Revisão da literatura

Alterações posturais, de equilíbrio e
dor lombar no período gestacional
Changes of posture, equilibrium and low back pain during pregnancy

Luciana Sobral Moreira1
Sara Rosa de Sousa Andrade2
Viviane Soares3
Ivan Silveira de Avelar4
Waldemar Naves Amaral5
Marcus Fraga Vieira6
Palavras-chave
Gravidez
Postura
Equilíbrio postural
Dor lombar
Keywords
Pregnancy
Posture
Postural balance
Low back pain

Resumo

Durante a gravidez, a mulher passa por transformações morfológicas e
fisiológicas que requerem cuidados especiais. As transformações fisiológicas envolvem adaptações hemodinâmicas,
hormonais e biomecânicas que, sem acompanhamento adequado, contribuem para o surgimento de desordens
musculoesqueléticas. Este estudo trata-se de uma revisão da literatura com busca das referências bibliográficas
na base de dados Pubmed e Scielo e teve por objetivo discutir os principais fatores fisiológicos e biomecânicos
que estão associados ao surgimento de alterações posturais, de equilíbrio postural e de dor lombar durante a
gravidez e revisar métodos de prevenção e alívio da dor. As alterações hemodinâmicas, hormonais e biomecânicas
do corpo justificam a presença de edemas, do aumento do peso corporal, da frouxidão ligamentar e das
alterações posturais comuns nas grávidas e propiciam o aparecimento de desordens musculoesqueléticas e o
comprometimento do equilíbrio postural. O estudo dessas desordens é importante, pois fornece um indicativo
de persistência de sintomas álgicos durante a gravidez e no pós-parto, e o conhecimento destas, bem como
dos métodos de analgesia para seus sintomas, permite ao profissional de saúde a elaboração de intervenções
preventivas ou o diagnóstico e o seu tratamento precoce.

Abstract

During pregnancy, the woman undergoes morphological and physiological
changes, which require special care. Physiological changes involve hemodynamic, hormonal, and biomechanical
adaptations in pregnant woman body that, without appropriate monitoring, may contribute to emerging musculoskeletal
disorders. The aim of this work was to search in literature most important physiological and biomechanical factors
that are associated with low-back pain along with the appearance of postural and balance changes in the pregnant
woman. In addition, it was revised prevention and alleviation methods of pain. In this review, bibliographical references
from the Pubmed and the Scielo databases were used, and those references that fit in the proposed theme were
chosen to be discussed. Hemodynamic, hormonal and biomechanical changes are factors that justify edemas, the
increasing in body weight, the ligament looseness and postural changes that are very common in pregnant women.
The appearance of musculoskeletal disorders and balance impairment are frequent due these changes. Hence, the
study of these disorders is relevant since they provide evidence of pain symptom persistence during pregnancy and
postpartum. Besides, the understanding of these disorders as well as analgesia methods enables the health care
professional to elaborate preventive interventions or early diagnoses and treatments of symptoms.
Especialista em Fisioterapia Traumato-Ortopédica pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde ­ Laboratório de Bioengenharia e
Biomecânica da Universidade Federal de Goiás (UFG) ­ Goiânia (GO), Brasil.
Especialista em Saúde da Família pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde ­ Laboratório de Bioengenharia e Biomecânica da
Universidade Federal de Goiás (UFG) ­ Goiânia (GO), Brasil.
3
Mestre em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde ­ Laboratório de Bioengenharia e Biomecânica da Universidade
Federal de Goiás (UFG) ­ Goiânia (GO), Brasil.
4
Especialista em Educação Física Escolar e Atividade Física e Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde ­ Laboratório de
Bioengenharia e Biomecânica da Universidade Federal de Goiás (UFG) ­ Goiânia (GO), Brasil.
5
Doutor em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde ­ Departamento de Ginecologia da UFG ­
Goiânia (GO), Brasil.
6
Doutor em Engenharia Elétrica pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde e pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica
e da Computação ­ Faculdade de Educação Física ­ Laboratório de Bioengenharia e Biomecânica da Universidade Federal de Goiás (UFG) ­ Goiânia
(GO), Brasil.
Endereço para correspondência: Luciana Sobral Moreira ­ Rua 59-A, 735 ­ ap. 201 ­ Setor Aeroporto ­ CEP: 74070-160 ­ Goiânia (GO), Brasil
­ E-mail: [email protected]
1

