciplinas Obrigatórias ................................................................................................................... 187
Disciplinas de Opção Limitada ......................................................................................................... 195

Engenharia de Informação ................................................................................... 208
Introdução ................................................................................................................... 208
Perfil do Engenheiro de Informação.............................................................................. 208
Proposta Curricular da Engenharia de Informação......................................................... 210

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Tabela 6.1: Disciplinas obrigatórias para Engenharia de Informação ......................................... 210
Tabela 6.2: Disciplinas de opção limitada para Engenharia da Informação ................................ 211

Sites com informações sobre Cursos de Engenharia de Informação ............................... 214
Sugestão de Matriz Curricular ...................................................................................... 216
Ementas Resumidas ..................................................................................................... 217
Disciplinas obrigatórias .................................................................................................................... 217
Disciplinas de Opção Limitada ......................................................................................................... 226

Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ........................................ 235
Introdução ................................................................................................................... 235
Perfil do Engenheiro de Instrumentação, Automação e Robótica................................... 235
Proposta Curricular ...................................................................................................... 236
Tabela 7.1: Disciplinas obrigatórias para IAR .............................................................................. 236
Tabela 7.2: Disciplinas de opção limitada para IAR ..................................................................... 237

Sugestão de Matriz Curricular ...................................................................................... 240
Sites na internet com informações úteis da Engenharia de Instrumentação, Automação e
Robótica ...................................................................................................................... 241
Ementas Resumidas ..................................................................................................... 242
Disciplinas obrigatórias .................................................................................................................... 242
Disciplinas de Opção Limitada ......................................................................................................... 249

Engenharia de Materiais ...................................................................................... 260
Introdução ................................................................................................................... 260
Perfil do Engenheiro de Materiais................................................................................. 260
Proposta Curricular ...................................................................................................... 262
Tabela 8.1: Disciplinas obrigatórias para Engenharia de Materiais............................................. 262
Tabela 8.2: Disciplinas de opção limitada para Engenharia de Materiais ................................... 265

Sugestão de Matriz Curricular ...................................................................................... 268
Ementas Resumidas ..................................................................................................... 269
Disciplinas Obrigatórias ................................................................................................................... 269
Disciplinas de Opção Limitada ......................................................................................................... 276

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Diretrizes Básicas para as Engenharias da UFABC
Considerações Iniciais
Forma de acesso ao curso
Para cursar uma Engenharia da UFABC os estudantes devem inicialmente cursar o um dos
Bacharelados Interdisciplinares da UFABC, nos quais ingressam por meio de processo
seletivo a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) ou por transferência de
outros cursos de graduação, conforme a Resolução número 32 de 2009 do Conselho de
Ensino e Pesquisa (ConsEP) da UFABC.
O acesso aos cursos de Engenharia foi regulamentado pela Resolução nº31 de 2009 que
determina que haverá edital de chamada para inscrições nos cursos de formação
específica dirigido ao público formado por:
a) portadores do título de bacharel obtido em um dos bacharelados interdisciplinares
oferecidos pela UFABC, ou alunos que já tenham preenchido todos os requisitos para fazer
jus a esses títulos;
b) alunos de um dos bacharelados interdisciplinares da UFABC que tenham completado
com aproveitamento, no momento da inscrição, ao menos 150 créditos, dentre os quais os
correspondentes a todas as disciplinas obrigatórias, com exceção da disciplina Projeto
Dirigido.
Ainda, segundo a Resolução nº 32 citada acima, as vagas estão distribuídas da seguinte
forma:
Engenharia Ambiental e Urbana: 140 vagas
Engenharia Aeroespacial: 120 vagas
Bioengenharia: 120 vagas
Engenharia de Energia: 120 vagas
Engenharia de Gestão: 120 vagas
Engenharia de Informação: 140 vagas
Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica: 120 vagas
Engenharia de Materiais: 120 vagas

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É prevista, contudo, a possibilidade de ampliar o número de vagas caso a demanda seja
maior do que a oferta, desde que respeitados os limites dos recursos disponíveis e
mediante o remanejamento de vagas dos cursos que disponham de recursos compatíveis.

Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem
As Engenharias seguem a mesma proposta de avaliação do processo de ensino e
aprendizagem utilizada para os bacharelados interdisciplinares que é feita por meio de
conceitos. Esse sistema visa uma análise com forte teor qualitativo do aproveitamento do
aluno. Os parâmetros para avaliação de desempenho e atribuição de conceito são listados
a seguir.
Conceitos
A - Desempenho excepcional, demonstrando excelente compreensão da disciplina e do uso
da matéria. Valor 4 no cálculo do Coeficiente de Rendimento Acumulado (CR).
B - Bom desempenho, demonstrando boa capacidade de uso dos conceitos da disciplina.
Valor 3 no cálculo do Coeficiente de Rendimento Acumulado (CR).
C - Desempenho mínimo satisfatório, demonstrando capacidade de uso adequado dos
conceitos da disciplina, habilidade para enfrentar problemas relativamente simples e
prosseguir em estudos avançados. Valor 2 no cálculo do Coeficiente de Rendimento
Acumulado (CR).
D - Aproveitamento mínimo não satisfatório dos conceitos da disciplina, com familiaridade
parcial do assunto e alguma capacidade para resolver problemas simples, mas
demonstrando deficiências que exigem trabalho adicional para prosseguir em estudos
avançados. Nesse caso, o aluno é aprovado na expectativa de que obtenha um conceito
melhor em outra disciplina, para compensar o conceito D no cálculo do CR. Havendo vaga,
o aluno poderá cursar a disciplina novamente. Valor 1 no cálculo do Coeficiente de
Rendimento Acumulado (CR).
F - Reprovado. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito. Valor 0
no cálculo do Coeficiente de Rendimento Acumulado (CR).
O - Reprovado por falta. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de
crédito. Valor 0 no cálculo do Coeficiente de Rendimento Acumulado (CR).

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I - Incompleto. Indica que uma pequena parte dos requerimentos do curso precisa ser
completada. Este grau deve ser convertido em A, B, C, D ou F antes do término do
trimestre subseqüente.
E - Disciplinas equivalentes cursadas em outras escolas e admitidas pela UFABC. Embora
os créditos sejam contados, as disciplinas com este conceito não participam do cálculo do
CR ou do CR Móvel.
T - Disciplina cancelada. Não entra na contabilidade do CR.
Os conceitos a serem atribuídos aos estudantes, em uma dada disciplina, não deverão
estar rigidamente relacionados a qualquer nota numérica de provas, trabalhos ou
exercícios. Os resultados também considerarão a capacidade do aluno de utilizar os
conceitos e material das disciplinas, criatividade, originalidade, clareza de apresentação e
participação em sala de aula e laboratórios.
Ao longo da sua permanência na UFABC, o desempenho dos estudantes será avaliado por
meio do Coeficiente de Rendimento Acumulado (CR), do Coeficiente de Rendimento Móvel
(CR Móvel) e dos Coeficientes de Progressão Acadêmica (CPk).
Coeficiente de Rendimento Acumulado (CR): É um número que informa como está o
desempenho do aluno na UFABC. O cálculo do CR se dá em função da média ponderada dos
conceitos obtidos nas disciplinas cursadas, considerando seus respectivos créditos.
Utilização dos coeficientes CR e CPk
Os coeficientes CR e CPk serão utilizados como critério de classificação nos processos
acadêmicos.
Vista de Avaliações e Alteração de Conceitos
Todas as avaliações, corrigidas, serão apresentadas aos alunos. O prazo para solicitação de
alteração de Conceito Final junto à Secretaria Acadêmica é de 1 (uma) semana após o
lançamento dos conceitos.

Proposta curricular básica
A estrutura curricular das engenharias da UFABC foi preparada levando em consideração
a necessidade de se atender diversas obrigações, impostas aos alunos, pelo CNE e pelo
modelo pedagógico da UFABC, em termos de formação acadêmica e carga horária.
Através de Resoluções, o CNE impõe condições a serem seguidas pelos cursos de
bacharelado em engenharia, no país, a saber:
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PARECER CNE/CES Nº 184/2006 estabelece a carga horária mínima dos cursos de
engenharia em 3600 horas, envolvendo:
Aulas, exercícios, laboratórios, tutoriais, estágio, pesquisa, etc. As horas de estudo em casa
não são computadas.
RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 11, de 11/03/2002 institui diretrizes curriculares nacionais de
cursos de graduação em engenharia. Em linhas gerais, esta resolução define a estrutura do
curso de engenharia como sendo composto por três núcleos de conhecimentos, sem
qualquer menção a disciplinas, que são:
Núcleo de conteúdos básicos (30% da carga horária mínima).
Núcleo de conteúdos profissionalizantes (15% da carga horária mínima)
Núcleo de conteúdos específicos, representado por extensões e aprofundamentos dos
conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes.
Além destes núcleos de conteúdos, esta resolução define a necessidade de um mínimo de
160 horas de estágios curriculares e a realização de um trabalho final de curso, como
atividade de síntese e integração de conhecimentos.
Do ponto de vista do modelo pedagógico da UFABC, diversos aspectos devem ser
observados pelo projeto curricular da engenharia, dentre os quais se destacam:
Compatibilização dos cursos Pós-BC&T com o BC&T.
Escala progressiva de decisões a serem tomadas pelos alunos que ingressam na
universidade, ao longo da construção de seu currículo escolar.
Possibilidade de monitoração e atualização contínua dos conteúdos a serem oferecidos
pelos cursos.
Interdisciplinaridade não apenas com as áreas de conhecimentos básicos, mas, também,
entre as diversas especialidades de engenharia.
Elevado grau de autonomia do aluno na definição de seu projeto curricular pessoal.

O Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T)
O BC&T, que está na base da proposta curricular das Engenharias, constitui um diferencial
para a formação dos Engenheiros da UFABC. A partir deste bacharelado interdisciplinar os
estudantes adquirem uma forte formação em ciências naturais e matemáticas, sem

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descuidar de aspectos sociais e filosóficos envolvidos no trabalho com ciência e tecnologia.
Para tanto, os alunos do BC&T devem cursar 90 créditos de disciplinas obrigatórias (ver
tabela 1.1), complementados com um conjunto de disciplinas de opção limitada e outro de
disciplinas de livre escolha.
Tabela 0.1: Disciplinas obrigatórias do BC&T

Nome

T

P

I

Créditos

Bases Computacionais da Ciência

0

2

2

2

Base Experimental das Ciências Naturais

0

3

2

3

Estrutura da Matéria

3

0

4

3

Bases Matemáticas das Ciências Naturais

4

0

5

4

Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos

3

0

4

3

Natureza da Informação

3

0

4

3

Fenômenos Mecânicos

3

2

6

5

Transformações nos Seres Vivos e Ambiente

3

0

4

3

Funções de uma Variável

4

0

6

4

Geometria Analítica

3

0

6

3

Processamento da Informação

3

2

5

5

Fenômenos Térmicos

3

1

4

4

Transformações Químicas

3

2

6

5

Equações Diferenciais Ordinárias

4

0

4

4

Bases Epistemológicas da Ciência Moderna

3

0

4

3

Comunicação e Redes

3

0

4

3

Fenômenos Eletromagnéticos

3

2

6

5

Transformações Bioquímicas

3

2

6

5

Funções de Várias Variáveis

4

0

4

4

Estrutura e Dinâmica Social

3

0

4

3

Energia: Origem, Conversão e Uso

2

0

4

2

Física Quântica

3

0

4

3

Introdução à Probabilidade e Estatística

3

0

4

3

Ciência, Tecnologia e Sociedade

3

0

4

3

Interações Atômicas e Moleculares

3

0

4

3

Projeto Dirigido

0

2

5

2

Totais

72

18

90

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Exigências para todas as Engenharias
Os cursos de Engenharia da UFABC podem ter início assim que os estudantes buscarem as
disciplinas de opção limitada e livre escolha, pois as disciplinas das Engenharias também
fazem parte do currículo do BC&T. Há doze disciplinas que contém conhecimentos básicos
para todas as Engenharias da UFABC, sendo exigidas de todos os estudantes que
pretendem cursar alguma Engenharia (tabela 1.2). Estas disciplinas são parte do conjunto
de opção limitada do BC&T e recomendamos que sejam cursadas já a partir do quinto
trimestre deste curso para viabilizar a graduação em Engenharia no período de cinco anos.
Contudo a ordem recomendada para que as disciplinas sejam cursadas varia de acordo
com cada curso, como poderá ser visto nas informação para cada Engenharia, onde são
apresentadas as propostas específicas de Matriz.
As ementas deste conjunto de disciplinas podem ser encontradas abaixo, no item Ementas
das Disciplinas Obrigatórias para as Engenharias.
Tabela 0.2: Disciplinas obrigatórias para todas as Engenharias

Nome

T

P

I

Créditos

Requisitos

Álgebra Linear

6

0

5

6

Geometria Analítica

Cálculo Numérico

3

1

4

4

Funções de uma
variável

Circuitos Elétricos e Fotônica

3

1

5

4

Fenômenos
Eletromagnéticos

Engenharia Econômica

2

1

3

3

Fundamentos de Desenho e Projeto

1

3

4

4
Introdução às
Equações
Diferenciais
Ordinárias

Instrumentação e Controle

3

1

5

4

Introdução às Engenharias

2

0

4

2

Materiais e Suas Propriedades

3

1

4

4

Mecânica dos Fluidos I

3

1

5

4

Fenômenos
Térmicos

4

Funções de Uma
Variável,
Fenômenos
Mecânicos

Mecânica dos Sólidos I

3

1

5

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Métodos Experimentais em Engenharia