2

Moreira LS, Andrade SRS, Soares V, Avelar IS, Amaral WN, Vieira MF

Introdução
No período gestacional, a mulher passa por transformações
morfológicas, fisiológicas, sociais e emocionais. Portanto, este se
caracteriza como um período importante em sua vida e que requer
cuidados especiais para preservar sua saúde e seu bem-estar.
O desenvolvimento dos três trimestres da gestação é caracterizado por alterações hemodinâmicas, hormonais e biomecânicas do corpo1(B), que justificam, por exemplo, a presença de
edemas, do aumento do peso corporal, da frouxidão ligamentar
e das alterações posturais comuns nas grávidas. Em decorrência
dessas alterações, é comum o aparecimento de desordens musculoesqueléticas e o comprometimento do equilíbrio estático e
dinâmico, capazes de refletir na postura1,2(A, B).
Na gravidez, a coluna é um dos segmentos do corpo que mais
sofre adaptações biomecânicas devido à perturbação das suas curvas
fisiológicas, que são acentuadas pelo aumento dos seios, do útero
gravídico, do ganho de peso, do acúmulo de líquido e aumento da
circunferência abdominal, da maior inclinação anterior da pelve e
ainda por apresentar maior instabilidade articular causada pela frouxidão ligamentar, decorrente do aumento da produção do hormônio
relaxina, que ocorre na gravidez2,3(A). Por meio da soma desses
fatores, uma das consequências mais comuns é a dor lombar.
O objetivo deste estudo foi buscar na literatura os principais fatores fisiológicos e biomecânicos que estão associados ao
surgimento de alterações posturais, de equilíbrio postural e de
dor lombar em grávidas ­ os quais podem comprometer os aspectos relacionados à sua qualidade de vida ­ e revisar métodos
de prevenção e de alívio da dor.

Metodologia
Este estudo trata-se de uma revisão da literatura, exploratória e
retrospectiva, com busca das referências bibliográficas, dos últimos
quinze anos, na base de dados Pubmed e Scielo, com as seguintes
palavras-chave: gravidez, postura, equilíbrio postural, dor lombar e
seus termos correspondentes na língua inglesa. A busca foi realizada
durante os meses de agosto de 2010 a fevereiro de 2011, e foram
encontrados 53 artigos e outros obtidos por meio de "referência
cruzada", porém, foram utilizadas neste artigo apenas 23 referências,
as quais contemplavam melhor o tema proposto.

Discussão
Alterações fisiológicas e posturais comuns na gravidez

Durante o período gestacional, a mulher apresenta alterações hormonais, hemodinâmicas e biomecânicas do corpo1(B).

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A retenção de líquido, que, segundo Ritchie4(A), é comum em
80% das grávidas, e mais notável nas últimas oito semanas da
gravidez, provém das alterações hemodinâmicas e hormonais,
como o aumento do volume plasmático e dos hormônios prolactina, progesterona e, em especial, do estrogênio e da aldosterona,
que provocam maior reabsorção de sódio, retenção hídrica e
predispõem o aparecimento de edemas nas extremidades do
corpo, principalmente em membros inferiores. Além dos edemas, outro fenômeno fisiológico frequentemente observado é a
frouxidão ligamentar, que é exacerbada pelo aumento dos níveis
dos hormônios estrogênio e relaxina, os quais contribuem para a
instabilidade de algumas articulações, principalmente da pelve,
as sacroilíacas e a sínfise púbica, e da região lombar1-7(A, B).
As alterações biomecânicas da postura na gravidez são respostas
adaptativas à soma de vários fatores inerentes a esse período, como
o aumento dos seios, do útero gravídico, do ganho de peso e da
instabilidade articular2,3(A). Essas adaptações são caracterizadas
pela perturbação das curvas fisiológicas da coluna, pela maior
inclinação anterior da pelve e rotação externa dos membros
inferiores, que permitem maior base de sustentação8(B), e como
foi observado no estudo de Ribas e Guirro1(B), pela alteração da
distribuição do peso na região plantar dos pés, devido ao aumento
da oscilação anteroposterior do corpo. Sendo assim, por meio
de ajustes posturais, é comum a grávida provocar a elevação da
cabeça, intensificar a hiperextensão da coluna cervical e lombar
e aumentar a extensão de joelhos e tornozelos, para conseguir
manter o equilíbrio postural.
Equilíbrio postural

A soma das alterações hormonais, biomecânicas e o ganho
de peso corporal, juntamente com a capacidade de distribuição
desse peso, é um importante fator para a determinação da estabilidade postural da grávida1(B).
A estabilometria é uma ferramenta de estudo do controle
postural que permite, por meio de grandezas biomecânicas, como
o centro de massa (CoM) e o centro de pressão (CoP), registrar
as oscilações do corpo humano9(A). O CoM representa um
ponto sobre o qual toda a massa de um objeto está igualmente
distribuída, e a partir deste, o estudo da sua trajetória permite
mensurar o balanço postural, que é a oscilação natural que o
corpo apresenta quando está na postura ortostática. O CoP é a
projeção do CoM na base de sustentação e resulta da interação
das forças de reação do solo (FRS) com o apoio do corpo com o
chão1,9-11(A, B).
Estudos mostram a presença de perturbações do equilíbrio
postural da grávida, haja vista o deslocamento natural do CoM,
pelo aumento do peso corporal, da circunferência abdominal1(B) e

Alterações posturais, de equilíbrio e dor lombar no período gestacional

pela distribuição assimétrica do peso. No entanto, elas desenvolvem
estratégias para a manutenção da postura ortostática11(B).
No estudo de Oliveira et al.11(B), não houve mudança significativa na base de suporte das grávidas entre o primeiro e o
terceiro trimestre, mas demonstram alteração do deslocamento
anteroposterior do CoP, na posição ortostática, durante o desenvolvimento do período gestacional, assim como foi observado
por Jang et al.12(B), o aumento da instabilidade postural na
direção anteroposterior quando comparado ao grupo controle
(não grávidas) com as grávidas do estudo. Já Dumas et al.13(B),
em seu estudo com 65 grávidas, observaram o aumento da base
de suporte no final da gravidez. Butler et al.14(B) avaliaram
as oscilações do CoP por meio de uma plataforma de força e
verificaram uma diminuição do equilíbrio postural das grávidas no segundo e terceiro trimestres, quando comparado ao
grupo controle (não grávidas). Além disso, observaram que
os estímulos visuais são importantes para a manutenção do
balanço postural durante a gravidez, visto que, durante os
testes com os olhos fechados, as gestantes apresentavam maiores
oscilações, porém, não conseguiram correlacionar a alteração
do balanço postural ao ganho de peso durante a gravidez. As
divergências entre os resultados de alguns estudos podem ser
justificadas pela individualidade de adaptação de cada grávida
às mudanças ocorridas na gravidez e por suas características
posturais prévias1(B).
Dor lombar

Dentre as desordens musculoesqueléticas comuns na gravidez,
a mais reportada na literatura é a dor nas costas, com ênfase nas
dores lombares e pélvicas, pois, em média, 50% da população de
grávidas apresentam esses sintomas15,16(B). As dores nas costas
relatadas por essa população se caracterizam por dores lombares e
na região das articulações sacroilíacas, que podem ter irradiação
do sintoma para face posterior das coxas e serem intensificadas
durante a marcha17(B). Estudos evidenciam que não são apenas
as alterações posturais que causam esses sintomas, mas sim um
conjunto de mudanças comuns no organismo da grávida, como:
a instabilidade articular, o ganho de peso, principalmente na
região abdominal e o aumento do estresse mecânico sobre os
músculos da coluna e do quadril3,5,17(A, B), e outros fatores como
idade materna avançada, sucessivos partos, presença de dor na
coluna previamente à gravidez, obstrução de grandes vasos e
história de espondilolistese, também podem contribuir para o
aparecimento do quadro álgico3(A). O aumento da fatigabilidade dos músculos da coluna é um dos fatores em destaque na
literatura atual, pois pode estar associado ao aparecimento do
quadro álgico17,18(B). Durante a gravidez, é comum o aumento