0

3

2

3

Circuitos Elétricos
e Fotônica,
Mecânica dos
Fluidos

Termodinâmica Aplicada I

3

1

4

4

Fenômenos
Térmicos

32 14 50

46

Totais

Atividades de Síntese e Integração de Conhecimentos
Além das disciplinas básicas, todos os estudantes de Engenharia devem cursar ao menos
sete disciplinas que têm o objetivo de síntese e integração dos conhecimentos construídos
no decorrer do curso(tabela 1.3). São disciplinas que têm foco na prática da atividade do
engenheiro, envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia
(Disciplinas Engenharia Unificada I e II), experiências no mundo do trabalho (Estágio
Profissional I e II) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação). Essas
disciplinas são parte do conjunto de livre escolha dos estudantes no BC&T, mas a
recomendação do Centro é que os estudantes somente as iniciem após a conclusão de
todas as disciplinas obrigatórias do BC&T e do CECS.
Tabela 0.3: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos

Código

Nome

T

P

I

Créditos

Requisitos

EN 1002

Engenharia Unificada I

0

3

5

3

Todas
obrigatórias
do CECS

EN 1004

Engenharia Unificada II

0

3

5

3

Engenharia
Unificada I

EN 1005

Estágio Orientado I

0

7

7

EN 1006

Estágio Orientado II

0

7

7

EN 1007

Trabalho de Graduação I

0

2

4

2

EN 1008

Trabalho de Graduação II

0

2

4

2

Trabalho de
Graduação I

EN 1009

Trabalho de Graduação III

0

2

4

2

Trabalho de
Graduação II

0 26 22

26

Totais

Estágio
Orientado I

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Estágio Orientado
A realização de estágio em um ambiente externo à Universidade é uma vivência
imprescindível aos estudantes de Engenharia, além de ser obrigatória para a aquisição do
diploma de bacharel. Tendo essas considerações em mente, o CECS estruturou seu estágio
curricular de forma a que o aluno tenha esta oportunidade assegurada.
O estágio curricular para engenharia tem como objetivos:
A inserção dos estudantes em empresas, órgãos ou instituições para a vivência da
realidade profissional;
Possibilitar o aprendizado na solução de problemas no dia-a-dia profissional, a aplicação
dos conhecimentos adquiridos dentro da Universidade em situações práticas;
Proporcionar aos estudantes a correlação dos conteúdos vistos nas atividades acadêmicas
do curso com a prática profissional;
Desenvolver a interdisciplinaridade por meio da participação em atividades que abordem
assuntos das diversas áreas e subáreas do conhecimento;
Preparar e dar segurança aos estudantes para o futuro desenvolvimento da atividade
profissional;
Estimular ou aperfeiçoar o desenvolvimento do espírito crítico;
Desenvolver e aperfeiçoar criatividade e amadurecimento profissional em um ambiente de
trabalho.

O Estágio Curricular é oferecido como duas disciplinas obrigatórias, com matrícula não
simultânea, com carga horária de 168 horas que o aluno deverá cursar preferencialmente
no último ano de sua formação acadêmica. Cada curso de Engenharia tem um coordenador
de estágios que é um professor da Universidade colaborador do curso e durante o estágio
os estudantes contarão com um professor orientador, a quem cabe avaliar o Plano de
Atividades e o relatório de estágio, e um supervisor dentro da instituição onde se realiza o
estágio, que é co-responsável pelo relatório e plano de atividades.
A avaliação será feita pelo Professor Orientador, que dará um conceito a partir do relatório
de estágio, verificando se o estágio cumpriu seu papel de aprendizado e aplicação de
conhecimento na área proposta e se está de acordo com o Projeto Pedagógico do curso.

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Trabalho de Conclusão de Curso
Atendendo à Resolução CNE/CES Nº 11, de 11/03/2002 que institui diretrizes
curriculares nacionais de cursos de graduação em engenharia e define a necessidade de
um mínimo de 160 horas de estágios curriculares e a realização de um trabalho final de
curso, como atividade de síntese e integração de conhecimento, os estudantes dos cursos
de Engenharia da UFABC deverão cursar as disciplinas Trabalho de Graduação I (0,2,4),
Trabalho de Graduação II (0,2,4) e Trabalho de Graduação III (0,2,4), as quais
correspondem a 72 horas de atividades de pesquisa e orientação para o desenvolvimento
do trabalho de conclusão de curso.