gradual da sobrecarga sobre os músculos flexores e extensores da
coluna e dos extensores do quadril17(B), e as adaptações desses
músculos podem ser insuficientes para a estabilização das articulações sacroilíacas e da coluna lombar durante o desenvolvimento
deste período18(B).
No estudo de Sihvonen et al.15(B), com 32 gestantes, foi
observada uma correlação positiva significativa entre intensidade
da dor lombar e nível de ativação dos músculos paraespinhais
da coluna lombar no primeiro trimestre gestacional. Gutke et
al.17(B) também observaram que os músculos flexores e extensores
da coluna das grávidas com dor pélvica ou dor pélvica associada
à dor lombar apresentavam menor resistência à fadiga quando
comparados às mulheres sem quadro de dor. Entretanto, Dumas
et al.18(B) não comprovaram que o aumento da fatigabilidade
dos principais músculos extensores da coluna possa ser um
fator preditivo para o surgimento de dores nas costas durante a
gravidez, muito embora tenham observado que a dor modifica
a sinergia e os padrões de coativação desses músculos.
Métodos de prevenção e alívio da dor lombar

Existem métodos que contribuem para o alívio da dor lombar
sem o uso de fármacos durante a gravidez, envolvendo desde
hábitos de vida saudável, como a prática de atividade física, até
o tratamento fisioterapêutico, a fim de ajudar na manutenção da
postura da coluna vertebral e promover adaptações biomecânicas
mais eficientes ao longo da gravidez19(B).
Segundo alguns estudos, a atividade física contribui para o
alívio da dor lombar, pois exercícios moderados e executados
regularmente podem auxiliar no restabelecimento da consciência
corporal, na adaptação à nova postura e melhorar a resistência
e a flexibilidade muscular, reduzindo assim a sobrecarga sobre
os músculos lombares a qual é gerada pela hiperlordose lombar
comum na gravidez7,20,21(A,B). A atividade física durante a gravidez diminui o risco de lesões e melhora a habilidade motora
durante o próprio exercício e nas atividades de vida e de trabalho diários. Garshasbi e Zadeh7(B), em seu estudo, observaram
que um programa de exercícios que envolve caminhada leve,
alongamentos e exercícios específicos para a grávida contribuiu
para uma diminuição significativa da intensidade da dor lombar
quando comparado com o grupo controle, composto por grávidas
que não executaram os exercícios físicos. No estudo de Martins
e Silva21(B), também foi observado que grávidas submetidas a
exercícios utilizando um método de alongamento (Stretching
Global Ativo) apresentaram diminuição ou até mesmo ausência
dos desconfortos lombares.
Os efeitos dos exercícios aeróbicos leves que ajudam no
controle do ganho de peso, assim como exercícios aquáticos que

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Moreira LS, Andrade SRS, Soares V, Avelar IS, Amaral WN, Vieira MF

diminuem o impacto sobre as articulações, além de causar um
efeito de relaxamento pelas propriedades da água, também têm
sido estudados durante a gravidez. Granath et al.22(B) observaram que as grávidas submetidas a um programa de exercícios
aquáticos apresentaram melhora significativa da dor lombar.
Outros estudos também têm observado a influência positiva de
modalidades de exercícios como Pilates e Yoga, que propiciam
o reequilíbrio muscular, a melhora da consciência corporal, da
respiração e da sensação de bem-estar20, 23(A).
Além da atividade física, a acupuntura e a fisioterapia clássica,
que são modalidades efetivas de tratamento, também atuam na
prevenção e no alívio dos sintomas álgicos lombares e pélvicos.
A acupuntura usa da inserção de agulhas na pele para o estímulo
da liberação de substâncias analgésicas e anti-inflamatórias,
produzidas pelo próprio organismo, propiciando o alívio da
dor. Na fisioterapia, as condutas terapêuticas abordam tanto o
trabalho preventivo com a grávida, como a preparação para o

parto e o pós-parto, quanto tratamentos com a cinesioterapia,
hidroterapia, reeducação postural, terapias manuais e recursos
analgésicos para o controle das dores referidas nos segmentos
lombares e pélvicos19(B).

Considerações finais
As mudanças morfológicas e fisiológicas do corpo da mulher
são importantes e necessárias para o pleno desenvolvimento da
gravidez. No entanto, podem comprometer aspectos da qualidade de vida.
Portanto, as desordens musculoesqueléticas são um forte
indicativo de persistência de sintomas álgicos durante a gravidez
e no pós-parto. O conhecimento dessas desordens permite ao
profissional de saúde a elaboração de intervenções preventivas
ou o diagnóstico e o tratamento precoce dos sintomas, o que
contribui para diminuir os riscos à saúde da gestante.

Leituras suplementares
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