Composição da Matriz das Engenharias
Com as disciplinas do BC&T e as obrigatórias a todas as Engenharias apresentadas acima o
núcleo de conteúdos básicos e de síntese e integração do conhecimento estará plenamente
atendido. Esses três conjuntos de disciplinas somam 162 créditos, correspondentes a 1944
horas.
A formação do engenheiro da UFABC exigirá um número mínimo de 300 (trezentos)
créditos,ou 3600 horas, conforme estabelecido pelo CNE/CES. Desta forma, o aluno deverá
realizar atividades correspondentes a um adicional mínimo de 1656 horas. Considerandose que a UFABC adota o critério de 1 crédito para cada 12 horas de atividades, este
número de horas será equivalente a um adicional de 138 créditos.
Estes 138 créditos serão compostos de três conjuntos de disciplinas, as obrigatórias para
cada Engenharia (disciplinas de conteúdo profissionalizante), as de opção limitada
(disciplinas que proporcionam um aprofundamento dos estudantes na Engenharia pela
qual optaram), e as de livre escolha (todas as disciplinas da UFABC que não tenham sido
cursadas como parte dos conjuntos citados anteriormente). As disciplinas de livre escolha
permitem ao aluno personalizar sua formação acadêmica, seja no sentido de
complementar os conteúdos específicos dentro de sua modalidade de engenharia ou em
outra modalidade de seu interesse, seja através de disciplinas de outras áreas, buscando
uma formação mais interdisciplinar, ou ainda disciplinas que visem aprimorar o perfil
humanístico e de cidadania do profissional a ser formado pela UFABC
Tendo em vista as recomendações do CNE/CES, e as características específicas de cada
uma das modalidades de Engenharia oferecidas pela UFABC, o CECS exige um mínimo de
60 créditos para as disciplinas obrigatórias para cada Engenharia, correspondentes à

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carga horária de 720 horas que atendem às exigências do núcleo de conteúdos
profissionalizantes e, parcialmente, do núcleo de conteúdos específicos de um bacharelado
em Engenharia.
Para as disciplinas de livre escolha também foi estabelecido o número mínimo de 30
créditos, visando fortalecer a interdisciplinaridade e a autonomia dos estudantes.
Assim, com base nos parâmetros propostos pelo CECS, os colegiados de cada curso de
Engenharia elaboraram as diretrizes para composição da matriz curricular dos estudantes,
conforme o quadro abaixo:
Tabela 0.4: Síntese da composição curricular das Engenharia

Curso

Número de
disciplinas
Obrigatórias

Créditos
Obrigatórios

Número de
disciplinas de
Opção Limitada
oferecidas pelo
curso

Créditos
de
Opção Créditos
Limitada de Livre
exigidos Escolha

Aeroespacial

20

80

31

28

30

Ambiental e Urbana

21

73

0

0

65

Bioengenharia

21

83

37

25

30

Energia

19

75

49

33

30

Gestão

24

80

33

28

30

Informação

19

80

19

28

30

IAR

18

81

27

27

30

Materiais

16

66

30

24

48

Cada curso de Engenharia tem sua própria estrutura curricular, mas esta estrutura é
permeada de interfaces com outros cursos. Diversas disciplinas são compartilhadas como
obrigatória ou de opção limitada entre as Engenharias, ou entre uma Engenharia e outro
Bacharelado oferecido pela UFABC. E ainda, caso não façam parte desses conjuntos, os
estudantes podem cursá-las como disciplinas de livre escolha.
A seguir apresentamos a proposta de matriz curricular geral para os estudantes de
Engenharia, a ser preenchida de acordo com o curso e a formação específica pretendidos
por cada estudante:

16

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
Projeto Pedagógico das Engenharias

2 º T riim .
2 º T r iim .

Bases Computacional da
Ciência (A B C D E)

Base Experimental das
Ciências Naturais (A B C)

(0-2-2)

(0-3-2)

Natureza da Informação (D F) Fenômenos Mecânicos (A B C)

(3-0-4)

(3-2-6)

Processamento da informação Fenômenos Térmicos (A B C)
(D)

Bases Matemáticas das
Ciências Naturais (E)

Estrutura da Materia (A B C)

(4-0-5)

(3-0-4)

(3-0-4)

Transformações de Seres Vivos
e Ambiente (A C)

Geometria Analítica (E)

(4-0-6)

(3-0-4)

Equações Diferenciais
Ordinárias (E)

Transformações Quimicas
(A B C)

(3-2-5)

(3-1-4)

(4-0-4)

(3-2-6)

Fenômenos Eletromagnéticos
(A B C)

Funções de Várias Variáveis
(E)

Transformações Bioquimicas
( A B C)

(3-2-6)

(4-0-4)

Energia: Origem, Conversão e
Uso
(A)

Probabilidade e Estatística
(E)

(2-0-4)

(3-0-4)

Ciência, Tecnologia e
Sociedade (A C D F)

(3-0-4)

(3-0-4)

Interações Atômicas
Moleculares (A B C)

Projeto Dirigido

2 º T riim .

1 º T riim .

(3-0-4)

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

(0-2-5)
Opção Limitada da
Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

Opção Limitada da
Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

Engenharia Unificada I

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

Disciplinas obrigatórias do
BC&T = 90 créditos

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

Disciplinas obrigatórias do
CECS = 46 créditos

(1-2-5)

1 º T riim .

Engenharia Unificada II

2 º T riim .

(1-2-5)

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

3 º T riim .
1 º T riim .
2 º T riim .
3 º T riim .

Estrutura e Dinâmica Social Opção Limitada da Engenharia
(A F)
ou Livre
(3-0-4)

(ABC)

3 º T riim .

T E R C E IR O A N O
Q UARTO ANO
Q U IN T O A N O

Bases Epistemológicas da Opção Limitada da Engenharia
Ciências Modernas (A B C D
ou Livre
E F)
(3-0-4)

(3-2-6)
Física Quantica

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

(3-0-6)

Cominicação de Redes (D)

(3-0-4)

Origem da Vida e
Opção Limitada da Engenharia
ou Livre
Diversidade dos Seres Vivos

Funções de uma Varável(E)

3 º T riim .

SEGUNDO ANO

1 º T r iim .

3 º T r iim .

P R IM E IR O A N O

1 º T riim .

Proposta para estudantes de todas as Engenharias

Opção Limitada da
Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia Disciplinas obrigatórias da
ou Livre
engenharia = 60 a 92 créditos

Opção Limitada da
Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

Opção Limitada da Engenharia Opção Limitada da Engenharia Opção Limitada da Engenharia Opção Limitada da Engenharia
ou Livre
ou Livre
ou Livre
ou Livre

Trabalho de Graduação I

Opção Limitada da Engenharia Opção Limitada da Engenharia Opção Limitada da Engenharia
ou Livre
ou Livre
ou Livre

Estágio Profissional I

Trabalho de Graduação II

(0-4-4)

(0-4-4)

Opção Limitada da Engenharia Opção Limitada da Engenharia Opção Limitada da Engenharia
ou Livre
ou Livre
ou Livre

Estágio Profissional II

Trabalho de Graduação III

(0-4-4)

(0-4-4)

Disciplinas de Sintese do
Conhecimento = 26 créditos

Opção Limitada da Engenharia
Disciplinas limitadas da
ou Livre
engenharia = 48 a 16 créditos

(0-4-4)
Opção Limitada da Engenharia Disciplinas livres = 30 créditos
ou Livre

Opção Limitada da Engenharia
ou Livre

Total para formar em
engenharia = 300 créditos

17

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
Projeto Pedagógico das Engenharias

Ementas das Disciplinas Obrigatórias para Todas as Engenharias
Disciplinas de conteúdo básico
BC 1425 Álgebra Linear (6-0-5)
Requisito: Funções de Uma Variável
Sistemas de Equações Lineares: Sistemas e matrizes; Matrizes escalonadas; Sistemas
homogêneos; Posto e Nulidade de uma matriz. Espaço Vetorial: Definição e exemplos;
Subespaços vetoriais; Combinação linear; Dependência e independência linear; Base de
um espaço vetorial e mudança de base. Transformações Lineares: Definição de
transformação linear e exemplos; Núcleo e imagem de uma transformação linear;
Transformações lineares e matrizes; Matriz mudança de base. Autovalores e Autovetores:
Polinômio característico; Base de autovetores; Diagonalização de operadores.
BC 1419 Cálculo Numérico (3-1-4)
Requisito: Álgebra Linear
Aritmética de ponto flutuante: Erros absolutos e relativos; Arredondamento e
truncamento; Aritmética de ponto flutuante. Zeros de Funções Reais: Métodos de quebra ­
bisseção / falsa posição; Métodos de ponto fixo ­ iterativo linear / Newton-Raphson;
Métodos de Múltiplos passos ­ secantes. Resolução de Sistemas de Equações Lineares:
Métodos diretos ­ Cramer / eliminação de Gauss, decomposição A = LU; Métodos
iterativos ­ Jacobi / Gauss-Seidel. Ajustamento de Curvas pelo Método dos Mínimos
Quadrados: Interpolação Polinomial: Existência e unicidade do polinômio Interpolador;
Polinômio

interpolador de: Lagrange,

Newton e

Gregory-Newton; Estudo

do

erro.Integração numérica: Métodos de Newton-Cotes; Trapézios; Simpson; Estudo do erro.
BC 1519 Circuitos elétricos e fotônica (3-1-5)
Requisito: Fenômenos eletromagnéticos
Corrente, Tensão, Resistência e Potência. Circuito Série, Circuito Paralelo e Circuito SérieParalelo. Métodos e Teoremas de Análise de Circuitos. Capacitor e Indutor. Elementos de
CA. Conceitos Básicos de Semicondutores, Diodo, Fontes e Detectores de Luz.
Fundamentos de Óptica e Fotônica. Interação da Luz com a Matéria. Dispositivos Ópticos e
Fotônicos.
Bibliografia:

18

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
Projeto Pedagógico das Engenharias
Boylestad, R.L., "Introdução à Análise de Circuitos", Prentice-Hall, 8ª

edição, 1998.

Óptica e Lasers, Matt Young - Trad. Yara T. Fornaris ­ Edusp, 1998.
Y. Burian Jr., "Circuitos Elétricos", Prentice-Hall (2006).
E. Hetch, Óptica Fundação Calouste Gumbekhian (2004).
S. O. Kasap, Optoelectronics and Photonics ­ Principles and Practices, Prentice Hall (2001).
B. E. A. Saleh and M. C. Teich, Fundamentals of Photonics, Wiley (2006).
BC 1711 Engenharia econômica (2-1-3)
Requisito: Introdução às Engenharias
Elementos de custo de um projeto. O ambiente econômico. Relações preço-demanda e
custo-volume. Lei da oferta e da procura. Diagrama de break-even. Relações entre juros e
pagamentos. Engenharia financeira. Valor e depreciação. Métodos de análise de projetos:
taxa mínima de atratividade, valor presente líquido. Pay back. Risco, incerteza e
sensibilidade. A questão ambiental.
Bibliografia básica
BLANK, L. e A. TARQUIN. Engenharia Econômica. São Paulo: McGraw Hill, 2008
Bibliografia Complementar
BRIGHAM, E.F.; GAPENSKI, L.C.; EHRHARDT, M.C. Administração Financeira: Teoria e
Prática. São Paulo: Atlas, 2001.
FILHO, J.C.F.A; SOUZA, C.P.; GONÇALVES, D.A.;CURY, M.V.Q. Finanças Corporativas. Rio de
Janeiro: FGV, 2006.
GITMAN. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2000.
FLEISCHER, G.A. Teoria da Aplicação do Capital: Um Estudo das Decisões de Investimento.
São Paulo: Edgard Blucher.
HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. São Paulo: Atlas, 2000.
JÚNIOR, A.B.L; RIGO, C.M.; CHEROBIN, A.P.S. Administração Financeira: Princípios,
Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
ROSS, S.A.; WESTERFIELD, R.W.; JAFFE, J.F. Administração Financeira. São Paulo: Atlas,
2002.
BC 1416 Fundamentos de Desenho e Projeto (1-3-4)
Desenho Técnico: normalização em desenho técnico, projeções e vistas ortográficas,
perspectivas, cortes e secções, escalas e dimensionamento. Desenho assistido por

19

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
Projeto Pedagógico das Engenharias
computador (CAD): Modelagem de peças (extrusão, revolução, varredura, cascas, loft),
projeto e análise de montagens, cálculo de cargas e tensões estáticas.
Bibliografia Básica:
· Riascos, L.A.M.; Marques, D,; Lima, C. R.; Gaspar, R., Fundamentos de Desenho e
Projeto, São Paulo, Ed. Plêiade, 2008.
Bibliografia Complementar:
· Giesecke, F.E. et al., Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2002.
· Howard. W. E. and Musto, J. C., Introduction to Solid Modeling Using
SolidWorks 2007.
· Tutoriais do SolidWorks 2007.
BC 1507 Instrumentação e controle (3-1-5)
Requisito: Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias, Circuitos Elétricos e
Fotônica
Princípios de controle automático: controle de malha aberta e de malha fechada;
diagramas de blocos; modelagem matemática de sistemas dinâmicos no espaço de
estados; controladores elementares; Princípios de medição de grandezas físicas;
instrumentos indicadores eletromecânicos; transdutores de instrumentação de sistemas
de medições; Circuitos de instrumentação: medições com pontes; osciloscópios; tempo de
resposta e resposta em freqüência de sensores.
OGATA, K. "Engenharia de controle moderno", Prentice Hall, 4a edição, 2003.
HELFRICK, A.D., COOPER, W.D. "Instrumentação Eletrônica Moderna e Técnicas de
Medição", Prentice Hall do Brasil, 1a edição, 1994.
DORF, R.C., BISHOP, R.H. "Modern Control Systems", Prentice Hall, 10th edition, 2001.
ALVES, J. L. L. ''Instrumentação, Controle e Automação de Processos'', LTC, 1a edição,
2005.
BALBINOT, A., BRUSSAMARELLO, V. J. ''Instrumentação e Fundamentos de Medida'', LTC,
1a edição, 2006.
REGAZZI, R. D., PEREIRA, P. S., Silva Jr., M. F. ''Soluções Práticas de Instrumentação e
Automação'', Gráfica AWG, 2005.
BC 1710 Introdução às Engenharias (2-0-4)
Fornecer uma introdução às engenharias com ênfase nas engenharias oferecidas pela
UFABC: suas interconexões com a evolução da sociedade. Serão abordados temas que

20

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
Projeto Pedagógico das Engenharias
exibem a atuação profissional dos engenheiros com o enfoque no desenvolvimento do
indivíduo e da sociedade. Abordar as responsabilidades éticas e técnicas de engenheiros
na prática profissional. Abordar a engenharia como um esforço individual e coletivo inter
e multidisciplinar. Discutir alguns desafios tecnológicos e científicos em estudos de casos.
Bibliografia
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. do V. Introdução à engenharia, Florianópolis, SC: Ed. UFSC,
2006.
HOLTZAPPLE e REECE, Introdução à Engenharia, Ed. LTC, Rio de Janeiro ­ RJ, 2006
BC 1105 Materiais e suas propriedades (3-1-5)
Tipos de materiais: metálicos, polímeros, cerâmicos, biomateriais e novos materiais.
Materiais ferrosos. Propriedade de materiais: físicas, físico-químicas, mecânicas, térmicas,
óticas e biológicas. Equações constitutivas. Caracterização de materiais: técnicas de ensaio
mecânico e opto-eletrônico. Dano e envelhecimento. Fadiga, fluência e corrosão.
BC XXXX Mecânica dos Fluidos I (3-1-5)
Requisito: Fenômenos Térmicos
Introdução e conceitos fundamentais; Estática dos fluidos; Leis básicas de conservação na
forma integral e diferencial para volume de controle;
BC XXXX Mecânica dos Sólidos I (3-1-4)
Requisito: Funções de uma variável, Fenômenos Mecânicos
Estática, Geometria do deslocamento de um corpo deformável. Campo de deformações.
Força e Tensão. Campo de tensões. Equações de equilíbrio. Equações constitutivas. Corpos
elásticos. Lei de Hooke. Análise de tensões em estruturas simples. Barras e vigas: esforço
normal, flexão e torção. Estados planos de tensões e deformações.
BC 1707 Métodos experimentais em engenharia (0-3-2)
Requisito: Circuitos Elétricos e Fotônica, Mecânica dos Fluidos I
Experimentos associados às principais linhas da engenharia. Em torno de 10 a 12
experimentos, envolvendo instrumentação, controle, mecânica dos fluidos, mecânica dos
sólidos e circuitos elétricos.
VUOLO, José Henrique. Fundamentos da teoria de erros. 2.ed. São Paulo: Edgar Blücher, 1996.
249 p.

21

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
Projeto Pedagógico das Engenharias
GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José Sidnei Colombo. Eletrônica digital: teoria e laboratório. 2.
ed. São Paulo: Érica, 2008. 182 p.
FOX, ROBERT W. & McDONALD, ALAN T. Introdução à Mecânica dos Fluidos Editora Guanabara,
3º Edição, Rio de Janeiro, 1985.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física (Vol. 1-4); LTC, 7ª Ed.; 2006.
Robert L. BOYLESTAD, Introdução à Análise de Circuitos, 10ª. Edição, Pearson Education do
Brasil, 2004.
Mike Tooley, Circuitos Eletrônicos, Fundamentos e Aplicações, Elsevier Editora Ltda, 2008.
Inmetro, Vocabulário internacional de termos fundamentais e gerais de Metrologia. Rio de
Janeiro:

Ed.

SENAI,

2007.

Disponível

em: